quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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COLEGAS

Já lhe aconteceu, ao olhar para pessoas da sua idade, pensar: não posso estar assim tão velho(a) ?!!!! 

Veja o que conta uma amiga: 
- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava exposto na parede. Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei-me de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome. 

Era da minha turma do Liceu, uns 40 anos atrás, e eu perguntei-me: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época? Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. 

Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado... era demasiadamente velho para ter sido a minha paixão secreta. 


Depois de ele ter examinado o meu dente, perguntei-lhe se ele tinha estudado no Colégio D. Duarte.
 - Sim, respondeu-me. 
- Quando se formou?, perguntei. 
- 1970. Por que pergunta?, respondeu. 
- É que... bem... o senhor era da minha turma!, exclamei eu. 
E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de uma puta, lazarento perguntou-me:
 - A Sra. era professora de quê?

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  PORQUE NÃO


  "PERGUNTARAM"?




 NA ENTREVISTA RECENTE AO
FILÓSOFO DE PARIS
A MEDITAR EM ÉVORA

1- Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, pelos 90.000 milhões de euros que aumentou na dívida pública entre 2005 e 2010.
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2-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, porque decidiu nacionalizar o BPN, colocando-o às costas do contribuinte, aumentando o seu buraco em 4300 milhões em 2 anos, e fornecendo ainda mais 4000 milhões em avales da CGD que irão provavelmente aumentar a conta final para perto de 8000 milhões, depois de ter garantido que não nos ia custar um euro.
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3-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, pelos 695 milhões de derrapagens nas PPPs só em 2011.

4-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, porque diabo fez aumentar o custo do Campus da Justiça de 52 para 235 milhões.

5-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, pelos 300 milhões que um banco público emprestou a um amigo do partido para comprar acções de um banco privado rival, que agora valem pouco mais que zero. Quem paga? O contribuinte.

6-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, pelos 450 milhões injectados no BPP para pagar os salários dos administradores.

7-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, pelos 587 milhões que gastou no OE de 2011 em atrasos e erros de projecto nas SCUTs Norte.

8-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, os 200 milhões de euros que "desapareceram" entre a proposta e o contrato da Auto-estrada do Douro Interior.

9-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, pelos 5.800 milhões em impostos que anulou ou deixou prescrever.

10-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, pelos 7.200 milhões de fundos europeus que perdemos pela incapacidade do governo de programar o seu uso.

11-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, pelos 360 milhões que enterrou em empresas que prometeu extinguir.

12-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, como justifica os 60.000 milhões que contratou de PPPs até 2040.

13- Perguntemos ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, porque usou as reformas dos portugueses para financiar a dívida de SCUTs e PPPs.

14- Perguntemos ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, pelos 14.000 milhões que deu de mão beijada aos concessionários das SCUTs na última renegociação.

15-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, pelos 400 milhões de euros de agravamento do passivo da Estradas de Portugal em 2009.

16-
Porque não perguntaram ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, pelos 270 milhões que deu às fundações em apenas dois anos.

17- Perguntemos ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, pelos 3.900 milhões que pagou em rendas excessivas à EDP tirados à força da vossa factura da electricidade.
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- E agradeçamos ao filósofo de Paris, a meditar em Évora, o dinheiro empatado no aeroporto de Beja.

- E agradeçamos aos pacóvios do cante da Covilhã, terem cantado "Grãndola Vila Morena" às portas do centro de meditação de Évora.

- Perguntemos de novo a Alberto da Ponte,  ex-administrador da televisão pública,  porque contratou este filósofo, a meditar em Évora, para comentador da RTP.


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 PONTOS DE VISTA

















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FALANDO
DE CONTAS




CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 02/02/2015, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrívelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Dr. Ferreira Machado .


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HOJE NO 
  "CORREIO DA MANHÃ"

Polícia deteve 725 agressores 

Gabinete de Atendimento e Informação à Vítima identificou no ano passado 3 mil casos. 

Entre 2010 e 2014, foram detidos pela PSP na cidade do Porto 725 suspeitos de violência doméstica. E, só no ano passado, foram identificadas mais de três mil vítimas de agressões, que receberam acompanhamento por parte do Gabinete de Atendimento e Informação à Vítima (GAIV), na rua de Vale Formoso, no Porto. 


