quinta-feira, 18 de setembro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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3-ACIDEZ 
FEMININA
TOQUE SUA TETA

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A IMPRESCINDÍVEL TATY FERREIRA



* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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LA GARDE




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TREZE MINUTOS


OU PERTO DISSO



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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Dívida pública volta a subir em julho,
 após dois meses de queda

A dívida pública na ótica de Maastricht voltou a subir em julho, para os 224.525 milhões de euros, depois de dois meses de recuo, segundo números divulgados hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
 
De acordo com o boletim estatístico do Banco de Portugal divulgado hoje, a dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas subiu cerca de 0,58%, passando de 223.215 milhões de euros em junho para os 224.525 milhões em julho. A dívida pública nesta ótica tem vindo a crescer consecutivamente desde o início do ano e inverteu a tendência apenas nos meses de maio (224.503 milhões de euros) e de junho (223.215 milhões de euros).

Destes 224.525 milhões de euros registados em julho, 101.040 milhões dizem respeito a empréstimos (onde se incluem os do resgate financeiro internacional), que diminuíram face a junho (101.778 milhões de euros).

Para a evolução do 'stock' da dívida contribuiu sobretudo a dívida contraída na forma de títulos, atingindo os 109.912 milhões de euros em julho, menos 998 milhões de euros face a junho.
Também a dívida líquida de depósitos da administração central subiu em julho, para os 206.207 milhões de euros, depois de em junho se ter fixado nos 204.013 milhões de euros, de acordo com o banco central.

O Banco de Portugal divulgou em agosto que a dívida pública portuguesa alcançou os 134% do Produto Interno Bruto (PIB) no final do primeiro semestre do ano, acima da meta agora revista pelo Governo no segundo orçamento retificativo de 130,9% do PIB para o conjunto do ano.

* RESUMINDO
  -  A dívida pública aumentou Mil e 310 milhões de euros !
 - O governo prespectivou no segundo orçamento rectificativo que o peso da dívida pública atingiria 130,9% do PIB, mais uma vez enganou-se, apenas em 3,1% que é uma pipa de massa.


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XIX- O UNIVERSO
  3- VIDA E MORTE

DE UMA ESTRELA


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Casais com IRS separado deixam
 de ser solidários nas dívidas

Comissão põe termo à contradição existente entre o disposto na lei fiscal e na lei civil que isenta responsabilidade de dívidas em determinados casos.

 Os contribuintes que forem casados em regime de separação de bens e apresentem tributação separada vão deixar de ser responsáveis pelas dívidas fiscais do seu cônjuge. A proposta é da Comissão de Reforma do IRS que mantém a responsabilidade solidária na opção pela tributação conjunta. 


Também os dependentes passarão a ser responsáveis subsidiários, a quem passará a ser possível exigir o pagamento da dívida, ou imposto, em caso de inexistência ou insuficiência dos bens do devedor originário. Fiscalistas aplaudem as propostas.

Para Serena Cabrita Neto, fiscalista da PLMJ, está em causa uma aproximação da lei fiscal à lei civil que prevê já como dívidas comuns do casal, as contraídas por qualquer dos cônjuges, salvo se provarem que não foram contraídas em proveito comum do casal ou se vigorar o regime de separação de bens. "Por razões de simplificação do sistema jurídico e de economia na aplicação das normas (pelos intérpretes e pelos tribunais), é de aplaudir esta aproximação de critérios", diz.

O presidente da Comissão defende também ao Económico que a "a lei tem de respeitar a vontade das pessoas. Se decidem entregar uma declaração de rendimentos conjunta, obviamente que a dívida é solidária. Hoje não há fuga possível. A dívida é sempre solidária". Por isso, diz Rui Morais, a proposta apresentada "é um grande passo, pois a tributação separada dá a possibilidade de cada um responder pelas suas obrigações".

A Comissão propõe que a regra passa a ser a de que, na tributação separada, se presume que há proveito comum do casal e, portanto, responsabilidade de ambos os cônjuges por esse pagamento, com possibilidade de afastar essa presunção através de reversão da execução fiscal, se não for essa a realidade. A fiscalista da PLMJ considera "discutível" que, na tributação separada, se presuma automaticamente o proveito comum, porque o procedimento de afastar essa presunção "será certamente complexo e oneroso".

