quarta-feira, 13 de agosto de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS

APRENDEMOS!



 DO B.I. AO


CARTÃO DE CIDADÃO








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ANDRES


SARDA



 FALL WINTER

MIAMI FASHION WEEK
2014-2015

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FERTILIZAÇÃO
"IN VITRO"

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PEDRO D' ANUNCIAÇÃO

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Banco bom afunda-se 
e arrasta os outros


A realidade parece contrariar a vontade dos poderes europeus e nacionais (que aparentemente se limitam a fazer o que aqueles mandam, continuando a pôr Portugal numa má experiência). O tal Banco Bom ou Novo Banco, anunciado pelo governador do Banco de Portugal depois de detalhadamente adiantado pela imprensa em geral e pelos comentadores oficiais do PSD em particular, afunda-se, e arrasta com ele os outros Bancos, que não tinham sido perdidos nem achados para a solução, simplesmente forçados a aceitá-la. Os depósitos fogem a 100 à hora dos balcões do Novo Banco, e as cotações das acções dos outros descem sem parar.

Um amigo maduro e de cultura sólida (sucede que é até doutorado) confessava-me, em conversa de beira-mar, a indignação por Carlos Costa, com as suas garantias retóricas, o ter levado a investir mal no aumento de capital do BES, sendo agora assim atirado para o Banco mau. Claro que Carlos Costa devia ser responsabilizado pelo que disse, e penso que o irá ser de facto nos tribunais – só espero que o seja pessoalmente, e não com o nosso dinheiro público.

Entretanto, outro amigo meu, que já no caso BPN dizia não haver outra solução, numa volubilidade demasiado politica volta agora a achar que no caso BES também não havia outra solução (esquecendo o quão diferente esta é da outra).

Sem querer defender as patifarias da anterior administração do BES, que não devem diferir muito das de qualquer administração de um Banco actual, reparo que o maior trambolhão do BES foi dado já com a nova administração de Vítor Bento. E não consigo deixar de estranhar que a anterior consciência ética do capitalismo, esse mesmo Vítor Bento, sem perceber nada de gestão bancária, não soubesse resistir ao convite (talvez irresistível) para ser Presidente de um Banco. Esquecendo que nisto dos Bancos, as marcas, como era a Espírito Santo (agora atirada para os infernos do Banco Mau) contam muito mais do que um Novo Banco de marca branca. Ainda por cima gerido por quem não sabe gerir Bancos.

Intuo que esta experiência vai acabar mal, e com elevados custos para os contribuintes.

IN "SOL"
09/08/14



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32.O MELHOR
 DA ARTE
AS QUATRO


ESTAÇÕES


NICOLAS



POUSSIN



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Caetano Veloso


Um Abraçaço

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Brass Band Multitasker

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TODOS DIFERENTES


TODOS IGUAIS???














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251.
Senso d'hoje


SARA RAMOS
PSICÓLOGA DO TRABALHO
SOBRE A IDADE DO TRABALHO

"Fixar idades de reforma iguais para todos os tipos de atividade profissio­nal e para homens e mulheres é um exercí­cio arriscado". 

"Na maior parte dos países da União Europeia [UE] a idade de reforma é aos 65 anos mas a idade efetiva de saída pa­ra a reforma acontece antes. Portugal é uma exceção. Cá as pessoas continuam a traba­lhar para além da idade legal. Entre 2007 e 2012, os homens reformaram-se aos 68 anos e as mulheres aos 66. Devido às penaliza­ções, poucos estão interessados numa refor­ma antecipada e os empregadores também deixaram de ter incentivos para prescindir dos colaboradores mais velhos".

"Mais do que nas políticas públicas, os para­doxos ocorrem nas empresas, que não que­rem os colaboradores mais velhos. Quando estudamos as organizações verificamos que a diversidade etária só é uma realidade entre as chefias, com pessoas de 40, 50, 60 anos. Nos grupos técnicos e operacionais, preva­lecem os trabalhadores jovens".

"Há uma série de mitos associados aos traba­lhadores mais idosos, mas a maior parte das pessoas não encaixam neste perfil".

"Com o passar dos anos é verdade que so­mos menos rápidos, mas também comete­mos menos erros. As pessoas veem pior, per­dem capacidade auditiva e reflexiva. E se é que os efeitos do envelhecimento têm implicações diretas no desempenho de al­gumas profissões – por exemplo, conduto­res profissionais, cirurgiões, controlado­res de tráfego aéreo, pilotos de avião –, tam­bém é certo que não têm consequências na generalidade das situações, pois não se exi­ge uma performance máxima às pessoas todos os dias".

"Os mais velhos são muito mais leais, cometem menos erros e têm mais capacidade para lidar com situa­ções complexas e tomar decisões. Também têm maior ligação afetiva às empresas – ves­tem realmente a camisola, como se costuma dizer –, faltam menos ao trabalho e são me­nos tentados a mudar de organização".

"A maior parte dos empresários e gestores tende a olhar no curto prazo e o que vê é que os trabalhadores mais velhos também são os mais caros. Por isso, mandam-nos embora e contratam mais novos, mais baratos e por ve­zes mais qualificados. Mas, na prática, o que sabemos é que a saída dos colaboradores com mais idade pode constituir um prejuízo pa­ra as empresas, que desperdiçam o valor do talento, do conhecimento e da experiência".

* Excertos de uma entrevista dada à "NOTÍCIAS MAGAZINE.

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BOM DIA



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