quarta-feira, 3 de setembro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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TRÊS COISINHAS

Numa farmácia cheia de gente de uma pacata cidade do interior, entrou uma menina de seis anos que começou a gritar:
 
- Duas dúzias de preservativos de todos os tamanhos!
Um dos empregados corre até a menina e diz-lhe ao ouvido:


-  Eu vou dizer-te três coisinhas:  primeiro, não se deve gritar desse jeito;  segundo, preservativos não são para criancinhas pequenas como a menina e, terceiro, diz ao teu pai que passe por aqui.


- E eu também lhe vou dizer três coisinhas — responde a menina.
- Primeiro, na escola  ensinaram-me que devo falar alto e claro;  segundo...  eu já sei que preservativos não são para criancinhas...  são contra as criancinhas e...  terceiro,  o meu pai não tem nada a ver com isto...  os preservativos são para a minha mãe que vai com a minha tia a Paris durante  três semanas...



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O QUE NÓS


RECOLHEMOS!





5-Quanto mais a 
gente é fina,
mais vigarina

BES E NOVO BANCO

RESPONSABILIDADES DO GOVERNADOR DO BANCO 
DE PORTUGAL E DO PRESIDENTE DA CMVM





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 QUEM SABE, SABE!




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A TERRA DOS SONHOS


A cidade, considerada outrora um mundo de oportunidades e de qualidade de vida é hoje uma desilusão para os que nela não encontram resposta para os seus anseios.

Inverter esta situação, é o desejo de muitos, que procuram no interior do país a "Terra dos sonhos".

São os novos rurais, que ao regressarem à terra dos seus antepassados recuperam e renovam estas localidades de enorme potencial endógeno e capacidade de desenvolvimento, no entanto abandonadas de Portugal.

O documentário Terra dos Sonhos, realizado por Nuno Leocádio, é o resultado do projecto final do curso de Animação Sociocultural do Instituto Politécnico da Guarda, que juntamente com Rafael Rolo criaram a sua primeira realização.

Os animadores socioculturais devem assumir responsabilidades como agentes nas alterações sociais, devem estar aptos a promover uma sociedade formada e informada. Desta
forma surge o documentário como meio de difusão de determinados problemas e potencialidades do interior rural.

Perante o abandono e degradação a que várias localidades do interior do país estão condenadas, este é um tema fundamental que nunca é demais divulgar.

O documentário procura valorizar as potencialidades das localidades rurais, apresentando soluções de rentabilidade que contrariem a recente conjuntura.

Ao longo do documentário são exibidos casos de sucesso de investimento em localidades do interior, pretende-se com isso despertar o interesse do espectador sobre o regresso ao campo.

Alimenta-se a esperança de que é possível alterar o despovoamento do interior, restabelecer o tecido demográfico e tentar inverter a litoralização exacerbada de Portugal.

O filme pretende evidenciar as disparidades entre litoral e interior que, segundo os censos 2011: "Portugal é cada vez mais um país litoralizado".

Deseja-se caracterizar a realidade vivida em determinadas localidades do interior de Portugal, onde a falta de serviços públicos, a falta de investimento sustentado e sustentável estrangulam o desenvolvimento comunitário.

Pretende-se com o filme demonstrar as potencialidades que tais localidades oferecem para que se possa promover desenvolvimento sociocultural, turístico e económico, bem como comprovar que é possível criar projectos que se traduzam em qualidade de vida em localidades rurais.



* Uma produção "RevoltaPT"



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

China comunista presta inédita homenagem aos mártires nacionalistas

Soldados do exército nacionalista chinês foram homenageados na Republica Popular da China como heróis da resistência anti-japonesa, pela primeira vez, contrariando a narrativa imposta durante 65 anos, que glorificava apenas o papel do Partido Comunista naquela guerra.

No novo Dia Nacional da Vitória da China na Guerra de Resistência contra a Agressão Japonesa, assinalado hoje, as autoridades chinesas divulgaram uma lista de 500 mártires e heróis que inclui os nomes de 90 generais e outros oficiais do Partido Nacionalista (Guomindang), que governava a China quando o Japão invadiu o país, em 1937.