Já no caso em que os casais optam por tributação conjunta, a responsabilidade é sempre solidária. "A admissão desta dualidade de situações é de aplaudir pois havia discriminação face às uniões de facto, em que a opção já existia", defende Serena Neto. Também João Espanha aplaude a medida: "tantas e tantas vezes cônjuges absolutamente alheios às actividades profissionais ou (sobretudo) empresariais se viram a braços com dívidas colossais - e com as vidas desgraçadas, por dívidas de imposto contraídas pelo cônjuge sem que sequer tivessem conhecimento, quanto mais proveito, dessas actividades". Por isso, conclui se tratar de "um anacronismo que tardava a ser corrigido".

Já o ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Carlos Lobo, deixa o alerta: "a medida pode ser inconstitucional. O conceito de pessoalidade do IRS, em termos constitucionais, é a tributação do agregado. O que se está dizer agora é, por um lado, que a tributação separada passará a ser o regime regra e, por outro, que nalgumas situações, como ao nível da responsabilidade, é mais favorável".

A fiscalista da PLMJ assume também discordância quanto ao facto do regime regra ser o da tributação separada, mas considera que a regra aplicável, na tributação conjunta, quanto à solidariedade pelo pagamento das dívidas "evita a distorção aos princípios estruturantes do imposto".

* Aguardemos que mais pessoas competentes se pronunciem, por exemplo o bastonário da OTOC.

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ESPIONAGEM 
DIGITAL

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INVASÃO DA PRIVACIDADE EM TODO O MUNDO PELOS SERVIÇOS SECRETOS DOS EUA


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Torturam rapazes internados em lar 
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Dois ex-dirigentes e seis funcionários acusados de maus-tratos.
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Foram três anos de total terror para 22 menores que frequentavam o polo de Vila do Conde do Centro Juvenil de Campanhã. Entre 2010 e 2013, os rapazes – entre os 10 e os 17 anos – foram espancados com toalhas molhadas, forçados a arrancar ervas de joelhos, agredidos com murros e bofetadas e privados de comida. Em outubro do ano passado, o caso foi denunciado. 


Dois ex-dirigentes do lar – Conceição Martins e Fausto Ferreira – estão agora acusados de maus-tratos, tal como seis funcionários. 
A acusação do Ministério Público de Vila do Conde revela situações verdadeiramente chocantes no interior do centro, que se destina a acolher crianças e jovens em risco. Algumas das vítimas tinham mesmo sido retiradas às famílias e estavam à guarda do Estado.
Um dos menores relatou que chegou a ser agredido na barriga com um ferro, tendo ficado com marcas. Um outro jovem contou, por sua vez, que recusou-se a cantar numa festa de Natal e foi castigado com um corte de cabelo forçado.
As agressões eram, segundo o processo, de tal forma violentas que os menores chegavam em muitas situações a sangrar. As vítimas chegaram também a ficar impedidas de telefonar para os pais ou de os visitar durante o fim de semana. Muitas vezes, os menores foram também obrigados a realizar limpezas até de madrugada.
O caso foi investigado pelo Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) da GNR do Porto. Os oito arguidos aguardam o início do julgamento em liberdade. 

* A ser verdade porque aguardam os arguidos o julgamento em liberdade? Mesmo que as marcas físicas dos maus tratos desapareçam, as emocionais ficarão para toda a vida. Somos um pequeno país mas temos bandidagem com fartura!

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FILIPE ALVES

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Quem tramou o 
Novo Banco?

Na altura em que escrevo estas linhas, a venda rápida do Novo Banco é uma inevitabilidade.

Se o banco não for vendido no curto prazo, o risco para o Estado e para o sistema bancário será cada vez maior. Mas nem sempre foi assim: o Novo Banco poderia ter sido uma estória completamente diferente, se o Governo e o Banco de Portugal (BdP) quisessem.

Recuemos um pouco no tempo, para melhor analisar o que está em causa. Até porque há duas questões a que as autoridades ainda não responderam com clareza.

A primeira é o porquê de se utilizar o Fundo de Resolução para resgatar o BES, quando existia a alternativa da capitalização por instrumentos híbridos convertíveis (‘CoCo bonds'), como foi feito no BCP (três mil milhões), BPI (1,3 mil milhões) e na própria CGD (900 milhões). Estes bancos também tinham créditos "tóxicos", mas não foi necessário retalhá-los em "bons" e "maus".