Segundo os dados do Comando da PSP, foram ainda realizadas para essas vítimas 1600 avaliações de risco. Foram também elaborados 1200 planos individuais de segurança. O GAIV foi criado em março de 2013 e, desde essa altura, concluiu mais de 900 inquéritos por maus-tratos. 

Funciona durante 24 horas, todos os dias da semana, e conta com uma equipa de 17 polícias especializados em ajudar vítimas de violência doméstica. Graças à criação desse gabinete, tem sido também possível aplicar rapidamente – sob a direção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Porto – medidas de coação aos agressores. 

* Uma vergonha social mas um grande voto de confiança à PSP.


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GEORGES
CHAKRA
PARIS COUTURE
OUTONO/INVERNO
2014/2015





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HOJE NO 
  "OBSERVADOR" 

BCE deixa de aceitar dívida pública 
grega como garantia nos empréstimos
 aos bancos 

Medida pode deixar bancos gregos com dificuldades em financiar operações e levar à venda apressada desta dívida. BCE manda bancos gregos pedirem ao Banco central da Grécia.

O Banco Central Europeu suspendeu hoje a dispensa das regras de rating mínimo no uso da dívida pública grega como garantia nos empréstimos do BCE à banca comercial, dizendo que “não é possivel esperar-se nesta altura que a revisão do programa seja concluída com sucesso”. 
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A decisão faz com que os bancos que têm dívida grega deixem de a poder dar como garantia ao BCE quando lhe pedem dinheiro emprestado. Falta de financiamento dos bancos gregos terá agora de ser compensada pelo Banco Central da Grécia.

No mesmo dia em que o ministro das Finanças da Grécia, Yanis Varoufakis, se deslocou a Frankfurt para falar com Mario Draghi, o banco central tomou uma decisão que vai complicar e muito a vida da Grécia, em especial dos bancos gregos.

Com os constrangimentos nos mercados de financiamento, os bancos ficaram muito dependentes do BCE para conseguirem liquidez para financiar as suas operações. Os bancos nos países resgatados ficaram numa situação particularmente dedicada porque o BCE só aceita dívida pública que tenha um rating mínimo num determinado nível: acima de lixo. Se tivessem um dos seus ratings dados pela Moody’s, Standard & Poor’s, Fitch ou DBRS acima de lixo, bastava.

A crise levou a sérios cortes de rating e os pedidos de resgate financeiro não ajudaram nesse sentido, mas o BCE acabou por avançar com uma dispensa para os países sob resgate. Enquanto estivessem sob um programa de resgate, essa dívida continuava a poder ser utilizada pelos bancos, mesmo que o rating fosse inferior ao permitido, como colateral nas operações de cedências de liquidez conduzidas semanalmente.

Agora, o BCE mudou de ideias em relação à Grécia e num comunicado publicado hoje, diz que retirou esse ‘waiver’ em toda a dívida emitida ou garantida pela Grécia e diz que está só a cumprir as regras do Eurossistema.

“A suspensão está em linha com as regras existentes no Eurossistema, uma vez que não é possível esperar-se nesta altura que a revisão do programa seja concluída com sucesso”, diz o comunicado.

Ainda assim, garante, o estatuto de contraparte não foi retirado aos bancos gregos. Ou seja, os bancos gregos ainda podem pedir dinheiro emprestado ao BCE, mas só se apresentarem outras garantias que não sejam dívida pública grega ou dívida garantida pelo Estado grego.

Segundo BCE, esta regra entra em vigor no dia 11 de fevereiro, na próxima semana quarta-feira, altura em que vence o empréstimo atual (que é feito a uma semana).

O corte desta dívida não traz obrigatoriamente uma crise na banca grega, uma vez que os sistema bancário grego não está excessivamente exposto à dívida do seu país. De acordo com o Banco Central da Grécia, os bancos gregos têm 21 mil milhões de euros de dívida grega. Além disso, a dívida pública grega estava a ser usada como colateral nos empréstimos do BCE mas com um desconto considerável: o haircut aplicado chegava aos 40%.

Todos os outros ativos que os bancos gregos usavam continuam a ser igualmente válidos. O restante terá de ser financiado pelo Banco Central da Grécia e é isso mesmo que diz a instituição liderada por Mario Draghi: as necessidades extra que venham a ser detetadas nos bancos gregos podem ser cobertas através de empréstimos de emergência do Banco Central da Grécia, desde que cumpram as regras do Eurossistema.

