quarta-feira, 11 de junho de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS

RECORDAMOS!




Quando eu era criança…

Dez escritores de livros infantis recordam aquilo que liam e os brinquedos que adoravam


No dia 1 de Junho, é celebrada a infância, a primeira época da vida de qualquer pessoa. Contudo, há pessoas que não a deixam logo para trás, e que a revisitam para enriquecer a infância dos outros. 


Alexandre Honrado
53 anos
Publicou mais de 20 livros infantis e juvenis

O livro: ‘Aventuras de João Sem Medo’ de José Gomes Ferreira 

O brinquedo: urso de peluche .
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“As minhas primeiras fotos de menino à procura de heróis dão comigo a desfazer um autocarro vermelho de dois andares, com um polícia inglês – um Bobby – com o seu chapéu inconfundível, um reluzente Beefeater [guarda da Torre de Londres] e um urso de peluche – perdão, o Teddy Bear – cor de café com leite, com pouco café e olhos de vidro penetrantes.

Dormi com o Teddy Bear durante um par de anos, confesso. E sobreviveu – vive hoje numa prateleira em que a memória o consagra. O irrepreensível companheiro de jornada.

A esses brinquedos favoritos tenho de juntar um que adorava: um modelo original, da Corgi, do Aston Marin DB5 que James Bond guiava no filme ‘Goldfinger’ (de 1964).

A avó Ana levava-me sempre um livro novo à cabeceira da cama ou ao sítio onde eu estivesse. A pequenos contos tradicionais (Esopo, La Fontaine, os Irmãos Grimm), seguiram-se milhares de outros, com muitos portugueses à mistura e com José Gomes Ferreira, que escreveu o ‘Aventuras de João Sem Medo’, à cabeça.

Lembro-me de muitos títulos (que não dizem nada às gerações actuais) e das fases em que devorava Emilios Salgaris, Jack Londons, Júlios Vernes, Selmas Lagerlofs de empreitada; da Condessa de Ségur confesso que li alguns. 


Li a Brigitte, uma colecção de livros de Berthe Bernage, e em muito pequeno, os livros da Anita, que eram propriedade da mais velha das minhas irmãs. Coisas extraordinárias, que fizeram do meu cérebro (sempre próximo do meu coração) uma coisa mais feliz, se calhar, do que o das outras crianças.”

 
A PARTIR DE UM TRABALHO DE LEONOR RISO


IN "SÁBADO"
01/06/14


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 IRREVOGÁVEL







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O ESTADO SOCIAL
E
A CRISE




CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"


Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrívelmente claro e polémico.

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Terminaram buscas pedidas por 
polícia britânica no caso Maddie

As buscas para encontrar indícios que pudessem levar ao paradeiro de Madeleine McCann terminaram, esta quarta-feira, sem sucesso na zona da Praia da Luz, Lagos, devendo a polícia britânica regressar a casa já na quinta-feira. 

Fonte da Polícia Judiciária disse à Lusa que as buscas, pedidas pela polícia britânica, terminaram cerca das 17 horas.

A fonte precisou que os trabalhos ficaram concluídos após mais de uma semana de buscas em terrenos onde a Scotland Yard admitia que pudessem ser encontrados objetos ou outros indícios que ajudassem a esclarecer o desaparecimento da menina, há sete anos.

Os trabalhos, que incluíram escavações, começaram no dia 2, no miradouro da Praia da Luz, e hoje centraram-se em terrenos à entrada da localidade turística.

De acordo com a fonte ouvida pela Lusa os polícias britânicos irão regressar a Portugal, em data ainda não marcada, para ouvir mais oito pessoas que, admitem, possam ajudar a esclarecer o caso.
Sete anos depois do desaparecimento de Madeleine McCann, as autoridades portuguesas e inglesas vistoriaram terrenos adjacentes ao aldeamento turístico onde a família McCann se encontrava alojada de férias.

