quarta-feira, 1 de outubro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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AO QUE NÓS


ASSISTIMOS!

 CHINA
DIA NACIONAL


 1 DE OUTUBRO

HONG KONG


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ONTEM


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Como irá Pequim resolver a
"Revolta dos guarda-chuva"



INFORMAÇÃO "EURONEWS"


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AI AGUENTA!





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   A CRISE 
E
O ESTADO (cont.) 




CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrívelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Dr. António Barreto

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Câmara no sutiã revela
 quem olha para os seios

Homens e mulheres não conseguem disfarçar quando olham para os seios de uma mulher. Ao longo de um dia, a câmara escondida no sutiã de uma mulher, em Londres, captou 36 olhares no total.
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Enquanto alguns homens foram mais subtis que outros, as mulheres que espreitaram fizeram-no de uma maneira mais evidente, e, em alguns casos, com um ar reprovador.

O vídeo faz parte de uma campanha da Nestlé, que encoraja as mulheres a examinarem o próprio peito para detetar eventuais sinais de cancro da mama.

* A criatividade é a alma da inteligência.

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ARMANI

 
 PRIVÉ


HAUTE COUTURE
 INVERNO
2014/2015

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Mota Soares liga salário mínimo à produtividade
 “Aumento está para ficar”

 O ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social considera “fundamental” que as atualizações do Salário Mínimo Nacional (SMN) passem agora a estar ligadas à produtividade, tal como acordado com os parceiros sociais. 

 “Qualquer aumento do salário mínimo é um aumento que está para ficar. Fundamental é ligarmos sempre as atualizações futuras do salário mínimo à produtividade do país”, disse. Porque esta correlação, continuou, é que garante que o país está “a ter um crescimento sustentável”. Mota Soares falava aos jornalistas em Évora, à margem de uma visita às fábricas da construtora aeronáutica brasileira Embraer naquela cidade alentejana. 


No dia em que entrou em vigor o novo Salário Mínimo Nacional, que passou para 505 euros, o ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social elogiou o acordo alcançado com os parceiros sociais, à exceção da CGTP, na semana passada. “O compromisso foi muito importante, não só porque se conseguiu fazer um aumento do salário mínimo, até acima daquela que era a expectativa de muitas pessoas, mas também porque se conseguiu ligar atualizações futuras do salário mínimo à produtividade do país”, congratulou-se. 

 A propósito da subida de 20 euros do salário mínimo, Mota Soares lembrou que este “não era aumentado há quatro anos em Portugal”. “Não foi este Governo, foi um governo anterior, que congelou esse mesmo aumento. Não foi este Governo, foi um governo anterior, que inscreveu no memorando de entendimento que, durante o período de ajustamento, não era possível aumentar o salário mínimo”, disse. Hoje, “felizmente”, as condições do país, quer no que toca ao “crescimento económico”, quer relativamente ao “aumento da produtividade”, já “permitem que haja uma distribuição mais justa desse mesmo crescimento entre as empresas e os trabalhadores”, salientou. 

 O salário mínimo nacional (SMN) subiu ontem dos 485 para os 505 euros, um aumento que abrange cerca de meio milhão de trabalhadores e que vigorará até ao final do próximo ano. “Trajetória correta” Mota Soares congratulou-se ainda por a taxa de desemprego em Portugal, apesar de ainda ser elevada, seguir a “trajetória correta, a descendente”, há “mais de 20 meses”. Em “mais de um ano e meio” assistiu-se a “uma redução com muito significado da taxa de desemprego”, destacou o ministro, lembrando que Portugal chegou a estar “perto dos 18%” de desemprego. Essa taxa tem vindo a reduzir-se consecutivamente e, agora, cifra-se nos 14%, disse Mota Soares, referindo-se aos dados divulgados, na terça-feira, pelo Eurostat. “São taxas que ainda são elevadas e, por isso mesmo, temos que continuar a trabalhar para que este número se possa continuar a reduzir, mas a trajetórias do desemprego é uma trajetória correta, que é a trajetória descendente”, realçou o ministro. 

