segunda-feira, 17 de novembro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE NÓS


  "CORROMPEMOS"!







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"É"  SÓ CERTEZAS





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2-KORPER 


INTÉRPRETES 
LUC DANBERRY, SIGAL ZOUK, TAKAKO SUZUKI, GRAYSON MILLWOOD, LISA DENSEM, NADIA CUSIMANO, DAVIS CAMPLANI, JOAKIM NABI, LAURIE YOUNG, NICOLA MASCIA, CLAUDIA DE SERPA, JUAN ESNAOLA, VIRGIS PUODZUNIAS

MÚSICA

HANS PETER KUHN

COREOGRAFIA

SASHA WALTZ








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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Ficção da SIC bate reality show da TVI

Apesar de continuar a ser líder de audiências aos domingos à noite, ‘Secret Story – Casa dos Segredos’ (TVI) está longe de ser um produto vencedor nas noites de segunda a sexta-feira. O reality show é, desde a estreia, derrotado pela novela ‘Mar Salgado’, da SIC, naquele que é o horário da televisão portuguesa mais apetecível do ponto de vista comercial (entre as 20h00 e as 23h00).
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Estreada a 15 de setembro, a trama protagonizada por Margarida Vila-Nova e Ricardo Pereira somava, até à passada sexta-feira, uma audiência média acumulada de 1 430 260 telespectadores (31% de share médio), de acordo com os dados da GfK divulgados pela Comissão de Análise de Estudos de Meios.

Já os diários da noite e o programa de nomeações do reality show apresentado por Teresa Guilherme são vistos por uma média de 1 294 700 telespectadores (27,5% de share médio). Ou seja, uma diferença média de 135 560 pessoas. ‘Mar Salgado’ confirma assim ser um "tsunami" de audiências, como o caracteriza Luís Marques, diretor-geral da SIC, e consolida a posição da estação de Carnaxide como líder na ficção nacional. De resto, ‘Mar Salgado’ ocupa atualmente o oitavo lugar na lista das novelas nacionais mais vistas do século XXI.

Quanto a ‘Casa dos Segredos’, que estreou a 21 de setembro, está abaixo das expectativas da TVI, que esperava com este produto voltar à liderança no horário nobre, como afirmaram Luís Cunha Velho, diretor-geral, e Bruno Santos, diretor de programas, aquando da apresentação da quinta edição do formato. Ainda assim, Teresa Guilherme garante: "Tem-nos corrido bem."

* Se não estamos em erro, é a primeira vez que um outro programa de TV, ultrapassa o share daquela coisa abjecta e sórdida que serve de montra aos valores mais miseráveis da alcoviteirice e pobreza de espírito. 
Mas o  programa tem um mérito, é o melhor indicador do que os sucessivos governos têm feito pela educação e cultura em Portugal.
OH MAR SALGADO, QUANTO DO TEU SAL....

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 2. A EVOLUÇÃO 

GEOLÓGICA

DO PLANETA TERRA 




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Amanhã assinala-se Dia Europeu dos Antibióticos 
Francisco George alerta para uso racional 

 A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real, associa-se amanhã ao Dia Europeu dos Antibióticos, com a realização de uma palestra que tem como objetivo alertar para o uso racional destes medicamentos.
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 O diretor-geral de Saúde, Francisco George marca presença neste evento. 
 O Dia Europeu dos Antibióticos, celebrado a 18 de novembro, é uma iniciativa europeia que visa sensibilizar a comunidade em geral para a ameaça que a resistência aos antibióticos representa para a saúde pública, bem como promover o uso racional dos mesmos. 

Os indicadores mais recentes confirmam o aumento a nível mundial do número de doentes infetados por bactérias resistentes e que a resistência a estes fármacos constitui uma grave ameaça em saúde pública. 

* Antibióticos, temos escrito várias vezes, como muitos outros medicamentos, só por prescrição médica. Não se auto medique.

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MINUTOS DE


CIÊNCIA/22


PORQUE A MISSÃO

ROSETTA

É TÃO IMPORTANTE?





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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Morreu a cara mais conhecida 
da meteorologia em Portugal

O meteorologista morreu esta segunda-feira, anunciou o IPMA.

O meteorologista Anthímio de Azevedo morreu esta segunda-feira, aos 88 anos, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O IPMA lembra que Anthímio de Azevedo foi "um dos maiores profissionais portugueses de meteorologia e grande divulgador da meteorologia e da física do clima", e diz que o seu desaparecimento "deixa a meteorologia nacional de luto". 


