sexta-feira, 20 de junho de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 DO QUE NÓS


NOS LEMBRAMOS!


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Deputada do PCP arrasa Mota Soares, o D. Pichote de la Nódoa, estávamos em 2012!


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EVIDENTEMENTE



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10  PROBLEMAS QUE SÓ AS 


BAIXINHAS ENTENDEM


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 HOJE NO
  "RECORD"

«O futebol português caminha para
. o abismo» - Júlio Mendes

Júlio Mendes, presidente do V. Guimarães, não calou a revolta com a realização, esta sexta-feira, da Assembleia Geral extraordinária da Liga - para votação da alteração ao modelo competitivo da Liga 2 - à revelia da providência cautelar apresentada pelo clube minhoto antes do início dos trabalhos.

O CONCÍLIO
No entendimento de Júlio Mendes, as pessoas que presidiram à AG, nomeadamente o presidente da Mesa José Manuel Falhas da Costa, não estavam legitimadas para tal.

«O futebol português caminha para o abismo, as pessoas estão agarradas ao poder. Numa outra situação alguém já tinha sido preso. Tenho receio que isto acabe mal. As contas não estão aprovadas e continuam a passar cheques. Não sei onde isto vai parar», alertou o dirigente, deixando antever um cenário de greve no início dos Campeonatos «se a situação se mantiver».

«Esta Liga não tem legitimidade, a Federação tem de pôr termo a isto», reclamou Júlio Mendes.

Além do V. Guimarães, também FC Porto, Rio Ave, Estoril e Académica abandonaram a Assembleia Geral.

* Quem anda a fazer mal ao futebol português, já se diz que a nossa selecção é o team Jorge Mendes?


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 VÍTIMAS DO


MUNDO



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 HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Estudo de 10 mil páginas quer "desmontar" ideia da Madeira como arquipélago "despesista"

Um estudo sobre "O Deve e o Haver das Finanças da Madeira, nos séculos XV a XXI", quer repor "a verdade histórica das relações financeiras entre o Estado Português e a Região Autónoma" e "desmontar" a ideia de "despesismo". 


A iniciativa é do Governo Regional da Madeira, que no próximo dia 27 de junho, apresenta os 13 volumes do estudo -- de 10.000 páginas - em Lisboa, e cujos resultados "permitiram comprovar que, ao contrário do que comummente é público, a Madeira sempre foi magnânima nos apoios ao Reino e Estado, desde o século XV". 

Uma nota do Governo de Alberto João Jardim hoje divulgada, sublinha que, "contrariando a ideia de despesismo que se associa a esta Região Autónoma, a história mostra uma ilha que sempre se disponibilizou a pagar despesas que não lhe competiam". 

"Vejam-se, apenas a título de exemplo, as despesas tidas com a casa real, nos séculos XV e XVI, assim como as obrigações financeiras assumidas pela Região com o Tratado de Saragoça sobre as Molucas (1529) ou a sua participação financeira no pagamento do resgate de Pernambuco aos Holandeses (1661)", adianta o comunicado. 

O Governo Regional recorda que a Madeira "sempre teve que assegurar, fora do quadro nacional, os meios de financiamento para as despesas de funcionamento das instituições e, inclusive, das obras realizadas". 

"Dados históricos que desmontam a ideia da Madeira ser uma ilha despesista e que provam, pelo contrário, que a Região Autónoma da Madeira foi sempre 'a ilha do Tesouro para a metrópole', onde se encontraram os meios para custear despesas sem que se tivesse em conta as reais necessidades dos madeirenses e do desenvolvimento socioeconómico desta Região portuguesa", conclui a nota. 

* Uma prova do despesismo madeirense é a execução do estudo, quanto custou, quem foram os estudiosos autores? Do século XV a 1974 já existia a Região Autónoma da Madeira?


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14-UM POEMA

POR SEMANA
  
JOSÉ de ALMADA

 NEGREIROS
 


MANIFESTO


ANTI-DANTAS



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dito por


MÁRIO VIEGAS
Contém um pequeno excerto de José Almada a ler o manifesto 


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 HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Confiança dos consumidores na Europa
. recua inesperadamente
A confiança dos consumidores europeus caiu inesperadamente em Junho.
 