 Os mais recentes números do Eurostat revelam que a taxa de desemprego em Portugal ficou nos 14% em agosto, o mesmo valor registado em julho, enquanto em termos homólogos cedeu 2,1 pontos percentuais, a segunda maior queda da União Europeia. “A taxa de desemprego, há cerca de 20 meses que já se tem vindo a reduzir em Portugal e isso é algo de muito importante, vai no sentido correto”, sublinhou Mota Soares. Os dados do Eurostat mostram que Portugal, frisou o ministro, “continua a ser um dos países que, na esfera europeia, tem maior capacidade de reduzir o desemprego”. “É fundamental continuarmos a trabalhar com esta capacidade de ouvir também as empresas, de ouvir a economia, porque são as empresas que mantêm e geram mais postos de trabalho”, defendeu. 

Questionado sobre declarações do secretário-geral da UGT, Carlos Silva, que considerou importante a baixa da taxa de desemprego, mas admitiu que esta pode refletir o trabalho sazonal e o emprego precário, Mota Soares excluiu esse fator da sazonalidade. “Os dados do Eurostat são dados que são corrigidos de sazonalidade, são dados que retiram qualquer efeito que possa acontecer, e que acontece, nos meses do verão”, contrapôs. Além dos números do organismo europeu, também os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) permitem constatar, segundo o governante, que, “neste momento, grande parte dos postos de trabalho que estão a ser criados é postos de trabalho permanentes”. 

Nesta sua deslocação, com visitas agendadas também a uma gráfica em Vila Viçosa e ao Polo Tecnológico do Centro de Emprego e Formação Profissional da sede de distrito, Mota Soares considerou o investimento da Embraer como “um bom exemplo”, pois já permitiu formar cerca de 400 trabalhadores e mais 139 estão atualmente em formação.

 * O sr. ministro Mota é um sortudo, afirmou de forma veemente que o salário mínimo tinha de estar definitivamente ligado a indíces de produtividade, vejam como seria o vencimento do sr. ministro Mota se também tivesse de estar ligado a indíces de produção, nem para o combustível da lambreta chegaria.


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 5-FILÓSOFOS


E EDUCAÇÃO



KANT


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Políticas orçamentais põem em 
causa a UE, diz Merkel

A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou hoje que cabe a cada Estado membro da UE cumprir as suas promessas em termos de políticas orçamentais, mas avisou que a credibilidade do bloco está a ser posta em causa. 

"O crescimento sustentável e de longo prazo só pode ser atingido tendo por base políticas orçamentais sólidas. Trata-se da credibilidade da UE", disse Merkel, horas depois de a França ter confirmado que não irá cumprir a sua meta do défice e que precisa de mais dois anos, até 2017, para o fazer.


A França do Presidente François Hollande e do primeiro-ministro Manuel Valls diz-se comprometida com reformas que permitam cortar 50 mil milhões de euros na despesa do Estado e melhorar as contas do país. Hollande afirmou na sua última conferência de imprensa semestral que não é viável equilibrar as contas públicas e em simultâneo promover o crescimento económico. E Valls foi depois a Berlim tentar convencer a chanceler alemã do empenho francês em fazer reformas, mas a chanceler não se comprometeu com a flexibilização das metas do défice. 

"Não estamos ainda em situação de dizer que já ultrapassámos a crise. Por isso, é importante que todos cumpram os seus compromissos e obrigações de forma credível", disse Merkel, sem nomear países. "Isto só pode ser feito pelos próprios Estados membros. É da responsabilidade de cada um fazer o seu trabalho de casa para estimular a competitividade". 

* Frau Merkel em versão mandona.



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ANA SÁ LOPES

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Primárias, uma vitória
dolorosa de
 António José Seguro

Seguro não vai deixar o combate à promiscuidade entre política e negócios. Na hora da despedida dolorosa, ficou feito o aviso. Na derrota, uma vitória: "Com as primárias fizemos história"

Ainda uma noite eleitoral vai a meio e já qualquer taxista sabe quem vai perder ou quem vai ganhar as eleições. É muito fácil porque é sempre a mesma coisa: há imenso trânsito junto à sede do vencedor, que está cheia a abarrotar; a sede do derrotado não tem ninguém, com a excepção de uma representação decente de apoiantes íntimos. Foi assim ontem, no Largo do Rato. Ninguém gosta de partilhar derrotas a não ser a família e os seis amigos que cada um tiver. 

