sábado, 28 de junho de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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PREMONIÇÃO


Numa estrada, alguns metros antes duma curva, dois frades seguravam um cartaz que dizia: 
- O Fim Está Próximo! Arrepende-te e Volta para trás!"
Nisto, passa um carro e eles mostram-lhe o cartaz.
O condutor do automóvel dá uma gargalhada, insulta-os e segue em frente.
Instantes depois ouve-se um grande estrondo para lá da curva.
Diz um dos frades para o outro:
- Olha lá... Se calhar já devíamos mudar o cartaz e escrever mesmo "A Ponte Caiu" , não?


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O QUE NÓS


RECOLHEMOS!




















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6-PÉROLAS


DA COPA














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ARRELVAMENTOS




















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5inco Minutos


AMIGOS DE MUITO TEMPO



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5-PÉROLAS

DA COPA






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 2-PSAS

 Síndrome de Excitação Sexual Persistente

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Um documentário fascinante de uma doença rara. 
As mulheres do documentário sofrem de uma estranha e desconcertante condição que os pesquisadores recentemente denominaram Síndrome de Excitação Sexual Persistente conhecida pela sigla PSAS (abreviação do inglês Persistent Sexual Arousal Syndrome),  que nada tem a ver com prazer. 
Esta patologia além de ser invulgar poucos ginecologistas conhecem, foi descoberta em 2001 sendo que apesar de rara, talvez alguns milhares de mulheres sofram dela e tenham vergonha de expor as suas angustias, veja o vídeo.

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4-PÉROLAS

DA COPA



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IV-VOZES CONTRA



A GLOBALIZAÇÃO


    
1 - UM MUNDO 
DESIGUAL

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A Série Vozes Contra a Globalização combina as filmagens em diferentes lugares do mundo, com arquivos documentais, crônicas de informativos, trabalhos cinematográficos de diretores como WinWin Wenders, Avi Lewis, Pino Solanas, Jorge Drexler, poemas de Mário Benedetti e a atuação de Loucas de Pedra, de Pernambuco/Brasil.

Outras das vozes da série são os economistas Jeremy Rifikin (EEUU), ecologistas como o espanhol Ramon Fernandez Duran, o relator das Nações Unidas para a Fome no Mundo, Jean Ziegler, o ex-portavoz do Fórum Social de Gênova, Vitório Agnolletto, o Prêmio Príncipe de Astúrias, de Ciências Sociais, Giovanni Sartori, o especialista em Química Atmosférica, James Lovelock, o Analista Social José Vidal Beneyto, entre outros.


Um mundo desigual
Enquanto nos preocupamos com as incidências da selecção lusitana morrem por dia de fome 100 mil pessoas em todo o mundo, que humanidade é esta?

NR: Muito procurámos para tentar obter o visonamento desta série em língua portuguesa, a voz off está em francês e as legendas em espanhol, foi o que conseguimos.

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3-PÉROLAS


DA COPA





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JOSÉ PACHECO PEREIRA

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Só com os criminosos pobres
 é que não se pode comer à mesa

As informações sobre o que se está a passar no GES, como o que nos últimos anos se veio a saber do BCP, e, andando um pouco mais para trás, toda a história ainda em curso do BPP e do BPN, mostram alguma coisa de consistente no comportamento de uma parte importante da elite político-financeira portuguesa.
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Não estou a dizer que tudo tenha sido igual, mas muita coisa não sendo igual, nem em dimensão nem em consequências, é demasiado parecida para que não se anotem as semelhanças. Há excepções, com tanto mais mérito quanto escapam à regra, mas são excepções.
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O que tudo isto tem em comum é em primeiro lugar a completa promiscuidade com o poder político. Os Espírito Santo frequentavam os gabinetes de Sócrates, elogiaram-no até ao dia em que o derrubaram, quando os seus interesses estavam em causa pela ameaça de bancarrota. O dinheiro fluiu nos contratos swap, usados e abusados pela governação socialista, e as PPPs contaram com considerável entusiasmo da banca nacional e internacional. Compreende-se porquê, quando mais tarde se veio a saber detalhes dos contratos leoninos que deixavam milhões e milhões para pagamento num futuro que já era muito próximo.

