quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Cuidado com o diabo e sobretudo
 com os discípulos do diabo..... 

Sócrates morreu e Deus e o Diabo brigam porque nenhum dos dois quer ficar com ele. Sem acordo, pedem a mediadores uma solução, que decidem por uma proposta que se alterne um mês no céu e outro no inferno.
No 1° mês, Sócrates  fica no céu.
 
Dois dias depois, Deus já não sabe o que fazer, quase fica louco.
 
O engenhOCAS bagunça tudo.
Atrapalha todos os elementos das orações e da liturgia;
. Dissolve o sistema de assessoria pessoal dos anjos; cria sistemas de avaliação,
. Tenta formar uma coligação de maioria absoluta, na base da compra de votos;
. Suborna os arcanjos e os querubins;
. Transfere um km quadrado do céu para o inferno e tenta construir um TGV para ligar os dois.

. Propõe a construção de um HeavenShop
. Nomeia anjos provisórios aos milhares;

. Intervém nas comunicações aos Santos;
. Troca as placas das portas de São Pedro;
. Envia um projecto de lei aos apóstolos para reformar os Dez Mandamentos e amnistiar Lúcifer.
. Funda o PTC, o "Partido dos Trabalhadores Celestiais", com estrela azul clarinho.


O céu vira um caos.
As pessoas não o suportam mais e promovem piquetes e invasões. Deus não vê a hora de chegar o fim do mês para mandá-lo para o inferno.
Quando Sócrates, finalmente, se vai, Deus respira aliviado. Mas lá pelo dia 20, começa a sofrer novamente, pensando que dentro de 10 dias terá que voltar a vê-lo.
No primeiro dia do mês seguinte nada acontece e Sócrates não volta do Inferno.
No 5° dia, ainda sem notícias, Deus estava feliz, mas logo começou a pensar que, tendo passado mais tempo no inferno, Sócrates poderia querer passar dois meses seguidos no Paraíso...
Desesperado com a mera possibilidade, Deus decide ligar para o inferno para perguntar ao diabo o que estava acontecendo.

Ring...ring...ring...!!!
Atende um diabinho e Deus pergunta:
"Por favor, posso falar com o Demónio?"
"Qual dos dois?", - responde o empregado - "O vermelho com chifres ou o que anda aí de fato armani ?"



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O CÍRCULO AQUADROU-SE




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A REALIDADE DE TRABALHADORAS
DOMÉSTICAS NEGRAS E INDÍGENAS 





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 HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Criados Espaços do Cidadão 
em 72 municípios

O secretário de Estado da Modernização Administrativa, Joaquim Cardoso da Costa, anunciou, esta quarta-feira, ter assinado protocolos para a instalação de Espaços do Cidadão com 72 municípios, contando até sexta-feira aumentar o número para 90.

Os Espaços do Cidadão visam prestar um atendimento digital assistido a pessoas que têm dificuldade em lidar com novas tecnologias, sendo lançados em parcerias como entidades como as autarquias locais e os CTT-Correios de Portugal.
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A criação de uma rede de Espaços do Cidadão inclui-se no programa do Governo Aproximar que tem por objetivo "fazer a racionalização do território, aproveitando as potencialidades da tecnologia".

Segundo Joaquim Cardoso da Costa, que falava aos jornalistas à margem de uma cerimónia que decorreu esta manhã na câmara de Gaia, já estão a funcionar espaços em 14 municípios.

Nestes locais, tirada uma única senha e com a ajuda de um funcionário, é possível tratar de assuntos como requisitar certidões, pedir o cartão europeu de seguro de doença, renovar a carta de condução ou mudar a residência no Cartão do Cidadão, entre outros.

Além dos números gerais sobre um processo que, salientou o secretário de Estado, "torna as administrações central e local mais próximas", Joaquim Cardoso da Silva anunciou que na próxima semana o Governo vai assinar novos protocolos com os CTT.

Questionado sobre quanto é que o Estado está investir neste projeto, o governante avançou que cada posto custa cerca de oito mil euros.

Os locais onde os Espaços do Cidadão são instalados são indicadas pelas autarquias, assim como os funcionários que ali trabalham, sendo a formação destes da responsabilidade do Estado.