O colega Costa Alves lembra a "maneira muito especial" de comunicar do seu colega Anthímio de Azevedo. "É um marco da entrada da meteorologia na informação pública televisiva", disse à agência Lusa, lembrando que, quando se tornou meteorologista, foi recebido na profissão pela geração de que fazia parte Anthímio de Azevedo.

"Quando entramos sentimos o ambiente positivo gerado pelos que já estão na profissão, que nos abrem caminhos, que nos ensinam", acrescentou, adiantando que viria mais tarde a fazer equipa com Anthímio de Azevedo, nos serviços meteorológicos na estação de televisão privada TVI. Dessa altura recorda "a sua maneira especial de ser, a forma como publicamente apresentava a sua análise dos acontecimentos meteorológicos, a sua expressividade e a capacidade de alcançar quem o via e ouvia", sublinhou.

Anthímio José de Azevedo nasceu em Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel, Açores, a 27 de Abril de 1926. Frequentou o Liceu Antero de Quental e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde se formou em Ciências Geofísicas. 

Este homem das ciências e, em particular, da meteorologia, tornou-se conhecido de quase todos os portugueses quando começou a entrar pelas suas casas, através do pequeno ecrã: em 1964 começou a apresentar o boletim meteorológico na RTP e era ele que dizia ao país que tempo ia fazer no dia seguinte - uma atividades que manteve, com algumas interrupções, até 1990.

Fez o seu percurso profissional no Serviço Meteorológico Nacional e no Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica, antecessores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera. O último cargo institucional que ocupou foi o de diretor do serviço de meteorologia dos Açores, de onde era natural.

Depois de aposentado, manteve a sua atividade de divulgação das previsões meteorológicas, nomeadamente na estação privada de televisão TVI (1992 - 1996). Dedicou-se ainda à escrita e tradução de livros científicos, com foco na meteorologia e climatologia e interesse particular pelos fenómenos de tempo adverso e mudanças climáticas.

* Um homem que nos anunciava a borrasca e continuávamos a gostar dele. Um cidadão.


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JOSÉ EDUARDO MARTINS

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A quadratura do círculo

Nada melhor para evitar o presente que fazer sonhar com o futuro. Se sempre funcionou no passado com os Estados Gerais, as Convenções e as paixões de Guterres e Sócrates também há-de funcionar agora

Se é verdade que a história se repete, talvez haja poucos sítios onde repita tanto como por cá.

Em 1890, na revista de Portugal, Eça de Queiroz, feito espectador, escrevia que, depois do ultimatum: "… se pode supor, que a nação enfim desperta do seu sono ou indiferença, pronta a retomar a posse de si mesma, e certa de que a vida que vinha levando nos últimos vinte anos a votava irrevogavelmente às humilhações e aos desastres, decidira, num ingente esforço de vontade começar uma vida nova…"

Era assim que estávamos quando nos caiu em cima a terceira bancarrota da democracia. Só que:

"… a ilusão breve se sumiu pelos ares… mas se o ultimatum não logrou produzir um movimento que viesse trazer transformações essenciais à nossa vida administrativa e económica… as manifestações tumultuárias que o acompanharam, vieram alterar o equilíbrio dos elementos regulares com que a política jogava, fazendo nela aparecer elementos novos, novos factores com que é forçoso doravante contar, e que, coisa estranha!, fazem o Portugal de 1890, politicamente diferente do Portugal de 1889."

E aqui estamos, três anos depois dos sacrifícios que a memória curta alcandorou a patamares de sacrifício que "obrigavam" à dita mudança.

Vinham aí as "reformas". E, como de costume, pagámos os impostos… As reformas, descobrem todos os Calistos à chegada, são coisa mesmo difícil.

António Costa, que tem a seu favor umas mãos politicamente calejadas, sabe-o bem e sabe o que aí vem.

Sabe que precisa de criar a ilusão de que a mudança depende mais dele do que alguma vez acontecerá ao mesmo tempo que se compromete com cada vez menos, para que a tolerância, cada vez menos elástica, se estenda muito mais que a passadeira que, agora lhe querem pôr à frente.

