sexta-feira, 16 de maio de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS


RECEAMOS!



PARTE DA ANTÁRTIDA 
VAI DESAPARECER





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 OFENDEM OS PALHAÇOS



















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 AH!!!


















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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Governo alemão quer reforçar regulação 
Google e outras empresas 
da Internet em causa 

O governo alemão planeia reforçar a regulação do Google e de outras empresas da Internet para evitar eventuais abusos da posição dominante no setor digital, segundo declarações dos ministros da Economia e do Interior. 

Num artigo de opinião publicado hoje no diário Frankfurter Allgemeine Zeitung, o ministro da Economia e vice-chanceler, o social-democrata Sigmar Gabriel, defende que deve ser feita uma análise para determinar se o Google está a “encurralar” os seus rivais no setor e se, ao fazê-lo, viola as regras da concorrência. 

 Por seu lado, o ministro do Interior, o conservador Thomas de Maizière, afirmou ao jornal Handelsblatt estar preocupado com a “dimensão excessiva” do Google, acrescentando que a crise financeira pôs em evidência os perigos decorrentes das posições de domínio em determinados setores. 


De Maizière viaja na próxima segunda-feira para Washington, onde tem previsto reunir-se com responsáveis de empresas tecnológicas para falar da proteção de dados pessoais e da segurança na Internet, na sequência do escândalo de espionagem em massa da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos. 

Questionado, o porta-voz do governo, Steffen Seibert, recusou dizer se os planos de Sigmar Gabriel têm o apoio da chanceler, Angela Merkel, limitando-se a afirmar que ela “está ao corrente” do “intenso trabalho” do vice-chanceler no âmbito do setor digital. 

 No artigo de opinião, Gabriel refere também a intenção de “travar o ‘dumping’ fiscal de empresas como a Google, Amazon ou Apple, que reduzem a carga fiscal desviando parte das suas atividades para paraísos fiscais. 

* Regular contra os impérios da irregularidade.


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 A ABSTENÇÃO NAS 
ELEIÇÕES EUROPEIAS



Este mês, nas eleições para o Parlamento Europeu, a maior percentagem dos eleitores pode ser aquela que evita as urnas. Os populistas vão tirar partido desta situação?

Os abstencionistas tornaram-se uma maioria silenciosa, revoltados com o que encaram como sendo uma falta de transparência, uma União Europeia que não está em contacto com o povo.

UMA PRODUÇÃO EURONEWS


VOTE PELA SUA SAÚDE


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Crianças a partir dos 3 anos 
devem medir tensão

Todas as crianças a partir dos três anos de idade devem medir a pressão arterial nas consultas de vigilância médica, segundo as recomendações dos especialistas, que alertam para um aumento dos casos de hipertensão na infância e nos adolescentes.

"A hipertensão arterial é uma doença silenciosa que, nos últimos anos, afeta cada vez mais crianças e adolescentes. Na Europa, estima-se que a prevalência da hipertensão na idade pediátrica seja de três a cinco por cento", refere a Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP), em vésperas do Dia Mundial da Hipertensão, que se assinala no sábado. 


Em Portugal ainda não há um estudo sobre a realidade nacional, mas indicadores parcelares e regionais permitem antever que a situação portuguesa será idêntica à dos restantes países europeus, segundo disse à agência Lusa a pediatra Carla Simão.

A SPP criou já um grupo de trabalho que está a preparar um estudo nacional para avaliar a prevalência da hipertensão na população portuguesa entre os três e os 18 anos.

Este estudo será conduzido através de um inquérito e da avaliação da pressão arterial numa amostra aleatória e representativa da população em idade pediátrica.

A hipertensão nas crianças apresenta uma tendência de crescimento, sobretudo associada a problemas de obesidade ou de excesso de peso, que têm vindo a aumentar na população abaixo dos 18 anos.
Carla Simão lembra que a hipertensão é um fator de risco "importante e potencialmente reversível de doença cardiovascular e de doença renal terminal em qualquer idade", daí a importância de diagnosticar, tratar e, sobretudo, prevenir.

A prevenção deve dirigir-se essencialmente aos fatores de risco modificáveis, como a obesidade, o sedentarismo, os excessos alimentares, a privação de sono e o tabagismo.

