quarta-feira, 25 de junho de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS


COMPLAMOS!








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FÉZADA




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O PESO
DO ESTADO
EM PORTUGAL




CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"


Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrívelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Professor Valadares Tavares

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HOJE NO
  "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Portugal vai tentar acordo com Bruxelas
. na multa do serviço universal

A coima aplicada esta quarta-feira, 25 de Junho, pelo Tribunal Europeu de três milhões de euros por Portugal ter adjudicado à PT, em 1995, o serviço universal sem concurso público não pode ser alvo de recurso. Mas Sérgio Monteiro admite tentar acordo com Bruxelas para não a pagar.

O Estado português vai tentar que a coima aplicada no caso do serviço universal de telecomunicações não seja aplicada, assegurou esta quarta-feira, 25 de Junho, o secretário de Estado das Comunicações, Sérgio Monteiro. Ainda assim esta coima não é recorrível.

"Na medida do possível procuraremos que a multa possa não ser aplicada", garantiu num encontro com jornalistas, garantindo haver diálogo, para esse efeito, com a Comissão Europeia.

O Tribunal Europeu aplicou esta quarta-feira uma coima de três milhões de euros a Portugal por não ter atribuído, em 1995, o serviço universal através de concurso público.

Sérgio Monteiro diz, no entanto, acreditar que para a redução do valor da coima diária face ao pedido por Bruxelas "terá pesado o histórico irrepreensível de Portugal nos últimos três anos". O secretário de Estado afastou, por outro lado, responsabilidades deste Governo no processo. Mas admite que afecta a reputação do País.

* As diatribes dos vários governos de excelência que temos tido, o povo paga.


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DYSPNEA


SPRING/SUMMER

MERCEDES BENZ FASHION WEEK
AUSTRALIA
2014/2015






ALICE 


MCCAL


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AUSTRALIA




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HOJE NO
  "DESTAK"

Isaltino Morais admite escrever um livro
 a contar experiência na prisão 
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TRAZ SACO, NÃO AZUL.
O ex-autarca Isaltino Morais, que saiu da prisão em liberdade condicional na terça-feira, admitiu hoje à agência Lusa vir a escrever um livro a contar a experiência vivida ao longo dos 426 dias que passou na prisão da Carregueira.

 "É uma experiência que eu acho que deve ser contada, até por motivos pedagógicos", sustentou, acrescentando apenas, sobre o processo judicial, que respeita as decisões dos tribunais. 


* Nada de anormal, no país o que não falta são escritores burlões, até o Joaquim da "Amélia dos olhos doces" está constituído auguido no caso das obras de arte do BPN


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3-CONSENSO


FABRICADO

NOAM CHOMSKY





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HOJE NO
  "i"

DGS
Um em cada 10 doentes dos cuidados continuados tinha uma infecção em 2013

Na totalidade foram identificadas 344 infeções (11,3%)
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Um em cada 10 doentes de unidades de cuidados continuados tinha uma infeção associada a cuidados de saúde (IACS), revela um inquérito da Direção Geral de Saúde (DGS) relativo a 2013.

O inquérito de prevalência de infeção e uso de antimicrobianos nas unidades de cuidados continuados (UCC) incluiu 2.304 residentes, tendo em 317 sido registada uma infeção (IACS), o que que traduz uma prevalência de 10,4%.

Na totalidade foram identificadas 344 infeções (11,3%).

“Estes resultados não podem ser comparados diretamente com os de 2012 dado que foram introduzidas alterações nas definições de infeção urinárias”, lê-se no documento, no qual se indicou que os números de 2013 e de 2012 teriam o mesmo valor (8,1%) se fossem retirados os dados relativos a “infeção urinária provável”.

No relatório de 2013, as infeções mais frequentes são as das vias urinárias, com 17,5% infeções confirmadas e 20% infeções prováveis, seguindo-se infeções da pele e tecidos moles (26,2%) e as infeções respiratórias (21,2%).

O documento assinalou a prescrição de 311 antimicrobianos, que podem passar por antibióticos, antivirais, antifúngicos e antiparasitários, a 289 residentes (9,5%), com uma média de 1,1 antimicrobiano por doente.

Vinte e um residentes tinham prescrição de dois antimicrobianos e um deles estava a tomar três destes fármacos, que no total foram maioritariamente receitados pelo médico da unidade.