O MERCADO DAS OPORTUNIDADES
Na União Europeia, a quebra foi de 0,2 pontos face a Maio, para -4,3. Já na Zona Euro, a descida foi de 0,3 pontos, para um valor de -7,4, avança hoje a estimativa rápida da Comissão Europeia.
De acordo com a Comissão Europeia, o indicador da confiança permaneceu estável.

Porém, esta quebra ligeira surpreendeu os analistas. Uma sondagem feita pela Bloomberg a 23 economistas apontava, em termos médios, para uma melhoria do indicador na Zona Euro, para -6,5.

* Ninguém pode confiar numa economia global que produziu 192 milhões de pobres!



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PEDRO SANTOS GUERREIRO

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Guerra sangrenta

É um momento histórico. Ricardo Salgado sai da liderança do BES. Não é uma cadeira que muda, é uma cabeça. Não é uma pessoa que sai, é um regime de poder. É uma saída forçada e ao mesmo tempo consentida pelo Banco de Portugal. É uma guerra que entra nas batalhas finais. A sucessão está por definir. Vazios de poder? Não existem. Antes de correr bem ainda vai correr mal.
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Como o Expresso Diário revelou, a guerra entre Salgado e Ricciardi está completamente extremada. Porque se um já aceitou sair, o outro não aceitou não ficar. E, sobretudo, Ricciardi não aceita que Salgado controle a sua própria sucessão, colocando a sua própria gente no leme que ele entrega. É isso que Salgado quer.
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Os cinco ramos da família Espírito Santo vão definir entre duas correntes que se confrontam. De um lado, Ricardo Salgado, que quer escolher Morais Pires para presidente da comissão executiva e ficar como presidente de um novo comité estratégico, um conselho não executivo mas que mantém Salgado "dentro". Ricciardi verá nisso uma absolvição de Salgado e, no fundo, uma derrota para si. Os três outros líderes dos ramos familiares desempatarão. Mas não custa antecipar: em caso de cisão, haverá duas listas a concorrer ao poder no BES. Até à assembleia geral, no final de julho, vão se matar uns aos outros. Não vai ser bonito.
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O maior risco é fazer do BES o que foi o velho BCP. Se a Morais Pires ficar como presidente executivo e Ricardo Salgado como presidente do comité estratégico, então Salgado vai mandar por interposta pessoa. É uma má solução. Como se viu no passado no BCP. O problema não é Morais Pires, que ainda agora liderou o aumento de capital do banco. O problema é Salgado, que tem de sair do poder. Mas sobretudo: porque ao lado há um monstro falido chamado Grupo Espírito Santo, onde uma auditoria encontrou irregularidades gravíssimas nas contas.
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O papel do Banco de Portugal é essencial. Tem sido. Ao longo do último ano, sem nunca levantar ondas públicas, o supervisor já isolou o banco dos problemas do grupo; já retirou o controlo do banco à família; e já forçou a saída de Salgado. Em troca, permitiu-lhe uma saída airosa: sair pelo seu próprio pé e não correr o risco de perder a idoneidade. 
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Ricciardi tem contra o apelido, o facto de ser arguido em processos judiciais e ter sido administrador da ES International. Mas tem outro fator, que é ao mesmo tempo a sua maior força e a sua maior fraqueza: o temperamento. Irascível, enérgico, é um homem inderrubável. Não vai desistir nunca. E isso é a sua maior força porque não desiste e a sua maior fraqueza porque o torna imprevisível. 
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Um consenso na família, que eventualmente passasse por terceiros nomes, é menos provável que uma cisão. Dentro da família. E talvez dentro do banco. O poder pode cair para qualquer um dos dois lados. Na rua o poder não cai. Mesmo que para lá arraste o banco. 
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Não vai ser bonito.

