sexta-feira, 26 de setembro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS

PEDALAMOS!



VIDA SOBRE RODAS

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O FÍSICO




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'ESTRANHO CASAL'
SAÍDA NOCTURNA

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HOJE NO
"RECORD"

Fernando Santos:
«Lista já está esboçada na minha cabeça»

Presente em Alvalade para acompanhar o Sporting-FC Porto desta noite, Fernando Santos mostrou-se feliz por regressar ao palco dos leões, um estádio que lhe diz muito. Em relação à convocatória propriamente dita, o novo selecionador nacional assegura que já a tem praticamente definida... mentalmente.
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"É um jogo importante, a nível nacional e internacional, com jogadores que podem estar na Seleção Nacional. Assim, é importante eu estar aqui. Estava cá no dia da inauguração, mas nessa altura no banco. Agora sou observador. É sempre emocionante para mim vir aqui, a um estádio que eu inaugurei", começou por dizer, antes de assumir o seu lugar nas bancadas.

"Os últimos dias têm sido de muito trabalho... como dizia o outro. Tenho vivido uma fase de adaptação à nova realidade. Não em termos de trabalho, porque nos últimos quatro anos comandei a Grécia, mas em termos de estrutura", explicou, deixando claro que, não sabendo selecionador, também estaria nas bancadas de Alvalade.

Quanto à lista, a resposta foi clara: "Já começa a ficar esboçada na cabeça. Já tive de fazer a pré-convocatória para os estrangeiros, como sabem".

* Fernando Santos não é a nossa escolha mas a nossa opinião não tem importância, aguardemos pelos resultados, mas a esperança é pouca.

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.CHINA
ENTRE A VIDA
E A MORTE/2

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ÚLTIMA PARTE

Documentário sobre o tráfico de orgãos de prisioneiros vivos na China


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

"Os Verdes" pedem a Passos 
para adiar fiscalidade verde

O Partido Ecologista "Os Verdes" pediu, esta sexta-feira, ao primeiro-ministro para adiar a reforma da fiscalidade verde, com Passos Coelho a dizer que o relatório final sobre a matéria não foi ainda discutido pelo executivo.

"Custa-nos muito que se use matérias ambientais para efeitos perversos", disse no parlamento a deputada ecologista Heloísa Apolónia, lançando o "apelo" ao primeiro-ministro para que seja adiada "a matéria da fiscalidade verde". 

"É um logro aquilo que os senhores estão a fazer", disse a parlamentar, dirigindo-se a Pedro Passos Coelho no debate quinzenal.

A fiscalidade verde, advoga a deputada do partido "Os Verdes", será usada para que o "brutal aumento de impostos" que o Governo disse que era transitório "passe a ser definitivo".

Na resposta, o chefe do Governo disse que ainda não há no seio do Governo uma decisão final sobre esta matéria.

"O que aconteceu foi que o Governo pediu a uma comissão, como no caso do IRC, para estudar eventuais alterações a introduzir em matéria fiscal que induzisse comportamentos de sustentabilidade para a nossa economia em termos ambientais, energéticos, mas sobretudo verdes", começou por dizer.

O Governo recebeu o relatório na semana passada, acrescentou Passos, concluindo: "Esse relatório é hoje público. O Governo ainda não tomou sobre ele nenhuma decisão. Nem sequer ainda o discutiu. E vou explicar porquê: porque é muito natural que o Governo queira fazer essa discussão simultaneamente com a que vai realizar quando receber o relatório final sobre a reforma do IRS".

Na sua intervenção perante o primeiro-ministro, Heloísa Apolónia falou também do caso envolvendo a Tecnoforma e montantes recebidos por Pedro Passos Coelho enquanto deputado, frisando que o "não esclarecimento cabal por parte do PM" no começo da polémica adensou as "dúvidas" sobre o caso.

* A "fiscalidade verde" é uma trapaça, leiam artigos de opinião do dr. Domingues Azevedo bastonário da OTOC



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23-UM POEMA

POR SEMANA

CARLOS


OLIVEIRA


DESCRIÇÃO DA GUERRA
EM GUERNICA


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dito por


MARIA BARROSO


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Em 2013, o número de empresas caiu
 e o volume de negócios também

Menos empresas, menos volume de negócios. Este é retrato principal do tecido empresarial nacional em 2013, comparativamente com o ano anterior. Abrindo o espectro, e olhando para os últimos dez anos, é possível verificar que 2008 marca uma viragem no universo empresarial nacional. 
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Possivelmente, apenas os mais desatentos não perceberam que, nos últimos anos, o tecido empresarial português sofreu mudanças. Talvez uma das consequências mais notórias disso seja o crescimento do desemprego, para níveis históricos, durante o período de ajustamento financeiro. O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou esta sexta-feira, 26 de Setembro, os dados das empresas em Portugal durante o período compreendido entre 2004 e 2013.