“No que se refere à organização das atividades de prevenção e controlo das infeções e resistências aos antimicrobianos, destaca-se que em cerca de um quinto das UCC não existia um profissional responsável por estas atividades”, refere o texto do inquérito, que nas suas recomendações incluiu o cumprimento do despacho sobre esta área.

“Tendo em conta as taxas relativamente elevadas de prevalência de IACS, é imperioso desenvolver as boas práticas de prevenção de transmissão, nomeadamente em relação às infeções mais frequentes: urinárias e feridas crónicas”, afirmou-se no documento, no qual se exige uma análise mais detalhada do número significativo de úlceras de pressão e outras feridas.

No primeiro estudo nacional sobre esta matéria, em 2012, tinham participado 232 UCC e 5.150 residentes, enquanto este ano foram envolvidos 143 UCC e 2.304 3 residentes.

Quase metade das UCC inquiridas em 2013 eram unidades de Longa Duração, seguindo-se as de Média Duração (29,3%), de Convalescença (17,4%) e de Cuidados Paliativos (3,4%).

A população do inquérito foi caracterizada como idosa e “com limitações físicas e cognitivas importantes”, registando-se feridas em 30% dos residentes.

* O ministério das Finanças tem outras prioridades que não o bem-estar dos cidadãos.

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FRANCISCA GUEDES DE OLIVEIRA

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Saída? Que saída? 
Não há, enfim, 
nenhuma saída!

A necessidade de provar, motivado pelas eleições europeias, que as decisões tomadas nos últimos três anos pelos países que controlam a troika (com particular destaque para a Alemanha) surtiram os efeitos positivos esperados, foram a principal força catalisadora da tão proclamada saída limpa.

Todos os governos de centro direita europeus, apologistas da política de austeridade, precisavam de mais um sucesso claro; depois da Irlanda, veio Portugal. Mas a verdade é que, sem uma mudança de vontade política, nem Portugal vai sair verdadeiramente de um qualquer tipo de assistência, nem a troika vai sair, efetivamente de Portugal.
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O primeiro problema é que, ao contrário do discurso político, os fundamentais (as variáveis que definem a dinâmica de uma economia) não têm sido a principal determinante das taxas de juro. Não tem havido correlação forte entre a taxa de juro e a taxa de crescimento do PIB ou o nível de endividamento. No entanto, estranhamente, tem existido quase sempre uma correlação entre a taxa de juro da dívida soberana portuguesa e a grega (independentemente das situações dos dois países nem sempre terem tido evoluções semelhantes).
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A única racionalidade aparente de variação da taxa de juro prende-se, não com o risco da dívida por si só, mas da solidariedade percebida da Europa face às dívidas dos países mais frágeis. A “queda” da Grécia e a reação da Alemanha sinalizando que é cada um por si fez disparar os juros das economias periféricas. Mario Draghi devolve o conceito de pagador de última instância e com a introdução das OMT torna a tranquilizar os mercados. Mas os avanços e recuos da Alemanha, a oposição sistemática do ministro das finanças alemão à política do BCE, não nos tranquiliza.
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Se a Europa e o BCE mantiverem uma política que sinaliza alguma forma de solidariedade, um conceito de fiador das dívidas soberanas, pode ser que se consiga manter a razoabilidade das taxas de juro. Admitindo alguma segurança nos juros (meramente para efeitos do exercício teórico), para que a saída limpa nos tranquilizasse teríamos que acreditar que a economia tem possibilidades efetivas de crescimento.

Um dos aspectos que tem sido anunciado como positivo neste processo de ajustamento é o novo pendor exportador da economia. Fala-se de uma alteração estrutural que permite taxas de cobertura “decentes” e que poderia servir como motor de um novo modelo de crescimento mais saudável.

Facto 1: a mudança estrutural das exportações é de tal forma débil que o fecho da refinaria de Sines da Galp tornou a fazer com que as importações crescessem mais do que as exportações no primeiro trimestre deste ano. Algum novo pendor exportador não é ainda suficientemente forte para segurar a dinâmica económica necessária. A dependência da Galp e da Autoeuropa torna-nos frágeis e, de novo, a necessitar de consumo e investimento privado.

