terça-feira, 10 de junho de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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QUE É LÁ ISSO,


PENSAS QUE ÉS


O CLINTON?
















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O QUE NÓS

RECORDAMOS!




Quando eu era criança…

Dez escritores de livros infantis recordam aquilo que liam e os brinquedos que adoravam


No dia 1 de Junho, é celebrada a infância, a primeira época da vida de qualquer pessoa. Contudo, há pessoas que não a deixam logo para trás, e que a revisitam para enriquecer a infância dos outros. 


 António Mota
56 anos
Publicou mais de 80 livros infanto-juvenis 
 
O livro: ‘As Aventuras de Pequenu’, de Dick Laan O brinquedo: moinhos


“Sempre estive na aldeia de Vilarelho, ao pé de Baião. Quando tinha 7 anos, a professora disse que ia passar a biblioteca itinerante da Gulbenkian, e que se podiam requisitar livros que não se pagava nada. Um dos primeiros que li foi 'As Aventuras de Pequenu', de Dick Laan. Lembro-me de um livro sobre o Thomas Alva Edison, nunca mais me esqueci do nome dele! E também d''O Meu Pé de Laranja Lima', chorava sempre muito...

O brinquedo que mais gostava de fazer eram moinhos, foi o meu pai que me ensinou, com bugalhos duros, do carvalho. Punha bocadinhos de paus à volta e fazia aquilo girar junto à água. E agora vou contar uma coisa secreta: adorava fazer corridas de caracóis. Numerava-os, punha uma palha seca, e dizia partida!... Mas no dia seguinte, já tinham desaparecido.

Acho que foi o meu avô que me ofereceu uma navalha pequenina. Com ela, fazia carros, carrinhas, carroças e animais com cascas de abóbora. Havia tanta abóbora que dava para alimentar os porcos com elas. 

Aos 7 anos, o meu pai Manuel deu-me um martelo. Ele era tamanqueiro, e com o martelo pude ajudar o meu pai a trabalhar. Hoje, guardo o martelo ao pé dos livros porque foi o que me ajudou a estudar. Ainda o tenho. Era para o trabalho, mas também para a brincadeira.
Também por volta dos 7 anos, o meu pai foi ao Porto e encontrou só o aro de um tambor. Trouxe-o, montou-o todo com a pele e as cordas e deu-mo.”


A PARTIR DE UM TRABALHO DE LEONOR RISO

IN "SÁBADO"
01/06/14


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MEU BRASIL BRASILEIRO...





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1-TARAS OU OPÇÕES

Axilismo- Há gostos para tudo e lamber foi sempre um nobre hábito de qualquer mamífero. A axila também pode ter os seus encantos, há homens que se encantam tanto que  ali se esfregam bem apertadinhos.


Feederism- É o acto de alimentar e comer, comer e também comer, nada é melhor que comer, seja o que for.
 

Urtication - Não nos convidem, provocar urticária é coisa feia, utilizar a urtiga como afrodisíaco, impensável.


Odaxelagnia - Que nome complicado para dentadinhas excitantes, apetece dizer " - Odaxelagnia-me todinho".


Acrotomofilia - Olhar como fetiche para uma amputação não é propriamente uma delicadeza, mas partilhar sim, o gozo bom acontece por inteiro.


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HOJE NO
"O JOGO"

Nélson Évora consegue mínimos
 para os Europeus

Os portugueses Nélson Évora e Susana Costa conseguiram mínimos para os Europeus de atletismo de Zurique, em duas provas de triplo-salto de meetings do circuito da IAAF.  

Nélson Évora classificou-se em segundo lugar em Marraquexe (Marrocos), com um último ensaio de 16,62 metros (vento: +0,4 metros/segundo), perdendo apenas para o nigeriano Tosin Oke, que fez a mesma marca, mas teve um segundo ensaio ligeiramente melhor: 16,60 (+0,3 m/s) contra 16,59 (+3,1 m/s). 

O atleta benfiquista, que fez apenas a sua segunda prova desta época, conseguira antes 16,55 com vento regulamentar (+1,3 m/s), no quinto ensaio, marca que já era mínimo para os Europeus.   

