sexta-feira, 27 de junho de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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OBRIGADO A LFA


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O QUE NÓS


CRESCEREMOS!



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  ATÉ 2030


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HOMENAGEM



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10  SITUAÇÕES QUE SÓ AS 

PESSOAS SÓBRIAS ENTENDEM


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HOJE NO
  "RECORD"

Carlos Sá: 
«Acabei por decidir voltar à Badwater»

O português Carlos Sá confirmou esta sexta-feira que vai participar na ultramaratona Badwater, nos Estados Unidos, onde vai defender o título conquistado em 2013. "Não estava previsto participar este ano, mas acabei por decidir voltar, porque senti que as pessoas, tanto cá em Portugal como nos Estados Unidos, queriam muito que eu estivesse presente, e achei que devia corresponder.
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Seguramente, vai ser um dos meus grandes momentos do ano", afirmou Carlos Sá, em declarações à agência Lusa.

A Badwater é considerada uma das ultramaratonas mais difíceis do Mundo, contemplando um percurso de 135 milhas (217 quilómetros). Disputada na zona do Vale da Morte, na Califórnia, a corrida inicia-se na baía de Badwater (86 metros abaixo do nível do mar) e termina no monte Whitney (4.421 metros de altitude), os pontos mais alto e mais baixo do território norte-americano.

"Com a Badwater, fechei o meu calendário para 2014. Depois, vou participar no Ultra Trail du Mont Blanc (168 quilómetros nos Alpes, entre 29 e 31 de agosto), na Jungle Marathon (254 quilómetros, entre 05 e 11 de outubro, na Amazónia) e nos Mundiais de ultramaratona (24 horas, em Taiwan). Espero que seja um ano tão bom ou melhor do que o de 2013", referiu Carlos Sá.

O ultramaratonista natural de Vilar do Monte, em Barcelos, reconheceu a dificuldade de estabelecer um objetivo concreto para a Badwater, mas assumiu a ambição de conseguir um lugar no pódio. "É difícil prever qualquer resultado para uma prova de 217 quilómetros e que é disputada em condições climatéricas tão adversas.

A minha preparação começa com algum atraso, porque estou só a três semanas da corrida, mas já estou a realizar trabalho específico e estou confiante de que a experiência que adquiri no ano passado pode servir para atenuar alguma falta de preparação. Vou com a expetativa de conseguir um lugar entre os três primeiros. Acabar uma prova destas já é uma vitória e se eu conseguisse vencer novamente era ouro sobre azul", explicou.

Em julho de 2013, Carlos Sá concluiu os 217 quilómetros da Badwater em 24:38.16 horas, seguido do australiano Grant Maughan a 15,01 minutos e do mexicano Oswaldo Lopez a 48,47. Em abril último, Carlos Sá foi o melhor não africano na 29.ª edição da Maratona das Areias, ao repetir o quarto lugar de 2012, na ultramaratona por etapas disputada no deserto do Saara, em Marrocos.

Segundo o próprio, este resultado provou que já tinha debelado os problemas físicos que o afetaram no início do ano, tendo, desde então "treinado em crescendo, sem muita carga, nem muitas provas". O ultramaratonista luso assumiu-se "culpado" pela crescente adesão às corridas de montanha e aos "trails" em Portugal. "Sem dúvida, mas isso acontece e aconteceu em muitas modalidades, como foi o caso da 'explosão' do montanhismo, com o destaque obtido pelo João Garcia, e até nas modalidades técnicas do atletismo, com os sucessos do Nelson Évora e da Naide Gomes.

Ou seja, sempre que há campeões, a população é alertada para estas modalidades, acabam por experimentar e gostam, porque percebem que as ajudam a sentirem-se felizes. Eu sinto essa responsabilidade, por isso apadrinho muitas provas e organizo outras, para que as pessoas tenham oportunidade de conhecer as corridas em natureza, que são o desporto que mais cresce no Mundo e isso é fantástico", rematou Carlos Sá.

* Só de pensar na  Badwater temos vontade de chamar o "112", é preciso ser louco e ter muita coragem.