Em Gaia, por exemplo, onde, esta quarta-feira, foi formalizada a criação de 16 espaços, a autarquia decidiu instalar um nos Paços do Concelho e os restantes em cada uma das freguesias, privilegiando os edifícios que, na reorganização administrativa local, deixaram de ser sede das uniões de freguesias.
Hoje também a câmara de Gondomar formalizou a criação de dez Espaços do Cidadão, oito dos quais também nas freguesias ou uniões de freguesia. 

Fonte da autarquia indicou à Lusa que o primeiro a arrancar será o de Rio Tinto, localizado no Centro Cultural. Em S. Cosme, sede do concelho de Gondomar, será feita uma reconversão da atual Loja do Cidadão.

Tanto em Gaia, como em Gondomar, ambos concelhos do distrito do Porto, as autarquias decidiram aproveitar estes espaços para juntar serviços municipais como pagamentos de faturas ou pedidos de licenciamento.

Na cerimónia desta quarta-feira, o presidente da câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, considerou que este projeto poderá "marcar uma nova filosofia de descentralização de competências" e destacou a proximidade que os cidadãos passaram a ter a serviços, dando o exemplo de um morador de uma freguesia do interior do concelho que para se deslocar a serviços no centro gastaria "muito tempo e dinheiro em transportes públicos, isso quando os há".

Nota da câmara de Gondomar, que é liderada por Marco Martins, indica que é objetivo desta autarquia "implementar medidas que contribuam para a modernização da Administração Pública, em particular na vertente do relacionamento com o cidadão, que contribuam para a desburocratização e poupança de tempo útil".

* Tem de ser avaliada a relação custo-benefício e também se  estes espaços compensam a chacina feita pelo governo, sobre centros de saúde, escolas, hospitais, tribunais e outras repartições públicas, ou se é mera maquilhagem.


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RALPH

LAUREN
NEW YORK
OUTONO/INVERNO
2014/2015




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 HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Empresas Familiares: 
“O preço que vamos pagar pelo GES
 é demasiado grande para ficarmos
. sentados e não fazermos nada”

O presidente da Associação de Empresas Familiares defendeu que é necessário tomar medidas para evitar novos casos como a queda do Grupo Espírito Santo.
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"O preço que vamos pagar [pela queda] do Grupo Espírito Santo (GES) é demasiado grande para ficarmos sentados e não fazermos nada". É deste modo que o presidente da Associação de Empresas Familiares (AEF), Peter Villax, reage ao cenário.
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Situações como as que foram surgindo no GES desde meados de 2014 levam a AEF a pedir a adopção de medidas que visem evitar repetições num futuro mais ou menos próximo.

A agenda para 2015 prevê a identificação precisa do universo das empresas familiares (através da sua identificação nas declarações de IRC, por exemplo) e a adopção mais generalizada do protocolo familiar, que gere as relações entre os seus membros.

Para Villax, as estruturas do modelo familiar do GES "foram incapazes" de impedir a sua queda, não conseguindo "monitorar o poder da administração". O responsável recorda que apenas um dos cinco ramos da família Espírito Santo – o liderado por José Manuel Espírito Santo – detinha um protocolo familiar.

"Foi o fim de uma empresa familiar, com um impacto reputacional muitíssimo elevado", acrescentou esta quarta-feira, 15 de Janeiro, durante uma conferência em Lisboa.

Profissionalização apontado como o caminho
Um estudo recente da PwC revela que 40% dos seus inquiridos considera que a profissionalização é um desafio central para as empresas familiares. Em todo o mundo, 90% do Produto Interno Bruto é detido por esta tipologia empresarial.

Nesse processo, será preciso ter em conta um equilíbrio entre as necessidades do negócio e das famílias que os lideram, consideraram os vários especialistas reunidos no evento. A polémica questão da sucessão deverá ser equacionada sempre a longo prazo.

O acesso de informação das empresas ao mercado e "stakeholders" deverá ser outro dos aspectos a considerar para o crescimento das empresas familiares, facilitando inclusive a sua introdução numa economia digital e cada vez mais global.

A posição é também defendida pelo secretário de Estado Adjunto e da Economia, Leonardo Mathias, que recorda que as empresas familiares vão além das PME. Sonae, Jerónimo Martins ou Salvador Caetano foram exemplos dados ao auditório.

Se as empresas familiares "apresentam uma dimensão humana do negócio", correm também um "enorme risco". Tal dependerá do seu modelo de governança, alertando o secretário de Estado que as falhas dos mesmos estão "nos pequenos detalhes e factores menosprezados".