As diligências foram requeridas pela Scotland Yard, que nunca fechou a investigação, ao contrário das autoridades portuguesas, que encerraram o processo em 2008.

Madeleine McCann desapareceu poucos dias antes de fazer quatro anos, a 03 de maio de 2007, do quarto onde dormia juntamente com os dois irmãos gémeos, mais novos, num apartamento de um aldeamento turístico, na Praia da Luz, no Algarve.

* Gostaríamos saber se são os cidadãos ingleses os financiadores deste folclore da asneira, ou se o dinheiro das nossas taxas e impostos também "entra"!!! 
Lamentável é o desaparecimento da menina, mais parece  que tranformaram o acontecimento num festival de rua.
Elementar meu caro Cameron.


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GEORGES



CHAKRA

SPRING/SUMMER
PARIS FASHION
HAUTE COUTURE
2014 
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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Controlinveste vai despedir 
160 trabalhadores

A dona do "Diário de Notícias" e do desportivo "O Jogo" vai iniciar um despedimento colectivo de 140 trabalhadores e rescisões amigáveis com mais 20. Reestruturação começa quatro meses depois da entrada do angolano António Mosquito no capital da empresa. 
A Controlinveste Conteúdos, empresa de media detentora de títulos como o "Diário de Notícias", "Jornal de Notícias e "O Jogo", anunciou esta quarta-feira, 11 de Junho, um processo de redução de efectivos que vai implicar a saída de 160 trabalhadores do grupo. Deste processo fazem parte um despedimento colectivo de 140 colaboradores e rescisões amigáveis de contrato com mais 20, de acordo com um comunicado da empresa, citado pelo "Diário de Notícias".

O Conselho de Administração da Controlinveste justifica a decisão com "a evolução negativa do mercado dos media (...) e a acentuada quebra de receitas do sector", o que obrigou a empresa a tomar uma "decisão estratégica de redução de custos para garantir a sustentabilidade do negócio".

O comunicado informa ainda que a Controlinveste iniciou um processo de corte de custos com efeitos imediatos que permitirá a poupança de 5,5 milhões de euros anuais, além do corte em despesas com pessoal que agora se inicia.

"Apesar de todos os esforços da anterior Administração para melhorar a performance da empresa, a verdade é que nos últimos três anos (de 2011 a 2013) apresentámos um défice de tesouraria e resultados antes de impostos negativos em montantes consideráveis", lê-se no comunicado. "A continuação desta performance negativa colocaria em causa a viabilidade da nossa empresa, com consequências que atingiriam todos os que nela trabalham e o próprio universo dos media em Portugal, afectando negativamente a sua diversidade e pluralismo".

O processo de reestruturação da Controlinveste começa, assim, quatro meses depois da entrada de António Mosquito (na foto) e Luíz Montez como accionistas do grupo. Em Fevereiro deste ano, Joaquim Oliveira deixou de ser o principal acionista da empresa, encolhendo a sua posição para 27,5%. Ao seu lado passou a estar o empresário angolano António Mosquito, que, ao comprar 27,5% do capital, entrou nos negócios da comunicação social.

As mudanças accionistas no grupo envolveram também Luis Montez, empresário ligado às rádios  (detém rádios como a Nostalgia,  SWtmn,  Amália, Oxigénio e Radar) o BES e o BCP. Luiz Montez, dono da promotora de espectáculos Música no Coração e accionista do ex-Pavilhão Atlântico, ficou com uma participação de 15%, tal como o BES e o BCP.

A Controlinveste Conteúdos engloba sete jornais, várias revistas, uma estação de rádio (TSF) e seis canais de televisão por cabo.

* O sr. Mosquito nem precisou de zumbir para dar a primeira ferroada. Agora quando ele obrigar os jornalistas a elogiar o José Eduardo dos Santos todos os dias nos jornais e rádios do grupo, estamos aqui para ver como vai reagir a classe.