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OFUTURO



2050-2075


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HOJE NO
  "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Penas de 5 a 9 anos de prisão 
para violadores de prostitutas

O Tribunal Judicial de Braga condenou a penas de entre cinco e nove anos de prisão quatro homens acusados da violação e sequestro de uma prostituta naquela cidade, em julho de 2013.
Os arguidos têm ainda de pagar 30 mil euros à vítima, de 19 anos.

Os factos registaram-se na madrugada de 5 de julho, quando a jovem se estava a prostituir na área da rotunda da Rodovia, em Braga.


Foi abordada por dois dos arguidos, que lhe disseram que queriam manter com ela relações de sexo pago.

Seguiu de carro com um deles, sendo conduzida até à zona do santuário do Sameiro, onde se encontravam mais sete indivíduos.
Aí, segundo o acórdão, foi violada por quatro deles, que depois andaram com ela às voltas, de carro, pela cidade.

Chorava e pedia que a libertassem, mas eles, para a intimidar, exibiram-lhe um objeto parecido com uma arma de fogo. 

A julgamento compareceu apenas um arguido, que na altura ficou em prisão preventiva e que agora foi condenado a nove anos.

Os outros três, que tinham ficado sujeitos apenas a apresentações periódicas na polícia, deixaram de cumprir aquela medida de coação, encontrando-se em parte incerta.

Foram julgados à revelia, tendo um sido condenado a oito anos de prisão e os outros dois a cinco anos cada um.

*  Violadores, menos de 20 anos é pouco. Prostituta é pessoa!


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15-UM POEMA

POR SEMANA
  
FERNANDO 

 PESSOA


POEMA DO


MENINO JESUS




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dito por


MARIA BETHANIA




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HOJE NO
  "JORNAL DE NEGÓCIOS"

O que levou a PT a comprar dívida de 
uma empresa da família Espírito Santo?

A compra por parte da PT pode não ter contrariado regras internas da operadora. No entanto pode ter implicações reputacionais. O Negócios explica, em poucas palavras, porquê. A Portugal Telecom subscreveu 900 milhões de euros em papel comercial da Rioforte, uma empresa do grupo Espírito Santo.

Alexandra Machado, editora do Negócios, explica, em poucas palavras, as razões dadas pela PT para essa subscrição e porque pode esta operação atingir reputacionalmente a operadora.


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* A jornalista Alexandra Machado esclareceu.


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EVA GASPAR

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O lado H da 
concorrência fiscal

A Irlanda tem funcionado como uma espécie de máquina do tempo para Portugal. A origem da crise e a capacidade de gerar consensos políticos e sociais são comprovadamente distintas, mas seis meses depois da saída da troika talvez seja útil voltar a dar uma olhada ao que lá se passa para tentar ler as linhas do nosso futuro.
Embora numa proporção menor do que por cá, os sectores público e privado continuam sobre-endividados. No primeiro relatório pós-troika, divulgado pelo FMI nesta quarta-feira, o elevado crédito malparado (12% do total concedido) nas contas de um sector bancário que se mexe à custa das muletas do Estado persiste como uma bomba-relógio sobre a ainda frágil recuperação da economia irlandesa e sobre a sustentabilidade da dívida pública, muito próxima dos 130% do PIB que temos cá.

Sem grande capacidade para alimentar o crescimento pela procura interna, a Irlanda têm-se voltado ainda mais para fora: as exportações representam hoje 110% do seu PIB – em Portugal estão num valor historicamente elevado, mas que é menos de metade: 40%.

Boa parte das exportações irlandesas são fruto da tradicional capacidade de atracção de investimento estrangeiro. Falar a língua franca do planeta é um activo precioso; ter uma diáspora dinâmica e endinheirada enraizada na maior economia do mundo, também; e contar com gente relativamente jovem e qualificada, idem aspas.

