segunda-feira, 29 de setembro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS

  APRENDEMOS!


PALAVRÕES E DITADOS POPULARES

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GENEROSO



















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ROSSINI CARDS

  INTÉRPRETES 

BALLETS JAZZ
DE MONTRÉAL
COREOGRAFIA  
MAURO BIGONZETTI

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MONTAMAGNY 19/01/2013


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Remédio para a esclerose múltipla aprovado pelo Infarmed

O fampridina, um medicamento que melhora a marcha de doentes com esclerose múltipla, foi aprovado pela Autoridade Nacional do Medicamentos (Infarmed), indica a Biogen Idec, laboratório responsável pela produção. 

O valor do tratamento mensal (1 comprimido 2 x ao dia) é de 177,15 euros por mês, sendo comparticipado a 100% e dispensado apenas em regime hospitalar. O remédio tinha sido aprovado pela Agência Europeia do Medicamento em 2011 e há dois anos estava em avaliação no Infarmed. 

Em junho deste ano, como o DN noticiou na altura, chegaram à Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla duas queixas de doentes que viram o pedido de Autorização de Uso Excecional (AUE) recusado pelo hospital onde estavam a ser seguidos. Um deles optou por ser consultado num hospital privado e com isso teve acesso ao medicamento, embora tivesse de o pagar na totalidade: mais de 600 euros a embalagem.

A AUE é a solução para aceder a medicamentos que não estão aprovados. Entre janeiro de 2013 e junho deste ano o Infarmed recebeu 24 pedidos da uso do fampridina. Destes, 14 tinham sido aprovados. 

Segundo os ensaios clínicos, que serviram para a provação do medicamento por parte da Agência Europeia, os doentes que responderam ao fampridina apresentaram uma melhoria na velocidade de marcha superior a 25%. Esta é uma das principais queixas dos doentes com esclerose múltipla.

* UMA MUITO BOA NOTÍCIA

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FORÇA AÉREA
PORTUGUESA

RESGATANDO VIDAS

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Um filme do realizador austríaco Paul Wex sobre algumas das missões mais conhecidas da Força Aérea e da Esquadra 751, que se enquadram numa tipologia de missão denominada "Salvaguarda da Vida Humana".
Portugal é responsável pela 2ª maior área de Busca e Salvamento do Mundo. Apenas o Canadá possui uma área de intervenção superior à de Portugal.


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HOJE NO
"RECORD"

José Mourinho recorda "personagem" Sousa Cintra e "amigo" Manuel Fernandes

José Mourinho não esquece os tempos que viveu no Sporting, ainda na década de 90. A começar o seu percurso na altura, o agora treinador do Chelsea recorda com carinho a experiência em Alvalade, como tradutor de Bobby Robson.

"Passei nesta casa e não esqueço. Foi com orgulho que fiz de tudo um pouco nesta casa. Tentei ajudar em tudo aquilo que me era possível, numa fase bonita da carreira de qualquer um. Tenho boas recordações do Sporting... a única má foi o dia em que saímos do clube mas não há ressentimentos", disse o timoneiro dos blues, na conferência de imprensa de antevisão à partida com o Sporting.

Ao mesmo tempo, Mourinho deixou rasgados elogios ao "amigo" Manuel Fernandes, glória do clube de Alvalade, e recordou a "personagem" Sousa Cintra, presidente dos leões à época. "A minha relação com Manuel Fernandes é sempre de dívida - devo-lhe a ele mas ele nada me deve -, pois acreditou em mim e deu-me a mão. A única coisa que lhe dou em troca é uma amizade e respeito enormes. É verdadeiramente um amigo, apesar da distância. 
Já o presidente Sousa Cintra divertiu-me imenso, como um miúdo que estava a começar. Encontrar uma personagem como o presidente Cintra foi bom, apesar do dia em que nos mandou agarrar a trouxa e ir embora", relatou.

* Sem papas na língua.


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 MINUTOS DE


CIÊNCIA/15


MASSA E PESO,
 UM  ERRO COMUM SOBRE A
GRAVIDADE!

