terça-feira, 9 de setembro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS

"CUSCAMOS"!


MEGACUSCAS/8
ALGUMAS MENTIRAS NAS QUAIS
ACREDITAVA ATÉ HOJE

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BRASILEIRÃO

















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 10-TARAS OU OPÇÕES


Bukkake: 
Modalidade de sexo grupal praticado com uma pessoa que "recebe" no rosto a ejaculação de diversos homens.
Tem inconvenientes para o receptador/a, uma gotícula mais ousada pode encontrar um olho desprevenido, e, diz quem sabe, arde que se farta. O melhor é mesmo apetrechar-se com óculos de natação.
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Clismafilia: 
Fetiche por observar ou sofrer a introdução de enemas. Desde que não seja de açorda claro está. O "enemizado" aproveita a ocasião e vai de seguida fazer uma colonscopia, junta o agradável ao útil.
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Coprofilia: 
Fetiche sexual pela manipulação de fezes, suas ou do parceiro. Há quem prefira o barro ou a plasticina para se divertir mas não temos nada contra quem prefira este material, deve-se sempre lavar as mãos após a diversão
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Coreofilia
Excitação sexual pela dança. Fantástico, ora chega, chega, chega, ora arreda lá p´ra trás e, embalados pela música, acabam por chegar.
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Crematistofilia:
Excitação sexual ao dar dinheiro, ser roubado, chantageado ou extorquido pelo parceiro. Não nos parece uma situação confortável, é-se roubado e a líbido apanha o freio nos dentes, então vá. 
Será que os clientes do BES ficaram excitados


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Empresário acusa Aguiar-Branco de
. "crime" lesa-indústria e nega 
amizade com Portas

O empresário Francisco Pita, dono da empresa portuguesa Fabrequipa que produziu veículos blindados para as Forças Armadas, negou ser amigo do actual vice-primeiro-ministro e acusou o ministro da Defesa de ser o "pior de sempre".
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O industrial do Barreiro, perante a comissão parlamentar de inquérito à aquisição de equipamento militar, adiantou ainda ter sido "obrigado" a adquirir uma empresa, a Gestão de Operações de Metalomecânica (GOM) - detentora das licenças das viaturas blindadas de rodas (VBR) 8x8 Pandur II -, através de uma outra, sediada "off-shore", por "alguns milhões de euros", para poder participar no negócio de fabrico e ter acesso a "mais de 100 e tal milhões de euros" em valor de direitos herdados.

"Responsabilizo o actual ministro da Defesa pelo desastre e mais ninguém. Quem matou o programa foi ele e pôs os meus 200 trabalhadores em casa, sem trabalho. Nasce como o melhor ministro da Defesa de sempre e acaba como o pior", insurgiu-se, acrescentando nunca ter visto "um ministro tão fraco, tão baixo, tão incompetente" e desaconselhando-o a "passar a ponte" para a margem sul do Tejo.

Em causa está a denúncia do contrato pelo Estado português e accionamento das garantias bancárias, decididas por José Pedro Aguiar-Branco devido ao incumprimento de prazos de entrega dos 260 veículos por parte dos fornecedores contratados, neste caso a norte-americana General Dynamics, que tinha adquirido a austríaca Steyr, tendo por sua vez subcontratado a portuguesa Fabrequipa.

Reconhecendo que o antecessor socialista, Augusto Santos Silva, também já tinha feito cinco admoestações no sentido de denunciar o acordo, Francisco Pita revelou ter votado "no atual Governo", mas acusou Aguiar-Branco de ter cometido "um crime", dizendo falar em nome dos seus trabalhadores.

"Não sou amigo (de Portas), não tive nenhum telefonema, nem reunião em relação aos Pandur. As únicas ocasiões em que nos cruzámos foi na Universidade Católica, onde fomos colegas, e uma vez em casa de um amigo comum, também há muitos anos", esclareceu, quando inquirido sobre eventual proximidade com o actual vice-primeiro-ministro.

Segundo Pita, Portas, que "está completamente limpo em todo o processo Pandur", "foi o melhor ministro da Defesa que Portugal teve". O empresário reconheceu ter sido "militante do CDS desde 1974, candidato a deputado várias vezes nesses tempos difíceis", mas abandonou o partido democrata-cristão ao mesmo tempo que um dos seus fundadores, Adriano Moreira.

