domingo, 11 de janeiro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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  COMO NOS


  "ILUDIMOS"!

CONSTRUINDO O FUTURO QUE NÓS QUEREMOS

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* Uma produção "ONU"

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6-DECOTE


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Há quem goste






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CICLISTAS
















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5-DECOTE

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HISTORY DRINK
8- SIGMUND FREUD E
CALÍGULA
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4-DECOTE


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Ramanan Laxminarayan


A emergente crise

dos antibióticos




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3-DECOTE


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CATARINA CARVALHO

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A ilusão das decisões
 de ano novo

Decisões de ano novo, quem as não faz? Mesmo que se­ja no mais íntimo lugar da consciência, enquanto brinda com o es­pumante ou engole as 12 passas? Ora decisões de ano novo não são desejos de ano novo, e pode ser pouco saudável confundir umas com os outros. Ora aí está uma boa decisão de ano novo: fazer que os desejos de ano novo sejam as decisões de ano novo. Isto é, fazer que os nossos desejos sejam algo que esteja ao nosso alcance, trazê-los à medida da nossa vontade. Só isso já diminuirá imediatamen­te a probabilidade de frustração. E começar um novo ano frustra­do pode ser, como todos sabemos por experiência própria, meio ca­minho andado para arrasar com todas as decisões de ano novo, levando consigo, por sua vez, todos os desejos.

Andei pela internet nestes últimos dias de 2014 e primei­ros dias de 2015 à procura das melhores resoluções. Oh, admirável mundo novo das listas! Encontrei de tudo para me guiar nesta épo­ca – e em muito digeríveis pontos de leitura separados. Antes de mais nada, percebi, é preciso saber o que é uma boa decisão. Ou uma decisão exequível. A diferença está entre as condições necessárias e as suficientes – pensar se temos as primeiras é meio caminho an­dado para tomar decisões exequíveis. A maior parte das fórmulas para uma boa decisão envolve uma grande quantidade de lógica, o B-A-Ba do pensamento adulto tantas vezes relegado para segundo plano. Segundo o site IttyBiz, uma espécie de autoajuda para a área da gestão, as nossas decisões ajudam-nos a andar pelo mundo. Al­gumas, intrínsecas, permitem-nos pôr as decisões quotidianas em piloto automático. Um exemplo: se decidimos que queremos perder vinte quilos até ao nosso aniversário, o nosso cérebro vai encontrar maneiras de maximizar o sucesso e minimizar a falha. Se não to­marmos a decisão específica, o cérebro continua a atuar de forma igual, e há muita probabilidade de falhar.

Encontrei também na minha busca o 2.0 dos conselhos sobre decisões – como fazer que as decisões deste ano sejam mesmo para cumprir. Exemplo: se querem perder peso, peçam a um colega de trabalho ou amigo que vos tire dinheiro da con­ta de cada vez que vos vir a comer porcarias. Outro: se querem mesmo poupar, planeiem uma transferência automática da vos­sa conta todos os meses para uma conta da qual não têm cartão multibanco.

Aprendi também que para cada uma das decisões que to­mar, sejam elas o tão falado regime de emagrecimento ou simples­mente encontrar mais os amigos, ou mesmo – pasme-se – passar menos tempo inútil online, há uma aplicação para o meu telemó­vel que pode ajudar-me. Há guias para uma vida mais verde, mas também um calendário automático que me obrigará, em teoria, a, naquele dia, àquela hora, encontrar-me com aquele amigo que não vejo há tanto tempo.

E encontrei a metafísica das dicas sobre decisões: co­mo analisar por que as nossas decisões de ano novo não foram cumpridas ou, melhor ainda, como saber largar rapidamente uma decisão se a nossa avaliação sobre ela for negativa, logo nos pri­meiros dias de janeiro. Pensamento prospetivo, dizem os sites de autoajuda. E leveza de espírito.

Na minha busca internética descobri até que as más deci­sões são normalmente tomadas nos nossos anos de transição – quando temos 29, 39, 49 anos. Porque é disso que se trata: o tem­po, o último reduto do inatingível para nós, humanos modernos. As listas da internet permitem-nos a falsa ilusão de que o conse­guimos controlar. Assim como as mudanças de ano nos dão a sen­sação de que, pelo menos naquela mudança marcante do calendá­rio, o dominamos.