Em Hengelo (Holanda), Susana Costa foi quinta, com 14,11 (-0,7 m/s), marca que supera em 16 centímetros o mínimo para Zurique. A atleta do Benfica ficou a oito centímetros do seu recorde pessoal, numa competição em que triunfou a colombiana Caterine Ibarguen, com 14,63 (+1,7 m/s).  

* Parabéns a ambos.


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 IV- A INCRÍVEL

JORNADA HUMANA



1- AUSTRÁLIA


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Nesta viagem a Drª. Alice vai à Austrália para entender como os humanos chegaram lá e o mais surpreendente é que, fizeram isso muito antes de colonizar a Europa.


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HOJE NO
"i"

Presidente alemão pode chamar
 'loucos' aos neonazis

O pequeno partido neonazi argumentou em tribunal que o presidente, cuja função deve ser uma espécie de árbitro moral nacional e representante da Alemanha no exterior, deve manter-se neutral na política do dia-a-dia 
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A justiça alemã decidiu que o presidente da Alemanha, Joachim Gauck, tem direito a chamar “loucos” aos membros do partido neonazi.

O Tribunal Federal Constitucional, a mais alta instância judicial do país, rejeitou uma queixa apresentada pelo Partido Nacional Democático (NPD), de extrema direita e anti-imigração, contra declarações do chefe de Estado no verão passado.
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Numa declaração a estudantes após o NPD organizar um protesto contra um centro de refugiados que abrira em Berlim oriental, Gauck, outrora ativista pró-democracia na Alemanha de Leste, disse em agosto: "Precisamos de cidadãos que se manifestem nas ruas e que ponham estes loucos no seu lugar”.

O pequeno partido neonazi argumentou em tribunal que o presidente, cuja função deve ser uma espécie de árbitro moral nacional e representante da Alemanha no exterior, deve manter-se neutral na política do dia-a-dia.

No entanto, o tribunal deu ao chefe de Estado a liberdade de escolher como desempenha as suas funções e que temas escolhe abordar.

"Declarações específicas do Presidente Federal só podem ser objetadas na justiça se o Presidente tomar partidos de uma forma que negligencie claramente a tarefa integrativa do seu cargo e se, por isso, tomar partidos de forma arbitrária", pode ler-se no comunicado do tribunal, que acrescenta: "Não foi esse o caso".

"Neste caso, no entanto, (…) o termo ‘loucos’, assim como os termos ‘ideólogos’ e ‘fanáticos’, funciona como um termo coletivo para pessoas que não aprenderam as lições da história e que, sem se impressionarem com as terríveis consequências do Nacional Socialismo, mantêm opiniões nacionalistas e antidemocráticas", escreve o tribunal.

Com cerca de 6.000 membros, o NPD obteve apenas 1,3% dos votos nas eleições nacionais de setembro e nunca obteve assento no parlamento nacional.

No entanto, é representado nas legislaturas de dois estados do leste da Alemanha e por isso tem direito a financiamento oficial para as suas campanhas.

No mês passado, o partido conquistou o seu primeiro assento no Parlamento Europeu, tendo reunido um por cento dos votos.

A câmara alta do parlamento alemão está a preparar um processo para pedir ao tribunal constitucional a proibição do NPD, fundado em 1964 como sucessor do partido neofascista German Reich.

* O presidente da Alemanha  no tribunal por causa de bandidos neo-nazis? Quem está louco?




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1-12 MULHERES

SUL AFRICANA

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Maria Cândida, jornalista, viaja até o país onde aconteceu a Copa do Mundo em 2010: a África do Sul. Fascinada pelas africanas, a apresentadora conversa com 12 mulheres de faixas etárias, formações, classes sociais e temperamentos diferentes: uma chef de cozinha que também é consultora de gastronomia, uma nativa da tribo zulu, uma escritora, uma rapper, uma fazendeira, uma estudante, uma alta utiva, uma médica, uma professora universitária, uma apresentadora de TV, uma piloto de avião e uma cozinheira. Cada entrevistada conta uma história de vida, uma experiência, um depoimento sobre a mulher e a África. No final, Maria Candida resume suas impressões e revela, numa palavra, o que mais define a mulher sul-africana.