IN "EXPRESSO"
19/06/14


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217.UNIÃO


EUROPEIA








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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Juiz brasileiro obriga FIFA a paragens 
em jogos com mais de 32 graus 

A interrupção dos jogos tinha sido solicitada pelos sindicatos dos futebolistas devido à decisão da FIFA de programar jogos para horas de elevadas temperaturas, como as 13 horas brasileiras, para que possam ser transmitidos em horários de grande audiência nas televisões dos países europeus 


Um juiz do Tribunal do Trabalho brasileiro ordenou esta sexta-feira que a FIFA faça paragens de tempo nos jogos do Mundial2014 de futebol, quando estes se disputarem a mais de 32 graus centígrados, para que os jogadores possam hidratar-se. 

A chamada paragem técnica para hidratação prevê que o árbitro ordene a interrupção do jogo no minuto 30 de cada um das partes, para que os jogadores bebam líquidos sempre e quando a temperatura ultrapasse o nível considerado recomendável pelos médicos, de acordo com a sentença judicial. 

O Ministério Público alegou que a FIFA prevê essa recomendação médica nos seus regulamentos e que se tinha comprometido inicialmente a atendê-la no Mundial2014, mas desistiu da ideia quando a Federação Nacional de Atletas Profissionais de Futebol (FENAP) do Brasil apresentou uma denúncia para que a medida fosse obrigatória. 

* Haja um juíz que estrague os negócios ao Blatter e acólitos.


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11-ARQUITECTURAS


NO MUNDO


ROMA



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Arquitetos de renome passeiam por fascinantes cidades e mostram, com base em um olhar bastante singular, características arquitetónicas e urbanísticas que passam despercebidas a quem as visita pela primeira vez. Descubra as particularidades destas cidades que encantam por sua beleza arquitetônica.


Cada arquiteto analisa uma cidade e explica o que constitui uma área urbana. Analisa-se a importância de áreas geográficas, bairros, eventos tradicionais e contemporâneos, bem como a lógica histórica e arquitetônica. Inclui temas da geografia e arquitetura, fotos e sequências de 13 arquitetos, suficientes para se entender o que compõe cada cidade: o tecido do espaço urbano e da paisagem, um lugar para viver.



UMA SÉRIE INTERESSANTÍSSIMA, NÃO PERCA.


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 HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Cavaco Silva insiste num entendimento partidário 
"Importante para o futuro
 dos portugueses" 

O Presidente da República diz que um entendimento partidário “é tão importante para o futuro dos portugueses que é fundamental insistir” para que seja alcançado, adiantando que não desistirá de fazê-lo. 

 “Já uma vez escrevi e afirmei que é difícil mudar as atitudes dos partidos. Há uma história atrás de cada um deles, parecem existirem interesses particulares que se sobrepõem aos interesses nacionais. E por isso nós devemos não aceitar esta situação, eu não vou resignar-me”, afirmou Cavaco Silva aos jornalistas, no Porto. 

 Falando à margem da cerimónia de inauguração do edifício central do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC), Cavaco lamentou que no ano passado, em julho, os partidos do “chamado arco do governo”, “à última da hora e de forma inexplicável”, não tivessem alcançado um acordo.


 “O país estaria diferente, o país estaria melhor”, disse, concretizando: “Temos que continuar a trabalhar para que as tais idiossincrasias partidárias sejam rogadas para segundo plano e as atitudes sejam semelhantes aquelas que acontecem nos outros países da União Europeia”. 

O chefe de Estado defendeu ser importante contribuir “para reduzir o nível de crispação, de tensão político-partidária e de agressividade de linguagem entre as diferentes forças políticas, porque nesse caso, agora e no futuro, será difícil entendimento”. 

Lembrando que recentemente o Conselho Económico e Social “de forma muito formal insistiu” na necessidade de haver um entendimento entre os partidos, Cavaco considerou que “tem aumentado o número de personalidades e instituições que apelam aos partidos para um entendimento a médio prazo”. 

“Penso que isto é importante, porque vai sendo colocada uma pressão para que os líderes partidários e os partidos ultrapassem as suas idiossincrasias e, no fundo, Portugal não seja uma exceção em relação ao que se passa no resto da Europa, em que existem diálogos fáceis para alcançar entendimentos que servem os interesses do país”, sustentou. 