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Células cerebrais votam decisões e cérebro tenta prever qual será tomada

As células cerebrais votam individualmente a favor ou contra uma determinada ação, que é decidida pela maioria, mas durante a votação o cérebro faz uma sondagem e antes da decisão final já "previu" qual vai ser a decisão. 
Este é o resultado de um estudo da autoria de investigadores do Centro Champalimaud, publicado na revista "Nature Neuroscience", que vem levantar dúvidas sobre a existência ou não do livre arbítrio, explica a Fundação Champalimaud.


O investigador principal e diretor do programa de neurociências da fundação, Zachary Mainen, explica que na dúvida perante fazer uma determinada ação, as células cerebrais votam individualmente a favor ou contra, como se se tratasse de um voto de braço no ar, e no final a maioria ganha, ou seja, quando o limite é atingido a ação ocorre.

Mas antes, já o cérebro conseguiu fazer uma previsão da decisão que vai ser tomada e se a ação vai ocorrer, em função dos votos que vão sendo recolhidos, embora essa previsão possa não ser totalmente fidedigna.

Como explica Zachary Mainen, "os resultados das eleições podem ser previstos, e quanto mais dados disponíveis melhor será o prognóstico, mas estas previsões nunca são 100% precisas e ser capaz de prever parcialmente uma eleição não significa que os resultados são pré-determinados".

"Da mesma forma, ser capaz de usar a atividade neural para prever uma decisão não significa que a decisão já tenha ocorrido", acrescentou, pois a decisão só é tomada depois.
Para chegar a estas conclusões, os investigadores usaram ratos e um sinal sonoro.

A fim de tentarem prever quando é que o rato iria desistir de esperar por um sinal sonoro retardado, os investigadores registaram a atividade de neurónios numa área do cérebro conhecida por estar envolvida no planeamento de movimentos.

"Nós sabíamos que os ratos não estavam apenas a responder a um estímulo, mas também a decidir espontaneamente quando desistir, pois a sua escolha variava de forma imprevisível de uma tentativa para outra", explica Zachary Mainen.

Os investigadores descobriram que os neurónios do córtex pré-motor conseguem prever as ações dos animais com mais do que um segundo de antecedência.Segundo Zachary Mainen, "isto é notável porque, em experiências semelhantes realizadas em seres humanos, estes relatam tomar a decisão de se moverem apenas dois décimos de segundo antes de se moverem."
No entanto, sublinha que este tipo de atividade neural de previsão não significa que o cérebro tenha tomado uma decisão.

Uma imagem que exemplifica o comportamento humano aqui estudado é a de um homem sentado numa paragem à espera do autocarro, que acredita irá chegar em breve.

Após esperar, olhar para a estrada, não ver nada, levanta-se e começa a andar, pensando que "talvez haja algum problema", e depois de algum tempo desiste e levanta o braço para chamar um táxi.

Assim que se começa a afastar no carro, vê pelo retrovisor o autocarro a chegar à paragem. É aqui que se levantam as questões a que este estudo pretende agora responder: será que teve possibilidade de esperar um pouco mais? Ou desistir de esperar pelo autocarro foi o resultado inevitável e previsível de uma determinada cadeia de eventos neurais? 

* Investigar é trabalhoso e depende da persistência.



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JOANA FERREIRA DA SILVA

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‘Tenho em mim todos
 os sonhos do mundo’

Os jovens que eu conheço rejeitam o rótulo que teimam em pôr-nos de uma geração (à) rasca. Têm grandes sonhos. Querem ter um assento na Europa. Querem fazer a diferença. 
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São inúmeras as notícias que nos chegam todos os dias de cérebros portugueses que vingam nas suas áreas de trabalho, no estrangeiro. No Reino Unido, eles organizam-se numa associação de investigadores que dá cartas na Ciência e na Tecnologia. A PARSUK, que pretende fomentar a comunicação académica entre Portugal e o Reino Unido, organiza, entre muitas outras actividades, a PARSUK Xperience, uma oportunidade que é dada a alunos portugueses de frequentar estágios remunerados em instituições inglesas. Eu tive a sorte de ser um desses alunos. 