O actual governo mereceu também da banca todos os elogios e retribuiu em espécie, impedindo que qualquer legislação que diminuísse os lucros da banca passasse no parlamento, ou ficando como penhor de bancos que em condições normais iriam à falência, mesmo numa altura em que já era difícil alegar crise sistémica. 

O governo actual manteve todas as práticas de co-governação com a banca e as instituições financeiras que já vinham do governo anterior, consolidando um efeito perverso, que não é apenas nacional, de permitir que os principais responsáveis pela crise dos últimos anos tivessem sido seus beneficiários principais.

Para além disso, mantém uma transumância de lugares e funções com a banca tanto mais reforçada quanto a sua relação com os “mercados” passava pela intermediação financeira quer em Portugal, quer fora, e a desertificação das chefias da função pública baseadas no mérito, atiradas para a rua pela demagogia do diminuir os “lugares de chefia”,  entregou áreas importantes do estado a consultoras financeiras e à advocacia de negócios. 
Os incidentes com secretários de estado que vinham da banca e do sistema financeiro e que se transmutavam da venda de swaps para negociadores de swaps, mostraram essa promiscuidade. E as decisões revelam como ninguém quer beliscar uma banca de onde veio, onde pode voltar a ir. A decisão de não ir a tribunal em nenhum caso mais grave de acordos leoninos quanto a PPPs e contratos swap, foi um dos maiores presentes que o actual governo ofereceu à banca. Os privados que usaram a justiça, ganharam em toda a linha, o estado encolheu-se perdeu muito.

As privatizações reforçaram esta promiscuidade, favorecendo uma captura do estado pelos interesses financeiros sem comparação com o passado. No passado, havia interesses industriais, agrícolas, manufactureiros, comerciais que partilhavam com a banca essa proximidade com o estado, o governo e os partidos do “arco da governação”. Agora, mesmo sectores em que as operações financeiras são relevantes, como a distribuição, não tem nem de perto nem de longe a promiscuidade com o poder político que tem a banca e por isso podem com maior liberdade falar criticamente.

Outro aspecto crítico, também atirado para debaixo do tapete é o papel de elite cleptocrática angolana que se exerceu também em Portugal através de uma colaboração estreita com a banca portuguesa que não se importou de contar malas de dinheiro trazidas meio às escondidas, meio com a complacência e colaboração das autoridades portuguesas, e assim permitir uma penetração na economia portuguesa, na comunicação social e na política.

Outra das coisas que se vão sabendo é como a gestão dos bancos se fazia como se o dinheiro que lá estava fosse pertença dos seus donos, gestores, administradores e dos seus amigos, ao  mesmo tempo que uma ríspida prepotência e intransigência é a norma de tratamento dos clientes e depositantes, a quem não se desculpa nada. Os milhares de casas, carros, empresas, bens que foram consumidos nesta voragem da “dívida”, que tornou famílias e pessoas solventes naquilo que nunca imaginaram que iam ser, insolventes, oferece um contraste flagrante com a prática reiterada de evasão e fuga fiscal dos mais ricos com dimensões muito significativas.

E é crime sem castigo, ou com leve castigo, porque não se percebe como banqueiros envolvidos em evasão fiscal e manipulação de contas (para usar o politicamente correto, porque se não fosse assim seriam falsificações de contas, contabilidades paralelas, “esquecimentos” de declarar ao fisco milhões de euros, uso quotidiano de off-shores para esconder operações financeiras, etc., etc.) não são imediatamente impedidos de exercerem actividades na banca, acto que depende dos reguladores, mesmo antes da justiça se pronunciar sobre os eventuais crimes cometidos, se é que vai alguma vez pronunciar-se.

A completa desresponsabilização sobre a crise dos últimos anos, desencadeada pelo sistema financeiro, mas de que no fim este veio a beneficiar, marca moralmente como uma doença a sociedade da crise em que vivemos. O que choca as pessoas comuns e é uma fonte enorme de descrença da democracia e de sentimento de injustiça propício a todos os populismos, é que ninguém imagina que um ministro, primeiro-ministro ou Presidente se fosse sentar à mesa com alguém que tivesse desviado uns poucos milhares dos seus impostos ou tivesse um restaurante, uma barbearia, ou uma oficina de automóveis em modo de “economia paralela”, enquanto todos os viram nos últimos anos, em plena crise, conviver agradecidos e obrigados com estes homens que aparecem agora nos jornais como se tendo “esquecido” de declarar milhões de euros ao fisco ou estando à frente de instituições bancárias que emprestaram a amigos e familiares muitos milhões de que não se sabe o rastro, e tinham contabilidades paralelas.