A solução foi simples e eficaz: o Estado injectou dinheiro e cobrou um juro considerável (cerca de 9% ao ano). Em troca, os bancos têm feito a sua parte: colocando a casa em ordem e, a custo, reembolsando as ‘CoCo bonds'. Sob o olhar atento do Estado, que tem uma palavra a dizer.

Apesar do sucesso destas capitalizações realizadas no auge da crise, o Governo e o BdP alegam que tal não seria possível no BES, devido às novas regras europeias e ao facto de a capitalização por ‘CoCo bonds' expôr o Estado ao risco dos bancos. Haverá também outra razão, que é o facto de o Novo Banco não conseguir pagar um juro de 9% sobre 4,9 mil milhões.

Desta forma, a capitalização por ‘CoCo bonds', durante anos propagandeada como ideia genial que até trazia lucros ao Estado, depressa passou de bestial a besta. O que era bom para o Estado no BCP e no BPI, deixou de servir para o BES, disseram-nos. Explicação difícil de entender, dado que o mesmo Governo que alterou leis num fim-de-semana, para viabilizar a resolução, também poderia, se quisesse, encontrar soluções que permitissem os ‘CoCo bonds'.

O Governo e o supervisor optaram, em vez disso, pela divisão do BES em dois bancos, o "bom" (Novo Banco) e o "mau" (BES, S.A.). O primeiro foi transferido para o Fundo de Resolução (entidade pública tutelada pelas Finanças) e o segundo ficou nas mãos dos accionistas do "velho" BES.

E que vemos seis semanas depois?

Vemos que a opção pela resolução pode fazer com que o banco "bom" se transforme em "mau". Assim, em vez de um banco "mau", ficaríamos com dois bancos "maus". E porquê?

Porque com a resolução, o Novo Banco foi colocado em gestão corrente e impedido de competir verdadeiramente com os outros bancos, que, compreensivelmente, não aceitam contribuir para um fundo público que sustente um concorrente directo.

Tornou-se assim um alvo fácil, sendo toureado pelos concorrentes, que lhe ‘roubam' clientes e quadros. Isto porque Vítor Bento precisava do ‘OK' do Banco de Portugal para as decisões mais comezinhas, desde o reembolso de obrigações à aprovação de linhas de crédito para empresas.´
Independentemente da responsabilidade de Vítor Bento - e de concordarmos ou não com a forma como abandonou o barco - a verdade é que o Novo Banco foi asfixiado no berço. Como a borboleta que o simboliza, foi condenado a uma existência efémera.

O que nos leva à segunda questão. Porque é que as autoridades optaram pela venda rápida do banco?
Os outros bancos - incluindo os que querem comprar o Novo Banco a preço de saldo - têm interesses legítimos a defender, mas, até à data, o Estado é, de longe, o maior contribuinte do Fundo e quem mais tem a perder. Assim, porque não deu tempo e poder a Vítor Bento para valorizar o Novo Banco o mais possível?

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
15/09/14

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276.UNIÃO


EUROPEIA













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HOJE NO
"O  PRIMEIRO DE JANEIRO"

Paróquia de Canelas vê satisfeito pedido
 pela Diocese do Porto 
Padre já não vai ser transferido 

O padre da Paróquia de Canelas, em Gaia, que iria ser afastado pela Diocese do Porto, motivando ações de protesto pela população, vai continuar no cargo, informou o responsável pelo movimento “Uma Comunidade Reage!”.

 “O padre Roberto de Sousa anunciou, no final da missa dos passados dias 06 e 07 de setembro, que iria continuar na Paróquia de Canelas”, afirmou Miguel Rangel. O movimento “Uma Comunidade Reage!”, criado para apoiar e defender a continuidade do sacerdote nesta paróquia, realizou diferentes “ações de protesto”, recolheu 5800 assinaturas para um abaixo-assinado e reuniu com o bispo do Porto.


“A população não vê o padre como um mero administrador de sacramentos, mas como um amigo”, frisou. Para celebrar a sua permanência no cargo, o movimento “Uma Comunidade Reage!” vai organizar, no próximo dia 28 de setembro, uma festa no jardim de São João Baptista de Canelas, junto à Igreja Matriz. 