"A prática e o testemunho é o que diferencia uma grande empresa", reforçou. Para além do estabelecimento de regras na tomada de decisão, Leonardo Mathias acrescenta que só uma estrutura de comunicação robusta, assente na "transparência", poderá ditar o sucesso das mesmas.

* A notícia refere "empresas familiares" tipo "BES" não sobre a mercearia da esquina em que trabalham pai, mãe e filhos.


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COMECE O ANO


EM PORTUGAL/3




QUE TEM CIDADES E RECANTOS
 DOS MAIS BONITOS DO MUNDO


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 HOJE NO
"DESTAK"

Hezbollah diz que nova caricatura do Charlie Hebdo "favorece o terrorismo" 

O movimento xiita libanês Hezbollah, que condenou o atentado contra o jornal Charlie Hebdo, considerou hoje que a nova caricatura de Maomé na capa do semanário satírico "fere o sentimento" dos muçulmanos e pode originar "mais extremismo". 
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 "O que foi repetido pela revista francesa fere fortemente os sentimentos de mais de 1,5 mil milhões de muçulmanos em todo o mundo e todos os que se identificam com as religiões monoteístas", considerou em comunicado a formação islamita. 

 "É um ato que contribui diretamente para ajudar o terrorismo, o extremismo e os fundamentalistas", acrescenta o movimento xiita. 

* A essência do terrorismo não reside num  ou em mil cartoons. São a ganância do dinheiro e a orgia do poder que produzem assassinos, políticos, vigaristas, proxenetas, etc.

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LUÍS CARVALHO RODRIGUES







Antibióticos: 
a selecção natural 
e a falência do capitalismo

Estamos à beira de uma era pós-antibiótica, em que pequenos ferimentos e infecções vulgares podem voltar a matar. Porquê? Porque os antibióticos não dão dinheiro.

A OMS relançou o tema no início de 2014, mas as suas causas não são simples nem fáceis de resolver. Vivemos na confluência explosiva de dois movimentos: a habilidade natural das bactérias para iludirem os antibióticos e uma relutância generalizada das empresas farmacêuticas em investirem no desenvolvimento de novos fármacos. 

A capacidade das bactérias para resistirem aos antibióticos foi evidente desde o princípio mas, até aos anos 1970, o fenómeno foi visto com complacência: haveria sempre novas drogas para compensar as estratégias de resistência desenvolvidas pelas bactérias.

Esse optimismo tipicamente baby-boomer morreu estrondosamente logo a seguir. Nos anos 1980 algo de novo apareceu na terra mínima das bactérias: nas revistas científicas começou a falar-se de “superbugs” – microrganismos multi-resistentes, invulneráveis a grupos inteiros de antibióticos desenvolvidos especificamente para os combater.

Alguns deles são velhos conhecidos. O bacilo da tuberculose, por exemplo, desenvolveu estirpes que são resistentes a todas as drogas disponíveis: é como se voltássemos aos tempos da Montanha Mágica. A Escherichia coli (ou “colibacilo”, como lhe chamavam as nossas avós), responsável pela maioria das infecções urinárias, antes sensível a tudo, tem hoje mais de mil variantes resistentes a boa parte dos antibióticos disponíveis. E o mais conhecido “superbug” da actualidade, o Staphylococcus aureus (um velho companheiro, presente em 30% dos nossos narizes), começou logo nos anos 1940 a exibir resistência à penicilina e quando, em 1959, foi lançada a meticilina (o primeiro antibiótico especificamente desenvolvido para contrariar uma resistência), bastaram três anos para surgirem estirpes resistentes à droga anti-resistência. Chamamos a essas estirpes MRSA (methicillin-resistant Staphylococcus aureus) e o MRSA é hoje o principal causador de infecções adquiridas nos hospitais e, cada vez mais, na comunidade.

Evidentemente, subestimámos as bactérias. Estes minúsculos seres, que existem há mais de 3,8 mil milhões de anos e correspondem a 50% da biomassa total do planeta, desenvolveram, como qualquer outro organismo vivo, mecanismos de resposta às pressões selectivas do meio ambiente – e sobretudo às pressões a que foram sujeitos por nós, de forma particularmente violenta e genocida, nos últimos 80 anos. Não é só a utilização maciça de antibióticos pela medicina (nem mesmo a sua má utilização, de resto o principal factor de indução de resistências). Os antibióticos também são extensivamente usados na agricultura e a biosfera está saturada deles.