 Ontem, Seguro teve ao seu lado Margarida Freitas, a mulher, a filha Maria e um pouco mais de seis amigos. João Assunção Ribeiro, o antigo porta-voz do PS, veio da Coreia do Sul onde agora trabalha para estar com o secretário-geral na noite que toda a gente sabia que iria ser de derrota. Álvaro Beleza chegou pouco tempo depois de Seguro ao Largo do Rato, Ana Gomes também, João Proença, Alberto Martins, Miguel Laranjeiro, Maria de Belém, Manuel Machado, Marcos Sá e alguns outros. O esforço que fizeram para aplaudir estrondosamente de pé Seguro dava a estranha ilusão de serem muitos. 

Foi Seguro que admitiu que tinha sido uma noite de "muitas emoções" e que "estava emocionado", mas não chorou em público quando fez o discurso em que anunciou o fim de um dos sonhos da sua vida: ser candidato a primeiro-ministro pelo PS. A derrota de Seguro tinha em si uma vitória - a institucionalização das primárias - que reforça perante o país a posição do seu adversário interno. Álvaro Beleza definiu a noite assim: "Um duplo sentimento estranho". E foi tudo assim, um vendaval de sentimentos duplos e estranhos, que é a história das derrotas desde o princípio do mundo, mesmo sem primárias. 

"Juntos fizemos história", diz António José Seguro, invocando a implantação das primárias e o seu sucesso e o "orgulho por ter apresentando a iniciativa e tudo ter feito para aprovar as primárias em Portugal". Era a sua única vitória do dia e levantou-a ao alto: "As primárias são a melhor comemoração do 25 de Abril de 1974". Seguro dirigiu-se expressamente ao adversário: "Felicito democraticamente o dr. António Costa e todos os que ganharam as eleições. O PS escolheu. Está escolhido. Ponto final". 

Seguro volta agora a ser militante de base, estará ausente do próximo congresso do partido, mas não acabou a sua vida política aqui. Ele fez questão de o dizer expressamente e não foi com frases misteriosas como a que ficou famosa quando foi dita por Santana Lopes: "Vou andar por aí". O secretário-geral do PS, no momento em que anuncia o cessar de funções, diz também a quem o quer ver politicamente morto que não vai fechar-se em casa. 
"O compromisso com as causas que defendemos não depende dos cargos que ocupamos, mas da força das nossas convicções", disse. E anunciou que vai continuar várias batalhas, a começar por uma que dominou a sua campanha interna, a da "separação entre política e negócios", a da "maior transparência na vida pública", a do "cumprimento das promessas feitas", a da Europa mais socialista.

Sobre a sua herança no PS, também quis insistir na mensagem de que conseguiu "transformar o PS no maior partido de Portugal" e nas "duas vitórias eleitorais consecutivas contra a coligação de direita", num tempo adverso, com "governo de direita, Presidente da República de direita, presidente da Comissão Europeia de direita e troika". 

Álvaro Beleza sentia-se "triste porque o meu amigo António José Seguro perdeu" e "alegre porque a minha ideia das primárias veio para ficar e foi um dia fantástico". Conclusão de Álvaro Beleza: "Quem abriu o partido foi António José Seguro, quem ganhou foi António José Seguro".
E é aqui que está a vitória amarga de Seguro: ficará para a história do PS como o homem que introduziu as primárias para a escolha de primeiro-ministro, ideia que depois deste sucesso dificilmente será revogada. 
E deu a António Costa, feroz adversário desta solução em Maio, uma legitimidade acrescida tendo em conta a participação e a votação. "Ganhou o PS", dizia, antes de se saber qualquer resultado, um colaborador de Seguro. Afinal, nenhuma das pessoas que apareceu ontem no Largo do Rato estava à espera de ganhar outra coisa que não as primárias.

