segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS 

"FLEXBILIZAMOS"


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 TÃO IGUAIS



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6-MAR

INTERPRETAÇÃO 


MADREDEUS

DANÇA

LISBOA BALLET CONTEMPORÂNEO


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(ÚLTIMO EPISÓDIO)




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.



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 HOJE NO 
"A BOLA"

Marcos Freitas fica pela medalha de prata na final do Top 16 Europeu

O português Marcos Freitas perdeu a final do Top 16 Europeu em ténis de mesa, em Baku (Azerbaijão), ao ser derrotado pelo alemão Ovtcharov Dimitrij, por 3-4, com os parciais de 12-10, 7-11, 11-9, 11-8, 10-12, 7-11 e 4-11.
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O português, numero 10 do `ranking` mundial, procurava revalidar o título conquistado no ano passado e até começou a partida da melhor forma, ao vencer por 3-1.

No quarto set chegou mesmo a estar a três pontos da vitória, mas o alemão, sexto da hierarquia mundial, acabou por dar a volta ao marcador, vencendo as três ultimas partidas.

Tiago Apolónia obteve a 5.ª posição no evento e João Monteiro ficou classificado em 8.º lugar.

* Não compreendemos o título da notícia, quando Portugal apresenta um trio de luxo, 2º lugar é mau numa competição destas?

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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"

Parlamento açoriano debate 
transparência nas empresas públicas

O plenário do parlamento dos Açores debate esta semana um conjunto de resoluções relacionadas com "a transparência" no setor empresarial público regional, apresentadas pelo PSD, que também anunciou uma iniciativa com vista à baixa de impostos no arquipélago.
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TRANSPARÊNCIA?
Os social-democratas, que estão em minoria nos Açores, agendaram para o plenário de fevereiro, que arranca na terça-feira, na cidade da Horta, seis projetos, a maioria dos quais destinados a garantir mais "transparência" das contas do setor público.

O PSD recomenda, entre outras coisas, a criação de um sítio na internet onde os açorianos possam aceder "a informação relevante" sobre as empresas públicas dos Açores e também a criação de uma "unidade técnica de acompanhamento e monitorização" do setor público empresarial regional.

Os social-democratas propõem ainda um "conjunto de procedimentos" com vista à "promoção da transparência" na execução dos contratos das parcerias público-priivadas (PPP) nos Açores.

Para além deste pacote de iniciativas, o PSD anunciou na semana passada que levará ao plenário regional de fevereiro uma proposta para "concretizar desde já" a baixa de impostos na região que possibilita o Orçamento do Estado de 2015.

"Desde o início do ano que essa possibilidade pode ser concretizada. Infelizmente, o Governo Regional ainda não avançou nesse sentido", afirmou o presidente do PSD/Açores, Duarte Freitas.
O presidente do Governo Regional dos Açores, o socialista Vasco Cordeiro, ouviu no início do ano partidos e parceiros sociais sobre a baixa dos impostos na região e afirmou que o executivo deveria estar em condições de apresentar a sua proposta também este mês.

O Orçamento do Estado de 2015 permite que as regiões autónomas baixem até 30% as taxas nacionais do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), o Imposto sobre o Rendimento Singular (IRS) e o Imposto sobre o Rendimento Coletivo (IRC). O limite máximo do chamado diferencial fiscal em vigor em 2014 era 20%.

O Plano Integrado das Fajãs de São Jorge, proposto pelo CDS, e a criação de uma comissão para avaliar e acompanhar os impactos das novas obrigações de serviço público no transporte aéreo nos Açores, uma iniciativa do PS, são outros dos temas agendados para este plenário do parlamento açoriano.

* Um embaciado debate.


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MINUTOS DE


CIÊNCIA/34


O QUE É UMA DIMENSÃO
EM 3D...2D E... 1D


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2-AMAR NÃO DEVERIA
SER CRIME

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO 
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Galp avança com batalha jurídica
 contra Governo

Arbitrárias, irrealistas e discricionárias são alguns dos adjectivos usados pelo presidente da Galp, Ferreira de Oliveira, para classificar um conjunto de medidas legislativas adoptadas pelo Governo, as quais pretende contestar em tribunal. 