A 24 de junho de 2014, o padre anunciou que a Diocese do Porto pretendia transferi-lo. Desde então, a população uniu-se contra a sua saída. Segundo Miguel Rangel, a “anunciada transferência” do padre Roberto de Sousa, há oito anos à frente da paróquia, estaria relacionado com os 15 mil euros gastos na colocação de uma estátua em honra do seu antecessor, entretanto falecido. 

* Se depois de tantos dislates praticados por este governo, o povo português votará expressivamente em Passos Coelho, porque é que o povo de Canelas não há-de defender um paroco perdulário?


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(IN)CONSCIENTE 
COLECTIVO/3

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Crato faz ajuste direto de 
43,6 milhões em refeições

Ajustes diretos foram necessários para assegurar fornecimento de refeições escolares a tempo do início das aulas, por causa de atrasos nos concursos. Próximo será para três anos e vale 153 milhões. 
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Nos últimos dois anos o Ministério da Educação e Ciência gastou 43,6 milhões de euros em dois ajustes diretos para comprar refeições escolares, por causa de atrasos nos concursos. 

Segundo o MEC, complicações no primeiro concurso, no ano passado, obrigaram a recorrer a um ajuste direto para conseguir assegurar o fornecimento de almoços a tempo do início do 1.º período. 

Este ano, o ministério de Nuno Crato garante que apesar de terem iniciado os procedimentos "prematuramente, não foi possível concluí-los até ao início das aulas, obrigando a procedimento semelhante" ao de 2013. 

No conjunto, o MEC gastou 43,6 milhões de euros: 22,1 neste ano e 21,5 no ano passado, para um total de 25 milhões de almoços. No entanto, garante que não pagou mais por isso: o "valor do custo das refeições que foi contratado resultou da submissão à concorrência das empresas que concorreram ao procedimento anterior", que falhou, ressalva na resposta ao DN.

* "CRATINOALIMENTAR S.A." a melhor gestão p'ra morfar!



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Ana Free

Perfection

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HOJE NO
"RECORD"

Andy Murray apela ao "sim" 
no referendo escocês

O tenista escocês Andy Murray, vencedor de Wimbledon em 2013, declarou esta quinta-feira o seu apoio ao 'sim' no referendo à independência da Escócia, na sua conta oficial no Twitter.

"Hoje é um grande dia para a Escócia! A negatividade da campanha do 'não' mudou totalmente a minha visão. Estou ansioso por ver os resultados. Vamos fazê-lo!", lê-se no Twitter do tenista, que se tinha mantido à margem da campanha até poucos momentos antes da abertura das urnas na Escócia.

Apesar deste apelo ao voto no 'sim', Murray não vai poder votar no referendo de hoje, porque não reside na Escócia.

Em agosto, Murray afirmou que, em caso de vitória do 'sim', iria representar a Escócia nas competições desportivas.

Quase 4,3 milhões de residentes em solo escocês com mais de 16 anos podem hoje votar no referendo sobre a independência da Escócia relativamente ao Reino Unido. 

* Independentista, ele lá sabe porquê!


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DOCE PINGO

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Diretora clínica do hospital Santa Maria
. demite-se de funções

A pediatra Maria do Céu Machado demitiu-se das funções de diretora clínica dos hospitais de Santa Maria e Pulido Valente, em Lisboa, confirmou a própria. 
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"Não me parece sustentável continuar como diretora clínica na conjuntura atual deste hospital", declarou à Lusa Maria do Céu Machado, confirmando a demissão avançada, esta quinta-feira de manhã, pelo site do jornal "Expresso".

Maria do Céu Machado desempenhava funções de diretora clínica desde fevereiro de 2013, acumulando com a direção do departamento de pediatria, onde vai permanecer.

A demissão do cargo de diretora clínica foi apresentada na quarta-feira, por carta, ao ministro da Saúde, Paulo Macedo.

Quanto aos 20 meses que passou na direção clínica do Cento Hospitalar Norte, a pediatra considera uma "experiência boa, excelente".

"Fizemos uma evolução positiva no Centro Hospitalar. Houve várias alterações e acho que o Centro Hospitalar evoluiu de uma forma muito positiva", declarou à Lusa, sublinhando a solução encontrada para o Pulido Valente, que está atualmente definido como um centro de pneumologia, cirurgia torácica e de medicina interna.

* A demissão é preocupante porque é uma grande senhora.