Ou seja, o Banco Central da Grécia pode emprestar por si dinheiro aos bancos, mas o BCE pode opor-se caso a injeção de dinheiro no sistema com esse empréstimo possa colocar em causa as metas da inflação.

O Banco da Grécia exigirá, também, ativos como garantia aos empréstimos que der aos bancos mas não está limitado pelas regras do BCE. É este banco central que define os ativos que aceita e o haircut que lhes aplica.

* Isto, com vossa licença, é uma enorme filha da putice de Merkel que domina Draghi. Mas não atinge só os gregos, atinge todas as instituições que compraram dívida grega, Portugal tem alguns milhões em dívida grega.



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1-CONCEITOS GEOMÉTRICOS





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HOJE NO 
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"  

Fazer demasiado 'jogging' é tão mau
.como não fazer exercício físico

Um novo estudo mostra que as pessoas que praticam 'jogging' durante demasiado tempo ou com demasiada intensidade ficam com o mesmo risco de morrer que pessoas que não praticam nada.

Fazer demasiado jogging poderá ser tão mau como não fazer nenhum exercício físico, mostra um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology. O estudo acompanhou mil pessoas, das quais algumas praticavam jogging e outras não, ao longo de doze anos. Constatou-se que aqueles que corriam durante mais do que quatro horas por semana tinham as taxas de mortalidade tão altas como aqueles que não faziam nenhum exercício.
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O estudo também verificou, porém, as vantagens do exercício moderado: aqueles que corriam a um ritmo estável durante menos de duas horas e meia por semana tinham a menor probabilidade de morrer no período analisado.

O investigador Jacob Louis Marott disse à BBC: "Não é preciso fazer assim tanto exercício físico para ter um bom impacto na saúde, e talvez não se deva fazer demasiado". Os cientistas responsáveis dizem não saber o que está por trás dos resultados do estudo, mas que poderão estar relacionados com alterações que acontecem no coração quando se faz esforços.

Os cientistas concluem ainda que o ritmo ideal para fazer jogging será por volta de oito quilómetros por hora, e que correr muito mais depressa do que isso também poderá ser prejudicial.

"Não existem nenhumas recomendações de exercício no mundo que mencionem um limite ao exercício que se pode fazer com segurança, mas talvez exista um limite", disse Marott.

* É uma notícia só aparentemente nova. Há mais de 30 anos que  médicos portugueses sobretudo cardiologistas referem que  jogging é uma moda venenosa. Mas os modernos ginásios cheios de luxo e sumos calóricos também não são flores que se cheirem. 
Andar a pé, diariamente, não mais do que uma hora seguida, chama-se bom senso.

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EVANTHIA BALLA

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Grécia e Europa:
 expetativas e perigos



