quarta-feira, 22 de outubro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA



O espermograma do vovô

O médico pede uma amostra de esperma de um homem de 85 anos como parte de seu exame de saúde anual e lhe dá um pequeno frasco, dizendo:
Pegue este frasco e deve trazê-lo amanhã, com a amostra de seu esperma ".

No dia seguinte o vovô regressa ao consultório do doutor e lhe entrega o frasco. Estava tão vazio e limpo como no dia anterior...!!!.....

O médico pergunta o que aconteceu e o homem explica:
"Primeiro eu tentei realizar a tarefa com a mão direita e nada.Então eu tentei com a mão esquerda e ainda nada. Então pedi ajuda a minha esposa.
Ela tentou com a mão direita, depois com a mão esquerda e ainda nada.Ela disse, "Eu já sei como!".
Então, ela tentou com a boca, primeiro com os dentes presentes, depois sem dentes e,então: NA-DA!!! 

Minha sogra veio e disse, será que eu vou ter que ensinar a fazer ISSO ?!?!?!?Tentou um bom tempo e, em posições diferentes ... cada vez mais bizarras e não houve nenhum sucesso...!
Inclusive chamamos a Suely, a vizinha do lado, e ela também tentou, primeiro com as duas mãos, debaixo do braço e pressionando entre os joelhos para cima, mas ... NA-DA, doutor... "

O médico estava em choque: "Você pediu para sua sogra?!... e pra sua VIZINHA ?...!".
E o "velhote", respondeu: -
"Sim, Dr., nenhum de nós conseguiu abrir esta merda de frasco!!! 

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O QUE NÓS

"SONHAMOS"!






O carro que Enzo Ferrari gostava de ter feito

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ASSOBIO



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A INVESTIGAÇÃO
EM
PORTUGAL




CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrívelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Dr.António Coutinho.

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HOJE NO
"i"

Escola das vítimas: 
"Ninguém se preocupou com
 400 miúdos a fazer luto"

Director do Instituto Pedro Hispano, onde estudavam as jovens, diz que tragédia deve fazer reflectir

A escola onde estudava há sete anos a jovem que foi morta pelo pai na madrugada de domingo e a irmã mais nova, que continua internada, não recebeu qualquer contacto das autoridades para um eventual auxílio psicológico aos alunos e professores. António Simões Cardoso, director do Instituto Pedro Hispano, mostrou ontem ao i perplexidade com a ausência de contactos, sabendo- -se que as jovens não estavam lá mas que a notícia iria chocar os colegas. "Não fomos contactados por nenhuma entidade, nem pelos serviços de apoio social educativo do município de Soure nem pela Segurança Social. Não houve nenhuma preocupação por parte das entidades de perceber que havia aqui 400 miúdos a fazer luto." 


António Simões Cardoso descreveu os últimos dias como duros, com muitos momentos de choro e revolta até porque alguns jovens tinham passeado com a família num jardim de Soure no domingo à tarde. Os alunos foram apoiados pela psicóloga da escola, uma psicóloga estagiária, professores e alguns encarregados de educação que se voluntariaram para tal e ontem organizaram uma homenagem no intervalo da manhã. 

Para este director, a tragédia da madrugada de domingo era imprevisível. No pai das duas jovens, António Simões Cardoso via um homem pacato e conta que eram considerados uma "família modelo". Ambos presentes na escola e sempre disponíveis para colaborar. As raparigas eram boas alunas e, embora os pais tivessem uma fasquia alta, não mostravam pressão. "Imagino que só uma pessoa em situação de grande desespero possa cometer um acto tão violento. Alguma coisa existiu, mas não é algo que se tenha arrastado no tempo de forma visível." 

O director diz nunca terem vivido nada tão duro, mas explica que este era já um tema sensível na escola, o que agravou a reacção dos alunos. Há cinco anos, uma adolescente foi vítima de uma tentativa de homicídio por parte do pai, que se suicidou de seguida. Já há seis meses um homem tinha esfaqueado uma mulher nas imediações da escola. 