"O respeito que estas pessoas merecem era devido há muito tempo. História é história e todas as suas verdades devem ser reveladas e aceites", proclamou o jornal China Daily num editorial intitulado "Respeito por todos os heróis nacionais".

Nas primeiras décadas de governação comunista, até 1979, e sobretudo durante a Grande Revolução Cultural Proletária (1966-76), os nacionalistas eram simplesmente descritos como "reacionários" e "inimigos do povo".

"Nem sequer se mencionavam as importantes batalhas travadas pelas forças do Guomindang contra os invasores japoneses", refere o China Daily.

Segundo estimativas chinesas, a ocupação japonesa causou cerca de 35 milhões de mortos entre a população civil e os militares.

Na altura, nacionalistas e comunistas estabeleceram uma trégua, mas após a derrota do Japão, em 1945, a longa guerra civil chinesa recomeçou, terminando apenas quatro mais tarde, com a proclamação da Republica Popular no continente e a fuga do antigo governo para a ilha de Taiwan.
A lista divulgada hoje "representa um relato liberto da influencia ideológica e do histórico conflito entre o Partido Comunista e o Partido Nacionalista", disse um académico de Pequim citado pelo Global Times, jornal do grupo Diário do Povo, o orgao oficial do PCC.

O 3 de setembro foi instituído este ano como Dia Nacional da Vitória da China na Guerra de Resistência contra a Agressão Japonesa. A data evoca a rendição do Japão, assinada a 02 de setembro de 1945 a bordo de um navio da marinha norte-americana pelo então ministro japonês dos Negócios Estrangeiros.

* A homenagem é justa embora muito tardia e depois de muito enxovalho, mas há segundas intenções, será que os chinas querem invadir as ilhas que reclamam ao Japão?


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Grand Defile Magazine


 Lingerie at CPM 



ANTUMN/WINTER

MOSCOW FASHION
2014-2015



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HOJE NO
  "DIÁRIO ECONÓMICO"

Tribunais estão paralisados por causa
 do ‘bloqueio’ informático 

Magistrados exigem explicações. Ministério continua a desvalorizar e não explica fonte do bloqueio. 

Ao final do dia de ontem o sistema informático da justiça - Citius - continuava bloqueado na esmagadora maioria das novas comarcas, o que paralisou o trabalho de magistrados, advogados e funcionários judiciais.

Advogados, magistrados e funcionários judiciais garantem que não conseguem aceder ao sistema para fazer a distribuição dos processos pelas novas secções, apesar das garantias do Ministério da Justiça de que os problemas no Citius não obstam ao trabalho dos operadores.
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OLHA QUE DOIS...
Mouraz Lopes, presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP), garantiu ontem ao Diário Económico que só duas das novas 23 comarcas criadas no âmbito do novo Mapa Judiciário (que arrancou segunda) "estão a começar a ter acesso aos processos". E Fernando Jorge, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais, adianta que sem aceder ao Citius é "impossível distribuir processos pelas respectivas secções". Ontem, no âmbito criminal, houve julgamentos adiados e em Loures foi adiada uma decisão sobre uma providência cautelar.

O Económico perguntou ao Ministério da Justiça porque razão o Citius bloqueou e os magistrados e funcionários não conseguem aceder. O Ministério respondeu que os advogados conseguem. Os advogados conseguem, contudo, porque podem recorrer ao Citius antigo para introduzir peças processuais - o que está a bloquear a implementação da reforma é o facto de magistrados e funcionários não terem acesso aos processos para distribui-los.

Mouraz Lopes disse ao Económico que se hoje o bloqueio se mantiver vai "exigir explicações formais" ao Ministério. O gabinete de Paula Teixeira da Cruz diz que a "estabilização" da plataforma vai "continuar a decorrer nos próximos dias".

Citius deu polémica há um ano
Não é de hoje que o Citius é fonte de polémica. Há um ano, dez elementos que trabalhavam no Instituto de Gestão Financeira e de Equipamentos da Justiça (IGFEJ) - departamento do Ministério da Justiça que gere o portal - pediram a demissão por causa da intenção da ministra em contratar alguns programas a privados.

