sexta-feira, 14 de novembro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE NÓS


  "ORÇAMENTAMOS"!



Há uma década que o país discute a evolução das despesas do Estado. O Observador preparou-lhe uma infografia interativa para que possa perceber o que é gasto em quê, com que impostos o pagamos.

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CU LTURA


















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  3-ARQUIVOS


EXTRA-TERRESTRES


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Maciço central da Serra da Estrela
Estradas de acesso encerradas devido à neve 

As estradas de acesso ao maciço central da Serra da Estrela encerraram hoje, às 15h30, devido à queda de neve que se verifica na montanha, informou fonte do Centro de Limpeza de Neve dos Piornos. 


 Segundo a mesma fonte, os troços entre Piornos/Torre e Torre/Lagoa Comprida está interdita à circulação rodoviária, não havendo indicação de quando poderá reabrir.

 "Continua a nevar com grande intensidade e, tendo em conta as previsões, já é pouco provável que hoje exista condições de segurança para reabrir", explicou. O Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para hoje "queda de neve acima de 1800 metros, descendo a cota para 1400 metros ao longo do dia". 

* Espectacular.


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I - A ATLÂNTIDA


1- O MISTÉRIO DOS MINÓICOS

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"


Há sete anos que os telemóveis 
são espiados pelo Governo norte-americano

A operação só foi revelada quinta-feira numa investigação do Wall Street Journal: o Departamento de Justiça instalou aparelhos em aviões para espiar os telemóveis dos americanos. 

Uma investigação do Wall Street Journal (WSJ) revelou quinta-feira que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos está a usar aviões para espiar milhares de telemóveis. 
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Esta agência governamental terá instalado aparelhos em aviões que simulam o comportamento das torres de telecomunicações para recolher informações de telemóveis.

Segundo o que fontes próximas da operação revelaram ao WSJ, este programa destinar-se-á a apanhar criminosos, mas acaba por envolver também milhares de outras pessoas, sem que se saiba se os dados das pessoas inocentes são devidamente apagados.

Há sete anos que o US Marshals Service (Serviço de Delegados dos Estados Unidos) usará estes aviões equipados com aparelhos chamados "dirtbox", que imitam as torres de comunicações e assim recolhem dados de identificação e localização dos utilizadores.

Os aviões saíam, alega o WSJ, de pelo menos cinco aeroportos metropolitanos, o que lhes permitia cobrir a maior parte da população dos Estados Unidos.

Esta recolha de informações permitia ao Departamento de Justiça contornar os mandatos necessários para obter os dados a partir das companhias telefónicas que operam as torres de comunicações. A "dirtbox" a bordo dos aviões comporta-se como essas torres, emitindo sinais que "pedem" aos telemóveis que respondam com a sua informação de identificação e localização, sendo que mesmo os telefones encriptados realizam estas comunicações com as torres de rede automaticamente. 

* Já se sabe há muito que os americanos espiam por tudo e por nada, a razão é porque têm pavor de si próprios.



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30-UM POEMA

POR SEMANA


EM LÍNGUA GESTUAL


PORTUGUESA


A poesia tem ritmo, cor, imagens, melodia.
Com som ou em silêncio o importante é sentir...

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interpretado por

AMILCAR FURTADO


ÚLTIMO POEMA DESTA PRIMEIRA SÉRIE


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HOJE NO
"RECORD"

Adepto do Chelsea vende carro 
para se sentar atrás de Mourinho


Não sabemos até que ponto o que está escrito no cartaz deste adepto corresponde à realidade, mas certamente conseguiu chamar a atenção de todos com a mensagem que mostrou durante o encontro de ténis entre Roger Federer e Andy Murray.

"Vendi o meu carro para me sentar perto do Special One", dizia o cartaz que o fã - presumivelmente do Chelsea - envergava, orgulhoso, enquanto as objetivas dos fotógrafos procuravam tirar o melhor plano do português José Mourinho.

* Fã é fã.


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LARA ALAMEH

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Washington 
dividida conseguirá 
dar respostas?

É verdade que os republicanos venceram as eleições intercalares. No entanto, a vitória não é necessariamente representativa da voz colectiva norte-americana

As eleições intercalares de 2014, tal como era esperado, concederam aos Republicanos (GOP) o controlo da Câmara dos Representantes e do Senado. Numa altura em que estão por apurar alguns resultados finais - e tendo em conta que ainda irá decorrer no início de Dezembro uma segunda volta para um lugar no Senado no estado de Louisiana - já sabemos que o GOP fortaleceu a sua presença no Congresso. 