IN "NOTÍCIAS MAGAZINE"
 04/01/15



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390.UNIÃO


EUROPEIA




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2-DECOTE



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 7 Bilhões de
 Outros

1-GUERRA


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7-HISTÓRIA
ESSENCIAL
DE PORTUGAL
VOLUME III

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O professor José Hermano Saraiva, foi toda a vida uma personalidade polémica. Ministro de Salazar, hostilizado a seguir ao 25 de Abril, viu as portas da televisão pública abrirem-se para "contar" à sua maneira a "HISTÓRIA DE PORTUGAL", a 3ª República acolhia o filho pródigo. Os críticos censuraram-no por falta de rigor, o povo, que maioritariamente não percebia patavina da história do seu país, encantou-se na sua narrativa, um sucesso. Recuperamos uma excelente produção da RTP.
FONTE: SÉRGIO MOTA
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1-DECOTE


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Hilary Hahn

Paganini - Caprice 24


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ESTA SEMANA NA
"MOBILIÁRIO EM NOTÍCIAS"

Maison & Objet 
terá novas presenças portuguesas 

A Vicara apresenta pela primeira vez as suas peças no evento internacional Maison & Objet, no decorrer deste mês. A marca portuguesa apresentará no certame, pela primeira vez, a coleção Terra com especial atenção às peças Caruma, Cerne, Cimento e Mocho. 


Uma coleção de produtos que representa a evolução dos elementos naturais até aos artefactos, explorando o manuseamento de objetos quotidianos e a interação humana com eles. Nevoa, marca também portuguesa, estará na Maison & Objet a apresentar a sua coleção Honest Tradition. 

A primeira presença da NEVOA neste evento será uma experiência emocional, combinando inspiração e função num elo clássico e contemporâneo. 

* A bem da indústria portuguesa.


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Damien Walters 2014

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ESTA SEMANA NO
"DINHEIRO VIVO"

Alentejo eleito como destino a visitar 
este ano pelo jornal The New York Times

O Alentejo é um dos 52 destinos mundiais a visitar este ano eleitos pelo jornal norte-americano The New York Times, sobretudo devido ao vinho, à gastronomia e ao céu estrelado da região, foi hoje anunciado.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA) referiu que a região surge na "exclusiva lista" de 52 destinos mundiais a visitar este ano elaborada pela redação do jornal.

Num artigo dedicado ao Alentejo, que começa com as perguntas "Aborrecido de Bordéus? Farto da Toscânia?", o jornal apresenta a região como "alternativa aos destinos vinícolas e enogastronómicos mais reconhecidos a nível internacional" e aponta o vinho, a gastronomia e o céu estrelado como razões para a visitar este ano.
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No artigo, indicou a ARPTA, o jornal destaca várias unidades turísticas do Alentejo, como o Torre de Palma Wine Hotel (Monforte), as herdades da Malhadinha (Beja) e da Comporta (Alcácer do Sal), o "resort" L'AND Vineyards (Montemor-o-Novo) e o Ecorkhotel (Évora).

Segundo a ARPTA, na edição do passado mês de dezembro, a revista britânica "House & Garden", no seu suplemento "Gourmet Travel", também destacou oAlentejo, num artigo com o título "A fine vintage" ("Uma fina colheita").

No artigo, a revista refere que "saboreou os prazeres simples e as tradições cheias de charme" do Alentejo, "onde a comida é preparada com amor e orgulho" e destaca o Ecorkhotel, o Convento do Espinheiro, o Vitória Stone Hotel e o restaurante "O Fialho" (Évora) e a Herdade do Esporão (Reguengos de Monsaraz).

De acordo com a ARPTA, também a revista "Jamie Magazine", do conhecido 'chef' britânico Jamie Oliver, "dá um amplo destaque" ao Alentejo na edição deste mês, com um artigo intitulado "The Good Life" ("A boa vida") em que a gastronomia é "o alvo de todas as atenções".

Segundo o presidente da ARPTA, Vítor Silva, citado no comunicado, esta "visibilidade internacional" do Alentejoé "o resultado do esforço dos empresários da região, que têm apostado na qualificação das infraestruturas turísticas, e da aposta da agência na promoção internacional através de convites à imprensa especializada para visitar o destino".

Em 2014, mais de 300 jornalistas internacionais visitaram o Alentejo a convite da ARPTA, "o que se traduziu numa maior visibilidade do destino e, acreditamos, se refletiu nos resultados turísticos verificados" naquele ano, refere Vítor Silva.