Simões Cardoso acredita que a escola não terá deixado passar nenhum sinal suspeito. "Costumo dizer que quanto piores são os alunos, mais conheço os pais. Neste caso elas sempre foram as duas boas alunas e os pais sempre estiverem presentes, elas quase nunca faltavam e se isso acontecia avisavam antecipadamente", contou o director, que diz que os pais tiveram o cuidado de trabalhar com a escola para que alguns trabalhos enquanto modelo da filha mais velha não interferissem com os estudos. "Estamos sensibilizados para estas questões e temos 12 alunos sinalizados à Comissão de Protecção de Jovens e Menores por problemas como maus-tratos e negligência e os directores de turma têm formação mas nada nos fazia suspeitar." 


Apesar de não ver como poderiam ter prevenido, o director defende que este caso deve motivar reflexão alargada. Enquanto colégio em que todos os alunos estão abrangidos por contrato-associação - só são permitidas as turmas financiadas pelo ministério - avisa que os cortes têm feito a aumentar as turmas para mais de 30 alunos e que pode ser mais difícil perceber situações de risco. 

Diz também ter a percepção de que a degradação das condições económicas no país está a ter efeitos profundos. "É um grau de violência demasiado elevado para um país que se diz pacato e num concelho que se diz também pacato. Temos de estar muito atentos para tentar perceber o que se está a passar", defende. 

Embora não conhecesse em detalhe o historial da família, conta que o pai teve uma empresa de construção que foi à falência há três anos, tendo estado desempregado até há uns meses se empregar por conta de outrem: "Não posso especular se teve alguma relação, mas são situações que causam impacto nas famílias embora neste caso nunca se tenha notado nada nas alunas. Estamos a criar uma sociedade demasiado alavancada em valores materiais e com privações. O que noto é que estamos menos tolerantes e rapidamente se resvala da conversa para a discussão e da discussão para a violência." 

* Atão mas o sr .ministro Crato tem lá que se preocupar com  essas  contigências, para mostrar incompetência já tem q.b.!

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CHARLIE 


LE MINDU

PARIS HAUTE COUTURE
  OUTONO/INVERNO
2014/2015




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HOJE NO
"A BOLA"


Rodgers vai pedir explicações a Balotelli
. por trocar de camisola com Pepe

Brendan Rodgers, treinador do Liverpool, repudiou a troca de camisolas entre Balotelli e Pepe ao intervalo do jogo com o Real Madrid, fazendo saber que vai avisar o italiano para não voltar a cometer o mesmo erro.
«Estão a dar-me uma novidade, mas se de facto ele fez isso, não teria gostado. Não é algo que eu goste de ver. Já o observei noutros países, mas é algo que não acontece nem deveria acontecer aqui. Tivemos um episódio semelhante na época passada [quando Mamadou Sakho trocou de camisola com Samuel Etoo] e eu tratei do assunto. Se for preciso, voltarei a fazê-lo», frisou o treinador dos reds.
Coincidência ou não, o certo é que Balotelli ficou nos balneários ao intervalo.
Brendan Rodgers, porém, diz que a substituição do avançado foi uma decisão «meramente tática».
«Senti que precisávamos de mais intensidade no ataque», justificou. 

* Há maldade em trocar camisolas? Expliquem.

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 8-FILÓSOFOS


E EDUCAÇÃO



DESCARTES



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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"


Cerca de 250 mil empresários 
terão acesso ao subsídio de 
desemprego a partir de janeiro

O ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares, anunciou hoje que cerca de 250 mil empresários em nome individual terão direito ao subsídio de desemprego a partir de janeiro do próximo ano.
 
"Assegurando o subsídio de desemprego para cerca de 250 mil empresários em nome individual, comerciantes e pequenos empresários, a esse propósito, permitam-me que anuncie que a partir de janeiro, pela primeira vez, esta prestação estará acessível decorridos que estão os meses de garantia", afirmou o ministro da tutela.

Mota Soares, que está a ser ouvido numa reunião conjunta da Comissão do Orçamento, Finanças e Administração Pública, com a Comissão de Segurança Social e Trabalho, no âmbito da apreciação, na generalidade, do Orçamento do Estado para 2015 (OE2015), considerou que esta medida "irá representar um importante apoio para quem no setor estiver em maiores dificuldades".

Ainda em matéria de atribuição de subsídio de desemprego, o ministro da tutela anunciou que 800 trabalhadores independentes [a recibos verdes] vão passar a receber esta prestação social no próximo ano.