UMA PRODUÇÃO TV RECORD


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HOJE NO
"A BOLA"

«Tem de se tirar o chapéu a Nadal» - Federer

Roger Federer tira o chapéu a Rafael Nadal depois da nona vitória do espanhol em Roland Garros.
«Fiquei muito feliz por ele. É tremendo o que ele faz em terra batida em cada ano. Tem de se lhe tirar o chapéu. Para mim, era claro que ele era o favorito. Agora, toda a gente diz que era evidente que ele ia ganhar», afirmou o suíço em entrevista ao site do ATP.
  
* Exemplar, adversários que respeitam e estimam.


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JOSÉ FERREIRA MACHADO

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Em memória de
 Alfredo de Sousa

Completam-se este ano 20 anos sobre o trágico falecimento do professor Alfredo de Sousa. Foi um grande economista, mas para mim ficará sempre ligado à criação de uma instituição ímpar no ensino superior público português, a Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, da qual foi o primeiro director.

Folheando um anuário desses tempos primeiros (o de 1978), duas coisas saltaram-me  à vista. A primeira foi a composição da comissão directiva, onde Alfredo de Sousa estava acompanhado de nomes que viriam tornar-se muito conhecidos (Aníbal Cavaco Silva e Abel Mateus), a par de outros que teriam distintas carreiras (Manuel Pinto Barbosa e José António Girão).

O outro aspecto, hoje comum, mas na altura totalmente único e um selo distintivo da Nova durante muita anos, era a indicação explícita, logo no início do ano lectivo, do programa de todas as disciplinas, dos seus professores e dos horários dos exames.

Personalidade muito forte,  ainda assim permitiu que a Faculdade de Economia fosse moldada (muitas vezes contra o seu instinto) pelas experiências e ambições de um grupo de jovens professores formados nos EUA. Estes, desde muito cedo, importaram e implementaram um grande número de práticas e princípios que correspondiam às  melhores práticas universitárias mas que, ainda assim, eram ignorados pelas academia indígena. A jornada internacional da Faculdade começou  aí.

Para homenagear a sua a memória, a Faculdade de Economia (hoje Nova SBE)  centrou-se numa outra faceta do professor: a do destemido e clarividente polemista, que pensava o que dizia e dizia o que pensava. Para esse efeito a Escola promoverá uma série de debates sobre definidores de encruzilhadas para o desenvolvimento nacional: energia, investimento estrangeiro e estratégia de investimento público infra-estrutural.

O primeiro debate teve lugar no passado dia 27 e centrou-se nos temas da energia. O painel foi moderado por Ricardo Costa e contou com Paulo Pinho, professor da Nova  e antigo administrador da REN, João Manso Neto, CEO da EDP Renováveism e Gonçalo Salazar Leite, CEO da Secil.

Foram revistados, com entusiasmo mas compostura, todos os temas mais polémicos: impacto do preço na competitividade das empresa, mix de oferta e papel das renováveis, rendas excessivas e sustentabilidade da dívida tarifária. Diferentes pessoas terão tirado diferentes conclusões. Ressaltaria três. 

A primeira é que, se incluímos os custos totais de investimento novos, as renováveis são competitivas com as outras fontes. Por outro lado, que a divergência entre os custos da energia eléctrica entre os EUA e a Europa vão manter-se e mesmo acentuar-se com a disseminação do shale oil; mas, reagindo os agentes a incentivos, o impacto dessas diferenças na competitividade da indústria europeia não pode ser avaliado directamente pois as empresas ajustar-se-ão, adoptando tecnologias poupadoras de energias ou promovendo actividades menos intensivas em energia. 

Afinal a Alemanha e o Japão são grande exportadores de bens e, ainda assim, têm  a energia cara. Finalmente, a preocupação com as emissões de CO2 não é uma mera bizantinice europeia, estando a entrar com força na agenda dos EUA. E estará, num futuro não muito longínquo na agenda da China.