A vitória republicana saldou-se por um ganho líquido de, pelo menos, dez lugares na Câmara e sete no Senado. No entanto, quando se aproximam as eleições presidenciais de 2016, a pergunta que continua por responder é qual o progresso que se pode esperar de um governo dividido. 

Governos divididos, nos quais partidos diferentes controlam a Casa Branca e pelo menos uma ou ambas as câmaras do Congresso, são a regra e não a excepção na história da política moderna americana. Com efeito, os Pais Fundadores desenharam, intencionalmente, um sistema de governo com freios e contrapesos, capaz de absorver as naturais tensões políticas que surgem numa democracia representativa. Por outras palavras, um certo grau de conflito é necessário e é uma parte integrante do processo democrático americano na medida em que estimula o debate nacional. 

Neste sentido, podemos argumentar que a situação actual consubstancia uma oportunidade para a Casa Branca e o Congresso demonstrarem a força da República Americana e provar aos seus cidadãos que é possível governar de forma eficaz. Todavia, existem alguns factores que podem tornar inevitável a colisão de agendas, resultando em impasses: um presidente impopular ansioso para construir o seu legado, um Congresso determinado a impedi-lo de fazer qualquer coisa que possa extravasar a sua autoridade constitucional e uma opinião pública focada apenas em resultados imediatos. No momento, são mais os desafios a enfrentar do que as soluções inequívocas. 

É verdade que a capacidade dos legisladores para governar efectivamente nos próximos meses dependerá, em grande medida, do nível de compromisso que estão dispostos a aceitar e da vontade do presidente Barack Obama para articular e trabalhar com os Republicanos. Mas, para que isso aconteça, todos terão de mostrar modéstia e honestidade quanto aos respectivos mandatos e quanto ao sentimento da opinião pública. Até porque 70 milhões de americanos, aptos a votar, não estão registados nos cadernos eleitorais. Eis a maioria silenciosa. 

Tanto a Casa Branca como os republicanos revelam alguma arrogância quando à natureza e significado dos seus respectivos mandatos. É verdade que os republicanos venceram as eleições intercalares. No entanto, a vitória não é necessariamente representativa da voz colectiva norte-americana. Menos de trinta e sete por cento dos eleitores inscritos participaram na eleição da semana passada e a caracterização demográfica daqueles que votaram demonstram que são os mais idosos, os mais ricos e wasp. Mas a apatia não ganha eleições, os votos sim. 

São os votos de 2016 que todos vão disputar, correspondendo a uma eleição na qual a participação é geralmente um pouco maior. O presidente Barack Obama faria melhor se cuidasse das suas feridas políticas em vez de atirar mais "lenha para a fogueira", ameaçando exercer uma autoridade executiva em áreas que são consideradas essenciais pelos opositores. Por sua vez, os republicanos precisam de reconhecer a sua responsabilidade na crise actual se pretendem aumentar e optimizar o alcance e a influência da sua pequena base eleitoral a nível nacional em 2016. 

Quando, em Janeiro, o presidente Obama fizer o seu discurso do Estado da União, será uma oportunidade para a Casa Branca comunicar as suas intenções e o seu compromisso de trabalhar com o Congresso. A reacção e a resposta dos Republicanos perante este mesmo discurso irá dizer-nos o quão movediças serão as areias do final de mandato e se uma democracia dividida consegue, efectivamente, dar as respostas necessárias.

Senior Fellow na Fundação Luso-Americana 

IN "i"
14/11/14


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333.UNIÃO


EUROPEIA














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HOJE NO 

"JORNAL DE NOTÍCIAS"


A indiferença perante violência doméstica

Uma experiência sociológica realizada por um coletivo sueco veio revelar a indiferença das pessoas quando se deparam com uma situação em que uma mulher está a ser vítima de violência física e verbal.

A organização sueca STHLM Panda filmou, com recurso a uma câmara oculta, dois casais em elevadores com mais pessoas.

A dado momento, os casais começam a discutir. Em todos os casos, a discussão vai subindo de tom, com as duas mulheres a serem vítimas de violência verbal e física. O vídeo publicado no Youtube mostra que quase todas as pessoas que partilham o elevador com os dois casais reagiram passivamente, limitando-se a mostrar algum incómodo e impaciência para sair do elevador.

 Apenas uma mulher, entre as 53 pessoas que presenciaram as discussões dos casais, interveio e avisou o homem: "Vou chamar a polícia se lhe tocar novamente". Todas as outras pessoas ignoraram a discussão e saíram do elevador sem comentar.