Alberto Martins também sai
Além da saída de António José Seguro do cargo de secretário-geral, na noite de ontem houve outra demissão entreo os socialistas. Alberto Martins, líder do grupo parlamentar e apoiante do líder agora demissionário, anunciou também a demissão de funções.

IN "i"
29/09/14

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289.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO
"RECORD"


Quase oito milhões de euros de lucro
 para economia de Peniche 
Balanço do Rip Curl Pro Portugal 2013

O Rip Curl Pro Portugal, etapa do circuito mundial de surf, gerou em Peniche 7,8 milhões de euros de receitas em 2013, mantendo os lucros da edição anterior, de acordo com um estudo hoje divulgado.

O "Estudo do impacto do Rip Curl Pro Portugal 2013", elaborado por investigadores da Escola Superior de Tecnologia do Mar de Peniche, concluiu que, apesar da redução em 10% no orçamento do evento, a economia local obteve este lucro, superior em 14 mil euros ao de 2012, durante nove dias.

"Verifica-se uma tendência para a estabilização da maior parte dos indicadores" estudados, refere o estudo, que concluiu que foi deixada uma receita fiscal no país de 932 mil euros, superior à de 2012 (922 mil euros).

Segundo o estudo, a que a agência Lusa teve acesso, o evento foi visitado por 135 mil pessoas, um número superior a 2012 (130 mil), com uma média de idades de 32 anos. Destes, 70,9% são residentes em Portugal e 29,1% oriundas do estrangeiro, sobretudo Espanha, Alemanha, Reino Unidos e França.

Os dados indicam que 61% dos visitantes assistiram às edições anteriores do evento, verificando-se uma redução do número de estrangeiros. À semelhança de 2012, a maioria permanece em Peniche durante quatro dias e meio.

Enquanto os gastos médios dos portugueses aumentaram (28 euros em 2013 e 23 euros em 2012), os dos estrangeiros reduziram em 40 euros (157 em 2012 e 117 em 2013). Os que permanecem mais do que um dia ficam em segundas residências (22%), casa de amigos (13%) ou em hotéis, casas alugadas ou "surf camps" (12%). O Rip Curl Pro Portugal contribuiu para o aumento das exportações, com a venda de 2,7 milhões de euros de serviços a estrangeiros, mais do que em 2012 (2,6 milhões).

O estudo foi baseado em inquéritos a 871 visitantes, durante o evento (08 a 17 de outubro), por elementos do núcleo de investigação sobre a chamada 'indústria do surf', que acaba de ser apresentado pela escola superior.

O núcleo foi criado no seio do Grupo de Investigação em Turismo da escola, com o objetivo de investigar sobre a importância da 'fileira da onda' e propor à economia do mar soluções inovadoras para dinamizar as zonas costeiras, explicou à agência Lusa o coordenador do grupo, João Paulo Jorge.

* A nossa costa tem excelentes "pistas" para o surf mas  fundamentalmente gente muito acolhedora, em termos profissionais e logística há algumas insuficiências, hão-de ser superadas.


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APRENDER COM OS ERROS

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INFORMAÇÃO "EURONEWS"



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39.O MELHOR
 DA ARTE 


O  TRAPACEIRO



GEORGE DE LA TOUR


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Da tela ao tipo de pincel usado pelo artista, do contexto político, histórico ou individual do pintor e da época de seu trabalho, Palhetas desvenda os inúmeros segredos que um quadro pode esconder. Usando finas técnicas como raio-X e infra-vermelho, o programa disseca pinturas ao seu nível mais íntimo fazendo uma astuta investigação!

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Portugal tem os melhores resultados do
. mundo na vacinação contra o HPV

Portugal tem o melhor resultado do mundo em termos de vacinação contra o Vírus do Papiloma Humano, uma das causas do cancro do colo do útero, revelou a sub-diretora-geral da Saúde Graça Freitas.
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Em declarações à agência Lusa no primeiro dia do novo esquema de vacinação contra o HPV - que passa a ser administrada em duas doses, menos uma do que até agora - Graça Freitas elogiou o "papel extraordinário em defesa da sua saúde e da saúde pública" que as raparigas portuguesas desempenharam.