E durante estes anos, o comportamento do sector empresarial nacional sofreu alterações. Mas vamos por partes. Em 2013, e de acordo com os dados do INE, existiam no País 1.055.813 empresas não financeiras, o que representa um decréscimo de 0,7% face a 2012.

Os funcionários existentes neste total de empresas é também menor que no ano anterior: a taxa de variação de 2012-2013 é de -2,2%. Tendência idêntica foi registada pela taxa de variação entre 2012 e 2013 no âmbito do volume de negócios total: -0,8%.

Por outro lado, o valor acrescentado bruto (VAB), que na prática é resultado da actividade produtiva em determinada período, registou um crescimento 0,5% face a 2012.

Olhando para a sua dimensão, a esmagadora maioria das companhias enquadrava-se na categoria de pequenas e médias empresas (PME), ou seja, 1.054,792 firmas - sendo este tipo de empresas a que emprega a maioria das pessoas que trabalham no segmento das companhias não financeiras.

A sede da maioria delas continuava a ser no norte do País. O gabinete de estatística nacional assinala ainda que "o crescimento do VAB, conjugado com o decréscimo dos gastos com pessoal, traduziu-se num aumento significativo do excedente bruto de exploração das empresas (4,5%), em particular nos sectores do comércio e do alojamento e restauração (16,4% e 13,7%, respectivamente)".

2008 o ano de mudança
O INE revela que "os principais indicadores das empresas não financeiras evoluíram de forma semelhante ao longo do período de 10 anos". Entre os anos de 2004 e 2008, os principais indicadores registavam uma tendência de crescimento. Nestes quatro anos, tanto o volume de negócios como o VAB "cresceram em todos os sectores de actividade".
No entanto, a partir de 2008, verificou-se uma queda nos principais indicadores, "reflexo da crise financeira e económica que eclodiu a partir do final de 2008". "O número de empresas e o pessoal ao serviço no sector não financeiro atingiram, em 2013, o valor mínimo em dez anos, com valores inferiores aos de 2004", acrescenta.

Assim, de 2009 a 2013 registou-se uma queda dos principais indicadores em todos os sectores. Sendo que, a construção e o imobiliário foram os que registaram uma descida mais significativa em termos de volume de negócios (-11,1%) e de VAB (-11,7%).

Produtividade e exportação
De acordo com o INE, a produtividade aparente do trabalho corresponde ao valor acrescentado bruto por trabalhador. A análise é apresentada para vários tipos de empresas, de acordo com a dimensão e presença no mercado exportador. De 2008 a 2013, entre as empresas de grandes dimensões, verificou-se um crescimento da produtividade de 8,2% no grupo que inclui as 25% menos produtivas. Entre as mais produtivas, as variações foram inferiores, mas ainda assim positivas.

Piores resultados apresentam as PME: segundo o INE, a produtividade do trabalho baixou em toda a linha, penalizando mais as empresas que já eram menos produtivas. Boas notícias chegam da análise às empresas exportadoras, onde a produtividade aparente no trabalho também aumentou, avança o instituto.

O INE analisou ainda a evolução das remunerações neste período. Uma das principais conclusões é da que os salários aumentaram mais nas empresas que pagavam pior, o que aponta para uma diminuição da desigualdade salarial na economia.

"No que respeita às remunerações, notou-se um crescimento mais acentuado da remuneração média mensal nas sociedades que pagavam salários mais baixos, tantos nas sociedades de grande dimensão como nas PME", assinala o INE. A excepção foram as empresas do sector exportador que promoveram um aumento das remunerações médias em torno dos 7%.

Quebra no investimento
A taxa de investimento entre 2008 e 2013 recuou em todos os sectores. Olhando para os sectores da agricultura e pescas, bem como transportes e armazenagem, e alojamento e restauração, a redução atingiu mais de 20 pontos base.