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DOUTRO SÉCULO



ANÚNCIOS AGRESSIVOS

COM CRIANÇAS



Estes anúncios referem-se a campanhas efectuadas nos meados do SEC XX nos EUA e na sua maioria promovem, como se percebe, produtos alimentares de  qualidade mais que duvidosa, repare também no ar adulto e até agressivo das crianças envolvidas.
















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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Sábado: 
DCIAP estará a investigar alegados pagamentos 
ilegais da Tecnoforma a Passos Coelho

A PGR não desmente nem confirma a notícia avançada pela revista Sábado, de que estão a ser investigados pagamentos da Tecnoforma a Pedro Passos Coelho quando este era deputado em regime de exclusividade.
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A Tecnoforma continua a ser investigada pela Procuradoria-Geral da República. Os processos que envolvem esta empresa - da qual Pedro Passos Coelho foi consultor e administrador - permanecem em segredo de justiça. Por esse motivo, o gabinete de comunicação daquele organismo não confirma nem desmente a informação avançada pela revista Sábado, que indica que o primeiro-ministro está envolvido na investigação por alegados pagamentos recebidos quando não os podia ter recebido.

Na sua edição desta quinta-feira, 18 de Setembro, a revista Sábado indica que o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) está a investigar uma denúncia recebida em 2014 que refere que, entre 1995 e 1999, o então deputado em exclusividade Pedro Passos Coelho recebeu mais de 150 mil euros do grupo Tecnoforma.

Este pagamento será ilegal porque viola as normas legislativas do estatuto do deputado, que proíbe que um deputado que opte pela exclusividade obtenha rendimentos de outras fontes. À revista Sábado, o primeiro-ministro não respondeu. O Negócios ainda não obteve uma resposta do gabinete de imprensa de Passos Coelho.

A PGR confirma apenas aquilo que já disse a vários jornais esta manhã: "A matéria relacionada com a Tecnoforma encontra-se (como, de resto, foi oportunamente confirmado por esta Procuradoria-Geral da República) em investigação e está em segredo de justiça", indica.
JÁ NO PÚBLICO EM OUTUBRO DE 2012

Em Fevereiro de 2013, o organismo liderado por Joana Marques Vidal já havia confirmado dois inquéritos à empresa, um a decorrer no DIAP de Coimba e outro no DCIAP. Os temas de ambos não eram descriminados embora, na altura, o Correio da Manhã tenha escrito que estavam relacionados com as investigações feitas pelo jornal Público e possíveis ilegalidades relacionadas com utilização de fundos europeus - o que levou, também, o Gabinete de Luta Anti-Fraude da União Europeia a iniciar uma investigação.

Segundo a PGR, o processo da Tecnoforma "não corre, ate à data, contra pessoa determinada". A Sábado diz que o DCIAP solicitou à empresa que entregasse os "livros selados" da sua contabilidade. Não foram feitos comentários à revista por parte da firma. 

* Não vale a pena conjecturar, aguarde-se.


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ABALEANDO
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HOJE NO
"DESTAK"

Alberto Martins pede a Seguro reunião
 da Comissão Política sobre reforma
 do sistema político 

O líder parlamentar do PS, Alberto Martins, afirmou hoje que vai requerer ao secretário-geral, António José Seguro, uma reunião da Comissão Política Nacional para debater as propostas de reforma do sistema político apresentadas pela direção do partido. 
 
REDUÇÃO DE DEPUTADOS??
Alberto Martins referiu-se a esta reunião da Comissão Política Nacional do PS, que se deverá realizar antes de 01 de outubro (data do agendamento potestativo dos socialistas), após uma reunião da bancada socialista, durante a qual mais de uma dezena de deputados (na sua maioria apoiantes de António Costa) se insurgiram contra a proposta de redução do número de deputados dos atuais 230 para 181. 

Perante os jornalistas, Alberto Martins assumiu que, durante a reunião da bancada socialista desta manhã, rejeitou que fosse votada uma proposta apresentada pelo deputado do PS Jorge Lacão (justificada ao abrigo do número dois do artigo 12.º do regulamento deste Grupo Parlamentar.

* É óbvio que os deputados têm de se indignar, perder um emprego daqueles, com bom salário, tendo ainda a possibilidade de receber noutros "tachos", isto para além da reforma ao fim de três legislaturas. Alberto Martins é outra porcelana.