Além disso, os mecanismos de resistência são naturais e muito antigos. O estudo filogenético dos genes que codificam a resistência aos antibióticos sugere que alguns deles, como os que codificam as beta-lactamases (enzimas que destroem a penicilina), podem ter dois mil milhões de anos. Os antigos egípcios já tinham o hábito de aplicar bolor de pão nas feridas infectadas. E velhas histórias sobre as propriedades anti-infecciosas das areias vermelhas da Jordânia conduziram à descoberta do Actinomicete, a bactéria responsável pela produção de actinomicina  (uma das ferramentas do nosso arsenal terapêutico). A era antibiótica limitou-se a intensificar estes mecanismos antigos.
Mas não é só a resiliência das bactérias que explica a situação a que chegámos. Acontece que as empresas que desenvolviam e produziam antibióticos deixaram de querer fazê-lo. Desde os anos 1980 que as grandes companhias farmacêuticas europeias e americanas desinvestiram no sector. Unidades inteiras foram encerradas e as recentes fusões de alguns dos gigantes da indústria só intensificaram o fenómeno.

Porquê? Porque os antibióticos se tornaram vítimas do seu próprio sucesso. Um bom antibiótico mata o agente infeccioso em 7 ou 10 dias – a pessoa cura-se e não compra mais. Mas os fármacos que dão retorno financeiro são os que exigem um consumo continuado: antidiabéticos, anti-coagulantes orais, anti-epilépticos e por aí fora. Drogas para a vida.

A OMS lançou agora um plano a nível mundial para tentar reverter esta tendência. Não é líquido que o consiga. Faltam ingredientes que estiveram presentes no início da era antibiótica e que são difíceis de replicar.

Quando Alexander Fleming voltou de férias em setembro de 1928 e descobriu a penicilina, descobriu também que não era fácil extraí-la do fungo. Quando publicou os seus achados no British Journal of Experimental Pathology em junho de 1929, apesar de assinalar que o “sumo de bolor” matava bactérias como o Streptococcus, o meningococo e o bacilo da difteria, só de passagem referia o seu potencial terapêutico. E o primeiro exemplo desse potencial, em 1941 – um polícia de 43 anos que se ferira num espinho ao podar as rosas do jardim e desenvolvera abcessos na cara, olhos e pulmões – teve um fim dramático: o homem recuperou em poucos dias mas as reservas da droga acabaram e ele acabou por morrer.

Foi a guerra – e o arranque da formidável máquina científica e industrial americana – que permitiu inverter a situação. Dois investigadores ingleses, Florey e Heatley, viajaram para os EUA e contactaram o Department’s Northern Regional Research Laboratory (NRRL), em Peoria, Illinois, especialista em fermentação. Foi no NRRL que se fizeram avanços decisivos nas técnicas de cultivo do fungo que permitiram a produção de penicilina em larga escala. Depois entrou em campo o Office of Scientific Research and Development (OSRD), criado para coordenar e orientar a investigação científica para problemas de defesa nacional. O OSDR mobilizou as grandes companhias (Merck, Squibb, Lilly, Pfizer) para a produção de penicilina. Alguns meses depois havia 125 companhias a produzir penicilina. O objectivo explícito era dispor de quantidades adequadas de penicilina para o D-Day – o dia do desembarque na Europa.

Em março de 1945 a penicilina passou a ser vendida livremente e, em 1949, o preço caíra de 20 dólares para menos de 10 cêntimos por dose.

Os antibióticos não pagam dividendos. Alguém terá de pagar a factura, se não quisermos voltar a ser personagens de Thomas Mann.

