terça-feira, 16 de setembro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Um casal vai de férias para um hotel rural

O homem gosta de pescar e a mulher gosta de ler.
Certo dia, o marido volta da pesca no seu barquinho e resolve dormir uma soneca.
 
Apesar de não conhecer bem a lagoa, a mulher decide pegar no barco do marido e remar. Navega um pouco e põe-se a ler um livro no barco ancorado na margem do lago.
Chega um guarda ambiental com seu barco, pára ao lado da mulher e diz:
- Bom dia, minha senhora. O que está a fazer?
- Estou a ler um livro, como é óbvio! - responde ela.
- A senhora está numa área restrita em que a pesca é proibida.
- Sinto muito, mas não estou a pescar, estou a ler.
- Sim, mas, a senhora tem todo o equipamento de pesca. Pelo que sei, a senhora pode começar a qualquer momento. Se não sair daí imediatamente terei de multá-la e processá-la.
- Se o senhor fizer isso, terei que acusá-lo de assédio sexual.
- Mas eu nem sequer lhe toquei! - diz o guarda ambiental.
- É verdade, mas o senhor tem todo o equipamento.Pelo que sei, pode começar a
qualquer momento!
- Tenha um bom dia, minha senhora! - diz ele e vai-se embora.

Moral da história:
Nunca discutas com uma mulher que lê, pois certamente que ela pensa!

* As mulheres pensam sempre mesmo quando não estão a ler.


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O QUE NÓS

"CUSCAMOS"!


MEGACUSCAS/9

VOCÊ SABIA?

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A GRANDE RETRETE




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11-TARAS OU OPÇÕES
Cock and ball torture
É uma atividade sexual BDSM sadomasoquísta envolvendo os genitais masculinos.
Bem, ao vermos aquele salto alto pisando os ovos, não conseguimos perceber o "gozo" daquela carícia, certo é que há milhões de praticantes pelo mundo fora. 
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Cronofilia: 
Excitação erótica causada pela diferença entre a idade sexo-erótica e a idade cronológica da pessoa, porém em concordância com a do parceiro. Que bom a longevidade juvenil, repare-se na lingerie excitante da dama em vez de "coulotes".

Estelafilia
Atração sexual por monumentos líticos (feitos de pedra) normalmente feitas em um só bloco, contendo representações pictóricas e inscrições.
Afinal a donzela é versátil e liberal, "é pau é pedra"...
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Exibicionismo
Fetiche por exibir os órgãos genitais. Que melhor palco para exibir os ditos que um estádio de futebol completamente lotado. Não sabemos se este momento é particularmente erótico mas lá que faz muito boa publicidade é inegável.
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Fisting
Prazer com a a inserção da mão ou antebraço na vagina (brachio vaginal) ou no ânus (brachio procticus). UI, UI, nem pensar naquilo é bom, somos apologistas da diversidade e temos à cabeceira o Kama Sutra para consulta,  um empurrão daqueles definitivamente não.



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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Canábis comestível 
cada vez mais na moda

Metade das vendas legais de canábis no estado norte-americano do Colorado estão ligadas a produtos comestíveis e não à tradicional "erva", segundo dados governamentais relativos a 2013.

Sondagens feitas naquele estado mostram que muitos dos compradores têm pouca experiência ou são apenas consumidores casuais e procuram um método mais fácil e acessível de começar a consumir canábis, em que não seja preciso nenhum equipamento especial.

Mercado de drogas comestíveis em crescimento
Os vendedores já se aperceberam destes resultados surpreendentes e estão a tomar medidas para fomentar este tipo de consumo apostando em fortes estratégias de marketing. Há mesmo quem invista em pesquisas científicas para determinar os diferentes efeitos que podem ser proporcionados.

Com a legalização do estupefaciente prestes a estender-se a todos os estados do país, o futuro da canábis pode estar a voltar-se para o consumo em doses pequenas e alimentos com "erva".