O empresário português queixou-se da falta de planos, desenhos, especificações e outros elementos necessários ao processo de produção, justificando assim os atrasos, que atribuiu ao Estado português, designadamente aos responsáveis, entre 2006 e 2011 pelo Ministério da Defesa, Direcção-Geral Armamento e Infra-estruturas de Defesa (DGAIED) e, em certa medida, ao "prime contractor", a General Dynamics.

No total, terão sido entregues 166 blindados, dos quais 119 aceites pelo Exército português. Após o cancelamento do contrato, o Estado já terá de pagar cerca de 130 milhões de euros pelas 94 viaturas Pandur em falta e outras 20 anfíbias para a Marinha, embora decorra agora um processo de arbitragem.

Inicialmente, estavam programadas 210 veículos de determinada verão, mais 150 com especificações diversas, num negócio total de 364 milhões de euros e contrapartidas para Portugal de mais de 500 milhões de euros.

Ainda sobre a compra da GOM, com cujos accionistas disse não ter tido relações directas, mas antes através de uma sociedade de advogados, o industrial declarou primeiro preferir não referir nomes, mas instado a clarificar a situação pelo deputado socialista Neto Brandão, referiu não se recordar, embora prometendo ir ver as mais de 7.000 folhas de documentos em sua posse e enviar os relevantes ao Parlamento.

* Acabámos de ler o "desabono de família" de Aguiar Branco que como titular da pasta da defesa tem o dever de responder.

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2- FÍSICA DO 

IMPOSSÍVEL

COM0 EXPLORAR

O UNIVERSO


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HOJE NO
"DESTAK"

Quase 6.750 professores colocados 
hoje, ano arranca com perto de
 mil horários-zero 

Quase 6.750 professores foram hoje colocados nas escolas, na sua maioria professores dos quadros do Ministério da Educação, mas, ainda assim, o ano arranca com 917 docentes efetivos sem turmas atribuídas. 


 De acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), dos "4.405 docentes dos quadros opositores à mobilidade interna, foram colocados 3.488", ou seja, quase 3.500 professores que não tinham horários atribuídos nas escolas ou agrupamentos a que pertencem conseguiram colocação noutra escola para lecionar.

 "Caiu assim para menos de metade (917) o número de docentes que estão transitoriamente sem componente letiva, em relação ao número equivalente no ano passado", refere o MEC, em comunicado, sublinhando o que já tinha sido dito pelo ministro Nuno Crato na segunda-feira, que garantiu que o ministério está a trabalhar para reduzir a zero ou a valores residuais o número de 'horários-zero' nas escolas, evitando assim a passagem à mobilidade especial dos docentes sem turmas. 

* É preciso olhar para os dados sobre a educação nacional que são divulgados por organizações internacionais independentes, para perceber o que norteia o ministro, pôr a educação à míngua.


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 2-ARCA DE NOÉ


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HOJE NO
"i"

PSD foi o partido que mais tempo
. governou nas câmaras falidas

Nas 19 autarquias em crise, PSD venceu 95 eleições desde 1976. Socialistas surgem logo a seguir, com 90 mandatos conquistados
Jaime Marta Soares saiu da Câmara de Vila Nova de Poiares a garantir que não tinha quaisquer responsabilidades na situação financeira do município. Esteve lá 40 anos. Mas o social-democrata é apenas um exemplo da responsabilidade dos dois principais partidos na situação de iminente ruptura de 19 autarquias do país - dos 209 mandatos sufragados desde 1976 nas câmaras em ruptura iminente, PS e PSD governaram 90% do tempo. 


O i analisou os resultados eleitorais nas duas centenas de municípios a braços com uma dívida que está, no mínimo, 300% acima da receita média anual dos últimos três anos. PSD e PS são os principais responsáveis pela bancarrota em que as câmaras municipais mais endividadas do país se encontram. Somados entre si, os dois partidos conquistaram o poder 185 vezes. 