É o caso da cobrança de 150 milhões de euros relativos às mais-valias obtidas com o negócio de ‘trading' de gás natural entre 2006 e 2012, resultantes dos contratos de ‘take or pay' com a Nigéria e a Argélia. Uma verba que o Executivo quer transferir para os consumidores, tendo prometido uma descida das tarifas, já este ano, até 5%.
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Da lista consta ainda a contribuição extraordinária sobre o sector energético relativa a 2014, no valor de 35 milhões de euros, e que se repetirá em 2015, bem como a recente multa aplicada pela Autoridade de Concorrência relacionada com o mercado de gás de garrafa.

A Galp criticou a impacto negativo da fiscalidade verde sobre o preço dos combustíveis e a legislação ‘low cost' que obriga a introduzir, na sua rede de distribuição, os chamados combustíveis simples.

"Todas as medidas do Governo nos últimos meses foram dirigidas à Galp. Esta situação está a ser questionada pelos nossos investidores e tem um forte impacto reputacional", afirmou o gestor.

"Sempre cumprimos as leis aprovadas pelos Governos, mas isso significa que também usaremos os mecanismos previstos para nos defendermos daquilo que consideramos injusto. Entraremos num processo de litigação porque é um dever que temos para com o mercado de capitais", acrescentou Ferreira de Oliveira. 

* Galpgate ou albuquergate?


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RICARDO ARAÚJO PEREIRA

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Eh, toiro lindo! Olha o Tsipras

Uma coisa é esperar o aparecimento de um rei falecido há séculos, outra é contar com um heleno para nos conseguir melhores condições de vida

Portugal olha para o Syriza como o rabejador olha para o forcado da cara. Estamos com muita esperança no desgraçado que vai lá à frente e leva uma boa cornada do touro mas, com sorte, talvez consiga imobilizá-lo de modo a permitir que nós seguremos no lado do bicho que não aleija. É possível que esta metáfora tauromáquica seja injusta e não faça sentido. Não percebo o suficiente de tourada mas, agora que penso nisso, ser rabejador envolve muito mais coragem do que a que reconheço a Portugal (e a mim). Há que agarrar na ponta do boi que escoiceia. E, sem ajuda, fazer tudo para que os companheiros possam largar o toiro sem que o animal invista sobre eles. Não, Portugal não é o rabejador. Portugal é o forcado que aparece no fim da faena, já depois de o bicho estar morto, para se servir de umas fatias de acém, e que, se o animal calha a ter um espasmo, ainda faz xixi nas calças. Não sei como se chama esse forcado, mas somos nós. Angela Merkel, nesta metáfora, é o bovino. Neste ponto, não é necessária muita imaginação. 

Ao que nós chegámos. Uma coisa é esperar o aparecimento de um rei falecido há séculos, outra é contar com um heleno para nos conseguir melhores condições de vida. Que é feito das fantasias tradicionais portuguesas? Onde estão as ilusões nacionais de antanho? É certo que a probabilidade de Portugal beneficiar da acção de Alexis Tsipras acaba por ser maior do que a do regresso de D. Sebastião, mas quão fracos têm de ser os nossos mitos para que um grego de 40 anos os substitua tão facilmente?

Felizmente, podemos contar com o nosso primeiro-ministro. Passos Coelho não espera nada de Tsipras. Não faz sentido combater a austeridade, porque a austeridade é nossa amiga. Dizer que a dívida é impagável é de uma desfaçatez impagável. O desemprego, o aumento da dívida e o incumprimento das metas do défice são fruto da má vontade da realidade, que se recusa a colaborar com o caminho certo. Desejar outra coisa é inútil e perigoso. Poderia gerar desemprego, aumento da dívida e incumprimento das metas do défice. Deus nos livre. De acordo com o primeiro-ministro, as ideias do Syriza são "um conto de crianças". É possível, não digo que não. Mas as ideias de Passos Coelho são, como sabemos, um filme para adultos. E o traseiro que o protagoniza, infelizmente, é o nosso.

IN "VISÃO"
05/02/15


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418.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO 
  "CORREIO DA MANHÃ"

Insulina 'inteligente' 
com resultados promissores 

Medicamento experimental poderá ser testado em pessoas com diabetes tipo 1.