A Sociedade de pediatria sublinha que a hipertensão não apresenta sintomas na maioria dos casos em crianças e adolescentes, sendo por isso necessária a medição regular da pressão arterial.

"As recomendações da Sociedade Europeia de Hipertensão Arterial orientam para a medição da pressão arterial a todas as crianças a partir dos três anos, em consultas de vigilância de saúde, pelo menos uma vez por ano. Esta recomendação deverá ser seguida", refere à Lusa a médica do grupo de trabalho da hipertensão em pediatria.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a hipertensão abaixo dos 18 anos vai continuar a aumentar e terá um agravamento progressivo até 2025.

Ao contrário do que acontece nos adultos, nas crianças não está definido um valor ou parâmetro a partir do qual se possa considerar hipertensão, estando essa avaliação sujeita a tabelas de percentis que variam de acordo com a idade e a estatura da criança.

Nos adolescentes, uma tensão sistemática acima dos 120-80 já pode ser um sinal de alerta para problemas de hipertensão.

* Uma notícia importante, leia-a com atenção.


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 9-UM POEMA

POR SEMANA

MÁRIO DE

CESARINY


PASTELARIA




dito por


SIR SCRATCH




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HOJE NO
"RECORD"

Jéssica Augusto integra seleção para
 a Taça da Europa de 10 mil metros

Jéssica Augusto figura na lista de 11 atletas que Federação Portuguesa de Atletismo divulgou esta sexta-feira para a Taça da Europa de 10.000 metros, a realizar em Skopje, na Macedónia, a 7 de junho.

A atleta bracarense, que optará pela maratona no Europeu de Zurique, em agosto, é o nome mais sonante da seleção feminina, que não contará com Dulce Félix, por não se sentir em condições de correr a distância ao melhor nível, depois de ter feito a Maratona de Londres, há cerca de um mês.

Na seleção masculina, realce para a ausência do campeão nacional de corta-mato (e melhor português no Troféu Ibérico), Manuel Damião, que já havia dito que iria fazer uma pausa na preparação depois de uma época de inverno muito dura. Rui Pedro Silva será o principal elemento da equipa.

Lista de convocados:
Femininos:
Jéssica Augusto (individual), Sara Moreira (Maratona), Marisa Barros (individual). Salomé Rocha (Sporting), Catarina Ribeiro (Sporting), Cláudia Pereira (JOMA).

Masculinos:
Rui Pedro Silva, Ricardo Ribas, José Moreira e Tiago Costa (todos do Benfica), Pedro Ribeiro (Maia AC). 

* Têm valor, boa sorte.



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SOFIA CANHA

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Democracia 
arrisca tornar-se 
tecnocracia populista 

Vejo a Europa ser ameaçada pela ação dos tecnocratas, que nos querem convencer de que o caminho é só um

As recentes sondagens à beira das eleições europeias indiciam factos deveras alarmantes para as democracias europeias, pondo em risco tudo o que se construiu nas últimas décadas na Europa, ameaçando não apenas o bem-estar imediato das populações, mas que abalam sobretudo os princípios (igualdade, tolerância, respeito pela diversidade, fraternidade, etc) que sustentaram o desenvolvimento humano e social deste lado do mundo.

Refiro-me à perspetiva de ser criado um bloco parlamentar de partidos xenófobos e populistas nestas próximas eleições europeias com expressão considerável. Preocupa-me que a veia fascizante de alguns nos arraste, sem que consciência e/ou responsabilidade tenhamos, para um novo paradigma de organização social e política na Europa, que cria cada vez mais desigualdades, assimetrias e injustiças.

Por isso, nunca é demais recordar e comemorar o momento histórico que derrubou o fascismo em Portugal e avivar a memória dos valores que a democracia permitiu: liberdade, igualdade de direitos, solidariedade, pluralidade de pensamento, participação cívica.

Numa altura em que as políticas educativas, de cariz cada vez mais ultraliberal, ameaçam os valores de abril, sobretudo no que respeita à escola pública e à igualdade de oportunidades, somos todos convocados a refletir e a lutar pela manutenção e reforço desses valores. 

