sexta-feira, 4 de julho de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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REVOLUCION















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O QUE NÓS



ESPIRITAMOS!








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É JUSTO




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17   PEQUENOS PROBLEMAS 

 DE TOILETE


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HOJE NO
  "AÇORIANO ORIENTAL"

Documentário regista dez anos 
da classificação pela Unesco 
da vinha do Pico

A classificação da vinha do Pico como património da humanidade, há dez anos, é hoje considerada uma "aposta ganha" pelos habitantes da ilha açoriana, mas nem sempre foi esse o sentimento, revela o documentário "Currais de Pedra".
 
“As pessoas, há cerca de cinco anos, estariam a pensar se o processo valeria a pena ou não. Hoje, dez anos depois, as pessoas do Pico, aquelas que mantêm aquele património e a sua paisagem, nomeadamente, os vitivinicultores, já reagem de outra forma e perceberam que o que foi feito foi uma mais-valia”, disse à agência Lusa o responsável pelo documentário, Paulo Henrique Silva.
O documentário do coordenador do portal “Sentir e interpretar o ambiente dos Açores” vai ser exibido hoje, pela primeira vez, no âmbito de um colóquio que pretende assinalar, este fim-de-semana, no Pico, a primeira década da efeméride.

O colóquio coincide com a data da classificação da paisagem da vinha do Pico por parte da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) como património da humanidade, sendo promovido pela Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais do Governo dos Açores.

Paulo Henrique Silva, com base nos registos realizados, refere que começou por haver na ilha uma reação negativa à classificação da vinha do Pico, devido à implementação de regras que visam a proteção da paisagem.

“Pretende-se refletir com esta iniciativa o que aconteceu nestes dez anos e, sobretudo, como é que os homens e as mulheres, vitivinicultores, têm reagido à designação de património mundial”, declara o autor do documentário.

Paulo Henrique Silva considera que o documentário, produzido para a Direção Regional do Ambiente, foi uma forma de ouvir as pessoas, partilhar conhecimentos e fazer o registo antropológico do tempo que entretanto decorreu.

“É importante, de dez em dez anos, ou de 15 em 15 anos, fazer um registo sobre o que as pessoas pensam sobre uma obra de grande dimensão que é património da humanidade, ou seja, a vinha do Pico”, refere.
A vinha do Pico produz vários vinhos, entre os quais o verdelho, que já foi servido à mesa dos czares da Rússia.

A Cooperativa Vitivinícola da ilha do Pico labora cerca de 90% das uvas que saem da zona classificada, produzindo três marcas de vinho.

Desde 1460 que as vinhas de verdelho são plantadas em solo batido de rochas vulcânicas da ilha do Pico.
Em Portugal existe apenas mais uma zona com a mesma classificação por parte da Unesco o Douro, e em todo o globo são cerca de dez.
Desde junho de 2010 que o Pico, ilha onde vivem cerca de 15 mil habitantes, conta com um Centro de Interpretação dedicado à paisagem da cultura da vinha.

* É imperdoável não visitar os Açores,  a vida difícil de dezenas de anos daquele povo dá-nos uma lição de humanidade.


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VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA
MENINAS, NO BRASIL 

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HOJE NO
  "DIÁRIO ECONÓMICO"

Filipinos abrem têxtil com 157
. trabalhadores após visto ‘gold’

 O casal de filipinos, que investiu quatro milhões de euros numa fábrica em Paredes, prevê empregar 250 pessoas em 2015. 

Um casal de filipinos investiu quatro milhões de euros na instalação de uma fábrica têxtil em Paredes e criou já 157 empregos, ao abrigo de duas autorizações de residência para actividade de investimento (mais conhecidas por ‘vistos gold'). A unidade é hoje inaugurada pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Luís Campos Ferreira.

A NST Apparel, detida a 76% pelo casal de origem filipina, está já a produzir peças de vestuário de alta gama, essencialmente fatos para homem. A produção da empresa destina-se quase a 100% para exportação e neste primeiro ano de actividade o volume de negócios deverá atingir os seis milhões de euros.

Segundo fonte oficial do gabinete de Luís Campos Ferreira, está previsto que o número de trabalhadores possa atingir os 250 já no próximo ano.