Há quatro anos, Kristi Knoblich e Scott Palmer criaram a Kiva Confections, em São Francisco. Trata-se de uma linha de chocolates negros e de leite de alta qualidade, com uma infusão de oléo de haxixe, uma variante da canábis.

A potência de cada barra é devidamente testada e o rótulo não deixa dúvidas em relação ao que se está a consumir: cada quadrado contém 10 miligramas Tetrahidrocanabinol (THC), a principal substância psicoativa na planta da canábis), o que equivale, em média, a fumar um "charro".

Comercializada em lojas de canábis para fins medicinais, o Kiva já se tornou num dos mais populares produtos comestíveis dentro do género.

Consumo de canábis cresce com a ajuda da ciência
Apesar do sucesso, os vendedores dos alimentos com canábis acreditam que isto ainda é só o princípio. Este estupefaciente está pouco estudado e é considerado uma droga pesada aos olhos da lei federal norte-americana.

A pouco e pouco, alguns empreendedores investem em investigações que têm como objetivo compreender melhor a composição química da "erva" e os efeitos que tem no corpo humano. A esperança é que, com uma melhor compreensão do produto, os produtores possam melhorar a oferta e alargar as receitas a diferentes tipos de consumidores.

A primeira prova que vai neste sentido é uma das categorias encontradas dentro dos produtos comestíveis deste género, que contém quase só um componente secundário da canábis e tem os mesmos efeitos terapêuticos, mas não produz a típica "pedrada".

* Já muitas vezes falámos dos donos do dinheiro e do controle absoluto e global que têm sobre nós, vejam este refinado circuito: Indústria alimentar »» produz e vende produtos com droga, indústria farmacêutica »» produz e vende medicamentos para combater a tóxico dependência e produz e vende diazepinas para drogar as pessoas de forma terapeutica, indústria do tabaco (outra droga) »» produz e vende material fumante que vai  matar devarinho, indústria da saúde »» produz e vende terapeuticas para ajudar a morrer devagarinho. OS DONOS SÃO OS MESMOS!


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3- FÍSICA DO 

IMPOSSÍVEL


COM0 VIAJAR PARA

UM UNIVERSO PARALELO


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HOJE NO
"O  PRIMEIRO DE JANEIRO"


António Pires de Lima e a importância
 das empresas privadas
 "Tem um impacto público e exige
. responsabilidade social" 

O ministro da Economia diz que “ser dono de uma empresa privada não é um mero ato de interesse individual”, mas tem um “impacto público” que exige “responsabilidade social” na gestão.

 “Às vezes há a presunção de que ninguém se deve meter com a gestão das empresas privadas, porque, no final, os gestores das empresas privadas fazem aquilo que defende os seus interesses. Eu acho que há uma dimensão de responsabilidade social e, portanto, de responsabilidade pública na gestão de uma empresa privada, há um impacto público daquilo que fazemos quando somos donos, proprietários, gestores, colaboradores ou trabalhadores de uma empresa privada”, sustentou o ministro. 
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NOTÁVEL EMPRESÁRIO
 Pires de Lima falava durante a cerimónia de celebração dos 50 anos da cervejeira Unicer, que marcou também a inauguração dos seus novos edifício-sede e centro de produção, em Leça do Balio, Matosinhos, num investimento total de 100 milhões de euros. Apontando a Unicer como “um emblema do Norte e uma empresa de referência em Portugal”, Pires de Lima – que, entre 2006 e 2013, presidiu à comissão executiva da cervejeira, de onde saiu para integrar o Governo – diz sempre ter ali notado “esse sentido de responsabilidade social” que defende no setor empresarial privado. 