Paula Teixeira da Cruz não afastou a possibilidade de pedir a privados programas de melhoramento do Citius e aceitou as demissões. Os funcionários - que trabalhavam há anos na plataforma informática - sentiram-se preteridos e decidiram sair. Foi, aliás, na sequência da decisão da ministra de contratar privados que o seu chefe de gabinete João Miguel Barros se demitiu.

Não se sabe quantos contratou, mas ainda este ano o IGFEJ fez ajuste directo com duas empresas de tecnologias - a Critical Software e a Novabase - para "aquisição de serviços informáticos" no âmbito do Citius. No ‘site' dos concursos públicos é possível ler que o Instituto de Gestão Financeira alegou "ausência de recursos" para efectuar estes ajustes directos a escassos meses da entrada em vigor do novo Mapa Judiciário.

O gabinete de comunicação da Novabase explicou ao Económico que se tratou de uma sub-contratação de programadores da empresa de novas tecnologias, que estão sob a gestão do instituto. 

Os funcionários sub-contratados à Novabase terminam serviços em Março de 2015. Os da Critical terminam em Setembro deste ano. 

A responsabilidade máxima pela gestão e manutenção do Citius cabe, assim, ao Instituto de Gestão Financeira, que ontem confirmou ao Económico que não contratou com nenhuma empresa privada qualquer "componente" do Citius, omitindo, contudo, os ajustes directos.

* Paula Teixeira da Cruz a personificação da ineficácia da eficiência!


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 1-FILÓSOFOS


E EDUCAÇÃO


SOCRATES


PLATÃO


ARISTÓTELES





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HOJE NO
  "CORREIO DA MANHÃ"

Assunção Cristas: 
"Portugal tem belíssimos
 produtos diferenciados"

A ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, disse esta quarta-feira que Portugal tem "belíssimos produtos diferenciados", afirmando que os portugueses têm muito a ganhar na valorização dos produtos nacionais.


"Hoje, todos nós portugueses valorizamos cada vez mais o que tem a ver com as nossas tradições, com a nossa gastronomia e com as nossas receitas e o leitão é um exemplo claro disso", referiu Assunção Cristas.

A ministra desafiou ainda os portugueses a inovar e a criar novas tradições, alegando que "daqui a muitos anos as tradições que hoje se criam darão cartas seguramente".


Durante a inauguração da Festa do Leitão à Bairrada, em Águeda, a ministra referiu que os portugueses andaram deslumbrados com tudo aquilo que vinha de fora e que era novidade e, talvez, não tivessem valorizado aquilo que era próprio da nossa terra.

* O deslumbramento a que a sra. ministra alude foi promovido pelos insaciáveis novos ricos do PSD e CDS que votaram Cavaco Silva para primeiro-ministro.
É verdade que "Portugal tem belíssimos produtos diferenciados" mas também tem "péssimos governantes, indiferenciadamente" pôdres no carácter.


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EMA PAULINO

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Ébola – ajuda
 desesperadamente 
necessária

Esta semana temos mais três motivos para aumentar o nosso nível de preocupação com o surto de Ébola que assola parte do continente africano. Uma doença hemorrágica, descrita pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como “uma das mais virulentas doenças virais conhecidas pela humanidade”. 

Primeiro, a República Democrática do Congo tornou-se no 5º país em que a infeção por Ébola foi confirmada. E, muito embora as autoridades de saúde afirmem que os casos ali detetados nada têm a ver com o surto que se observa na África Ocidental (Libéria, Guiné-Conacri, Serra Leoa e Nigéria, até ao momento), e que já vitimou mais de 1.500 pessoas, foram entretanto implementadas medidas de contenção da doença. Isso significa que Angola, um país em que trabalham atualmente mais de 100 mil portugueses, passou a integrar o grupo de países com risco “moderado a alto” de infeção por Ébola, uma vez que é seu país vizinho. 

Segundo, após a notícia da promissora recuperação de dois profissionais de saúde norte-americanos tratados com o medicamento experimental ZMapp, um médico liberiano que estava a ser submetido à mesma terapêutica acabou por não sobreviver, apesar de inicialmente ter demonstrado sinais de melhoria clínica. Já o padre missionário espanhol tratado com ZMapp tinha acabado por falecer pouco tempo após ter recebido o tratamento. A comunidade científica (e não só!) aguarda agora, expectante, informação sobre os outros dois médicos liberianos a quem foi administrado o soro.
Coloca-se a questão sobre se será motivo suficiente para contestar a eficácia do soro experimental. 