Mas o íman que puxa para a ilha multinacionais de todo o mundo, sobretudo norte-americanas, tem um número: 12,5%, uma taxa quase paradisíaca de IRC, que desce vertiginosamente quando convertida em taxa efectiva. Aproveitando falhas voluntárias e involuntárias da legislação fiscal nacional mas também de vários territórios alheios, designadamente dos dependentes da vizinha Coroa britânica, as multinacionais instaladas na Irlanda pagarão, de facto, uma taxa ridícula de 3,8% de imposto sobre os seus lucros, segundo os cálculos apresentados ontem aos parlamentares irlandeses por Jim Stewart, professor no Trinity College, especializado em evasão fiscal.

Dito de outro modo, quase 40 mil milhões de euros escapam anualmente ilesos mesmo perante um dos mais benévolos sistemas tributários do mundo. E este é o lado Horrível da concorrência nos impostos: gera emprego, é verdade,  mas a prazo apenas beneficia verdadeiramente um punhado de grandes empresários viciados (no mínimo) em planeamento fiscal que muitas vezes equivale a ajudas de Estado, essas, sim, severamente reguladas na União Europeia.

A solução para combater o "zapping" fiscal como écran para a evasão é mundial, e é tremendamente complexa de acordar e mais ainda de implementar com rigor. Mas como o óptimo é inimigo do bom, seria fantástico que houvesse um mínimo de harmonização efectiva ao nível da União Europeia: do método de cálculo da base tributável (assunto há décadas na agenda de Bruxelas, mas há outras tantas logo metido na gaveta pelos ministros europeus das Finanças), mas também das taxas aplicáveis.

Há na Europa quem, depois de o ter querido fazer em 2011 aquando do programa de assistência financeira, queira agora condicionar a possibilidade de uma nova renegociação dos termos de pagamento dos empréstimos europeus à Irlanda à revisão da sua taxa de IRC. Não faltará quem venha falar de chantagem. A confirmar-se, sê-lo-á; mas só até certo ponto: na guerra fiscal entre Estados não há contribuintes cumpridores vencedores.

Para Portugal, que precisa de como pão para a boca de atrair capital e de manter o pouco que cá tem, essa é uma batalha urgente e vital, na qual tem de estar disposto a lutar - provavelmente agora em campo oposto ao da Irlanda.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
19/06/14


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224.UNIÃO


EUROPEIA















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HOJE NO
  "DESTAK"

MP acusa 5 ex-administradores do BPP
 de falsidade informática e 
falsificação de documento 

 O Ministério Público (MP) acusou cinco ex-administradores do Banco Privado Português (BPP) pela prática de vários crimes de falsidade informática e um de falsificação de documentos, em factos ocorridos entre 2001 e 2008, informou a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa. 


Segundo a acusação do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, com a sua conduta, os arguidos "colocaram em causa a segurança, a credibilidade e a força probatória que os registos informáticos e os documentos produzidos a partir dos mesmos - nomeadamente os contabilísticos, certificados por revisor oficial de contas e divulgados pelo Banco de Portugal -, merecem". 

Segundo o Ministério Público, a investigação de outros factos suscetíveis de configurarem a prática de ilícitos criminais "prossegue autonomamente".

* A fina flor da elite bancária.

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12-ARQUITECTURAS


NO MUNDO


BERLIM


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HOJE NO
  "i"

Responsável não acredita que 
a actual direcção do partido 
ganhe as eleições legislativas
 

O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, disse hoje não acreditar que a atual direção do PSD ganhe as eleições legislativas agendadas para 2015 e defendeu que se devia discutir a liderança do partido. 


"Temos aqui no Continente uma situação engraçadíssima. Há um partido [PS] que ganha as eleições [Europeias] e está-se a discutir o líder do partido, mas eu não tenho nada com isso. 

E no partido que perde, que se devia estar a discutir quem é que se vai apresentar às eleições, ninguém discute nada, está bem assim. Isto é que é instabilidade política", referiu Alberto João Jardim, durante a apresentação do estudo intitulado "O Deve e o Haver das Finanças da Madeira, nos séculos XV a XXI", que decorreu na Casa da Madeira, em Lisboa. 