Salientando que “Portugal precisa do sucesso da Unicer”, o ministro relembrou que a decisão de avançar com um investimento de 100 milhões de euros – por si tomada em 2011 em articulação com os acionistas Solverde, Arsopi, BPI e Carlsberg – aconteceu “numa altura especial”, em que Portugal teve que recorrer a ajuda financeira externa. “Sejamos sinceros: talvez muitos fatores recomendassem que um investimento desta natureza, um investimento de longo prazo de 100 milhões de euros, justificado por razões de competitividade de longo prazo, fosse adiado e se fizesse numa outra altura. 

Mas a verdade é que os acionistas da Unicer disseram que sim”, recordou. Para Pires de Lima, tratou-se de uma “decisão visionária”, porque “de muito longo prazo e num setor muito concorrencial, em que as ameaças da concorrência estão sempre presentes”. Publicamente anunciado em 2012, lembrou o ministro, este investimento dotou a Unicer do centro de produção e logístico “mais competitivo de todo o universo da Carlsberg”, tornando-a “numa empresa à prova de bala da sua concorrência em termos de Europa e de Portugal no que diz respeito à qualidade e à competitividade”. “Agora a Unicer está mais preparada para poder continuar a crescer, não só no mercado doméstico, mas, sobretudo, fora de Portugal, com um ganho de dimensão extraordinário que lhe dá a presença em muitos outros mercados, nomeadamente em Angola”, salientou, apontando a empresa como um “bom exemplo” que “alimenta a confiança” e a “recuperação económica” do país.
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ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA
 O edifício-sede e o centro de produção da Unicer hoje inaugurados integram um complexo industrial descrito como "um dos melhores da Europa", que inclui ainda um novo armazém logístico, totalmente automatizado e atualmente em fase final de construção, num investimento global superior a 100 milhões de euros. Segundo referiu o presidente da comissão executiva da cervejeira, João Abecasis, a Unicer fica dotada de uma capacidade de produção de 450 milhões de litros de cerveja, “grosso modo a capacidade para abastecer o mercado português, embora hoje 40% dessa cerveja seja exportada”. Atualmente, as quatro linhas de enchimento de garrafas têm uma capacidade para 240 mil garrafas/hora e a linha de barril assegura o enchimento de 500 barris/hora, sendo que a nova sede da empresa centraliza todas as áreas de apoio ao negócio num único edifício administrativo. 

Com inauguração prevista para o próximo ano, o novo armazém logístico terá uma área próxima de um campo de futebol, com 33 metros de altura e capacidade para armazenar 40 mil paletes e movimentar, diariamente, 12 mil. O objetivo assumido pelos acionistas é duplicar a dimensão atual da empresa durante a próxima década, sobretudo assentando no crescimento fora de Portugal, quer nas geografias onde está já hoje presente (sobretudo Angola, Europa, Brasil, Moçambique, EUA e Médio Oriente), quer em novos mercados. 

* Concordamos em absoluto com o sr. ministro, não nos faltam exemplos de empresários notáveis grávidos de  preocupações sociais,  Dias Loureiro, Oliveira e Costa, João Rendeiro, Arlindo Carvalho, Manuel Godinho, Duarte Lima, Ricardo Salgado, etc. celebremos  com uma cerveja bem tirada.


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 3-ARCA DE NOÉ


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Número de pessoas com fome
 caiu para metade

O Brasil conseguiu reduzir para metade nos últimos dez anos a percentagem de pessoas com fome, de 10,7% para menos de 5%, de acordo com um relatório das Nações Unidas hoje divulgado em Roma. 

De acordo com o relatório sobre a insegurança alimentar publicado hoje pela Organização das Nações Unidas e pelos departamentos de Alimentação e Agricultura (FAO, no original em inglês), pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola e Programa Mundial de Alimentos, o Brasil está a cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio - uma lista de oito pontos para melhorar as condições de vida das populações entre 2010 e 2015.

"Assegurar que todas as pessoas comem três vezes por dia, como disse o antigo presidente Lula da Silva no discurso inaugural, converteu-se numa prioridade presidencial", lê-se no relatório.