É por isto tudo que não aceito a culpabilização sistemática dos mais pobres e mais fracos e da classe média, por terem vivido “acima das suas posses”, mesmo quando não o fizeram. E mesmo quando havia uma casa a mais, um carro a mais, um ecrã plano a mais, um sofá a mais, um vestido ou um fato a mais, umas férias a mais, uma viagem a mais, recuso-me a colocar estes “excessos” no mesmo plano moral dos “outros”. 

Algum moralismo salomónico, que coloca no mesmo plano a corrupção dos poderosos e dos de cima com os pequenos vícios dos de baixo e do meio, tem como objectivo legitimar sempre a penalização punitiva de milhões para desculpar as dezenas. É por isto que esta crise corrompe a sociedade e vai deixar muitas marcas, mesmo quando ninguém se lembre de Portas e de Passos.

IN "PÚBLICO"
21/06/14


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225.UNIÃO


EUROPEIA
















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2-PÉROLAS


DA COPA





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VIII- COMO TUDO 


FUNCIONA

    3 - ALUMÍNIO

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1-PÉROLAS


DA COPA















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CHICO BUARQUE


CONSTRUÇÃO

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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Obra de arte macabra atrai turistas 

 Bonecas, em vários estados de degradação, penduradas pelo jardim atraem turístas. História por detrás da obra fascina quem lá passa. 


 A ‘Isla de las Munecas', ilha das bonecas em português, é uma obra de arte macabra e uma grande atração turística no sul da Cidade do México. Julian Santana Barrera, um artista mexicano, criou um santuário dedicado a uma menina que se afogou naquela zona há mais de 50 anos. 

O artista e ex-recluso, começou a sua obra há mais de 50 anos depois de encontrar uma boneca a boiar num canal, poucos dias depois do corpo da criança ter sido encontrado no lago. Reza a lenda que Barrera acreditava que o espírito da menina estava aprisionado naquela boneca. Levou-a consigo e pendurou-a no seu jardim, mas começou a achar que a boneca o estava a assombrar. Para apaziguar o ‘espírito' da boneca e da menina que nela habitava, o artista resolveu juntar mais bonecas. 

Foi assim, que o seu jardim se encheu de brinquedos. Ao longo dos anos, os turistas curiosos e fascinados com a lenda, levaram centenas de bonecas para o jardim de Barrera. Vários moradores chegaram a afirmar que durante a noite, as bonecas sussurravam. O destino de Barrera não foi melhor do que o da menina que perdera a vida no lago. O artista viria a morrer em 2001, depois de ter caído mesmo lago. 

* Simplesmente macabro e ridículo.

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O JOGO ANTES DO JOGO

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HOJE NO
  "i"

Incluir no PIB prostituição e drogas
. suscita reservas éticas e técnicas

Associações e investigadores questionam fiabilidade dos novos métodos de contabilização e criticam visão economicista destas actividades
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Melhorar as estimativas de cálculo do impacto que actividades como a prostituição, o tráfico de droga ou o contrabando têm no produto interno bruto (PIB) é uma tarefa complexa. Há quem tema mesmo que as recentes orientações do organismo de estatística europeu, o Eurostat, para que os estados-membros da União Europeia passem a incluir a partir de Setembro no seu PIB projecções sobre o peso dessas actividades, não só não reflictam a realidade como conduzam a uma lógica proibicionista e persecutória, em vez de relançarem o debate sobre a regulamentação do trabalho sexual e das drogas leves. 
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O sociólogo Bernardo Coelho, investigador do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES) e especialista na temática da prostituição, considera que estas novas projecções, resultantes de simulações e hipóteses e com uma representação estimada de 0,4% do PIB (676 milhões de euros), são um paradoxo, uma vez que as regras do Eurostat passam a vigorar em países onde existem políticas de criminalização da prostituição. "Fazer uma coisa sem fazer a outra é completamente inaceitável", afirma em declarações ao i.