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 1-CONSENSO


FABRICADO


NOAM CHOMSKY

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HOJE NO
"DESTAK"

Milhares de taxistas em protesto europeu
. contra sistemas de partilha de carros 

 Milhares de taxistas de grandes cidades europeias mobilizaram-se hoje contra a "intrusão" na sua atividade de plataformas ou aplicações de partilha de carros, que não precisam de licença de transporte público. 


 Os taxistas consideram que o recurso a aplicações móveis como a Uber prejudica a sua atividade, apesar de a Comissão Europeia ter considerado que estas aplicações beneficiam o consumidor e fomentam a atividade empreendedora. 

Entretanto, a Uber, a empresa norte-americana que deu origem aos protestos do setor dos táxis europeu, emitiu um comunicado no qual classificou de "desmedidas" as mobilizações que ocorreram em várias cidades da Europa.

* Pergunta-se, porque é uma empresa americana a controlar este negócio na Europa, quem ganha por fora??? Faça-se muito ruído, é necessário!


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FRANCISCA ALMEIDA

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CONFLITO IN(CON)STITUCIONAL

1.           No curso desta semana já tanto foi dito e escrito sobre a última decisão do Tribunal Constitucional que é quase possível dividir opinião pública e publicada entre os bons e os maus dependendo, claro está, da perspectiva. Devo dizer que partilho de uma preocupação comum a muitos juristas e não juristas e que não tem já que ver com esta decisão ou, melhor dito, apenas com esta decisão. Em causa está uma certa corrente jurisprudencial, que ao que parece medra no Ratton, à luz da qual o entendimento sobre o poder judicial é tão lato que chega mesmo a abarcar competências outrora confiadas, em exclusivo, ao legislador. Pelos entorses que encerra e pelas perplexidades que suscita essa deveria ser, quanto a mim, a principal questão a interpelar as consciências da sociedade civil.Confesso que admitia que o TC decidisse exactamente no mesmo sentido - o da inconstitucionalidade destas e das demais normas, nomeadamente orçamentais, que ao longo destes três anos lhe coube apreciar - se se contivesse numa fundamentação estritamente jurídica ancorada, por exemplo, naquilo que pudesse entender-se como a "violação grave" ou "o erro grosseiro ou manifesto" dos/sobre os princípios constitucionais. E por aí se ficando. Ao optar por "calibrar" as normas - do estilo: de 3,5% a 10% a partir dos 1500€ pode ser mas de 2,5% a 12% a partir dos 675€ já não pode - o Tribunal está já, como apontou e bem a Vice-Presidente Conselheira Lúcia Amaral - a "restringir indevidamente a liberdade de conformação política do legislador ordinário". Por isso, mais do que perceber como resolveremos o constrangimento orçamental criado pela decisão da passada semana, importa saber como resolveremos, para futuro, o constrangimento jurídico. Dos dois, posso apostar, o segundo trará muito mais problemas.
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2.           Entretanto, depois de três anos a jogar uma espécie "mastermind" com o Constitucional - do tipo "descubra a combinação certa para o ajustamento" ou, nas palavras do Conselheiro Pedro Machete, "uma simples questão de tentativa/erro, a decidir casuisticamente" -, o Governo perdeu a paciência e a arrumou o tabuleiro. A estratégia agora parece ser outra: antecipar a aprovação de medidas para "testá-las" no TC. De resto, volvidas várias "combinações de cores" já não são os deputados da maioria, nem as figuras de proa dos partidos, nem os dirigentes partidários a sindicarem as decisões do Constitucional. É já o próprio Primeiro-Ministro quem afirma publicamente que os juízes do TC que "determinam a inconstitucionalidade de diplomas em circunstâncias tão especiais" deveriam estar "sujeitos a um escrutínio muito maior do que o feito até hoje"  E Acrescenta: "como é que uma sociedade com transparência e maturidade democrática pode conferir tamanhos poderes a alguém que não foi escrutinado democraticamente?"  