sábado, 27 de dezembro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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A sogra   


     Zé Marujo chega a casa, de madrugada, depois de quinze dias no mar, corre para o quarto e deu três quecas, quando acabou foi beber água e vê a esposa a beber café na sala!
- Amor não estavas agora mesmo no quarto?
- Não, é a minha mãe, que veio fazer-me companhia.
- Mas eu cheguei com saudades, pensei que eras tu e dei-lhe três quecas.
A esposa vai ao quarto.
- Então mãe! Porque não disse ao Zé que não era eu?
- Sabes bem que não falo com ele há cinco anos… não era agora que ia falar!

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 O QUE NÓS


  "INFLAÇIONAMOS"!


Saiba quanto variou a sua factura mensal em Outubro



 INTERESSANTE  INFORMAÇÃO, QUE PODE EXPERIENCIAR,
 DO "JORNAL DE NEGÓCIOS"  EM 12/11/14


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6-PARDO

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IINCURÁVEL



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PORTA DOS FUNDOS

REFÉM

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4º episódio

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5-PARDO



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 4-DERMATOLOGIA 

 E GRAVIDEZ

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ALTERAÇÃO DE CABELOS E UNHAS
 

Uma interessante série conduzida pela Prof. Dra. Luna Azulay-Abulafia, Mestra especialista em Dermatologia
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* Uma produção "CANAL MÉDICO"


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4-PARDO



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8-O MUNDO


SEGUNDO


A MONSANTO


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ÚLTIMO EPISÓDIO

...DE COMO INDUSTRIAIS SEM
ESCRÚPULOS NOS VÃO
 MATANDO DEVAGARINHO!


** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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3-PARDO



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VICENTE JORGE SILVA






Jardim e 
o Juízo Final

Um emaranhado de estradas que se entrecruzam e onde nos perdemos sucessivas vezes até chegarmos, enfim, ao nosso destino, algures no Estreito de Câmara de Lobos, a oeste do Funchal. É ali, mas nada parece idêntico ao que era há uma década e meia. A antiga paisagem de vinhas em socalcos tornou-se a réplica de um subúrbio terceiro-mundista, saturada de construções implantadas caoticamente umas sobre as outras e que são um catálogo dos piores estilos arquitectónicos.

Não falta sequer um monstruoso hipermercado (Continente, ex-Sá, principal grupo da distribuição madeirense, entretanto falido) para que as anteriores referências do lugar sejam hoje irreconhecíveis. Mas a desolação quase surreal desse panorama outrora bucólico e harmonioso é ainda sublinhada pelos viadutos e túneis inacabados, um simbólico monumento à demência do betão que assaltou a chamada Madeira Nova e a levou à ruína.

Encontramos paisagens como esta através de toda a ilha, sobretudo na costa sul, evocando um pequeno apocalipse de desordenamento territorial e o empenho da selvajaria humana em destruir a natureza. Muito a propósito, Alberto João Jardim, no seu último (?) discurso como presidente do Governo madeirense, cargo em que ultrapassou a longevidade política de Salazar, citaria o Juízo Final do Evangelho de S. Mateus e o «trono glorioso» a que - modestamente e sem ironia - também ele aspira.

Na verdade, o jardinismo não deixou pedra sobre pedra. Mas, com isso, deixou uma herança quase ingerível pelos seus sucessores putativos, quer os do seu próprio partido, quer os de outras proveniências políticas: uma dívida de mais de 9 mil milhões de euros a que acrescem encargos superiores a 13 mil milhões.

Decorre precisamente hoje a primeira volta das eleições no PSD-Madeira para escolher o sucessor de Jardim entre seis candidatos: três que se propõem romper com o seu legado e outros três que desejam prossegui-lo. Mas todos são típicos produtos do regime de partido único que tem governado, de facto, o arquipélago nas últimas quatro décadas.