Ora, devemos ter em linha de conta que as taxas de recuperação para esta doença variam de acordo com a espécie em causa, indo desde os 25 aos 90%. O surto em curso tem vitimado aproximadamente metade dos indivíduos infectados. O que justificou a utilização de um medicamento ainda não testado em humanos, uma vez que até agora, não existe nenhuma vacina ou tratamento aprovado para a doença. Ou seja, estamos, neste momento a efetuar, em pleno surto, um “ensaio clínico” submetido a escrutínio público para determinar a eficácia de um medicamento – tarefa de muito difícil execução, uma vez que ao contrário dos habituais ensaios clínicos a medicamentos, as circunstâncias em que decorre a sua administração e utilização são tudo menos perfeitamente controladas. A única coisa que se poderá afirmar então, até ao momento, é que o medicamento não é 100% eficaz. Ora, muito poucos medicamentos são. Aqui a questão será a de se saber se efetivamente aumenta a taxa de sobrevivência.

Entretanto, sabe-se que o Canadá enviou cerca de 1.000 doses de um medicamento também experimental desenvolvido por laboratórios de investigação governamentais. Apesar de ter sido testado em animais, com resultados promissores, também nunca foi testado em humanos.
Por fim, terceiro, parece que não é por sabermos, com rigor, como se transmite o vírus que conseguimos conter as infeções. Nos países envolvidos, mais de 240 profissionais de saúde já foram diagnosticados com Ébola, dos quais mais de 120 vieram a falecer. Sabendo que o vírus só se transmite através de contacto direto com secreções corporais dos indivíduos (ou animais) infetados ou com os corpos das vítimas, e que o seu período de incubação (desde a infecção até ao aparecimento de sintomas) é de aproximadamente 21 dias, porque é que mesmo os profissionais de saúde não implementam medidas de proteção mais eficazes? 

A OMS já emitiu um comunicado sobre esta matéria, onde se afirma que existem vários factores que explicam uma tão elevada proporção de profissionais infectados, tais como: a falta de equipamento de proteção pessoal ou o seu uso incorreto; poucos profissionais de saúde para um surto de tão grandes proporções; e, de forma muito significativa, a compaixão que faz com que estes profissionais trabalhem nas enfermarias de isolamento, sob condições longe de ideais, muito para além das horas recomendadas como seguras. 

São três motivos de preocupação... mas também são razões para se apelar a um maior envolvimento internacional, uma vez que a ajuda, nas palavras de David Nabarro, coordenador da resposta local por parte das Nações Unidas, é “desesperadamente necessária”. 

Mas não é somente necessária agora. Este surto coloca a nu as carências de uma região onde os recursos, de todas as ordens, são escassos. Chama também a atenção da comunidade internacional, nem que seja porque esta não pode acreditar que permanecerá sempre imaculada, uma vez que, para todos os efeitos, vivemos numa aldeia global. 

Os riscos podem ser diferentes por todo o globo, mas não há risco “zero”. A nossa Direção-Geral da Saúde sabe-o e está atenta. Temos muitas razões para nos sentirmos seguros... mas todos motivos para nos mantermos alerta e, dentro das nossas capacidades e competências, ajudarmos aqueles que mais precisam… 

Farmacêutica


IN "i"
28/08/14

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261.UNIÃO


EUROPEIA














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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Fadista alcançou "novos patamares artísticos" 
Mariza vence prémio Womex 

A fadista Mariza venceu o prémio Womex 2014, anunciou a organização, que considerou que a artista alcançou "novos patamares artísticos" dentro deste género musical.

“Desde a edição do seu primeiro álbum, há 13 anos, Mariza tornou-se conhecida como o expoente máximo vivo do Fado, bem como a artista mais visionária e inovadora no estilo. Ela criou o seu próprio som, que é igual nas tabernas de Lisboa ou nas mais prestigiadas salas de espectáculo no Mundo, e é tanto uma estrela em Portugal como no seio da comunidade da World Music”, pode ler-se no comunicado da Womex, que anuncia o prémio. 