 Uma insulina "inteligente" experimental, que atua durante 14 horas, apresentou resultados promissores em ratos e poderá ser testada em pessoas com diabetes tipo 1 dentro de dois anos, indicaram esta segunda-feira os investigadores. 
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 O produto, designado como Ins-PBA-F e desenvolvido por bioquímicos na Universidade de Utah, Nos Estados Unidos, entra automaticamente em ação quando o nível de açúcar no sangue dispara, de acordo com a investigação publicada nos Procedimentos da Academia Nacional de Ciências. 

Testes em ratos com uma forma de diabetes tipo 1 mostraram que uma injeção pode, "repetida e automaticamente, baixar os níveis de açúcar no sangue depois de serem dadas aos ratos quantidades de açúcar comparáveis às que consumiriam às refeições", refere o estudo. "Avanço importante na terapia com insulina" 

O medicamento imitou com bastante precisão o modo como os organismos de ratos normais reporiam o seu nível de açúcar no sangue para valores equilibrados depois de comer, segundo os investigadores. O coautor do estudo, Danny Chou, professor assistente de Bioquímica na Universidade de Utah, considerou tratar-se de "um avanço importante na terapia com insulina", disse. "A nossa insulina derivativa parece controlar o açúcar no sangue melhor do que qualquer outra coisa atualmente disponível para tratar doentes com diabetes", sublinhou. As pessoas com diabetes tipo 1 têm de controlar constantemente o nível de açúcar no sangue e injetar-se manualmente com insulina quando necessário. Qualquer erro ou lapso poderá levar a complicações, incluindo problemas cardíacos, cegueira e mesmo morte. 

O Ins-PBA-F é uma versão quimicamente modificada de uma hormona naturalmente produzida pelo organismo e difere de outros produtos de 'insulina inteligente' em desenvolvimento, que usam uma barreira proteica, como um gel ou um revestimento, que inibe a insulina quando o nível de açúcar é baixo. Após mais testes de segurança a longo prazo em animais de laboratório, os primeiros testes de segurança em seres humanos poderão começar dentro de dois a cinco anos. 

* Para já é só a ciência a investigar, o laboratório a publicitar e a comunicação social a "boatifundiar".

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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE
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5-OS NOSSOS FILHOS

 NOS ACUSARÃO


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.



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HOJE NO 
  "OBSERVADOR"

O boneco de madeira mais popular
 do mundo faz 75 anos

Há 75 anos estreava no Central Theatre de Nova Iorque o segundo filme da história do estúdio de animação Disney e um dos seus maiores clássicos. Pinóquio foi escrito pelo italiano Carlo Collodi entre os anos 1982 e 1983 e adaptado aos cinemas pelos argumentistas Ben Sharpsteeny e Hamilton Luske. A história conta as aventuras do boneco que procura tornar-se humano a partir da bravura e lealdade. Pelo caminho, tem lidar com o egoísmo – representado pelo nariz que cresce sempre que mente.
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Na estreia o filme foi bem recebido pela crítica e ganhou dois Óscares, de melhor banda sonora e melhor canção original para “When You Wish Upon A Star”, sendo a primeira vez que uma animação era distinguida com uma estatueta dourada. No entanto, foi um fracasso económico para a Disney, provavelmente pelo momento em foi lançado. A Europa enfrentava a Segunda Guerra Mundial e o púbico que frequentava as salas de cinema na época preferia prestigiar trabalhos com uma temática mais bélica, como o dos realizadores John Ford, Frank Capra ou William Wyler.
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Outro motivo para o fracasso do filme foi o alto custo, gerado pelo meticuloso trabalho de criação dos desenhos, especialmente daqueles que reproduziam a textura da madeira. Conforme explica Dave Bossert, produtor e diretor criativo do estúdio Walt Disney, em entrevista à página Daily Beast, este cuidado estético rendeu frutos a longo prazo: “Faço parte da indústria [da animação] há mais de 30 anos e ainda vejo Pinóquio como um dos melhores filmes de animação feitos à mão de sempre. A preocupação com os detalhes valeu a pena a longo prazo e assegurou ao filme um lugar entre os clássicos da animação”, afirma.

