quinta-feira, 10 de julho de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NOS


REVOLTA!






CRISTÃOS VERSUS MUÇULMANOS


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UMA FORTUNA




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.LAURA


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HOJE NO
  "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Portuguesa PharmAssistance ganha
. Shark Tank do Lisbon Investment Summit

Durante o primeiro dia do Lisbon Investment Summit, dez start-ups apresentaram, durante três minutos, as suas empresas e os seus modelos de negócios, e tentaram convencer investidores a apostarem neles. Deste leque, a portuguesa PharmAssistance venceu o principal galardão. 

A PharmAssistance venceu o "Shark Tank" realizado esta quinta-feira, 10 de Julho, durante o Lisbon Investment Summit. Esta start-up portuguesa, como explicou Diogo Ortega, um dos fundadores, está a desenvolver uma "caixa inteligente para medicamentos, que tem um alarme sonoro e visual que é activado quando a pessoa tem de tomar um medicamento que está dentro dessa caixa".

"Da mesma forma, a caixa também se liga a uma aplicação móvel – um telefone ou um tablet – e podemos ter um serviço de monitorização na nuvem que permite que qualquer familiar ou profissional de saúde consiga ver em tempo real se as pessoas estão a tomar os medicamentos a horas", acrescentou. É "essencial" que este equipamento esteja ligado a um dispositivo móvel para que os clientes possam usufruir nomeadamente de uma das especificidades: "as indicações de voz que são importantes para as pessoas saberem" o medicamento que têm de tomar.

Esta "caixa" ainda não está à venda, dado que a equipa está "a desenvolver o protótipo". Mas a PharmAssistance  espera iniciar testes "com utilizadores reais no espaço de dois meses". "Vamos estabelecer parcerias, nomeadamente com lares de idosos, serviços de assistência domiciliária que providenciem a nossa solução aos clientes que já têm, de forma a testarmos num ambiente mais controlado", revelou Diogo Ortega aos jornalistas.

A PharmAssistance venceu o "Shark Tank", um "pitch" (apresentação a investidores muito breves) realizado durante o primeiro dia do Lisbon Investment Summit e, por isso, vai assim receber 80 mil euros em investimento.

Entretanto, esta start-up tinha já recebido um "pequeno investimento de uma empresa farmacêutica que nos vai ajudar a alavancar o projecto e a conseguir desenvolver o produto". Na sequência deste investimento de uma farmacêutica europeia, a equipa da PharmAssistance vai, dentro de algumas semanas, para Berlim, capital da Alemanha, para trabalhar directamente com a empresa e desenvolver o projecto.

"Implica também estarmos três meses e meio em Berlim… para já, não precisamos de investimento para amanhã, mas será preciso mais para o fim do ano quando fizermos testes e quisermos entrar no mercado", concluiu.

 * INTELIGÊNCIA PORTUGUESA, DO MELHOR


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XVII- O UNIVERSO

  5- ASTROBIOLOGIA





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HOJE NO
  "DESTAK"

Comité das Regiões reivindica 
mais fundos para a mobilidade
 nas regiões isoladas 

O Comité das Regiões da União Europeia (UE) defendeu hoje a necessidade de, a par dos investimentos nas redes transeuropeias de transportes, canalizar mais fundos comunitários para as ligações nos territórios despovoados e isolados. 


A Comissão de Coesão Territorial do Comité das Regiões (COTER) aprovou hoje, em Fabriano, Itália, com três votos contra, o parecer "A mobilidade em regiões que enfrentam dificuldades geográficas e demográficas", concluindo ser "fundamental" criar "uma malha mais fina" de ligações entre os meios rurais e urbanos e, destes, para o centro da Europa. 


"A melhoria das ligações dos transportes, tanto no interior das regiões que enfrentam dificuldades como entre estas e o resto da União Europeia, deveria ser uma componente essencial quer da política de coesão da Europa, quer das suas políticas de mobilidade", afirmou aos jornalistas o presidente da Câmara de Baião José Luís Carneiro, membro do Comité das Regiões.

* Consideramos crucial a ligação das zonas mais isoladas ao resto do país, mas os portugueses estão a pagar muito caro as aventuras de betão do cavaquismo e do socratismo, nada transparentes.