Ora, aqui chegados não há já retorno. Quando o Pedro Passos Coelho chamou a si esta contestação transformou uma querela constitucional numa contenda institucional. Compreendo bem as motivações e os estados de alma. No fundo ser hoje Primeiro-Ministro em Portugal é quase tão temerário como pilotar um avião sem radares de nenhuma espécie. Mas - confesso - não alcanço o objectivo. A quem serve e de que serve juntar aos constrangimentos da decisão do constitucional um conflito institucional? Res ipsa loquitur! 
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3.           Não é verdade ou, pelo menos, não é inteiramente verdade, que aos juízes do TC falte legitimidade democrática. O Tribunal Constitucional Português é composto por treze juízes, sendo dez eleitos pela Assembleia da República e dois cooptados pelos eleitos. Com efeito, pelo menos quanto aos primeiros, o mecanismo de eleição garante uma espécie de legitimidade democrática indirecta. De resto, a forma como são designados os "nossos" juízes não contrasta, pelo contrário, com a de outros ordenamentos jurídicos europeus. Há, contudo, aqui ou ali, pequenas nuances. Em França, por exemplo, o Conseil Constitutionnel inclui juízes escolhidos pelo Presidente da República, pelo Governo e pelo Parlamento, e inclui, por inerência, todos os antigos Presidentes da República. Na Áustria a escolha dos juízes é "dividida" entre o Parlamento e o Governo e na Alemanha a selecção reparte-se entre o Bundestag e o Bundesrat. 
Já em Espanha a composição do Constitucional depende das escolhas feitas pelo Congresso, pelo Senado, pelo Governo e pelo Consejo Geral del Poder Judicial. Numa futura revisão constitucional pode equacionar-se a possibilidade de envolver o Governo ou o Presidente, polarizando a escolha dos juízes. De resto, a forma como é hoje "cozinhada" a lista de juízes eleitos pelo Parlamento - feita por acordo das maiorias parlamentares conjunturais e envolvendo em regra PS, PSD e, ocasionalmente, o CDS - não favorece o escrutínio público das personalidades eleitas, que são ouvidas na 1ª Comissão Parlamentar, as mais das vezes, apenas para cumprir uma formalidade. Acresce que, apesar de mais comuns nos EUA que na Europa, os estudos que relacionam a indicação "partidária" dos juízes e o sentido das respectivas decisões não apresentam, em regra, resultados claros.Não creio, pois, que alterações no modelo de designação dos juízes ou mesmo uma revisão constitucional - apesar de necessária e desejável - resolvam o problema de fundo. Estamos no domínio da interpretação e integração de princípios constitucionais - igualdade, proporcionalidade, protecção da confiança... - cuja formulação na Lei Fundamental está (e por natureza, estará sempre) longe de estabelecer um padrão interpretativo de vinculação concreta. O ponto está em lograr inverter uma certa "cultura constitucional" que, temo, possa vir a fazer escola, mas que não é também exclusivamente portuguesa. E a cultura - como as mentalidades - não se impõe nem por lei nem por decreto. 

Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PSD

IN "EXPRESSO"
08/06/14



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208.UNIÃO


EUROPEIA
















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HOJE NO
"i"

Primeiro iate de turismo em Lisboa reforça
. aposta no mar e na construção naval

O projeto, que conta com um investimento de 720 mil euros, dos quais 468 mil atribuídos pelo QREN, é, para a ministra da Agricultura, “um excelente exemplo” de economia do mar em Portugal
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A ministra da Agricultura defendeu hoje uma aposta no turismo ligado ao mar, considerando ser necessário aproveitar a proximidade ao Atlântico e, ao mesmo tempo, usar a capacidade portuguesa para a construção naval.