O diploma que cria uma proteção social de desemprego para os trabalhadores independentes e empresários em nome individual entrou em vigor a 01 de fevereiro de 2013, mas a atribuição do subsídio só poderá ser feita a partir de 2015.

Isto porque, de acordo com o regime jurídico, aprovado pelo Governo a 11 de dezembro de 2012 e publicado a 25 de janeiro de 2013 em Diário da República, a lei exige um período de carência de dois anos, ou seja, o prazo de garantia exigido é de 720 dias, pelo que a atribuição desta prestação social só será efetuada em 2015.

O candidato ao subsídio tem de ter cerca de dois anos de descontos para aceder à prestação social, que será correspondente a 65% da remuneração de referência.

* Não temos as mínimas  razões para acreditar no sr. ministro Mota da lambreta, mas a realizar-se o  que anunciou findará uma das maiores e prolongadas injustiças cometidas sobre os pequeníssimos empresários. Nenhum governo anterior o fez e este fá-lo como manobra eleitoralista, em campanha, vão ver o sr. vice Portas a vangloriar-se junto das peixeiras, da introdução desta medida.



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MANUEL CARVALHO DA SILVA

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Agressões escondidas


O que esta semana se escreveu e disse sobre o Orçamento do Estado (OE), analisado por especialistas ou explicado pela ministra das Finanças e pelo primeiro-ministro, trouxe-me à memória o que um amigo, normalmente navegando na área do PSD, me costuma enunciar como um dos mais graves problemas do "Ocidente": diz ele, "o Ocidente viciou-se em viver na mentira". E explica: não é capaz de respeitar novas realidades do Mundo, nomeadamente geoestratégicas; mente ao afirmar a possibilidade de universalização do estilo de vida que propagandeia como modelo; intervém unilateralmente e na base de pressupostos feitos de mentira e agredindo brutalmente milhões de pessoas. Também o Governo PSD/CDS se foi apurando como viciado compulsivo da dissimulação, da manipulação e da mentira. 
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O OE para 2015 é, sem dúvida, o Orçamento da continuidade de estéreis políticas de austeridade e da confirmação de que este Governo impôs e continuará a aprofundar seis perigosas transformações na realidade socioeconómica do país:

i) Uma grande fatia de rendimentos que pertencia ao fator trabalho passou para o capital, acompanhada de reforço do poder patronal. Desde 2012 que, em cada ano, mais de 3 mil milhões de euros são sacados aos trabalhadores a favor - por via direta e indireta - dos detentores do capital. Em 2015 assim continuará.
ii) O comum dos cidadãos e, em particular os trabalhadores e os reformados, sofreram o maior 

agravamento fiscal de que há memória e a injustiça na distribuição da carga fiscal aprofundou-se. Por muitos floreados que o Governo faça, o facto é que o OE 2015, no global, agrava essa carga (só o IRC baixa) e não se vislumbram reformas de sentido contrário.

iii) Nenhum governo até hoje destruiu tanto emprego e qualidade de emprego (público e privado) como o atual. O que se passa com a requalificação e a reconversão profissionais, com a saúde e a segurança no trabalho mostram o enorme desinvestimento adotado em grande parte das empresas, fator que irá tolher o nosso processo de desenvolvimento. O OE de 2015 não traz nada para inverter esse caminho.

iv) As desigualdades aprofundaram-se muito e está a consolidar-se um perigoso recuo que nos transporta do patamar da cidadania social para o do assistencialismo caritativo, debaixo dos imperativos imediatos de combate à pobreza e à exclusão social. O Governo vangloria-se de ter aumentado exponencialmente o número de cantinas sociais! O OE para o próximo ano vai aumentar a pobreza, pois projeta mais desemprego - a primeira causa da pobreza - e alimenta a suspeição sobre as pessoas e famílias que beneficiam de subsídios e proteções sociais mesmo que de baixíssimos valores. 

v) Este Governo inculca nos portugueses a ideia de que é tarefa nacional o corte na despesa, ao mesmo tempo que restringe os campos desse corte. Ao continuar a cumprir a despesa com a dívida, com parcerias e negócios público-privados mais que duvidosos, a gastar milhares de milhões para cobrir buracos da Banca e de outras empresas, o que fica para ser cortado são os direitos dos portugueses no ensino, na saúde, nas infraestruturas, na segurança social, na justiça. Ora, para as pessoas, o que é gasto nestas áreas significa rendimento e não despesa.

vi) O Governo PSD/CDS é o grande campeão do aumento da dívida e tudo faz para submeter o povo e o país a um cumprimento impossível.