IN "OBSERVADOR"
13/01/15


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393.UNIÃO


EUROPEIA


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HOJE NO 
"i"

Caso Sócrates.
 Justiça apreendeu um milhão em
 notas guardadas em cofre

No dia das buscas à PT, os investigadores estiveram numa agência do Barclays no centro de Lisboa. Tinham novos indícios sobre o alegado testa-de-ferro de Sócrates

Na semana de Novembro em que Carlos Santos Silva e José Sócrates foram detidos, uma equipa de procuradores do Ministério Público, agentes da Autoridade Tributária e o juiz de instrução Carlos Alexandre fizeram buscas numa agência bancária do Barclays, no centro de Lisboa. 
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Naquela altura o Ministério Público e o juiz de instrução já tinham dado ordens para que as contas bancárias em nome de Carlos Santos Silva ficassem congeladas. Mas os investigadores tinham outra suspeita, que confirmaram in loco na agência do Barclays. O empresário suspeito de ser o testa-de-ferro de José Sócrates não só tinha uma conta em seu nome, aberta há anos, naquela agência, como tinha alugado um cofre, no qual guardava, nada mais nada menos que um milhão de euros em dinheiro vivo. 
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Perante a descoberta, averiguou o i junto de fonte próxima do processo, o juiz Carlos Alexandre terá dado ordens para que aquele montante fosse depositado na conta de Santos Silva naquela agência. Desta forma, aquele milhão de euros também ficaria congelado. Se se provar que os montantes arrestados tiveram origem ilícita, nunca serão devolvidos ao titular, revertendo para os cofres do Estado.  
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As suspeitas que envolviam Carlos Santos Silva e a sua relação, enquanto cliente, com o Barclays, não terminaria nesse episódio. O Ministério Público e os agentes da Autoridade Tributária continuaram a investigar os montantes que o ex-administrador do Grupo Lena espalhou por mais de uma dezena de agências e as relações que mantinha com as diversas instituições bancárias. Na passada terça-feira, dia da operação de buscas à Portugal Telecom e à PricewaterhouseCoopers, no âmbito de uma queixa da CMVM que visava os investimentos da PT em dívida do GES, o juiz Carlos Alexandre aproveitou para dar um salto à agência do Barclays situada no Palácio Sotto Mayor, na Avenida Fontes Pereira de Melo, a escassos 260 metros do edifício da PT. Mais uma vez, o pretexto da visita dos investigadores era Carlos Santos Silva – e os dados que estariam guardados naquela agência. 
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Os elementos confirmados pelo i mostram que a equipa que lidera a Operação Marquês não suspeita apenas da conta do BES, que terá sido movimentada para comprar a casa de Sócrates em Paris, os três apartamentos em nome da mãe do ex-governante, e para fazer levantamentos de quantias em numerário que seriam entregues em mãos ao ex-primeiro-ministro. 
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Paula Lourenço, advogada de Carlos Santos Silva, limitou-se a dizer ao i: “Não tenho qualquer indicação em relação às contas do meu cliente.” 
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O rasto de 23 milhões Recorde-se que o ex-administrador do Grupo Lena e amigo de infância de José Sócrates terá acumulado 23 milhões de euros em contas do UBS, na Suíça. Esse montante terá sido repatriado para Portugal em 2010, ao abrigo do RERT II (Regime Excepcional de Regularização Tributária), o regime lançado pelo segundo governo de José Sócrates para que quem tivesse capitais no estrangeiro os pudesse regularizar em Portugal pagando apenas uma taxa de 5%. A maior fatia destes 23 milhões terá dado entrada na tal conta do BES sob suspeita. 
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Em resposta a seis perguntas da TVI, Sócrates alegou que os montantes que recebera de Santos Silva eram apenas empréstimos de um amigo, a troco da promessa de que pagaria no futuro.  
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A investigação liderada pelo procurador Rosário Teixeira tem outra tese: a de que o dinheiro que Carlos Santos Silva tinha depositado na Suíça era na verdade de José Sócrates, e que os montantes iam saindo às prestações da conta do empresário para que voltasse às mãos do seu verdadeiro titular, sempre que este necessitava, e sem fazer soar os alarmes nos bancos. Perante este cenário, Santos Silva seria um mero testa-de-ferro do antigo primeiro-ministro. 
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A grande dificuldade da investigação é agora provar que o dinheiro depositado em nome de Santos Silva era efectivamente de José Sócrates e qual terá sido a sua origem, uma vez que não é compatível com os rendimentos que auferiu enquanto primeiro-ministro, nem enquanto representante da Octapharma na América Latina.   
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Sócrates e Santos Silva estão em prisão preventiva há um mês e meio, o primeiro no Estabelecimento Prisional de Évora, o segundo no estabelecimento prisional anexo à Polícia Judiciária em Lisboa. O ex-primeiro--ministro é suspeito de fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais, corrupção activa e corrupção passiva. Ou seja, o Ministério Público suspeita que Sócrates não só terá sido corrompido como terá actuado como corruptor enquanto exercia cargos políticos.  
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O ex-administrador do Grupo Lena foi constituído arguido por suspeitas de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais. Os outros dois arguidos do processo são o advogado Gonçalo Trindade Ferreira e o ex--motorista de Sócrates João Perna. O advogado não chegou a ficar em prisão preventiva, e João Perna foi libertado na véspera de Natal, depois de, já pela mão de um novo advogado, se ter mostrado colaborante num novo depoimento no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). 
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* E o que mais virá por aí, temos de reconhecer que Armando Vara teve um excelente mestre. Já agora que tal uma investigação à "actividade" do ex-ministro do  Ambiente José Socrates.