A alteração do esquema vacinal teve, segundo Graça Freitas, uma justificação simples: "Quando a vacina contra o cancro do colo do útero por HPV foi comercializada pensava-se que era preciso três doses. Entretanto, as firmas produtoras fizeram estudos que evidenciam que apenas duas doses são necessárias".

O Plano Nacional de Vacinação foi, por isso, alterado, com o alargamento do prazo em que as raparigas podem ser vacinadas, ou seja, entre os dez e os 13 anos, de modo a coincidir com a vacinação contra o tétano e a difteria e, assim, evitar uma deslocação extra ao centro de vacinação.No futuro, a vacinação contra o HPV poderá voltar a ser alterada, uma vez que "a indústria está a estudar a hipótese de pôr no mercado uma vacina que protege contra mais antigénios".
"Neste momento, a nossa prioridade não é vacinar rapazes, mas sim manter nas raparigas as mais elevadas taxas de cobertura do mundo", disse.

Sobre a recusa de algumas pessoas em vacinar-se, por receio das reações, Graça Freitas considera que esta se deve a "um fenómeno muito simples": "Há uma inversão da perceção do risco. As pessoas deixaram de ter medo da doença - porque estas já não existem, não se veem - para terem medo das reações que a vacina possa dar, ainda que localizadas ou menos localizadas".

A especialista em saúde pública sublinha que "antes da vacinação morria-se, morriam milhares de pessoas com doenças para as quais há vacina".

E alertou para os casos de doenças, como o sarampo, que surgiram em quase todos os países europeus após estes terem descurado a vacinação. Em Portugal, esses surtos não se registaram, embora tenham existido casos importados.

Nos Estados Unidos, a recusa em vacinar crianças, devido a receios infundados de uma suposta relação entre as vacinas e doenças como o autismo, transformou as escolas dos bairros mais abastados de Los Angeles (EUA) em terreno fértil para a tosse convulsa.

De acordo com uma investigação do Hollywood Reporter", a taxa de vacinação dos alunos de várias escolas de Hollywood e Beverly Hills está ao nível dos valores registados no Sudão do sul.Graça Freitas revelou ainda que a vacina contra o meningococo B, disponível em Portugal, mas sem qualquer comparticipação, está a ser estudada pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

"Estamos a estudar a vacina propriamente dita e a tentar perceber se a vacina que existe se adequa à nossa bactéria", disse.

Em fase mais avançada está a análise à vacina Prevenar, que visa a prevenção da doença invasiva (bacteriémia, septicémia, pneumonia bacteriémica), em particular, e da meningite provocada pelo streptococus pneumoniae.

A DGS e o Infarmed elaboraram um conjunto de cenários possíveis - que podem passar pela comparticipação do Serviço Nacional de Saúde (SNS) ou a sua inclusão no Plano Nacional de Vacinações, entre outros - e aguardam decisão por parte da tutela. 

* Excelente notícia a provar que é no SNS que existem os melhores recursos.


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Duane Eddy


Ghost Riders In The Sky

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Vendas de automóveis disparam 38% 
nos primeiros nove meses do ano

A Renault manteve a liderança no mercado de ligeiros entre Janeiro e Setembro. No segmento de luxo, a Ferrari vendeu mais 71,4%, enquanto a Porsche registou um crescimento de 58,8% nos três primeiros trimestre.
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As vendas de automóveis em Portugal subiram 38,4% nos primeiro nove meses do ano face a período homólogo, para um total de mais de 127 mil unidades.

A maior subida entre Janeiro e Setembro teve lugar no segmento comerciais ligeiros com um crescimento de 60,4% face a período homólogo, segundos os dados divulgados pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP), esta quarta-feira, 1 de Outubro.
Segue-se o segmento de veículos pesados, com mais 42% nos três primeiros trimestres, e o segmento ligeiro de passageiros com mais 35,3% face a 2013.

Já durante o mês de Setembro, foi registada uma subida de 35,7% face a igual período de 2013. Os 11,986 automóveis vendidos neste mês atiram as vendas para níveis de 2011, depois de terem batido no fundo durante o ano de 2012, analisando o mercado desde o ano 2000.