AUnião Europeia impõe-nos graves condicionalismos, mas o OE2015 não tinha de ser seguidista. O Governo esconde as manipulações que inflacionam as receitas, sobrevaloriza uma ou outra medida que favorece pontualmente alguns portugueses, mas não mostra nenhum dos imensos impactos negativos que vamos ter em múltiplas áreas. Faz promessas que sabe à partida não poder cumprir. Aponta um objetivo de crescimento económico impossível face à frágil situação europeia, à queda da atividade económica do país, às perturbações ou morte de muitas empresas, afetadas pelos descalabros do sistema financeiro e de grandes grupos económicos a ele associados, como é o caso da PT e outros.

Coloquemos estas agressões a nu. Elas afetam-nos como cidadãos e matam a democracia.


IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
18/10/14


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310.UNIÃO


EUROPEIA













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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"


Juncker garante plano de investimento
 de 300 mil milhões até final do ano

É o presente de Natal de Juncker para a UE: 300 mil milhões para relançar o crescimento. 

Jean-Claude Juncker sentou-se ontem no mesmo lugar onde há dez anos Durão Barroso recebeu a confiança do Parlamento Europeu para o primeiro de dois mandatos em Bruxelas. Dali viu a sua Comissão ser aprovada e ali deixou a promessa: o plano de investimento de 300 mil milhões de euros, a sua bandeira eleitoral, estará pronto até ao Natal. 
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Numa União Europeia descredibilizada e mergulhada na crise económica, o luxemburguês disse ser "hora de passar à acção" e prometeu para breve detalhes sobre o plano para relançar o crescimento e o emprego. "Se nos derem o vosso apoio hoje, apresentaremos esse conjunto de medidas até ao Natal. Não se trata de uma promessa, é uma afirmação", garantiu.

Adoptando um discurso semelhante ao de Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu (BCE), Juncker frisou que "não existe em Bruxelas uma solução milagrosa" e que é preciso os Estados-membro fazerem a sua parte, com um ‘mix' de políticas diferentes. "Chegou o momento de alcançarmos um verdadeiro ‘grande pacto', uma ampla coligação de países e principais partidos políticos que trabalharão em conjunto na elaboração de uma estrutura de três pilares: reformas estruturais, credibilidade orçamental e investimentos", sublinhou.

É aqui que o destino da UE e da zona euro volta a desviar-se de Bruxelas e a passar por Berlim e Paris, que desde o final da semana passada têm vindo a discutir a dois o caminho a seguir pelos 28. Os alemães, fieis defensores da austeridade, têm a economia em declínio e estão pressionados a usar a margem que têm para aumentar o investimento público. Os franceses, sem qualquer tipo de margem, querem gastar mais e preparam um orçamento que volta a violar as regras europeias e arriscar não passar no crivo da Comissão. Os ministros das Finanças dos dois países encontraram-se no fim-de-semana passado para discutir os termos em que o orçamento francês terá o apoio da Alemanha e do encontro saiu a promessa de apresentarem, no dia 1 de Dezembro, um plano de investimentos franco-alemão.

Acabar com as "capelinhas" 
 Os desafios económicos - que serão resolvidos mais pela vontade alemã do que pela de Juncker - não são os únicos à frente da nova Comissão. É preciso fazer com que Bruxelas volte a ter uma política externa digna desse nome, numa altura em que questões como a Ucrânia, a Síria, ou até mesmo o ébola estão longe de resolvidas.

"Não podemos actuar como se estes problemas crescentes não existissem e não o faremos. Não podemos fechar os olhos para a realidade e não o faremos", prometeu Juncker, perante uma plateia de onde recebeu 423 votos a favor e 209 contra - houve 67 abstenções.