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 DESMISTIFICANDO O
MISTÉRIO DA VIDA



* Uma produção "EURONEWS"


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54.O MELHOR
 DA ARTE

02.GRANDES PINTORES

PORTUGUESES



HENRIQUE


MEDINA


A VIDA/3




* Este documentário foi realizado em 1989, tem alguns problemas de som.

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HOJE NO
"A BOLA"

Equipa africana no Tour pela primeira vez
A MTN-Qhubeka será a primeira equipa africana da história a participar no Tour de France, prova que se irá realizar durante o próximo mês de julho.
Segundo revelaram os organizadores, vinte e duas equipas irão marcar presença na 102.ª edição, que terá o seu início em Utrecht, na Holanda.

* Para quem não saiba  a MTN Qhubeka (Código UCI: MTN) é uma equipa de ciclismo continental sediada na África do Sul, que participa em corridas do Circuito UCI Continental. A equipa foi fundada em 2007.


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Chuck Berry

Johnny B. Goode


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Vinhos da Casa do Douro em risco de serem vendidos com insolvência 

Empresas da região estão preocupadas com o processo, uma vez que só às Finanças a instituição deve 124,6 milhões de euros

As empresas de vinho do Porto estão "extremamente preocupadas" com o pedido de insolvência da Casa do Douro (CD), no Peso da Régua, temendo que seja colocado à venda em simultâneo o vinho da instituição.

"Numa insolvência tudo é posto em causa. O tribunal pode decretar uma venda e as coisas, se não forem controladas, podem ser extremamente complicadas para todo o setor", afirmou hoje à agência Lusa o presidente da Associação das Empresas de Vinho do Porto (AEVP, António Saraiva.
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A Direção-Geral do Tesouro e Finanças entregou no dia 31 de dezembro, no Tribunal de Vila Real, um pedido de insolvência da CD. Neste processo é referido o valor em dívida para com as Finanças, de cerca de 124,6 milhões de euros.

Em 2014 e para resolver o problema da organização, o Governo preparou um plano que incluía um acordo de dação em cumprimento, que implicava troca de dívida por vinho, e uma alteração legislativa para transformar o estatuto de direito público e inscrição obrigatória em associação de direito privado e de inscrição voluntária.

O acordo de dação não foi assinado e, no mesmo dia em que foi extinta a dimensão pública da CD, o Estado avançou com o processo de insolvência.

Com medo do que pode acontecer agora, António Saraiva salientou que as empresas "estão em polvorosa".
À venda poderá ser colocado em simultâneo um 'stock' de cerca de nove milhões de litros de vinho do Porto.

A acontecer, segundo o responsável, os preços podem baixar significativamente e, para além disso, a procura de vinho aos produtores pode baixar na próxima vindima.

"A lavoura duriense está com grandes dificuldades e se houver compradores para esses vinhos, e sendo vinhos velhos com capacidade de venda maior, fará com que na vindima haja menos procura de vinhos e as repercussões na lavoura podem ser um desastre", frisou.

António Saraiva referiu que as empresas sempre quiserem fazer parte da solução e não do problema, lembrando que, durante o processo negocial do dossiê CD, se mostraram disponíveis para contribuir.
No entanto, defendeu que os vinhos teriam que ser colocados à venda gradualmente e num prazo "que nunca poderia ser inferior a 15 ou 20 anos", para "evitar perturbações no mercado".
"Num processo de insolvência as coisas fogem um pouco ao controlo, não há esse tipo de negociações, as coisas são postas à venda", sublinhou.