A notória vitória do Syriza, no limiar da maioria absoluta, e o facto de já ter formado uma paradoxal coligação com o partido de direita Gregos Independentes, gera dois sentimentos opostos, de alívio e de ansiedade. Por um lado, o país não entrará no período extenuante de múltiplas e dolorosas tentativas de formar um governo de coligação, o que obrigaria a Grécia a permanecer na incerteza e na instabilidade política muito mais tempo. Por outro lado, a vitória do Syriza incita uma profunda ansiedade sobre o futuro da Grécia e, consequentemente, sobre o futuro da Europa.
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Será que o Syriza adotará uma estratégia política mais realista e pragmática que permitirá ao país aliviar as medidas de austeridade mas sem colocar em risco a permanecia da Grécia na Zona Euro e na União Europeia? Ou a inexistência de experiência do partido o impedirá de realizar as suas promessas, dando espaço para que outras forças extremas e muito mais perigosas, como o partido da Aurora Dourada, reforcem o seu poder? Será que abriu a caixa de Pandora para que outros partidos radicais de esquerda ou direita, em Espanha, Portugal, e Itália, ganharem crescente apoio popular contra as medidas impostas pelos credores europeus ?
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É sabido que o programa económico do Syriza, batizado “Programa de Salónica”, assenta na luta contra a crise humanitária, no relançamento da economia, na estabilização do mercado e na reforma do Estado.
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O êxito desse programa dependerá, por um lado, da abordagem e capacidade negocial e de trabalho do Syriza; da sua determinação de pôr ordem na casa, realizar as reformas estruturais indispensáveis, para combater drasticamente a corrupção, a evasão fiscal, a injustiça social, e encontrar meios credíveis de aumentar a competitividade do país de modo inteligente, realista e pragmático.
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Igualmente, o sucesso de Tsipras dependerá da abertura e flexibilidade dos parceiros europeus, principalmente da Alemanha, de aceitar negociar um novo plano para a restruturação da divida grega, realizando, ao mesmo tempo, as reformas institucionais e solidárias a nível europeu.
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Basta agora confirmar se o Syriza conseguirá cumprir as suas promessas sem pôr em risco os sacrifícios já feitos pelo povo grego, nem a própria União e os seus ideais. Porém, uma outra força política grega, a Aurora Dourada, já afirmou e já provou, com os seus atos criminais, que não reconhece nem a União nem os seus ideais de liberdade e de igualdade. O partido neonazi Aurora Dourada figura entre os vencedores das legislativas gregas, elegendo 17 deputados, menos um deputado que nas eleições legislativas de 2012, e obtendo 6,28% (em relação com 0,29 % em 2009, e 7% em 2012). Com este quadro partidário, a União Europeia parece reviver os seus velhos demónios. A crise social e democrática é um terreno fértil para o ressurgimento da extrema direita em toda a União, tal como aconteceu, salvaguardando as indesejadas analogias, nos anos que precederam o eclodir da II Guerra Mundial.
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Se o Syriza não conseguir aliviar o sofrimento do povo grego, gerando esperança num futuro melhor, muito provavelmente, a Aurora Dourada irá aumentar ainda mais o seu poder, colocando em risco não só o futuro da Grécia mas dos valores democráticos e liberais, e da própria paz e segurança de todos nós, europeus.
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Como dizia Alexis de Tocqueville, colocados no meio de um rio rápido, fixamos os olhos nalguns destroços que se avistam ainda na margem, enquanto a corrente nos arrasta e empurra às arrecuas para o abismo.
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Hoje, os europeus tomam a paz como um dado adquirido… mas também, deveriam considerar como dado adquirido as terríveis e perigosas consequências de uma Europa dividida, extremista, e xenófoba.
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Professora universitária

IN "OJE"
29/01/15


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413.UNIÃO


EUROPEIA




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 HOJE NO 
"RECORD"

Nelson Évora com mínimos para
 os Europeus de pista coberta

Nelson Évora alcançou esta quarta-feira os mínimos para os Campeonatos da Europa de pista coberta, em Praga, ao saltar 16,70 metros na prova de triplo-salto do Torneio de Inverno da Associação de Lisboa, realizado no CAR do Jamor.
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O atleta do Benfica ultrapassou assim em 40 centímetros a marca pedida para estar na competição, que se realiza de 06 a 08 de março.

Nesta reunião, destacaram-se ainda os benfiquistas Samuel Remédios, com 8,08 segundos nos 60 metros barreiras, e Ruben Miranda, com 5,30 metros no salto com vara, assim como a sportinguista Carla Tavares, com 7,52 segundos nos 60 metros, e ainda a atleta do JOMA Cátia Pereira, com 4,20 metros também na vara.

* Que alegria Nelson Évora voltar à competição.


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CARNE PICADA
26 TALHOS CHUMBAM



* Uma produção com a garantia  "DECO"

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57.O MELHOR
 DA ARTE

03.GRANDES PINTORES

PORTUGUESES



AMADEU DE

SOUSA CARDOSO


À VELOCIDADE

DA INQUIETAÇÃO/3




* Uma produção "PANAVÍDEO"
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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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 HOJE NO 
  "JORNAL DE NOTÍCIAS" 

Condenados a prisão por 
espancarem jovem até à morte 

O tribunal condenou, esta quarta-feira de manhã, no Porto, três homens acusados de espancarem até à morte um jovem, de 26 anos, perto do jardim da Cordoaria. Dois deles terão de cumprir penas efetivas de cinco e quatro anos e seis meses de prisão.


A agressão ocorreu no dia 22 de setembro de 2013, quando Hélder Ferreira, que se encontrava junto ao café Piolho, foi com um amigo em perseguição dos três indivíduos, que lhe teriam ficado com 10 euros, durante uma compra de haxixe aos arguidos.
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 Encontraram-se junto à Rua da Restauração e a vítima levou um primeiro soco que o deixou imediatamente inanimado. Foi depois pontapeado diversas vezes por todo o corpo, incluindo na cabeça.