Vejo ainda a Europa ser ameaçada pela ação dos tecnocratas, que no seu discurso populista de rigor, de eficiência e de mérito nos quer convencer de que o caminho é só um e que o desenvolvimento só se constrói em concorrência constante, em paralelo com o individualismo exacerbado e com atropelos às liberdades e garantias dos Estados de Direito. 

E a verdade é que esse discurso parece fazer eco em muitos cidadãos e em diversos países da Europa, que fazem ascender democraticamente aos lugares de decisão política, partidos e pessoas que defendem a manutenção de hierarquias e desigualdades sociais, sobretudo se servirem para a competição nas economias de mercado.

Mais grave ainda é que o discurso também se dirige às classes etárias mais baixas, a quem se procura incutir esses padrões individualistas, classistas e competitivos para bem dos que acumulam privilégios.
Será isto que queremos da Europa, do nosso país, da nossa sociedade?

 Presidente do Sindicato dos Professores da Madeira


IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA"
15/05/14



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182.UNIÃO



EUROPEIA

ABC DA EUROPA
LETRA "F"

O Negócios lançou em parceria com a Universidade Católica uma nova ferramenta para nos ajudar a percorrer os caminhos da União Europeia e a descodificar o seu jargão.
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O trabalho foi coordenado pelos professores Armando Rocha e Luís Barroso, e pela jornalista Eva Gaspar, tendo envolvido directamente alunos da Católica.

Reproduzimos com o devido respeito


Federalismo europeu -
A Declaração Schuman era clara: o objetivo do processo de integração europeia é o da construção de uma federação. Por isso, não é de estranhar que o processo de construção europeia tenha oscilado entre as tendências federalista e intergovernamental. As sucessivas alterações aos Tratados, consolidando as competências da União e das suas instituições, têm direcionado o movimento de integração num sentido federal.
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Fundos de coesão -
No âmbito da política regional da União, os fundos de coesão são instrumentos financeiros, sob a forma de financiamento, que visam assegurar o desenvolvimento económico e social dos Estados-Membros, reduzindo as diferenças face a regiões menos desenvolvidas, acelerando o crescimento. Podem ser aplicados em domínios como ambiente, criação de emprego, infraestruturas e cooperação empresarial.


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Portugal em 6º lugar pelas políticas
 para as pessoas LGBT

Portugal é um dos países europeus com melhores políticas de igualdade em relação às pessoas LGBT (Lésbicas, Gay, Bissexuais e Transgénero), aparecendo em sexto lugar no mapa elaborado pela ILGA Europa.

Em vésperas do Dia Internacional de Luta contra a Homofobia e Transfobia (IDAHOT - International Day Against Homophobia and Transphobia), a ILGA Europa divulga um mapa dos 49 países europeus analisando-os relativamente às políticas e legislação que têm em vigor com impacto direto nos direitos das pessoas LGBT. 


O Mapa Arco-íris da Europa mostra a situação de cada país através de pontuação entre 0% e 100%, estando em análise o ano de 2013. 

Segundo a ILGA Europa, Portugal aparece em sexto lugar no conjunto dos 49 países, com uma percentagem de 67%, subindo dos 65% alcançados em 2012 graças a políticas relativas à igualdade e não discriminação. 

No topo desta lista aparece o Reino Unido, com 82%, graças ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adoção plena, enquanto em último lugar está a Rússia, com apenas 6%. 

Especificamente em relação a Portugal, a ILGA Europa justifica a sexta posição com o facto de o país ter cumprido 27 requisitos dos 46 que o organismo define e que divide em cinco grupos: Igualdade e Não Discriminação, Família, Discurso/Crimes de ódio, Reconhecimento legal de género, Liberdade de manifestação, associação ou expressão, e asilo. 

Relativamente às questões sobre a família, o organismo europeu destaca o facto de a ILGA Portugal ter avançado com um processo em tribunal contra o Estado português, o Ministério da Justiça e o Instituto dos Registos e Notariado, exigindo que, nos casais do mesmo sexo, os nomes de ambos apareçam no registo da criança. 