Com a extinção da CD "pública", cessou também a representação da produção no Conselho Interprofissional do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), onde marca também presença o comércio.

"Neste momento não há conselho interprofissional. Como a CD perdeu o seu caráter público, o conselho, tal como foi pensado, sem produção não pode existir", considerou António Saraiva.
O responsável afirmou que o Douro não pode continuar com esta indefinição por muito mais tempo e sublinhou que "há demasiados dossiês na região que é preciso estudar e trabalhar".

"O Douro está a perder vendas todos os anos, entre 2 a 3%. É preciso um conselho interprofissional e não sabemos quando é que nos podermos voltar a sentar a uma mesa para discutir sobre esses problemas", frisou.

* A única coisa boa que este governo vai fazer pelo país é quando humilhado, saír de cena. 
O governo vende tudo o que há para vender, não importa o quê, interessa são as alvíssaras. A Casa do Douro é parte integrante da história de Portugal mas Passos Coelho  e seus acólitos pouco se interessam, alvíssaras, isso sim, ou não fosse este país "incorruptível".


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COMPARAÇÕES

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Impostos garantem quase 
60% da receita do Estado

Finanças publicam guião para perceber o Orçamento do Estado para 2015. Dois terços da despesa vai para prestações sociais, saúde e educação. 

Quase 60% da receita que a administração pública espera arrecadar este ano vem dos impostos directos e indirectos, revelou hoje o Ministério das Finanças.
 
SE O LER APRENDE
A informação consta do Orçamento Cidadão, uma publicação anual do ministério de Maria Luís Albuquerque, que tem como objectivo explicar de uma forma simplificada à população em geral o Orçamento do Estado para 2015.

Os impostos directos e indirectos somam 58% da receita total que a administração pública conta receber este ano.

Os impostos indirectos são os que representam a maior fatia: 30% da receita prevista para o próximo ano vem do IVA, impostos sobre o tabaco, bebidas alcoólicas, e produtos petrolíferos.

Do total de receita, 28% resulta dos impostos directos - os que incidem sobre o rendimento - e onde se incluem o IRS e o IRC.

As contribuições para a Segurança Social valem um quarto da receita total.

No Orçamento Cidadão, o ministério de Maria Luís Albuquerque explica ainda onde vai ser gasto o dinheiro este ano pela administração central. "O grosso da despesa pública é feita em prestações sociais, saúde e educação que totalizam dois terços da despesa (66%)", avança o ministério.

Um terço da despesa vai para as pensões e 20% para pagar salários aos funcionários públicos.
O Oçamento do Cidadão é feito pela primeira vez pelo Ministério das Finanças. As edições anteriores eram da responsabilidade do Instituto de Políticas Públicas (IPP) Thomas Jefferson-Correia da Serra. 

* Um país a sério, com gente capaz na governação, consolidaria o sector produtivo do Estado para gerar receita. Em Portugal não, delapida-se o património, entregando-o até a malfeitores, os governantes chineses são-no, a dona da EDP pertence ao estado chinês, e assim o zé povo paga pela incompetência de quem nos governa.


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 37.APELO
AO CONSUMO



































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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Há duas formas de ejaculação feminina 

Médicos franceses utilizaram ultrassons para compreender melhor a sexualidade das mulheres

As mulheres têm duas formas diferentes de ejaculação, segundo uma investigação levada a cabo por ginecologistas franceses. Enquanto numa ejaculação o líquido é branco e espesso, noutra o líquido é praticamente transparente e fino. 
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Esta análise ao fenómeno orgânico feminino foi possível através da utilização de ultrassons, ou seja, frequências superiores àquelas que o ouvido humano pode perceber. Além de identificarem esta diferença, os médicos franceses descobriram que o líquido da ejaculação feminina tem origem na bexiga. Entre as sete mulheres analisadas verificou-se que em duas delas o líquido tinha químicos semelhantes aos encontrados na urina, ao contrário do que acontecia nas restantes cinco, que apenas tinham a enzima PSA (Antígeno Prostático Específico, enzima utilizada para diagnosticar doenças como o cancro da próstata). "Este estudo mostra outros dois tipos de fluidos que podem ser expulsos pela uretra feminina", explicou Beverley Whipple, neurofisiologista na Universidade Rutgers, à revista científica News Scientist. 
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Apesar de todos os avanços conseguidos, a equipa do ginecologista francês Samuel Salama, do hospital privado Parly II, em Le Chesnay, não conseguiu identificar a função para o organismo feminino dos líquidos libertados pelas mulheres durante o orgasmo. No estudo francês foram analisadas sete mulheres que afirmaram libertar, durante a ejaculação, uma quantidade de líquido equivalente a um copo de água. 