Questionado sobre se devia haver discussão da liderança do partido, Jardim respondeu afirmativamente. "Sim, acho que se for a uma casa de apostas e disser que esta direção nacional do PSD ganha as eleições em outubro de 2015, eu acho que vai fazer ali uma aposta que, se der, vai receber muito dinheiro. Como sabe, quanto menos eventuais as coisas são, mais dinheiro se ganha na aposta". 

O líder do Governo Regional da Madeira falava durante a apresentação do estudo intitulado "O Deve e o Haver das Finanças da Madeira, nos séculos XV a XXI", que tem como objetivo repor "a verdade histórica das relações financeiras entre o Estado Português e a Região Autónoma" e "desmontar" a ideia de "despesismo". 

Sobre a possibilidade de realização de eleições antecipadas, Alberto João Jardim foi mais cauteloso.
"Neste momento o PSD deve fazer uma reflexão que não é contra seja quem for, mas uma reflexão realista. Estamos a um ano de eleições, os conselhos nacionais são todos muito bonitos - eu não ponho lá os pés há muitos anos -, mas penso que é preciso fazer uma reflexão no seio do PSD de qual será a melhor solução para ir às urnas em outubro de 2015", defendeu Jardim, que deixou um vaticínio. 

"Suceda o que suceder no Partido Socialista, a verdade é que essa reflexão vai ser feita", disse, acrescentando que lhe dá "vontade de rir" ao ver o partido vencedor das eleições Europeias a "fazer esse tipo de aventuras", referindo-se à luta interna entre António Costa e António José Seguro. 

Questionado sobre se seria candidato à liderança do PSD nacional, Jardim disse não acreditar que haja eleições no partido. 

"Não vai haver eleições no PSD. Eu falei de reflexão, e estas coisas não assentam em voluntarismos. Vamos fazer uma reflexão dentro dos partidos. Os partidos não podem continuar assim. O povo sente-se desesperado e vai continuando a pensar no PC, PS, PSD e CDS e não sai disto. É preciso acabar com esta pescadinha de rabo na boca", defendeu o líder do Governo Regional da Madeira. 

Alberto João Jardim deixou ainda a garantia de que vai marcar presença no Conselho de Estado marcado pelo Presidente da República para 03 de julho. 

* Concordamos que o PSD deve tentar arranjar alguém mais inteligente para liderar o partido mas Jardim não é  recomendável, até estoirou agora com 500 milhões de euros para nos contarem a história de que a Madeira não é despesista, 500 milhões.


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CHICO BUARQUE


MARIA BETHANIA


SEM FANTASIA



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HOJE NO
  "A BOLA"
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Fã esperou por Ronaldo na cama do hotel
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Cristiano Ronaldo não terá ganho para o susto depois do treino de quarta-feira da Seleção Nacional, em Brasília, o último antes do jogo com o Gana.

A razão é simples. Um jovem brasileiro de 15 anos conseguiu ludibriar a segurança, trepou até ao telhado do hotel, entrou no quarto de CR7 e...deitou-se na cama do português.

Yago Leal, assim se chama o jovem intruso, relatou ao Globoesporte o encontro surpresa com o capitão de Portugal.

«Deitei-me na cama dele porque sabia que ele iria deitar-se ali. Quando ele chegou, eu estava lá dentro. Ele foi gente boa comigo. Disse que era melhor eu ir embora, mas disse que não ia chamar a segurança», contou.

Yago Leal regressou a casa com os desejados autógrafos e ainda conseguiu tirar uma fotografia com o melhor do mundo. O atrevimento valeu a pena...
1- Cadê a segurança? Digam o nome do hotel para nunca lá nos instalarmos.
2 - Mais uma vez o Cristiano revela o seu lado humano, o intruso estaria sujeito a sarilhos caso fosse chamada a segurança, esta também seria posta em causa.