Daí à "Agenda para década" foi um saltinho. Nada melhor para evitar o presente que fazer sonhar com o futuro. Se sempre funcionou no passado com os Estados Gerais, as Convenções e as paixões de Guterres e Sócrates também há-de funcionar agora…

Sobretudo se acompanhadas de umas proclamações - " se pensarmos como a direita, acabamos a governar como a direita!" - para desarmar - esforço porventura desnecessário -, os movimentos políticos que cá sonhavam poder como o Podemos, mas que se reúnem só para admirar o busto do secretário-geral do PS.

Como o Dr. Costa não pensa como a direita já não precisa de se maçar com os detalhes do dia-a-dia até à chegada do futuro.

Reposição de cortes, aumento "gradual" do salário mínimo, pagamento ou reestruturação da dívida, fiscalidade, sustentabilidade da segurança social? Tudo isso será fácil, pois não pensamos como a direita! De "reformas", nem pio, claro está, se ninguém as conseguiu até hoje…

Para distrair ainda mais, vem o Dr. Santos Silva, com a bravata do costume, a explicar que, são diferentes e por aqui não vai haver Hollandices - enquanto sobre o Tratado Orçamental e a sua revisão, nem pio que a Sr. Merkel já mandou calar tanto socialista que ainda repara neles…

E assim chegamos a 2015, que só parece diferente de 2011 porque já nos esquecemos de 2005. Ou 1995. Com memória de gaivota cá vamos deixando o Dr. Costa fazer a quadratura do círculo para que tudo recomece. Na Câmara, a governar, vai aumentado impostos e taxas. Na oposição é só amanhãs que cantam.

Voltando a Eça: "É a nossa pobreza geral que complica singularmente a nossa vida política". A nossa complacência também ajuda muito, acrescentaria eu em contradição apenas aparente.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
11/11/14



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336.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
"RECORD"

Rui Costa com confiança fortalecida

Rui Costa voltou a reunir os seus amigos e fãs para um passeio na Aguçadoura(Póvoa de Varzim), a sua terra natal, mas desta vez sem a camisola de campeão do Mundo, que envergou na edição anterior e durante a época de 2014. 
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Não ter revalidado este estatuto não belisca, de forma alguma, a admiração e respeito nutridos por quem o idolatra. “Ser campeão uma vez foi muito bom. Há quem não ganhe essa camisola”, lembrou o ciclista, que já não terá de lidar com a pressão extra inerente ao equipamento arco-íris.

“Quando somos campeões do Mundo não passamos despercebidos a ninguém. Espero que 2015 seja um bom ano e acredito que será mais tranquilo nesse aspeto e que eu poderei sentir um maior alívio. Acabar como n.º 1 do Mundo? É difícil, mas vou fazer o meu melhor”, afirmou Rui Costa, antes da partida para o passeio matinal.

Após um ano em que o poveiro tornou a vencer Volta a Suíça e fechou no 4.º lugar do ranking mundial, o líder da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC)pediu “mais respeito pelos resultados e pelo que o Rui Costa representa no ciclismo”. “Normalmente quem leva a camisola arco-íris faz uma má época. O Rui teve boa temporada, com excelentes resultados”, comentou Delmino Pereira, frisando que “Rui era o alvo a abater e isso dificultou” o seu desempenho. “Voltará a deliciar-nos com grandes exibições e momentos de emoção em 2015”, disse.

Se no ano passado foi o corredor da Lampre-Merida a desfilar a camisola arco-íris, ontem foi Ivo Oliveira a fazê-lo, como campeão do Mundo de juniores de perseguição individual, no ciclismo de pista. “Até parece que trocámos. Mas o Rui continua a ser um grande campeão para nós”, atirou Ivo, garantindo que “a admiração de todos pelo Rui vai manter-se”. “Ele fará nova época excecional”, destacou.

No total, participaram cerca de mil pessoas – à tarde houve uma prova em circuito –, entre as quais Nelson Oliveira, Bruno Pires, Manuel Cardoso, Domingos e José Gonçalves. As receitas reverteram para a associação Ajudaris.

* Isto é desporto.

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 OS MEROS DA


ILHA DA MADEIRA







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23- A HISTÓRIA


DO AUTOMÓVEL



MAIS HISTÓRIAS NA HISTÓRIA





ATENÇÃO SRS./AS VISITADORES/AS


Esta série foi difundida pela TVE, Rede Minas, em 1986, é portanto muito datada. No entanto até à data indicada, o seu conteúdo tem rigor histórico.


