terça-feira, 13 de maio de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA



60 ANOS NO RAMO

 Um tipo sofria de dor de cabeça crónica infernal. Foi ao médico que, depois dos exames de praxe, disse: 
- Meu caro, tenho uma boa e uma má notícia. A boa, é que posso curá-lo dessa dor de cabeça para sempre. A má notícia é que para fazer isso eu preciso castrá-lo! Os seus testículos estão pressionando a espinha, e essa pressão provoca uma dor de cabeça infernal. Para aliviar o sofrimento preciso de removê-los. O tipo levou um choque e caiu em depressão.

Passou dias meditando. Indagava se havia alguma coisa pela qual valesse a pena viver. Não teve outra escolha senão submeter-se à vontade do bisturi.

Quando deixou o hospital, pela primeira vez, depois de 20 anos, não sentia mais dor de cabeça. No entanto, percebeu que uma parte importante de si estava faltando. Enquanto caminhava pelas ruas notava que era um homem diferente, mas que poderia ter um novo começo. Avistou uma loja de roupas masculinas de luxo."É disto que eu preciso", disse para si mesmo
- Quero um fato novo!!!, pediu ao vendedor.
 O alfaiate, de idade avançada, deu uma olhadela, e falou: 
- Vejamos... é um 44, longo.
 Ele riu-se: 
- É isso mesmo, como é que adivinhou?- Estou no ramo há mais de 60 anos, respondeu o alfaiate.  Experimentou o fato, que lhe ficou a preceito. Enquanto se admirava ao espelho, o alfaiate perguntou: 
- Que tal uma camisa nova? Ele pensou por alguns instantes:
- Claro!O alfaiate olhou e disse:
 - 34 de manga, e 16 de pescoço. 
E ele pasmado: - Mas... É isso mesmo! Como é que adivinhou?- Estou no ramo há mais de sessenta anos - repetiu.
 Experimentou a camisa e ficou satisfeito.
 Enquanto andava pela loja, o alfaiate sugeriu-lhe:
- Que tal uma cueca nova? 
- Claro.O alfaiate olhou os seus quadris, e lançou:
- Vejamos... Acho que é o 36.
 Aqui, o tipo soltou uma gargalhada:
- Desta vez, falhou! Uso o tamanho 34 desde os 18 anos de idade.

 O alfaiate sacudiu a cabeça, negativamente:
 -Não pode usar 34. O tamanho 34 pressiona os testículos contra a espinha, e essa pressão deve provocar-lhe uma dor de cabeça infernal.

 EXPERIÊNCIA É TUDO... (60 anos no ramo).


 Negócio de cirurgião é operar.

 Consulte seu alfaiate antes de se castrar..
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O QUE NÓS


SUSPEITAMOS!



na mira dos índios da Amazónia


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ISTO É VERDADE
















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 QUE TAL  
UMA CEIA COLORIDA
















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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Pena suspensa para detentor de milhares de imagens pornográficas com crianças

O Tribunal de Oliveira de Azeméis condenou a cinco anos de prisão, com pena suspensa, um homem que tinha milhares de fotografias e vídeos pornográficos envolvendo crianças de três e quatro anos.

 O coletivo de juízes deu como provado que, entre 2009 e 2012, o arguido consultou diversos sites de cariz pornográfico, de onde retirou conteúdos envolvendo menores com idade inferior a 14 anos em poses e cenas de conteúdo pornográfico, que armazenava em diversos suportes.

"No dia 17 de outubro de 2012, o arguido tinha consigo, no equipamento informático que utilizava, 3.396 fotografias e 55 vídeos contendo, essencialmente, conteúdos de pornografia de crianças (...) envolvendo adultos e crianças de tenra idade (3 ou 4 anos)", referiu a PGDP.

O acórdão, lido no passado dia 2, refere ainda que, entre março e outubro de 2011, o arguido criou na rede social Facebook diversos perfis e correspondentes contas de correio eletrónico, através dos quais se fazia passar por criança, quase sempre do sexo feminino.

