segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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COMO EM LISBOA

  "VAMOS CONDUZIR"!




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EMBALO DE CROCODILO














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3-MAR
INTERPRETAÇÃO 

MADREDEUS
DANÇA

LISBOA BALLET CONTEMPORÂNEO



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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Cooperativas portuguesas querem um “futuro comum” 
Portugal vai ter Banco Ético 

 As cooperativas portuguesas vão criar um Banco Ético em Portugal revelou Manuel Solla, presidente da COOP 560 – Cooperativa Multisectorial para a Economia Social e Solidária, que liderará o processo. A decisão de criar o banco foi tomada no Fórum de Finanças Éticas e Solidárias, que reuniu 350 dirigentes cooperativos e sociais ibéricos este fim de semana no Porto . 

“Vamos desenvolver um trabalho de advocacia e lobie político no que respeita às necessidades de adequação do quadro legal português para a construção de instrumentos financeiros que ponham a economia efetivamente ao serviço das pessoas”, justificou o cooperativo, que prometeu "detalhes para breve", revelou a intenção de "um trabalho igualmente articulado com entidades estrangeiras e redes internacionais com experiencia na construção e promoção de instrumentos financeiros alternativos”. 
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Paralelamente, será feito o levantamento de necessidades específicas do mercado social português em matéria de instrumentos financeiros alternativos, revelou o mesmo responsável. No âmbito das conclusões do Fórum de Finanças Éticas e Solidárias, o presidente da Trabalhocoop – Confederação de Cooperativas de Trabalho Intercooperativo de Portugal destacou o empenho dos participantes no “fomento da literacia financeira dos cidadãos, potenciando um maior conhecimento das regras de funcionamento do sistema financeiro”. “Do mesmo modo, pretendemos sensibilizar a sociedade portuguesa sobre alternativas de poupança ética, responsável e solidária”, acrescentou Fernando Martinho. 

 Paralelamente, resultou a necessidade de “estimular a investigação e monitorização de informação referente ao enquadramento legal vigente sobre serviços financeiros: banca, fundos solidários, cooperativas de crédito, seguros éticos e associações de crédito solidários, entre outros”. Os dirigentes presentes assumiram ainda o compromisso de “pensar, desenvolver e consolidar uma Plataforma Portuguesa para a Promoção das Finanças Éticas e Solidárias”.

 “O futuro só será realidade se for cooperativo e é esse o futuro que queremos construir”, concordaram Manuel Solla e Fernando Martinho. 

* VIVA A ÉTICA SOLIDÁRIA


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3-AS COMUNICAÇÕES


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Mortalidade infantil com valor 
mais baixo de sempre em 2014

Em 2014 registaram-se 238 mortes até ao final do primeiro ano de vida, o valor mais baixo de sempre em números absolutos, revelou a Direção-Geral da Saúde.

Em 2014 registaram-se em Portugal 238 mortes infantis, até ao primeiro ano de vida, o valor mais baixo de sempre em números absolutos, revelou hoje a Direção Geral da Saúde (DGS).
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As estimativas apontam para a existência de 83.511 nascimentos nesse ano, pelo que a taxa de mortalidade rondou os 2,85.

"É a primeira vez que temos em números absolutos a morte de 238 crianças. Temos aqui das melhores taxas de mortalidade infantil em todo o mundo", afirmou o diretor-geral da Saúde, Francisco George.

Segundo os dados do sistema de informação dos certificados de óbito (SICO), esta e a segunda melhor taxa de mortalidade, tendo a mais baixa - 2,53 - sido registada em 2010, ano em que o número absolutos de mortes no primeiro ano de vida foi 256, mas o número de nascimentos foi de 101.381.
Segundo o responsável, estes resultados devemos ao desenvolvimento do país e à maior atenção dada às questões do parto.

Francisco George sublinhou que a evolução (descendente) da taxa de cesariana é coincidente com a taxa de sobrevivência (a aumentar).

* Uma satisfação!