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SEALEG

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Um projecto russo para um barco anfíbio
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 HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
DA MADEIRA"

Restrição nas visitas no hospital é 
"favor às clínicas privadas"

As novas regras de visitas e acompanhamento de doentes, sobretudo no que diz respeito a crianças e a grávidas, são classificadas, por Mário Pereira, como "um favor que a administração do Hospital Nélio Mendonça faz às clínicas privadas, onde não há estas restrições".

O deputado do CDS-PP deu uma conferência de imprensa para apresentar um diploma que o seu partido entregou na Assembleia Legislativa da Madeira que adapta à Região a legislação nacional sobre os direitos dos utentes.

Mário Pereira recorda que os utentes dos hospitais têm direitos no que diz respeito a visitas, nomeadamente a possibilidade de os pais assistirem aos partos e as crianças internadas terem acompnhamento permanente.

O deputado recorda que a administração do hospital, presidida por Miguel Ferreira, decidiu, há alguns anos, adoptar uma liberalização total das visitas, contra a opinião de vários médicos que alertavam para o desconforto dos doentes e a possibilidade de aumento das infecções hospitalares.

"A actual gestão do hospital é bipolar, passa de 8 para 80 sem haver ponderação", lamenta o deputado, também ele médico, que contesta a decisão recente de aplicar fortes restrições às visitas.

O CDS-PP, além do diploma que deu entrada na ALM, pede aos utentes que obriguem o hospital a respeitar os seus direitos consagrados na lei.

* Por vezes, em vez de dirigentes há mandantes!


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À PROCURA NA WEB
 DE UM NAMORAD0 













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 HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Portugal com défice de 6% 
no primeiro trimestre

As administrações públicas começaram o ano com um défice de 6% do PIB, mostram os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
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O défice orçamental na óptica da contabilidade nacional - a que interessa a Bruxelas - somou cerca de 2,4 mil milhões de euros nos primeiros três meses do ano. Ou seja, o equivalente a 6% do PIB no mesmo período.

É um valor ainda longe da meta de 4% do PIB acordada com a 'troika' para o conjunto de 2014, mas que fica bastante abaixo dos 10% registados no primeiro trimestre do ano passado.


O número é também maior do que era esperado pela UTAO - Unidade Técnica de Apoio Orçamental -, que apontava para um défice em contabilidade nacional de 5,6% no primeiro trimestre. A UTAO frisava que esse valor, quatro décimas acima do publicado hoje, não iria colocar em causa a meta para este ano.

Os dados foram publicados hoje pelo INE, nas contas nacionais trimestrais por sector institucional relativas ao primeiro trimestre, em que a economia cresceu 0,3% em termos nominais e que o Rendimento Nacional Bruto também aumentou 0,2%. Apesar de o o rendimento da nação ter aumentado, as remunerações recebidas pelas famílias recuaram ligeiramente em termos homólogos: uma quebra na ordem dos 0,3% face ao primeiro trimestre do ano passado.

Os números mostram também que, apesar de a poupança continuar a subir na economia portuguesa, o excedente externo recuou ligeiramente, de 1,9% no final do ano passado para 1,7%, devido sobretudo ao aumento do investimento.

À medida que a economia começa a estabilizar, nota-se o impacto no comportamento dos agentes económicos. E se no caso das empresas isso signifca um pouco mais de investimento, no caso das famílias nota-se um aumento do consumo. Por isso, a poupança das famílias caiu ligeiramente, até aos 11,9%, "devido sobretudo ao aumento da despesa de consumo final", refere o INE.

Apesar de mais consumo e mais investimento, o sector privado continua a reduzir o seu nível de endividamento. As necessidades de financiamento de famílias e empresas reduziram-se 682,7 milhões de euros entre o final do ano passado e os primeiros três meses de 2014, situando-se agora em 4,7% do PIB.

* A clarividente ineficácia de quem nos governa, uns trastes, queríamos dizer tristes.

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DEDICAÇÃO POLICIAL

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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Detidos responsáveis de empresa
 de segurança privada 
Operação no âmbito de atividade ilegal. 

Dois responsáveis de uma empresa de segurança privada foram detidos pela Polícia Judiciária durante uma operação no âmbito da atividade ilegal da firma. 