Facto 2: o crescimento verificado no último trimestre de 2014 deve-se sobretudo a uma recuperação no consumo privado. Para que esta dinâmica se mantenha necessitamos, por um lado, de deixar de cortar no rendimento disponível das famílias e, por outro, de aceitar alguma forma de recuperação do modelo de crescimento assente em consumo privado que foi tão criticado pelos nossos parceiros e que, segundo algum discurso europeu, nos trouxe até aqui.
Em suma, temos uma taxa de juro que reage de forma pouco clara aos fundamentais da economia e que depende da vontade do BCE e da Alemanha para segurarem as dívidas dos países periféricos, e um modelo de crescimento económico que não conseguiu nenhuma mudança estrutural no paradigma produtivo e que continua, ainda, extraordinariamente dependente do consumo privado.

Neste contexto incrivelmente frágil, e se nada mudar do ponto de vista do posicionamento político, continuaremos a ceder parte da soberania de decisão para não perdermos os nossos fiadores, a nossa segurança. Além disso os nossos credores institucionais, a quem devemos 78 mil milhões de euros, não vão sair até terem a certeza absoluta que a dívida lhes será paga nos moldes negociados. Ora, parece-me claro, que no cenário traçado dificilmente terão essa certeza nos próximos anos.

Num futuro mais ou menos longo, Portugal não sai do ajustamento e a troika não sai de Portugal!


Docente da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa, no Porto.

IN "PÚBLICO"
18/06/14

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222.UNIÃO



EUROPEIA














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HOJE NO
  "A BOLA"

Michelle Brito avança para 
a terceira ronda em Wimbledon

A portuguesa Michelle Brito apurou-se, esta quarta-feira, para a terceira ronda do torneio de Wimbledon, após derrotar a australiana Jarmila Gajdosova por 6-3, 4-6 e 6-3.
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No dia seguinte a ter derrotado a russa Svetlana Kuznetsova, a jovem portuguesa volta assim a estar em destaque na relva do All England Club, onde no ano passado, recorde-se, eliminou a russa Maria Sharapova, igualmente na segunda ronda.
Michelle, que pelo segundo ano consecutivo vai assim disputar a terceira ronda deste Grand Slam, terá agora pela frente a polaca Agnieszka Radwanska, atual número 4 do ranking mundial, e que derrotou hoje a australiana Casey Dellacqua, por 6-4 e 6-0.

* O próximo embate é terrível, oxalá ganhe.


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25.O MELHOR
 DA ARTE
ALGAZARRA 
NA TOSCANA

PAOLO UCCELLO





Da tela ao tipo de pincel usado pelo artista, do contexto político, histórico ou individual do pintor e da época de seu trabalho, Palhetas desvenda os inúmeros segredos que um quadro pode esconder. Usando finas técnicas como raio-X e infra-vermelho, o programa disseca pinturas ao seu nível mais íntimo fazendo uma astuta investigação!

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 HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Só uma em cada 10 empresas faz acções de prevenção na área do álcool e drogas

Apenas uma em cada 10 empresas portuguesas promove acções de prevenção e tratamento dos problemas relacionados com o consumo de tabaco, álcool e drogas no local de trabalho, revela um estudo hoje divulgado.

O estudo, que analisa as políticas de prevenção e controlo do consumo de álcool e drogas no local de trabalho, conclui ainda que apenas duas em cada 10 empresas têm regulamentos sobre o consumo destas substâncias.

A investigação, que tem como base as respostas de 6.817 trabalhadores e pessoas temporariamente desempregadas ou de baixa médica (15-64 anos) recolhidas no âmbito do III Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral 2012, revela que 87,6 por cento das empresas não fazem ações de prevenção ou tratamento de problemas relacionados com álcool e drogas.

A investigação, promovida pelo Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e das Dependências (SICAD), analisou o consumo diário de tabaco, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e de medicamentos no último mês e o uso de substâncias ilícitas no último ano.

O estudo, que introduz pela primeira vez a análise dos consumos na população laboral, conclui ainda que em apenas 21 por cento das empresas existem regulamentos sobre o uso de álcool ou drogas no local de trabalho.