Incluem também a discussão sobre a coadoção e o facto de a legislação não ter sido ainda aprovada.
Em relação ao asilo, a ILGA Europa aponta que, pela primeira vez, Portugal deu proteção internacional a dois cidadãos, neste caso ugandeses, por serem perseguidos pela sua orientação sexual. 

Por outro lado, a organização refere que o Parlamento incluiu no Código Penal a identidade de género como um dos motivos para os crimes de ódio. 

A associação lembra que mais de dois mil portugueses participaram no primeiro inquérito europeu sobre experiências de discriminação, organizado pela Agência para os Direitos Fundamentais da União Europeia (FRA). 

Os resultados mostraram que 51% dos inquiridos se sentiram discriminados ou assediados por causa da sua orientação sexual ou identidade de género, 19% sentiu discriminação no local de trabalho e 36% no acesso a bens e serviços. 

Em matéria de educação, a ILGA Europa destaca o facto de a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) ter lançado uma campanha nacional contra o bullying homofóbico e transfóbico nas escolas. 

Já no que diz respeito à igualdade e não discriminação, dá relevo ao Plano Nacional para a Igualdade 2014-2017, apontando que tem um "forte" capítulo respeitante à orientação sexual e identidade de género, com medidas que vão desde formação nos serviços públicos até campanhas e a aplicação de medidas internacionais. 

A ILGA Europa refere que 2013 foi um ano de "contrates" para as pessoas LGBT europeias porque se, por um lado, houve países que continuaram a evoluir positivamente, outros houve onde surgiram novas formas de criminalização e de restrição dos direitos destas pessoas.

* A notícia é boa embora se registe ainda grande preconceito.



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POIS É...





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  6-ARQUITECTURAS

NO MUNDO

MARSELHA



Arquitetos de renome passeiam por fascinantes cidades e mostram, com base em um olhar bastante singular, características arquitetónicas e urbanísticas que passam despercebidas a quem as visita pela primeira vez. Descubra as particularidades destas cidades que encantam por sua beleza arquitetônica.

Cada arquiteto analisa uma cidade e explica o que constitui uma área urbana. Analisa-se a importância de áreas geográficas, bairros, eventos tradicionais e contemporâneos, bem como a lógica histórica e arquitetônica. Inclui temas da geografia e arquitetura, fotos e sequências de 13 arquitetos, suficientes para se entender o que compõe cada cidade: o tecido do espaço urbano e da paisagem, um lugar para viver.

UMA SÉRIE INTERESSANTÍSSIMA, NÃO PERCA.




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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Actividade económica abranda em Abril pela primeira vez em 14 meses

Indicador do Banco de Portugal indica que a economia registou um crescimento mais ténue em Abril do que o verificado nos quatro meses anteriores. Já o consumo privado continua a crescer de forma mais acentuada.
A economia portuguesa abrandou o crescimento no mês de Abril, de acordo com os Indicadores de Conjuntura do Banco de Portugal, revelados esta sexta-feira, 16 de Maio.

O indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial da actividade económica subiu 0,6% em Abril, quando nos quatro meses anteriores tinha registado um crescimento de 0,7%.

Esta descida na variação homóloga do indicador que mede a actividade económica foi a primeira desde Fevereiro do ano passado, altura em que as variações eram ainda de sinal negativo. Abril foi o sétimo mês consecutivo em que este indicador registou crescimento.

Este indicador revelado pelo Banco de Portugal sugere que a economia portuguesa está a prolongar em Abril a tendência de abrandamento já verificado no primeiro trimestre. O Instituto Nacional de Estatística revelou na quinta-feira que o PIB regrediu 0,7% nos primeiros três meses deste ano, contra o trimestre anterior, uma quebra determinada sobretudo pelo comportamento das exportações, que foi negativo devido à paragem da refinaria da Galp em Sines. Em termos homólogos a variação foi positiva (1,2%).

O outro indicador revelado pelo Banco de Portugal, que mede a evolução do consumo privado, aponta para uma aceleração dos gastos das famílias. O indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial do consumo privado subiu 1,1% em Abril, acima do crescimento de 1% verificado em Março.

O aumento de Abril foi mesmo o mais forte desde Setembro de 2010, ainda antes do início da última recessão económica.