Segundo a ARPTA, em 2014, o Alentejo bateu os recordes de receitas e dormidas e a atividade turística na região gerou uma receita a rondar os 250 milhões de euros.

* ALENTEJO DA MINH'ALMA....



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 SOBRANCELHAS/2













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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"

 Ingleses localizam seis jazidas
 de petróleo em Portugal...

Uma empresa britânica chamada IONIQ Resources garante ter localizado seis jazidas de petróleo em Portugal continental, uma delas off-shore (no mar) através de uma tecnologia inovadora para detectar recursos naturais, descrita à SÁBADO como ressonância electromagnética remota, através de dados recolhidos por satélite. A companhia calcula que estas reservas devem ter uma dimensão, no mínimo, de mil milhões de barris de petróleo, mais 30 por cento de gás natural. Os britânicos e os seus parceiros portugueses reuniram-se há um ano com Pedro Passos Coelho e depois com o ministro do Ambiente. A SÁBADO teve acesso a uma carta da IONIQ com data de 14 de Outubro de 2014 para Jorge Moreira da Silva, o ministro do Ambiente e da Energia, com uma proposta para a identificação e extracção destes recursos.
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O valor das reservas estimado pela IONIQ equivale a mais de 43 mil milhões de euros brutos, ao preço actual do crude (o mais baixo desde 2009), que corresponderia a 25 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) português. O petróleo estaria a uma profundidade que vai dos dois mil aos três mil metros, o que facilitaria a sua exploração. "Estas estruturas podem ser uma grande fonte de riqueza nacional e podem transformar Portugal de um país importador de energia a exportador", diz o documento.

O gabinete do ministro do Ambiente e da Energia confirma à SÁBADO as reuniões: "O ministro e o Secretário de Estado da Energia limitaram-se a ouvir, em audiência, os argumentos da empresa e a explicar o enquadramento regulatório previsto na legislação nacional. Compete a esta empresa, como a todas as outras, iniciar, junto da DGEG [Direcção-Geral de Energia e Geologia], os eventuais procedimentos de licenciamento. Tal não ocorreu até ao momento." O ministério não quer descartar uam tecnologia que desconhece, mas como não há um pedido formal para prospecção o Governo nem chegou a avaliar "a credibilidade dos respectivos estudos." Mas também refere que "a IONIQ não apresentou qualquer estudo." O documento apresentado ao Governo não refere as eventuais localizações das jazidas nem explica como funciona a sua tecnologia inovadora.

A proposta da empresa surgiu depois da reunião com Moreira da Silva, a pedido do próprio ministro, mas não será suficiente para abrir um processo, que tem de dar entrada através da DGEG. Contactado pela SÁBADO, Damon Walker, o administrador da IONIQ com o pelouro de Portugal, sublinha o facto de ter sido o ministro a pedir uma proposta e lamenta não ter recebido sequer uma reposta. "Isto vale biliões e nem tiveram a cortesia de nos responder."

Ex-colega de Passos é sócio dos representantes portugues
A empresa (com sede fiscal em Chipre) é representada em Portugal pela IONCP. Um dos cinco sócios é Paulo Caetano, que foi colega de Pedro Passos Coelho como administrador da Fomentinvest (que era liderada por Ângelo Correia), um conglomerado de empresas de energia e ambiente onde o primeiro-ministro trabalhou até ser líder do PSD. Terá sido Paulo Caetano a facilitar o acesso ao chefe do Governo em Janeiro de 2014, numa reunião em São Bento, onde esteve presente o primeiro-ministro, o então chefe de gabinete Francisco Ribeiro de Menezes e o assessor económico Rudolfo Rebelo. O encontro com o ministro do Ambiente, Energia e Ordenamento do Território,  Moreira da Silva, realizou-se um mês depois. O gabinete do primeiro-ministro não quis comentar.

A IONIQ Resources pertence à IONIQ Capital, uma trader no sector das matérias-primas, cujo chairman é Charles Masefield, um antigo piloto que foi um dos principais responsáveis pelo negócio de armamento no Reino Unido durante os governos de John Major e Tony Blair. Entre 1994 e 1998, presidiu à Defense Export Services Organization (DESO), um departamento discreto do governo britânico, com a tarefa de promover as exportações de armamento produzido por empresas britânicas. Cinco anos depois e até 2007, tornou-se presidente do gigante tecnológico militar British Aerospace Systems (BAE Systems), uma das maiores empresas mundiais do sector. 