O programa 'Fome Zero', segundo a ONU, foi o primeiro passo para acabar com a fome no Brasil, através de um conjunto de medidas aprovadas por 19 Ministérios que junta as políticas sociais a iniciativas para fomentar a igualdade de rendimentos, o emprego, a produção familiar agrícola e a nutrição.

A junção dos esforços em diferentes áreas fez com que o Brasil tenha reduzido a taxa de pobreza de 24,3% para 8,4% entre 2001 e 2012, enquanto a pobreza extrema também se reduziu de 14% para 3,5%, de acordo com o relatório, citado pela agência espanhola Efe.

* Falam  à vontade com maledicência de Lula  e Dilma os números estão aí, são eloquentes, em Portugal os governantes só sabem agravar as condições de vida das pessoas.


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CARLOS DE MATOS GOMES

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Não ter onde cair morto

A notícia de que a família Espirito Santo não tinha um único bem em seu nome elucidou-me sobre o tipo de sociedade em que vivemos, aonde chegámos. 

Juristas meus amigos garantiram-me que é perfeitamente legal um cidadão, ou cidadã, ou uma família não ter qualquer bem em nome próprio. Nunca tinha colocado a questão da ausência de bens no quadro da legalidade, mas no da necessidade. 

Acreditava que pessoas caídas na situação de sem-abrigo, refugiados, minorias étnicas não enquadradas como algumas comunidades ciganas podiam não ter nada em seu nome, mas até já ouvira falar no direito a todos os cidadãos possuírem uma conta bancária, um registo de bens, nem que fosse para prever uma melhoria de situação no futuro. 

Considerava um ato de reconhecimento da cidadania ter em seu nome o que pelo esforço, ou por herança era seu. Chama-se a isso “património”, que tem a mesma origem de pai e de pátria, aquilo que recebemos dos nossos antecessores e que faz parte dos bens que constituem a entidade onde existimos. Estes conceitos não valem para os Espirito Santo, para estes agora desmascarados e para os da sua extracção que continuam a não ter bens em seu nome, mas têm o nome em tantos bens, em paredes inteiras, em tetos de edifícios, em frontarias, em supermercados, em rótulos de bebidas. 

O caso da ausência de bens dos Espírito Santo trouxe à evidência o que o senso comum nos diz dos ricos e poderosos: vivem sobre a desgraça alheia. Até lhe espremem a miséria absoluta de nada possuírem. Exploram-na.No caso, aproveitam a evidência de que quem nada possui com nada poder contribuir para a sociedade para, tudo tendo, se eximirem a participar no esforço comum dos concidadãos. Tudo dentro da legalidade e da chulice, em bom português. 

Imagino com facilidade um dos seus advogados e corifeus, um Proença de Carvalho, por exemplo, a bramar contra a injustiça, contra o atentado às liberdades fundamentais dos pobres a nada terem, à violência socializante e colectivista que seria obrigar alguém a declarar bens que utiliza para habitar, para se movimentar por terra, mar e ar, para viver, em suma. Diria: todos somos iguais perante a lei, todos podemos não ter nada, o nada ter é um direito fundamental. Para ter, é preciso querer, e os Espirito Santo não querem ter, querem o direito de usar sem pagar. O mesmo direito do invasor, do predador. A legalidade do não registo de bens em nome próprio para se eximir ao pagamento de impostos e fugir às responsabilidades perante a justiça é um exemplo da perversidade do sistema judicial e da sua natureza classista. Esta norma legaldestina-se a proteger ricos e poderosos. Quem a fez e a mantem sabe a quem serve.