A investigação dá ainda conta da inexistência de análises para a deteção de consumo de álcool em 90,2 por cento das empresas e de drogas ilícitas em 93,8 por cento dos locais de trabalho.
Nas empresas em que as análises são feitas, a maioria ocorre de forma irregular (em cerca de 41 por cento dos casos).

Vanda Cruz, responsável da União Geral de Trabalhadores (UGT) pela segurança e saúde no trabalho, considera que existe "um vazio legal" na realização dos testes de deteção de álcool que é preciso preencher com regulamentos que garantam sigilo aos trabalhadores.

Em declarações aos jornalistas à margem da apresentação do estudo, faz a responsável adiantou que a UGT está a iniciar negociações com a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) para um regulamento sobre esta matéria a incluir na contratação coletiva.

Uniformizar os níveis de alcoolemia aceitáveis para cada atividade e definir quem pode fazer os testes são algumas das questões que a UGT quer ver consagradas no regulamento, que deverá garantir sempre o direito dos trabalhadores ao sigilo e à privacidade.

O estudo, elaborado pelo Centro de Estudos de Sociologia da Universidade Nova de Lisboa, conclui que o consumo destas substâncias é maior entre a população laboral, quando comparada com a população geral.

Revela ainda que o consumo de tabaco e de drogas ilícitas é mais frequente na faixa etária entre os 15-34 anos, enquanto o álcool e os medicamentos são sobretudo consumidos pela população entre os 35 e os 64 anos.

Em relação ao tabaco, fumam mais os desempregados homens, solteiros ou divorciados, os quadros superiores, os trabalhadores não qualificados dos setoresprimário e secundário e os agricultores, e menos os especialistas das profissões científicas e militares.

Entre as mulheres, são as trabalhadoras dos serviços e vendas e administrativas que mais fumam.
O consumo excessivo de álcool regista-se sobretudo nos trabalhadores não qualificados dos setores da agricultura, construção, indústria e serviços, mas também nos quadros superiores.

Os medicamentos são consumidos sobretudo por trabalhadoras mulheres não qualificadas dos setores da construção, indústria e serviços, com mais de 15 anos se serviço, separadas, divorciadas ou viúvas.
Relativamente às substâncias ilícitas, o consumo é mais frequente nos homens e nas mulheres jovens adultos, com ensino superior (homens) e secundário (mulheres), e ainda nos técnicos de nível intermédio e mulheres de profissões científicas.

Os homens solteiros e as mulheres separadas, divorciadas ou viúvas registam também maiores consumos.

* Já passámos a Idade Média nas relações laborais?

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Chico Buarque


Conversa de botequim



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 HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Só 10% dos professores portugueses
 se sentem valorizados 

O relatório da OCDE hoje divulgado, o TALIS 2013, revela que apesar de 94,1% dos professores portugueses do ensino básico acreditarem no seu trabalho, apenas 10,5% se sente valorizado pela sociedade. 

Quase todos os professores portugueses (94,1%) acreditam na qualidade do seu trabalho, mas apenas 10,5% se sentem valorizados pela sociedade. Este é uma dos resultados do mais recente relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o TALIS 2013 (Teaching and Learning International Survey) que inquiriu 20 professores do ensino básico de escolas diferentes, em cada um dos 30 países que fazem parte da OCDE.


O relatório hoje divulgado aponta para um sentimento geral de desvalorização profissional entre a classe docente portuguesa estando muito acima da média da OCDE que indica que 30,9% dos inquiridos acredita que a profissão docente é valorizada pela sociedade.

Apesar de se sentirem desvalorizados, os professores não têm dúvidas quanto à qualidade do trabalho que desenvolvem: 99% acredita que está a ajudar os seus alunos a valorizar a aprendizagem (contra uma média de 80,7% da OCDE), e 97,5% acredita que está a ajudar a desenvolver o pensamento crítico dos alunos (80,3% média da OCDE).

O TALIS 2013 indica ainda que as 40 horas de trabalho semanais dos professores se dividem em 21 horas de aulas, 9 de preparação de aulas e 10 de correcção de trabalhos dos alunos. Nestas três componentes Portugal está sempre acima da média da OCDE, mas é no tempo despendido a corrigir trabalhos que os professores portugueses mais se afastam da média dos 30 países, que se fixa nas 5 horas semanais para este tipo de trabalho.