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MINUTOS DE


CIÊNCIA/31


POR QUE A TERRA

 TEM DESERTOS

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 HOJE NO
"RECORD"

Paulo Gonçalves: 
«Quero ser o primeiro português
 a vencer o Dakar»

O motard Paulo Gonçalves (Honda) manifestou esta segunda-feira a vontade de ser o primeiro português a ganhar o Dakar em todo o terreno, assumindo que o espanhol Marc Coma foi o justo vencedor este ano. 
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"Não temos muita quantidade, mas temos grande qualidade de pilotos. Temos dois terceiros e dois segundos lugares no Dakar. Só falta o que todos querem, a vitória. Pelo menos um dos três irá trazê-la para Portugal. Quero ser o primeiro a fazê-lo", disse, referindo-se ainda a Rúben Faria (KTM) e Hélder Rodrigues (Honda).

À chegada ao aeroporto, no Porto, proveniente da Argentina, Paulo Gonçalves explicou a sua convicção no futuro êxito luso: "Temos repetido os feitos uns dos outros. E agora vamos ver quem é o primeiro a ganhar. Espero ser eu e depois outro a repetir o feito."

Quanto ao Dakar que agora terminou, lamenta as penalizações de que foi alvo -- "fiquei a 16,53 minutos do Marc Coma e tive penalizações de 17 minutos" --, mas entende que o espanhol foi um vencedor justo, lembrando que o rival é um dos grandes motards da história. "É um grande piloto. Tem todo o mérito no triunfo. É um grande adversário e um piloto muito honesto em pista. Ganhou cinco vezes o Dakar e seis títulos mundiais, o que diz tudo. Perdi contra um grande, mas estou muito feliz com este segundo lugar", vincou.

Em tom de brincadeira, Paulo Gonçalves considera que foi alvo de "vingança" por parte do espanhol, "pela derrota no Mundial de 2013". "Ele recuperou o título mundial em 2014 e agora ganhou-me o Dakar em 2015. No ano que vem era bom que fosse de reviravolta e dar-lhe o troco", gracejou.

Apesar dos meros sete segundos entre a diferença final para Coma e os 17 minutos de penalização -- 15 por troca de motor e dois por excesso de velocidade --, Paulo Gonçalves entende que o seu adversário geriu a diferença e dificilmente perderia a vantagem. "Ficou o sabor de que tinha sido possível, mas é o meu primeiro pódio, algo que já perseguia há muitos anos, mas tinha-me faltado a estrelinha. Certamente que o Marc conservou a vantagem de 20 minutos após a minha troca de motor. No lugar dele, teria feito uma corrida muito mais ponderada e certamente que ele usou essa estratégia", reconheceu.

O motard nortenho assume que "num último dia de prova perigosíssimo, em que choveu muito, com um ou dois minutos de vantagem ele não poderia ter uma especial tranquila e teria de atacar", mas entende que a etapa foi mais de consagração do que competitiva, face às distancias entretanto estabelecidas.

Paulo Gonçalves recordou as exigências do Dakar -- "muitos consideram-no a prova mais dura e completa do mundo" --, revelando as temperaturas negativas à partida e o calor extremo na chegada, as diferenças de altitude e as sucessivas alterações de piso, combinações que provocam desafios distintos. "Agora, a única forma de melhorar este segundo lugar é ganhar. Que seja já no próximo ano", concluiu o piloto da Honda. 

* Pelo facto de reconhecer como justa a vitória de Coma, Paulo Gonçalves é um valente, certamente irá ganhar esta prova.

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ZURAIDA SOARES

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Urgência urgente!

Há vários anos – neste jornal, em diversas intervenções públicas e como deputada do Bloco de Esquerda/Açores -, abordei, muitas vezes, a problemática da base das Lajes.

Fi-lo sempre em consonância com aquilo que, para mim, são os mais altos interesses dos Açores.
Se, por um lado, não aceitava (nem aceito!) que a minha terra de adoção seja um trampolim para semear a morte sobre outros povos - em guerras injustas e até ilegais, face ao direito internacional -, por outro lado, considero que esta infraestrutura pode transformar-se num fator de desenvolvimento dos Açores e de criação de postos de trabalho qualificado.

Os Açores estavam e estão impedidos, no seu desenvolvimento, por causa de interesses alheios e por dogma ideológico da elite dirigente (na República e na Região) e, isso, eu não posso aceitar.
No passado, os defensores da base militar ainda podiam mostrar as contrapartidas e os cerca de quatro mil trabalhadores que lá ganhavam o seu pão. Mas, com o tempo, tudo isso se foi perdendo, as contrapartidas acabaram e, paulatinamente, o número de postos de trabalho foi diminuindo, para os cerca de 800 de hoje.