A verdade é só esta: temos a mania que somos pequeninos. A PARSUK Xperience permitiu-me abrir os olhos para uma realidade que é a do português no estrangeiro. E deixem-me que vos diga, somos muito bem-vindos. É verdade que o conhecimento geográfico é muito limitado ao Algarve e existem todos aqueles estereótipos das mulheres portuguesas terem bigode, mas no que toca ao trabalho, a opinião europeia é unânime: gostamos de portugueses, aprendem as línguas num instante e não têm medo de trabalhar.

Os jovens que eu conheço rejeitam o rótulo que teimam em pôr-nos de uma geração (à) rasca. Têm grandes sonhos. Querem curar o cancro. Querem resolver o problema da energia. Querem que a cultura volte a ser valorizada. Querem ter um assento na Europa. Querem fazer a diferença. Os jovens que eu conheço acordam de manhã com os sonhos já hipotecados e travam uma luta desleal com um mundo que nunca ouviu falar deles. Mas não desistem. Fazem malas e despedem-se da família e dos amigos sem bilhete de retorno, tudo em conquista de um sonho.

 E não, isso não faz de nós uns coitadinhos porque tivemos de emigrar. Emigramos porque acreditamos em investir na formação que nem sempre o país que nos viu nascer tem capacidade para dar. E emigramos, muitas vezes, com a esperança de poder voltar com as experiências vividas e novas ferramentas para aplicar. Afinal de contas, o conhecimento não tem fronteiras.

A PARSUK é o espelho do potencial intelectual e empreendedor português. Torna-se o reflexo de uma capacidade de iniciativa brilhante que convida outros a fazer o mesmo. Comigo resultou. Foi uma oportunidade fantástica que me ‘abriu os horizontes’, um chavão que aqui se adequa tão bem, e por isso só me posso sentir profundamente grata.

Não somos pequeninos, ou inferiores. Não é assim que vêem o nosso cantinho à beira-mar plantado, porque não são assim as pessoas que dele saem. Conheço um exemplo próximo de uma portuguesa, que na eminência de mudar de emprego no Reino Unido, lhe pediram uma lista de colegas de curso portugueses que poderiam estar interessados em ocupar o seu lugar. Ora, com evidências destas, parece estar mais que na altura de quebrar alguns preconceitos. E quebre-se já agora também o de que a mulher portuguesa tem bigode!

Fernando Pessoa dizia “tenho em mim todos os sonhos do mundo”. Nós sabemos, Fernando. Nós sabemos.


IN "OBSERVADOR"
24/09/14

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287.UNIÃO


EUROPEIA















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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Portugal no 21.º lugar em 'ranking' de 37 países relativo ao salário médio anual

Portugal ocupa a 21.ª posição entre 37 países da Europa, Médio-Oriente e África no que se refere ao salário médio líquido anual de um profissional sénior, num 'ranking' liderado pela Suíça, Noruega e Dinamarca. 

De acordo com as conclusões de um estudo da consultora Mercer sobre os custos totais do trabalho no mundo, divulgado esta segunda-feira, 29 de Setembro, em Portugal o valor médio de salário líquido anual para profissionais seniores é de 28.194 dólares, o que compara com os 129.329 dólares da líder Suíça, os 98.778 dólares da Noruega (que surge na segunda posição) e os 95.137 dólares da Dinamarca (terceiro lugar). 

No extremo inverso surge a Argélia, cuja remuneração média anual é de 14.181 dólares.

Já nos países analisados na região Ásia-Pacífico, a Índia surge com o salário líquido anual mais baixo para um profissional sénior (6.585 dólares), sendo que este valor representa apenas 10% do salário mais elevado oferecido na mesma região (67.358 dólares pagos na Austrália para a mesma função).