A NST adquiriu um edifício em Fevereiro deste ano em Vilela, concelho de Paredes, e rapidamente instalou a maquinaria necessária à laboração. Como a produção de vestuário é uma actividade de mão-de-obra intensiva, a empresa de capitais filipinos avançou rapidamente com o recrutamento e em pouco mais de cinco meses arrancou com a produção.

O casal filipino recebeu esta quarta-feira a aprovação dos seus ‘vistos gold' por via da criação de emprego, sendo que são os investidores estrangeiros que até ao momento desenvolveram o projecto mais relevante e que mais postos de trabalho criaram. Aliás, até à data só foram atribuídos outros dois ‘vistos gold' por via do requisito da criação de pelo menos dez postos de trabalho.

A Tijolos & Conselhos, empresa constituída por dois irmãos argelinos, foi o primeiro investimento no País que resultou da atribuição de vistos ‘gold' por criação de emprego. É uma empresa de prestação de serviços, em Sangalhos, que produz componentes para fábricas de tijolos e dá assistência técnica. O capital social é de seis mil euros. Mas com este investimento foram criados vinte postos de trabalho (dez por cada visto) e os dois argelinos ficaram com as portas abertas para viajarem no espaço Schengen.

Desde o lançamento desta iniciativa (Outubro de 2012), o Governo já concedeu 1.166 ‘vistos gold' para investimento, contabilizando-se já uma entrada de capital superior a 723 milhões de euros. A grande maioria do investimento e das autorizações de residência foi aprovada ao abrigo da aquisição de bens imóveis. Contam-se 1109 ‘vistos gold' nesta categoria, para um investimento acumulado de 662 milhões de euros. 

* Dos 1.166 "goldengates" é o primeiro  revelador de poder  ser considerado investimento, embora pequeno. 
Os outros "goldengates" têm uma média de entrada em Portugal de 618.000 euros cada, o que para "investimento" não passa de "pechisbeque".


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16-UM POEMA

POR SEMANA
  
JORGE DE SENA



CARTA A MEUS FILHOS, SOBRE O

FUZILAMENTO DE GOYA


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dito por


EUNICE MUÑOZ
(durante a cerimônia de trasladação dos restos
 mortais de Jorge de Sena para Lisboa)



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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Adeus, Rui Tovar 


Morreu Rui Tovar. O jornalista, conhecido como "Enciclopédia do Desporto" por ser um profundo conhecedor de futebol, faleceu vítima de problemas cardíacos. 

* 20 anos a vê-lo e ouvi-lo deu para aprender  e repensar o futebol. Disse hoje Bessa  Tavares que Tovar era de uma honestidade blindada, é uma pena ter morrido um homem bom, os sacanas que apodrecem o país vão sobrevivendo.


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HUGO GONÇALVES

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Diário da Copa - 
Quem não chora não mama? 

Extra! Os rapazes chorões de Scolari, a seleção brasileira no divã e argentinos disparados para o mar

1 - Tal como uma telenovela de sucesso 
- daquelas que colocam o Brasil inteiro diante da TV, que extremam sentimentos, criam heróis e fazem despontar vilões -, a seleção brasileira é agora a principal produtora de conteúdo dramático do país. 
Tudo o que se passa com a seleção é debatido, esquadrinhado e avaliado com um afinco que vai muito além da análise futebolística. Trata-se de emoção e dramatismo, de vida e de morte, de intolerância e paixão. Não falo sequer dos adeptos ou dos comentadores. A seleção brasileira é, só por si, um filme que mistura o épico, o bélico, o emotivo e o transcendente. 

2 - O transcendente. 
Scolari e muitos jogadores são religiosos devotos. Se o treinador tem uma Nossa Senhora do Caravaggio na sua mesa de trabalho, que viajou para o estádio onde o Brasil eliminou o Chile, o guarda-redes Júlio César (que tirou uma foto ao lado da estátua da santa depois da partida) recebeu um pequeno crucifixo que colocou sobre a linha de golo ao defender os pénaltis. Menções e agradecimentos a deus são constantes nas entrevistas e Thiago Silva, o capitão, preferiu rezar do que bater um penálti, pedindo ao técnico que o dispensasse porque não se encontrava bem. 