Desta forma, segundo a PGD, o arguido pretendia "aliciar outras crianças e pedófilos a enviar-lhe fotos de crianças nuas, focadas na exibição dos órgãos genitais".

O arguido acabou por ser condenado na pena única de cinco anos de prisão, suspensa na sua execução por igual período, pela prática de um crime de pornografia de menores agravado.

A suspensão da pena está sujeita a regime de prova com acompanhamento por técnico especializado da área da sexualidade e frequência de sessões da especialidade destinadas a inserir o arguido numa vivência sexual afastada deste tipo de comportamentos.

* Não seria a sentença que aplicaríamos a este "monte de merda", o futuro, infelizmente vai dar-nos razão.


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  III- A INCRÍVEL


JORNADA HUMANA



1-EUROPA



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Neste episódio Alice sai em busca dos primeiros europeus, os caminhos que percorreram, seu surpreendente encontro com os primos Neandertais e o "tour de force" que foi uma espécie originariamente tropical, sobreviver aos rigores da Idade do Gelo.


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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Tribunal de Justiça da UE reconhece "direito a ser esquecido" na internet

Salvo raras excepções, ninguém pode estar condenado a ver o seu nome eternamente na internet. Em síntese, é esta a consequência de uma interpretação do Tribunal de Justiça da União Europeia que obriga a Google espanhola a retirar dos seus registos um artigo sobre um cidadão espanhol.
O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) abriu esta terça-feira caminho a que, quem tenha o seu nome na Net por qualquer razão, possa requerer que a informação em causa, sendo de natureza pessoal, seja suprimida pelos motores de busca, exercendo aquilo a que o tribunal chama o direito “a ser esquecido”. Esta deverá passar a ser a regra geral, ainda que possam existir “razões especiais”, avaliadas caso a caso, como a de pessoas que tenham desempenhado um papel na “vida pública, que justifique um interesse preponderante do público” em manter o acesso às informações em causa.

Para obter a eliminação de dados que desejem ver suprimidos, os interessados deverão dirigir o respectivo pedido directamente aos motores de busca, que examinarão se o mesmo tem “razão de ser”. Caso não seja dado seguimento ao pedido, o assunto deverá então ser submetido às autoridades de controlo nacionais – no caso português a Comissão nacional de Protecção de Dados – ou aos tribunais, concretiza o TJUE.

Esta orientação do TJUE foi hoje conhecida e surgiu no âmbito de um processo que opunha um cidadão espanhol, M. Costeja González, à Google Spain e à Google Inc e durante o qual o tribunal espanhol interrogou o Tribunal de Justiça sobre a interpretação do direito da União.

E este veio concluir, inequivocamente e com base na directiva europeia sobre protecção de dados pessoais que, se a pessoa assim o entender, os motores de busca são obrigados a retirar dos seus arquivos informações de natureza pessoal e protegidas pela directiva comunitária sobre protecção de dados.

O cidadão espanhol contestava na justiça que artigos do jornal La Vanguardia, datados de Janeiro e Março de 1998 continuassem a aparecer quando alguém pesquisava o seu nome no Google. As notícias em questão relatavam uma venda de imóveis em hasta pública organizada na sequência de um arresto destinado a cobrar as dívidas de Costeja González à Segurança Social.

Passado todo este tempo, e estando o processo “resolvido há anos”, González defendia que a notícia deixara de “ter pertinência” e pedia que a mesma fosse removida dos arquivos do jornal e dos motores de busca da Google.

A Agência Espanhola de Protecção de Dados (AEPD) entendeu que a informação tinha sido legalmente publicada e que  “La Vanguardia” deveria poder manter os seus arquivos intactos. Já no que respeita à Google, a interpretação foi a de que esta devia retirar os dados e impedir o acesso futuro aos mesmos. A empresa norte-americana avançou com um recurso na Audiência Espanhola e foi já neste contexto que o assunto chegou ao TJUE.