O economista Filipe Garcia lembra que as regras de cálculo do PIB já contemplavam a contabilização de actividades irregulares e ilegais e que o que se pretende agora é melhorar os métodos estimativos para aferir o seu contributo para a riqueza nacional. "Tudo o que possa contribuir para um cálculo mais apurado do PIB é positivo", explica o economista da IMF - Informação de Mercados Financeiros, embora reconheça que "a contabilização das actividades denominadas ENO - Economia não observada - recorre a métodos indirectos que agregam observação com pressupostos sobre a realidade". São estes pressupostos que são questionados por Bernardo Coelho. "Como é que uma actividade que é tratada como uma actividade subterrânea pode ser contabilizada? Só pode ser contabilizada tendo por base os relatórios policiais, dados oficiais, e a partir daí fazer uma estimativa estatística. Se fizerem uma rusga e detiverem trabalhadores e clientes, vão contabilizando isso e fazer alguma extrapolação do que seria de esperar da contribuição da prostituição para a riqueza nacional. 

Aí está aberto o caminho é para um aumento da repressão." 

O investigador refere que o que se está a desenhar é uma "lógica abolicionista, proibicionista, criminalizadora da prostituição", desde logo porque a prostituição aparece associada a actividades criminosas que nunca vão ser legalizadas. "Podem estar aqui actividades como o tráfico de armas, que nada têm a ver com a prostituição, ou outro tipo de actividades ilegais, e é aí que ela é colocada", alerta. 

Também Joseph Silva, da Marcha Global da Marijuana Lisboa (MGM), organização que defende a legalização da canábis, entende que esta nova metodologia representa um cálculo "fictício" das contas públicas, já que o Estado não tem instrumentos para contabilizar a riqueza gerada pelo tráfico. "Toda a contabilidade que se vá fazer basear-se-á em estimativas, que não corresponderão à totalidade da realidade mercado, simplesmente porque é um mercado protegido pela clandestinidade." Para a MGM, estas orientações reforçam ainda "o falhanço da política proibicionista" que tem vindo a ser seguida pelo governo, mantendo o problema e conduzindo ao seu agravamento. 

Questionado pelo i sobre se os novos cálculos poderão relançar, pelo menos, o debate sobre a legalização das drogas leves, Joseph Silva mostra-se céptico, mas ressalva que dependerá da forma como se analisarem estes resultados. "Se olharmos para o contributo, com base nos resultado já obtidos para a contabilidade nacional com o mercado ilegal e da projecção futura possível que se poderá fazer já num mercado legal, e em que os resultados nos dirão que os ganhos para a economia nacional serão maiores do que são agora, podemos dizer que sim, que favorecerá a legalização". No entanto, ressalva que, se a linha seguida politicamente fosse a de ganhos para o PIB através da legalização, "não estaríamos a levantar esta questão, porque há muito que já teria sido legalizado".
Ainda que cauteloso, João Goulão, director do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD), admite que esta nova forma de contabilização possa relançar a discussão, sobretudo porque surge numa altura em que começam a aparecer novos modelos regulamentares. 

"Penso que não é possível iludir esse debate neste momento. Até agora temos todos funcionado num paradigma proibicionista e há experiências no Uruguai e em alguns estados dos Estados Unidos em que se entra num paradigma de regulação. Tal como outros países seguiram com muita atenção a experiência descriminalizadora de Portugal, penso que é a nossa vez de acompanharmos essas experiências, que estão a ensaiar uma nova via. Que resultados e impacto têm nos níveis de consumo, nos problemas de saúde ocasionados por esse consumo, ao nível da criminalidade e no possível arrecadar de receitas fiscais? É preciso avaliar com rigor todas estas vertentes e talvez essas experiências possam vir a ser inspiradoras para outros países", defende. 

Já no caso da prostituição, o modelo que começa a ressurgir é o da abolição da actividade, com base na experiência do Norte, que assenta na criminalização dos clientes e que inspirou a aprovação recente pelo Parlamento Europeu de uma recomendação aos estados-membros no sentido de criminalizar a compra de serviços sexuais a prostitutas com menos de 21 anos, que Portugal rejeitou. 