Um mundo de secretismo
Pesquisas na internet não permitem identificar as actividades da IONIQ Resources. É tudo secreto. Não faz exploração de petróleo: define-se como uma empresa "tecnológica" e classifica a sua tecnologia como "disruptiva" para o sector petrolífero no documento que enviou ao Governo. Damon Walker não disponibiliza muita informação, invocando a confidencialidade da tecnologia e dos projectos em curso noutros países. Depois de contactado pela revista, o britânico aceitou marcar um encontro num escritório de advogados em Lisboa. Mostrou à SÁBADO vídeos com perfurações de água em desertos e diz que a IONIQ está envolvida "em projectos humanitários em África e no Médio Oriente para a localização de água potável". Há dois anos começou a trabalhar na área dos recursos minerais. "Não somos os inventores desta tecnologia, mas temos a licença para o seu uso exclusivo há três anos", afirma. A empresa usa dados de satélites comerciais que recolhem frequências emitidas pelos materiais e que depois são decifradas por uma equipa de cientistas. "O que é novo aqui é a interpretação dos dados", afirma.

O responsável garante que a empresa identifica com precisão exacta não apenas a localização das jazidas, mas também o ponto de pressão para fazer as perfurações. "É um método muito mais barato do que a análise sísmica usada pela indústria e muito mais amigo do ambiente."  E desafia: "Quer uma prova? Nós marcamos um ponto de água no Alentejo e vão lá perfurar a ver se é verdade. Ou façam um estudo sísmico para petróleo num dos pontos por nós seleccionados."

Tecnologia para ver interior de vulcões é semelhante
"É possível haver tecnologia que faça isso", diz à SÁBADO Pedro Rosa, um engenheiro aeronáutico português (que foi administrador da ANA – Aeroportos de Navegação Aérea) que faz consultoria para a Comissão Europeia (CE) na área do estudo do espaço. "A matéria reage a ondas electromagnéticas", explica. É a interpretação de pequenas variações na reacção a essas ondas que permitirá a identificação de recursos no subsolo. "Pelo menos uma das cinco famílias dos satélites [europeus] Sentinel permitem fazer coisas dessa natureza. Os satélites enviam dados em bruto que depois têm de ser trabalhados. Mas se o algoritmo deles [da IONIQ] é bom, suficientemente preciso ou fiável, isso já não sei. Mas não duvido que já exista capacidade para o fazer."

Pedro Rosa pertence ao Space Advisory Group da CE e tem trabalhado em projectos relacionados com fenómenos climatéricos extremos. Estuda correntes marítimas que são identificadas pelo alto teor de sal: os satélites recolhem os dados que, depois de descodificados, permitem identificar o grau de salinidade das correntes no fundo do mar. O cientista refere ainda que, através da mesma tecnologia, é possível avaliar o interior dos vulcões na Islândia, para perceber se estão quase a entrar em erupção.

Especialistas na área dos petróleos contactados pela SÁBADO, que não querem ser identificados, referem que "há muitas tecnologias destas que surgem e que não são válidas." Justificando que é um dos sectores onde se faz maior investimento em investigação, não percebem como é que se recolhem estes dados por satélite e não dão crédito a uma empresa de que nunca ouviram falar.

A proposta para o Governo
O Ministério do Ambiente alega que nem existe enquadramento legal para a proposta da IONIQ. O que o Estado faz é licenciar concessões para a prospecção e pesquisa de petróleo e fica de fora. O que esta empresa propõe exige mudar a legislação. A IONIQ não diz onde pensa estarem os hidrocarbonetos sem ter um acordo, e pede uma parceria com o Governo. Os britânicos alegam que é mais vantajoso para o país estarem associados ao Estado do que às petrolíferas, a quem não querem revelar a tecnologia.

Na sua proposta, a IONIQ propõe vender ao Governo o estudo geral, que indica a localização das seis reservas, por 1,2 milhões de euros. Depois, cobra 1,2 milhões por cada mapeamento detalhado, o que eleva os custos para 7,2 milhões de euros adicionais, que seriam reembolsados após a concessão da exploração a empresas petrolíferas. A empresa pede ainda 10% do valor de todo o petróleo ou gás transaccionado no mercado. A Galp e a Eni, refira-se, estão a investir mais de 100 milhões de euros na prospecção de petróleo em águas ultra-profundas ao largo do Alentejo.