No Cartaxo, Renato Campos esteve cinco mandatos aos comandos do município (entre 1976-1993). No mesmo período, Martim Pacheco Gracias (também do PS) dirigiu a Câmara de Portimão, para, depois de um intervalo, ser Manuel da Luz a dar continuidade ao mandato. José Soares Miranda dominou o município de Fornos de Algodres durante 16 anos, José Barbosa Carneiro esteve 20 anos no Nordeste (Açores) e Arménio Pereira passou outros 16 anos em Paços de Ferreira. Todos eles eleitos pelo PSD. 

Jorge Correia e Eduardo de Brito dividiram o poder em Seia durante 33 anos, até 2009. Carlos Almeida chegou a Celorico da Beira em 1976, pela mão do CDS. Reeleito pela Aliança Democrática nas autárquicas seguintes, só em 1993 deu o lugar ao PS, depois de mais três mandatos ganhos com as cores do PSD. Júlio Santos agarrou o leme durante três mandatos (o último já pelo Partido da Terra), e José Monteiro chegou em 2005 para reclamar para as hostes socialistas os três últimos mandatos. 

A corda financeira rebentou nesta legislatura, quando o governo anunciou o Fundo de Apoio Municipal (FAM). As autarquias com maiores dificuldades em responder ao passivo acumulado (ver quadros ao lado) foram encostadas à parede e o recurso ao fundo tornou-se quase inevitável. Nestes 20 casos, a dívida total rondará os 650 milhões de euros. É esse o bolo com que o executivo vai compor o FAM, dando aos municípios sete anos para dispensar metade desse valor, uma vez que a contribuição se faz em proporções iguais entre o poder local e o Estado central. 

E a lista de responsáveis continua. Em Castanheira de Pêra, Júlio Henriques, Pedro Henriques e Fernando Lopes foram--se sucedendo na liderança do município, que só entre 1989 e 1993 esteve nas mãos de Viriato Oliva (PSD). Na Nazaré, depois de cinco mandatos socialistas, Jorge Barroso reclamou a autarquia para o PSD, governando o município durante 20 anos, até à limitação de mandatos, entre 1993 e 2013. A lista de endividadas estende-se de norte a sul do país, e nem as regiões autónomas escapam. 

partidos, independentes e coligações 
 PS e PSD abarcam a esmagadora maioria dos mandatos, mas houve outras forças com responsabilidades governativas ao longo destes anos, ainda que fiquem a milhas dos dois partidos. A Aliança Democrática (PSD, CDS e Partido Popular Monárquico) no governo teve também o seu momento no poder local. 

A CDU governou durante cinco mandatos em duas autarquias (Vila Real de Santo António, entre 1993 e 1997, e Alandroal, onde reconquistou o poder nas eleições de Setembro do ano passado). Tal como a APU (Aliança Povo Unido). Durante uma década, os comunistas governaram em Vila Real de Santo António e no Alandroal. 

O CDS passou por Alfândega da Fé e Celorico da Beira, ambas as experiências logo em 1976. Nos dois casos, os centristas concorreram sozinhos e conquistaram o poder. Da lista de partidos com "cadastro" nas câmaras falidas estão também o Movimento Partido da Terra, a União Democrática Popular, a Frente Eleitoral Povo Unido e o movimento de cidadãos xiv (todos com um mandato disperso por três concelhos diferentes). 