Hélder Ferreira foi transportado ao Hospital de Santo António, onde acabou por morrer no dia seguinte.

Dois dos arguidos foram condenados a pena de prisão efetiva pelo crime de ofensa à integridade física, agravada pelo resultado, e o terceiro a seis meses de prisão, pena que lhe foi suspensa.

* Espancar até à morte custa o máximo 5 anos de prisão, o crime  em época de  saldos?!


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Penicos de Prata

Menstruação


Letra de: Liberto Cruz



Penicos de Prata surge na necessidade de valorizar a poesia Portuguesa sendo fonte de criação de uma estética musical refinada fortemente ligada à música Tradicional Portuguesa em cruzamentos com música de câmara. 
Este quarteto existe desde 2005 e desde então tem alegrado tertúlias e concertos, levando a poesia Portuguesa de uma forma divertida a todos os que se deixam envolver por estas duas artes.
 
OS POETAS:
José Anselmo Correia Henriques, João Vicente Pimentel Maldonado, António Maria Eusébio (O Calafate), António Botto, Carlos Queirós, Francisco Eugénio dos Santos Tavares, Fernando Pessoa, Liberto Cruz, E. M. de Melo e Castro, Ana Abel Paúl, Adília Lopes, Antonino Solmer.

OS MÚSICOS:
André Louro: composição, guitarra e voz
João Lima: guitarra portuguesa e voz
Catarina Santana: ukulélé e voz
Eduardo Jordão: contrabaixo e voz 

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  HOJE NO 
  "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Grécia já começou a negociar 
troca de dívida com o FMI

Atenas já começou a negociar troca de dívida por obrigações indexadas ao crescimento com o FMI. Yanis Varoufakis reuniu-se com Mario Draghi e revelou que o encontro foi "construtivo". O ministro disse não ter "dúvidas" que as negociações com os parceiros europeus e os credores serão concluídas num "muito curto espaço de tempo".
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A Grécia começou a negociar com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Atenas pretende trocar a sua dívida actual por obrigações com juros indexados ao crescimento da economia grega. O tiro de partida nas negociações foi avançado esta quarta-feira, 4 de Fevereiro, numa entrevista de Yanis Varoufakis ao jornal italiano La Reppublica.
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E aparentemente, a julgar pelas palavras do ministro das Finanças, a Grécia entrou com o pé direito nas negociações: é que Atenas garante que pretende pagar a sua dívida "por inteiro e a tempo".

Varoufakis explicou a proposta que apresentou à instituição liderada por Christine Lagarde. "Estamos a propor substituir as outras tranches, ao FMI e a outros países, com novas obrigações aos juros actuais do mercado, que estão muito baixos neste momento: vamos começar a pagar por inteiro assim que a Grécia voltar a ter um crescimento sólido", disse na entrevista.

O ministro prevê que as negociações com o FMI cheguem a bom porto. "Eu não vejo porque é que eles não devem aceitar uma extensão como eles sempre fazem nestas situações, pelo menos até ao final do ano".

No entanto, o FMI veio a público negar que já tenha tido início qualquer tipo de negociação com o Executivo helénico. "Existe um quadro já acordado para negociar com a dívida do programa actual. Não houve nenhuma discussão com as autoridades para uma mudança deste quadro", disse uma porta-voz do Fundo, citada pela Reuters.

Actualmente, a Grécia deve um total de 315 mil milhões de euros aos seus credores. 

Nos seus cofres, o Fundo tem guardados 25 mil milhões de euros de dívida grega, cerca de 8% do total do país. Até 2019, a Grécia tem que reembolsar o FMI em 19,4 mil milhões de euros.

A maior fatia da dívida - 141,8 mil milhões de euros - é detida pelos fundos de resgate do euro: o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) e do seu antecessor, o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF).

Tradicionalmente, as obrigações de dívida pública pagam uma taxa de juro fixa anual, o cupão. E o que o Governo de Tsipras pretende agora é trocar estes títulos por outros com uma taxa variável. Isto é, vão ficar com uma taxa indexada ao crescimento nominal do PIB, sem estar ajustado à inflação. Ou seja, se a economia grega não crescer, Atenas não paga os juros aos seus credores.