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CEMITÉRIOS
NUCLEARES



UMA PRODUÇÃO: EURONEWS


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HOJE NO
  "i"

BES. 
Banco dá instruções aos trabalhadores
. sobre como lidar com receios dos clientes

Os mercados esperam agora que sejam prestados esclarecimentos públicos para que regresse alguma tranquilidade.
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O BES criou, nos últimos dias, uma página interna na qual explica aos funcionários como devem responder aos receios dos clientes que mostram preocupação com a situação do banco e a segurança das suas aplicações, disseram dois trabalhadores.

Nesta página têm vindo a ser colocados esclarecimentos sobre o que se está a passar no banco, bem como a forma como os trabalhadores do BES devem responder às dúvidas dos clientes, nomeadamente aos receios sobre a segurança dos depósitos.

“No meio desta confusão toda, é boa esta preocupação da administração de amenizar e dar alguma informação interna às pessoas”, afirmou Rute Pires, da comissão sindical do SINTAF no grupo BES, à Lusa.

João Matos, coordenador da Comissão de Trabalhadores do banco, referiu que se trata de informação interna sobre a “relação do BES com os clientes”, que procura dar uma resposta à forma “como as perguntas dos clientes devem ser abordadas”.

Já sobre o que se passa em outras empresas do Grupo Espírito Santo (GES), João Matos disse que não há qualquer informação: “Sobre as outras empresas do grupo não nos devemos pronunciar”.
A situação do GES e os receios em torno da sua solidez penalizaram hoje fortemente a bolsa portuguesa, que fechou a cair mais de 4%, e afetaram também as praças europeias, sobretudo dos países periféricos, que também fecharam em terreno negativo.

Os títulos do BES foram suspensos ao final da manhã de hoje pelo regulador do mercado, a CMVM, depois do Espírito Santo Financial Group (ESFG) ter pedido ao início da manhã a suspensão da negociação de ações e obrigações em Lisboa e no Luxemburgo.

Os títulos do ESFG negociaram hoje pela última vez às 09:02, altura em que seguiam a perder 8,9% para 1,19 euros, enquanto os do BES perdiam mais de 17%, a valer 0,51 euros, aquando a suspensão.
Os mercados esperam agora que sejam prestados esclarecimentos públicos para que regresse alguma tranquilidade.

Os receios adensaram-se depois de, nos últimos dias, se ter conhecido que o Banque Privée Espírito Santo, na Suíça, estava em incumprimento no reembolso a alguns clientes que tinham aplicações em dívida da Espírito Santo International (ESI).

Nesta empresa de topo do GES, que controla o Espírito Santo Financial Group, ESFG (que, por sua vez, controla a área financeira, em que se inclui o banco BES e a seguradora Tranquilidade), uma auditoria detetou que não foram registados 1,2 mil milhões de euros de dívidas nas contas de 2012. Além disso, a ‘holding’ tem capitais próprios negativos de 2,5 mil milhões de euros, ou seja, está em falência técnica.

O Diário Económico noticiou hoje que a ESI está a avaliar um pedido de insolvência, um cenário que - de acordo com o jornal - poderá avançar se a empresa não conseguir chegar a um acordo com os principais credores.

A medida permitiria avançar com um plano de reestruturação que será aprovado pelos acionistas da ESI na Assembleia-Geral de 29 de julho, segundo a mesma fonte. 

* O sr. DDT era mesmo o dono de  tudo, até da vigarice.


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JOÃO MIGUEL TAVARES

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No país 
dos bons samaritanos

Uma das coisas mais fascinantes neste país é a facilidade com que se agarra nos mais básicos interesses corporativos e, com um pouco de base nas bochechas, um traço de batom nos lábios e algum rímel nas pestanas, se lhes passa a chamar “interesse público”. 

Se o caro leitor reparar bem, não há corporação, ordem ou sindicato que defenda, em primeiro lugar, os interesses dos seus associados. A defesa dos interesses dos seus associados é apenas e sempre um efeito colateral da defesa do interesse público.
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Os trabalhadores dos transportes públicos fazem greve para defender a qualidade do serviço que prestam à comunidade, os professores fazem greve para defender o ensino público, os médicos fazem greve para defender os pacientes, até os pilotos fazem greve para defender a segurança dos passageiros.
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Portugal é uma borrasca de piedosos samaritanos, cheios de vontade de oferecer as suas vidas e o seu trabalho pelo bem da pátria.
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Até que chegamos ao caso que me traz aqui hoje: o conflito do PÚBLICO com a Comissão da Carteira dos Jornalistas, que tem vindo a proibir, cada vez com maior empenho, os estagiários curriculares de assinarem os seus próprios textos, de forma a proteger o “acto jornalístico” de pequenas criaturas destituídas de qualquer espécie de “título profissional”. 