 A organização do prémio acrescenta que Mariza venceu o galardão 2014 “por ter trazido o estilo para novos níveis de reconhecimento internacional e por alcançar novos patamares artísticos dentro do género”. A Womex é uma plataforma internacional em rede para a indústria da world music. O prémio será entregue a Mariza numa cerimónia a realizar a 26 de outubro, em Santiago de Compostela, no âmbito da edição 2014 da feira de world music. 

A fadista encerrará depois o concerto da Womex, informou fonte da Warner Music. Mariza estreou-se em registo discográfico há 13 anos, com “Fado em mim” (2001) – com que venceu o prémio da BBC Rádio 3 para o Melhor Artista Europeu na área da World Music -, já vendeu mais de um milhão de discos e tem edições em mais de 35 países. Ópera de Sydney, Carnegie Hall (Nova Iorque), Walt Disney Concert Hall (Los Angeles) e Royal Albert Hall (Londres) são algumas prestigiadas salas internacionais de espetáculos onde Mariza já atuou. 

A fadista, que em abril último editou o primeiro “Best-of” da carreira, já foi nomeada duas vezes para os Grammy Awards e já venceu três BBC Music Awards, na categoria “Best European Act”. Com o segundo álbum, “Fado Curvo” (2003), chegou ao 6.º lugar na tabela Billboard da World Music e venceu o Deustche Schallplattenpreis e o European Border Breakers Awars, atribuído no MIDEM de 2004. Em 2005, no ano em que editou “Álbum transparente”, Mariza foi condecorada pelo então Presidente da República Jorge Sampaio com o grau de Comendadora da Ordem do Infante D. Henrique, e cinco anos depois, quando editou “Fado tradicional” foi condecorada pelo Governo francês com o grau de Cavaleiro da Ordem das Artes e Letras. 

A edição deste ano da Womex, que comemora 20 anos, decorre em Santiago de Compostela, de 22 a 26 de outubro, e o concerto de abertura - "Compostela - The Roots, The way", está marcado para as 19h30. 

* Um vozeirão e uma senhora, o nosso orgulho.


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35.O MELHOR
 DA ARTE 

AS JOVENS-


-AS VELHAS



FRANCISCO DE GOYA


E LUCIENTES





Da tela ao tipo de pincel usado pelo artista, do contexto político, histórico ou individual do pintor e da época de seu trabalho, Palhetas desvenda os inúmeros segredos que um quadro pode esconder. Usando finas técnicas como raio-X e infra-vermelho, o programa disseca pinturas ao seu nível mais íntimo fazendo uma astuta investigação!

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Mais de um quinto dos portugueses 
está com contratos a prazo

Do total de trabalhadores em Portugal, mais de 21,4% está em contratos a termo certo, revela o relatório "Employment Outlook 2014", divulgado esta quarta-feira pela OCDE. No conjunto dos 35 países da organização, os trabalhadores nesta situação representam 12,9% do total da força de trabalho.

Entre os jovens, a percentagem de contratos a prazo em Portugal assume uma relevância muito mais elevada: 56,9%.

 
PATRÃO

"Isto pode ter um impacto negativo quer na igualdade, quer na eficiência entre os vários trabalhadores, já que os contratados enfrentam, frequentemente, uma maior insegurança do que aqueles que estão a contrato sem termo", aponta o relatório da OCDE. Além disso, acrescenta, as empresas podem investir menos na formação destes trabalhadores, o que, por sua vez, diminui a produtividade.

Qualidade de trabalho em Portugal abaixo da média da OCDE
A organização avalia a qualidade de trabalho com base em três indicadores: a relação salário/qualificações, a segurança dos trabalhadores (o risco que existe de perderam os empregos) e a qualidade do ambiente de trabalho (exigências e condições dos empregos e recursos e apoios disponíveis para cumprir estas exigências).

Comparado com a OCDE, Portugal está abaixo da média no primeiro e no terceiro indicadores.

"Enquanto a segurança do mercado de trabalho em Portugal coincide com a média da OCDE, a qualidade de trabalho é arrastada pelos salários baixos e por uma proporção relativamente alta de trabalhadores que denunciam situações de stress no trabalho", pode ler-se no relatório, que salienta o cenário de "elevada pressão e tarefas difíceis", combinado com "recursos insuficientes" no local de trabalho.