Em 1994, o filme foi selecionado pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos para fazer parte do National Film Registry, um arquivo cinematográfico que conserva trabalhos de interesse cultural, histórico e estético do país. 
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Em 2005, a revista Time incluiu-o na sua lista de 100 melhores filmes da história e em junho de 2011 deu à produção o título de melhor filme de animação da história. No site Rotten Tomatoes, responsável por agregar críticas de cinema de diferentes meios, o filme tem uma aprovação de 100%, o que significa que recebeu a nota mais alta das 41 publicações que avaliaram a obra.

E qual é o segredo para a longevidade do filme? Dave Bossert acredita no equilíbrio entre o nível técnico e a qualidade da história.


 “Cito sempre a sequência da baleia no filme, pela riqueza artística utilizada para recriar o oceano, além da interação entre Pinóquio e Gepeto enquanto são perseguidos pelo animal – tudo é feito de maneira tão espetacular. Às vezes é difícil imaginar este nível de inovação, quando estamos acostumados à animação gráfica, mas foi tudo desenhado à mão”.

O reconhecimento do filme também se traduz nas centenas de adaptações e referências que recebeu ao longo dos anos, que vão desde a literatura, como na adaptação do escritor russo Aleksej Tolstoj, ao cinema, em obras como Shrek e Inteligência Artificial.

* Pinóquio, o mais verdadeiro de todos os aldrabões.


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Dele Sosimis

Afrobeat Orchestra Live

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É do inesgotável baú da música africana que chegam as primeiras confirmações da 17ª edição do Festival Músicas do Mundo (FMM), a decorrer em Sines e Porto Covo entre 17 e 25 de Julho.

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HOJE NO 
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"  


Cuidado com as conversas em frente à televisão. A sua Smart TV está a ouvi-lo

Samsung faz o aviso na sua política de privacidade: utilizar reconhecimento de voz nas Smart TV facilita que os aparelhos captem conversas ao seu redor. E que estas vão parar aos escritórios da empresa.

A Samsung está a pedir aos seus clientes que evitem falar sobre informação pessoal sensível em frente às Smart TV da marca. Isto porque os televisores ditos inteligentes, que estão ligados à Internet e podem ser ativados através da voz, "ouvem" as conversas ao seu redor e partilham detalhes com a própria Samsung ou terceiros.
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A notícia faz lembrar ficção, nomeadamente o livro de George Orwell, 1984, em que os televisores espiavam os cidadãos. Mas é inteiramente verdade: o pedido da Samsung vem explícito na política de privacidade global da marca para as Smart TV. Se o cliente ativar o reconhecimento de voz, as ordens dadas verbalmente serão transmitidas a terceiros, que convertem o discurso em texto de forma a permitir o bom funcionamento de todas as funcionalidades associadas a esta característica do aparelho, e a própria Samsung poderá compilar as palavras captadas pelo televisor para avaliação e aperfeiçoamento da função interativa.

Segundo a BBC, este aviso da marca sul-coreana tinha passado despercebido até à chamada de atenção de um jornal norte-americano, The Daily Beast, que publicou na sua edição online o excerto da política da empresa que revela a captura de informação pelas Smart TV. A Samsung pede mesmo aos utilizadores que se lembrem, sempre que falarem de assuntos sensíveis ou pessoais em frente à televisão, de que estas informações poderão estar entre os dados compilados e transmitidos a terceiros sempre que se ativa o reconhecimento por voz.

Ao Daily Beast, Corynne McSherry, advogada especializada em propriedade intelectual que trabalha para a Electronic Frontier Foundation, uma organização de defesa dos chamados "direitos digitais", explica que esta terceira entidade que tem acesso às conversas dos utilizadores das televisões ligadas à rede será uma empresa que se encarrega de transformar em texto os discursos para a Samsung. E sublinha que é muito importante saber de que empresa se trata, uma vez que por ela deverão passar informações sensíveis captadas dentro das casas dos utilizadores.