Uma outra mulher só reage para fazer um pedido ao casal: "Desculpe, pode deixar-me sair daqui antes de fazer isso". Numa das situações, a mulher é empurrada pelo companheiro contra a parede e agarrada pelo pescoço. Em outra, o homem parece que vai bater na companheira, ameaçando-a, de forma audível, de morte.

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Citado pelo "The Independent", Konrad Ydhage, co-criador do STHLM Panda, afirmou que realizou esta experiência para aumentar a consciencialização sobre a violência doméstica e para ver se as pessoas iam intervir "quando realmente era necessário". "Falamos depois com quase todas as pessoas que estiveram no elevador. A maioria disse que sentia vergonha por não ter reagido e disse que estava contente por ser uma experiência", disse Konrad Ydhage.

 "Algumas pessoas afirmaram que iam chamar a polícia, mas pensamos que isso é mentira. Filmamos durante dois dias e a polícia nunca apareceu", concluiu. Um estudo da Agência dos Direitos Fundamentais (FRA, na sigla em inglês), o maior sobre violência de género alguma vez realizado na União Europeia (UE), com 42 mil inquiridas (entre as quais 1.500 portuguesas) nos 28 Estados-membros, concluiu que uma em cada três mulheres europeias foi ou será vítima de pelo menos um episódio de abuso sexual, físico ou psicológico.

No início deste mês, e por ocasião das III Jornadas Nacionais Contra a Violência Doméstica e de Género, a secretária de Estado da Igualdade portuguesa, Teresa Morais, afirmou que a comunidade deve despertar para o problema da violência doméstica e denunciar estes casos, que constituem "uma grosseira e grave violação" dos direitos humanos.

Na mesma ocasião, Teresa Morais lembrou as mulheres assassinadas em contexto familiar, que este ano já eram 32. Citando os dados do Relatório Anual da Segurança Interna, a secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade referiu ainda que, em 2013, houve 40 homicídios conjugais, dos quais 30 foram de mulheres. 
 * A indiferença não é sueca, é europeia, é global.

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O SEGREDO 
DAS COISAS

 1 -PAPEL ALUMÍNIO

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I -JAPÃO

A MEMÓRIA DO IMPÉRIO SECRETO


1 -O ESTILO DO SAMURAI

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HOJE NO
   
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Três vinhos da região do Douro estão
. entre os dez melhores do mundo

O vinho do Porto Dow’s 2011 lidera o ranking anual de elite da reputada e influente revista norte-americana "Wine Spectator". As colheitas de 2011 do Chryseia e da Quinta do Vale Meão também integram o "top 10" de 2014.

O vinho do Porto Vintage Dow´s 2011, produzido pelo grupo Symington, foi eleito esta sexta-feira, 14 de Novembro, o melhor do ano para a revista "Wine Spectator", que provou 18 mil vinhos de todo o mundo e baseou a avaliação final nos critérios da qualidade, preço e disponibilidade. Este vinho fortificado obteve 99 pontos numa escala de 100.

O Chryseia 2011, produzido também pela Symington em parceria com um produtor de Bordéus, Bruno Prats; e o Quinta do Vale Meão, produzido pela sociedade F. Olazabal & Filhos a partir de uvas da mesma colheita, ocupam, respectivamente, a terceira e quarta posições neste que é um dos rankings anuais mais importantes do mundo para o sector.

De acordo com a lista divulgada pela publicação norte-americana, três vinhos produzidos na região do Douro, a mais antiga região demarcada do mundo, constavam da lista dos dez melhores vinhos do mundo. O Dow’s obteve 99 pontos e o Chryseia, que usa as castas Touriga Nacional e Touriga Franca, 97 pontos. A mesma pontuação mereceu o Quinta do Vale Meão, produzido na remota subregião do Douro Superior, que junta àquelas duas as castas Tinta Barroca e Tinta Roriz.

Para a marca Chryseia esta é a segunda vez que integra a classificação de elite. Em 2003, então com um vinho da colheita de 2001, tornou-se o primeiro vinho "tranquilo" português (ou seja, não generoso, o que exclui o vinho do Porto e Madeira) a constar desta lista. Segundo a Symington, que é a maior proprietária de vinhas do – tem 27 quintas com 1.006 hectares de vinha – essa distinção chamou a atenção para o potencial dos vinhos DOC Douro, onde até há duas décadas praticamente só se produzia e vendia Porto.