Entre os jovens, a percentagem de contratos a prazo em Portugal é de 56,9%

*  Portugal precário

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Luz Casal


Loca


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HOJE NO
"RECORD"

Meia Maratona do Porto 
leva 10 mil atletas às ruas

A oitava edição da Meia Maratona do Porto vai trazer às ruas da "invicta" e de Vila Nova de Gaia, no próximo dia 14 de setembro, cerca de 10 mil participantes, anunciou esta quarta-feira a organização. O percurso da prova vai abranger a zona ribeirinha do Porto e Vila Nova de Gaia, numa extensão de 21 km.

Além de vários fundistas estrangeiros, destaque para a presença confirmada dos atletas portugueses Rui Pedro Silva, Ricardo Ribas, Luís Feiteira, Paulo Gomes, Dulce Félix, Doroteia Peixoto e Leonor Carneiro. 

Rui Pedro Silva salientou a dificuldade que os adversários estrangeiros vão colocar e referiu que a sua principal meta passa pela Maratona do Porto.

"Os adversários são de topo mundial. Eu estou a recomeçar a minha época, estive cerca de 15 dias parado e nesta prova vai ser para chegar com a primeira dos femininos. A Meia Maratona do Porto vai ser só em ritmo de treino, porque o meu principal objetivo é a Maratona", disse.

Dulce Félix partilha da mesma opinião, mas acredita que se conseguir seguir "um ritmo confortável" poderá fazer "um bom resultado".

"Esta Meia Maratona vai ser um treino rápido para mim. Estive parada algum tempo depois do Europeu e por isso sei que não estou em forma. Vou tentar fazer um ritmo confortável e assim conseguirei um bom resultado", afirmou a atleta portuguesa.

No lote de estrangeiros conta-se o etíope Tesegaye Asefa, vencedor da Maratona do Dubai de 2014 e terceiro na Meia Maratona do Porto de 2013, ou o queniano Tom Mutie, vencedor da Maratona de Volendan deste ano.

Nas mulheres, está confirmada a presença das quenianas Pamela Rotich, primeiro lugar na Maratona de Sevilha deste ano, e de Diana Chepkemoi, vencedora da Meia Maratona de Lille 2014, entre outras.

Integrada na Meia Maratona do Porto vai ainda decorrer a Mini Maratona, com um percurso de 6 km, destinada a todas as classes etárias e sem fins competitivos.

O início das provas está agendado para as 10:20 horas, junto à zona da Ponte do Freixo, terminando no Largo do Cais Calém, junto à Foz do Rio Douro.

A inscrição na Meia Maratona poderá ser feita até ao dia 07 de setembro e tem o preço de 15 euros, enquanto para a Mini Maratona são seis euros.

A Meia Maratona do Porto de 2013 contou com a inscrição de cerca de 6.000 corredores, provenientes de 20 nações. Os quenianos Samuel Ndungu, em masculinos, e Mercy Kibarus, em femininos, sagraram-se vencedores da prova, na qual os melhores portugueses foram Rui Silva, oitavo classificado, e Mónica Silva, no quinto lugar.

A organização da prova apresentou ainda a Meia Maratona do Porto de 2015 e que vai realizar-se no dia 20 de setembro do próximo ano.

* Vai ser uma festa linda.

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 SITUAÇÕES ENGRAÇADAS



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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Presidência divulga declaração de Cavaco Silva sobre o Grupo Espírito Santo

A Presidência da República divulgou hoje, "por uma razão de transparência", a transcrição na íntegra das declarações do chefe de Estado após perguntas de jornalistas a propósito do Grupo Espírito Santo.

A nota, divulgada no "site" da Presidência da República, refere apenas que "por uma razão de transparência, transcreve-se na íntegra, a resposta dada pelo Presidente da República a perguntas de jornalistas sobre o Grupo Espírito Santo, no dia 21 de julho de 2014, em Seul".