Em resposta às críticas, a Samsung emitiu um comunicado para clarificar o funcionamento do reconhecimento e ativação por voz dos seus televisores inteligentes, sublinhando que o objetivo de colocar nas suas políticas de privacidade as questões relacionadas com esta transmissão de informação tinha a ver com a necessidade de transparência perante os clientes. "Se um consumidor autoriza e utiliza a funcionalidade de reconhecimento de voz, os dados são fornecidos a uma terceira parte porque é solicitada uma pesquisa da ordem emitida através da voz. Nessa altura, os dados são enviados para um servidor, que procura o conteúdo solicitado e responde para a televisão".

Ainda que não tenha revelado quem é esta terceira parte, a Samsung garante que não mantém as gravações e que também não vende o áudio capturado pelas Smart TV. E explica que os utilizadores sabem sempre, através de um pequeno microfone que fica visível no ecrã dos seus aparelhos, quando a função do reconhecimento de voz está ativada.

De acordo com a BBC, esta não é a primeira vez que as Smart TV, ligadas à Internet, estão na origem de problemas de privacidade devido à recolha de dados. Em 2013, um informático do Reino Unido descobriu que o seu aparelho LG compilava informação sobre os seus hábitos de consumo de televisão, o que obrigou a empresa a criar um software que permitia desligar esta funcionalidade.

* Os reality show onde o tuga é voyeur pecam por imbecilidade constante, mas a perigosidade é relativa, agora esta notícia tem revelações de assustar o mais prevenido.


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SÓ COM A MÃO

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 HOJE NO 
"RECORD"

Open saiu de Oeiras por 
falta de verbas camarárias

O vice-presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Carlos Morgado, disse esta segunda-feira que o torneio de ténis, agora conhecido como Estoril Open, não continuou, porque a autarquia não se disponibilizou a dar um apoio financeiro elevado. 

Questionado por deputados socialistas em reunião de assembleia municipal, Carlos Morgado (movimento independente Isaltino Oeiras Mais À Frente) esclareceu que houve reuniões com os novos promotores do Estoril Open para "avaliar o interesse" na continuidade do torneio em Oeiras.

"Nós mostrámos que estávamos disponíveis para apoiar o evento, mas não na mesma medida que em 2014 [a Câmara de Oeiras apoiou a realização do torneio com 400 mil euros]. Não nos voltaram a procurar, não voltaram a reunir connosco e só soubemos que o evento ía ter lugar em Cascais pela comunicação social", afirmou Carlos Morgado.

O vice-presidente da Câmara de Oeiras lamentou a saída do torneio de ténis do concelho, mas desvalorizou: "A vida continua. Saem uns e entrarão outros, certamente."

Da mesma forma, os deputados do PSD e do PS lamentaram que Oeiras tenha perdido o Open de ténis, mas concordaram que o apoio da autarquia para a realização do evento "não deveria ser a qualquer custo".
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É MUITA AREIA
Por outro lado, a deputada do CDS-PP Isabel Sande e Castro considerou que "Oeiras não perdeu nada com a saída do torneio" e que foi o concelho de Cascais que "fez um mau negócio".

O novo Estoril Open, que sucede ao torneio organizado durante 25 anos no complexo do Jamor por João Lagos, nasceu da conjugação de esforços da U.Com, empresa sedeada na Alemanha que é especializada na comunicação e organização de eventos, do empresário holandês e ex-tenista Benno Van Veggel e da Polaris Sports, do empresário Jorge Mendes, e terá como patrocinador o banco Millennium bcp.

A primeira edição do novo Estoril Open decorrerá no Clube de Ténis do Estoril, entre 25 de abril e 3 de maio.

* Falta ouvir a outra parte do enredo, 400 mil euros é muito dinheiro sem se ponderar o custo benefício. Festejamos a guerrilha autárquica entre a maioria governamental, protagonizada pela sra. D. Sande e Castro.

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E SE 
VOÁSSEMOS...

RIO DE JANEIRO

VATICANO

MALE - MALDIVAS

VANCOUVER

ATENAS

BARCELONA

PARIS

XANGAI

MOSCOVO

VENEZA

LISBOA


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HOJE NO 
  "JORNAL DE NOTÍCIAS"  

Petição dos submarinos desaparece 
pela segunda vez do Parlamento

A petição de 10 mil cidadãos, pela reabertura da comissão parlamentar de inquérito à aquisição dos submarinos, voltou a desaparecer uma segunda vez no Parlamento. O serviços da Assembleia da República estão a verificar o que se passa com o sistema e a Secretaria-geral pediu aos peticionários, esta tarde, o documento. 
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Se a petição entregue a dia 22 de janeiro não tinha sido encontrada pelos funcionários parlamentares, em pouco menos de 72 horas o mesmo documento entregue pelos autores da petição voltou a não ser encontrado. 