Alertei, desde 2006, que os postos de trabalho também iriam diminuir, drasticamente, a curto/médio prazo, não por ter uma bola de cristal, mas porque o Atlântico deixou de ser o eixo económico do mundo, em consequência da alteração da estratégia da Nato, promovida pelos Estados Unidos.

Não são os nomes que, então, me chamaram que me afligem. O que me aflige, hoje, são as centenas de trabalhadores/as no desemprego, centenas de famílias em angústia e, por via indireta, a depressão económica, numa ilha, onde as alternativas não existem. Esta é que é a verdadeira aflição!

Mas, se isto é verdade, aqueles que, por interesses variados, não precaveram o futuro, foram cegos, surdos e mudos às mudanças dos tempos e esquecem a aflição (que já se abate e se vai agravar) na Praia da Vitória, na Terceira e, por arrasto, nos Açores.

É, pois, urgente, a exigência de um Plano de Emergência para a ilha Terceira, que contemple uma majoração - em duração e valor - dos apoios sociais. Um Plano de Emergência, em investimento público, que combata a recessão económica, na Ilha e medidas extraordinárias de apoio ao investimento privado.

Sem prejuízo de pensarmos o futuro, hoje, a emergência é uma urgência! Não podemos esperar para o Outono e manda a decência que não venha o Ministro da Solidariedade Social distribuir a sopa dos pobres.

Sem excluir as responsabilidades das entidades regionais, o centro da responsabilidade está nos sucessivos governos da República e, particularmente, do atual, que teve o desplante de nem responder ao pedido de um plano de urgência (solicitado pelo Governo Regional) e, em sede do Orçamento de Estado 2015, o PSD e o CDS chumbarem uma proposta (exatamente, no mesmo sentido) apresentada pelo Bloco de Esquerda. Passada uma semana, sobre a notícia dos despedimentos, é vergonhoso que nenhum membro do Governo da República tenha tido, para com a população da Praia da Vitória, uma palavra de solidariedade e de assunção de responsabilidades.
Tenham vergonha!

Exigimos, de imediato, um plano de urgência de combate à crise anunciada. É o mínimo que o Governo da República pode fazer, pela responsabilidade que tem, na aflição de tantos milhares de pessoas.

IN "AÇORIANO ORIENTAL"
16/01/15


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398.UNIÃO


EUROPEIA





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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Comunicado do Conselho de Redação
. do "Jornal de Notícias"

No dia 17 de janeiro de 2015, o jornal "Correio de Manhã" publicou um trabalho de quatro páginas em que o "Jornal de Notícias" e o seu diretor, Afonso Camões, são diretamente visados. O JN é envolvido num alegado plano de controlo da Comunicação Social por parte do antigo primeiro-ministro José Sócrates destinado a "calar e travar jornalistas incómodos". 

O Conselho de Redação não pode deixar sem resposta tal ataque à reputação e credibilidade do Jornal de Notícias e do seu diretor.
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Reunido, no dia 18 de janeiro, o Conselho de Redação do Jornal de Notícias, de forma unânime, afirma:
1 - A credibilidade do JN, conquistada ao longo de 127 anos, está plasmada no trabalho que diariamente chega aos leitores. Não pode ser colocada em causa por demandas estratégicas que violam as mais elementares regras éticas e deontológicas.

2 - A guerra de audiências e a disputa do mercado da comunicação não pode acobertar tudo. Não pode ser feita à custa de ataques pessoais, mentiras, meias verdades e manipulações que visam única e exclusivamente minar a credibilidade da concorrência. E, acima de tudo, não pode ser feita usando o bem maior que é a informação, servindo-a contaminada, distorcida e apresentada como factual, quando na realidade apenas serve objetivos empresariais. O jornalismo sério não é isso.

3 - A Redação confia no projeto que está em curso no Jornal de Notícias e continuará a trabalhar de forma isenta, ética e responsável.

Porto e Jornal de Notícias, 18 de janeiro de 2015

* Sem comentário.