A transcrição das declarações do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, surge um dia depois de o advogado Miguel Reis, um dos responsáveis pela defesa do consórcio de pequenos acionistas lesados pelo BES, ter dito numa entrevista ao jornal i que "quando a crise já estava ao rubro, já depois do aumento de capital, houve clientes que foram convencidos, de forma fraudulenta e enganosa, a transformar depósitos em ações, com base nas sucessivas declarações do Presidente da República e do governador do Banco de Portugal".

Nas declarações que fez em Seul, em resposta a uma pergunta sobre como estava a acompanhar a situação e se encarava a possibilidade de consequências para a economia portuguesa, Cavaco Silva reconheceu que "haverá sempre efeitos", não do lado do Banco, mas da área financeira.

"Se alguns cidadãos, alguns investidores, vierem a suportar perdas significativas, podem adiar decisões de investimento ou mesmo alguns deles podem vir a encontrar-se em dificuldades muito fortes; por isso, não podemos ignorar que algum efeito pode vir para a economia real, por exemplo, em relação àqueles que fizeram aplicações em partes internacionais do Grupo que estão separadas do próprio Banco em Portugal. Mas eu penso que, pela informação que temos, não terá assim um significado de monta", referiu o chefe de Estado.

Na altura, Cavaco Silva mostrou-se convicto, pela informação que dispunha, de que "o Banco de Portugal, como autoridade de supervisão, tem vindo a atuar muito bem para preservar a estabilidade e a solidez do nosso sistema bancário".

O chefe de Estado referiu-se ainda à diferença entre a área financeira do Grupo Espírito Santo e a área não financeira, sublinhando que "há alguma confusão" entre essas duas áreas.

"O Banco de Portugal, desde há algum tempo, tem vindo a tomar medidas para isolar o banco, a parte financeira, das dificuldades financeiras da zona não financeira do grupo. E, o Banco de Portugal tem sido perentório, categórico, a afirmar que os portugueses podem confiar no Banco Espírito Santo, dado que as folgas de capital são mais do que suficientes para cobrir a exposição que o banco tem à parte não financeira, mesmo na situação mais adversa", disse.

Cavaco Silva acrescentou ainda: "eu, de acordo com informação que tenho do próprio Banco de Portugal, considero que a atuação do Banco e do Governador tem sido muito, muito correta".

* Temos as maiores dúvidas da apreciação do economista Cavaco Silva investido na função de Presidente da República. São muitos os especialistas a criticar a actuação do governador do BdP, nomeadamente nas afirmações de tranquilidade que transmitiu sobre aquela panela de pressão prestes a explodir. Gostaríamos de ver o "Alves dos Reis" do sec XXI na "pildra".


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ATERRADOR








































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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Portugal é o terceiro país da OCDE onde o desemprego estrutural mais aumentou

Só Espanha e Grécia ultrapassam Portugal no aumento estrutural do desemprego registado entre 2007 e 2013. Os dados constam de um relatório da OCDE que tenta avaliar que parte do desemprego veio para ficar.
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A crise fez disparar o nível de desemprego em vários países desenvolvidos, mas que parte deste desemprego veio para ficar? Num relatório divulgado esta quarta-feira, que analisa um conjunto de 35 países, a OCDE sugere que Portugal foi o terceiro onde o desemprego estrutural mais aumentou, logo a seguir a Espanha e à Grécia.

"Uma das questões centrais para os países onde as taxas de desemprego ainda não regressaram aos níveis pré-crise é saber que parte do incremento se deve a um aumento cíclico que pode desaparecer rapidamente com a recuperação económica e que parte representa um aumento estrutural que pode levar vários anos a desaparecer, mesmo depois da recuperação total da economia", referem os autores do "Employment Outlook 2014".

Para avaliar a evolução do desemprego estrutural, a OCDE utiliza um indicador específico, a taxa de desemprego que existiria num cenário de pleno emprego ou de equilíbrio (NAIRU).

Os gráficos revelam que em Portugal este indicador aumentou 3,5 pontos percentuais entre 2008 e 2013, o que representa o terceiro maior aumento de todos os países analisados, numa lista liderada por Espanha (6,6 pontos) e pela Grécia (4,4 pontos).

Num conjunto de 15 países da OCDE, o aumento foi mais baixo (1,5) tendo mesmo sido registada uma quebra em países como a Suécia ou a Finlândia.