Um dos peticionários, Rui Martins, registou com sucesso esse envio, depois de alertado pelo JN, mas acabou por ser contactado esta segunda-feira, por email, pelos serviços do Parlamento para encaminhar tal documento.
O secretário-geral da Assembleia da República, Albino Soares, esclarece num comunicado que "tem estado a receber outras petições através da plataforma eletrónica, mas não aquela".

Porém, o peticionário, que é informático e autor de várias petições que nunca encontraram tais obstáculos no Parlamento, também tem a prova do segundo envio, já na sexta-feira.

Perante estes factos, Albino Soares refere que esta questão "está a ser analisada pelos seus Serviços competentes".

O JN apurou, entretanto, que a plataforma do Parlamento originará um email por cada petição que entra. Neste caso, nas duas situações, o email terá sido apagado ou poderá ter sido considerado "Spam" (email com publicidade).

* Um periscópico "inconseguimento" dirá quem de direito


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NÃO DESISTE
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Piaggio Ape com um bocadinho de carga a mais.
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HOJE NO 
  "JORNAL DE NEGÓCIOS"

611 clientes do HSBC 
associados a Portugal,
 um deles com 143 milhões de euros

Não se conhece a identidade do titular mas há 143 milhões de euros numa das 778 contas do ramo suíço do HSBC ligadas a Portugal. O país representa 1% do valor total envolvido nas contas detectadas na investigação jornalística. 

Um grupo de jornalistas olhou para as contas e transferências do ramo suíço do britânico HSBC, dedicado a clientes mais abastados. E há dinheiro ligado a Portugal no HSBC Private Bank.

Dos 106 mil clientes, 611 estão associados, de alguma forma, a Portugal. Destes, 36% - previsivelmente 220, embora o número não seja especificado – têm passaporte ou nacionalidade portuguesa. Portugal encontra-se em 33º lugar na lista de 203 países no que diz respeito ao número de clientes a ele conectados. O número pode até ser maior: 19 mil dos clientes referidos na investigação não está associado a nenhum país.

Estas são algumas das conclusões retiradas dos ficheiros divulgados pelo consórcio internacional de jornalistas de investigação (ICIJ, na sigla em inglês) no conjunto de documentos designado de "swiss leaks" (fugas de informação suíças). Segundo a investigação, foram feitos lucros com este dinheiro para evasão fiscal ou para financiar activos ilícitos ou questionáveis, ligadas a ditaduras. A informação foi revelada por um antigo funcionário do banco ao Ministério das Finanças francês, em 2008, obtida pelo Le Monde e agora divulgada pelo consórcio.

Portugal é o 45º país com maior quantidade de dólares nestas contas, num total de 969 milhões de dólares (856 milhões de euros), ou seja, cerca de 1% do total (mais de 100 mil milhões). Há uma conta ligada ao país em que constam 161,8 milhões de dólares (143 milhões de euros). O consórcio de jornalistas não identifica este cliente.

A grande maioria dos clientes de passaporte, nacionalidade ou conexão a Portugal tem até oito milhões de dólares num total de 778 contas bancárias. 531 das contas foram abertas entre 1970 e 2006. Havia perto de 200 contas em funcionamento em 2006.

O consórcio sublinha que há formas legítimas de uso das contas bancárias suíças, lembrando que a indicação das pessoas ligadas à investigação não quer dizer que tenham cometido actos ilícitos. Entre os nomes referidos, onde não se encontra a identificação de nenhum português, estão Emilio Botín, antigo presidente do Santander, o futebolista Diego Fórlan e ainda o motociclista Valentino Rossi. 

* 969 milhões de dolares, 611 clientes só num banco, exportadores de dinheiro ido de Portugal, brilhante. Ainda bem que há jornalismo de investigação.


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GOURMET RUSSO
AS DELÍCIAS DE PUTIN













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