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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE
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2-OS NOSSOS FILHOS

 NOS ACUSARÃO


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Oxfam: 
1% da população a caminho de deter 
mais de metade da riqueza mundial

Nos cálculos da organização não-governamental britânica, em 2016 o património acumulado pelos 1% mais ricos vai ultrapassar o detido pelos restantes 99%. "A amplitude das desigualdades mundiais é vertiginosa", denunciou Winnie Byanyima, directora-geral da Oxfam.
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Em vésperas do arranque do Fórum Económico Mundial de Davos, a organização não-governamental britânica Oxfam divulgou um novo relatório no qual antecipa uma progressão das desigualdades, calculando que o património acumulado pelos 1% mais ricos tenha subido de 44% para 48% entre em 2009 e 2014, devendo superar os 50% no próximo ano.
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"A amplitude das desigualdades mundiais é vertiginosa", denunciou Winnie Byanyima, directora-geral da Oxfam,  ao apelar aos dirigentes internacionais para que ataquem "os interesses particulares dos pesos pesados que são um obstáculo para um mundo mais justo e mais próspero".

Em comunicado, a Oxfam apela aos Estados para que adoptem um plano de luta contra as desigualdades, contrariando a evasão fiscal, da promoção de serviços públicos gratuitos, com mais impostos sobre o capital e menos sobre o trabalho, criando salários mínimos ou ainda através da criação de sistemas de protecção social para os mais pobres.

A directora-geral da Oxfam vai copresidir à 45ª edição do Fórum Económico Mundial, que decorrerá entre quarta-feira e sábado, em Davos, e que contará, entre outras, com as presenças da chanceler alemã Angela Merkel, do presidente francês François Hollande, do chefe do Governo italiano Matteo Renzi, do primeiro-ministro chinês Li Kepiang, e do secretário de Estado norte-americano, John Kerry.

* Falta dizer que Davos é uma hipocrisia, que os políticos mundiais, sem excepção, são serviçais de 1% da população mundial.


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DAVID BISBAL

BULERIA

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HOJE NO
"DESTAK"

Militares canadianos combatem 
membros do Estado Islâmico no terreno 

 As forças especiais canadianas combateram ao lado do exército iraquiano elementos do grupo extremista Estado Islâmico (EI), divulgou hoje o Estado-Maior das Forças Armadas do Canadá. 
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Este combate no solo, que ocorreu na última semana, é o primeiro realizado oficialmente por um país da coligação internacional, liderada pelos Estados Unidos, contra a organização radical muçulmana. 

Como a França, o Canadá deslocou aviões de caça e forças especiais para o Iraque, insistindo que estes soldados fariam a formação de tropas iraquianas e milícias curdas. 

* Recentemente temos emitido opinião de ser necessário ir à casa dos terroristas e eliminá-los a alternativa é continuarem a ser assassinados inocentes.

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DESATOLANDO

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HOJE NO
"i"

Vistos Gold. 
Ministra quer 
Manual de Procedimentos 
no prazo de 30 dias

Anabela Rodrigues vai enviar o relatório da IGAI para o Departamento Central de Investigação e Acção Penal, para o juntar aos autos da investigação em curso ao caso dos vistos 'gold'

A ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, determinou hoje, ao SEF, a elaboração, no prazo de 30 dias, de um Manual de Procedimentos “claro, transparente e de cumprimento obrigatório”, para a atribuição de vistos “gold”. 
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A decisão de Anabela Rodrigues surge na sequência do relatório da Inspecção-geral da Administração Interna (IGAI) ao procedimento de concessão de Autorização de Residência para Actividade de Investimento – conhecido por vistos “gold” - do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). 

Seguindo as conclusões e recomendações da IGAI, a ministra mandou ao director do SEF elaborar um Manual de Procedimentos “para aplicação dos procedimentos e tramitação de processos de autorização de residência para actividade de investimento, reagrupamento familiar e suas renovações, com o intuito de uniformização de procedimentos”, devendo o documento ser entregue à tutela nos próximos 30 dias. 

Um plano de formação para inspectores e outros funcionários ligados à atribuição de vistos “gold” e a avaliação da necessidade de se realizar uma auditoria aos sistemas informáticos do SEF onde são tramitados estes processos são outras das decisões que a ministra quer ver concretizadas pelo SEF.
A ministra Anabela Rodrigues vai enviar o relatório da IGAI para o Departamento Central de Investigação e Acção Penal, para o juntar aos autos da investigação em curso ao caso dos vistos 'gold'. 

Anabela Rodrigues pediu também ao SEF “o estabelecimento de formas de controlo interno do procedimento de concessão de autorização de residência para actividade de investimento, através da previsão de avaliações sistemáticas do procedimento e sem prejuízo dos mecanismos de controlo e avaliação legalmente estabelecidos e a estabelecer”. 