"As sociedades exportadoras evidenciaram um melhor desempenho económico-financeiro face às não exportadoras, registando um rácio de autonomia financeira mais elevado", aponta ainda o INE. "A crise financeira não impediu (ou poderá mesmo ter impulsionado) o aparecimento de novas sociedades exportadoras, que assumiram em 2013 um peso significativo nos principais indicadores económicos, face a 2008".

Em 2008, 4,6% das sociedades eram exportadoras e, em 2013, essa percentagem subiu para 5,8%. Em termos de pessoal ao serviços, as empresas exportadoras tinham 18,4% dos trabalhadores e em 2013, 21,4%.

* Os números do (in)sucesso deste governo.


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PEDRO BIDARRA

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A feira das imbecilidades

Ainda não fechei a minha conta no BES por duas razões: em primeiro lugar, porque não sei para qual dos bancos mudar; em segundo lugar, por inércia. Cada dia que passa penso fazê-lo, mas a garantia de proteção dos depósitos abaixo dos 100 mil euros alimenta a velha inércia.

No outro dia, quando ouvi o imbecil spot de rádio da borboleta, aquele que dizia "Se a borboleta falasse diria que..." e nos trata como uma criança pequena a quem o simbolismo ainda escapa - revelador do que os quadros superiores tendem a pensar dos seus clientes - estive quase a parar o carro na primeira agência de um qualquer velho banco e abrir lá conta.

Como era de esperar de uma instituição que escolhe uma borboleta como símbolo para atravessar uma tempestade, ao primeiro sopro a coisa foi pelos ares e as novas e recém nomeadas mariposas desapareceram na refrega.

Agora foram buscar um super-vendedor para vender o banco a correr. Mas que diabo de venda se faz a correr? A resposta é simples: nenhuma que seja proveitosa. Ninguém vende nada a correr se não estiver aflito, desesperado e com a corda na garganta. Coisa de que os potenciais compradores da quota de mercado do BES - a única coisa que sobra - se aproveitarão para baixar o preço.

Quando uma pessoa vende algo por se encontrar na rua da amargura, o bom senso manda que não alarde o desespero, que não chegue ao comprador, ao mercado tendo como argumento de venda o estou à rasquinha. Só alguém com uma séria deficiência ao nível do bom senso e/ou que não sinta o dinheiro como seu, voluntariamente baixa as calcinhas ao mercado; ou seja, o primeiro-ministro, o governador do Banco de Portugal e a ministra das Finanças.Para mim, tanta imbecilidade já chega.

A partir de hoje, quando eu tirar de lá a minha conta, a quota de mercado do BES ficará um pouco mais pequena. Vou vender os meus parcos activos a outro banco. Vou ver qual dá mais e escolher a proposta mais vantajosa. Claro que se não encontrar nenhuma proposta melhor posso sempre continuar onde estou, embora tenha a certeza de que, tudo somado, encontrarei melhor. É assim que se faz. É assim que se negoceia. Não é dizendo que se está à rasquinha.

Há anos que decidi não consumir marcas que tratam o consumidor como um imbecil. Se acham que o consumidor é um imbecil e eu não sou um, então aquilo não é para mim. É silogístico.

IN "DINHEIRO VIVO"
19/09/14

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284.UNIÃO


EUROPEIA













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HOJE NO
"DESTAK"

Muçulmanos concentram-se em Paris contra barbaridade do Estado Islâmico 

Centenas de pessoas concentraram-se hoje em Paris contra a barbaridade do grupo Estado Islâmico, respondendo a um apelo de líderes muçulmanos, com bandeiras a meia haste em todo o país depois da decapitação de um cidadão francês. 


A concentração, que juntou imãs e fiéis muçulmanos, visou condenar a execução do guia de montanha de 55 anos Hervé Gourdel esta semana na Argélia por um grupo 'jihadista' com ligações ao Estado Islâmico (EI).

 "Nós, muçulmanos de França, dizemos fim à barbárie", disse Dalil Boubakeur, líder do Conselho francês do Culto Muçulmano, órgão representativo dos cerca de cinco milhões de muçulmanos que vivem em França. 

* Nós nunca confundimos  fiéis do Islão com terroristas.


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UM MILHÃO DE BÉBÉS EUROPEUS SÃO
FILHOS DE EX-ESTUDANTES ERASMUS

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4-O MEU BAIRRO 


MÉRTOLA


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Esta nova viagem de conhecimento da apresentadora Ana Sousa Dias é mais particular pelo facto do "bairro" de Cláudio Torres ser toda a Mértola! 