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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

 Ministro da Justiça timorense
 promete reponderação após 
expulsão de magistrados

O ministro da Justiça de Timor-Leste afirmou, esta segunda-feira, em Lisboa, que as autoridades timorenses vão fazer "uma reponderação" sobre as decisões que levaram à expulsão de funcionários judiciais portugueses e anunciou que a cooperação com Portugal será reformulada.

"Da parte de Timor, claro que haverá uma reponderação sobre o que aconteceu", disse o governante timorense, Dionísio Babo, aos jornalistas, no final de uma reunião de duas horas com a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, que acompanhou o seu homólogo timorense até ao exterior do ministério da Justiça, despedindo-se dele com um abraço e um beijo, mas sem prestar declarações aos jornalistas.  
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O ministro da Justiça de Timor referia-se à expulsão de seis funcionários judiciais e de um antigo oficial da PSP portugueses, além de um procurador cabo-verdiano.

Dionísio Babo disse que a reunião com a sua homóloga "foi muito positiva".

Questionado sobre se a cooperação entre Portugal e Timor se manterá suspensa - como Paula Teixeira da Cruz anunciou, na sequência da decisão do Governo timorense -, o governante timorense disse que tal será avaliado pelos executivos dos dois países. 

"Vamos ver isso juntamente. Claro que a senhora ministra tomou a sua decisão e respeitamos aquilo tudo que foi decidido aqui em Portugal, principalmente pelo Ministério da Justiça", referiu, acrescentando: "Vamos reformular a forma de cooperação que podemos alcançar mais positivamente no futuro".
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Questionado sobre se o Governo de Timor-Leste, chefiado por Xanana Gusmão, admite ter cometido um erro, Dionísio Babo destacou que "uma cooperação" obriga a que ambas as partes tenham "o dever de cumprir coisas". 

"Deixo aqui claramente que o povo timorense tem muito respeito ao povo português e a Portugal", disse, justificando a decisão: "O que aconteceu há umas semanas atrás foi uma coisa que o Estado timorense devia ter feito no âmbito do que aconteceu lá". 

"Eu compreendo a opinião pública daqui e espero que Timor, com esse acontecimento, vai reavaliar também", acrescentou.
Sem nunca assumir se veio a Lisboa pedir desculpa pela expulsão dos magistrados, referiu que a ministra portuguesa "compreende muito bem a situação que Timor está a atravessar", mas disse entender igualmente "a posição de Portugal". 

Sobre o estado da relação entre os dois países, Dionísio Babo afirmou que é "muito positiva e excelente" e que "esta questão da justiça não deve ser um empate".
O governante timorense disse ainda que esta terça ou quarta-feira deverá reunir-se "com a procuradora-geral e com o presidente do Conselho Superior de Magistratura". 
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A expulsão dos magistrados, no início do mês, foi justificada, em entrevista à Lusa, pelo primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, porque os responsáveis pelo setor judicial timorense não acataram a resolução que determinava a suspensão dos contratos e a realização de uma auditoria ao setor.

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros português, Rui Machete, disse na semana passada ter "uma fundada esperança" de que a perturbação com Timor-Leste, que expulsou seis magistrados portugueses, seja ultrapassada rapidamente, permitindo prosseguir com a cooperação bilateral.

* 90% da população timorense não tem ainda hoje água canalizada e electricidade em casa, mas Timor tem petróleo cujas mais valias vão para o bolso dos gananciosos politicos deste actual governo e dos outros anteriores. Nenhum político em Portugal tem coragem de dizer o que atrás escrevemos, aos carrascos do povo daquele país. 
Este ministro atreve-se a falar em nome do povo de Timor quando na verdade faz parte do bando do covil.


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 Aretha Franklin

I Never Loved A Man

(The Way I Love You)

In Performance at the White House 2014-Women Of Soul
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HOJE NO
   
"JORNAL DE NEGÓCIOS"