Empresa norte-americana obrigada a aplicar directiva comunitária
Considerando que o que a Google faz é, efectivamente, operações de tratamento de dados pessoais e que, por via da sua filial espanhola, tem de cumprir o que prevê a directiva europeia.

“Na medida em que a actividade do motor de busca acresce à dos editores de sítios web e é susceptível de afectar significativamente os direitos  fundamentais à vida privada e à protecção dos dados pessoais, o operador do motor de busca deve assegurar, no âmbito das suas responsabilidades, das suas competências e das suas possibilidades, que a sua actividade satisfaz as exigências da directiva”, lê-se no comunicado difundido hoje pelo tribunal europeu.

E, se o direito a ser informado tem também o seu peso, o tribunal sublinhou que “há que procurar um justo equilíbrio, designadamente, entre esse interesse e os direitos fundamentais da pessoa em causa, em especial o direito ao respeito pela vida privada e o direito à protecção de dados pessoais”. Ou seja, há que ter em conta a informação  que está em causa “e a sua sensibilidade para a vida privada da pessoa em causa, bem como do interesse do público em receber essa informação, que pode variar, designadamente, em função do papel desempenhado por essa pessoa na vida pública”.

Em conclusão, mesmo que esteja em causa um tratamento de dados absolutamente legal, “se se concluir, no seguimento de um pedido da pessoa em causa, que a inclusão dessas ligações na lista é, na situação actual, incompatível com a directiva, as informações e as ligações que figuram nessa lista devem ser suprimidas”.

Porque “mesmo um tratamento inicialmente lícito de dados se pode tornar, com o tempo, incompatível com a directiva quando, tendo em conta todas as circunstâncias do caso concreto, esses dados são inadequados, não são pertinentes ou já não são pertinentes ou são excessivos, atendendo às finalidades para que foram tratados ou ao tempo decorrido”.

* Saudemos uma decisão do tribunal que defende a privacidade do cidadão em detrimento dos negócios webianos.


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3-PROSTITUIÇÃO
OS SUPERMERCADOS 
DO SEXO


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Documentário que investiga o negócio da venda de sexo e a realidade da prostituição, com destaque para países como a Bélgica (onde existe um enorme número de bordéis muito pouco discretos), Espanha (onde um clube para uma clientela selecta ultima os pormenores para a inauguração) e França (onde abrem, por todo o lado, "casas de massagens" geridas pela comunidade chinesa).

EXIBIDO PELA "SICNOTÍCIAS" EM 2012 NO PROGRAMA "TODA A VERDADE"


FONTE: m244986



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HOJE NO
"DESTAK"

Mulheres iranianas mostram-se no
. Facebook sem indumentárias islâmicas 

Milhares de mulheres iranianas juntaram-se numa campanha online, através da rede social Facebook, a defender maiores liberdades sociais, publicando fotografias com a cabeça destapada, ou seja, sem a indumentária islâmica, obrigatória em público. 


Mais de 150 mil pessoas apoiam a página no Facebook - "Stealthy Freedoms of Iranian Women" ("Liberdades Escondidas de Mulheres Iranianas") --, criada há 10 dias, com o objetivo de suscitar o debate sobre se as mulheres devem ter o direito de escolher se querem usar o 'hijab' (indumentária preconizada pela doutrina islâmica). 

Na rede social, mais de cem mulheres já publicaram imagens suas com a cabeça à mostra, algumas indicando que o seu sonho é sentir o vento nos cabelos e que foram os próprios maridos que tiraram as fotografias. 

* Temos um enorme respeito por esta luta mas não tarda nada estão a ser apedrejadas em público.


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FRANCISCO SARSFIELD CABRAL

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Optimismos perigosos


Está em curso uma retoma do consumo privado, que estimula a economia, mas será insustentável se o investimento empresarial não recuperar

 Há duas semanas informava o SOL estarem esgotados os voos charter para o estrangeiro no período da Páscoa. Os voos low cost para a Eurodisney em Paris, para o Brasil, para as Caraíbas, etc., esgotaram-se mais de um mês antes da Páscoa. Nas agências de viagens as reservas subiram este ano 20%, 30% ou mesmo 40%.