O sociólogo considera que essa recomendação não previne o problema do tráfico nem resolve o problema da exploração sexual como é advogado, considerando abusiva a confusão entre as duas realidades e alertando para uma maior marginalização da prostituição com esse tipo de medidas. "É essa a avaliação que se vai fazendo da experiência, nomeadamente na Noruega, desde que foi implementada a criminalização dos clientes. 

A prostituição perdeu visibilidade mas não desapareceu. Significou perda de condições para quem se prostitui." Por essa razão, a APDES, membro fundador da Rede sobre Trabalho Sexual, entende que a inclusão desta actividade nos cálculos do PIB deveria "beneficiar a transição do trabalho sexual para o mercado de trabalho formal, conferindo aos trabalhadores do sexo direitos e deveres", e não reflectir apenas "uma perspectiva simplista e desumana do fenómeno, por considerar apenas dimensões financeiras". 

"O facto de se tratar de um mercado paralelo, remetido à marginalidade e à invisibilidade, não permite estimar o número real ou aproximado de pessoas que se movimentam neste sector e o seu consequente impacto económico. O enquadramento legal do trabalho sexual deverá promover melhores condições laborais e de vida e o acesso a direitos laborais por parte destas populações e fornecer indicadores que permitam uma aproximação à real expressão do fenómeno, como o número de trabalhadores, de clientes atendidos ou preços praticados." 

Bernardo Coelho diz, por isso, que esta nova contabilidade do PIB vai afectar sobretudo a prostituição de rua, por ser a mais exposta, e talvez algumas casas de alterne. "Há toda uma panóplia de outras formas de prostituição que são muito difíceis de contabilizar se a prostituição não for profissionalizada. O que me preocupa mais nem é dificuldade metodológica do cálculo da prostituição no PIB, é o que está por detrás, tratar isto como uma actividade ilegal e criminosa. Por si só esta medida, que é uma medida estatística, não traz abertura suficiente para que se possa pensar uma transformação do enquadramento jurídico normativo da prostituição e se houver poderá ser no sentido da criminalização do cliente", remata. 

* A economia,  tal com é agora exercida, é uma desumanidade. Se a prostituição for considerada crime têm de ser julgados todos os governantes que promoveram a  marginalização das pessoas envolvidas. Não se é puta por prazer!


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 1-DO FUNDO DO MAR

 Murex pecten

Seila crocea


 Hemilienardia ocellata

 Chicoreus laqueatus



 Angaria sphaerula

Pterynotus loebbeckei




























 
 Lienardia species


 Cochlespira cedonulli



Pteropurpura graagae


 Scalptia textilis



Lienardia Sp


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HOJE NO
  "A BOLA"

Bruno Rocha vence 
Taça de Portugal de Pool

Bruno Rocha, do Grupo Desportivo Nazarenos, conquistou a Taça de Portugal de Pool da época 2013/2014.
 
Na final da competição, que se disputou no Hotel Golfe Mar, no Vimeiro, o jogador do Grupo Desportivo Nazarenos levou a melhor sobre Tiago Sousa que, curiosamente, é seu colega de equipa no clube da Nazaré.

O jovem leiriense venceu por 6-1 e arrecadou, de forma brilhante, o segundo título mais importante do calendário nacional da modalidade.

Nas meias-finais da prova, Bruno Rocha havia eliminado Nuno Barros (Gastromadeira), por 6-3, o mesmo resultado alcançado por Tiago Sousa sobre João Grilo (Benfica).

Depois da Taça de Portugal, disputam-se, este sábado e domingo, os campeonatos nacionais individuais da 1.ª e 2.ª Divisões.

Para o próximo fim-de-semana, e no mesmo local, está agendada a competição por equipas. 
 
* O snooker é em Portugal uma modalidade desprotegida, apesar do empenho dos seus atletas pouco são falados.


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 INDA NÃO ERA HORA

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HOJE NO
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Portugal é o país com mais mães 
com filhos menores de seis anos 
a trabalhar a tempo inteiro

Portugal é o país com o maior número de mães com filhos até aos seis anos a trabalhar a tempo inteiro e um dos países em que os avós cuidam mais dos netos, revela um estudo europeu.