Em termos mensais, foi no segmento veículos pesados que se verificou a maior subida em Setembro, com uma subida de 92,1%. Seguem-se os comerciais ligeiros com mais 52,4% e os ligeiros de passageiros com uma subida homóloga de 31,5%.

Olhando para as marcas, foi a Renault que vendeu mais automóveis ligeiros entre Janeiro e Setembro, num total de 16.095 viaturas (mais 47% face a 2013). Segue-se a Peugeot com 12.044 unidades (41,5%) e a Volkswagen com 11.830 automóveis (37,1%).

Mas foi a marca Dacia a registar a maior subida percentual nos primeiros nove meses, com mais 135% de vendas. Segue-se a Lexus com mais 110,5% e a Mazda com 91,9%. Em sentido contrário, seguem a Subaru e Saab com quebras de 100% nas vendas.

A Renault manteve a liderança no mercado de ligeiros entre Janeiro e Setembro (12,88%) face a igual período do ano passado. Segue-se a Peugeot (9,64%), Volkswagen (9,47%), Mercedes (6,98%), Citroën (6,42%) e BMW (6,35%)

No segmento desportivo, a Ferrari vendeu mais 71,4% de automóveis, enquanto a Porsche registou um crescimento de 58,8%. 

 * E não há, diz-se, dinheiro em Portugal.


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TROCANDO DE VESTIDOS

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HOJE NO
"DESTAK"

Orizicultores alertam para fungo que está
. a destruir cultura de arroz do Mondego 

A cultura de arroz do vale do Mondego, mais concretamente na zona dos rios Pranto e Arunca, está a ser afetada por um fungo e há já perdas de 30 a 60 por cento nas colheitas, alertaram hoje os orizicultores. 

Isménio Oliveira, coordenador da Associação dos Orizicultores Portugueses (APOR), disse hoje à agência Lusa que os prejuízos nos cerca de 4.000 hectares daquela zona "são muito elevados", existindo muitas searas "que não conseguem pagar a ceifa". 

A APOR exige que o Ministério da Agricultura, numa primeira fase, "faça um levantamento dos prejuízos efetivos" que afetam os produtores do vale do Mondego - existindo igualmente situação no vale do Vouga, frisa Isménio Oliveira - e que, depois, possa decidir "medidas compensatórias" que reponham os prejuízos. 

* O que irá fazer a ministra da lavoura?



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INSÓLITO













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HOJE NO
"i"

Investigação i. Espírito Santo receberam
 5 milhões de euros de 
comissões dos submarinos 

Os cinco principais clãs Espírito Santo discutiram pormenores das comissões recebidas através da Escom no Conselho Superior do GES. O i revela tudo que se passou na reunião da cúpula da família

A reunião de 7 de Novembro de 2013 do Conselho Superior do Grupo Espírito Santo (GES) nunca será esquecida pelos nove elementos da família que nela participaram. Foi a reunião em que José Maria Ricciardi contestou abertamente a liderança de Ricardo Salgado. Mas foi também a reunião em que a guerra aberta entre Salgado e Ricciardi foi interrompida por uma confissão relacionada com o negócio da compra dos submarinos por parte do Estado: os cinco clãs principais da família, os que tinham representação no Conselho Superior, receberam em 2004 cinco milhões dos cerca de 30 milhões de euros pagos à Escom a título de serviços de consultoria pelo consórcio alemão que vendeu os dois submarinos a Portugal. 


Quem o disse foi o próprio Ricardo Salgado na reunião do Conselho Superior. De acordo com a reconstituição da reunião que foi possível fazer através de diversos testemunhos recolhidos pelo i, questionado por um dos membros sobre como tinha sido “esse assunto do recebimento da comissão da Escom”, Salgado contou: “Deram-nos cinco a nós e eles [os administradores da Escom] guardaram 15.”
Nenhum dos membros do antigo Conselho Superior contactados pelo i quis prestar declarações.