3 - O emotivo. 
Nos últimos dias não se tem falado noutra coisa se não no choro e aparente descontrolo emocional dos jogadores brasileiros antes e durante o desempate por penáltis com o Chile. As imagens de Júlio César limpando as lágrimas antes de ir para a baliza defender as grandes penalidades, de Neymar chorando durante o hino ou do capitão Thiago Silva soluçando como um garoto quando o Chile falhou o último penálti, foram tidas como uma prova da debilidade da equipa para lidar com a pressão. De repente, parece que a seleção está no divã e, tal como num reality show, todas as suas emoções, palavras e gestos são analisados diante do público, com jornais e televisões a recorrerem a psicólogos e outros especialistas de forma a explicar ao povo qual o diagnóstico. Se uns dizem que a seleção treme demais, sente demais e chora de mais - embora jogue de menos -, há outros que reconhecem que, devido a algumas limitações do plantel, talvez seja a emoção, ainda que não totalmente descontrolada, o maior atributo destes jogadores, como afirma o ex-campeão do mundo Tostão: "O que salva a seleção é o envolvimento emocional dos jogadores, empurrados pela torcida e pela pressão de jogar em casa". 

4 - O épico. 
O choro e a espavento de emoções alguma coisa terão a ver com a inclemente exigência do público brasileiro - o hexacampeonato do mundo -, mas também com a pressão que os jogadores colocam a si mesmos, como se a vida de 200 milhões de pessoas ou a glória, o valor e o futuro do Brasil dependessem apenas deles e de ganhar um título. Claro que ter perdido uma final da Copa em casa, em 1950, pesa ainda sobre os brasileiros e os jogadores, apesar de tal cataclismo ter acontecido há 64 anos. Talvez porque ganharam cinco títulos mundiais ao longo da história, talvez porque o próprio Scolari disse, antes do torneio, que o Brasil tinha obrigação de vencer (tem, porquê?), a pressão para que estes jogadores sejam épicos pode ser tão motivadora como esmagadora. 

5 - O bélico. 
Scolari percebeu que, com tanto choro e sentimentos à flor da pele, a expressão brasileira "explode coração" podia se tornar perigosa. Tornou-se mais duro - não com os jogadores, a quem abraça e beija com frequência -, mas radicalizou o discurso para fora. Disparou contra a Fifa, contra os árbitros, contra a imprensa - diz que os jornalistas não apoiam a seleção. Disse que iria ser bastante menos diplomático com os estrangeiros. Felipão "o general" Scolari, que deu uma bofetada num jogador sérvio quando treinava Portugal, está de volta. E tem seus acólitos: depois do jogo com o Chile, Rodrigo Paiva, diretor de comunicação da CBF, deu um sopapo no jogador Pinilla.

Publicidade versus História
É mais do que conhecida a rivalidade entre argentinos e brasileiros. Depois de vários jogos da seleção alviceleste nesta Copa, já houve confrontos nas ruas entre os visitantes do país vizinho e os anfitriões.  Os argentinos cantam nos estádios "Brasil como te sentes de ter em casa o teu papá?" E os brasileiros podem ver agora um anúncio na TV em que os argentinos são lançados ao mar. Não sei qual a idade dos criativos que tiveram esta ideia, mas talvez precisem de estudar um pouco de História: durante a ditadura Argentina (1976-83), desapareceram mais de 30 mil pessoas. Muitas delas foram atiradas de aviões para o mar.

O vagão amarelo
Durante o desempate por penáltis com o Chile, havia quem estivesse no metro, dependente de saber o resultado pelo pequeno rádio de um dos passageiros. A revista Sports Illustrated - que também tem o hábito de fotografar miúdas giras em biquíni - tem no seu site um vídeo dos adeptos no metro após o último penálti da partida.

A Copa dos outros
Na sua coluna sobre a Copa, a escritora Tati Bernardi explica como o clima de "come-come" (engate) em São Paulo, por causa do Campeonato do Mundo, despertou o seu feminismo guerrilheiro e alma pudica

IN "VISÃO"
01/07/14

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231.UNIÃO


EUROPEIA




















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HOJE NO
  "O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Passos Coelho vaiado em Castelo de Paiva 
"Não devemos procurar 
consensos artificiais" 

O primeiro-ministro defendeu que o país não deve procurar "consensos artificiais", mas insistiu haver matérias importantes para o país que obrigam os partidos a terem abertura para um entendimento de futuro.