A nova Europa, com Carlos Moedas a cargo da Inovação, Ciência e Investigação, assume funções a 1 de Novembro. O cargo do português, que terá de se coordenar com várias pastas e vice-presidentes diferentes, ilustra o modelo que Juncker quer para o seu colégio de comissários. "A minha Comissão não só parecerá diferente, mas também trabalhará de outro modo: não como uma soma de partes, mas como uma equipa, não em capelinhas com fronteiras entre grupos e sectores, mas como um órgão colegial e político", assegurou.

* Entrada de leão,  e saída, será de sendeiro?

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 BACTÉRIAS QUE CONSTROEM EDIFÍCIOS



* Uma produção "EURONEWS"


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42.O MELHOR
 DA ARTE 

PINTADO POR

EUFRÓNIO

  
EUFRÓNIO





Da tela ao tipo de pincel usado pelo artista, do contexto político, histórico ou individual do pintor e da época de seu trabalho, Palhetas desvenda os inúmeros segredos que um quadro pode esconder. Usando finas técnicas como raio-X e infra-vermelho, o programa disseca pinturas ao seu nível mais íntimo fazendo uma astuta investigação.

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Restaurante português lavou 315 milhões
Emigrante minhoto com ligações à máfia foi detido.
O restaurante português Portucale, no bairro do Ironbound, Newark, foi usado como base para um esquema de lavagem de dinheiro de uma mafia italiana, com origens em Geneva, de 400 milhões de dólares (315 milhões de euros).


Segundo as autoridades, o restaurante era propriedade de Abel Rodrigues, um emigrante minhoto de 52 anos que foi detido esta terça-feira e acusado de extorsão, lavagem de dinheiro, associação criminosa, de operar uma estação de troca de cheques não licenciada e preencher declarações falsas de impostos. A pena para extorsão e lavagem de dinheiro vai de 10 a 20 anos, que pode acumular com as outras penas.

Segundo a acusação, conhecida esta terça-feira à tarde, Rodrigues deixava que os clientes trocassem cheques de elevados montantes - alguns de mais de 10 mil dólares -, sem pedir identificação ou manter registos, permitindo que esses clientes transacionassem dinheiro sem vestígios. Em troca da ilegalidade, o português cobraria uma comissão de três por cento. Ao longo dos quatro anos que durou a operação, o esquema terá gerado um lucro de nove milhões de dólares (cerca de 7 milhões de euros).

Segundo o procurador do Estado de Nova Jérsia responsável pela acusação, John Hoffman, Rodrigues terá mantido apenas um por cento da comissão, dando o resto a Domenick Pucillo, que gere a empresa Tri-State Check Cashing, que financiou o esquema. Por sua vez, Pucillo dava um quarto dos lucros a Manuel Rodrigues, que levava o resto do lucro aos líderes de crime organizado Vito Alberti e Charles "Chuckie" Tuzzo.

Tuzzo, de 80 anos, foi acusado esta terça-feira, juntamente com outros 11 homens, de lavagem de dinheiro e vários esquemas mafiosos, como agiotagem e apostas desportivas ilegais. Também detida foi a mulher de Rodrigues, a brasileira Flor Miranda, que trabalhava como gerente de escritório da Tri-State Check Cashing. Segundo a acusação, Miranda recebia pagamentos do esquema de agiotagem e mantinha registos de outras operações ilegais.

"Estavam a operar com os velhos truques da mafia, incluindo agiotagem e lavagem de dinheiro, lucrando milhões de dólares", disse o procurador Hoffman, acrescentando: "A história ensina-nos que, desde que existe procura para emprestimos ilicitos, jogos ilegais, drogas e outros mercados e serviços do mercado negro, o crime organizado vai procurer o lucro, tornando-se predador da sociedade."

Uma estação de televisão e alguns jornalistas concentravam-se terça-feira à noite em frente ao restaurante Portucale, que tinha sido recentemente remodelado, incluindo uma esplanada com uma fonte, fachada decorada com tijolo e um pequeno alpendre.

* Tememos pela extensa comunidade de portugueses que vivem naquela zona. Portucale é um nome aziago, relacionado com outro Portucale claro, temos lembrança do sr. Abel Pinheiro que depositou mais de um milhão de euros numa conta do CDS/PP, tudo legal  já  se vê!