Escravidão afecta mais de 35 milhões
 de pessoas no mundo

Só a Índia, a China e a Rússia representam metade do total de pessoas alvo de escravidão no mundo, segundo o relatório publicado pela Walk Free Foundation. Portugal encontra-se o final da tabela a nível europeu, ocupando a 28ª posição e é o 23º país do mundo com melhores políticas para combater a escravidão. 
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A Fundação Free Walk (WFF, pelas suas siglas em inglês) é uma ONG com sede na Austrália que todos os anos publica um relatório sobre os níveis de escravidão moderna no mundo. Este ano o relatório revela que mais de 35 milhões de pessoas no mundo estão submetidas a alguma forma de escravidão. Em causa estão trabalhos forçados, o tratamento de pessoas, os casamentos forçados, os serviços por dívidas e a exploração sexual.
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Dentro da listagem destacam-se cinco países, os quais representam 61% da escravidão total. A liderar o ranking está a Índia com cerca de 14 milhões de pessoas escravizadas, seguida pela China, com 3,2 milhões, Paquistão, com 2 milhões, Uzbequistão, com 1,2 milhões, e a Rússia, com 1,05 milhões.

Portugal, incluído na listagem, aparece no lugar número 157 no âmbito internacional e no final da tabela a nível europeu, ocupando a 28ª posição. Segundo este estudo, 1.400 portugueses sofrem alguma forma de escravidão moderna, o que representa 0,013% do total da população nacional. Igualmente, Portugal é identificado neste relatório como o 23º país do mundo com melhores políticas para combater a escravidão. 

* Vergonhoso, os líderes da ìndia, Russia e China ainda falam de democracia.

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ESTOIROU!!

 Um erro na programação disparou tudo ao mesmo tempo

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HOJE NO
"DESTAK"

Detido homem por furto de esmolas
 no Santuário de Fátima 

A GNR anunciou hoje a detenção de um homem de 60 anos, em flagrante delito, por furto de esmolas no Santuário de Fátima. 
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Em comunicado, a GNR adianta que a detenção do indivíduo, residente no concelho de Vila Nova de Gaia, "foi fruto de diligências de investigação que decorriam por se suspeitar de furto do interior das caixas de esmolas no Santuário de Fátima". 

 "As diligências de investigação, levadas a cabo por elementos do Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Tomar, culminaram na detenção do suspeito pelas 06:20 do dia de hoje", adianta a GNR. 

* Este larápio não tinha 3 milhões de euros,  senão andava à solta e passava os fins de semana na Comporta.

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ASSAZ COOL


 VENTOÍNHA PORTÁTIL



 SOS MÃE



CACHECOL REFRESCANTE



 TOALHETES REFRESCANTES



 CARRINHO COM PROTECÇÃO SOLAR



 BONÉ VENTILADO



 BONÉ EVAPORADOR



 BANDOLETTE REFRESCANTE



LENÇO DE CABEÇA COM PALA

 CASACO REFRESCANTE



CHAPÉU GIRATÓRIO





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HOJE NO
"i"

23 milhões de pessoas fizeram
 operações plásticas em 2013

Os números em Portugal são uma incógnita já que não é obrigatório comunicá-los nem a organismos oficiais nem as sociedades científicas

O que é que leva 23 milhões de pessoas a fazer cirurgias plásticas? Os números não são obviamente nacionais - por cá não há registo de valores totais - mas são o retrato do que se passa pelo planeta. Em 2013, o número de pessoas equivalente a duas vezes a população de Portugal somada à da Mongólia, deitou-se numa mesa de operações para corrigir algum tipo de imperfeição. Os números são da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS). 
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Se do lado médico não há grandes dúvidas em mergulhar nesta especialidade médica - é uma das mais lucrativas, orientada para melhorar a aparência física e não para melhorar funções ou tratar doenças - do lado do paciente restam cada vez menos motivos para não se submeter a estes procedimentos. Nos últimos anos, com a crescente valorização da aparência, a cirurgia estética é vista como uma solução para problemas psicológicos e como uma resposta à crescente recessão e incerteza no mercado de trabalho - o que não deixa de ser paradoxal numa altura em que atravessamos uma crise económica. 

Do lado da procura, as mudanças dão-se devagarinho. As mulheres continuam a ser as que mais recorrem a este tipo de intervenção e representam 87,2% do mercado. Os homens, com uns residuais 12,8%, começam a dar os primeiros passos e a procura masculina tem crescido gradualmente de ano para ano.