Ouvindo alguns deles, dir-se-ia, porém, que nunca tiveram nada a ver com o passado ou que este foi virtuoso apenas enquanto puderam partilhar alegremente o poder sob a suprema tutela jardinista. Um clássico do anedotário político.

No entanto, aquilo que seria, ainda há poucos anos, motivo de excitação política regional e nacional, ameaça dissipar-se numa indiferença e desencanto quase generalizados. À primeira vista, apesar dos discursos em contrário de alguns adeptos do actual regime ou da oposição, ninguém parece acreditar num milagre redentor do descalabro - económico, social, ecológico, cultural - a que chegou a Madeira. Assim, a grande polémica funchalense concentra-se numa controvérsia muito agreste sobre…as iluminações natalícias.

Jardim tem excelentes razões para evocar o Juízo Final, mas sobretudo porque teme as suas consequências (políticas - e não só). Aliás, um dos traços psicanalíticos da personagem é o de utilizar uma retórica que pretende sistematicamente exorcizar os seus próprios fantasmas inconfessados, projectando-os nos outros, num eterno inimigo interno ou externo: os opositores, os discordantes, o poder central, o colonialismo secular. Para não falar na loucura que parece possuir tudo e todos - menos, claro, ele próprio.

Ele governou à rédea solta, segundo a sua vontade soberana de pequeno déspota e em aliança com o clientelismo de uma nomenclatura subserviente e protegida da concorrência 'colonial'. A Madeira não conheceu uma verdadeira transição democrática depois do 25 de Abril, com uma sociedade maioritariamente refém dos empregos e serventias do regime jardinista, formatado pelos hábitos e costumes da ditadura. O imobilismo salazarista foi simplesmente substituído pelo activismo predador do jardinismo.

Ao contrário do que Jardim sempre pretendeu, a condescendência e até o temor manifestados pelos sucessivos responsáveis das instituições da República - incluindo o poder judicial -, face aos abusos autocráticos da sua governação, garantiram-lhe uma imunidade para além de todos os limites admissíveis num Estado de Direito.

Agora que, como na tradição clássica das agonias dos ditadores, as coisas chegaram a um ponto irreversível de ruptura e Jardim não conta já com a obediência cega de grande parte dos seus antigos cortesãos, resta-lhe lançar a ameaça de um Juízo Final. Só que esse juízo, como Jardim também teme, será feito contra ele - embora, infelizmente, demasiado tarde para poupar a Madeira aos malefícios da 'obra feita' durante o seu interminável e asfixiante reinado.

IN "SOL"
22/12714


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375.UNIÃO


EUROPEIA






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2-PARDO


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 POLLUTEC
A FEIRA DAS INOVAÇÕES PARA
UMA ECONOMIA SUSTENTÁVEL

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XII-TABU


E.U.A.


2.VIDAS SECRETAS


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1-PARDO



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Soweto Gospel Choir


Oh Happy Day

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HOJE NO
"RECORD"

Dulce Félix vence São Silvestre de Lisboa

As mulheres levaram a melhor sobre os homens na corrida dos sexos de São Silvestre de Lisboa. A atleta benfiquista, Ana Dulce Félix, foi a primeira a cortar a meta em plena Avenida da Liberdade levando a melhor sobre a sportinguista Sara Moreira, ganhando a prova pela segunda vez consecutiva.
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No setor masculino, foram os leões a vencer e a ocupar os primeiros dois lugares do pódio. Hermano Ferreira cortou a meta no primeiro posto, alcançando a terceira vitória na prova. Logo atrás chegou Rui Silva, também do Sporting e depois foi Ricardo Ribas (Benfica) a cortar a meta.

* Uma festa da vida

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REVENDO 2014

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VEJA ATÉ O FIM

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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Atiça cão feroz e força polícia
 a dar-lhe 3 tiros 

Proprietário do animal foi preso na Moita.

Um agente da PSP da Baixa da Banheira, Moita, foi forçado a dar três tiros a um cão pitbull, que foi atiçado pelo dono contra o polícia e um colega. 
 