No meio de toda a sua argumentação, há um só ponto que faz sentido: o facto de os estagiários não estarem sujeitos a regimes de incompatibilidade, sigilo ou à invocação de cláusulas de consciência. Mas mesmo este ponto parece ignorar por completo a variedade do trabalho jornalístico: escrever uma notícia sobre o concerto de Miley Cyrus, o estado das costas de Neymar ou a proliferação de gafanhotos no norte de África não envolve nenhum acesso particular a fontes – e não se percebe por que razão um estagiário há-de ser impedido de assinar soft news se os textos assinados são tudo aquilo que ele leva de uma redacção e que pode pôr no currículo.

Barricando-se na especificidade do “acto jornalístico”, o que a Comissão está a fazer é a proteger-se a si própria, aos jornalistas que já o são (como se impedir um estagiário de assinar protegesse alguma coisa que não a aldrabice de outros virem a assinar por ele), e, sobretudo, a abrir campo à velha negociata, mal se vislumbra um buraquinho onde enfiar o nariz por entre leis proteccionistas.

 E o buraco apenso a este caso foi desvendado no sábado pela jornalista Ana Henriques, que nos informava existirem “pós-graduações em Jornalismo cujos alunos podem, mediante o pagamento de propinas, aceder a estágios remunerados em redacções de diferentes grupos de comunicação social – e assinar os seus trabalhos.”

Ou seja, se eu for um estagiário curricular pelintra não tenho qualquer hipótese de colocar uma assinatura num texto. Mas se for um pós-graduado pintarolas com capacidade para largar 4350 euros em propinas (“montante recuperado em aproximadamente 55% sob a forma de estágio profissional remunerado”, informa a Universidade Nova), então aí já posso assinar aquilo que escrevo. 

Ora, o que me comove nesta atitude é verificar uma e outra vez que a maior parte do proteccionismo que em Portugal finge andar a defender o “interesse público” limita-se a patrocinar a mercancia e a criar castas de privilegiados.
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 A Comissão da Carteira está a fazer um péssimo trabalho na defesa dos estagiários curriculares. Mas está a fazer um óptimo trabalho na defesa das pós-graduações que oferecem estágios profissionais.

IN "PÚBLICO"
08/07/14



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237.UNIÃO


EUROPEIA







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HOJE NO
  "A BOLA"

Executivo de empresa ligada
 à FIFA foge do hotel

Raymond Whelan, consultor executivo da Match Services, empresa contratada pela FIFA para comercializar bilhetes do Mundial até 2023, fugiu do hotel Copacabana Palace esta quinta-feira à tarde, quando a polícia se preparava para prendê-lo, de acordo com o ‘Globoesporte’.



Os agentes da polícia brasileira foram ao hotel onde Whelan estava hospedado para cumprir a ordem judicial de prisão preventiva, mas por essa altura o executivo da empresa ligada à FIFA já tinha abandonado a unidade hoteleira através de uma porta destinada a funcionários, como mostram as imagens do circuito interno de TV.

«Raymond Whelan é considerado foragido», afirmou o chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Fernando Veloso.

Detido no início da semana sob a suspeita de estar envolvido num esquema ilegal de venda de bilhetes para o Mundial do Brasil, Whelan acabou por ser libertado na terça-feira depois de o pedido de habeas corpus ter sido aceite em tribunal.

No entanto, depois do comunicado emitido pela Match Services na terça-feira, a polícia deu como provado que o inglês mantinha uma relação de amizade com o franco-argelino Lamine Fofana, o presumível líder do gang relacionado com a venda ilegal de ingressos. 

* Este "pikeno" é amigo íntimo de Blatter. A negociata dos bilhetes falsos renderia por jogo 330 mil euros.

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4-A LOJA DO



MECÂNICO



SISTEMA DE IGNIÇÃO


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HOJE NO
  "AÇORIANO ORIENTAL"

Parlamento açoriano unânime na 
críticaa Aguiar-Branco devido 
a evacuações aéreas

O parlamento dos Açores aprovou esta quinta-feira, por unanimidade, um protesto pela falta de meios da Força Aérea no arquipélago para assegurar as chamadas "evacuações médicas" e pelas declarações "insensíveis e irresponsáveis" do ministro da Defesa sobre esta questão.
 