Paços de Ferreira
Começou em 1982 e, daí em diante, oPSD foi renovando maiorias absolutas no concelho, a mais expressiva das quais nas eleições seguintes (1985), com 61,07%. Em 2013 passou para a influência do PS
Aveiro
Só em 2013 o PS conquistou a câmara ao PSD, ainda que as vitórias social-democratas nunca tenham ido além dos 43%. A câmara está na falência, mas, de 2012 para 2013, a taxa de IMI foi reduzida quase 65%
Nazaré
As responsabilidades pela situação financeira repartem-se em 70% para o PS, 30% para o PSD. A câmara foi socialista até 1997. Depois virou social-democrata e, em 2013, voltou à origem
Vila Nova de Poiares
Jaime Marta Soares (PSD) chegou quando a localidade tinha “22 casas em volta da igreja”. Construiu, modernizou e, no ano passado, saiu com um passivo de 20 milhões. O PS chegou nessa altura ao poder
Castanheira de Pera
O PS chegou a ter quase 74% dos votos (1997) e as vitórias só se tornaram menos expressivas nas últimas duas eleições. Pelo caminho também houve tempo para um mandato do PSD
Fornos de Algodres
Só deu PSD durante quase 40 anos. O melhor resultado de sempre foi conseguido pela AD, em 1979: 76,01%. Em 2013, a câmara foi conquistada pelo PS
Santa Comba Dão
O bloco central seca tudo o que há à volta no concelho. O executivo foi alternando entre o PS e o PSD em nove mandatos. Nos outros dois, o CDS chegou à câmara através da AD
Cartaxo
A par de Portimão, o Cartaxo só deu PS, em quase 40 anos de poder local. Ainda assim, em três eleições os socialistas ficaram afastados da maioria absoluta
Portimão
Quase 65% das receitas do município eram provenientes de impostos e taxas, no final do ano passado. O bastião socialista variou entre os 30,05% (2013) e os 55,49% (2009), sempre para o PS
Alfândega da Fé
Azul, laranja e rosa. CDS, PSD e PS. Todos estiveram no poder, mas nenhum dos partidos do bloco central arrancou uma vitória como a dos centristas em 1976: 65,61% dos votos
Celorico da Beira
A vitória conseguida pelo MPT em Celorico, em 2001, é das poucas nuances nas autarquias falidas. De resto, o poder esteve nas mãos do PSD, da AD e do PS, a que coube o melhor resultado, um pouco abaixo dos 46,81%
Fundão
Com 64,3% dos votos, foi o PSD que arrancou a maior vitória no concelho (2005), desde 1976. O passivo do município era, no ano passado, de quase 50 milhões de euros
Alandroal
Pela autarquia passaram FEPU, APU, CDU, PS e os independentes do XIV. Mas, excepção para os socialistas, foi o PCP que geriu as finanças da única autarquia alentejana da lista
Vila Real de Santo António
É das autarquias com resultados mais diversificados. O PS deu lugar à APU, que cedeu novamente posição ao PS antes de receber o PCP. O PS ainda voltou, mas desde 2005 que só dá PSD
Freixo de Espada à Cinta
A AD esteve aqui. Foi em 1982 e não se repetiu, com a extinção em 1983. Antes, como depois da Aliança, o PSD e o PS foram dominando alternadamente o executivo
Seia
A hegemonia socialista só foi quebrada – e durante um único um mandato – entre 1989 e 1993. E isso só aconteceu porque o presidente se mudou do PS para o PSD
Açores - Nordeste
A onda laranja na Câmara do Nordeste só esmoreceu nas últimas eleições autárquicas. Nordeste era, em 2013, o município com menor independência financeira do país
Vila Franca do Campo
Em 2009, o PSD deu lugar ao PS. Para a história política ficam os mais de 70% de votos em 1989 e 1993. No capítulo financeiro destacam-se os 9,5 milhões de euros cobrados em impostos pelo município, em 2013
Madeira - Machico
A UDP teve uma passagem efémera na Câmara de Machico. Foi sobretudo oPSD que controlou o rumo da autarquia, com sete mandatos contra os três dos socialista.

* PSD um sucesso na governação nacional, regional e local, pena que só produzam falências.

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FERNANDA CÂNCIO

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Reincidência louca

Quantos inocentes já sofreram situações que vão até à morte por pessoas que foram condenadas por esse crime e são libertas?" A pergunta é da ministra da Justiça, anteontem, numa entrevista à RTP, e faz todo o sentido: queremos saber quantas crianças foram abusadas por reincidentes. Não necessariamente por ser, como Teixeira da Cruz sustenta, a questão-chave para a defesa da sua versão da Lei de Megan (nome dado às leis que nos EUA, desde 1994, permitem que as comunidades possam saber a identidade e morada dos condenados por abuso sexual que residam na zona), mas porque é fulcral para perceber qual a eficácia do sistema judicial/penal e ajuizar da necessidade de ajustes e alterações.