O que eles querem  
As cirurgias mais pedidas pelos homens são as correcções do nariz, das pálpebras e das famosas gorduras da barriga "conhecidas como pneus", explicou ao i o cirurgião Hélder Silvestre. "Os homens têm vindo a procurar cada vez mais a cirurgia estética, o que significa uma sociedade mais liberta de preconceitos. É um fenómeno muito urbano, encarado com normalidade. Porque é que um homem não pode retocar o seu perfil, corrigir umas gorduras ou corrigir as orelhas? Penso que ninguém critica com preconceito estas opções dos homens dos dias de hoje", referiu ao i o presidente da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e Estética (SPCPRE), Francisco Ribeiro de Carvalho. 

Além da motivação, as expectativas dos pacientes também merecem especial cuidado, como explicam os próprios cirurgiões. Pessoas insatisfeitas consigo próprias - e que projectam na cirurgia plástica a expectativa de resolução dos seus problemas - tendem a ficar insatisfeitas com os resultados finais, por melhores que sejam, já que a cirurgia não resolve conflitos pessoais, familiares e profissionais. Também é importante que o paciente que se submete à intervenção consulte um cirurgião plástico devidamente certificado. "Há uma série de pessoas que praticam na área da cirurgia plástica e do antienvelhecimento que não estão habilitadas. O portal da Ordem dos Médicos tem a lista completa dos cirurgiões plásticos habilitados", alerta Hélder Silvestre. 
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Em relação a Portugal, não há números sólidos sobre operações plásticas porque "não há obrigatoriedade de comunicação para qualquer base de dados, nem para os organismos oficiais ou sociedades científicas", referiu o presidente da SPCPRE. "Como a esmagadora maioria destas operações são realizadas em clínicas e hospitais privados não há possibilidade de saber com qualquer rigor esse número", acrescentou. A existência de um portal com estatísticas seria de todo conveniente porém "há questões de direito à privacidade e teriam de ser as entidades oficiais a promover esse aspecto".

O que precisa de saber antes de fazer uma cirurgia
•  Certifique-se que o cirurgião que o vai operar é um médico qualificado, especialista em Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e Estética. 

•  Não se deixe impressionar pelos títulos exibidos por alguns profissionais, muitos dos quais nem são cirurgiões. Informe-se junto da Ordem dos Médicos, se determinado médico está inscrito no Colégio da Especialidade de Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e Estética, que são os médicos legalmente habilitados a fazerem Cirurgia Estética. A Sociedade Portuguesa de Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e Estética, também pode ajudá-lo a seleccionar um especialista qualificado. 

•  Informe-se sobre os aspectos técnicos que envolvem a intervenção que pretende fazer e que riscos lhe estão associados e se são razoáveis as expectativas sobre o resultado que pretende. 

•  Assegure-se de que está completamente informado sobre todos os aspectos relacionados com a intervenção. Nenhuma intervenção, nem nenhum cirurgião estão 100 % isentos de riscos. 

•  Sinta-se confiante com o cirurgião, o anestesista, a equipe, a clínica ou o hospital que escolher para realizar a sua intervenção. Não se deixe operar em consultórios ou locais sem condições de segurança, sem equipamentos necessários em caso de emergência. 

•  Escolha a melhor altura para a sua operação. Evite ser operado se está deprimido, se está com problemas no seu emprego, com a sua família, se não está bem emocionalmente. Decida operar-se para se sentir bem consigo próprio, não para agradar a alguém. 

•  Desconfie das consultas grátis e dos adiantamentos de honorários não reembolsáveis em caso de desistência. 

•  Faça a preparação pré- operatória aconselhada. Respeite as recomendações do seu médico. 

•  Evite fazer vários procedimentos de grande cirurgia no mesmo tempo operatório. As complicações cirúrgicas também aumentam com o aumento do tempo de cirurgia. 

•  Respeite as instruções no pós-operatório. 

•  Não esqueça que submeter-se a uma cirurgia é um assunto sério. 

* Só de se ler fica-se quase mais bonito.


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SÓ PRA QUEM PODE


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HOJE NO
"A BOLA"

João Sousa termina ano 
no 54.º lugar do ranking mundial

O português João Sousa encerrou a temporada no 54.º lugar do «ranking» mundial, numa lista que confirma o sérvio Novak Djokovic como número um, após a vitória nos Campeonatos ATP, em Londres.
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É a terceira vez, nos últimos quatro anos, que Djokovic encerra a época como líder do ranking mundial, tendo tido a ameaça do suíço Roger Federer, que terminou a temporada na segunda posição.

Quanto a João Sousa, o português terminou a época abaixo do top-50, isto após ter alcançado a melhor classificação de sempre (35.º a 14 de julho).