O voto de protesto foi proposto ao parlamento regional pelo PS e recebeu o apoio de todos os partidos da oposição (PSD, CDS-PP, PPM, BE e PCP), seguindo agora para o Presidente da República, primeiro-ministro, ministro da Defesa e chefe do Estado Maior das Forças Armadas (CEMFA).

Na origem desta tomada de posição pela Assembleia Legislativa dos Açores está o caso ocorrido a 21 de junho, em São Jorge, quando um homem ferido numa tourada morreu sem ser transferido para um dos três hospitais que existem no arquipélago (nas ilhas Terceira, São Miguel e Faial) por falta de meios disponíveis da Força Aérea.

No texto do protesto que hoje aprovaram, os deputados do parlamento dos Açores consideram que está em causa uma "clara negligência da República, que deixa os açorianos das ilhas sem hospital entregues à sorte e ao azar em caso de emergência".

Por outro lado, lamentam as declarações do ministro Aguiar-Branco sobre este caso, nomeadamente quando disse que as "evacuações médicas" são responsabilidade do Governo Regional.
"Além da insensibilidade e da falta de coragem política que revelam, as declarações do senhor ministro da Defesa atestam um enorme retrocesso em relação às responsabilidades que o Estado, por via das Forças Armadas estacionadas na região, sempre assumiu no que respeita à segurança e proteção das populações dos Açores, reconhecendo as evacuações médicas como uma missão vital da Força Aérea numa região condicionada pela distância, dimensão e dispersão das suas ilhas", lê-se no texto que será enviado às autoridades nacionais.

Os deputados açorianos sublinham, também, que a alegada falta de certificação da pista do aeroporto de São Jorge para aterragens noturnas é falsa, porque só condiciona voos comerciais, tendo a própria Força Aérea já feito evacuações médicas em condições semelhantes nas Flores.

A Força Aérea não assegurou a transferência do homem ferido em São Jorge a 21 de junho por não ter tripulação disponível para o helicóptero que, normalmente, faz estas operações nos Açores. Alegou, ainda, que a transferência não podia ser assegurada com outro tipo de aeronave por falta de certificação da iluminação da pista de São Jorge.

No debate que se seguiu, o deputado socialista André Bradford, que leu também o texto no plenário, sublinhou que, como aliás já reconheceu o CEMFA, o problema está na falta de pilotos na Força Aérea. Assim, destacou que há três helicópteros "topo de gama" nas duas regiões autónomas, mas apenas um piloto para os operar, que está nas Lajes.

O PSD votou a favor deste protesto, mas lamentou que o Governo Regional não tenha ainda concluído o prometido processo de certificação da iluminação do aeroporto de São Jorge.

* Ainda há quem se espante com a insensibilidade de Aguiar Branco...enquanto demonstração de absoluta incompetência.


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 Carlos do Carmo

Mariza


Júlia Florista



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HOJE NO
  "DIÁRIO ECONÓMICO"

Investidores norte-americanos receiam que GES seja primeira peça do dominó 

Os mercados norte-americanos estão a negociar no vermelho. Os principais índices perdem cerca de 0,2%, mas já chegaram a cair mais de 1%. Uma tendência que está a ser atribuída pelos principais órgãos noticiosos à crise que se vive no mercado accionista português, e ao facto de a Espírito Santo International ter já falhado alguns pagamentos obrigacionistas.


A Bloomberg escreve que "as acções norte-americanas estão a conter perdas, depois do S&P 500 ter afundado mais de 1%, sustentado por especulações de que as acções terão recuado demasiado com sinais de ‘stress' financeiro em Portugal", que levou os investidores a procurarem a segurança de activos refúgio. Ouro e títulos do Tesouro, da Alemanha aos EUA, sobem.

"Os investidores disparam primeiro e fazem questões mais tarde quando notícias como esta aparecem. Os receios em relação a um caso destes são sempre determinantes, quer se trate de um evento isolado, quer seja a primeira peça de um dominó. É o voo clássico para a segurança, nas acções, ‘commodities' e obrigações", comentava Lawrence Creatura, gestor de fundos na Federated Investors, em declarações à Bloomberg.

São no entanto vários os órgãos a fazer referência ao efeito de contágio do Grupo Espírito Santo. Os títulos variam entre "Wall Street afunda com receios de banco em Portugal", na Reuters, ou "Mercados accionistas caem com problemas num banco em Portugal", no "New York Times". Também no Reino Unido, o "Telegraph" diz que "Mercados accionistas globais caem com receios de banco em Portugal", enquanto o "Financial Times" faz título com "Receios sobre o banco português Espírito Santo provocam ‘sell-off' nas acções".