Quanto ao continente americano, o primeiro lugar é ocupado pelo Canadá, que regista um valor de 64.107 dólares, seguido dos EUA (61.152 dólares) e de Porto Rico (55.897 dólares), enquanto em último lugar surge o México, com 22.317 dólares.

Entre os países avaliados, a Mercer destaca ainda a França como o que apresenta o valor mais alto de contribuição obrigatória do empregador sobre a percentagem do salário-base anual (45,2%), sendo que, na América, o país em que o peso do salário em proporção ao total de custos de trabalho é mais alto para cargos de administração e posições seniores é os EUA.

No trabalho faz-se notar que um salário-base anual elevado "não corresponde, necessariamente, ao custo total de um colaborador para uma empresa", já que "o custo total de contratar alguém implica a soma de todos os custos directos e indirectos atribuídos aos colaboradores, o que inclui o salário-base, benefícios, contribuições para a Segurança Social e impostos".

"O custo total de contratar um colaborador é consideravelmente mais elevado do que apenas o seu salário mensal, embora os colaboradores utilizem esta medida para avaliar outras potenciais posições similares no mercado", refere o responsável de Estudos de Mercado da Mercer Portugal, Tiago Borges.

Neste sentido, sustenta, também "as empresas quando contratam devem ter a responsabilidade de não só obter uma compreensão completa dos custos totais - por posição e geograficamente - e como é que estes se comparam no mercado, como também comunicar o valor real dos pacotes de compensação para os atuais e potenciais colaboradores".

"Desenhar um pacote de compensação atractivo que favoreça tanto o colaborador como o empregador é um dos principais e mais difíceis desafios dos departamentos de recursos humanos, especialmente para organizações multinacionais que têm de considerar o custo total de contratações, o qual implica a soma da remuneração total anual mais as contribuições obrigatórias do empregador", sustenta.

* Não se conhecem os nomes da listagem para tudo ficar mais claro


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BRASIL REDUZ EM 50% O
NÚMERO DE PESSOAS
QUE PASSAM FOME

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 INFORMAÇÃO ONU

 * EM PORTUGAL AUMENTA O NÚMERO DE PESSOAS QUE PASSAM FOME


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16- A HISTÓRIA



DO AUTOMÓVEL



MAIS HISTÓRIAS NA HISTÓRIA


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ATENÇÃO SRS./AS VISITADORES/AS
Esta série foi difundida pela TVE, Rede Minas, em 1986, é portanto muito datada. No entanto até à data indicada, o seu conteúdo tem rigor histórico.


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HOJE NO
"DESTAK"

António José Seguro renuncia ao 
seu lugar no Conselho de Estado 

O secretário-geral do PS, António José Seguro, pediu hoje, em carta à presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, a sua renúncia ao lugar no Conselho de Estado, disse à agência Lusa fonte oficial dos socialistas. 


O pedido de renúncia de António José Seguro foi dirigido a Assunção Esteves por ter sido eleito para o Conselho de Estado pela Assembleia da República e a sua decisão decorreu do facto de o seu mandato neste órgão estar associado ao exercício das funções de secretário-geral do PS.

 "Em coerência com o seu pedido de demissão do cargo de secretário-geral do PS [na noite de domingo], António José Seguro entendeu também renunciar ao Conselho de Estado", acrescentou a mesma fonte. 

* Demissão lógica, no cumprimento da palavra dada, algumas considerações:
 - Nunca a comunicação social denunciou actos "menos" lícitos na vida pública e privada de António José Seguro, todos nós sabemos da avidez jornalística, não que seja negativa, mas porque no caso, Seguro, tem percurso limpo.
 - Os socialistas e simpatizantes votaram em António Costa cuja equipa da campanha cometeu uma  desonestidadezinha ao enviar sms's para os votantes no próprio dia do acto eleitoral, ainda bem que desde o início os apaniguados de Costa se revelam, para não restarem dúvidas, foi lapso o "tanas"!
 - Socrates=Passos Coelho=Costa, nada de relevante os diferencia, a não ser uma maior falta de educação em Socrates,  remediada inteligência  em Coelho e maior viscosidade em António Costa.
 - Preparemo-nos para um nefasto Bloco Central protagonizado por Rui Rio e o novo líder do PS.