* Quem dera aos portugueses que houvesse petróleo nem que fosse no Beato, mas esta empresa  aborda a existência de modo ficcionário ou aldraboso.


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DE MESTRE

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ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

Portugal gastou mais de 120 milhões 
com helicópteros que nunca vai receber 

Em 2011 e 2012, Portugal gastou 87 milhões num programa da NATO para comprar dez helicópteros. Agora, pagou mais 35 milhões por ter desistido de os comprar

O Governo efetuou na última semana de 2014 o pagamento de 35 milhões de euros à NATO Helicopter Industries (NHI), o consórcio de fabricantes que está a produzir uma série dessas aeronaves para vários países da Aliança Atlântica. A verba não corresponde a uma qualquer tranche de pagamento por algum dos dez helicópteros, encomendados em 2001, pelo Estado português, com o objetivo de dotar a há muito existente Unidade de Aviação Ligeira do Exército (UALE) dos respetivos meios aéreos - mas sim ao pagamento de uma indemnização por ter desistido do contrato. A essa verba somam-se os, pelo menos, 87 milhões que Portugal já investiu naquele programa, entre 2011 e 2012. 
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Iniciada em meados de 2012, a denúncia do contrato só foi selada em outubro passado, quando uma resolução do Conselho de Ministros anunciava que o Governo teria firmado um acordo com a agência de gestão de projetos de helicópteros da NATO (NAHEMA) e a NHI, que terminaria "definitivamente" com a participação de Portugal no projeto cooperativo de desenvolvimento de aparelhos NH90 que envolve a Alemanha, França, Holanda e Itália. Nessa resolução, o Governo autorizava a que se realizasse uma despesa destinada a suportar os encargos decorrentes da desistência, até um total de 37 milhões de euros.

Segundo o Governo, os encargos decorrentes do projeto tinham-se tornado incomportáveis. A continuação da participação portuguesa no programa NH90 implicaria encargos num total nunca inferior a 580 milhões de euros, a pagar até 2028. Em 2012, quando foi anunciada a rescisão do contrato, pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e pelo ministro da Defesa, José Pedro Aguiar Branco, falava-se em 420 milhões.

* Parece que é o TGV do céu, só queremos saber a que bolsos foram parar as alvíssaras.


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 COISAS QUE FAZEMOS

E NÃO ADMITIMOS


OLHAR ANTES DE PROCEDER À DESCARGA

CHEIRAR OS PRÓPRIO PUNS
INTRODUZIR COISAS NO NARIZ
CHEIRAR OS DEDOS DEPOIS DE....

FANTASIAR ACTOS AGRESSIVOS

FALAR EM VOZ ALTA

TER CONVERSAS IMAGINÁRIAS

JULGAR AS PESSOAS PELA APARÊNCIA

FINGIR QUE ESTÁ A ESCREVER SMS

FALAR E CUSPIR












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ESTA SEMANA NO
"SOL"

Empresas portugueses exportadoras
 para Angola podem ter problemas

As empresas portuguesas beneficiam dos preços baixos do petróleo, mas as que têm forte presença em Angola podem ver a vida dificultada por causa das dificuldades orçamentais que o país atravessa, consideram os economistas ouvidos pela Lusa.
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Angola é o país lusófono mais afectado pela descida do preço do petróleo, que desceu cerca de 50% desde meados do verão, e está agora a ser vendido a um preço muito abaixo do valor que o Governo definiu como referência para o Orçamento do Estado para este ano - 81 dólares.

"Há um conjunto de países para os quais as exportações portuguesas têm crescido muito nos últimos anos (…) em que o petróleo é a principal fonte de rendimentos e divisas externas” e uma descida acentuada dos preços terá certamente impacto nas importações destes países, salientou o economista Manuel Caldeira Cabral, considerando o caso de Angola como "preocupante".

Angola, porém, não é o único, dado que o Brasil é outro destes casos, já que “aos preços actuais deixou de ter petróleo viável de ser explorado”, a par da Venezuela, indicou este professor na Universidade do Minho.

Entre as consequências da quebra das receitas fiscais por parte destes países estão a possibilidade de haver atrasos ou suspensões nos pagamentos, quebra de importações por redução do consumo interno e substituição de portugueses por fornecedores de outras origens, com a China a surgir bem posicionada no terreno, indicou Manuel Caldeira Cabral.