A RAÇA NÃO É MÁ, MUTOS  DONOS SIM
O proprietário do animal foi preso. Os dois agentes policiais estavam em patrulha numa rua da freguesia do Vale da Amoreira, pelas 03h30 de ontem, quando se depararam com um homem, de 28 anos, que caminhava na rua junto a um cão pitbull, sem açaime e trela. Quando constatou a presença da PSP, o homem mandou o animal atacar os dois agentes. 
Um dos polícias sacou a arma de serviço e fez três disparos contra o cão. O pitbull foi transportado por técnicos do canil municipal da Moita com ferimentos. O dono do cão foi detido e constituído arguido. 

* O dono deste cão sempre que saísse à rua devia andar açaimado e com trela, é um selvagem que utiliza a fidelização dum animal para cometer crime.


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PROFISSIONAIS
ENCARTADOS













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HOJE NO
"i"
Violência doméstica
Quando é que a Justiça pode afastar
 o agressor de casa?

PS quer que a medida possa ser decretada na abertura de um inquérito. Conselho Superior do Ministério Público diz que não pode ser. PGR sustenta que não é preciso

O afastamento de um arguido da sua casa logo na fase de inquérito, nos crimes de violência doméstica, pode ser inconstitucional. O tema está longe de ser pacífico e não recolhe consenso nem sequer no Ministério Público. Para a Procuradoria-Geral da República (PGR), a medida não é necessária face ao que já está na lei. Já para o Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) esse não é o problema. A alteração, que consta de um projecto de lei do PS que será discutido no início de Janeiro, é contrária à Constituição.
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Num parecer enviado à Assembleia da República, o CSMP defende que a solução proposta "peca por ser demasiado precoce, colidindo com princípios fundamentais ao nosso ordenamento jurídico". O projecto socialista estabelece que, nos casos de violência doméstica, o "Ministério Público, no despacho de abertura do inquérito ou no prazo de 10 dias, promove procedimento para efeitos de afastamento do arguido da residência, de regulação provisória das responsabilidades parentais e atribuição provisória de pensão de alimentos".

Uma "medida precipitada" 
  Para o CSMP, a "abertura de um inquérito não é suficiente para desencadear os procedimentos propostos". "Afastar o arguido do seu domicílio - por mais bem intencionada que seja a medida - apenas com base na notícia do crime é uma medida precipitada que, irremediavelmente, colide com a presunção de inocência", considera este organismo, sublinhando que "a notícia do crime pode ser falsa, forjada pelo cônjuge ou até por terceiros apenas para prejudicar o visado".

E pode até prejudicar a vítima: o "procedimento para regulação provisória das responsabilidades parentais, com atribuição provisória de pensão de alimentos e o afastamento do agressor poderá inviabilizar qualquer possibilidade mínima de investigação". Logo, "a condenação do agressor e a resolução definitiva da situação". "Em vez de ser um benefício, um procedimento demasiado célere poderá redundar num claro prejuízo", diz o órgão disciplinar do Ministério Público, que aponta ainda a "ambivalência de muitos cônjuges vítimas de violência doméstica", que "oscilam, repetidamente, entre a acusação e o perdão". O que torna a "recolha de outros indícios, a coberto do segredo de Justiça, imprescindível ao sucesso do projecto".

Já a PGR tem um entendimento diferente sobre a questão. Não chega sequer a pronunciar-se sobre a substância: "A medida de afastamento do arguido da residência já existe enquanto medida de coacção específica." O Código do Processo Penal estabelece que, face a "fortes indícios da prática de crime" punível com pena de máximo superior a três anos (o que enquadra a violência doméstica) um juiz pode ditar o afastamento "da residência onde o crime tenha sido cometido ou onde habitem os ofendidos".