Quanto à utilização do tempo de duração das aulas os professores portugueses afirmam que 25% se perde em tarefas administrativas, como a contabilização e registo de presenças, e a manter a ordem dentro da sala. Sobra 75% do tempo de aula para efectivamente leccionar, o que não representa uma realidade muito distante dos restantes países envolvidos no estudo, uma vez que a média 78,7% do tempo de aula dedicado ao ensino.

73% dos professores portugueses são mulheres
Maioritamente, os professores portugueses são mulheres, com uma média de 20 anos de experiência e com formação em educação. No entanto, a cadeira do director escolar continua a ser ocupada na maioria por homens, revela ainda o estudo da OCDE.


Segundo o TALIS 2013, 73,2% dos professores em Portugal são mulheres, acima dos 68,1% de média dos mais de 30 países envolvidos no estudo.

Os docentes portugueses são em média dois anos mais velhos que os colegas da OCDE (44,7 anos de idade média contra 42,9) e têm 19,4 anos de experiência profissional, mais do que os 16,2 de média do TALIS 2013. No entanto, apenas 82,1% dos docentes portugueses completou formação em educação atirando Portugal para abaixo da média da OCDE que regista dos 89,8%.

No que diz respeito aos directores escolares a tendência média é para uma divisão quase igualitária entre géneros na atribuição da cadeira de director, com 49,4% de directoras. Portugal fica dez pontos percentuais abaixo, nos 39,4%.

A idade média dos directores escolares em Portugal ronda os 52 anos, ligeiramente acima dos 51,5 anos médios da OCDE e com 6,6 anos de experiência profissional. Menos do que os 8,9 registados pela média da OCDE.

* Devia pensar-se nos educadores de infância e nos professores do ensino básico com maior respeito, são eles os pilares fundamentais para uma boa progressão académica dos alunos.



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COMO SE LÁ ESTIVESSE




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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

BPN pagou 5,2 milhões de euros 
por coleção de cópias de arte 

Negócio de coleção de arte "sem valor histórico-arqueológico" foi concluído em 2007, um ano antes de o banco ser nacionalizado. 

O Banco Português de Negócios (BPN), nacionalizado em dezembro de 2008, pagou 5,2 milhões de euros em negócio de coleção de arte "sem qualquer valor histórico-arqueológico", constituída por "cópias de má qualidade". 
 
MUITA ARTE
O negócio foi finalizado em 2007 entre a GESLUSA, do Grupo BPN/Sociedade Lusa de Negócios (SLN), e três arguidos, acusados pelo Ministério Público a 2 de junho deste ano, por burla agravada, branqueamento de capitais, falsificação, detenção de arma proibida e fraude fiscal qualificada. 

A acusação refere que Joaquim Pessoa, Manuel Castro Nunes e José Gueifão atuaram "de forma a enganar e a lesar patrimonialmente o Grupo BPN/SLN". A investigação do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) concluiu que os arguidos "tinham consciência que as peças" vendidas à GESLUSA, "não correspondiam ao real valor das peças". 

* Ainda falta muita coisa por descobrir e muita gente fina para incriminar.

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COMO?

















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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Pessoas de diferentes áreas sociais
 apresentam em Lisboa
 "Manifesto pela Erradicação da Pobreza" 

Um grupo de pessoas que intervêm em diferentes áreas sociais e que estão em “permanente contato” com os dramas de milhares de portugueses apresentam hoje, em Lisboa, o “Manifesto pela Erradicação da Pobreza”. “A pobreza em Portugal não é uma questão genética (…) A pessoa nasceu pobre, mas pode alterar essa situação, assim a sociedade lhe permita” o acesso ao emprego, à educação, à cultura e ao conhecimento, destaca Romão Lavadinho. 

 “Este é o apelo e o protesto de quem recusa que a pobreza e a exclusão social sejam uma fatalidade para a maioria da população, e a riqueza uma bênção que apenas chega a alguns”, refere o manifesto, assinado por um grupo de pessoas, entre os quais José Pitacas (economista), Manuel Figueiredo (presidente da Voz do Operário), Deolinda Machado (CGTP) e Inês Fontinha (Associação "O Ninho"). 