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Dierks Bentley


Every Mile A Memory

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HOJE NO
"i"

Conselho Económico e Social diz que
. politica de crescimento nas GOP está
. desarticulada da política de emprego

O CES chama ainda a atenção para o facto de a proposta do governo não dar informação "sobre a intenção ou não de reduzir os rendimentos dos pensionistas"

O Conselho Económico e Social (CES) considera que a política de crescimento explicita na proposta governamental de Grandes Opções do Plano (GOP) para 2015 esta desarticulada da política de emprego, refere um documento hoje enviado aos parceiros sociais. 
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SILVA PENEDA - PRESIDENTE DO CES
"A desarticulação da política de crescimento com a política de emprego é evidente, baseando-se na continuação dos programas de apoio às empresas para a contratação de trabalhadores a baixo ou nenhum custo", é afirmado no projeto de parecer sobre as GOP que o plenário do CES deverá aprovar na terça-feira, a que a agência Lusa teve acesso. 


O CES considera também que "não é dada a devida relevância às medidas de combate ao desemprego por via da qualificação ou da requalificação dos trabalhadores, com especial incidência no desemprego de longa duração". 

"Por outro lado, nada é afirmado quanto à política de rendimentos nem quanto ao salário mínimo e à contratação coletiva", salienta o documento, que ainda poderá sofrer alterações no âmbito da sua discussão em plenário. 

Quanto às políticas sociais previstas nas GOP, o CES considera que elas se limitam "à descrição de um conjunto de medidas com pendor assistencialista, não havendo a adequada articulação com a política de rendimentos e com a política de emprego, condição fundamental para a autonomia das pessoas e sustentabilidade das suas perspetivas futuras". 

"O CES não pode deixar de demonstrar a sua preocupação face à ausência de referências às prestações sociais num quadro de contínua degradação das mesmas, bem como dos custos com bens e serviços básicos (saúde, educação, habitação, energia, transportes, etc.) suportados pelas pessoas", é assumido no documento que teve como relator o conselheiro Adriano Pimpão. 

O CES chama ainda a atenção para o facto de a proposta do governo não dar informação "sobre a intenção ou não de reduzir os rendimentos dos pensionistas". 


No projeto de parecer o CES recomenda que "a transferência de competências, que se está a operar para o sector social, não ponha em causa o acesso das famílias de muito baixos rendimentos aos apoios, nomeadamente à infância e aos idosos, e que são parte integrante das funções sociais da responsabilidade do Estado". 

O Conselho Económico defende também uma mudança de política para a Administração Pública, orientada para a qualificação dos seus quadros e para um melhor acesso dos cidadãos aos serviços públicos. 

No projeto de parecer sobre as GOP para 2015, aprovado pela Comissão Especializada em Política Económica e Social (CEPES) do CES na quinta-feira, o CES chama a atenção para a ausência de referência às políticas de Reforma do Estado, “limitando-se as GOP a enunciar as medidas de reestruturação da Administração Pública, nomeadamente as que se referem à gestão de recursos humanos”.
Estas medidas reforçaram a preocupação do CES, que teme “a transformação da chamada reforma da Administração Pública num instrumento para reduzir ainda mais, o número de trabalhadores e as suas remunerações, bem como para reduzir as prestações sociais e os serviços públicos prestados”. 

“O redimensionamento da Administração Pública parece centrar-se essencialmente na redução de efetivos, quando em três anos já houve uma redução de 60.000 postos de trabalho”, afirma o CES.
No documento, o Conselho Económico e Social defende que o crescimento económico deveria ser a prioridade do Governo para o próximo ano e que isso deveria estar expresso nas Grandes Opções do Plano (GOP) para 2015. 

O CES considera que, “sem um crescimento económico médio anual nos próximos anos de cerca de 2% a 2,5%, não haverá qualquer esperança para a criação de emprego produtivo, nem será possível cumprir o Tratado Orçamental sem a existência de altos níveis de austeridade". 