Questionado sobre se o ‘timing’ para que os partidos cheguem a um consenso se está a esgotar, Cavaco Silva disse que “o prazo esgota-se quando nós nos aproximarmos dos atos eleitorais”. “E os portugueses não estão bem conscientes, talvez, de quantos atos eleitorais marcarão o ano de 2015. Pensa-se que são dois, mas são três: são as eleições legislativas, para a escolha do Presidente da República e as eleições regionais para a Madeira”, disse, alertando para a “confusão” que se poderá criar se “existir interpenetração entre as campanhas eleitorais que visam escolher representantes para órgãos tão distintos”. 

Na sua opinião, o país não pode parar durante quatro meses. Cavaco sublinhou que nunca preanuncia a convocação de partidos, lembrando a conversa “muito interessante” que há pouco tempo teve com o secretário-geral do PCP, mas que “parece que alguém não compreendeu”. 

Jerónimo de Sousa teve uma audiência, a seu pedido, com o chefe de Estado a 16 de junho, onde voltou a apelar ao Presidente da República para que dissolva a Assembleia da República e "devolva a palavra ao povo", O líder comunista disse, contudo, no final da reunião, que o Presidente da República tem "posições claramente divergentes" do PCP e adiantou não ter ficado com a ideia que possa existir alguma antecipação do calendário eleitoral do próximo ano para evitar que as legislativas coincidam com a apresentação do Orçamento do Estado para 2016 e se realizem poucos meses antes das presidenciais.

 "DECISÕES DOS TRIBUNAIS SÃO PARA SEREM CUMPRIDAS"
 O Presidente esclareceu também que “as decisões dos tribunais são para serem cumpridas”, esperando que o governo cumpra a determinação do Tribunal Constitucional sobre os cortes salariais na função pública. “Não tenho informação da parte do Governo de que haja qualquer intenção de não cumprir a decisão do Tribunal Constitucional”, disse o chefe do Estado. 

Enquanto Presidente da República, Cavaco disse ter o dever de “respeitar o princípio da separação de poderes e nunca comentar as decisões dos tribunais”. Sobre o pedido do primeiro-ministro para que envie ao TC para fiscalização preventiva novas medidas para atingir as metas orçamentais do país, o Chefe de Estado lembrou que ele próprio, enquanto primeiro-ministro, pediu ao Presidente da República de então o mesmo. “Isso foi algo que eu próprio fiz. 

Solicitei ao presidente de então que, para evitar duvidas, enviasse um certo diploma para o TC”, frisou, sublinhando aguardar agora que o Governo lhe envie o diploma em questão “para tomar a decisão definitiva”. O primeiro-ministro, Passos Coelho, afirmou esta semana ser “do interesse de todos” que o TC faça a fiscalização preventiva de novas medidas para atingir as metas orçamentais do país. 

"Quanto à questão da fiscalização preventiva, creio que é do interesse de todos que ela possa ocorrer. Essa é uma questão que deverá ser ponderada, evidentemente, pelo Presidente da República na altura própria", disse Passos Coelho em Albufeira, à margem do segundo dia de trabalhos das "jornadas de estudo" do Partido Popular Europeu (PPE) em Portugal. 

Na ocasião, o governante reconheceu ter manifestado ao Presidente da República a sua visão, como chefe do Governo, de que "esta poderia ser a solução que maior estabilidade e previsibilidade poderia dar ao país".

 "TEMOS DE OLHAR PARA A INFRAESTRUTURA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA COMO UM INVESTIMENTO" 
 Cavaco Silva defendeu ainda ser preciso olhar para o conhecimento científico como um investimento para que Portugal enfrente os desafios do presente e do futuro. “A atividade e a produção de conhecimento da comunidade científica têm ainda pouca influência na vida da maioria das empresas nacionais. 