O arqueólogo beirão, chegou a Mértola em 1976, depois do exílio em Paris pelo que nos guia na imensidão alentejana que contempla o Campo Arqueológico, onde Cláudio Torres iniciou há 30 anos a primeira escavação arqueológica sistemática, e segue a bom paso para a Oficina de Tecelagem, as Galerias Emporium Metal, a Sede da Associação de Defesa do Património Natural e Cultural, a Quintinha da APDN, o Museu Islâmico e o Além-Rio com a fabulosa vista sobre a cidade.



www.reabitar.pt | Reabi(li)tar
O Meu Bairro
Episódio 4 - Mértola

Arqueólogo: CLÁUDIO TORRES
RTP2


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HOJE NO
"i"

Kim Jong-un tem problemas físicos,
. segundo imprensa norte-coreana

Esta seria a primeira vez que a imprensa da Coreia do Norte refere publicamente que um dos líderes do país tem problemas de saúde
A televisão estatal da Coreia do Norte noticiou que o líder do país, Kim Jong-un, que já não é visto em público desde 03 de setembro, tem algum tipo de problema físico, mas não especificou qual, noticiou a agência Radiopress do Japão.
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A agência nipónica especializada em informação sobre a Coreia do Norte publicou hoje a informação com base numa peça emitida na véspera pela KCTV.

A informação incluía imagens nas quais se vê o líder norte-coreano a coxear ligeiramente durante uma das suas visitas públicas realizadas em julho.

Esta seria a primeira vez que a imprensa da Coreia do Norte refere publicamente que um dos líderes do país tem problemas de saúde.

Kim Jong-un, que já foi visto a coxear noutras imagens emitidas pela televisão norte-coreana, não esteve presente na sessão extraordinária da Assembleia Popular (Parlamento) realizada na quinta-feira, o que alimentou especulações sobre o seu estado de saúde.

Por sua vez, a agência sul-coreana Yonhap, citou hoje uma fonte anónima "próxima da política norte-coreana", que afirmou que Kim padece de gota, "o que explicaria o facto de coxear", como resultado dos seus maus hábitos alimentares, consumo excessivo de álcool, e fatores genéticos.

A fonte acrescentou que o atual líder norte-coreano poderia sofrer também de “obesidade, diabetes e pressão arterial alta”, entre outras doenças.

* Que tal a eutanásia, acabava-se o sofrimento duma vez, a começar pela debilidade mental.


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Imagine Dragons


Demons

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HOJE NO
"A BOLA"

Seleção feminina garante manutenção
 na divisão principal

A Seleção Nacional feminina assegurou, esta sexta-feira, a manutenção na primeira divisão europeia, após vencer o Luxemburgo, por 3-2, em partida dos Campeonatos da Europa por equipas de ténis de mesa, que decorrem em Lisboa.
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No MEO Arena, Fu Yu voltou a estar em destaque na representação portuguesa, somando duas vitórias, mas coube a Ana Neves a vitória na negra diante Tessy Gonderinger.

Portugal vai defrontar a República Checa este sábado, podendo, em caso de vitória, disputar o nono lugar no Europeu, ante Rússia ou França.

* Briosas e lutadoras.


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NÃO SE DIMINUA

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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Governo estabelece regras para
 venda de pescado apreendido

O pescado apreendido nos Açores, na sequência de ações de fiscalização, passa a ter um preço mínimo de venda, "estabelecido de forma transparente", segundo uma portaria publicada em Jornal Oficial.
 
O secretário regional do Mar, Fausto Brito e Abreu, disse à Lusa que esta portaria "uniformiza os procedimentos" e "torna transparente" todo o processo, "evitando a desvalorização" do preço do pescado apreendido em relação aos preços praticados na primeira venda do peixe.
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Segundo Fausto Brito e Abreu, já eram "cumpridas orientações nacionais", mas era estabelecido "um preço mínimo caso a caso" e com a nova portaria o pescado apreendido “resultante da prática de contraordenação em matéria de pesca marítima” passa a ter "estabelecido o preço mínimo de venda".

De acordo com a portaria, “a determinação do preço mínimo de venda por quilograma do pescado apreendido e apresentado pelas entidades autuantes para primeira venda é efetuada pela LOTAÇOR - Serviço de Lotas dos Açores, S.A., tendo por base critérios” a serem “aplicados por ordem decrescente”.
"O valor do pescado transacionado em lota fica à ordem da Região Autónoma dos Açores depositado em conta a indicar pela entidade competente para a decisão do processo", refere o texto.