IN "SOL"
04/06/14


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207.UNIÃO



EUROPEIA




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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Quercus aconselha cuidado para praias
. onde época balnear ainda não começou

A Quercus alertou hoje que a época balnear começa no domingo em muitas praias, principalmente no norte, e nas águas interiores só a 01 de julho, e os portugueses que vão aproveitar o fim de semana devem estar atentos.
 
"A época balnear começa a 15 de junho na maioria das praias e é domingo. Para os municípios como Lisboa, em que sexta-feira é feriado, é necessário ter em atenção se forem para norte e centro" para questões "como a segurança, a vigilância ou o controle de qualidade da água, que não terão de estar a funcionar na sexta-feira nem no sábado", disse à agência Lusa Francisco Ferreira, da Quercus.

O ambientalista lançou um alerta principalmente para as praias interiores em que a época balnear só irá começar a 01 de julho.
Portugal tem "543 zonas balneares e a Quercus vê com grande satisfação que há apenas duas praias [interiores] que se apresentam com má qualidade, a de Prado Faial, em Vila Verde, e Navarra, em Braga", apreciação que resulta da análise dos dados da Agência Europeia do Ambiente.

No entanto, "do total, 23 não estão classificadas, ou porque são praias novas ou porque os dados ainda estão em avaliação", segundo Francisco Ferreira.

Na análise apresentada pela associação ambientalista, "temos mais seis praias em comparação com o ano passado com uso limitado por situações de risco diverso relacionado com a estabilidade das arribas ou com a falta de areia".

"O dado que talvez sobressaia mais é o recorde de águas balneares interiores, que são 97, com um acréscimo de praias interiores classificadas com qualidade excelente e são agora 69%, apesar de estarmos longe dos 95% que se atinge nas águas balneares costeiras", resumiu.

Os ambientalistas estão satisfeitos, mas não deixam de chamar a atenção que, quando se pretende que as águas interiores sejam um ponto de diversificação de lazer de interesse paisagístico natural e se incentiva as pessoas a conhecerem o interior em alternativa ao litoral, "é fundamental fiscalizar e melhorar tudo o que é possível do ponto de vista da qualidade".

E Francisco Ferreira apontou a existência de "falhas de saneamento básico e de problemas com a gestão da bacia hidrográfica", recordando que o objetivo é que em 2015 não haja qualquer praia com má qualidade.

Em relação à qualidade da água balnear, o técnico da Quercus defendeu "a informação tem de ser dada ao público e estar presente na praia de forma clara, explícita e atualizada, mas também deve ser dada à escala nacional".

Esta é uma responsabilidade da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) "cujo sítio na internet ainda não tem informação sobre as análises recolhidas este ano, e há praias que já começaram a funcionar há cerca de um mês e meio", realçou.

No final de maio, a Quercus tinha divulgado a sua classificação, mais exigente que a europeia, e concluiu que Portugal tem este ano 355 praias com qualidade de ouro, mais 19 do que na época balnear anterior, com Albufeira, Vila Nova de Gaia e Vila do Bispo na frente.

* É bom estar atento.

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PRÓTESE DA MÃO


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Treino experimental do controlo da prótese da mão por meio de estimulação da extremidade do membro amputado, fantástico.


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HOJE NO
"PÚBLICO"

Verdes rejeitam Marinho e Pinto,
 MPT integra o grupo dos Liberais 

Decisão dos Liberais deverá ser confirmada esta terça-feira.

Os dois eurodeputados eleitos pelo Movimento do Partido da Terra (MPT) vão integrar o grupo dos Liberais no Parlamento Europeu (PE) e não a família d' Os Verdes, que constituía a preferência inicial do seu líder, Marinho e Pinto.

A decisão será em princípio confirmada durante a tarde desta terça-feira durante uma reunião dos chefes dos partidos liberais membros do grupo.

O porta-voz dos Liberais, Neil Corlett, confirmou ao PÚBLICO que o pedido oficial de integração no grupo foi apresentado durante o passado fim-de-semana por Marinho e Pinto.

Fonte do grupo afirmou, por outro lado, que “não existem complicações” em torno desta candidatura, o que significa que a decisão será seguramente positiva. Os Liberais são o terceiro grupo em dimensão do PE com 61 eleitos depois da integração dos dois deputados do MPT.