Associações querem mudanças 
A questão do momento em que pode/deve ser decretado o afastamento de casa de um alegado agressor, em casos de violência doméstica, é um debate já longo, mas sem consenso. Associações que lidam com casos de violência doméstica, como a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) ou a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) têm vindo a pedir alterações à lei, apontando a falta de medidas de protecção imediata. Ou seja, quando uma vítima apresenta queixa e regressa depois a casa, ao convívio com o agressor, seja porque não tem alternativa de alojamento ou por causa dos filhos. A APAV já sugeriu, aliás, que face à apresentação de uma queixa sejam os próprios órgãos de polícia criminal a poder emitir uma ordem de afastamento imediato.

Elza Pais, primeira subscritora do projecto socialista, admite que o afastamento imediato é uma "medida difícil de executar", mas é também "das mais necessárias" para combater os números trágicos de homicídios conjugais em Portugal. A deputada diz que o projecto que vai a debate no início de 2015 "está aberto a todas as possibilidades" no sentido de encontrar a melhor resposta.

* O importante é uma investigação imediata a seguir à denúncia de violência, para que a vítima não acabe em cadáver.


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 MALABARISMOS
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HOJE NO
"A BOLA"

Para a imprensa alemã, Ronaldo é o
. quarto melhor desportista do ano

Cristiano Ronaldo foi eleito pela imprensa alemã o quarto melhor desportista de 2014.


NÃO HÁ PODIO PARA ESTES ESFORÇADOS ATLETAS?
O pódio é composto pelo piloto britânico Hamilton, no primeiro lugar, pelo guarda-redes do Bayern de Munique, Manuel Neuer, no segundo lugar, e o tenista sérvio Novak Djokovic, no terceiro lugar.

* Esta classificação é uma pacovice pegada, como é possível comparar o automobilismo, ténis e futebol, então  o golfe, e o atletismo para não falar de outras modalidades com notáveis atletas?
A comunicação social alemã queria meter o Neuer no assunto.



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 T-SHIRTS
SORRIDENTES/24














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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

“É preciso virar as salas de aula
 ao contrário” 

Motivar os professores, muitos vídeos nas aulas, fazer os trabalhos de casa na escola. Salman Khan já tem mais de 2000 videos no Youtube, fundou a Khan Academy e está a revolucionar a educação.

Educar e ensinar não é fácil, mas é possível potenciar o potencial de cada criança. E como é que isso se faz? É a resposta a esta pergunta que motivou Salman Khan a fazer um vídeo para as primas mais novas tirarem melhores notas na escola. A ferramenta interativa prendeu a curiosidade das meninas, que podiam rever o vídeo à medida da sua compreensão. Não tinham a pressão de ter de apreender tudo naquele segundo — como um professor que debita matéria sem travão.
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O caso aconteceu em 2004 e os resultados inspiraram o analista financeiro a fundar a Khan Academy  em 2006. Agora tem mais de 2000 vídeos no Youtube e é apontado como um dos “melhores professores” da atualidade. A academia online de educação é de acesso grátis. Tem 15 milhões de utilizadores registados, dos quais 500 mil são professores. E não falta trabalho: diariamente, o site dispõe de muitos problemas matemáticos para resolver, vídeos sobre ciência, economia, finanças, artes e humanidades. Desde “o que são as células” até “o que é a inflação”, está tudo explicado na academia de Khan.

O protagonismo que a academia adquiriu fez com que Salman se tornasse um verdadeiro conselheiro no que respeita à educação. Salman Khan diz que é preciso virar as salas de aula ao contrário e sugere que, em vez de os alunos passarem muito tempo a fazer trabalhos de casa, em casa, devem fazê-lo na escola — é lá que os problemas devem ser trabalhados e isso permite que ganhem o seu próprio ritmo junto dos outros.

O objetivo do professor não deve ser “despachar trabalho para os alunos”, mas sim pensar na melhor forma para desenvolver as capacidades de todos os elementos do grupo. Primeiro, Khan lança uma ideia que deve estar clara em todas as escolas: as pessoas não aprendem todas ao mesmo ritmo. Como tal, a melhor atitude não é travar a evolução dos melhores alunos, mas sim trabalhar mais com os que estão a ficar para trás.