Temos de olhar para a infraestrutura científica e tecnológica como um investimento, relativamente ao qual é justo esperar um determinado retorno”, afirmou Cavaco Silva, no Porto, na cerimónia de inauguração do novo edifício central do Centro de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto. O Chefe de Estado salientou que “para que a universidade tenha maior influência na economia será necessário estimular os seus agentes através de um sistema de incentivos que leve a academia a tornar-se um protagonista mais ativo na criação de riqueza nacional”. 

“É certo que a Universidade deve buscar o saber, não pode converter-se num agente de interesses das empresas. Contudo, há que encontrar um equilíbrio virtuoso entre o conhecimento teórico e o contributo académico para a a comunidade”, realçou. Cavaco adiantou que é pois preciso “valorizar de forma significativa a investigação aplicada, quer na progressão da carreira académica, nas áreas consideradas relevantes, quer, inclusivamente, como critério no financiamento público das universidades”. 

“A elevação do valor acrescentado da produção nacional, essencial no nosso futuro coletivo, terá que acontecer por via da maior intensificação tecnológica nos setores onde o país é competitivo”, disse. O Presidente da República elogiou a UPTEC, considerando ser “um grande exemplo de valorização do conhecimento produzido em ambiente universitário em áreas de grande potencial económico”. Cavaco considerou que os projetos empresariais que ali estão incubados e que visitou “ilustram bem como é possível valorizar o conhecimento e criar emprego em setores com grande intensidade tecnológica e elevado valor acrescentado”. 

Para Cavaco, o acesso aos mercados para financiarem a economia portuguesa e o respeito das regras europeias a que Portugal está vinculado são os grandes desafios que o país enfrenta agora e no futuro. “É fundamental para [Portugal] ter sucesso haver transferência do conhecimento científico para a economia, é por essa forma que ganhamos a aposta da inovação, da diversificação de produtos”, disse, “é assim que se conquista a competitividade em mercados muito exigentes”. 

O Presidente entende que o que se faz na UPTEC deve ser conhecido pelos portugueses e para que possa ser replicado no país. No seu discurso, o reitor cessante da Universidade do Porto, Marques dos Santos, afirmou que “há sem dúvida alternativas ao empobrecimento dos trabalhadores e quadros portugueses, uma das quais é a qualificação do tecido empresarial pela emergência de modelos de negócio mais inovadores e sofisticados”. 

“Além de socialmente injusto e economicamente ineficaz, seria redutor para um país desenvolvido como é Portugal que a diminuição dos custos do fator trabalho fosse a única via para o reforço da competitividade empresarial”, sustentou. Marques dos santos disse ainda que é “na valorização económica do conhecimento que Portugal deve apostar, tendo em vista a produção de bens e serviços transacionáveis no exterior, com elevada intensidade tecnológica e fatores de diferenciação”. 

“A batalha da competitividade tem de ser ganha no topo da cadeia de valor, fornecendo ao mercado soluções inovadoras a partir de conhecimento altamente especializado”, concluiu Marques dos Santos.

* Mais um discurso do "obóvio".
Quem não tiver a memória curta lembrar-se-á do primeiro-ministro Cavaco Silva arrogante, sem capacidade de diálogo, talvez até odiando os que se lhe opunham e nunca dado a consensos. Saíu pela porta das traseiras porque teve medo de enfrentar Guterres, atirando para as feras Fernando Nogueira.
O Pêéssdê de então chocou o Pêéssdê de agora e a diferença é nenhuma, os portugueses estão lixados.

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OqueStrada


Senhora do Tejo

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 HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Chinês convida mil pobres 
para almoço em Nova Iorque

Um milionário e filantropo chinês, Chen Guangbiao, publicou esta semana dois anúncios em conhecidos jornais de Nova Iorque convidando mil pobres daquela cidade para almoçar com ele num restaurante de Central Park. 
Além do almoço, marcado para a próxima quarta-feira, Chen Guangbiao oferecerá a cada um dos presentes 300 dólares (220 euros), num gesto destinado a "restaurar a imagem" dos milionários chineses e da "economia da China, diz o anúncio de página inteira publicado no New Work Times e Wall Street Journal e reproduzido hoje na imprensa chinesa.