Os Espirito Santo não são gente, são empresas, são registos de conservatória, são sociedades anónimas, são offshorescom fato e gravata que recebem rendas e dividendos, que pagam almoços e jantares. Não são cidadãos. As cuecas de Ricardo Espirito Santo não são dele, são de uma SA com sede no Panamá, ou no Luxemburgo. A lingerie da madame Espirito Santo é propriedade de um fundo de investimento de Singapura, presumo porque não sou o contabilista. Mas a ausência de bens registados pelos Espirito Santos em seu nome diz também sobre a sua personalidade e o seu carácter. A opção de se eximirem a compartilhar com os restantes portugueses os custos de aqui habitar levanta interrogações delicadas: Serão portugueses? Terão alguma raiz na Históriacomum do povo que aqui vive? Merecem algum respeito e protecção deste Estado que nós sustentamos e que alguns até defenderam e defendem com a vida? 

Ao declararem que nada possuem, os Espirito Santo assumem que não têm, além de vergonha, onde cair mortos! 

O ridículo a que os Espirito Santo se sujeitam com a declaração de nada a declarar com que passam as fronteiras e alfândegas faz deles uns tipos que não têm onde cair mortos, uns párias. 

A declaração de “nada a declarar” em meu nome, nem da minha esposa, filhinhos e restante família dos Espirito Santo, os Donos Disto Tudo, também nos elucida a propósito do pindérico capitalismo nacional: Os Donos Disto Tudo não têm onde cair mortos! O capitalismo em Portugal não tem onde cair morto! 

Resta ir perguntar pelas declarações de bens dos Amorins, o mais rico dos donos disto, do senhor do Pingo Doce, do engenheiro Belmiro, dos senhores Mellos da antiga Cuf, dos senhores Violas, dos Motas da Engil e do senhor José Guilherme da Amadora para nos certificarmos se o capitalismo nacional se resume a uma colecção de sem abrigo que não têm onde cair mortos! É que,se assim for, os capitalistas portugueses, não só fazem o que é costume: explorar os pobres portugueses, como os envergonham. 

Os ricos, antigamente, mandavam construir jazigos que pareciam basílicas para terem onde cair depois de mortos – basta dar uma volta pelos cemitérios das cidades e vilas. Os ricos de hoje alugam um talhão ao ano em nome de uma sociedade anónima!Os Espirito Santo, nem têm um jazigo de família! 

Eu, perante a evidência da miséria, se fosse ao senhor presidente da República, num intervalo da hibernação em Belém, declarava o território nacional como uma zona de refúgio de sem-abrigo, uma vala comum e acrescentava a legenda na bandeira Nacional: “Ditosa Pátria que tais filhos tem sem nada!” 


 IN "http://aviagemdosargonautas.net" 
 2014/08/19 


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274.UNIÃO


EUROPEIA













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HOJE NO
"RECORD"


João Costa conquista prata no Mundial

O português João Costa conquistou esta terça-feira a medalha de prata na prova de pistola standard a 25 metros, do Campeonato do Mundo de tiro, que está a ser disputado na cidade espanhola de Granada. 

O atleta do Sporting somou 577 pontos, menos quatro do que o turco Yusuf Dikec, que se sagrou campeão mundial.

O alemão Christian Reitz terminou no último lugar do pódio, contabilizando 573 pontos. 

* Valente, aguardemos para ver como as autoridades nacionais vão premiar este atleta.



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V-FILOSOFIA SOCIAL

SIMONE DE
BEAUVOIR
 "UMA VIDA"

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Perícia conclui que assinatura de
. Angélico Vieira foi falsificada

Uma perícia concluiu que a assinatura de Angélico Vieira, que se encontra na proposta de compra e venda do BMW envolvido no acidente de que resultou a morte do cantor, foi feita por "tentativa de imitação", informou fonte judicial. 
A perícia realizada pelo Laboratório Cientifico da Polícia Judiciária foi requerida pela defesa dos pais do cantor, no âmbito do processo cível instaurado pela família de Hélio Filipe, o amigo de Angélico morto no mesmo acidente, que está a decorrer no Tribunal de Aveiro. 
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O documento, a que a agência Lusa teve acesso esta terça-feira, recaiu sobre o requerimento de registo automóvel de três veículos e a proposta de compra e venda do referido BMW. 