Para Khan, “não faz sentido que um aluno que já tenha entendido tudo daquela matéria tenha de ouvir tudo outra vez como o aluno que está completamente perdido”, contou à Forbes. Antes de passar à próxima matéria, a anterior tem de ficar bem apreendida — não podem ficar lacunas na aprendizagem. As ferramentas de trabalho devem ir além do quadro e do giz: os vídeos e as infografias são meios interativos a ser usados pelos pais e professores.

A motivação é mais uma das chaves para o sucesso. Um professor deve ver o desenvolvimento do aluno como uma compensação pessoal — e deve ser essa a sua motivação. Para Salman Khan, há um conselho que todos os professores deviam anotar na sua agenda. “Os alunos aprendem melhor quando as escolas respeitam a sua curiosidade natural e inteligência e, sobretudo, quando lhes dão a chance de conseguirem um entendimento intuitivo”.

* Amanhã domingo, 27/12, às 21 horas, editaremos neste blogue uma alocução sobre o assunto desta notícia.

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Só na Finlândia

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DINHEIRO VIVO"
Um em cada 4 trabalhadores 
dos hipers é temporário

O trabalho temporário abrange praticamente um quarto (26,4%) dos trabalhadores ao serviço das grandes unidades comerciais, que no total empregam quase 100 mil pessoas, segundo dados do INE.

O comércio perdeu quase quatro mil empresas e 20 mil trabalhadores, mas manteve o volume de negócios, num só ano, de 2012 para 2013.

Por outras palavras, tudo culminou no apuramento de um total de 232 mil empresas (22% da totalidade do setor empresarial), que empregavam 733 mil trabalhadores (21,3%), e geraram um volume de negócios de 119,6 mil milhões de euros (37,0%).

No caso concreto das chamadas "Unidades comerciais de dimensão relevante", o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou que empregam 98,7 mil pessoas, das quais 26,4% estavam em trabalho temporário, ou seja, quase um em cada quatro trabalhadores está abrangido por este regime. Também se conclui que 70,7% do pessoal ao serviço eram mulheres.

"Perecariedade é exagerada"
Em relação ao regime laboral praticado nas grandes unidades comerciais, o sindicato encara os números "sem surpresa", para lamentar que, "nos super e nos hipermercados, a precariedade é exagerada", como comenta Jorge Pinto, coordenador da Direção Regional do Norte do CESP.
"Nem todas as empresas do setor têm a mesma taxa de precariedade, mas é um recurso persistente, sobretudo, por ocasião dos picos de venda, uma situação contra a qual temos vindo a lutar", sublinha Jorge Pinto.
Quanto à dinâmica do setor - de estar a perder empresas e trabalhadores, mas a manter o volume de negócios -, o sindicalista entende que "esse só pode ser o resultado das fortes campanhas que as empresas estão a desenvolver para fidelizar clientes, com cartões e descontos".

Margens a duplicar
Mas as grandes unidades destacam-se ainda por outra realidade. Segundo o INE, as empresas do comércio a retalho do "grupo 471", onde se incluem hipermercados, supermercados e outras grandes superfícies dedicadas à venda de bens variados, foram as que "obtiveram a mais elevada margem comercial": 170 mil euros por empresa, "valor que representa mais do dobro das margens por empresa observadas na maioria dos restantes grupos de comércio a retalho".

Marca própria
Em 2013, a venda de produtos de marca própria abrangeu 34,9% do volume de vendas global do segmento alimentar (em 2012 era 34,4%), enquanto no segmento não alimentar representou 48,0% do volume de vendas (48,4% em 2012).

* O único significado para "trabalho temporário" é permanente escravatura. 
Agradeçamos aos empreendedores Belmiro de Azevedo, Alexandre Soares dos Santos e patrões estrangeiros do Auchan, Lidl, Aldi e outros, que tão bem escravizam os trabalhadores portugueses com a conivência do PSD, PS e CDS.


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SENHOR LADRÃO!






























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