“Lisboa é a única capital europeia virada para o Atlântico, tem um estuário absolutamente excecional e, por isso, temos tudo a ganhar em aproveitá-lo, em dá-lo a conhecer e em criar cada vez mais esta proximidade grande entre o rio, o mar, o estuário e a própria cidade”, afirmou Assunção Cristas, no lançamento do primeiro iate de turismo que vai percorrer o Tejo a partir de hoje.

A embarcação, desenhada e construída em Portugal, vai servir para empresas e grupos que pretendam fazer eventos em roteiros pelo rio Tejo e “oferecer visitas de qualidade”, já que os turistas ficam habitualmente “pela cidade e pelas zonas circundantes”.

O projeto, que conta com um investimento de 720 mil euros, dos quais 468 mil atribuídos pelo QREN, é, para a ministra da Agricultura, “um excelente exemplo” de economia do mar em Portugal. 

“Estamos a falar de um projeto que tem design português, que tem projeto português e que tem construção naval portuguesa, foi totalmente elaborado nos estaleiros de Vila Real de Santo António. Isto significa que temos um valor acrescentado nacional extraordinário”, sublinhou.

Para Assunção Cristas – que visitou o projeto, acompanhada do secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes -, esta nova atividade “insere-se que no plano nacional de turismo, quer na estratégia nacional do mar”, áreas que, em complemento com a construção naval, são “muitíssimo importantes” e nas quais o país “tem cartas para dar”. 

* E o iate vai navegar no Tejo até onde, a navegabilidade não é grande, infelizmente para Lisboa o Tejo não é o rio Douro que se preparou para o turismo.


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 500.000



VISITAS





ESTIMADOS PERSEGUIDORES E VISITADORES

Este blogue foi iniciado a 9 de Abril de 2009. Com objectivos vagos e noções precisas, absolutamente contra a calúnia, grosseria ou ordinarice. A brejeirice, o picante e o non sense seriam pedras de toque para a nossa diversão e recreio.

Pouco a pouco mudámos a agulha, desejámos ser mais interventivos, aumentar os nossos conhecimentos, divulgar outros interesses, opiniões de quem sabe opinar, mas sem nunca  esquecer a nossa modéstia e pequena dimensão. Também nunca aceitámos  publicidade paga nas nossas páginas e a que inserimos foi pela criatividade demonstrada.

Estão pois contentes os pensionistas por hoje se atingir este número quase mágico de meio milhão de visualizações de páginas, corresponde a um pouco mais de 96.700 visualizações por ano. Como sabem o contador de visitas não é nossa pertença, é do gestor global dos blogues.

No futuro a começar agora iremos ser os mesmos e também diferentes, oxalá nos surjam ideias para o efeito, creiam que além de nos divertirmos este blogue dá trabalho, muito.

Hoje, temos 3 pedidos a fazer:
- Por favor façam mais comentários às inserções, prometemos desde o início não haver censura aos mesmos e cumprimos, foram apenas excluídos comentários insultuosos ou caluniosos.
- Também temos uma espécie de posto  de correio para onde podem mandar tudo o que queiram que se publique e tudo será publicado sem censura, eis o endereço: "apxxdxdocorreio@gmail.com"
- Inscrevam-se como perseguidores, não ganham nada com isso mas é "confortante" sentir a vossa presença.

Por último UM GRANDE AGRADECIMENTO por nos visitarem e "perseguirem" nomeadamente aos  que gradualmente puseram a sua janelinha na coluna da direita para nos fazerem companhia, segue a lista por data de entrada.