A Quinta do Vale Meão é gerida por Francisco de Olazabal, que tem dois filhos a coordenar a área técnica e comercial. A empresa mantém-se nas mãos dos descendentes da icónica Dona Antónia Adelaide Ferreira (a "Ferreirinha"), que comprou a propriedade em 1877, em hasta pública, à Câmara de Vila Nova de Foz Côa. Olazabal é um dos "Douro Boys", um projecto já premiado pela Comissão Europeia, que juntou cinco marcas da região na promoção externa.

* Há vinhos do Porto que apenas os deuses do Olimpo conseguem beber dada a produção reduzida e a carestia da garrafa. Consta que Baco assalta as caves durienses e Vénus embriaga Júpiter com estes generosos para  lhe perfilhar um filho oriundo do pecado.
É uma honra ter produtores destes num paísinho como o nosso.


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Mariza e Rui Massena

Já me Deixou

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HOJE NO
"DESTAK"

Bispo do Porto denuncia às autoridades "caso grave de comportamento de sacerdote"

 O bispo do Porto revelou hoje ter denunciado às autoridades um "caso grave de comportamento de um sacerdote", fora desta diocese e ocorrido em 2003, episódio comunicado pelo antigo padre de Canelas, Vila Nova de Gaia. 


 António Francisco dos Santos refere, em comunicado enviado à Lusa, que numa troca de correspondência com o ex-padre de Canelas, Roberto de Sousa, destituído da paróquia este mês, motivando ações de protesto da população, este ameaçou revelar um "episódio grave".
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"Não conheço o sacerdote que o Padre Roberto refere. Não é sacerdote da Diocese do Porto. Mesmo assim, dada a gravidade do caso denunciado, dei a conhecer a sua carta, de imediato, às autoridades competentes", adianta. 

* Bem pregam os padres mas o seu comportamento é quase sempre razoavelmente mesquinho. 
Vão 11 anos sobre o tal episódio e o ex-padre de Canelas só se lembra agora de o denunciar por conveniência própria, não porque lhe tivesse custado ser cúmplice no silêncio durante tanto tempo.
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TROCANDO FRALDAS

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HOJE NO
"i"

Observatório para a Liberdade Religiosa
.lançado na próxima semana

Os promotores do organismo querem ainda "criar uma dinâmica efectiva de monitorização da liberdade religiosa", que, em Portugal, consideram, vive uma "delicada situação institucional"

O estudo das religiões e o acompanhamento da situação da liberdade religiosa são os objectivos do novo Observatório para a Liberdade Religiosa (ORL), iniciativa cívica e académica, que será lançada na próxima semana em Lisboa.

A estrutura independente, que surge associada à área de Ciência das Religiões, da Universidade Lusófona, será coordenada pelo professor e investigador Alexandre Honrado e pelo jornalista Joaquim Franco.

A ideia é, segundo explicou à agência Lusa Alexandre Honrado, "desafiar pessoas da área confessional e não confessional a observar o fenómeno religioso no mundo e em Portugal", numa altura em que a violência associada à religião "atinge limites de banalização".

"Estar muito atento às realidades que tenham a ver com todo o fenómeno religioso e fundamentalmente com a liberdade religiosa, que há que manter", sublinhou, adiantando que estão a acontecer "muitas coisas a nível mundial em termos de religião [...]e do aproveitamento político da religião".

O Observatório, que será apresentado publicamente na próxima semana com o lançamento de um site na Internet, irá trabalhar em parceria com as universidades e pretende ser também um "ponto de encontro" de informação sobre religiões.

Os promotores do organismo querem ainda "criar uma dinâmica efectiva de monitorização da liberdade religiosa", que, em Portugal, consideram, vive uma "delicada situação institucional".
Fragilidades, que segundo Alexandre Honrado, são visíveis quotidianamente na forma como a legislação sobre liberdade religiosa é aplicada, como as minorias são tratadas ou pela segregação directamente relacionada com a religião que existe nos bairros pobres.

"Lisboa, que é uma bolsa enorme de pluralidade, tem neste momento casos muito concretos de segregação religiosa, de dificuldade, de perseguição e de falta de liberdade", disse Alexandre Honrado, adiantando que a denúncia destes casos será também parte da missão do observatório.
Reconhecendo o percurso positivo de Portugal nesta área, sucessivamente reconhecido por avaliações internacionais, Alexandre Honrado alerta que também há "coisas negativas" a que é preciso estar atento.