Além disso, a portaria estabelece as regras quanto ao destino final a dar ao pescado não transacionado que pode ser doado "a instituições de caridade, misericórdias ou outras congéneres sem fins lucrativos ou de utilidade pública, de forma rotativa conforme lista elaborada pela Inspeção Regional das Pescas, constante em cada lota da ilha em que foi praticada a infração".

“A doação nos termos dos números anteriores é efetuada pela entidade autuante que procede à entrega do pescado, juntando aos autos toda a documentação que comprove a entrega do mesmo”, acrescenta a portaria.

Quanto ao destino do pescado não transacionado, o secretário do Mar explicou que existia uma "avaliação caso a caso", sendo que a partir de agora passa a haver "uma doação automática", frisando que a portaria salvaguarda "os interesses do mercado e da região".

De acordo com Fausto Brito e Abreu, todos os parceiros do setor foram antecipadamente ouvidos, "não tendo havido oposição".

* Para que fique mais claro.



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1- CENAS QUE PASSAVAM NOS
 PROGRAMAS DA TARDE DA 
TV BRASILEIRA DE 1990 A 2000 


AGACHADÃO
(SBT)


CÂMARA PÕE BUNDA EM PLANÃO
(SBT)


NANA GOUVÊA MAMINHAS AO LÉU
NA BANHEIRA DO GUGU
(SBT)


TINHA CRIANÇA  A DANÇAR AO
LADO DE REBOLUDAS
(SBT)


PASSAVA A CARLA PEREZ NA PROVA
DA T-SHIRT MOLHADA
(SBT)

PROGRAMA DE FAMÍLIA


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Guia para não comprar “gato por lebre”
 ao balcão do seu banco

Em 2014, dizer “o meu gestor disse” já não é argumento. Nos últimos anos a lei deu-lhe vários direitos no que toca à informação pré-contratual. Cabe-lhe a si saber fazer uso deles.
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O meu gestor disse que era como um depósito a prazo". "O meu gestor disse que o capital estava seguro". "O meu gestor disse que não havia risco absolutamente nenhum". "O meu gestor disse que eu ia ganhar 8%". "O meu gestor disse que eu podia retirar o dinheiro em qualquer altura". Primeiro foram os clientes do BPP. Depois os do BPN. E agora são os clientes do BES. A verdade é que, passados seis anos, as frases continuam, invariavelmente, a começar por "o meu gestor disse". Pois bem, talvez esteja então na altura de perceber que aquilo que o seu gestor diz é para escrever, literalmente.


A legislação criada nos últimos anos para proteger os clientes bancários é, aliás, vasta, e assenta numa premissa essencial: a prestação de informação pré-contratual. Poderá dizer que é mesmo demasiada informação, ou que tem uma linguagem demasiado difícil. Nesse caso peça ajuda a alguém da sua confiança para ler o documento. Poderá também argumentar que o banco simplesmente não lhe forneceu os documentos devidos. Nesse caso exija-os. E se não os disponibilizar, apresente queixa. E acima de tudo não invista antes de ler atentamente as condições do produto, em formato padronizado e assinadas por alguém responsável. E se não perceber devidamente as condições do produto não invista também. Não é demais repetir: não invista, nunca, em produtos que não entende na totalidade. Na hora de defender os seus interesses não deixe nas mãos de terceiros as decisões pelas quais só você é responsável e será responsabilizado.

Antes de mais, é importante perceber a relação de interesses entre gestor e cliente. Os gestores recebem incentivos para venderem determinados produtos aos seus clientes, numa clara relação de conflito de interesses. O banco, ou seja, a sua entidade patronal, dá-lhes indicações para venderem um determinado produto, num determinado momento, ficando os gestores sujeitos ao cumprimento de objectivos, sobre os quais são depois remunerados. Considerar com isto que os gestores enganam deliberadamente os seus clientes será excessivo, mas este contexto favorece uma dinâmica onde o gestor não procura o produto mais adequado para o investidor, mas sim o mais adequado ao cumprimento dos seus objectivos, ou dos objectivos do banco.
Em 2012, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários chegou inclusive a equacionar a criação de uma cláusula para proibir este sistema de incentivos na comercialização de produtos financeiros complexos. O artigo fazia parte do documento de consulta pública mas acabou por ser retirado da legislação, com o regulador a ceder aos argumentos das instituições financeiras. Nomeadamente que esta proibição iria dificultar o recrutamento dos melhores colaboradores para a venda destes produtos. Mas apesar das potenciais lacunas da legislação aplicável, ou mesma das actividades de supervisão em causa, regra geral os investidores e clientes bancários não fazem o devido uso dos direitos que lhes foram conferidos, nomeadamente o direito à informação pré-contratual.