Durante toda a entrevista, porém, a ministra não respondeu à sua própria pergunta. Aliás, não apresentou um único dado. Nem sobre o número de condenados pelo crime em Portugal, nem sobre o tipo de relação destes com a vítima - limitou-se a dizer que havia duas categorias, a dos familiares e a dos outros, sem especificar qual a sua importância relativa e se quer que todos sejam incluídos no registo para conhecimento público ou não; de resto, nem sobre o tipo de conhecimento que o público pode ter e como foi clara - e muito menos sobre a eficácia das leis Megan. A única coisa que concedeu dizer sobre o fulcro da questão é que "o grau de reincidência é louco."

Será? Num estudo de 1997 efetuado no Reino Unido, a taxa de re-condenação de abusadores de crianças era de 13% em cinco anos, comparando com 50% em dois anos para outros tipos de criminosos; estas conclusões são consistentes com as de estudos canadianos e americanos. Por outro lado, a eficácia das leis Megan está longe de certificada: parecem ter pouco ou nenhum efeito sobre a taxa de reincidência e servir sobretudo para acelerar a resposta em termos de localização e detenção dos criminosos caso reincidam.

A lei levanta, é claro, muitas mais questões que a da sua eficácia. Mas não pode surpreender que Teixeira da Cruz se não dê conta dos problemas éticos e de que é todo o edifício judicial português que põe em causa ao considerar que as penas dos tribunais não chegam como castigo e que a exposição infamante e persecutória deve regressar à lei; afinal, estamos perante uma governante que não se dá sequer ao trabalho, ao pugnar por legislação que será a única do tipo fora dos EUA (existem em vários países registos específicos para condenados por crimes sexuais contra crianças, mas os EUA são o único em que o registo está acessível ao público; nos outros existe apenas para consulta das autoridades), de apresentar qualquer tipo de justificação racional ou sequer de relação com o real. Uma conduta em relação à qual no seu caso, como no do Governo que integra, se pode falar, consubstanciadamente, de reincidência louca.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
05/09/14

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267.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
"A BOLA"

Marin Cilic conquista o US Open

O croata Marin Cilic conquistou pela primeira vez na carreira um torneio do Grand Slam, o US Open, ao vencer na final o japonês Kei Nishikori, também ele pela primeira vez na final de um ´major´.
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Cilic, 12.º do ranking mundial, venceu Nishikori, oitavo, por triplo 6-3, ao fim de 1.54 horas de encontro.

Cilic, que nas meias-finais derrotou Roger Federer, conquistou o 12.º título da carreira e tornou-se no primeiro croata desde o seu treinador (Goran Ivanisevic venceu Wimbledon em 2001) a conquistar um torneio do Grand Slam.

Antes de chegar à final em Nova Iorque, o melhor resultado de Cilic em torneios do Grand Slam havia sido no Open da Austrália de 2010 (meias-finais). 

* Vai ser um caso sério, este croata.


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IV-FILOSOFIA SOCIAL
  2- ESPINOSA
 "O APÓSTOLO DA RAZÃO"


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Crédito malparado nas famílias volta
 a subir em Julho para 4,23% 
e atinge recorde

O crédito malparado nas famílias voltou a subir e atingiu um novo recorde, representando em julho 4,23% dos empréstimos concedidos, segundo dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal. 


Em julho, o malparado registado no total do crédito concedido a particulares subiu de 4,15% em junho para 4,23% em julho, num aumento de 0,13 pontos percentuais. 

Também os créditos de cobrança duvidosa na habitação em percentagem do total do crédito concedido para este fim subiram de 2,40% em junho para 2,43% em julho. 

Já em relação ao crédito ao consumo, os dados do Banco de Portugal mostram que o malparado desceu ligeiramente de 11,4% em junho para 11,35% em julho. Há dois anos que a percentagem dos créditos de cobrança duvidosa ao consumo não ficava abaixo deste valor. 

Quanto ao crédito para outros fins, os números do regulador dão conta de que o malparado aumentou de 13,79% para os 14,49% nos dois meses, um novo recorde. Os créditos de cobrança duvidosa neste setor vinham a subir desde janeiro. 

* Eis o milagre económico do governo!