Segundo Peter Garnry, responsável pela estratégia acionista do Saxo Bank, "o evento atingiu os títulos financeiros europeus como um torpedo e reavivou os piores receios dos investidores sobre a Europa", disse em declarações ao "Telegraph". Uma ideia que está a ser reafirmada por vários comentadores nos dois lados do Atlântico: "Este tumulto vem relembrar - apesar do recente optimismo sobre a Europa - que os investidores continuam preocupados com a saúde do sistema financeiro da região", escreve o "New York Times". Além dos bancos portugueses, também os espanhóis e italianos estão a ser fortemente castigados pelos investidores.

Numa nota enviada hoje aos clientes, os analistas do Barclays deixam ainda uma questão: num país que esteve três anos sob a supervisão da ‘troika', como é que um caso destes não foi detectado e resolvido mais cedo?

* Os banqueiros da desconfiança...


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O CUBO 'TRANSFORMER'



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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Luanda é a cidade mais cara do mundo 

Lisboa está a meio da tabela das cidades mais caras do mundo. 

Luanda ocupa o primeiro lugar da tabela das cidades mais caras do mundo, seguida pela capital do Chade, N'Djamena, numa lista que é completada com Hong Kong, Singapura, Zurique, Genebra, Tóquio, Berna, Moscovo e Shangai. 

Estes dados são o resultado de um estudo global sobre o custo de vida em 2014, elaborado pela consultora Mercer, que é dominado por cidades africanas, europeias e asiáticas. 


Lisboa está a meio da tabela, no 94.º lugar, tendo avançado 14 lugares face à posição que ocupava em 2013. "Os resultados do estudo confirmam que os locais mais caros do mundo para expatriados são maioritariamente cidades europeias, africanas e asiáticas", realçou a Mercer numa nota relativa ao estudo que é considerado um dos mais fidedignos e completos do mundo, destinando-se a ajudar empresas, governos e outras entidades a determinarem subsídios de compensação para os seus colaboradores expatriados. 

O responsável pela área de estudos de mercado da Mercer, Tiago Borges, sublinhou que "as classificações em muitas regiões foram afetadas por eventos mundiais recentes, como por exemplo flutuações cambiais, inflação dos custos ao nível dos bens e serviços e volatilidade nos preços de alojamento".

E salientou: "Enquanto Luanda e N'Djamena são cidades relativamente pouco dispendiosas para os locais, tornam-se muito caras para expatriados, visto que os bens importados são de elevada qualidade. 


Por outro lado, encontrar alojamento seguro que vá ao encontro das expetativas dos expatriados pode ser uma tarefa desafiante e cara". O estudo abrange 211 cidades de cinco continentes, comparando os custos de mais de 200 bens em cada local, incluindo alojamento, transporte, comida, roupa, artigos domésticos e entretenimento. 

No último lugar da lista surge Carachi, no Paquistão, que é uma cidade três vezes menos dispendiosa do que Luanda. 

* Luanda é a mais cara e graças aos líderes angolanos a mais corrupta.


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DOUTRO SÉCULO

AFEGANISTÃO 1960






























  
AFEGANISTÃO 2014

MORTOS


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HOJE NO
  "O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Caritas Portuguesa lança projeto 
para apoiar microempresas
 “Muitos o que nos pedem é trabalho”

 Cinquenta microempresas estão prontas a começar a sua atividade, no âmbito de um projeto promovido pela Cáritas Portuguesa para apoiar iniciativas de “franchising social”, micro negócios e atividades por conta própria. 

 O presidente da Cáritas afirmou, em Vila Real, que o desemprego é uma luta que não é apenas dos governos, mas que envolve toda a sociedade. “Muitos o que nos pedem é trabalho”, salientou Eugénio Fonseca. 


 Precisamente para ajudar a combater o problema do desemprego, a Cáritas lançou o projeto “Criactividade – O franchising social potenciado pelo marketing social”, que já está a ser incrementado desde o início do ano e também foi apresentado hoje, em Vila Real. 