A ministra solicitou ainda à IGAI a realização de uma auditoria de acompanhamento do Manual de Procedimentos, a elaborar pelo SEF, “com especial incidência no procedimento de concessão de autorização de residência para actividade de investimento tramitado junto da Direcção Regional de Lisboa, Vale do Tejo e Alentejo do SEF, atendendo ao elevado número de processos tramitados nesta Direcção Regional”. 

Na sequência da operação Labirinto, uma investigação relacionada com a atribuição de vistos 'gold', que levou à detenção de 11 pessoas suspeitas de corrupção, branqueamento de capitais, tráfico de influências e peculato, entre os quais o ex-director do SEF, a ministra Anabela Rodrigues pediu à IGAI uma inquérito ao procedimento de concessão de autorização de residência para actividade de investimento pelo serviço. 

* Custa-nos a preceber porque esta senhora, que duma senhora se trata, aceitou ser ministra de Passos Coelho. Não é "swappeira", não calunia, não faz basqueiro, não tem lambreta, não submerge, trabalha sem folclore, tem de ter algum defeito.


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3-QUE FELIZES SÃO
OS NORTE COREANOS!

As expressões faciais das mulheres norte-coreanas revelam medo, muito.


Na agricultura trabalham milhões de  crianças


 Os comboios são soturnos e silenciosos


 Uma expressiva galeria de arte


Nos dias de descanso há a obrigação de fazer romagem às estátuas do grande líder e outros monumentos, levam os melhores trajes e as filas são longas e demoradas.


 Este soldado faz horas extras para ganhar uns cobres


 Os casamentos têm foto obrigatória


A capital Pyongyang vista do céu, repare-se na profusão de bairros de "lata"


 Ser-se graduado no exército permite fumar


 Marcas estrangeiras só para priveligiados em lojas especiais e pagas em euros ou dólares


Controlando  o trânsito em hora de ponta


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HOJE NO
"A BOLA"

Mais de 50 unidades de saúde 
alargam horários por causa da gripe

Mais de 50 unidades de saúde da região de Lisboa e Vale do Tejo estão, a partir desta segunda-feira e até final de fevereiro, com horários alargados para fazer face ao período mais intenso de gripe.

Na página oficial da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, consta a lista de todas as unidades com horário alargado, na maior parte dos casos até às 22.00 horas, mas também com horários até à meia-noite (zona de Sintra).

A grande maioria das unidades de saúde também vai estar aberta aos sábados, durante as próximas seis semanas, em horários que vão desde as manhãs ao dia inteiro (10-18.00 horas) e há ainda uma percentagem que vai funcionar igualmente aos domingos.

No Boletim de Vigilância Epidemiológica da Gripe, divulgado na semana passada, indicava-se que a atividade gripal foi alta na segunda semana de janeiro, entre os dias 5 e 11.

O boletim, elaborado semanalmente pelo Instituto Nacional de Saúde Dr.º Ricardo Jorge (INSA), salienta, no entanto, que a taxa de incidência da síndrome gripal baixou ligeiramente, face à primeira semana, dos 127,7 casos para os 119,7, por cada 100 mil habitantes. 

* Parece ser bem planeado, esperemos que resulte.

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É PRECISO LATA

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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Prevenção pode salvar todos
 os anos 16 milhões de vidas 

As doenças não transmissíveis como o cancro ou a diabetes causam todos os anos 38 milhões de mortes, das quais 16 milhões podiam ser evitadas com medidas preventivas, indica a Organização Mundial de Saúde (OMS) num relatório.
 
"A comunidade internacional tem a hipótese de poder mudar o curso das doenças não transmissíveis", declarou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, na apresentação do relatório.
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"Ao investir entre um e três dólares por ano e por pessoa, os países podiam diminuir fortemente o número de doentes e de mortes devidos a estas doenças não transmissíveis", como o cancro, as doenças cardíacas, pulmonares, respiratórias e a diabetes, afirmou.

No próximo ano, cada país devia fixar objetivos para a introdução destas medidas preventivas, uma vez que sem elas "milhões de vidas serão novamente perdidas demasiado cedo", defendeu.
Em 2000, 14,6 milhões de pessoas morreram prematuramente na sequência de doenças não transmissíveis, por falta de prevenção. Este valor aumentou e passou para 16 milhões em 2012, de acordo com dados da OMS.