 "Não devemos procurar consensos artificiais, não se pode forçar os partidos a pensar todos da mesma maneira e a defender todos as mesmas coisas. Mas há matérias que são tão importantes para o país, no seu todo, que os partidos e as forças sociais têm de manter uma grande abertura e disponibilidade para se poderem entender sobre as questões mais importantes", declarou Pedro Passos Coelho, depois de ter ouvido algumas vaias e apupos à chegada a Castelo de Paiva por parte de alguns sindicalistas presentes. 


O primeiro-ministro, que comentava aos jornalistas, o comunicado do Conselho de Estado de quinta-feira, acrescentou que as conclusões da reunião daquele órgão evidenciaram que "se trata de manter um clima de diálogo, que permita que as principais forças políticas tenham capacidade para gerar entendimentos para futuro". Pedro Passos Coelho falava à margem da inauguração da feira de vinho verde que hoje inaugurou em Castelo de Paiva. Aos jornalistas, o primeiro-ministro disse que o Governo tem "dado mostras de ter interesse num entendimento com a oposição". Contudo, frisou, "não é por falar em entendimentos que eles se geram". 

 "O importante é que possamos manter essa disponibilidade. Uma coisa é podermos confrontar as nossas opiniões e até fazê-lo com convicção - isso não tem nenhum problema - outra é termos a capacidade para nos sentarmos a uma mesa e podermos, em torno de questões que são muito importantes, gerar alguns entendimentos", acrescentou. O chefe do Governo reafirmou que "o país tem de gerar esse tipo de oportunidades por parte de todas as forças, não só partidárias, mas das sociais também". No discurso oficial, no salão nobre da autarquia de Castelo de Paiva, Passos Coelho tinha dito haver agora razões para os portugueses terem "confiança e esperança" no futuro, mas vincou que o país deve "manter os pés bem fincados no chão". 

"Temos de manter o rumo e não cometer loucuras", avisou, alertando para os perigos de se andar "a propagandear uma esperança vazia". Referindo-se aos números do desemprego, que comparou com Espanha, disse que "Portugal defendeu-se melhor", frisando a diminuição que se tem verificado desde janeiro de 2013 no nosso país. Passos defendeu que o país se deve mobilizar numa estratégia de competitividade e mobilizadora de vários agentes, incluindo os privados, que se traduza em mais emprego. "Se ficar cada um de nós a puxar para o seu lado será mais difícil", concluiu.

* Tem de mudar o repertório, esta música não engana ninguém.

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13-ARQUITECTURAS


NO MUNDO


BARCELONA



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ÚLTIMO EPISÓDIO


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HOJE NO
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Acidentes com moto-4 
fizeram 45 mortos em cinco anos 

Quarenta e cinco pessoas morreram nos últimos cinco anos em acidentes com quadriciclos, que incluem as moto-4, indicam dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) avançados à agência Lusa. 

Segundo a ANSR, os acidentes com quadriciclos provocaram ainda 176 feridos graves e 1.479 feridos ligeiros entre 2009 e 2013.

CHOCANTE MAS REAL!
Dos 45 mortos, 41 eram condutores e resultaram em despistes e colisões de quadriciclos (veículos de quatro rodas que incluem as motas-4 e os conhecidos por 'papa reformas'), adiantam os dados.
Nos últimos cinco anos morreram ainda quatro passageiros em acidentes de quadriciclos.

Na última semana, três crianças, entre os cinco e os 14 anos, morreram em acidentes de moto-4.
Segundo a legislação, para conduzir uma moto-4, independentemente da cilindrada, é necessária a carta de condução de categoria B (ligeiros) ou B1 (triciclos e motociclos) e terem pelo menos 16 anos.

Os vendedores deste tipo de veículos alertam para os perigos da condução de moto-4, aconselhando os condutores que evitem sempre superfícies pavimentadas, pois neste piso pode ser gravemente afetada a manobrabilidade e provocar a perda do controlo do veículo.

De acordo com os vendedores, as moto-4 foram concebidas para serem utilizadas em superfícies não pavimentadas e durante a condução deve utilizar-se sempre capacete, óculos de proteção e vestuário apropriado, além de que nunca se deve transportar passageiros.