Eugénio Fonseca afirmou aos jornalistas que “o acolhimento está a ser muito positivo”, contabilizando mais de 90 fichas de adesão, 52 entrevistas e 50 empresas prontas a começar a sua atividade. Empresas que estão a ser criadas principalmente por jovens licenciados, mas também pessoas que ficaram sem emprego, e que se vão dedicar a áreas que vão desde a restauração com produtos inovadores à agricultura. 

O maior constrangimento do projeto tem sido, segundo o presidente da Cáritas, o investimento inicial no negócio, visto que, muito por causa da crise, as pessoas ficaram descapitalizadas e sem dinheiro para pagar a parte que lhe é exigida para aceder ao microcrédito. “Julgo que, muito em breve, iremos ter uma resposta favorável por parte do Governo aos vários contactos para investimento inicial”, salientou. Eugénio Fonseca falou ainda em outras formas de financiamento como o crowdfunding, que vai envolver entidades bancárias. 

Este projeto vai também, segundo acrescentou, criar uma carteira de voluntários, que junte, por exemplo, antigos bancários ou gestores, que irão acompanhar a evolução destes negócios. No entanto, o responsável salientou ainda que estão a ser desenvolvidas áreas de atividade que não exigem investimento inicial, como os motoristas sem carro. 


A ideia é, segundo explicou, criar, em termos de franchising, uma rede de pessoas que possam conduzir os carros de proprietários que já não o possam fazer. A Cáritas irá “credenciar a idoneidade” destes motoristas, que serão também aprovados pelo Automóvel Clube Português (ACP). 

Desenvolvido pela Cáritas Portuguesa, com o apoio técnico-científico da IPI Consulting Network, o projeto é cofinanciado pelo Programa Operacional de Assistência Técnica/Fundo Social Europeu. O programa é dirigido a três universos: desempregados de longa duração, jovens, para tentar suster a emigração, e quadros de empresas que perderam os seus empregos, mas que têm uma história profissional importante. O principal desafio do programa é apoiar microempresas em situação difícil e ajudar pessoas desempregadas a ter uma atividade por conta própria que seja sustentável.

* Nos momentos mesmo muito difíceis a Caritas Portuguesa tem estado à altura.


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 NO PRIMEIRO DIA DE TRABALHO




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HOJE NO
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Relação de Coimbra confirma 
condenação a padre pedófilo

O padre e vice-reitor do seminário do Fundão, Luís Miguel Mendes, 37 anos, viu confirmada esta quinta-feira, a condenação a 10 anos de cadeia, pelo Tribunal da Relação de Coimbra. 
O padre foi condenado pelos crimes de abuso sexual de menores, abuso sexual de crianças e coação sexual. 


Segundo a acusação, Luís Mendes terá abusado de seis crianças no ano passado, cinco das quais alunos em regime de internato no Seminário do Fundão e um antigo aluno do seminário. Os menores eram abusados durante a noite, enquanto dormiam nas camaratas. As vítimas chegaram até a fazer vigias para se tentarem proteger.

De acordo com a sentença Luís Mendes terá agido sempre com menores que considerava "mais fracos emocional ou familiarmente".

* As provas eram tão evidentes que nem o sr. bispo o "safou", fez-se Justiça, mas deviam ser 20 anos.


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TANTO PARA 

REZAR, COMO 
DESBUNDAR

 SANFERMINAK

As Festas de São Firmino, Fiestas de San Fermín ou, mais popularmente e de forma praticamente oficial, Sanfermines; em basco: Sanferminak) são as festas em honra a São Firmino, que se realizam em Pamplona, no norte de Espanha, todos os anos entre 6 e 14 de julho. São Firmino foi um santo natural da cidade, padroeiro da diocese e co-padroeiro de Navarra.

Os festejos começam dia 6 de julho, ao meio-dia em ponto, com o chupinazo (lançamento de foguete) da sacada do Palácio Consistorial (sede do governo municipal), e terminam à meia-noite de 14 de julho com a canção de despedida “Pobre de Mí”.
1-PEREGRINOS
Uma das atividades mais famosas dos Sanfermines é o encierro, que consiste numa corrida de touros ao longo de um percurso de 849 metros por três ruas do centro histórico de Pamplona, que culmina na praça de touros da cidade.

Os encierros realizam-se todos os dias entre 7 e 14 de julho às 8 horas da manhã e normalmente duram três a quatro minutos. Entre 1922 e 2009 morreram 15 pessoas nos encierros dos Sanfermines.
 