* A maior parte dos cidadãos não são pessoas de ciência, por isso encontrar na ejaculação feminina vestígios  da enzima PSA, pode ser intrigante pois as mulheres não têm próstata, no  entanto, nas mulheres, a enzima PSA é produzida principalmente pelas glândulas de Skene, que são glândulas parauretrais, a imagem indica a localização.


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Sotnikova



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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Conselho de Opinião quer esclarecimento
. sobre nomes apresentados pelo CGI

O presidente do Conselho de Opinião diz que "há procedimentos que têm de ser respeitados para que as deliberações possam ser respeitadas". CGI garante que vai cumprir procedimentos formais.

O Conselho de Opinião da RTP quer saber como é que o Conselho Geral Independente (CGI) da televisão pública chegou à decisão de que “irá indigitar” o presidente e o vogal do Conselho de Administração (CE), Gonçalo Reis e Nuno Artur Silva, respetivamente. E salienta que antes de ser indigitado o novo CE os Estatutos da Empresa definem que é necessário “definir e divulgar publicamente as linhas orientadoras para a Sociedade”, e “só após isso”, se poderá “indigitar os membros do conselho de administração.”
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Esta terça-feira o CGI emitiu um comunicado no qual dava conta da intenção de indicar os dois nomes para sucederem à equipa liderada por Alberto da Ponte. Ora, numa carta dirigida ao presidente do CGI, António Feijó, o presidente do Conselho de Opinião, Manuel Coelho da Silva, lembrou os Estatutos, pedindo esclarecimentos.
 (…) venho solicitar que informe este Conselho em que termos e por que formas foi dado cumprimento às determinações previstas nas alíneas b) e c) do artigo 11º dos Estatutos da Empresa.
(…) De facto, competindo ao Conselho Geral Independente, nos termos do artigo 11º, alínea b) “Escolher os membros do conselho de administração de acordo com o projeto estratégico para a sociedade proposto por estes…”; c) definir e divulgar publicamente as linhas orientadoras para a sociedade às quais se subordina o processo de escolha do conselho de administração e do respetivo projeto estratégico para a sociedade”.
Na carta é referido que só após cumprido o estabelecido nessas alíneas poderão ser indigitados os membros do CE. E sublinha-se que “não é do nosso [do Conselho de Opinião] conhecimento que publicamente tenham sido divulgadas as linhas orientadoras para a sociedade, elemento essencial e básico de apresentação do plano estratégico para a empresa e da escolha do conselho de administração”.
Em declarações ao Observador, Manuel Coelho da Silva, presidente do Conselho de Opinião da RTP, disse que “o que se quis dizer, chamar à atenção, é que há procedimentos que têm de ser respeitados para que as deliberações possam ser respeitadas.”

Uma fonte ligada ao Conselho Geral Independente disse ao Observador que a forma como o processo está a ser conduzido se justifica pela… urgência em resolver o caso. E explicou que o processo formal só começa a ser desencadeado na quinta-feira, com a publicação pelo CGI das linhas orientadoras, seguindo-se depois a apresentação de um projeto estratégico pela equipa escolhida. Assim se cumprirão, argumenta a mesma fonte, os processos formais necessários.

Mesmo assim, faltam cumprir várias etapas até que a nova administração possa tomar posse. Ainda é preciso um acordo com o Ministério das Finanças para o segundo vogal, com a tutela financeira; e também que Alberto da Ponte saia da administração. A renúncia não está ainda garantida – embora se fale de “otimismo” no CGI quanto a esse cenário.

Depois disso, o novo Conselho de Administração terá um grande problema para resolver no imediato: o consórcio bancário que ia apoiar a reestruturação financeira da RTP ficou pendurado com a crise na empresa e os contactos vão ter de ser retomados por Gonçalo Reis e sua equipa, confirmou o Observador. Sem esse instrumento, pouco poderá fazer.

* Há quem goste de empatar, opinando.


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