* O problema não está no veículo mas nos loucos que muitas vezes o conduzem.


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Carlos do Carmo


Duas lágrimas de orvalho

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HOJE NO
  "RECORD"

Telma Monteiro conquista bronze 
em Ulan-Bator

A judoca Telma Monteiro alcançou esta sexta-feira o terceiro lugar na categoria de -57 kg no Grande Prémio de Ulan-Bator (Mongólia), naquela que é a sua primeira prova de qualificação para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

No combate pela medalha de bronze, a melhor judoca portuguesa de sempre, atual 11.ª do ranking mundial, derrotou a húngara Hedvig Karakas (26.ª) por "waza-ari".

Na capital da Mongólia, Telma Monteiro, isenta da primeira ronda, iniciou a competição frente a uma atleta da casa, Altantseteg Batsukh, e venceu por "waza-ari", mas no combate final da "pool" perdeu com a japonesa Makiko Otomo pela vantagem mínima, "yuko".

No combate de repescagem, a judoca do Benfica bateu a suíça Fabienne Kocher, por "ippon", em apenas 52 segundos, e ganhou direito a discutir a medalha de bronze com Hedvig Karakas, num confronto que acabou por conduzi-la ao pódio.

Além de Telma Monteiro, única representante feminina portuguesa em Ulan-Bator, Nuno Carvalho (-60 kg), Sergei Oleinic (-66 kg) e Diogo César (-66 kg) também estiveram em ação no primeiro dia e foram eliminados prematuramente.

Nuno Carvalho ganhou o primeiro combate, frente ao checo David Pulkrabek, por "waza-ari", e perdeu o segundo, por "ippon", perante o suíço Ludovic Chammartin.

Em -66 kg, Oleinic não passou do combate com o japonês Sho Tateyama, perdendo por "ippon", enquanto César foi um pouco mais além, derrotando o norte-coreano Cho Kim, também pela vantagem máxima, antes de perder com o alemão Sebastian Seidl, igualmente por "ippon".

No sábado, competem André Alves (-73 kg), Jorge Fernandes (-73 kg) e Diogo Lima (-81 kg), enquanto Jorge Fonseca (-100 kg) encerra a participação portuguesa, no domingo.

Célio Dias (-90 kg) também estava convocado para esta prova, mas não viajou devido a uma lesão muscular.

A atual qualificação olímpica decorre até 30 de maio de 2016, com 252 atletas a qualificarem-se diretamente através do ranking internacional. Há 154 vagas para masculinos e 94 para femininos, no total de sete categorias em cada variante. 

* É uma valente, no Rio vai fazer esquecer o desaire de Londres.



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PRA TODAS AS IDADES

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HOJE NO
  "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Precários Inflexíveis manifestam-se pelo fim e reembolso dos cortes salariais

A Associação Precários Inflexíveis manifestou-se, esta sexta-feira, em frente ao Ministério das Finanças para reivindicar o fim dos cortes salariais aos trabalhadores a recibos verdes no Estado e o reembolso imediato destas reduções remuneratórias. 
"Tirem a mão do salário dos precários" lia-se numa faixa que cerca de uma dezena de manifestantes seguravam.


A Associação de Combate à Precariedade -- Precários Inflexíveis exige que o Governo "retire os cortes" aplicados aos trabalhadores a recibos verdes na administração pública desde o início do ano, considerando que são "mais um roubo sem pudor" aos prestadores de serviços, explicou uma das dirigentes, Ana Feijão.

A associação requer também que o Governo "reembolse já" as dezenas de milhares de trabalhadores dos cortes que têm sofrido desde janeiro, disse a dirigente.

O Tribunal Constitucional 'chumbou' o corte nos salários acima dos 675 euros na função pública, que estavam a ser aplicados a quadros e a prestadores de serviços. Apesar desta decisão, o Ministério das Finanças mantém, segundo um despacho divulgado no início da semana, a redução remuneratória nos trabalhadores a recibos verdes.

A associação pediu esclarecimentos ao Ministério das Finanças e entregou uma queixa ao Provedor de Justiça e, na próxima semana, vai avançar com uma ação judicial contra a manutenção dos cortes remuneratórios, avançou Ana Feijão.