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Luke Bryan


Play It Again



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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"


Relatório anual do Observatório das Famílias 
“Agravaram-se as condições de vida 
e só os extremamente pobres 
recebem apoios” 

Apenas as pessoas “extremamente pobres” mantiveram o direito a apoio social do Estado em 2013, ano em que se agravaram as condições de vida das famílias portuguesas, segundo o relatório anual do Observatório das Famílias. 

“Num contexto de crise económica agravaram-se as condições de vida das famílias portuguesas” e, “em termos de proteção social, podemos considerar que apenas as pessoas extremamente pobres mantiveram o direito a apoio estatal”, sublinha o relatório do Observatório das Famílias e das Políticas de Família (OFAP). 


O relatório, relativo a 2013, analisa o enquadramento atual das políticas de família e as principais medidas de apoio, tendo em conta duas áreas de atuação: apoio económico e apoio na conciliação entre a vida familiar e a vida profissional. Segundo dados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, do INE, 18,7% da população portuguesa (cerca de dois milhões de pessoas) estava em risco de pobreza em 2012, mais 0,8 p.p. do que em 2011 (17,9%). 

Apesar destes números, os apoios dirigidos às famílias “não foram reforçados” em 2013. “Pelo contrário, o Governo manteve os cortes nos apoios económicos existentes, aumentou a carga fiscal e continuou a delegar nas instituições do terceiro sector, principalmente nas Instituições Particulares de Solidariedade Social, a função de coordenação e prestação do apoio à população e às famílias mais desfavorecidas”, sublinha o mesmo relatório. 

Em consequência, “as famílias passaram a estar menos protegidas do ponto de vista social”, sustenta. Relativamente às medidas de apoio económico criadas, como a recuperação do Fundo de Socorro Social, as tarifas sociais de gás natural e de eletricidade, a majoração do subsídio de desemprego para casais com filhos em que ambos estão desempregados, o observatório considera que “cobrem uma minoria de famílias, compensando apenas parcialmente os cortes financeiros na generalidade das prestações sociais”. 

Já a nova tabela de retenção na fonte do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS), introduzida em 2013, acompanhada pela introdução de novos limites nas deduções à coleta e nos benefícios fiscais, traduziu-se “num aumento acentuado da carga fiscal das famílias cujo rendimento advém do trabalho, nomeadamente das famílias com filhos”. 

Perante o agravamento das condições da vida dos portugueses, o OFAP critica a falta de uma política de família e de objetivos para “melhorar a vida das famílias com crianças”, em termos de apoio económico, fiscais e de conciliação família-trabalho. 

“Ao contrário do caminho que vinha sendo trilhado ao longo das últimas décadas em Portugal, com a adoção paulatina de medidas políticas especificamente dirigidas às famílias, constata-se que desde a entrada em funções do atual Governo (…) deixou de haver uma política de família explícita de âmbito nacional, com objetivos definidos a longo prazo e programas e organismos centrais que as tutelem”, sublinha o observatório, destacando ainda que esta situação “é apenas mitigada” por algumas iniciativas desenvolvidas a nível local e regional pelas autarquias para apoiar as famílias, sobretudo as mais carenciadas com crianças. 

* Entretanto o sr. ministro  Mota da lambreta continua com aquele sorriso patético e a respirar fundo de consciência  tranquila.


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Jackson Goldstone, 10 ANOS



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"


Sistema informático das Finanças 
está no "limiar de colapso"

José Tribolet, conselheiro do Governo para a área da informática, diz que falar com a Autoridade Tributária "é como falar com uma parede". 

Em declarações à TSF, José Tribolet alerta que "a infraestrutura do Ministério das Finanças está no limiar de colapso". O professor catedrático de Engenharia Informática no Instituto Superior Técnico e conselheiro do Governo para este setor diz à rádio que já avisou responsáveis administrativos e políticos do governo, mas que não tem tido retorno. 
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"Ficam a olhar para mim com aquele ar de respeito pelo académico e depois a dizer 'este gajo é parvo'", afirma. "Seria muito grave se a máquina tributária falhasse", avisa.