- FERNANDO MARTINS 
- BERENICE BLUE
- HELENA BARROS
- BEATRICE FIALHO
- gandablog
- FERNANDO MOREIRA
- FERNANDO CORREIA
- VALDEMIRO MERGULHÃO
- ANA FONTE
- ecologia
- LEONOR
- BÁRBARA
- RALF WOKAN
- BETTHA
- RAQUEL CRUSUOÉ
- renato pagnano
- alessandroturci
- Professor
- ale martins rodrigues
- M@RIV@N
- DANIELA
- MARIA
- comichao cerebral
- ZITA FREITAS
- NAIDA ANDRADE
- ANTONIO
- BETTY RODRIGUEZ
- LUISA SOUSA
- jamahiriya.libya
- rvieira
- JOAQUIM CARLOS CARLOS
- CAROLA CASTRO
- MÓNICA
- SÉRGIO AUGUSTO MARAVALHAS
- basa
- WLADIMIR
- JOÃO MIGUEL MARQUES

ABJEIAÇOS

OS PENSIONISTAS



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23.O MELHOR
 DA ARTE
O ESCRIBA
SENTADO


ARTE EGÍPCIA



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Cada episódio é dedicado a um grande trabalho de arte da coleção dos museus do Louvre, Antiquities Museum of Saint Germain, Orsay, Rodin e Guimet. A série mostra obras como a Monalisa e os tesouros do budismo. Um trabalho único sobre história da arte.



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HOJE NO
"A BOLA"

«Temos a obrigação de ajudar Mário Figueiredo» – Luís Filipe Vieira
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O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, abordou, no site oficial, as eleições à presidência da Liga de clubes e defendeu que a partir deste momento todos têm a obrigação de ajudar Mário Figueiredo.

«Das eleições de hoje para a Liga de Clubes não há vencedores nem vencidos, mas apenas um processo que não dignificou o Futebol português.

E desenganem-se - ao contrário do que muitos querem fazer passar – que o culpado não é Mário Figueiredo, que porventura em alguns momentos, reconheço, também poderia ter assumido uma posição mais conciliadora.

Quem procurou nesta eleição um ajuste de contas com o passado, ou viu neste ato eleitoral uma oportunidade de afirmação pessoal sem qualquer outro tipo de projeto, esses sim contribuíram para o espetáculo pouco edificante que tivemos oportunidade de assistir.

Não expressei publicamente qualquer opção para o presente ato eleitoral, mas chegados aqui e uma vez eleito o Dr. Mário Figueiredo acho que temos a obrigação de o ajudar, dando-lhe a oportunidade de com os clubes procurar uma solução conciliatória.

Fazer outra coisa, prolongando nos tribunais uma disputa legal, em nada beneficiará o Futebol português», afirmou Luís Filipe Vieira, em declarações no «site» oficial do Benfica. 

* O melhor é acabar com as pulhices intestinas ou então acabar com esta liga, cheia de interesses sub reptícios e mal nascida à partida.

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Fausto


Rosalinda

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Governo quer separar educação especial de dificuldades de aprendizagem

O Governo quer retirar dos apoios da educação especial todos os alunos que não apresentem deficiências permanentes, mas garantido que a escola continua a apoiar todos os alunos com dificuldades de aprendizagem. 

A proposta integra as conclusões do grupo de trabalho que, ao longo dos últimos meses, teve a cargo um estudo para a revisão da legislação relativa à educação especial, e que hoje apresentou resultados numa sessão no Palácio das Laranjeiras, em Lisboa, que contou com a presença dos secretários de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, do Ensino e da Administração Escolar, Casanova de Almeida, e da Solidariedade e da Segurança Social, Agostinho Branquinho.

As conclusões do grupo de trabalho apontam para a necessidade de alguma revisão da legislação, sobretudo ao nível da integração num único diploma dos diversos normativos dispersos, que deve, acima de tudo, clarificar conceitos, em particular no que diz respeito à separação entre necessidades educativas especiais permanentes ou temporárias ou, dito de outra forma, entre o que realmente se enquadra na educação especial e o que deve apenas ser classificado como dificuldades de aprendizagem.

* Estas medidas não se devem a nenhuma teria ou método inovador  para melhorar o ensino, é um acto simples de economicismo governamental para tirar benefícios a quem mais precisa.