"Comparando as assinaturas suspeitas com autógrafos de Angélico Vieira obtiveram-se numerosas diferenças e escassas semelhanças de reduzido valor", diz o relatório da perícia, concluindo ser "muitíssimo provável" que as assinaturas não sejam da autoria do cantor. 

Os pais de Angélico já afirmaram que o resultado da perícia vem provar que o filho nunca comprou o BMW, tal como defende o stand Impocar, de onde saiu a viatura acidentada.
A mãe do cantor chegou a acusar o dono do stand de ter falsificado o documento, um caso que está a ser investigado pelo Ministério Público da Póvoa do Varzim. 

Apesar do resultado da perícia, o stand Impocar continua a afirmar que o cantor era o proprietário do veículo e realça que nenhuma perícia "vai eximir a responsabilidade cível" da mãe de Angélico, enquanto sua herdeira. 

Os pais de Hélio Filipe intentaram uma ação no Juízo de Grande Instância Cível de Aveiro contra a mãe do cantor, que responsabilizam pela morte do seu filho, e reclamam o pagamento de 236 mil euros. 

A ação visa ainda o Fundo de Garantia Automóvel, o stand Impocar e um antigo proprietário do automóvel.
Posteriormente, deu entrada no mesmo tribunal uma outra ação de uma jovem que sobreviveu ao acidente a reclamar uma indemnização de 5,7 milhões de euros aos pais do cantor. 

O cantor e ator Angélico Vieira morreu no Hospital de Santo António, no Porto, dias após o acidente que ocorreu na A1, em Estarreja, em junho de 2011, provocando também a morte do passageiro Hélio Filipe e ferimentos nas ocupantes Armanda Leite e Hugo Pinto. 

As autoridades concluíram que a viatura se despistou na sequência do rebentamento de um pneu, na altura em que o veículo seguia a uma velocidade entre 206,81 e 237,30 km/h, e realçam que Angélico, assim como o outro passageiro da frente, seguiam com cinto de segurança.

* Vergonhoso, enquanto vivo e famoso toda a gente muito amiga, agora morto surgem os abutres ainda por cima falsários, alguns deles.




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ANA STILWELL


Dibba Dee Doo

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Madrid admite suspender autonomia
 da Catalunha para evitar referendo

O ministro das Finanças de Espanha admitiu a possibilidade de suspensão da autonomia da comunidade da Catalunha por forma a evitar a realização do referendo à independência marcado para o dia 9 de Novembro. Margallo assegurou que o Governo “utilizará todos os meios para evitar a consulta”.
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Os ventos independentistas que sopram um pouco por toda a Europa provocam tensão em algumas das principais capitais do Velho Continente. A dois dias da realização do referendo que pode ditar a saída da Escócia do Reino Unido, o Governo espanhol veio admitir a possibilidade de suspensão ou retirada da condição autónoma à comunidade da Catalunha por forma a evitar a consulta popular sobre a independência da autonomia mais rica de Espanha.

Foi o ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol, José Manuel García-Margallo, a revelar esta terça-feira, 16 de Setembro, que "o Governo utilizará todos os meios ao seu alcance, absolutamente todos, incluindo tudo o que haja a considerar, para evitar a consulta".

Num pequeno-almoço organizado pelo Fórum Europa Press, em Madrid, Margallo tornou-se, segundo o El Mundo, no primeiro membro do Governo liderado por Mariano Rajoy a admitir o recurso ao artigo 155 da Constituição espanhola. Que, levado até às últimas instâncias, pode mesmo determinar a suspensão da autonomia da Catalunha, evitando desta forma a realização do referendo popular, marcado para o dia 9 de Novembro, sobre a independência da região.

"Apenas a lei, mas toda a lei", sublinhou Margallo garantindo que o recurso ao referido artigo constitucional seria sempre um último recurso, notando porém que "ele existe". "Dentro do âmbito da Constituição e das leis tudo é possível, mas fora fora da jurisdição da Constituição e das leis nada é possível", concluiu.