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Camané


Saudades trago comigo


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Suecos decepcionados com
 sistema de educação

Nenhum outro país europeu confiou uma fatia tão grande da educação dos seus filhos a empresas privadas como a Suécia. No entanto, à medida que o número de ‘friskola’ aumentava, a confiança da Suécia nas escolas com fins lucrativos diminuía. 

Na zona comercial de Nacka, no Sul de Estocolmo, há um centro comercial que em vez de lojas tem escolas. Na aparência, a Kunskapsgalleria, ou “galeria do conhecimento”, é igual a muitos outros espaços retalhistas com café, restaurante e um átrio amplo e luminoso, visível dos cinco andares. Mas aqui não se vendem produtos, transmite-se conhecimento.


Para os arquitectos da reforma do sistema de educação sueco, esta relação entre ensino e negócio é o modelo ideal para as escolas financiadas pelo Estado, mas com gestão autónoma e independente, conhecidas como ‘friskola’. Vinte anos depois da arrojada experiência que foi abrir a educação pública ao mercado, um quinto dos alunos, ou cerca de 312 mil jovens, frequenta as ‘friskola’. 

Destes, dois terços estão inscritos em escolas geridas por empresas em vez de cooperativas de ensino ou instituições de caridade, e quatro das 10 maiores organizações educativas são apoiadas ou detidas por investidores em ‘private equity’.

Nenhum outro país europeu confiou uma fatia tão grande da educação dos seus filhos a empresas privadas como a Suécia. Ao longo dos anos, o sistema foi conquistando a admiração dos defensores do mercado livre um pouco por todo o mundo, em particular Michael Gove, ex-Secretário da Educação britânico, que em 2008 declarou que “o Reino Unido precisa de um sistema de educação sueco”. Para os políticos interessados em melhorar as escolas sem aumentar a carga fiscal, o modelo sueco parecia ter tudo para funcionar: além de o leque de escolha ser maior para os pais, as novas escolas ajudaram a aumentar os padrões de ensino e, indirectamente, fizeram com que as outras escolas também introduzissem melhorias.

Nos primeiros anos, as boas classificações pareciam corroborar a teoria sueca em como a concorrência de mercado é a melhor forma de melhorar os resultados, atraindo numerosas empresas para o mercado. No entanto, à medida que o número de ‘friskola’ aumentava, a confiança da Suécia nas escolas com fins lucrativos diminuía.

Os suecos sempre ocuparam os lugares cimeiros nos ‘rankings’ da Educação, mas os mais recentes resultados do Pisa, o programa de avaliação de alunos da OCDE, mostram uma queda significativa nos domínios da leitura, matemática e ciência para um lugar muito abaixo da média no caso das nações desenvolvidas. Os escândalos nas escolas geridas por empresas, a somar aos maus resultados, chocaram a opinião pública e colocaram o modelo com fins lucrativos – que também se estende à assistência social e aos cuidados de saúde – no topo da agenda das eleições legislativas de Outubro.

Jonas Sjöstedt, líder do Partido da Esquerda e potencial parceiro de coligação num futuro governo de centro-esquerda, resume a decepção da opinião pública: “Os suecos acreditavam que a desregulação era a solução para tudo, da gestão dos caminhos-de-ferro à educação dos filhos, mas isso acabou. Há partes da nossa vida que que o mercado não pode preencher”. E aponta o dedo às organizações com fins lucrativos, considerando-as responsáveis pela crise que se abateu sobre o país – a que os suecos chamam “o choque de Pisa”. “Não estão nisto por gostarem dos miúdos ou por estarem interessados na educação. Estão nisto porque querem fazer dinheiro rapidamente.”

Cita vários exemplos de más práticas, que comprometeram a reputação das organizações por trás das ‘friskola’, mas admite que “é mais complicado” estabelecer uma ligação entre os maus resultados do Pisa e o aumento do número de escolas privadas. “Não tem só a ver com maus resultados. As escolas privadas prejudicam o sistema, porque as escolas da rede municipal têm de adaptar-se a um sistema de mercado e muitas vezes perdem os seus melhores alunos”.