O estudo "A prestação de cuidados pelos avós na Europa", faz uma análise comparativa sobre as políticas familiares e a sua influência no papel dos avós enquanto prestadores de cuidados infantis na Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Grécia, Itália, Holanda, Espanha, Suécia, Suíça, Portugal, Espanha Itália e Roménia.

Segundo o estudo, a que a agência Lusa teve acesso, mais de 40% dos avós dos países europeus analisados prestam cuidados aos netos sem a presença dos pais, sendo que os países do sul da Europa, Portugal, Espanha, Itália e Roménia, são os que apresentam uma maior percentagem de avós a cuidar de netos a tempo inteiro. 

Os autores do estudo explicam que nestes quatro países "as prestações sociais pagas aos pais e às mães que ficam em casa são limitadas" e "há pouca oferta de estruturas formais de acolhimento de crianças e poucas oportunidades das mães trabalharem a tempo parcial". 

Entre os países estudados, Portugal apresenta "a mais elevada percentagem de mães com filhos com idades inferiores aos seis anos que trabalham a tempo inteiro". 

Em Portugal, Espanha, Itália e Roménia, as mães trabalham frequentemente mais de 40 horas por semana, adianta o estudo financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, que será apresentado na terça-feira em Lisboa

O estudo atribui esta "maior dependência dos cuidados intensivos prestados pelas avós" há pouca oferta de estruturas formais de acolhimento de crianças a preços acessíveis. 

Com exceção da Roménia, nestes países há menos avós a prestar cuidados ocasionais ou menos intensivos sem a presença dos pais. 

Os países com maior recurso a estruturas formais de acolhimento de crianças (Suécia e Dinamarca) são os que apresentam as percentagens mais reduzidas no que se refere à prestação de cuidados infantis intensivos pelas avós. 

A investigação adverte que, tendo em conta que as avós entre os 50 e os 69 anos "que não exercem empregos remunerados são as que apresentam maiores probabilidades de prestar cuidados infantis, os planos dos governos europeus para o aumento das idades de reforma e da participação feminina na vida profissional em idades mais avançadas são suscetíveis de entrar em conflito com o papel dos avós no que se refere à prestação de cuidados infantis". 

Para os autores do estudo, "isto terá implicações significativas ao nível da participação das mães mais jovens no mercado de trabalho e na obtenção de pensões e de segurança financeira por parte das mulheres de meia-idade". 

O estudo refere também que Portugal tem assistido a um aumento dos agregados familiares de avós com três gerações, enquanto a Inglaterra e o País de Gales, França e Alemanha Ocidental têm assistido a uma diminuição da percentagem de adultos com 35 ou mais anos a viver neste tipo de família. 

"Tanto os agregados familiares de avós com três gerações como os sem continuidade geracional estão associados à pobreza e falta de recursos socioeconómicos em todos os países estudados", salienta. 

Os adultos que vivem em agregados familiares com avós apresentam maiores probabilidades de serem mulheres, divorciadas, viúvas ou separadas, com níveis de instrução mais baixos e economicamente inativas, "o que é particularmente notório nos que vivem em agregados familiares de avós sem continuidade geracional". 

* Somos um país cheio de peneiras por pertencer à UE, no que respeita à protecção da criança e da mãe, estamos pouco acima do nível do terceiro mundo

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LEVITAÇÃO
Bairon Rivera
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HOJE NO
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Ministro da Justiça alemão 
quer desmantelar a Google

Numa entrevista publicada este sábado, o Ministro da Justiça alemão Heiko Maas defendeu a possibilidade de desmantelamento do Google, o gigante da internet dos Estados Unidos. 
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O domínio da Google na web "não faz sentido do ponto de vista económico, não é saudável", argumenta o social-democrata em entrevista ao Frankfurter Allgemeine Zeitung (FAZ).

"Se o Google está a abusar da sua posição dominante para excluir sistematicamente concorrentes (...) algo como um desmantelamento deve ser considerado", disse o ministro citado pela AFP, repetindo uma ideia já colocada por Sigmar Gabriel, Ministro da Economia germânico.

Maas exige ainda a construção de uma "lei internacional de redes", no entanto admite nas colunas do jornal alemão que utiliza os serviços do Google "todos os dias e de forma exorbitante". "Infelizmente, eu sou parte do problema", acrescenta.

*  Somos milhões parte do problema.

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