“A classe média está a voltar a viajar”, comentou ao SOL o presidente da Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo. Os que viajam serão apenas uma parte da classe média. Mas é curioso que tantos voem para férias longe do país, quando se diz que a austeridade teria liquidado a classe média.
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Entretanto, no primeiro trimestre deste ano as vendas de carros em Portugal tiveram o maior aumento de toda a União Europeia - mais de 40%, comparando com o primeiro trimestre de 2013. É certo que há um ano a venda de carros registava valores baixos e que ainda hoje é inferior ao que era há anos atrás. Mas queremos regressar à situação absurda de sermos o terceiro país europeu com maior número de automóveis ligeiros por cada cem habitantes, a seguir ao Luxemburgo e à Itália, quando nem de longe somos a terceira nação mais rica da UE?

Em 2013 a subida dos impostos mais do que compensou a reposição, ordenada pelo Tribunal Constitucional, dos subsídios de férias e Natal dos funcionários públicos e pensionistas. Por isso o rendimento disponível médio das famílias continuou a descer. Cortando no consumo, a taxa de poupança das famílias subiu para 12,6% desse rendimento - mas este ano já baixou.

Está em curso uma retoma do consumo privado, que estimula a economia, mas será insustentável se o investimento empresarial não recuperar. O indicador do Banco de Portugal sobre o consumo atingiu em Março passado o valor mais alto desde Agosto de 2010. A expansão do consumo privado já ultrapassa o crescimento global da economia.

O apertar do cinto feito pelas famílias foi bem superior ao realizado pelas empresas e pelo Estado. Por isso é normal, agora, alguma retoma do consumo, desde que não se entre de novo em exageros despesistas - a recuperação económica é modesta.

O risco será agravado se, como aconteceu na fase que quase nos levou à bancarrota, se multiplicarem os sinais errados no espaço público. Por exemplo, o CDS tem criado expectativas pouco sensatas sobre o significado prático da saída da troika e insiste em baixar impostos.

O Presidente da República apelou a que, agora com a economia a crescer, se corrijam injustiças da austeridade. Mas, se existe alguma folga (o que é duvidoso, até porque o Tribunal Constitucional ainda não se pronunciou), ela deveria ser encaminhada para os mais pobres e os desempregados, não para quem tem rendimentos acima da média.

E o PS acusa o Governo de querer um 'Estado mínimo', quando a despesa pública continua a subir. Os socialistas opõem-se a cortes nessa despesa, afirmando ao mesmo tempo que cumprirão as estritas regras de eliminação do défice impostas pelo Tratado Orçamental, que o PS apoiou...

Há evoluções económicas e financeiras positivas em Portugal. Mas temos as empresas mais endividadas da Europa e a dívida pública ultrapassará em breve 130% do PIB. Os credores só nos financiarão a juros razoáveis se não tornarmos insustentável essa dívida. Cuidado com os optimismos irrealistas ou eleitoralistas.

IN "SOL"
09/05/14


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179.UNIÃO


EUROPEIA

ABC DA EUROPA
LETRA "C"

O Negócios lançou em parceria com a Universidade Católica uma nova ferramenta para nos ajudar a percorrer os caminhos da União Europeia e a descodificar o seu jargão.
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O trabalho foi coordenado pelos professores Armando Rocha e Luís Barroso, e pela jornalista Eva Gaspar, tendo envolvido directamente alunos da Católica.