Varoufakis espera concluir rapidamente negociações com credores
Depois de ter visitado Paris e Roma, o ministro das Finanças grego voou esta quarta-feira para Frankfurt. Na sua agenda, está uma reunião com Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu (BCE). Após o encontro, em declarações aos jornalistas, Varoufakis limitou-se a dizer que o encontro foi "construtivo".

O ministro revelou estar confiante que as negociações com os credores sejam rapidamente concluídas. "Não tenho dúvidas de que podemos concluir as nossas discussões com os nossos parceiros europeus - assim como com o FMI e o BCE - num muito curto espaço de tempo para podermos dar um impulso à economia grega".

Durante o encontro, terá sido abordada a intenção grega de ir aos mercados financiar-se em dívida de curto prazo para Atenas ter dinheiro suficiente para os próximos meses, enquanto negoceia com os parceiros europeus. Mas, conforme avançou o Financial Times na terça-feira, o BCE não vê com bons olhos a intenção grega.

Saiu da reunião com Draghi com a garantia que o banco central vai dar o apoio necessário à Grécia e aos seus bancos. "O BCE é o banco central da Grécia. O BCE vai fazer o que for preciso para apoiar os estados membros da Zona Euro", disse, citado pela Reuters.

Por seu turno, o BCE anunciou que não se vai pronunciar sobre o encontro.

Já sobre o encontro de amanhã com Wolfgang Schäuble em Berlim, Yannis Varoufakis limitou-se a dizer que está "ansioso" por se reunir com o ministro das Finanças de Angela Merkel. 

* Desejamos que a nova atitude grega seja uma lição para os restantes países da periferia europeia.

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AVIÕES DO FUTURO


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HOJE NO
"DESTAK"

Mostra de Cinema e Cultura Judaica
. alarga-se a Belmonte 

A terceira edição da Judaica - Mostra de Cinema e Cultura vai decorrer em março, em Lisboa, recordará os 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial e, pela primeira vez, estende-se a Belmonte. 


A programação da Judaica, apresentada hoje, vai contar com exibição de filmes de 04 e 08 de março, no Cinema São Jorge, em Lisboa, e de 07 a 10 de maio, no Auditório Municipal e no Museu Judaico de Belmonte, distrito de Castelo Branco. 

Apesar do cinema ser a nota dominante da programação, com mais de vinte filmes selecionados, a Judaica vai abrir com uma sessão dedicada ao escritor e realizador francês Romain Gary, falecido em 1980, com a presença da biógrafa do autor, Myriam Anissimov, e do crítico e escritor Pedro Mexia. Na sessão será lançado o romance "As raízes do céu", do escritor francês. 

* Terra de Pedro Álvares Cabral, Belmonte é uma bonita vila com muita implantação judaica. A visita ao museu judaico é imprescindível bem como ao museu do Zêzere e ao museu do Azeite. Em Agosto ocorre regularmente uma Festa Medieval. Perto de Belmonte fica a histórica aldeia da Sortelha. Na região produz-se um vinho excelente "Quinta dos Termos".


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O que precisa de saber sobre glúten 


Muitos daqueles que não consomem glúten não sabem, realmente, o que é essa proteína mas sabem que se sentem melhor quando evitam comer alimentos que contenham glúten



Um dos principais benefícios quando se faz uma dieta sem glúten é a oportunidade de reinventar a maneira de comer, ou seja, para além de se 'livrar' do glúten, você vai acabar por descobrir uma grande variedade de nutrientes que o vão ajudar a sentir-se melhor.
Cinco conselhos para que possa colher os benefícios e evitar as armadilhas do glúten:



O glúten é uma proteína

É uma proteína encontrada, naturalmente, no trigo e outros grãos, como cevada e centeio mas muitos alimentos como molhos de salada, misturas de tempero, vitaminas, também, contêm glúten.
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O glúten não está em todo o tipo de grão
O milho, o arroz, o trigo mourisco e a aveia são exemplos de grãos que não têm glúten. Os grãos integrais contêm vitaminas, minerais, antioxidantes e fibras, e desde que não exagere nas porções, pode inclui-los na sua dieta para ajudar a perder peso e proteger a sua saúde.



Alimentos sem glúten podem, também, ser processados

Muitos acreditam que os alimentos processados contêm glúten mas, hoje em dia, já há produtos sem glúten que podem e são processados ou feitos com versões refinadas de grãos sem glúten, como é o exemplo do arroz branco.