José Tribolet diz ainda que "falar com a Autoridade Tributária é como falar com uma parede".
Referindo-se aos problemas informáticos que se vão verificando, o conselheiro lembra que "há sempre umas explicações de que há um pico, de que vão lá todos aos mesmo tempo", mas salienta que é necessário encontrar "outro tipo de soluções e configurações". 

* Um professor com 95 colocações no ensino público, a justiça ainda em estado de "Citius",  a banca que não tem regulador capaz  e agora um futuro flop na informática das finanças, temos um governo brilhante.

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F... M.
CARDS













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HOJE NO
"RECORD"

Usain Bolt ajuda na luta contra o ébola

Alguns atletas de renome, como o jamaicano Usain Bolt, o norte-americano Carl Lewis, o ucraniano Sergey Bubka ou a sueca Pernilla Wiberg, juntaram-se a uma campanha de recolha de fundos na luta contra o Ébola. 
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A ideia partiu de Francis Dove Edwin, um antigo velocista da Serra Leoa - um dos países mais afetados atualmente pelo ébola -, com um apelo para que a Associação de Desportistas Olímpicos (WOA) ajudasse na recolha de apoios.

Usain Bolt, seis vezes campeão olímpico, doou um par de ténis, com a sua assinatura, para que seja leiloado.

A Associação de Desportistas Olímpicos pediu aos cem mil membros da comunidade olímpica que contribuam nas redes sociais e que divulguem a página destinada aos donativos.

"Todos juntos podemos fazer a diferença", assinalou Edwin, que integra um comité presidencial da Serra Leoa, que procura lutar contra a epidemia.

* Consciência cívica em defesa dos mais frágeis.


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PRESO NA LAMA

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Um quarto dos condutores não cede passagem aos peões nas passadeiras 

 Um quarto dos cerca de dois mil condutores observados num projeto da Prevenção Rodoviária Portuguesa não cedeu passagem aos peões nas passadeiras. 

Segundo o projeto, que avaliou vários indicadores de desempenho de segurança rodoviária, dos 2051 condutores observados junto a passadeiras onde se encontravam peões a atravessar, 25,4% não cedeu passagem.
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Já 22% dos 2149 peões observados atravessou fora das passadeiras.

O projeto da Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP) indica também que quase 40% dos 1354 condutores observados passou um sinal vermelho nos primeiros três segundo após a sua fixação, situação que é ainda mais grave nos motociclos, em que a percentagem ultrapassou os 60%.

O estudo adianta que 46,3% dos condutores, num universo de 1242, não fizeram "pisca" antes de mudar de direção.

Dos 1266 veículos ligeiros observados pela PRP, cerca de 10% apresentaram pelo menos uma deficiência no sistema de iluminação, sendo as luzes dianteiras, traseiras e stops as que apresentam mais anomalias.

Apesar da maioria dos condutores e acompanhantes usar cinto de segurança nos veículos ligeiros, o mesmo não se passa nos transportes pesados de passageiros, em que 77,9% dos 1618 casos observados não usava cinto de segurança.

No caso das crianças transportadas em veículos pesados de passageiros, 45,8% não usava tal sistema.


O projeto da PRP pretendeu avaliar o comportamento dos condutores quanto ao grau de cumprimento de regras de segurança rodoviária, em matérias como velocidade, utilização de telemóvel, uso de cintos de segurança e consumo de álcool, entre outros indicadores.

A apresentação decorreu no Ministério da Administração e contou com a presença do secretário de Estado da Administração Interna, João Pinho de Almeida.

* Os números seriam  elevados se o os indicadores dissessem respeito a um povo educado, mas o automobilista português  não é educado, tem comportamentos terceiro mundistas, fala ao telemovel, deita a beata do cigarro, a garrafa, o papel do produto ingerido pela janela, quando pode não respeita semáforos, conduz com o bucho cheio de álcool, portanto os  resultados  são os adequados.


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PORQUE MUITOS ACIDENTES 
DE MOTA SÃO FATAIS?













PORQUE AINDA HÁ
QUEM NÃO USE CAPACETE!