O anúncio inclui um e-mail para os "pobres e desfavorecidos" de Nova Iorque se inscreverem para o "almoço de caridade", que decorrerá num local emblemático da grande metrópole norte-americana.
Detentor de uma fortuna estimada em 600 milhões de dólares (440 milhões de euros), Chen Guangbiao já tinha sido notícia em dezembro passado, quando anunciou que queria comprar o New York Times para tornar o jornal "mais objetivo" acerca da China.

"Acho que os americanos sabem pouco acerca de uma China civilizada e aberta que tem desfrutado de um desenvolvimento sem precedentes. Com a tradição e o estilo do New York Times, é muito difícil o jornal fazer uma cobertura objetiva da China", argumentou na altura o milionário chinês.
Chen Guangbiao, 46 anos, proprietário de uma empresa de reciclagem, tornou-se conhecido como filantropo em 2008, pelo dinheiro que doou as vítimas do devastador terramoto que abalou então a província de Sichuan, no sudoeste da China.

A revista norte-americana Forbes considerou-o um dos mais importantes filantropos da Ásia-Pacífico em 2008 e 2009.

Em abril passado, o homem mais rico do mundo, Bill Gates, assinou um raro texto de opinião no jornal oficial do maior partido comunista do mundo, exortando os milionários chineses a dedicarem parte da sua fortuna ao combate à pobreza.

"A China tem muitos empresários bem-sucedidos. Tenho esperança que mais pessoas com visão ponham o seu talento ao serviço da melhoria da vida dos pobres na China e pelo mundo fora, e procurem soluções para os problemas deles", escreveu o patrão da Microsoft num artigo publicado pelo Diário do Povo, o órgão central do Partido Comunista Chinês (PCC).

O combate à pobreza "requer a participação de toda a comunidade", acrescentou o fundador da Microsoft, que, pelas contas da Forbes, encabeça a lista dos 10 mais ricos do mundo, com uma fortuna estimada em 76 mil milhões de dólares (54,8 mil milhões de euros).

Na mesma altura, um dos mais ricos empresários chineses, o fundador do grupo Alibaba, Jack Ma, anunciou a criação de um fundo de 3 mil milhões de dólares (2,16 mil milhões de euros) para uma organização humanitária centrada na educação e defesa do ambiente, mas segundo o jornal China Daily, "a filantropia, na China, ainda não arrancou".
Alguns chineses ricos receiam que a concessão de grandes donativos "possa atrair uma indesejada atenção sobre as suas fortunas", comentou o jornal, a propósito do artigo de Bill Gates no Diário do Povo.

Em 2012, mais de um milhão de chineses tinham uma fortuna superior a 10 milhões de yuan (cerca de 1,2 milhões de euros) e pelas contas da Forbes, no ano seguinte, os cem mais ricos do grupo possuíam, no conjunto, 316,45 mil milhões de dólares (228,2 mil milhões de euros).

No extremo oposto, no final de 2013, cerca de 82,5 milhões de chineses (6% da população) viviam abaixo da linha de pobreza, com menos de 2.300 yuans (300 euros) por ano.

* Afinal a maior economia do mundo tem pobres, efectivamente maior não significa melhor.


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AUSTRALIANOS
HABLILDOSOS
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 HOJE NO
  "RECORD"

Volta à Suíça: 
Rui Costa salta para o pódio

O português Rui Costa, da Lampre-Merida, foi esta sexta-feira terceiro classificado na sétima etapa da Volta à Suíça, um contrarrelógio de 24,7 quilómetros em Worb, saltando para igual posição na tabela de classificação - saltou 13 posições.

O campeão do Mundo, e bicampeão em título da prova helvética, fez um tempo de 32.05,2 minutos, ficando a escassos 5,9 segundos do vencedor da tirada, o alemão Tony Martin (31.59,3 min). Pelo meio ficou o holandês Tom Dumoulin (31.59,3 min). 

Depois, atrás de Rui Costa ficou o grande especialista Fabian Cancellara (Trek Factory Racing), que fez um tempo de 32.18,4 min.

Nas contas da geral, Tony Martin continua a liderar, agora com 28 segundos sobre o segundo classificado, que é Tom Dumoulin, detendo depois 1.05 minutos para Rui Costa.