"Estes trabalhadores são o lado mais fraco. São trabalhadores de pleno direito para aplicar os cortes, mas já não são para os retirar", disse. 

* O que estão a fazer aos precários é um crime dentro da legalidade.


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 CACHAÇA
















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 HOJE NO    
"JORNAL DE NEGÓCIOS

João Moreira Rato convidado para 
CFO do BES na equipa de Vítor Bento

O actual presidente do IGCP foi convidado para administrador financeiro do BES, integrando a equipa liderada por Vítor Bento. Até ao momento não existe qualquer comunicado oficial. O actual presidente do IGCP foi convidado para administrador financeiro do BES, integrando a equipa liderada por Vítor Bento. Até ao momento não existe qualquer comunicado oficial, admitindo fontes contactadas pelo Negócios que ainda estão a ser finalizadas as negociações entre os accionistas.

João Moreira Rato tem protagonizado o regresso de Portugal aos mercados financeiros e enquanto presidente do IGCP liderou esta semana uma emissão em dólares que alargou a base de investidores em dívida portuguesa.

Licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa tem um doutoramento em Finanças na Universidade de Chicago. Um dos seus últimos cargos antes de assumir a liderança do IGCP foi na Morgan Stanley, como director executivo.

O nome de Moreira Rato foi avançado esta tarde pela SIC Notícias como fazendo parte da nova equipa de gestão do BES liderada por Vítor Bento.

Não existindo ainda qualquer comunicado oficial o que se consegue confirmar neste momento é que quer Vítor Bento como João Moreira Rato foram convidados para integrar anova equipa de gestão do BES. O actual presidente da SIBS e conselheiro de Estado foi desafiado a assumir a presidência do banco e João Moreira Rato o lugar de administrador financeiro.

Há uma semana que está confirmada a saída de Ricardo Salgado tendo a família proposto para a sua substituição por Amilcar Morais Pires, solução que não foi aceite pelo Banco de Portugal.

 Durante os últimos dias foram promovidas negociações entre um núcleo alargado de accionistas, que inclui não apenas a família Espírito Santo mas também o Credit Agricole, de forma a garantir uma equipa apoiada pela maior do capital do BES. Além disso, quer o Banco de Portugal como o Governo fizeram questão de garantir que o lugar de presidente e de administrador financeiro seria assumido por gestores externos à família Espírito Santo e à actual equipa de gestão.

A nova equipa liderada por Vítor Bento com a administração financeira a cargo de João Moreira Rato garante o consenso dos accionistas e os objectivos definidos pelo Banco de Portugal.

* IGCP -
A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública - IGCP, E.P.E., é a entidade pública a quem compete, nos termos do Decreto-Lei n.º 200/2012 de 27  de agosto, gerir, de forma integrada, a tesouraria, o financiamento e a dívida pública direta do Estado, a dívida das entidades do setor público empresarial cujo financiamento seja assegurado através do Orçamento do Estado e ainda coordenar o financiamento dos fundos e serviços dotados de autonomia administrativa e financeira.

** Na medida em que ninguém de bom senso deseja o enfranquecimento do BES, parece uma boa escolha Vitor Bento, sabedor e honesto, não concordamos com ele em algumas afirmações que profere mas a sabedoria e honestidade são grandes e bons trunfos. Desejamos que saia do Conselho de Estado se assumir o cargo para o qual foi convidado. João Moreira Rato será um bom elemento dada a sua comprovada competência.


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 EM LOS ANGELES
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HOJE NO
  "DESTAK"

Cerca de 6,6 milhões de crianças
 na Síria precisam de ajuda - UNICEF 

Cerca de 6,6 milhões de crianças vítimas da guerra civil na Síria precisam de ajuda, alertou hoje o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), receando que a falta de fundos obrigue a uma redução da ajuda. 


 "É um número aterrador e que aumenta rapidamente", advertiu um porta-voz da organização, Simon Ingram, durante um encontro com a imprensa em Genebra (Suíça). 

 "Estes números, do corrente mês, representam um aumento de dois milhões relativamente a junho do ano passado, um aumento de cerca de um terço", afirmou. 

* Este é o primeiro grande crime do presidente sírio.