O Banco de Portugal destaca que o volume de negócios no comércio a retalho, divulgado pelo INE, aumentou 0,7% em termos reais, após uma variação de 1,4% no quarto trimestre de 2013. No mês de Abril as vendas de veículos ligeiros de passageiros aumentaram 47% em termos homólogos.

* Isto porque a economia mundial ainda não espirrou e há muito dinheiro a esvoaçar nos céus europeus, não foi o governo a operar um milagre económico, estamos em maio e é normal isso acontecer. Ao segundo espirro da economia mundial apanhamos uma pneumonia, não é pessimismo, é prudência.



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Gaiteiros de Lisboa


Era não era




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HOJE NO
"DESTAK"

Peditório da Fundação Portuguesa 
de Cardiologia arranca sábado
 em todo o país

O peditório nacional da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) arranca no sábado com o objetivo de recolher fundos que irão custear os programas de sensibilização e alerta à população para os riscos das doenças cardiovasculares. 


A iniciativa, inserida na campanha "Mês de maio, mês do coração", este ano dedicada aos idosos, com o tema "Nascido para ser Ativo", decorre até 15 de maio em todo o país e conta com o apoio de voluntários que "estarão devidamente identificados", adianta a FPC. 

Em declarações à agência Lusa, Luís Negrão, médico responsável pela campanha, disse que os fundos recolhidos destinam-se a apoiar as diversas ações da FPC. 

* Vamos ajudar quem nos ajuda!


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 CEGUEIRA SOCIAL


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HOJE NO
"i"

Europeias. 
Ferramenta online diz-lhe qual 
o partido que melhor o representa

O EUvox é um teste online concebido por académicos, entre politólogos e outros cientistas sociais, de toda a Europa e mede a proximidade entre os valores dos eleitores e as propostas apresentadas pelos partidos
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A pouco mais de uma semana da votação para o parlamento europeu, os números da abstenção parecem confirmar a tendência verificada nas últimas eleições europeias: uma participação de cerca de 40% de eleitores.

De acordo com uma sondagem publicada esta quinta-feira no “Correio da Manhã”, o nível de abstenção chega aos 62,2%, com pouco menos de metade dos inquiridos (41,1%) a considerar este acto eleitoral de “pequena” importância para os portugueses.

Já uma sondagem realizada pelo i, em Março deste ano, mostra que quase 60% dos inquiridos não conhecem um único eurodeputado português actualmente em funções no Parlamento Europeu.

Um valor que pode ter muitas leituras e razões, de acordo com as opiniões de alguns dos candidatos às próximas europeias, ouvidos pelo i na altura, e que se dividem entre a pouca divulgação do trabalho dos eurodeputados, a convergência de posições dos maiores partidos ou ausência de compromisso entre os eleitos e os eleitores e entre as próprias instituições europeias e os cidadãos de cada país.

Para tentar contrariar este afastamento, o site EUvox criou uma aplicação que permite aos eleitores comparar as suas visões sobre os assuntos europeus, e a forma como estes se relacionam com o seu país, e as propostas e posições apresentadas pelos partidos candidatos.

O teste tem uma versão para cada um dos 28 estados-membros e no caso português, inclui questões genéricas sobre a mobilidade dos cidadãos no espaço comunitário, restrições à imigração, tratados europeus e outras mais específicas sobre a relação entre Portugal e as instituições europeias, no contexto da crise, como a opinião sobre o impacto da intervenção da troika na economia portuguesa. A saída do euro também é uma das questões abordadas sendo logo a primeira do questionário.

Por fim é revelada a lista dos partidos que concorrem às eleições europeias e o inquirido é convidado a posicionar-se num ranking, em diferentes dimensões: económica (esquerda/direita), social (liberal/conservador) e comunitária (mais/menos União Europeia).

No final, o resultado do questionário revela quais os partidos com maior grau de compatibilidade com o eleitor.

* Os portugueses defendem-se por vezes não da melhor maneira. O desconhecimento por 60% dos portugueses dos nomes dos nossos deputados europeus deve-se ao péssimo trabalho dos partidos em Portugal, interessados que estão em olhar para o umbigo. 
Portugal teve sempre alguns deputados europeus de elevado nível, não nomeamos nenhum para não ferir os outros, Nuno Melo, por outro lado, é um bom exemplo da arrogância, já que é um sabichão.