Os Verdes, o quinto grupo em dimensão, também confirmaram formalmente que os dois deputados do MPT não integrarão a sua bancada.

Na semana passada depois de um encontro para “contactos exploratórios” com o líder do MPT, Os Verdes já tinham expressado hesitações sobre a aceitação dos dois portugueses devido a algumas declarações feitas no passado por Marinho e Pinto, consideradas “homofóbicas” e contrárias ao programa do grupo. 

O ex-bastonário da Ordem dos Advogados tem-se manifestado contra a adopção de crianças por casais do mesmo sexo.

* Um homem que se diz de esquerda integra um grupo parlamentar de direita, espectáculo!


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Fausto


Voando por Cima das Águas

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

 Estádio de Leiria custa à câmara
 16 750 euros/dia 

Aveiro e Algarve (Faro e Loulé) são outros casos em que as dívidas pesam nas autarquias 

O Estádio Municipal de Leiria, remodelado e ampliado para o Euro 2004 custa à câmara 16 750 euros por dia e ainda faltam pagar 48 milhões de euros de empréstimos, de uma obra de 88 milhões. 

A autarquia já o colocou em hasta pública, em 2009, por 63 milhões de euros, mas não houve interessados. O conflito entre o clube e a edilidade ajudou a agravar a situação. 

Mas há mais ‘elefantes brancos' devido ao Euro 2004. Em Aveiro, o Beira-Mar registou um total 15 mil espectadores em 42 jogos da II Liga, metade da lotação do recinto. 

Ainda faltam pagar 25 milhões de euros. Já o Estádio do Algarve minimiza as despesas com a realização do rali de Portugal e de outros eventos. 

Os custos de quase 2 milhões de euros são divididos pelas autarquias de Faro e Loulé. 

Os estádios dos três grandes, os mais caros do Euro, registaram nestes dez anos um total de 26 milhões de espectadores, com o Benfica a liderar (11 milhões), seguido do FC Porto (9) e Sporting (6). Os 10recintos custaram 705 milhões de euros. 

* A megalomania dos políticos que gastaram o nosso dinheiro  para o seu folclore pessoal, deixou estes mostrengos espalhados pelo país.


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 AO GUIAR...

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 MANTENHA OS OLHOS NA ESTRADA

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Angela Merkel confirma apoio à nomeação 
de Juncker para a Comissão Europeia 
"Quero que ele seja o presidente" 

 A chanceler alemã reafirmou o seu apoio à nomeação de Jean-Claude Juncker como novo presidente da Comissão Europeia, numa mini-cimeira com outros líderes europeus de centro-direita que se opõem totalmente a essa candidatura. 

O Reino Unido lidera a campanha contra Juncker, tendo mesmo ameaçado sair da União Europeia se o ex-primeiro-ministro do Luxemburgo for escolhido para chefiar o executivo comunitário, temendo que este a encaminhe para uma via mais federalista. “Já disse que Juncker é o meu candidato para a presidência da Comissão, que quero que ele seja o presidente”, disse Merkel numa reunião sobre a economia europeia com os primeiros-ministros britânico, David Cameron, sueco, Fredrik Reinfeldt, e holandês, Mark Rutte. “Mas esse não foi o nosso tema hoje”, acrescentou, na cimeira que está a decorrer em Harpsund, perto de Estocolmo. 


 Cameron declarou que o seu Governo não apoia uma interpretação de novas regras que dê ao Parlamento Europeu um papel mais importante na escolha do presidente da Comissão. “Penso que o Conselho Europeu tem a função – tal como os chefes de Estado e de Governo eleitos – de se unir e recomendar candidatos que sejam capazes de levar a cabo o programa de reformas que é necessário na Europa”, defendeu. 

O primeiro-ministro britânico encabeça o grupo dos partidários de reformas que permitam uma maior autonomia dos Estados-membros da UE antes de um referendo sobre a continuação do Reino Unido na União Europeia, em 2017. Juncker – o candidato do conservador Partido Popular Europeu, do Parlamento Europeu – enfrenta uma forte oposição de muitos Estados-membros que afirmam que a futura direção política europeia será decisiva e estão relutantes em dar ao PE um papel tão importante numa nomeação tão crucial. 