As festas têm origem antiga, de séculos, mas a sua fama mundial é um fenómeno mais recente, da primeira metade do século XX. O escritor norte-americano Ernest Hemingway foi um dos que mais contribuíram para propagar essa fama com seu livro “The Sun Also Rises”, cuja maior parte da narrativa decorre em Pamplona durante os Sanfermines
 
MUITA FÉ

É uma das festa de Espanha mais célebres a nível mundial, que frequentemente é mencionada em listas de "festas a não perder" ou "festas mais impressionantes do mundo",e atrai à cidade (que tem cerca de 200 000 habitantes) mais de um milhão em meio de visitantes.


Origens das festas 

As festas têm origem na combinação de dois eventos medievais distintos. As feiras comerciais seculares realizavam-se no início do verão. Como os comerciantes de gado iam para a cidade com os seus animais, começaram a organizar-se touradas e tornaram-se parte da tradição.

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QUE TOURADA!

Os registos mais antigos dessas touradas são do século XIV. As cerimónias religiosas em honra ao santo tinham lugar em 10 de outubro, como acontecia em Amiens.As festas de verão, de caráter cada vez mais profano, tinham lugar em 25 de julho, dia do apósolo Santiago Maior, quando o clima era mais propício para essas atividades do que outubro. No final do século XVI as autoridades civis solicitaram à Igreja que o dia de São Firmino fosse transferido para 7 de julho, o dia de uma grande feira. O pedido que foi aprovado pelo sínodo da diocese local em 1590, quando era bispo Bernardo de Rojas y Sandoval. Esta mudança de data é considerada o início dos Sanfermines, que foram realizados pela primeira vez em julho no ano de 1591. 

  A institucionalização mais definitiva da componente religiosa das festas ocorreu em 1717, com a inauguração da capela do santo em São Lourenço. Durante a Idade Média, os eventos festivos incluíam um discurso de abertura, música, torneios, teatro, touradas, danças e fogo de artifício e duravam dois dias.

As primeiras menções a uma praça de touros surge em crónicas dos séculos XVII e XVIII, juntamente com a presença de estrangeiros e as preocupações com abuso de consumo de bebida alcoólicas e comportamentos dissolutos durante as festas. Por ainda não existirem as cercas que atualmente são montadas no percurso do encierro, por vezes havia touros que se escapavam para outras ruas.

2-PEREGRINOS
 A primeira praça de touros permanente e oficial foi construída em 1844 ou 1852. Antes disso, as touradas decorriam na Praça do Castelo. Por ordem do vice-rei, os ganadeiros navarros eram obrigados a entregar os seus melhores touros para as Festas de São Firmino. Em 1683 foi construída na Praça do Castelo a Casa de los Toriles ("Casa dos Touris"), onde os animais que participavam na tourada da tarde eram guardados até serem lidados. Durante alguns anos, a tourada foi realizada na Praça do Vínculo e não na Praça do Castelo.Na primeira metade do século XIX e até ser inaugurada a primeira praça de touros fixa, as touradas começaram a ser realizadas em praças de touros desmontáveis.

MAIS EXPRESSÕES DE FÉ
Em 1754 e 1758 as touradas estiveram proibidas em Espanha devido a vários motivos, como a escassez de carne, mas o Ayuntamiento de Pamplon conseguiu que fosse aberta uma exceção para as touradas dos Sanfermines alegando que havia carne de sobra em Navarra. Durante a Guerra da Independência Espanhola (Guerra Peninsular), no início do século XIX, não se houve festas, apenas se realizando as tradicionais Vésperas (Vísperas) em honra de São Firmino com a presença das autoridades municipais.
Não se sabe em que altura começaram a ser feitos encierros. O médico forense pamplonês conhecido como "o historiador do encierro" concordava com a afirmação dos regedores de 1787 que «o espetáculo de correr touros é tão antiga em Pamplona que não se descobre o princípio».
 
ALEGRIA E RELIGIOSIDADE

Inicialmente, os touros eram levados para a cidade de madrugada pelos açougueiros, que eram acompanhados a cavalo por representantes do município. Após a construção do touril na Praça do Castelo, no último quartel do século XVII, os touros começaram a ser levados pelas ruas pelos jovens pamplonicas (pamploneses) desde extramuros. O percurso destes primeiros encierros entrava na cidade pela porta de Rochapea e percorria a rua de Santo Domingo, Praça da Fruta e rua do Chapitel antes de chegar à Praça do Castelo.
A tradição dos participantes no encierro entoarem três vezes a canção “A San Fermín pedimos...” para pedir a proteção do santo foi iniciada em 1962. A canção é um trecho do hino da La Única a mais peña sanferminera mais antiga de Pamplona.