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10.COMUNICAÇÃO 

SOCIAL














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HOJE NO
  "i"

Carlos do Carmo. 
Grammy não deu direito
a parabéns de Belém

Ao contrário do que é habitual, o Grammy atribuído ao fadista Carlos do Carmo não mereceu até agora os parabéns públicos de Belém 

Já é uma tradição de Belém - sempre que um português se distingue ou é galardoado com um prémio, sobretudo no plano internacional, a Presidência envia uma mensagem de felicitações, da qual dá nota pública. Esta semana a regra teve uma excepção. O anúncio chegou na segunda-feira: o fadista Carlos do Carmo foi distinguido com um Grammy, o maior e mais prestigiado prémio da indústria discográfica, nunca atribuído a um português. De Belém, nem uma palavra. 
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O silêncio está longe de ser habitual. Olhando para as últimas dez mensagens de felicitação da Presidência, todas elas foram feitas no próprio dia ou na segunda-feira seguinte quando o evento/prémio foi conhecido a um sábado ou a um domingo. Também foi assim há seis anos, quando Carlos do Carmo ganhou o Prémio Goya para a Melhor Canção Original, atribuído ao "Fado da Saudade". A distinção foi conhecida num domingo à noite e na segunda-feira a Presidência da República felicitava o fadista, considerando que o galardão "honra a música portuguesa". 

Crítico de Cavaco  
Nos últimos anos, Carlos do Carmo tem sido um acérrimo crítico de Cavaco Silva. Em entrevista à Rádio Renascença, em 2011, dizia o fadista: "Toda esta desgraça começou com Cavaco Silva. O erro está todo aí e a factura está aí." Críticas que foram subindo de tom. Em Outubro de 2013, em entrevista ao programa "A Propósito", na SIC, Carlos do Carmo responsabilizava directamente Cavaco Silva pela situação do país. "Nós tivemos politicamente um azar dos Távoras. Foi ter este Presidente da República como primeiro-ministro e como Presidente da República. Este país regrediu muito. É só analisar. Foi mau demais para ser verdade. Ficou para trás a educação, entrou-se num novo-riquismo, entrou-se numa loucura de consumismo, provocado. Nunca pensei chegar à minha idade e ver isto", afirmava então. Na mesma linha, em Dezembro de 2013, numa intervenção proferida na Aula Magna, numa iniciativa promovida por Mário Soares: "Nunca me passou pela cabeça, depois de 40 anos de salazarismo, levar com este homem 20 anos. Um homem que é inseguro, inculto, medroso. E não interpretem isto como uma questão pessoal, não sou dado a questões pessoais." 

As felicitações de Cavaco 
  Da lista mais recente de felicitações do Presidente da República constam o ciclista Rui Costa, que venceu pela terceira vez consecutiva a Volta à Suíça; Rui Bragança, campeão Europeu de Taekwondo na categoria de 58 kg; Vítor Caldeira, pela reeleição para um terceiro mandato como presidente do Tribunal de Contas Europeu; Cristiano Ronaldo, pela atribuição da Bola de Ouro 2013; Maria Manuel Mota pela atribuição do Prémio Pessoa 2013; ou a Selecção Nacional de Futebol pelo apuramento para a fase final do Campeonato do Mundo.
O i questionou a Presidência, na última quarta-feira, sobre o facto de não ter havido neste caso uma mensagem de felicitação e se ela ainda seria feita. Não obteve resposta até ao fecho desta edição.

Os “parabéns” de Cavaco
•  Rui Costa (ciclista), que venceu pela terceira vez consecutiva a Volta à Suíça
•  Rui Bragança, campeão Europeu de Taekwondo na categoria de 58 kg
•  Vítor Caldeira, pela reeleição para um terceiro mandato como presidente do Tribunal de Contas Europeu
•  Cristiano Ronaldo, pela atribuição da Bola de Ouro 2013
•  Maria Manuel Mota pela atribuição do Prémio Pessoa 2013
•  Selecção Nacional de Futebol, pelo apuramento para a fase final do Campeonato do Mundo 

* Nós também não temos questões pessoais e concordamos em absoluto com as críticas feitas por Carlos do Carmo, se o  sr. Presidente tivesse  felicidado Carlos do Carmo pelo seu enorme talento e excepcional inteligência estaria gravemente doente pois teria posto de lado todo o ódio visceral que sente pela cultura, o que o atiraria para o leito.



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