 Um federalista europeu convicto, Juncker, de 59 anos, acredita que a resposta para os problemas da Europa reside numa maior integração dos Estados-membros. Os homólogos sueco e holandês de Cameron concordaram hoje que o Parlamento Europeu não deve ter a principal palavra a dizer na decisão sobre quem substituirá José Manuel Durão Barroso como presidente da Comissão Europeia ainda este ano, e instaram a que fossem considerados novos candidatos. 

“Acordámos que as futuras prioridades políticas da UE devem ser decididas antes de decidirmos nomeações para diversos cargos de topo”, disse Reinfeldt. Além de Juncker, há mais quatro candidatos à presidência da Comissão Europeia apoiados pelos Socialistas, pelos Liberais, pelos Ecologistas e pela Esquerda Radical no Parlamento Europeu. 

 Todos os partidos consideram que, se os líderes da União Europeia nomearem um presidente da Comissão que não coincida com a sua escolha de candidatos, tal será um golpe na credibilidade democrática da UE.

* Ela manda!


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PROTÓTIPOS




O Stout Scarab de 1936 era um proto-mini van de luxo. Mantinha os passageiros confortaveis e a sua bagagem no lugar com a sua suspensão às 4-rodas independente.



O Ovo eléctrico de 1942, pesava cerca de 770 libras, tinha 3 rodas e podia viajar durante 63 milhas antes de precisar de carregar


O General Motors Firebird I XP-21, um jet fighter em rodas, de 1953 conseguia chegar aos 200mph



Os criadores do Chrysler (Ghia) Streamline X "Gilda de 1955 pensaram em por-lhe um motor de turbina a gas, mas acabaram por lhe colocar um motor convencional.



Repare que as rodas da frente do Ferrari (Pininfarina) 512 S Modulo de 1970 são cobertas impedindo-as de rodarem, mostrando que ele é um conceito




O Lancia (Bertone) Stratos HF Zero de 1970, predecessor do lendário Stratos, era tão pequeno que o condutor tinha de entrar pelo para-brisas.



Em 2007 os restauradores construiram esta recreação do Bugatti Type 57S Compétition Coupé Aerolithe de 1935, baseados em registos, fotografias e num quadro a óleo dum engenheiro da Bugatti.
Em 1970



O baixo e longo Ford Speedster de 1932, foi concebido pelo filho de  Henry Ford, Edsel e pelo desenhador Eugene Gregorie.



O Voisin C-25 Aerodyne de 1934 era um salão francês que se movia sobre 6 motores consumindo 3.0-litros em linha, produzindo 100 cavalos hora.



Se o Tasco de 1948 parece familiar é porque as linhas deste carro vieram do Gordon Buehrig, um desenhador ex-aluno de Duesenberg



As curvas do Chrysler Thunderbolt de 1941 foram inspiradas pelos comboios streamliner


FONTE:
http://www.planetdaze.com/2014/05/17-ofmostbeautifullybizarrecars.html#sthash.K4cK4DWB.dpuf 




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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Jardim bate recorde de 
longevidade política de Salazar

O presidente do Governo da Madeira, que se tornou hoje o político português há mais tempo no poder desde 1910, ultrapassando Oliveira Salazar, admitiu ter cometido "erros", insistindo não se arrepender de ter feito dívida para desenvolver a região.

"Obviamente que não fazia tudo igual. Todos cometemos erros", declarou o líder insular, mas sublinhou que "de fundo, nas opções principais fazia tudo igual", disse Alberto João Jardim aos jornalistas à margem da cerimónia de homenagem às comunidades madeirenses espalhadas pelo mundo, na marginal do Funchal. 


Mas o líder insular, fundador do PSD-Madeira, sublinhou que "de fundo, nas opções principais fazia tudo igual", dando como exemplos os casos do "desenvolvimento da Madeira, opções pelos sectores sociais dado o estado lastimoso em que isto se encontrava, e a dívida pública para aproveitar os fundos europeus".

Jardim adiantou que "em questões de pormenor podia ter deixado de fazer isto ou aquilo, não ter escolhido esta ou aquela pessoa".