Seja exigente com o seu banco
Sejam investimentos financeiros ou produtos bancários, a instituição está sempre obrigada a dar-lhe uma ficha de informação ou um prospecto do produto. Ou seja, tem de existir sempre informação escrita sobre as características e riscos dos produtos e esse documento tem sempre de ser assinado pelo cliente, atestando que lhe foi dada a informação e que a mesma foi devidamente compreendida. Desconfie de um documento com condições escritas à mão, a lápis, com escassez de informação, cujas condições não encontrem paralelo no que lhe foi dito e, principalmente, desconfie quando lhe disserem que não é possível a entrega do documento. Não aceite que lhe digam que lhe dão os papéis mais tarde, e que assinar é só um pró-forma: o papel assinado e com o carimbo oficial do banco vale mais do que qualquer promessa verbal. No caso de um investimento financeiro, a instituição está ainda obrigada a fazer-lhe um teste de adequação do produto, ou seja, a definir o seu perfil de risco.


Mas não basta que o banco lhe forneça toda a informação, é necessário que a consiga compreender, com destaque para os riscos que estão associados a cada produto. E aí há que fazer o trabalho de casa. Não será estranho entrar no banco a pedir um depósito a prazo e oferecerem-lhe obrigações, geralmente do próprio banco. Dizem-lhe que tem capital garantido, o que é verdade desde que seja na maturidade. E se precisar de vender antes? Nesse caso fica sujeito à volatilidade do mercado, que é como quem diz terá de vender ao preço que alguém estiver disposto a pagar. Raramente o gestor fala dos riscos do produto quando o está a tentar vender, foca-se nas garantias de capital e nas taxas de juro. 

No caso de uma obrigação dificilmente lhe vai falar do risco do emitente e, principalmente, na hierarquia de credores.
Recorde-se que o Mecanismo Único de Resolução entra em vigor a 1 de Janeiro de 2015, uma medida que será, na prática, bastante semelhante à solução encontrada para o BES, nomeadamente no que toca às perdas imputáveis aos accionistas e obrigacionistas do banco. Ou seja, se o banco tiver uma obrigação onde paga 4% e outra com uma taxa de 6%, é bem provável que a primeira seja dívida sénior e a segunda subordinada. Ou seja, em caso de falência do banco, os obrigacionistas subordinados sofrem perdas antes da dívida sénior.

Por isso a primeira paga mais, para justificar o risco acrescido para o investidor. 

A 16 de Julho de 2008, e precisamente a respeito de produtos que pagavam taxas generosas - no caso oferecidos pelo BES, um dos utilizadores de um fórum na internet escrevia o seguinte: "Numa convenção onde estive recentemente, um dos oradores foi precisamente o Dr. Ricardo Salgado. Retive esta frase: ‘Pensem muito bem antes de meter o vosso dinheiro em bancos que oferecem taxas superiores. É um dos melhores indicadores da grave falta de liquidez que atravessam. Quanto maior a taxa, maior o risco'". Quem avisa, amigo é.

* Os avisos são de  MARTA MARQUES SILVA, não os esqueça.



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 COMBATENDO O FOGO

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DC-10 faz uma manobra incrível largando fogo retardante para combater as chamas que se aproximavam do cume do monte.

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

México já comprou 
120 mil computadores Magalhães 

Compra mexicana representou um volume de negócios de cerca de 23 milhões de euros para a empresa de Matosinhos.

A JP Inspiring Knowledge (JP-IK) já vendeu 120 mil computadores Magalhães para o México desde 2010.

O país representou um volume de negócios de 30 milhões de dólares - cerca de 23 milhões de euros - para a empresa de Matosinhos.


A JP-IK (antiga JP Sá Couto) integra a missão empresarial portuguesa que vai participar no Congresso Mundial de Tecnologias de Informação (WCIT) que decorre entre 29 e setembro e 1 de outubro, na cidade mexicana de Guadalajara.

A América Latina é, segundo o presidente executivo João Paulo Sá Couto, "o principal mercado" da empresa nortenha e o México representa uma das suas "principais apostas estratégicas".

* Este governo não se livra da "pegada" de Socrates.



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NASCIDOS DO LIXO


















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