* Um pulo de gigante.

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DE BOCA ABERTA













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 HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Deco desaconselha compras 
no "site" ClubeFashion

A Deco desaconselhou esta sexta-feira compras "online" no "site" ClubeFashion, que diz ser alvo de "inúmeras" queixas de consumidores e informou que já pediu a intervenção da ASAE. 
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"Recebemos inúmeras reclamações. Em causa está o incumprimento dos prazos de entrega e de reembolso das encomendas. Desaconselhamos as compras neste 'site'", afirma a associação de defesa dos consumidores DECO em comunicado divulgado esta sexta-feira.

Segundo a legislação em vigor, os consumidores têm 14 dias para cancelar as encomendas feitas pela internet ou para devolver os produtos recebidos, sem necessidade de justificação, e a empresa deve reembolsar o dinheiro em 14 dias ou fazer a devolução em 30 dias caso o artigo esteja indisponível.  

"Mas o site www.clubefashion.com não tem seguido estas regras", diz a DECO, precisando que encara "com preocupação" a conduta da empresa que prejudica os consumidores privados do artigo encomendado e do valor que pagaram.  

Na sequência da denúncia da DECO, a ASAE abriu um processo para apurar as responsabilidades da empresa em relação às reclamações apresentadas, adianta a associação. 

* DECO, há muitos anos na vanguarda da defesa do consumidor.


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 RAVE LONDRINA

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CUIDAR DA 
CARCAÇA














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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Investimento directo estrangeiro:
 Portugal investiu menos mas captou mais

O investimento directo de Portugal para fora da União Europeia, no ano passado, teve um comportamento negativo de 1,7 mil milhões de euros. O investimento estrangeiro em Portugal do resto do mundo, excluindo os países da UE, ascendeu a 900 milhões de euros.
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Portugal apostou menos no mercado externo em 2013, mas captou mais investimento directo estrangeiro (IDE). De acordo com os dados divulgados esta sexta-feira, 20 de Junho, pelo Eurostat, em 2013, o investimento directo estrangeiro de Portugal para o resto do mundo, fora da União Europeia (UE), registou um comportamento negativo de 1,7 mil milhões de euros. A contribuir para esta evolução estiveram os centros financeiros offshore, que registaram uma comportamento negativo de mil milhões de euros.

No entanto, e no que diz respeito ao investimento directo estrangeiro em Portugal por parte do resto mundo, excluindo UE, verificou-se a tendência contrária. Em 2013, o investimento directo estrangeiro de países fora da Europa a 28 atingiu os 900 milhões de euros.

Brasil, Suíça e offshores, todos com um investimento de 200 milhões de euros, foram os principais responsáveis por este comportamento. A China surge atrás destes países com um investimento na ordem dos 100 milhões de euros de acordo com os dados do gabinete de estatísticas europeu.

Por outro lado, o investimento directo estrangeiro da União Europeia para o resto do mundo atingiu os 341 mil milhões de euros no ano passado. Já o investimento dos outros países na União a 28 foi de 327 mil milhões de euros.

Os dados do Eurostat mostram que o principal destino dos investimentos dos países que compõem a UE foi os Estados Unidos da América (EUA) que obteve 159 mil milhões de euros de investimento, seguido dos centros financeiros de offshore – com 39,9 mil milhões de euros – e do Brasil, que arrecadou 35,6 mil milhões de euros.

Em sentido oposto, o desinvestimento foi mais notório na Rússia, que registou um comportamento negativo de 10,7 mil milhões de euros.

Os EUA foram igualmente os principais investidores na União Europeia, tendo realizado operações no valor de 313 mil milhões de euros.

Já no que diz respeito à Zona Euro, o investimento directo estrangeiro para o resto do mundo, excluindo os 28 países da UE, foi de 324,2 mil milhões de euros.

 * Os dados são imprecisos por não estarem bem explicado a natureza dos investimentos, pode ser de traficantes, ditaduras ou dinheiro em trânsito  que não dá qualquer vantagem ao país.

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