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 I AÇIM ÇE VÊ TV















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HOJE NO
"A BOLA"

Quatro embarcações lusas 
nas “meias” da Taça do Mundo

Portugal colocou esta sexta-feira quatro embarcações nas meias-finais da Taça do Mundo de canoagem que decorrer em Racice, na República Checa.

Teresa Portela foi a primeira a entrar em ação, vencendo a série de K1 500 com o tempo de 2.0667 minutos, vitória que lhe dá acesso às meias-finais.

Em K1 1.000, Fernando Pimenta (3.48,15 minutos) também venceu a regata na qual Emanuel Silva (3.45.92) foi terceiro. Os vice-campeões olímpicos de K2 1.000 defrontam-se esta tarde numa das meias-finais que apura apenas os dois primeiros para a final A.

José Sousa (4.14.86 minutos) foi sétimo em C1 1.000 metros e também confirmou o apuramento para as semifinais. 

* Canoagem portuguesa a brilhar


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LONGBOARD



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

França nega pressão para entregar
. Mundial'2022 ao Qatar 

Acusações partiram do próprio presidente da FIFA, Joseph Blatter

O Governo francês negou ter exercido pressões políticas sobre a FIFA para que esta entidade atribuísse a organização do Mundial2022 ao Qatar, rejeitando assim afirmações nesse sentido feitas hoje pelo presidente do organismo, Joseph Blatter.


"As alegações do presidente da FIFA sobre pretensas pressões que teriam sido exercidas pela França aquando da atribuição da Campeonato do Mundo de futebol de 2022 não têm fundamento", reagiu hoje o porta-voz do Ministério francês dos Negócios Estrangeiros ao ser questionado sobre o assunto em conferência de imprensa.

Romain Nadal sublinhou que "a designação de um país para organizador do Mundial parte da FIFA".
"É o seu comité executivo, em conjunto, que escolhe através de votação", recordou.

Joseph Blatter relançou, novamente, a polémica em torno da atribuição do Mundial ao Qatar, admitindo hoje que organizar um campeonato naquele emirado no período do verão era "um erro".

"Vocês sabem: toda a gente comete erros na vida", disse na quinta-feira em entrevista o presidente da FIFA, que anunciou na semana passada que pretende candidatar-se ao quinto mandato como líder máximo da entidade que rege o futebol mundial.

No verão as temperaturas naquele país do Golfo Pérsico, um dos mais ricos do Mundo em petróleo, atingem valores entre os 40 e os 50 graus centígrados, o que levantou desde o início críticas fortes de vários quadrantes.

Na mesma entrevista, que surge a semanas de começar o Mundial2014 no Brasil - também envolto em polémica - Blatter disse que a atribuição do evento ao Qatar é uma consequência de "pressões políticas" provenientes de Paris e de Berlim.

"Sabemos bem que as grandes companhias francesas e alemãs trabalham no Qatar. Mas eles não trabalham apenas para o Mundial", sublinhou Blatter.

Já em setembro 2013, o presidente da FIFA tinha insistido na questão das pressões de França e Alemanha, nessa altura referindo especificamente os governos dos dois países.

"Chefes de governo europeus aconselharam os representantes dos seus países com direito de voto a pronunciarem-se a favor do Qatar, porque estavam ligados a esse país por interesses económicos importantes", disse Blatter na altura à publicação alemã Die Zeit.

As quatro últimas escolhas da FIFA para organizar Campeonatos do Mundo de futebol foram: África do Sul (2010), Brasil (2014), Rússia (2018) e Qatar (2022). A entidade já admitiu que antevê problemas de organização para os torneios de 2014, 2018 e 2022.

* Nós até acreditamos que as galinhas têm dentes. Mas ninguém tem dúvidas que Blatter e o seu "amigo" Platini dão do futebol associativo uma imagem muito reles. Quanto ao governo francês não se sabe se foi sub-repticiamente de lambreta até à FIFA, à boa maneira de Holande.




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 11-INGINHEROS...