Para o economista da IMF - Informação de Mercados Financeiros, Filipe Garcia, "a economia angolana corre o risco de ver diminuir o fluxo financeiro de entrada de dólares proveniente das receitas do petróleo”, afirmou, estimando que o impacto da descida do crude se possa fazer sentir em “todas as entidades com exposição relevante” a Angola.

Filipe Garcia alertou nomeadamente para os riscos de poderem surgir alterações no sistema financeiro.

“Quanto mais tempo se prolongarem os preços baixos do petróleo pior será o efeito”, considerou, sugerindo que Angola pode vir a ter problemas de liquidez e tomar medidas que dificultem a saída de capitais.

Já Rui Bárbara, do Banco Carregosa, tem uma visão menos pessimista, destacando que a descida de preços do petróleo é genericamente benéfica para os importadores, entre os quais os países europeus, embora crie um “cenário mais volátil” para quem está a exportar para Angola, Moçambique ou Brasil.

“No geral acaba por ser positivo para a economia portuguesa que continua a contar com países europeus, como Espanha, entre os principais parceiros comerciais”, sublinhou o analista.
Rui Bárbara reconhece que algumas empresas e sectores mais expostos a países exportadores de petróleo possam ser afectados negativamente e perder receitas, mas ressalvou que “cada caso é um caso”.

* Quem exporta para uma ditadura assassina em que o petróleo assume a maior importância na  implantação da mesma, tem de entender os riscos! Não temos pena.

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Filetes de Pescada com Cogumelos

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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

Albuquerque quer limitar mandatos
 do presidente madeirense 

"Miguel Albuquerque é o meu líder, o líder de todos nós", disse Alberto João Jardim no discurso de abertura do congresso do PSD-Madeira. 
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O tempo novo do PSD-Madeira começou com uma proposta para limitar a três os mandatos do presidente do Governo Regional. Miguel Albuquerque, o novo líder, anunciou a ideia no discurso de abertura do congresso do partido que começou este sábado no Funchal. Se houvesse dúvidas, o presidente da comissão política esclareceu: não será como Jardim, o homem a quem sucede. 
Um sinal da mudança num dia de conciliação e perdão entre as hostes sociais-democratas. Miguel Albuquerque quis, ao mesmo tempo que falava de um partido plural e aberto, sarar as feridas da campanha interna. Da sua parte, disse, não leva ressentimentos dos confrontos com Alberto João Jardim. O líder cessante aplaudiu e retribuiu: "Miguel Albuquerque é o meu líder, o líder de todos nós". 
Os congressistas aplaudiram a passagem de testemunho, mas interessavam mais as palavras de Miguel Albuquerque, o apelo à mobilização, as propostas para moderar os gastos nas campanhas eleitorais e o pedido de uma maioria absoluta nas eleições regionais antecipadas, que deverão acontecer no fim de Março. 
Jardim era o homem de saída, chegou ao congresso sem que ninguém desse muita importância, deixou o recinto logo após os discursos de abertura. Ainda falou aos jornalistas sobre a eventual candidatura à Presidência da República, sobre o futuro, se vai ou não reformar-se da política. Os tempos em que era a estrela dos encontros dos sociais-democratas eram passado. 
Os temas da autonomia total, da dívida histórica do Estado em relação à Madeira - tão queridas a Alberto João Jardim - também não despertaram emoções no congresso. Os delegados aplaudiram a disposição de Miguel Albuquerque para negociar com Lisboa e com Passos Coelho, convidado de honra da sessão de abertura do congresso. 
"Não precisamos de inventar a roda, mas de trabalharmos juntos, sem preconceitos, com os olhos postos no futuro", pediu o novo líder, enquanto lembrava que era tempo de esclarecer alguns mal entendidos como "a ideia complexada de que vivemos à míngua dos contribuintes nacionais". 
Os tempos, disse, exigem que as relações com o Estado se façam de uma "maneira moderna e inteligente", "sem sectarismos". A Madeira, prometeu, irá dar o exemplo. Ou melhor, já começou a dar o exemplo ao cortar as subvenções para os partidos políticos e vai continuar. Uma das medidas é limitar a três mandatos o número de mandatos do presidente do Governo Regional. 

* Não é solução, ela está no voto esclarecido e incómodo.

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