Não é fácil arranjar números credíveis para comparar os resultados das ‘friskola’ e das escolas da rede municipal. Segundo a “associação das escolas livres”, a Friskolornas Riksförbund, os alunos terminam o ensino primário com uma nota 10% acima da média nacional. A análise realizada por Rebecca Allen, académica do Instituto de Educação britânico, faz uma leitura diferente: os efeitos positivos das ‘friskola’ foram pouco significativos porque os benefícios se centraram nas crianças de famílias com educação académica elevada.

Bertil Östberg, secretário de Estado das Escolas, reconhece que “a livre escolha acentuou as diferenças entre as escolas” e aponta o dedo aos políticos que introduziram as ‘friskola’, dizendo que foram demasiado ingénuos por acreditarem que essas instituições seriam geridas pelos pais e pelos professores. “Estas grandes empresas são, em muitos casos, detidas por ‘venture capitalists’ e viram na educação uma forma interessante de ganhar dinheiro.”

Um grupo de trabalho estuda a possibilidade de introduzir nova legislação para impedir os grupos de ‘private equity’ de comprarem as ‘friskola’ por não terem interesse no seu êxito a longo prazo. “Para melhorar o sistema de educação é preciso investir na formação dos professores e reforçar as suas competências, e isso leva tempo. Por que iria uma empresa de ‘private equity’ preocupar-se em melhorar os resultados a longo prazo?”

 * Uma boa notícia para as "inteligências" que lançam loas ao ensino privado.


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RAPIDÍSSIMO
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Jacto telecomandado atinge 709 kmh

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HOJE NO
  "CORREIO DA MANHÃ"

Papa vai casar uma mãe solteira 

Mãe solteira e o seu novo companheiro entre os casais que o papa casará

Uma mãe solteira e o seu novo companheiro são um dos 20 casais que o papa Francisco casará no domingo, na basílica de São Pedro, no Vaticano, informou esta terça-feira o diário italiano 'La Repubblica'.


Segundo o jornal, Gabriella, que há anos foi mãe solteira de uma rapariga, casará com Guido, cuja anterior união foi anulada.

O par, que ronda os 50 anos, foi escolhido pela diocese de Roma para integrar o grupo que Francisco casará, numa cerimónia rara para um papa, dado que apenas João Paulo II o fez durante o Jubileu da Família em outubro de 2000.

"Não pensávamos que pudéssemos cumprir os requisitos dos casais católicos que as pessoas imaginam", disse a mulher ao jornal, justificando a surpresa com que recebeu a informação de que o próprio papa os casaria.

Em janeiro, o papa Francisco batizou 32 crianças, entre as quais a de um casal apenas casado pelo civil.

* A Igreja Católica só é um grande negócio pela excelente qualidade dos seus  técnicos de marketing, este é o mais recente exemplo.
















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MÃE

























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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO" 
 
Estradas de Portugal verifica estado dos pavimentos 
Campanha de inspeções já arrancou 

A Estradas de Portugal (EP) arrancou com a campanha de inspeções de 2014 e vai verificar o estado dos pavimentos em 14 mil quilómetros, depois de verificar que no ano passado a maioria das estradas estava em bom estado de conservação. 

UM PISO ÓPTIMO
Segundo um comunicado da empresa enviado às redações, no ano passado, a campanha de inspeções revelou que 78% da rede rodoviária, correspondente a 10 800 quilómetros, se encontrava em bom estado de conservação. Apenas 22% da rede, cerca de 3000 quilómetros, precisava de "algum tipo de intervenção de conservação ou reparação", de acordo com o documento. 

A campanha 2014 arrancou em agosto e deverá estar concluída até novembro. A EP realiza anualmente uma avaliação da qualidade dos pavimentos das suas estradas, de forma a obter os indicadores necessários para uma boa gestão de conservação e manutenção. 

A inspeção é realizada com recurso ao Veículo de Inspeção Mecânica com Perfilómetro Laser, que irá percorrer todo o país recolhendo dados das características dos pavimentos e, baseado num conjunto de parâmetros como a textura, a geometria, a irregularidade longitudinal e transversal, avaliar com elevado rigor o estado de conservação das estradas. 