Os alegados pagamentos da Escom aos cinco clãs da família Espírito Santo só vieram à discussão porque Ricardo Salgado terá exigido, a meio da reunião, que Manuel Fernando Espírito Santo, representante do ramo Moniz Galvão, assinasse uma carta que deveria conter a assinatura dos representantes da família que tinham direito de voto no Conselho Superior do GES. “Se não assinas a carta assumes a responsabilidade de te estares a afastar da coesão dos fundadores”, disse Salgado, explicando que a carta era dirigida aos outros membros e pretendia ser “um acto de gestão que institucionalizasse a decisão” tomada na altura da compra dos submarinos. Na sua mente estava já uma preocupação: era “fundamental” que existisse uma carta com “a assinatura dos cinco”, porque quando o processo judicial fosse arquivado ele seria “tornado público”. 

Os 5 milhões de euros foram transferidos pela Escom, empresa do grupo GES, para as contas pessoais de cada um dos representantes dos clãs da família na Suíça e noutros países estrangeiros, em parcelas iguais. O DCIAP, departamento da Procuradoria-Geral da República que investiga o caso dos submarinos, detectou essas transferências para a Suíça e solicitou à justiça helvética a quebra do sigilo bancário com o objectivo de aceder à identidade das pessoas que tinham recebido tais montantes. Foi no âmbito da quebra do sigilo bancário na Suíça que o DCIAP recolheu a informação de que pelo menos três membros do Conselho Superior tinham recebido um milhão de euros. Ricardo Salgado e os restantes membros da família Espírito Santo já tinham essa informação, daí a preocupação com a carta que legitimaria os valores pagos pela Escom. 

Manuel Fernando Espírito Santo, chairman da Rioforte, explicou que ainda não tinha assinado a referida carta porque esta tinha um erro: o montante que lhe dizia respeito estava errado. Na sua conta, que tinha sido encerrada após a quebra do sigilo bancário, estariam duas somas que não corresponderiam ao valor redigido na carta, contou. Salgado explicou que o documento tinha sido feito pelo departamento jurídico com base nos elementos do advogado Maurice Harari (que representa membros do Conselho Superior na Suíça) e assegurou que o erro seria corrigido, nem que para isso fosse necessário chamar Luís Horta e Costa, um dos três administradores da Escom. Além deste, também o administrador Pedro Ferreira Neto e o presidente da empresa, Helder Bataglia, foram constituídos arguidos em 2013 no processo que investiga suspeitas de corrupção, tráfico de influências e branqueamento de capitais na compra de dois submarinos ao German Submarine Consortium (GSC). 

Perante a insistência de Salgado – “Se não assinas a carta, não assumes a responsabilidade” – Manuel Fernando acabou por ceder. “Eu assumo a responsabilidade”, rematou. 


Aos presentes na reunião – além dos nove membros com assento no Conselho, estava na sala José Castella, controller financeiro do GES – o então líder do Banco Espírito Santo (BES) resumiu o negócio dos submarinos a “uma história complicada”. Começou por explicar que tinha sido Miguel Horta e Costa, o irmão de Luís que viria a tornar-se consultor da empresa, a ir à Escom propor a operação. “Ficámos com a impressão de que isto provavelmente não tinha pés para andar”, disse Salgado, acrescentando que só terá avançado porque acreditaram ser “uma operação pontual”. O BES, juntamente com o Crédit Suisse, tinha já organizado a operação de leasing para a compra dos submarinos. Mas, segundo Salgado, o banco nada terá sabido sobre a outra operação proposta por Miguel Horta e Costa além dos “montantes” que os membros do Conselho Superior iriam receber. Ao todo, disse várias vezes na reunião, 5 milhões de euros. Antes de ser distribuído, explicou, o dinheiro terá estado depositado num fundo no Brasil através de uma sociedade gestora das Baamas. “Que eu saiba nenhum de nós recebeu mais um centavo que o que foi recebido na altura”, afirmou. 