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YOGA

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

UE investiga incentivos fiscais 
à Apple, Starbucks e Fiat 

A Comissão Europeia abriu hoje três investigações aprofundadas por suspeitas de irregularidades nos incentivos fiscais cedidos a filiais europeias das gigantes Apple, Starbucks e Fiat.

O Executivo comunitário suspeita que estas empresas possam ter usado ajudas estatais para subvalorizar o lucro tributável e assim pagar menos impostos.

Joaquín Almunia, o comissário responsável pela Concorrência, referiu que "no contexto orçamental actual é particularmente importante que as grandes multinacionais paguem a sua quota de impostos".

A investigação visa o negócio da Apple na Irlanda, as operações da Starbucks na Holanda e a actividade de uma firma financeira do grupo Fiat no Luxemburgo.

Bruxelas não tem autoridade directa sobre os sistemas fiscais nacionais, mas pode investigar se determinado regime fiscal vantajoso constituiria um auxílio estatal injustificável para as empresas.

* Mais exemplos de empreendedorismos sérios.


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FACTOS INTERESSANTES
DO CORPO HUMANO


 QUANTO MAIS SE DORMIR MAIS 
O Q.I. SE MANTÉM ELEVADO


 USA NO MÍNIMO 200 MÚSCULOS PARA DAR UM PASSO


 NA GENERALIDADE O HOMEM É MAIS ALTO


 OS PÉS TÊM CERCA DE 
250 MIL GLÂNDULAS SUDORÍPERAS


 A BEXIGA CHEIA TEM O VOLUME  
DUMA BOLA DE TAMANHO MÉDIO


 O ÁCIDO DO ESTÔMAGO DISSOLVE
 LÂMINAS DE BARBEAR



 AS CÉLULAS DO CÉREBRO ARMAZENAM
 5 VEZES MAIS INFORMAÇÃO QUE TODOS OS
. VOLUMES DA ENCICLOPÉDIA BRITÂNICA

 O FÍGADO DUM HOMEM SEM PELOS NO PEITO 
CONTRAI CIRROSE COM MAIS FACILIDADE

EXISTE UM TRILHÃO DE BACTÉRIAS EM CADA PÉ


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Elevado consumo de carne vermelha
 pode causar cancro da mama 

Estudo da Universidade de Harvard estudou casos de 88 mil mulheres que começaram a ser analisadas em 1991. 

Comer grandes quantidades de carne vermelha pode causar cancro da mama. A conclusão é de um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, que avaliou 88 mil mulheres que começaram a ser estudadas em 1991. 


Os resultados iniciais da investigação foram publicados pela primeira vez em 2006 e já vinham alertar para esta tendência. Além do cancro da mama, o elevado consumo de hambúrgueres e picanha, por exemplo, pode levar também a um aumento do risco de cancro do cólon ou do pâncreas. No entanto, as probabilidades de sofrer destas doenças por consumir carnes vermelhas são menores que as de ser vítima de um cancro da mama. 

PRODUTOS QUÍMICOS DAS 
CARNES PROCESSADAS JÁ
 SÃO CONSIDERADOS CANCERÍGENOS

Os produtos químicos que compõem as carnes processadas já foram classificados como cancerígenos. Nos países desenvolvidos, onde este tipo de alimento é mais consumido, as mulheres têm 12,5% de probabilidades de desenvolver cancro da mama.

 "É importante ter um estilo de vida saudável ao longo de sua vida e não apenas quando se é mais velho”, explicou Mia Gaudet, diretora de epidemiologia genérica na Sociedade Americana de Cancro, em declarações à revista ‘Time’. Este estudo da Universidade de Harvard, publicado pelo jornal britânico ‘BMJ’ na terça-feira, analisou 88 mil mulheres, com idades compreendidas entre os 26 e os 45 anos. A maioria das mulheres analisadas são norte-americanas. 