* Tem todas as condições para no próximo ano ficar acima dos 40, mesmo assim, no ténis, foi quem até hoje nos deu mais alegrias.



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O TOPO EM 2014


Nikon D4S


Nikon D3300


Canon Powershot N100


Fujifilm X100S Black


Panasonic Lumix LZ40


Panasonic Lumix TZ60


Samsung Galaxy Camera 2


Samsung NX30


Polaroid Socialmatic


Sony Alpha 5000





















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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
DA MADEIRA"

Todos os dias nove crianças sofrem 
uma queda com consequências graves

 Todos os dias nove crianças, em média, sofrem uma queda com consequências graves, acidente que matou 109 crianças e jovens em Portugal nos últimos 14 anos, revela hoje um estudo da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI).

Com o objetivo de “caracterizar as quedas nas crianças e jovens, e promover um conhecimento mais aprofundado das suas consequências e condições em que ocorrem”, a APSI realizou um estudo retrospetivo sobre este tipo de acidente entre 2000 e 2009, que agora atualizou a partir da análise de dados disponibilizados por diferentes organismos.

O estudo refere que “as quedas são a maior causa de idas às urgências e de internamentos, representando 4% das mortes acidentais com crianças e jovens” em Portugal.
UMA CRIANÇA QUASE A CAIR CONTRA A MÃO DO PAI

Entre 2000 e 2013, pelo menos, 109 crianças e jovens morreram na sequência de uma queda e mais de 60.500 tiveram que ser internadas.

A maior parte das vítimas mortais era do sexo masculino (77%), com idades entre os 15 e os 19 anos (34%). Já 31% das vítimas tinham entre os zero e os quatro anos, 19% entre os cinco e os nove anos e 16% entre os 10 e os 14 anos.

Em metade dos casos, não é conhecido o tipo de queda que vitimou a criança. No entanto, nos casos em que foi possível identificar a causa, o estudo verificou que 30% das mortes resultaram de quedas de edifícios e outras estruturas, tendo a maioria das vítimas menos de nove anos.

Outros acidentes mortais resultaram da queda de uma cama, de uma árvore, de um penhasco, ou de mergulho ou de salto para a água.

Relativamente aos internamentos, o estudo refere que 69% eram meninos e as idades mais frequentes entre os cinco e os nove anos (29%), os zero e os quatro anos (28%), os 10 e 14 anos (26%) e os 15 e os 18 anos (17%).

A lesão traumática intracraniana foi a principal responsável por estas mortes e as quedas de altura elevada pelo maior número de internamentos (64%).
 
ESTA CRIANÇA TROPEÇOU E VAI DIREITINHA AO CINTO DA MÃE
Dados recolhidos pelo sistema ADELIA (Acidentes Domésticos E de Lazer), respeitantes a 54.889 idas às urgências entre 2003 e 2013, revelam que 41% das quedas aconteceram em casa e 35% nas escolas.
Em casa, 58% das quedas ocorreram com crianças até aos quatro anos, enquanto na escola a maior parte (51%) ocorreu com jovens entre os 10 e os 14 anos. Mais de 53% das crianças estavam a realizar atividades de lazer no momento da queda.

Quanto ao tipo de lesão, 42% das crianças sofreram contusões ou hematomas, 16% concussões, 12% esfolamentos e 12% ferida aberta, sendo os membros e a cabeça as partes do corpo mais afetadas (43% e 35% respetivamente).

O estudo de casos dos registos de recortes de imprensa da APSI (168 casos, entre 2000 e 2013) identificou as varandas e as janelas como os produtos mais vezes associados às quedas (40%), seguindo-se os buracos ou outras aberturas (9%) e as escadas (7%).

A APSI defende, no estudo, que “é necessário projetar e construir casas e escolas adaptadas às características e necessidades das crianças e urgente reabilitar os edifícios existentes”.
Observa ainda que “as quedas com consequências mais graves estão relacionadas com os espaços construídos e que a construção ainda não salvaguarda de forma eficiente a segurança das crianças”.

* Há outros dois tipos de quedas de crianças que a notícia não refere:
- A criança vem de "encontro" ao pai ou à mãe e rebola pela escada abaixo.
- A criança tropeça e vai de encontro ao punho, ou ao pé, ou incrivelmente até ao cinto de um dos progenitores.
Estas duas são as quedas mais graves que as crianças sofrem.

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