No relatório divulgado esta quarta-feira, a OCDE apresenta Portugal como o país que em Maio tinha a terceira maior taxa de desemprego (14,3%), mas também como um dos países onde a taxa de desemprego mais caiu face ao que foi registado no pico da crise.

De acordo com as projecções que constam deste relatório – e que poderão ainda não assumir os últimos dados divulgados pelo INE, que surpreenderam pela positiva, apresentando uma taxa abaixo dos 14% no segundo trimestre – Portugal deverá manter a posição relativa, chegando ao final de 2015 com a terceira taxa de desemprego mais elevada de todos os países analisados (14,7%).

* Os números  em Portugal sobre o desemprego são sempre mentirosos. Na realidade temos mais de 20% de desemprego sem acrescentar os desempregados que emigraram.


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 A INVASÃO

DOS CARRINHOS



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HOJE NO
"DESTAK"

Portugal entre países com medidas
. "firmes" de combate ao comércio 
ilegal da madeira 

 Portugal é um dos 11 países da União Europeia que adotou medidas "suficientemente firmes" para controlar o comércio ilegal da madeira, definindo penalizações elevadas aos infratores, um ano após a entrada em vigor do diploma, referiu hoje a WWF. 


 Um estudo realizado pela organização ambiental WWF confirma que os restantes 17 países da União Europeia continuam a não conseguir travar a entrada de produtos de madeira ilegal nos mercados da União Europeia. 

A exploração madeireira ilegal contribui para mais de 50 por cento da desflorestação tropical na África Central, Amazónia e no sudoeste asiático, com impactos ambientais e socioeconómicos em algumas das florestas mais magníficas do mundo e nas pessoas que delas dependem. 

* Saúda-se esta atitude, falta internamente punir-se com força os pirómanos que provocam devastação no país. Este ano arderam menos ha de floresta por causa da chuva caída em Julho e Agosto, a ineficácia dos ministros Macedo e Cristas ficou favorecida.


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FICAM TÃO
BEM PIERÇIDOS





































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HOJE NO
"i"

Quem não votar partido Evo Morales
 é chicoteado, diz deputado

Gallego afirmou que as organizações do norte de Potosi “vão chicotear os que fizerem voto cruzado”, porque “não podem ser traiçoeiros”

Um deputado boliviano do partido presidencial disse hoje que organizações sociais do departamento de Potosi, no sudoeste do país, decidiram castigar com chicotadas quem não votar no partido do Presidente Evo Morales nas eleições de outubro. 
 
DEMOCRATA/FOLCLÓRICO
Eleito pelo Movimento para o Socialismo (MAS, na sigla em Castelhano) por Potosi, Luis Gallego afirmou, segundo a agência noticiosa boliviana Fides, que várias organizações sociais, indígenas e sindicais do norte deste departamento decidiram “em assembleia geral” controlar o voto no partido governamental durante o dia do sufrágio e impedir o voto cruzado. 

O voto cruzado consiste em apoiar o candidato presidencial de um partido e um candidato a deputado por outra força política, prática que Evo Morales tem criticado, pedindo aos seus apoiantes que a evitem para assegurar a maioria oficial no parlamento. 

Gallego afirmou que as organizações do norte de Potosi “vão chicotear os que fizerem voto cruzado”, porque “não podem ser traiçoeiros”. 

Em 26 de agosto, o principal sindicato de camponeses da Bolívia também anunciou que vai controlar “de alguma maneira” a votação dos seus filiados em Morales e nos candidatos do MAS. 

Porém, o Supremo Tribunal Eleitoral advertiu que este tipo de atitudes constitui um delito de coação eleitoral, que deve ser investigado no dia das eleições. 

Morales e o vice-presidente Álvaro Garcia Linera aspiram, nas eleições de 12 de outubro próximo, à reeleição para um terceiro mandato até 2020. 

O atual Presidente da Bolívia, dado como favorito nas sondagens divulgadas até agora, disputa a Presidência com o empresário Samuel Doria Medina, o ex-Presidente Jorge Quiroga (2001-2002), o ex-presidente da Câmara da capital, La Paz, Juan del Granado, e o líder indígena Fernando Vargas. 

* Democracia do chicote ou esclavagismo eleitoral.



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