Evitar o glúten pode ajudá-lo a sentir-se melhor mesmo se não sofrer da doença celíaca

As pessoas que têm a doença celíaca devem eliminar completamente o glúten, uma vez que até mesmo pequenas quantidades podem provocar dores de barriga e inchaço. No entanto, quem não tem esta doença também não está livre dos efeitos colaterais incómodos, incluindo sintomas semelhantes aos da gripe, inchaço e outros problemas gastrointestinais. Se tiver sensibilidade ao glúten, deve evitá-lo e monitorizar a forma como se sente quando o consome.
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O que come quando está a fazer uma dieta sem glúten é tão importante quanto o que não come

Quando está a fazer uma dieta sem glúten deve equilibrá-la e por isso é importante salientar o que come. Existem vários grãos que não contêm glúten e por isso pode optar por substituir as massas por arroz integral, quinoa ou milho orgânico assado. Se costumava comer bolachas ou salgados ao lanche deve trocá-los por lanches mais saudáveis como vegetais frescos, frutas ou nozes, que não têm glúten.

*  FONTE: VISÃO


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 TUDO AO CONTRÁRIO














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HOJE NO
"i"

Doente que morreu de Hepatite C 
recusou tratamentos durante seis anos

Segundo o CHLO, em 2014 a doente apresentava já doença hepática “muito avançada, com prognóstico reservado”, tendo estado internada sete vezes durante esse ano

O Hospital Egas Moniz esclareceu hoje que a doente que morreu de Hepatite C, alegadamente por falta de tratamento com Sofosbuvir, poderia ter sido tratada anteriormente com terapêutica alternativa, o que sempre recusou. 
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A doente de 51 anos, que faleceu na sexta-feira no Hospital de Santa Maria, foi seguida durante nove anos no Hospital Egas Moniz, pertencente ao Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (CHLO), afirma esta unidade em comunicado. 

“Desde 2008 foi-lhe proposta por várias vezes a terapêutica convencional com resultados muito favoráveis para o genótipo que a doente apresentava, terapêutica esta que a doente sempre recusou, tendo a doença evoluído, sem tratamento específico durante cerca de seis anos”, refere a nota. 

Segundo o CHLO, em 2014 a doente apresentava já doença hepática “muito avançada, com prognóstico reservado”, tendo estado internada sete vezes durante esse ano. 

Em Julho, a Comissão de Farmácia e Terapêutica do CHLO recebeu o primeiro pedido de terapêutica com Sofosbuvir (medicamento inovador para a hepatite C), tendo sido posteriormente solicitada ao laboratório Gilead a disponibilização desse medicamente de forma gratuita.
Segundo o CHLO, esse pedido foi aceite pela Gilead em janeiro deste ano. 

“Nesta data a doente estava internada em situação extremamente critica e por acentuada deterioração do estado clinico, com necessidade de cuidados intensivos (…) foi transferida para o Hospital de Santa Maria”.
A farmacêutica Gilead disse hoje que a doente em causa podia ter tido acesso ao fármaco sem qualquer custo para o Estado. 

Numa nota enviada à agência Lusa, a Gilead disse nunca ter recebido qualquer nota de encomenda para o uso do medicamento nesta doente, apesar de o laboratório o ter disponibilizado. 

Segundo a farmacêutica, o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental enviou à Gilead, a 4 de novembro do ano passado, um pedido de acesso sem custos ao medicamento Ledispasvir/Sofosbuvir, mas na altura não havia enquadramento legal para o fornecer sem custos. 

Na sequência de um pedido de esclarecimento, a Autoridade do Medicamento explicou, a 31 de dezembro de 2014, que o fornecimento do medicamento se enquadrava num novo regulamento relativo ao programa para acesso precoce a fármacos sem custos para o Serviço Nacional de Saúde (SNS). 

Nove dias depois, a Gilead comunica ao Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental a sua disponibilidade para fornecer o medicamento a essa doente sem custos para o SNS. 

Contudo, até hoje, o laboratório diz não ter recebido “qualquer nota de encomenda ao abrigo do respetivo regulamento por parte desse hospital para o medicamento em questão”. 

* Temos de esperar pelo contraditório da parte da família para tentarmos avaliar de que lado, neste caso, está a razão. De qualquer maneira a dor da perda persiste.


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