* A prevenção parcial é optar por comer moderadamente de uma grande variedade de alimentos. O cancro é uma doença tenebrosa, ataca de maneira cega, há muita gente que viveu duma maneira muito saudável e "desinfectada" e morreu de cancro. As notícias têm sempre um valor relativo.


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 DANÇANDO COM BOLA

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Fátima Pinto deixa um apelo aos portugueses 
“Denunciem situações 
de trabalho infantil” 

A presidente da Confederação Nacional de Ação Sobre o Trabalho Infantil (CNASTI) apelou aos portugueses que denunciem situações de trabalho infantil, como casos de mendicidade ou prostituição de menores, que têm vindo a agravar-se. 

O apelo de Fátima Pinto surge na véspera de se assinalar o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil, que este ano chama a atenção para o papel da proteção social para manter as crianças afastadas desta situação ou para dela as retirar. 


A Organização Internacional do Trabalho (OIT), que instituiu esta data em 2002, afirma que “a pobreza e os choques económicos”, como o desemprego, são os principais fatores que levam as crianças a trabalhar. Fátima Pinto referiu que “as situações de crise normalmente levam a um agravamento do trabalho infantil”, que não se tem verificado no trabalho tradicional, mas nas “piores formas” de trabalho infantil. 

“Estamos a assistir a crianças que vão pedir, a crianças que são introduzidas no tráfico muito mais cedo do que era habitual” e casos de prostituição infantil, sobretudo nas grandes cidades. As organizações que trabalham nesta área têm verificado “uma situação bastante gravosa e nota-se, no país, um clima propício a que essas situações se venham a agravar”, advertiu. 

O relatório do Observatório do Tráfico de Seres Humanos refere que, em 2013, foram detetados 49 menores alegadamente vítimas de tráfico. Já à Linha SOS-Criança, do Instituto de Apoio à Criança, foram reportados 16 casos de mendicidade, seis de trabalho infantil, cinco de abandono escolar e dois de prostituição infantil. 

“É muito importante que haja quem denuncie e chame a atenção quando estas situações acontecem”, disse Fátima Pinto, defendendo que tem de haver mais fiscalização e um acompanhamento das famílias. “Se as crianças não estão na escola, não estão naquilo que é o trabalho tradicional, elas estão ocupadas nalguma coisa e ninguém sabe aonde”, o que é preocupante, frisou. 

O trabalho sazonal também continua a ser uma realidade em muitas zonas do país e o “trabalho infantil artístico está à vista de todos”. “Há crianças que estão horas e horas a fazer gravações [para televisão, publicidade, etc.], muitas vezes sem uma alimentação adequada” e com ritmos de trabalho intenso”, disse Fátima Pinto, questionando: “Será que a legislação está a ser escrupulosamente cumprida?” “É impossível”, respondeu, defendendo que os direitos das crianças devem ser “respeitados escrupulosamente”. 


A Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) apenas detetou um menor em situação de trabalho ilegal nas 51 visitas inspetivas que realizou em 2013. Este ano, até 31 de maio, não foi detetado nenhum caso nas 23 ações de fiscalização. 

“O número de menores em situação de trabalho ilegal tem expressão muito pouco significativa” e “a considerar-se que persiste, é meramente residual”, afirmou o inspetor-geral da ACT, Pimenta Braz. 

Para a ACT, a evolução registada é “francamente positiva”: se, em 2009, foram encontrados nos locais de trabalho seis menores em situação ilícita [a criança não ter completado a idade mínima de admissão ou não ter concluído a escolaridade obrigatória], esse indicador é nos dois últimos anos praticamente inexpressivo”, com um caso em cada ano. 

As últimas estimativas da OIT indicam que o número de crianças trabalhadoras diminuiu um terço, desde 2000, passando de 246 milhões para 168 milhões, a nível mundial. 

* A exploração de menores é um dos crimes mais hediondos do mundo.

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