O presidente da Associação de Inquilinos Lisbonense e um dos signatários do manifesto, explicou que assinou o documento por ser uma forma de “poder apresentar, perante a sociedade, propostas que possam vir a resolver os problemas das pessoas, das famílias e o problema da pobreza”. “A pobreza em Portugal não é uma questão genética (…) A pessoa nasceu pobre mas pode alterar essa situação, assim a sociedade lhe permita” o acesso ao emprego, à educação, à cultura e ao conhecimento, disse ainda Romão Lavadinho, destacando que o grupo de pessoas que assinou o manifesto “não tem a pretensão de substituir outras instituições que já atuam no terreno, mas apenas a preocupação de mostrar que a pobreza em Portugal tem vindo a aumentar”. 

Os subscritores afirmam no manifesto que, “a todo o momento”, são confrontados “com o desemprego de famílias inteiras, a fome e a miséria”, baixos ordenados e reformas, salários em atraso, o aumento das rendas de casa, as dificuldades de acesso a cuidados médicos e à “emigração forçada de filhos e outros familiares para conseguirem sobreviver”. “Há cerca de três milhões de pessoas que vivem no limiar da pobreza numa autêntica espiral de empobrecimento que se alastra a novos segmentos da população portuguesa”, sublinham no manifesto, que vai ser apresentado ao final da tarde na Associação Portuguesa de Deficientes. 


Os signatários afirmam que são “pessoas que procuram ser solidárias na vida e na prática” e, por isso, recusam “ficar parados e acomodados perante o afundamento” do país. É o “apelo de quem acredita que é necessário e possível um novo rumo para o país, no respeito pela Constituição da República Portuguesa, onde as prioridades sejam o pão e os direitos de quem trabalha, a produção e a justa distribuição da riqueza, o direito ao trabalho, ao salário, à educação, à saúde e à segurança social públicas, universais e solidárias, e que são parte integrante e inalienável dos direitos humanos e do progresso social”.

* Só com este tipo de acções é possível falar em humanização para os que mais sofrem.


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 DESENHO HIPER REALISTA



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 HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Adeptos japoneses voltam a 
limpar bancadas após jogo 

Mesmo depois de verem a sua seleção ser eliminada ontem do Mundial muitos adeptos japoneses cumpriram o ritual de limpar as bancadas após o final do encontro. 


Como já tinha acontecido após os encontros frente à Grécia e à Costa Rica, ontem os adeptos japoneses voltaram a pegar em sacos azuis de lixo depois de serem derrotados por 1-4 frente à Colômbia no Arena Pantanal, em Cuiabá, e consequentemente eliminados do Mundial. 

* Educação é assim, na Europa civilizada partem-se e incendeiam-se bancadas.

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A NAUTILUS HOUSE
Uma jovem família cansada da sua casa convencional ansiava por viver em algo um pouco mais integrada com a natureza. O seu desejo foi atendido por Javier Senosiain de Senosiain Arquitectos, um arquitecto mexicano célebre cujo trabalho é considerado como pioneiro e controverso no campo da bioarquitetura. Em vez de uma habitação quadrada vulgar, eles agora vivem dentro de uma concha gigante molusco psicodélico.


De acordo com a Senosiain, a Nautilus House é anti-sísmica e de fácil manutenção.

Embora não possua a melhor gestão de  espaço e parca em armazenamento, é difícil não ter inveja da família que começa a  casa no país das maravilhas saído de um romance de Lewis Carroll.


Usando uma técnica chamada construção ferrocimento, a estrutura é feita em arame reforçado de aço, revestida com betão, permitindo curvas naturais arredondadas e harmoniosas.



O interior está cheio de espirais, círculos, e salas de forma orgânica  imitando as câmaras côncavas que seriam de esperar dentro de uma molusco gigante.



A casa de banho com lavatório e duche surreais, quem não gosta?


Centenas de pequenos vitrais da cor de arco-íris compõem as  janelas do tecto e paredes, com excelente captação da luz solar e em sintonia com a decoração do interior


Usando de toda a liberdade artística e atenção aos detalhes, a Nautilus House é um excelente exemplo  de criação de moradias usando o design da natureza de acordo com a fantasia da mente humana.



Por último duas plantas que ajudam a explicar o conceito arquitectónico desta casa tão especial.