Através da Unidade Nacional Contra Terrorismo, no âmbito de inquérito relativo a crimes de associação criminosa, natureza fiscal e branqueamento de capitais, em inquérito titulado pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), efetuou uma operação policial dando execução a vários mandados de busca domiciliária, não-domiciliária e em estabelecimentos bancários, nas regiões de Leiria, Nazaré e Póvoa de Varzim, e ainda de dois mandados de detenção

 As buscas, que contaram com a participação de técnicos superiores da Autoridade Tributária, incidindo sobre as residências dos suspeitos, bem como às instalações de empresa dedicada à atividade de segurança privada, permitiram ao Gabinete de Recuperação de Ativos (GRA) da PJ a apreensão de centenas de milhares de euros em numerário, para além de várias viaturas topo de gama, uma embarcação, bem como de vários prédios urbanos. 

Para além das detenções efetuadas, foram constituídos como arguidos vários indivíduos integradores da associação criminosa, cuja atividade, através desta ação, foi interrompida. 

Os dois arguidos detidos foram presentes a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Central de Instrução Criminal, tendo-lhes sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva. 

* A coberto deste tipo de actividade há muita pirataria que prejudica quem, no sector, trabalha com seriedade.


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À PROCURA NA WEB
 DE UMA NAMORADA 














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HOJE NO
"OBSERVADOR"

30 deputados do PS 
não querem dia do peregrino

 PSD e CDS aprovaram o dia 13 de outubro como o dia nacional do peregrino. Mas depois de o Governo ter acabado com feriados - religiosos e civis - várias vozes do PS levantaram-se contra.

A instituição do dia nacional do peregrino, a ser celebrado a 13 de outubro, foi esta sexta-feira a votos na Assembleia da República, tendo sido aprovada pela maioria. A votação, no entanto, foi controversa e mereceu quatro votos contra da bancada do PS e 26 abstenções socialistas. PCP, Bloco de Esquerda e Os Verdes também se abstiveram, com os comunistas a apresentarem inclusivamente uma declaração de voto.
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PEREGRINO IRREVOGÁVEL

Depois de uma votação difícil para a mesa, que teve de repetir a contagem três vezes, os números ficaram claros, mostrando uma divisão no partido socialista: 26 deputados abstiveram-se, 4 votaram contra, o que significa que 44 votaram a favor, ao lado do PSD e do CDS.

A proposta foi elaborada em conjunto pelas bancadas do PSD e CDS-PP e foi discutida na quinta-feira em plenário. De acordo com os deputados da maioria, o dia apontado é o dia 13 de outubro, por ser um dia já celebrado anualmente por milhares de católicos que se dirigem a Fátima nessa data a pretexto do Milagre do Sol. Para PSD e CDS o “ato de peregrinar” vai para além da condição religiosa e tem “uma dimensão social, cultural e económica que se deve valorizar”.

Isabel Moreira foi uma das deputadas socialistas que votou contra. Na sua página de Facebook já tinha manifestado a sua insatisfação perante o diploma dos partidos da maioria, lembrando que foram eliminados feriados religiosos, assim como civis, e que, por isso, não faz sentido instaurar agora um da nacional religioso.

“Foram eliminados feriados religiosos. Foi eliminado o feriado da nossa independência. Foi eliminado o feriado de 5 de Outubro, sim, a República . Agora fazer o quê? Instituir o “dia do peregrino ” respeitando, diz-se, o peregrino cristão, judeu, muçulmano .. Mas a data é .. 13 de Outubro. Eu penso que se alguém ligar o canal Parlamento hoje de manhã e der com o plenário ocupado com a hipócrita consagração do dia do peregrino apanha um susto”, escreveu a deputada.

* Percebe-se a fantochada da maioria, a pouco tempo das legislativas já se ludribia o cidadão usando a fé dos crentes que não precisam de nenhum dia especial para o exercício da sua religiosidade. Aguardamos a institucionalização do dia do "político corrupto", não vislumbramos no entanto, nenhum espaço suficientemente amplo para a comemoração.


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