O “Expresso” revelou este ano que três contas na Suíça que estavam sob suspeita no inquérito à compra dos submarinos eram de três membros do Conselho Superior do GES. Para essas contas, disse o semanário citando um acórdão do Supremo Tribunal da Suíça, teriam sido transferidos 3 milhões de euros a partir da sociedade Afrexport, detida pela Escom BVI, com sede nas Ilhas Virgens Britânicas.
Durante a reunião de 7 de Novembro de 2013, e de acordo com a reconstituição do i, os membros do Conselho Superior, que tinham recebido uma pasta com documentação descritiva de todo o negócio, falaram da Afrexport e das contas encerradas pela justiça helvética em Genebra: “O erro foi ter sido pela Afrexport. Devia ter ido para a International (ESI) e a International devia ter distribuído pelos membros do Conselho Superior”, afirmou um membro da família Espírito Santo numa alusão à sociedade luxemburguesa que controlava o GES e o BES. 
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NÃO SE ESQUEÇAM DO ZEDU
No acórdão suíço citado pelo “Expresso”, o advogado de defesa dos titulares das contas argumentou que as ditas transferências não estavam relacionadas com comissões da compra de submarinos mas sim com a “remuneração de três recorrentes por tarefas realizadas no âmbito do Conselho Superior do GES”. Durante a reunião na Rua de São Bernardo, os montantes alegadamente recebidos pelos membros do Conselho são sempre associados aos submarinos. Além disso, Salgado insistirá na tese de que pouco terá sabido do negócio: “A Escom tratou de tudo de A a Z.” Isto é, o que Salgado e outros membros do Conselho Superior afirmaram na reunião não bate certo com a defesa apresentada na Suíça. 

Recorde-se que o conselho de administração da Escom assegurou sempre ao i que actuou com “o total conhecimento e concordância dos seus então accionistas”. “E de outra forma não poderia ser, nomeadamente no que toca a definição de critérios ou políticas de distribuição de resultados a título de prémios, remunerações ou distribuição de dividendos”, acrescentaram num comunicado divulgado em Agosto de 2013. 

À data da compra dos submarinos, o GES era accionista maioritário da Escom, com 67%. O restante capital estava nas mãos do presidente da empresa, Helder Bataglia. O Conselho Superior era composto exactamente pelas mesmas pessoas que no final de 2013 tinham direito de voto naquele órgão: Ricardo Salgado, António Ricciardi, Manuel Fernando Espírito Santo, José Manuel Espírito Santo Silva (filho de Maria do Carmo Moniz Galvão) e Mário Mosqueira do Amaral. 

A revelação dos montantes do negócio que terão sido entregues a cada uma das partes não agradou a Ricardo Abecassis Espírito Santo. Ao que o i averiguou, o membro luso-brasileiro da família terá levantado a voz na reunião para perguntar a Salgado se achava legítimo serem os administradores da empresa “a decidir quanto é que eles vão ganhar, e não os accionistas”. Salgado deu-lhe razão e desculpou-se com o contexto: como terá começado de imediato “uma campanha horrível nos jornais”, os accionistas terão preferido ficar de fora e optado por, logo em 2004, parar imediatamente qualquer operação relacionada com aquisição de equipamento militar. Abecassis insistiu que era preciso controlar as empresas e quanto ganham os gestores. “Se tenho de ganhar um milhão, ganho um milhão”, rematou. Salgado aconselhou-o a não remexer mais no assunto: “Vamos acabar por saber quem recebeu parte disto e quem é que deixou de receber.” 

Mas outro membro mais novo do Conselho viria ainda a tocar no assunto para esclarecer o montante que estava na carta “assinada pelo pai”, pois estava depositado em seu nome e no das suas irmãs. “Se me chamam eu não sei responder”, disse. A cúpula praticamente em coro respondeu que “cinco foi o total” e esse tinha sido o montante “distribuído por todos”. 
 
Salgado não quis que o assunto fosse encerrado sem deixar uma mensagem de tranquilidade: ao que o i averiguou, disse aos presentes ter a impressão de que aquele processo – que investiga suspeitas de corrupção no negócio da compra dos submarinos aos alemães – “poderia vir a ser arquivado”. 

* A família "Espírito Beato" não difere muito das famílias da camorra napolitana.


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