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HOJE NO
  "RECORD"

Volta a Portugal: todas as etapas 
Prova começa em Lisboa a 30 de julho

As etapas da 76.ª Volta a Portugal em bicicleta, apresentada pelo diretor de prova Joaquim Gomes [na foto], esta quarta-feira em Lisboa, ponto de chegada dos 11 dias da competição, que tem início em Fafe:

30 julho - Prólogo: Fafe-Fafe, 6,8 km (CRI)

31 julho - 1.ª etapa: Lousada-Maia, 183,5 km

1 agosto - 2.ª etapa: Gondomar-Braga, 171,8 km

2 agosto - 3.ª etapa: Viana do Castelo-Montalegre, 180 km

3 agosto - 4.ª etapa: Boticas-Mondim Basto (Senhora da Graça), 192,5 km

4 agosto - 5.ª etapa: Alvarenga-Santo Tirso (Senhora da Assunção), 161,3 km

5 agosto - 6.ª etapa: Oliveira do Bairro-Viseu, 155 km

6 agosto - Dia de Descanso

7 agosto - 7.ª etapa: Belmonte-Seia (Torre), 172,5 km

8 agosto - 8.ª etapa: Sabugal-Castelo Branco, 194 km

9 agosto - 9.ª etapa: Oleiros-Sertã, 28,9 km (CRI)

10 agosto - 10.ª etapa: Burinhosa-Lisboa, 167,1 km.

Total: 1.613,4 km

* Eis a listagem das etapas, há coisas que nos intrigam, diz o subtítulo da notícia que a prova começa em Lisboa e anuncia-se o prólogo em Fafe, outras são as distâncias entre as localidades da partida e as da chegada.


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É SÓ AMIZADE...


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 HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Portugueses estão entre os europeus que mais conduzem com ansiolíticos e álcool

Os condutores portugueses estão entre os europeus que mais conduzem sob a influência de medicamentos ansiolíticos e de álcool, revela, esta quarta-feira, um relatório do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência. 
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Segundo o relatório "Consumo de drogas, diminuição das capacidades do condutor e acidentes rodoviários", os portugueses são os que mais conduzem sob a influência de medicamentos ansiolíticos, entre os 13 países europeus estudados.


O documento, divulgado pelo Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (EMCDDA) por ocasião do dia internacional contra o abuso e o tráfico ilícito de drogas, que se assinala na quinta-feira, adianta também que Portugal é o terceiro país onde os automobilistas apresentam maior excesso de álcool, depois da Itália e da Bélgica.

O relatório do EMCDDA incluiu os resultados do projeto DRUID (Driving under the Influence of Drugs, Alcohol and Medicines), financiado pela Comissão Europeia e desenvolvido em 13 países, entre 2006 e 2011.

Depois das benzodiazepinas (fármacos ansiolíticos utilizados no tratamento de situações de ansiedade e insónias), as drogas mais comuns detetadas nos condutores portugueses são a canábis e os opiáceos, prevalecendo ainda o consumo combinado de droga e álcool.

O relatório do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência refere que muitos dos acidentes e mortes na Europa "são causados por condutores cujas capacidades estão diminuídas pelo consumo de uma substância psicoativa".

"O álcool, especialmente em altas concentrações, deve continuar a ser o principal foco das medidas de prevenção", diz o EMCDDA, apelando a que o consumo combinado de droga e álcool pelos condutores seja abordado "mais intensivamente".

O EMCDDA considera que a associação de droga e álcool representa um "risco muito elevado de acidente rodoviário".

O relatório indica que "o consumo de anfetaminas, canábis, benzodiazepinas, heroína e cocaína está associado a um risco crescente de estar envolvido ou ser responsável por um acidente, e, em muitos casos, este risco aumenta quando a droga é combinada com outra substância psicoativa, como o álcool".

O relatório refere que a canábis é a droga ilícita mais frequentemente detetada em condutores, seguida da cocaína e anfetaminas, além das benzodiazepinas, que são os medicamentos mais encontrados.

Segundo o EMCDDA, há "grandes diferenças entre os países analisados, sendo que o álcool e as drogas ilícitas predominam no sul da Europa, e as drogas para uso terapêutico predominam no norte da Europa".

* Conduzir e afogar as mágoas ao mesmo tempo não dá muito geito, euforias etílicas também não, a morte é tramada e a invalidez permanente também.


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