UMA SANTA
 A comparsaria de gigantones e cabeçudos, que desfila todos os dias de festa foi criada em meados do século XIX, retomando uma tradição de gigantones e cabeçudos nas festas que remonta pelo menos à primeira década do século XVII, mas que foi interrompida em 1780 porque o rei Carlos III de Espanha proibiu que participassem em procissões por constituírem uma distração pra a fé.

O traje sanferminero ou de pamplonica

Manda a tradição, que apesar de não ser tão antiga como isso, é respeitada pela esmagadora maioria de quem acorre aos Sanfermines, tanto pamploneses como forasteiros e estrangeiros, que se vá para as festas vestido de pamplonica, ou seja, de camisa e calças ou saia brancas, com um lenço ao pescoço e com uma faixa vermelha na cintura, geralmente com franjas. 

UM MÁRTIR

É também tradição calçar alpercatas de pano brancos com sola de esparto, que são atados com fitas vermelhas no fundo das pernas, mas esta tradição tem vindo a ser abandonada em favor de calçado desportivo mais confortável. Quando o tempo está mais frio, é tradição que se vista um casaco vermelho. O traje é também chamado o "uniforme das festas". O mesmo tipo de roupa é muito comum nas festas da zona central e meridional de Navarra. O lenço ao pescoço é quase sempre vermelho, muitas vezes com a figura de São Firmino bordada ou com o escudo de Pamplona ou de Navarra, mas os membros de algumas peñas usam outras cores e o emblema da sua peña — os da peña La Única são verdes e os das peña La jarana e El Txako são azuis.

 As multidões vestidas de branco e vermelho produzem um forte efeito visual, algo que provavelmente também está na origem da adoção do traje. Não se sabe exatamente como começou a tradição, mas há várias teorias. Para alguns, quem criou o traje sanferminero foram os sócios da peña La Veleta. Esta peña, fundada em 1931 por gente humilde, na sua maior parte operários, pretendiam ter uma espécie de uniforme que os identificasse e os distinguisse de outras associações. Uma vestimenta branca era fácil de conseguir e acessível a todas as bolsas, além de que, com os adereços vermelhos, ser muito vistosa e chamativa. 

A HEREJE
Isso deve ter ajudado a popularizar o traje, que se estendeu ao resto das festas, tendo-se generalizado o seu uso na década de 1960. Há estudiosos que relacionam o traje de pamplonica com a roupa dos txistularis (flautistas) de Biarritz, embora estes usem uma boina vermelha, com os joteros que atuavam no Teatro Gayarre nos anos 1930, ou ainda com os pelotaris (jogadores de pelota basca).
Uma peça de grande no vestuário sanferminero é o lenço, que na sua versão mais usada, vermelha, é o emblema das festas pamplonesas — «é imprescindível para se integrar plenamente no ambiente sanferminero»
 
PACIFISTAS

A tradição manda que se coloque ao pescoço pouco depois do chupinazo que inaugura as festas, nunca antes, e que se retire após o “Pobre de mí”, a última celebração das festas. O seu significado e simbolismo é controverso, havendo várias versões. Ao certo sabe-se que a sua tradição é anterior ao traje branco. O vermelho do lenço poderá ser uma recordação do martírio de São Firmino, simbolizando o sangue do santo. Nas cerimónias religiosas em honra de santos que foram mártires, os padres costumam vestir-se de vermelho e o lenço poderia traduzir esse costume.

AGRADECENDO AO SANTO
Outra teoria é de que o vermelho evoca uma grande epidemia de peste que assolou a cidade em 1599, que causou a morte a um terço da população. Como remédio era posto sobre o peito dos doentes um emblema com a representação das Cinco Chagas de Cristo. Para alguns, o lenço vermelho simboliza essas chagas, que teriam surtido algum efeito contra a peste, um acontecimento que desde então é celebrado em Pamplona todas as quintas-feiras santas com o nome de "Voto das Cinco Chagas". 


Outras teorias é que o vermelho representa a cor da bandeira de Navarra ou que o vermelho é supostamente a cor de incitamento dos touros. Contudo, é fortemente desaconselhado o uso da faixa da cintura e do lenço, pois são peças nas quais os cornos dos animais ficam presas com facilidade.


TEXTO: "WIKIPÉDIA"

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