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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Companhias ameaçam deixar
 de voar para a Venezuela

Caracas deve perto de 4.000 milhões de dólares as companhias aéreas que prestam serviço naquele país da América Latina. TAP mantém três ligações semanais entre Portugal e a Venezuela.

Perante uma dívida que se acumula desde o início de 2013 e a falta de um acordo com Caracas para formalizar um acordo de pagamento, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês), diz que várias companhias podem vir a suspender as operações para aquele país da América do Latina.


"Se a situação continuar a piorar as companhias áreas vão ter que tomar medidas drásticas e mais transportadoras vão sair do mercado, algo que não querem fazer", diz o vice-presidente da IATA para as Américas. Peter Cerda, que falava em declarações ao canal espanhol da cadeia de televisão CNN, explicou que a suspensão de operações é uma decisão "muito difícil de tomar" pela aproximação que existe entre as empresas e o público venezuelano, mas recordou, por outro lado, que o Governo da Venezuela continua sem formalizar qualquer acordo de pagamento.

As declarações do vice-presidente da IATA acontecem um dia depois de a Alitalia ter anunciado que deixará de voar de e para Caracas a partir de 1 de Junho. Em causa está o pagamento de 187 milhões de dólares (134,5 milhões de euros) de dívidas do Governo venezuelano, num total que ronda os 4.000 milhões. A suspensão irá manter-se por dois meses, anunciou a Alitalia.

"Infelizmente nada está formalizado, até ao momento, com nenhuma companhia aérea", frisou, sem especificar que transportadoras ponderam suspender as operações e lembrando que "esse dinheiro não é do Governo, é [das empresas], que prestaram um serviço".

Contactada, fonte da TAP escusa-se a comentar esta situação, sublinhando que as operações continuam a decorrer normalmente, com três ligações semanais entre Lisboa e Caracas. Segundo dados fornecidos há cerca de quatro anos ao Diário Económico, a operação para Caracas representava uma receita anual de cerca de 44 milhões de euros por ano.

Na Venezuela está em vigor, desde 2003, um apertado sistema de controlo cambial que impede a livre obtenção de moeda estrangeira no país e obriga as companhias aéreas a terem autorização para poderem repatriar os capitais gerados pelas operações.

Depois de a Air Canadá ter suspendido as operações em Março, a IATA exortou o Governo da Venezuela no final de Abril a pagar os quase 4 mil milhões de dólares (2,87 mil milhões de euros) que deve às companhias aéreas, por conceito de repatriação de capitais correspondentes às vendas de bilhetes, salientando que "a situação é insustentável".

Há mais de um mês que o Governo revelou que prepara um calendário para pagar as dívidas. O ministro dos Transportes Marítimo e Aéreo venezuelano, Hebert Garcia Plaza, que fez o anúncio, sublinhou que os pagamentos seriam efectuados ao valor do câmbio vigente aquando das vendas - 4,30 bolívares por dólar em 2012, e 6,30 por dólar em 2013 - e que, em 2014, seria aplicado o valor referencial correspondente aos leilões do Sistema Complementar de Administração de Divisas (Sicad 1), atualmente em 10 bolívares por dólar.

Segundo a Associação de Companhias Aéreas da Venezuela 11 das 26 transportadoras que voam para Caracas reduziram, desde Janeiro, a oferta de lugares, nalguns casos até quase aos 80%, devido à impossibilidade de repatriar os capitais correspondentes às vendas. 

Perante estas medidas, os clientes queixam-se de dificuldades em conseguir fazer reservas de viagens para o estrangeiro e que as empresas aéreas triplicaram os preços , nalguns casos para valores acima de 3.000 euros, para destinos europeus.

Para a IATA, a situação é dificultada pela volatilidade do próprio Governo que, em Dezembro, aumentou as taxas em 70% "sem qualquer consulta aos parceiros nem melhorias no serviço prestado" e implementou taxas especiais sobre as companhias para financiar actividades "que nada têm a ver com o transporte aéreo".

* Parece que as companhias de aviação têm um enorme cagaço de Nicolas "O Pôdre", assim se alimentam as ditaduras.



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 XXL e CRESCENDO



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