"Vivemos no mundo das tensões e dos conflitos, não somos excepção só por sermos Portugal e por estarmos na ponta da Europa. Estamos com um mundo cheio de problemas à nossa volta. Estamos na lista do califado", alertou, numa alusão ao plano dos extremistas do Estado Islâmico de criar um califado, que iria da Ibéria ao Vale do Indo, no Paquistão, passando por largas regiões de África e da Europa.

* Em Portugal na vertente religiosa já existe um califado  com direito  a parques de festividades e comércio. Gostaríamos de saber quanto é que a igreja católica paga de IMI.
A liberdade religiosa só existirá quando nenhum "empreendimento de fé" tiver proteccionismo e conivência estatal. 
Portugal está longe de ser um estado laico.
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MUITO REALIZADOS













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HOJE NO
"A BOLA"

Ronaldo é o melhor marcador da história dos Campeonatos da Europa

Com o golo apontado esta sexta-feira à Arménia, Cristiano Ronaldo tornou-se o melhor marcador da história dos Campeonatos da Europa, um recorde que contabiliza fases de apuramento e fases finais.
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O jogador do Real Madrid contabilizou o seu 23.º golo nesta condição, ultrapassando o dinamarquês Jon Dahl Tomasson e o turco Hakan Sukur.

O golo de Ronaldo foi o seu 17.º em fases de apuramento para Campeonatos da Europa, sendo que, em fases finais desta mesma competição, o avançado de 29 anos já alvejou as redes contrárias por seis vezes. 
  
* Insaciável.



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 TUDO NORMAL

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Um dia de Novembro dum norueguês


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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Navios de guerra russos ao largo 
da costa australiana para
 garantir segurança de Putin

A Rússia tem quatro navios de guerra ao largo da costa da Austrália para garantir, caso seja necessário, a segurança do Presidente russo, Vladimir Putin, durante a cimeira do G20, que começa no sábado em Brisbane.
 
De acordo com informações divulgadas pela comunicação social australiana, a representação diplomática russa no país explicou às autoridades australianas que a frota naval também está a testar as suas capacidades para eventuais investigações científicas na Antártida.

Os quatro navios russos estão em águas internacionais, no Mar do Coral, e estão a ser vigiados por igual número de navios das forças australianas.

O Ministério da Defesa australiano confirmou entretanto a presença dos navios russos ao largo da costa norte da Austrália, enquanto uma outra fonte do Governo de Camberra explicou que o navio de guerra australiano Parramatta está a realizar manobras militares com o navio russo Varyag.

As autoridades australianas também indicaram que a presença destes navios é “completamente coerente com o direito internacional dos barcos militares de exercerem o direito de navegar em águas internacionais”.

Alguns analistas estão a interpretar a presença da frota naval russa como um exercício de força de Vladimir Putin, numa altura em que o governante russo terá de encarar as críticas dos líderes do G20 (grupo que integra os países mais desenvolvidos do mundo e as principais economias emergentes) devido às suas ações na Ucrânia.

A cimeira do G20 em Brisbane, a terceira maior cidade da Austrália, decorre até domingo.

* A fantochada "putineira" continua.

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 35.APELO
AO CONSUMO















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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

PS propõe manter IRC nos 23% e 
rompe acordo com maioria PSD/CDS

O PS anunciou hoje que vai propor a manutenção do IRC nos 23 por cento no âmbito do Orçamento para 2015, alegando que a maioria PSD/CDS não cumpriu as condições do acordo celebrado no ano passado.

Esta é uma das mais de 30 alterações que o Grupo Parlamentar do PS entregou na mesa da Assembleia da República, tendo em vista o debate na especialidade da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2015.

Confrontado com o facto de os socialistas, no ano passado, terem feito um acordo com a maioria governamental PSD/CDS para a redução gradual do IRC, Vieira da Silva acusou esse bloco político de ter violado o acordo.

"Do nosso ponto de vista, as condições do acordo não foram cumpridas. Esse acordo não foi cumprido nomeadamente em matéria de uma avaliação séria do impacto [da descida do IRC em 2014] e sobre a necessidade de novos passos serem acompanhados por evoluções em outros impostos, designadamente IRS e IVA. Ora, verificamos que isso não acontece e até há um aumento da carga fiscal sobre a generalidade dos portugueses", disse o ex-ministro socialista.

Ou seja, segundo o vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS, os socialistas discordam de uma nova redução do IRC para "beneficiar certas empresas, não que tenham investido, não que tenham comportamento promotor do desenvolvimento, mas apenas porque, tendo o seu volume normal, irão pagar menos impostos, mesmo as grandes empresas".

* PS semelhante a PSD/CDS, as prácticas têm variações subtis.


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