No mesmo comunicado, a EP sublinha que a qualidade da rede rodoviária nacional é reconhecida internacionalmente e que no relatório para a competitividade mundial, elaborado pelo World Economic Forum, "é considerada como a melhor da Europa e segunda melhor do mundo, apenas atrás dos Emirados Árabes Unidos".

* Não é por causa do mau piso das estradas que os carros e motos se esborracham, a falta de educação é muita.


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Praga de gafanhotos em Madagascar

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Portugal gasta 6.200 euros/ano
 por aluno no público

Portugal gasta anualmente cerca de 6.200 euros, em média, por cada aluno que frequenta o ensino público, uma verba abaixo da média da OCDE, diz o relatório "Education at a Glance 2014". 

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) pegou nos dados de 2011 e comparou quanto investe cada país anualmente por aluno.

Contabilizando todos os estudantes desde o ensino básico ao superior, os 34 países da OCDE gastam, em média, 7.370 euros com cada um dos seus alunos, um investimento que vai aumentando ao longo dos anos.

 Nesta análise, Portugal fica abaixo da média, já que o gasto anual por aluno a frequentar o ensino público não chega aos 6.200 euros.

Para os estudantes que chegam ao 1.º ciclo e até saírem para o 3.º ciclo, Portugal investe cerca de 4.660 euros, quando a média da OCDE é de 6.213 euros.

Neste quadro, apenas sete países da OCDE investem menos do que Portugal - Eslováquia, Estónia, Republica Checa, Hungria, Chile, México e Turquia.

Só quando os alunos chegam ao secundário, o valor por estudante atinge a média da OCDE: quase sete mil euros.

No ensino superior, o dinheiro gasto por aluno volta a estar abaixo da média da OCDE: em Portugal, a verba média é de 7.769 euros, enquanto na OCDE é de 10.876 euros.

O relatório analisa também o ensino superior, tendo em conta quatro diferentes modelos de financiamento e apoios dados aos alunos da OCDE.

O "Modelo 1" é o da Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia, quatro países nórdicos com "generosos" sistemas de apoio ao estudante, uma vez que o ensino não representa um custo para o aluno.
O relatório sublinha que os governos daqueles países entendem que "o financiamento de ambas as instituições e alunos é baseada no princípio de que o acesso ao ensino superior é um direito, em vez de um privilégio".

A OCDE alerta, no entanto, para uma medida que começou a ser introduzida durante a última década: a aplicação de propinas para estudantes internacionais para aumentar os recursos disponíveis para as suas instituições. Para a OCDE, esta ideia pode vir a "desencorajar alguns estudantes internacionais".

Em Portugal, algumas instituições preparam-se para aplicar propinas mais elevadas a alunos estrangeiros.
O "Modelo 2" é o utilizado por países como os Estados Unidos, Austrália e Canadá, onde o custo da educação é partilhado pelo governo, famílias e empresas privadas e que, segundo o relatório, se caracteriza por ter sistemas de apoio aos estudantes bem desenvolvidos e responder às necessidades dos alunos.

O "Modelo 3" é aplicado no Chile, Japão e Coreia e distingue-se por ter propinas muito elevadas e fracos sistemas de apoio aos alunos, o que pode significar um pesado fardo para as famílias e alunos.

Finalmente, Portugal surge como um dos países que aplica o "Modelo 4" - com baixas propinas e fracos sistemas de apoio aos alunos -- juntamente com outros europeus como a Áustria, Bélgica, República Checa, França, Irlanda, Itália, Polónia, Suíças e Espanha. O relatório diz que apesar de as propinas serem baixas, a percentagem de alunos a frequentar o ensino superior é baixa.

Entre 2005 a 2011, os gastos por aluno entre o ensino básico e o secundário aumentou, em média, 17 pontos percentuais nos países da OCDE, mas, devido à crise, esse investimento caiu em quase um terço dos países da OCDE desde 2009.

Além de analisar a situação nos seus 34 estados membros, a equipa da OCDE estudou também a situação no Brasil, Rússia, Argentina, China, Colômbia, Índia, Indonésia, Letónia, Arábia Saudita e África do Sul.

* Acresce dizer que grande parte dos licenciados, bem formados, emigram, porque em Portugal não os querem apesar de fazerem falta, tome-se com exemplo a classe dos enfermeiros.




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