Ainda assim, independentemente daquilo que o futuro venha a ditar, o governante lembrou, citado pelo El País, que "em política e na vida não há situações irreversíveis", aproveitando ainda para desmentir qualquer recurso à via militar para impedir o referendo marcado por Artur Mas, presidente da Catalunha.

Oposição catalã oferece apoio a Mas
O presidente da Esquerra Republicana, Oriol Junqueras, da oposição ao Governo da Generalitat da Catalunha, liderado por Artur Mas, em resposta às autoridades de Madrid ofereceu o seu apoio tendo em vista a concretização do referendo no próximo dia 9 de Novembro.

Junqueras disse estar disponível para entrar no Governo de Mas para assim blindar a consulta popular. "Se o Governo nos chamar, entraremos no Governo", lê-se no El País, que cita Oriol Junqueras.

Esta disponibilidade demonstrada pela oposição surge numa altura em que o Governo de Mas sofre a possibilidade de impugnação devido ao caso Pujol, o que levou mesmo o líder do Governo da Catalunha a considerar a realização de eleições antecipadas legitimando assim a consulta popular, cuja legitimidade pode estar em causa devido à referida impugnação do seu Executivo autónomo.

Do lado de Madrid percebe-se um discurso algo temerário face aos sentimentos independentistas em regiões como a Crimeia, o leste da Ucrânia ou a Escócia.

Quando se aproxima o referendo escocês, o responsável pelos assuntos externos espanhóis não teve pejo em assumir posição, considerando que a hipotética independência escocesa seria "muito má" para Espanha, para o Reino Unido e para a União Europeia (UE). "A divisão de um Estado-membro da UE seria um precedente péssimo", apontou Margallo que alertou para os perigos de uma "fragmentação balcânica" no seio da UE.

* Quente já está, mas pode ferver



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APOIE ESTA LUTA

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VEJA ATÉ AO FIM
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HOJE NO
"DESTAK"

Violência doméstica aumentou 2,3% 
no primeiro semestre do ano 

As forças de segurança receberam 13.071 queixas de violência doméstica no primeiro semestre do ano, mais 291 do que no mesmo período de 2014, segundo um relatório da Direção-Geral da Administração Interna (DGAI). 


O relatório anual de monitorização referente à violência doméstica de 2013 adianta que, no primeiro semestre de 2014, as queixas registadas pela PSP e GNR aumentaram 2,3 por cento face a igual período do ano passado. 

Segundo o documento, publicado na página da internet da DGAI, a PSP registou 7.574 denúncias nos primeiros seis meses do ano (mais 1,7 por cento) e a GNR 5.497 queixas (mais 3,1%). 

* A média de queixas mensal é astronómico, perto de 2 mil e 200. Anda muito alarve à solta.




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 AS MENSAGENS
NA WEB/20















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HOJE NO
"i"

Nós, Cidadãos – o novo partido que quer disputar votos ao PSD e ao PS

O novo partido entregou já metade das assinaturas no Constitucional e quer completar o processo a tempo das eleições legislativas
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As primeiras 3500 assinaturas do Nós, Cidadãos entraram ontem no Tribunal Constitucional. A outra metade será apresentada nos próximos tempos e a esperança é que, até Dezembro, o processo de constituição esteja concluído, para que o partido possa concorrer às legislativas do próximo ano.

"Lançamo-nos num desafio ao PS e ao PSD, estaremos lá para disputar o lugar de charneira" com esses partidos, diz ao i Mendo Castro Henriques, um dos principais dinamizadores da nova força política. 

 A entrega de apenas metade das assinaturas no Palácio Ratton tem a ver com a data simbólica que se assinalou ontem. Há dois anos, também a 15 de Setembro, milhares de pessoas saíram à rua em todo o país para protestar contra as intenções do governo de mexer nas contribuições da taxa social única. O processo de recolha começou em Junho e, diz Mendo Henriques, é "entre os jovens" que os responsáveis pela nova força têm "sentido muito apoio".