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TANTO PARA 
ADMIRAR
COMO 
SABOREAR

O CAFÉ
A história do café começou no século IX. O café é originário das terras altas da Etiópia (possivelmente com culturas no Sudão e Quênia) e difundiu-se para o mundo através do Egito e da Europa. Mas, ao contrário do que se acredita, a palavra "café" não é originária de Kaffa — local de origem da planta —, e sim da palavra árabe qahwa, que significa "vinho"(قهوة), devido à importância que a planta passou a ter para o mundo árabe.

Uma lenda conta que um pastor chamado Kaldi observou que suas ovelhas ficavam mais espertas ao comer as folhas e frutos do cafeeiro. Ele experimentou os frutos e sentiu maior vivacidade. Um monge da região, informado sobre o fato, começou a utilizar uma infusão de frutos para resistir ao sono enquanto orava.

Parece que as tribos africanas, que conheciam o café desde a Antiguidade, moíam seus grãos e faziam uma pasta utilizada para alimentar os animais e aumentar as forças dos guerreiros. Seu cultivo se estendeu primeiro na Arábia, introduzido provavelmente por prisioneiros de guerra, onde se popularizou aproveitando a lei seca por parte do Islã. O Iêmen foi um centro de cultivo importante, de onde se propagou pelo resto do Mundo Árabe.

O conhecimento dos efeitos da bebida disseminou-se e no século XVI o café era utilizado no oriente, sendo torrado pela primeira vez na Pérsia
Na Arábia, a infusão do café recebeu o nome de kahwah ou cahue (ou ainda qah'wa, do original em árabe قهوة). Enquanto na língua turco otomana era conhecido como kahve, cujo significado original também era "vinho". A classificação Coffea arabica foi dada pelo naturalista Lineu.

O café no entanto teve inimigos mesmo entre os árabes, que consideravam suas propriedades contrárias às leis do profeta Maomé. No entanto, logo o café venceu essas resistências e até os doutores maometanos aderiram à bebida para favorecer a digestão, alegrar o espírito e afastar o sono, segundo os escritores da época.

Em 1475 surge em Constantinopla a primeira loja de café, produto que para se espalhar pelo mundo se beneficiou, primeiro, da expansão do Islamismo e, em uma segunda fase, do desenvolvimento dos negócios proporcionado pelos descobrimentos.Por volta de 1570, o café foi introduzido em Veneza, Itália, mas a bebida, considerada maometana, era proibida aos cristãos e somente foi liberada após o papa Clemente VIII provar o café.

Na Inglaterra, em 1652, foi aberta a primeira casa de café da Europa ocidental, seguindo-se a Itália dois anos depois. Em 1672 cabe a Paris inaugurar a sua primeira casa de café. Foi precisamente na França que, pela primeira vez, se adicionou açúcar ao café, o que aconteceu durante o reinado de Luís XIV, a quem haviam oferecido um cafeeiro em 1713.

Foi precisamente na França que, pela primeira vez, se adicionou açúcar ao café, o que aconteceu durante o reinado de Luís XIV, a quem haviam oferecido um cafeeiro em 1713.


Na sua peregrinação pelo mundo o café chegou a Java, alcançando posteriormente os Países Baixos e, graças ao dinamismo do comércio marítimo holandês executado pela Companhia das Índias Ocidentais, o café foi introduzido no Novo Mundo, espalhando-se nas Guianas, Martinica, São Domingos, Porto Rico e Cuba. Gabriel Mathien de Clieu, oficial francês, foi quem trouxe para a América os primeiros grãos.
Ingleses e portugueses tentaram a sua sorte nas zonas tropicais da Ásia e da África.


Os estabelecimentos comerciais na Europa consolidaram o uso da bebida do café, e diversas casas de café ficaram mundialmente conhecidas, como o Café Nicola, em Lisboa, onde se encontravam políticos e escritores, sendo de realçar o poeta Bocage, o Virgínia Coffee House, em Londres, e o Café de La Régence em Paris, onde se reuniam nomes famosos como Rousseau, Voltaire, Richelieu e Diderot.

O invento da cafeteira, já em finais do século XVIII, por parte do conde de Rumford, deu um grande impulso à proliferação da bebida, ajudada ainda por uma outra cafeteira de 1802, esta da autoria do francês Descroisilles, onde dois recipientes eram separados por um filtro.




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