"No texto das GOP 2014 afirmava-se que se iria iniciar um novo ciclo. Porém, ao ler o projeto das GOP para 2015, verifica-se que vai continuar a existir uma evidente dependência da economia real face à economia financeira. A orientação geral para 2015 é assim e a este respeito, a mesma que tem vigorado no passado recente", refere o CES. 


O CES considera que o documento das Grandes Opções do Plano (GOP) não apresenta uma orientação estratégica para 2015 e falha enquanto proposta do Governo. 

O documento do CES afirma que a proposta de GOP do Governo não cumpre "o objectivo de apresentação duma orientação estratégica para 2015 e limita-se em grande parte a descrever as medidas adoptadas pelo Governo nos últimos 3 anos". 

O CES criticou ainda que as GOP não falem da posição de Portugal face ao euro e recomendou que isso seja incluído no texto das GOP. 

O CES recomenda que esta análise faça parte do texto do documento das GOP porque considera que "sem o conhecimento da posição de Portugal sobre as reformas a operar na zona euro é muito difícil analisar estrategicamente o futuro do País". 

O Conselho Económico e Social (CES) criticou também a falta de cenário macroeconómico para 2015 na proposta de Grandes Opções do Plano do Governo e considerou que essa lacuna dificulta uma avaliação da política económica para 2015. 

Para o Conselho Económico e Social "estas falhas desvalorizam o documento das GOP e inviabilizam em grande parte o exercício de audição do CES na base da fundamentação quantificada desse mesmo exercício e do consequente contraditório por parte do Governo". 

No projeto de parecer o CES volta a insistir na necessidade de reduzir a carga fiscal sobre as famílias, com o objetivo de dinamizar a procura interna e o mercado doméstico. 

* Não há volta a dar, a incompetência é apanágio deste governo, os ministros, com raras excepções, são são uns fala-baratos, já foram dois  ao "Perdoa-me", está na hora de irem para casa.



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PINTURA EM MOVIMENTO

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NUVENS EM TIMELAPSE
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ONTEM NO
"A BOLA"

«Ser campeão da Europa em casa 
é um sonho» - Marcos Freitas

Marcos Freitas, português melhor classificado no ranking mundial (12.º), diz que já não se lembra do ponto que deu o título a Portugal mas que ser campeão da Europa é um sonho.
 
«Não classificaria de vingança. É sempre bom ganhar e ser campeão da Europa pela primeira vez e em casa é um sonho. Era muito difícil, mas começámos o jogo bem e neste momento estou muito satisfeito. 
 
Analisei bem o primeiro jogo que disputei com eles e sabia como jogar. O Timo (Boll) sentiu mais a pressão do que eu, porque estavam a perder 2-1. O fim foi muito rápido, nem me lembro do ponto. Sei que festejámos todos juntos», afirmou o mesa tenista português em declarações à Sport TV.

* Fica para a história do desporto português que esta selecção, infelizmente de emigrantes, deu uma lição de coragem, técnica e amor ao desporto.VALENTES


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GOURMET












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HOJE NO
"DIÁRIO SE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Maioria das vítimas de traumatismo
. crânio encefálico fica reformada
 ou desempregada 

 Seis em cada dez vítimas de traumatismo crânio encefálico grave estão desempregadas ou reformadas um ano após o acidente e 82% não têm acesso a terapias de reabilitação, revela um estudo que analisou o impacto desta doença.

O estudo “Impacto sociofamiliar do Traumatismo Crânio Encefálico (TCE)”, realizado pela Novamente - Associação de Apoio aos Traumatizados Crânio-Encefálicos e Suas Famílias, quis verificar o impacto da doença na vida das vítimas e dos cuidadores, disse à agência Lusa a investigadora e diretora da associação, Vera Bonvalot.


A recolha dos dados foi realizada quatro, oito e doze meses após o acidente e analisou 266 casos admitidos nos serviços de urgência hospitalares nos últimos três anos.