Muitos dos nomes que compõem o Nós, Cidadãos chegam por via do Instituto da Democracia Portuguesa (IDP). Mendo Henriques, presidente do organismo (onde o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, tem assento como presidente da Assembleia Geral e de que Duarte de Bragança é presidente de honra), diz tratar-se de uma "coincidência" e garante que o partido "não é uma replicação" do think tank. "Não foi o IDP que saiu à rua", sublinha.

Pedro Quartin Graça (ex-deputado pelo PSD e antigo presidente do Movimento Partido da Terra), o juiz-desembargador Rui Rangel e o músico José Cid (ver entrevista ao lado) são alguns dos nomes de maior relevo com que o Nós, Cidadãos já conta nas suas fileiras. "Marinhos e Pintos" é que ficam fora da equação, sublinha aquele que é um dos principais dinamizadores do futuro partido.

As "reuniões e encontros" foram acontecendo nos últimos seis meses com maior intensidade, mas a "gestação da ideia" de criar um novo partido já tem um ano. Querem lançar-se às legislativas para promover "grandes renovações" na política nacional e já têm linhas orientadoras do programa eleitoral.

A dívida das famílias e das empresas "é o eixo de ataque para melhorar a situação do país", explica Mendo Henriques. Outra preocupação tem a ver com a sustentabilidade da Segurança Social, e, nesse âmbito, o professor universitário recupera os modelos do Brasil e da Dinamarca para defender que a cobrança de impostos junto das empresas deve estar dependente do volume de negócios - e não do número de trabalhadores. A "prestação de contas" do sistema judicial e a "criminalização da gestão danosa" são outros dois motes de campanha que o Nós, Cidadãos vai afinar ao longo dos próximos meses.

Do (curto) tempo que passou, Mendo Henriques garante ter sentido "muito apoio", particularmente entre os eleitores mais jovens. Hoje contam já com um "movimento de amplitude nacional", que terá assegurado a presença de "núcleos em todo o território".


José Cid ao i: 
“Se formos poder, e não correspondermos aos anseios, aceitamos ser presos”


José Cid  Membro do Nós, Cidadãos
Como é que nasceu o Nós, Cidadãos? 
Partiu de uma conversa de amigos muito decepcionados com a partidocracia, que é muito nociva. Não concordamos com a ideia dos “jobs for the boys”.

O que querem fazer? 
Queremos aproveitar as boas ideias na esquerda portuguesa, no PS, no PSD, no CDS e nos Verdes. Vamos buscar as boas ideias a esses partidos e combater as más ideias que têm. Não vamos ser contra ninguém.

Pretende integrar a lista ao parlamento nas próximas legislativas? 
Com certeza que sim. Se o nosso partido tiver suficientes votos – apesar de a minha carreira estar intensíssima –, quero ser útil
ao meu país.

Imagina-se a trabalhar na Assembleia da República? 
Não me imagino eu, mas imagino como reserva moral e como objector de consciência. Com a minha idade, tenho direito a ter uma ideia válida sobre o meu país. Vamos lutar activamente contra a corrupção. Não vamos perseguir ninguém, mas não nos tomem por parvos.

Acredita num bom resultado em 2015 se concorrer às legislativas? 
Sim. Esta ideia é consensual em 50% da população, que não vota. E a outra metade vai rever-se em nós. Quando se concorre a eleições, é para ganhar.

Acha que podem ganhar? 
Com certeza! Um partido de pessoas honestas tem direito a pensar tudo. Não temos limite. Se formos poder e não correspondermos aos anseios, aceitamos ser presos

* Os PS,  PSD e CDS precisam de um "intruso" que lhes ensine o que é seriedade.
** Temos uma enorme admiração e respeito pelo José Cid, desde o longíquo "1111", não nos custa acreditar nas suas convicções.


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