Quando questionado sobre se estava disponível para continuar e atingir os 40 anos de governação declarou: "Fechou-se um ciclo de governo", assegurando sentir-se "feliz" pela meta que atingiu.
Jardim referiu também que existiram nestes anos acontecimentos que o "marcaram duramente", mencionando "a resistência da República Portuguesa à evolução da autonomia, o incorreto funcionamento da justiça na Região Autónoma da Madeira e a má vontade de certos setores da comunicação social"

"Paga-se neste país um preço muito duro se formos oposição ao regime, se combatermos o poder antidemocrático de certas corporações e se se denunciar a oligarquia das sociedades secretas que se vão apossando, a pouco e pouco, dos portugueses", realçou.

Jardim é agora o português com maior longevidade no poder desde 1910, com 36 anos e 85 dias de governação, mais um dia que Oliveira Salazar, completando 13.310 dias desde que assumiu a presidência do Governo Regional, a 17 de março de 1978. 

O líder madeirense torna-se, assim, no político português há mais tempo em funções desde a instauração do regime republicano em Portugal, uma longevidade que assenta na sua nomeação como presidente do Governo Regional, sempre na sequência dos resultados de eleições para a Assembleia Legislativa, tendo vencido, desde 1976, dez eleições regionais consecutivas.

Mas para Jardim, a data de hoje não lhe diz "nada de especial", embora reconheça que tem de "agradecer à população" a confiança que nele depositou.

"Enquanto o dr. Salazar estava numa posição ditatorial, eu estive sempre eleito pelo povo. Estou mais legitimado que o dr. Salazar", disse Alberto João Jardim à agência Lusa.

Fundador do Estado Novo, António de Oliveira Salazar presidiu ao Governo de Portugal durante 36 anos e 84 dias, entre 05 de julho de 1932 e 27 de setembro de 1968.

Quando questionado como vê a forma como o país olha para a sua atividade política, Jardim responde ao seu jeito: "Portugal, dê atenção, ou não dê atenção, eu tenho é de resolver os problemas da Madeira".

* Poucas são as diferenças...


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 ATÉ PARECE MAGIA

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HOJE NO
"RECORD"

Mário Figueiredo: 
«Candidatos têm de preencher 
todos os órgãos»

O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Mário Figueiredo, disse esta terça-feira que os motivos evocados pela Mesa da Assembleia-Geral (AG) da Liga para recusar as candidaturas de Rui Alves e Fernando Seara foram claros. 

"Acho que foi transmitido de forma clara que há obrigatoriedade dos candidatos à Liga de preencherem todos os órgãos que são sujeitos a sufrágio na eleição. Não podem ficar órgãos vacantes", sublinhou o único candidato às eleições na LPFP. Na segunda-feira à noite, o presidente da Mesa da AG, Carlos Pereira, decidiu apenas admitir às eleições de quarta-feira a lista D, encabeçada por Mário Figueiredo, e rejeitar as restantes.

Em relação à candidatura de Rui Alves, a mesa da AG entendeu que era inelegível, porque estava registado como presidente do Nacional à data do termo de apresentação da candidatura e por não apresentar lista à Comissão Disciplinar nem à Comissão Arbitral. Já em relação a Fernando Seara, o presidente da AG recusou a candidatura por não apresentar qualquer lista para a Comissão Arbitral, algo que hoje Mário Figueiredo não deixou de sublinhar.

"Houve um trabalho de preparação que foi feito e a minha lista estava completa e estava toda direita. As outras duas listas, uma delas não apresentava elementos para dois órgãos, comissão arbitral e comissão disciplinar, e a outra não apresentava para a comissão arbitral", referiu.

Mário Figueiredo justificou ainda que os clubes têm de "se sujeitar ao tribunal arbitral da Liga, não podem socorrer-se dos tribunais comuns para dirimir conflitos entre eles, e portanto é essencial para quem concorre à Liga que tenha que concorrer a todos os cargos". 

* Fernando Seara a saltitar de desaire em desaire, nem o Relvas lhe vale.


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27.Quem avisa

seu amigo é!













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