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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Agência Efe: Há 11 bancos europeus 
em risco de chumbar nos testes 
de stress, BCP é um deles

O BCE informa que ainda não há resultados finais e que quaisquer notícias sobre os testes de stress europeus são "altamente especulativas". A Efe avança que 11 bancos chumbaram. Entre eles estará o BCP.
Os testes de esforço financeiro dos bancos aproximam-se do fim, com a apresentação de resultados finais no próximo domingo, 26 de Outubro. Por enquanto, vão saindo notícias sobre os resultados preliminares, portanto incertos e sujeitos a revisões. Os últimos dados foram divulgados pela agência Efe, que dá conta, tendo como base várias fontes do sistema financeiro, que 11 bancos, oriundos de seis países diferentes, não cumpriram os requisitos mínimos para serem considerados sólidos. Um dos países é Portugal. A agência de informação fala no BCP.

Serão pelo menos 11 as instituições financeiras que, de acordo com os referidos dados preliminares, não cumpriram o rácio mínimo de solidez de capital de 5,5% no cenário de dificuldades financeiras. Segundo a Efe, três serão bancos gregos, três italianos, dois austríacos, um cipriota, um belga e ainda um banco português. O português é o Millennium BCP, aponta a agência de informação.

O BCP tem sido falado várias vezes no que diz respeito aos testes de stress, não reunindo consenso entre os analistas. A casa de investimento Société Générale acredita que o BCP não vai falhar os testes de stress, ao contrário do Barclays. Em Portugal, além do BCP, estão sob avaliação do BCE o BPI e a Caixa Geral de Depósitos. O Novo Banco, herdeiro do património do BES, teve os seus testes adiados.

Espanha, Alemanha e França são exemplos de países em que nenhuma das instituições financeiras não cumpre os rácios mínimos de capital.

A avaliação abrangente que o BCE fez ao longo do último ano, que consiste numa avaliação da qualidade dos activos dos bancos e a posterior imposição de cenários de esforço financeiro, "ainda não está completa", sublinha a instituição presidida por Mario Draghi em comunicado publicado esta quarta-feira, 22 de Outubro. "Os resultados financeiros ainda não foram enviados aos bancos envolvidos", garante a autoridade monetária que realizou estes testes em conjunto com a Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla original). Tal só irá acontecer no fim-de-semana. "Até essa altura, qualquer notícia sobre os resultados dos testes será, por natureza, altamente especulativa".

Depois dos resultados serem divulgados, os bancos em que foram detectadas insuficiências de capital terão de apresentar um plano, nas duas semanas seguintes, sobre como irão cumprir as necessidades identificadas. A 4 de Novembro, o Banco Central Europeu irá assumir a supervisão prudencial da banca europeia, ficando com a responsabilidade de acompanhar as instituições mais relevantes, em que se incluem o BCP, CGD, BPI e Novo Banco.

* O país, mesmo que nos tentem atirar areia para os olhos, tem um sistema bancário que não dá tranquilidade, o regulador também há muito tempo.


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NÃO É FÁCIL!!!



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HOJE NO
"DESTAK"

Maioria disponível para debate
 alargado sobre dívida desafia PS
 a clarificar posição 

A maioria PSD/CDS-PP manifestou hoje abertura para "um debate alargado" sobre a dívida pública e desafiou o PS a clarificar a sua posição, propondo que a próxima conferência de líderes defina a metodologia da discussão.
 
AMIGÕES
 "O PSD está disponível para debater novamente a divida pública nesta Assembleia, num debate alargado, num processo que não se arraste no tempo, em que cada partido transmita claramente as suas posições após o debate orçamental e com uma metodologia a definir já na próxima conferência líderes", afirmou o deputado Nuno Reis. 

 Intervindo no debate sobre a petição, assente no denominado "Manifesto dos 74", que pede a reestruturação da dívida pública e de projetos de resolução do PS, PCP e BE, a deputada do CDS-PP Cecília Meireles admitiu, no mesmo sentido, a viabilização de um "debate alargado", desafiando o PS a dizer "de uma vez para sempre aquilo que quer" sobre a dívida pública. 

* Pela primeira vez a maioria tem razão. Depois de termos visto Carlos César e Ferro Rodrigues tão afoitos a assinar o "Manifesto" eis que dão de "frosques" do mesmo, a situação do país não mudou, o que existe é uma nova maneira de ser oportunista e a grande e também antiga habilidade da maioria dos "PS'S" é serem líderes no oportunismo, já vem do tempo do "socialismo na gaveta".


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