O estudo, que é hoje apresentado na Fundação Calouste Gulbenkian, refere que “o drama do traumatismo crânio encefálico grave tem impacto na vítima, na família, mas também na sociedade, adiantou Vera Bonvolt.
Cerca de 58% das vítimas (com idades entre os 18 e os 45 anos) trabalhavam ou estudavam antes de sofrer o traumatismo e após a lesão apenas 19% manteve a sua atividade.

Dos que voltaram a trabalhar, 75% desempenham a mesma função e trabalham as mesmas horas, 17% realizam menos horas e 8% mudaram de tipo de trabalho.

A diminuição da frequência dos tratamentos é outra conclusão do estudo, salientando que 72% das vítimas não têm acesso a terapias de reabilitação ao fim de oito meses e 82% após um ano.
É um número “muito assustador”, porque as terapias de reabilitação são fundamentais para a recuperação das vítimas, explicou Vera Bonvalot.

O estudo acrescenta que esta situação, além de “comprometer seriamente” as melhorias físicas e neurológicas do doente, aumenta “a responsabilidade e trabalho dos cuidadores”.

Entre as razões apresentadas pelos inquiridos para esta dificuldade, encontram-se a falta de vagas, a demora da aprovação por parte das seguradoras e o elevado custo dos serviços privados.

Um aspeto relatado pelos cuidadores e vítimas como fator importante para a recuperação é o apoio que recebem da família e dos amigos, mas este vai diminuindo ao longo do tempo.

Segundo o estudo, 73% perderam o contacto da família e 93% dos amigos.
A doença também tem consequências nas vítimas, com 76% a apresentarem, ao fim de um ano, sinais de ansiedade e depressão e 71% de impulsividade, irritação, agressividade e perda de capacidade para lidar com as pessoas.

Os cuidadores têm um “grande peso na vida das vítimas e também sofrem”, disse a investigadora, adiantando que, um ano após o acidente, 62% não retomaram em pleno a atividade laboral, 67% tiveram impactos negativos na saúde e 77% sentem-se emocionalmente esgotados.

Muitas famílias não compreendem os comportamentos da vítima, o que resulta da “pouca informação que é transmitida à família que, além de se deparar com uma situação totalmente nova para si, não obtém qualquer informação que a ajude a compreender e a fazer face a esta realidade”, sublinha o estudo.
O estudo conclui que o percurso da vítima e dos cuidadores “é complexo e exige a compreensão e intervenção adequada por parte de todos os profissionais que intervêm diretamente com estes casos e uma entidade externa que possa defender e representar a família”.

Nos últimos 25 anos, mais de 275.000 pessoas terão sofrido um TCE grave em Portugal e vivem com sequelas.
As quedas são a causa mais frequente (59%), seguidas de acidentes de viação, de desporto e agressões.

* O que faz o governo perante esta tragédia? Congratula-se por o país estar melhor, e tem o conforto do "dever cumprido", melhor, "dever comprido", segundo o sr. ministro da lambreta.



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 SÓ VISTO
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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Lloyds demite oito funcionários 
depois de manipulação da Libor

Colaboradores ficarão ainda sem direito a bónus totais no valor de três milhões de libras.

O Lloyds Banking Group, liderado pelo português António Horta Osório, demitiu oito colaboradores depois da investigação de manipulação da taxa Libor em Londres.
De acordo com a BBC, que avança a notícia, a demissão acontece depois de o banco ter sido condeado a uma multa de 218 milhões de libras (278,8 milhões de euros) em Julho por “má conduta agravada” no estabelecimento da taxa Libor.

Os colaboradores demitidos ficarão ainda sem direito a bónus totais no valor de três milhões de libras (3,83 milhões de euros).

A Autoridade de Conduta Financeira britânica considerou provado que o Lloyds manipulou a taxa interbancária Libor para iene e a libra esterlina e tentou manipular a taxa para o iene, libra e dólar norte-americano.

* Os bancários aprendem com banqueiros a "trafulhar"

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