As mortes prematuras devidas a doenças não transmissíveis podiam ser evitadas através de políticas antitabagistas, anti-álcool e de promoção de atividades físicas e desportivas.

De acordo com a OMS, são sobretudo os países de rendimento médio que devem apostar neste tipo de políticas, uma vez que as mortes devidas às doenças não transmissíveis são superiores às causadas por doenças infeciosas.

Seis países registam as taxas mais elevadas de mortes prematuras - Afeganistão, Fiji, Uzbequistão, Cazaquistão, Mongólia e Guiana - sendo que, perto de três quartos de todas as mortes devidas a doenças não transmissíveis, ou seja 28 milhões, ocorrem em países de rendimento médio ou baixo.
Em 2013, a OMS lançou um plano de ação, de nove objetivos, para reduzir em 25%, até 2020, o número de mortes prematuras.

O tabaco mata seis milhões de pessoas por ano, o álcool 3,3 milhões, a falta de exercício físico 3,2 milhões e o excesso de sal na alimentação 1,7 milhões.

A OMS está também preocupada com as consequências da obesidade infantil, e o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, hipertensão, ou doenças ligadas à artrose.

Atualmente, 42 milhões de crianças, com menos de cinco anos, são obesas.

* Prevenir foi e é a solução, a única.


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 AS FLORES TÊM SEMPRE LUGAR














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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

WSJ: 
Arnaut ajudou Goldman Sachs
 a angariar dinheiro para o BES

Goldman Sachs tem perdas de quase 700 milhões de euros depois de ter dado um empréstimo de 835 milhões ao BES, em Julho. Arnaut terá ajudado à angariação dos fundos. Em Agosto o banco colapsou. 

Foi um trabalho concertado de vários meses que permitiu que o Goldman Sachs emprestasse 835 milhões de euros ao BES no Verão passado, num esforço conjunto entre responsáveis do Goldman para manter negócios com o banco.
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E José Luís Arnaut, antigo ministro de Durão Barroso, foi um dos vários políticos que Ricardo Salgado contactou. Arnaut, que é um dos vice-presidentes da Goldman, em seguida, ofereceu ao BES a ajuda da Goldman para conseguir os fundos, conta o "Wall Street Journal".

Foi um dos 'partners' da Goldman, António Esteves, também português e responsável na Goldman pelas ligações com os bancos europeus e empresas públicas, que ajudou a constituir uma equipa para criar uma estrutura complexa para conseguir o empréstimo, segundo pessoas próximas que o WSJ não identifica.

A ajuda foi dada no início de Julho mas pouco mais de um mês depois, a 3 de Agosto, deu-se a derrocada do BES.

O negócio foi aprovado por, pelo menos, três comités da Goldman, compostos por banqueiros séniores que deveriam medir o risco de prejudicar a reputação do banco.

A angariação do capital foi feita através da criação de uma empresa, a Oak Finance Luxemburg, pelo Goldman e pelo BES. A transacção seria do conhecimento dos responsáveis da Goldman Sachs Internacional.

O propósito da Oak Finance, escreve o WSJ, era financiar um empréstimo prometido pelo BES à petrolífera venezuelana. Ao Goldman também serviu os interesses já que o banco norte-americano tentava reforçar as suas relações com o Governo daquele país.

A Goldman na passada semana avcabou por admitir as perdas do empréstimo, de 680 milhões de euros. É que o Banco de Portugal transferiu a dívida das contas do Novo Banco para o BES, que ficou com os activos tóxicos. O prejuízo também afecta alguns clientes do Goldman Sachs e foi contabilizado nas contas do primeiro trimestre do banco norte-americano.

Os responsáveis da Goldman esperavamque o empréstimo feito através da Oak à petrolífera estatal Venezuelana permitisse ao BES recuperar alguma saúde financeira mas isso não acontecceu. O Goldman, contudo, continuava a reforçar no capital do BES, tendo 2,27% do capital.

É essa participação acconista que não permite que as perdas fiquem no Novo Banco: a lei diz que qualquer accionista qualificado (mais de 2% do capital) serão os últimos a reaver as suas perdas.

O Diário Económico tentou contactar José Luís Arnaut, mas o advogado não esteve disponível.

* Existirão mais conexões, é só ter paciência para as ver emergir.


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