Reproduzimos com o devido respeito



Carta dos Direitos Fundamentais 
da União Europeia -
Formalmente proclamada no Conselho Europeu de Nice de 2000, apenas se tornou vinculativa em 2009, com a entrada em vigor do Tratado de Lisboa. Consagra um conjunto de direitos fundamentais dos indivíduos, que podem ser invocados face a qualquer ato das instituições europeias, ou face a um ato dos Estados-Membros em aplicação do direito da União.
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Cidadania europeia -
Estatuto complementar de qualquer cidadão de um Estado-Membro, corresponde ao conjunto de direitos e deveres atribuídos pelos Tratados a esses cidadãos (ex. circular e residir noutro Estado-Membro, votar no seu Estado de residência em eleições europeias ou municipais), e que estabelece o estatuto político fundamental desses indivíduos no interior da comunidade política “União Europeia”.
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Comissão Europeia - 
Instituição europeia identificada como o “executivo da União” (uma vez que dispõe do privilégio de iniciativa legislativa e do poder de execução das políticas da União) e a “guardiã dos Tratados” (uma vez que pode iniciar qualquer ação em Tribunal de Justiça contra um Estado ou instituição que viole os Tratados). É composta por 28 comissários que exercem um mandato de 5 anos. É politicamente dependente do Parlamento Europeu.
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Competências atribuídas 
(Princípio das —) -
Consagrado no artigo 5.º do Tratado da União Europeia, este princípio implica, por um lado, que a União Europeia atua unicamente dentro dos limites das competências que os Estados-membros lhe tenham atribuído nos Tratados para alcançar os objetivos aí fixados; e, por outro lado, que quando os Tratados não tenham conferido certa competência à União Europeia, esta pertence aos Estados-Membros, não podendo a União criar a sua própria competência.
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Concorrência (Política de —) - 
Política da União que tem em vista assegurar um mercado livre, no qual se disponibilizam aos consumidores o maior número de bens e serviços ao melhor preço. Foca-se, sobretudo, no controlo da atuação das empresas (i.e., fusões, acordos, ou cartéis) e das entidades públicas (i.e., auxílios de Estado) que possam corromper a livre competição entre os agentes económicos. Com o Tratado de Lisboa, passou a ser considerada uma peça essencial do modelo de “economia social de mercado altamente competitiva”.
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Conselho (da União Europeia) -
Instituição originária das Comunidades, mantém um papel preponderante no processo decisório da União Europeia (ex. em regra, os atos da União apenas são validamente adotados se forem aprovados pelo Conselho). Divide-se em várias formações, em razão da matéria a ser discutida, nas quais têm assento um ministro de cada Estado-Membro.
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Conselho Europeu -
Instituição europeia responsável por estabelecer as orientações e prioridades políticas gerais da União Europeia, definindo o quadro de referência para a ação das demais instituições. É composta pelos Chefes de Estado ou de Governo dos Estados-Membros, bem como pelo seu Presidente e pelo Presidente da Comissão Europeia.
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Costa / E.N.E.L. (Acórdão —) 
Proferido a 15 de julho de 1964, e tendo por base um conflito entre a lei italiana de nacionalização de energia eléctrica e certas disposições do Tratado da CEE, permitiu ao Tribunal de Justiça proclamar o princípio do primado do direito comunitário em relação ao direito interno.
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Critérios de adesão -
Conjunto de condições que deve ser cumprido por qualquer país que pretenda aderir à União Europeia. Para além do definido nos Tratados (ex. ser um país “europeu”), o Conselho Europeu de Copenhaga, de 1993, estabeleceu um conjunto de critérios políticos (regime democrático), económicos (existência de economia de mercado saudável) e jurídicos (respeito pelo acquis communautaire).
 
 
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HOJE NO
"i"

Qualidade do ensino de Medicina em causa por excessivo número de vagas

Entre 1995 e 2013 verificou-se um acréscimo de 475 para 1570 vagas no contingente geral para ingresso nos cursos de Medicina em Portugal
A Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) defende uma redução do número total de vagas nestes cursos, por considerar que as instituições não estão em condições de garantir uma formação de qualidade a todos os alunos.

A reivindicação surge no seguimento da apresentação pública do projeto de despacho de vagas no ensino superior para 2014-2015, que determina a manutenção do mesmo número de vagas para os cursos de Medicina em relação ao ano letivo que ainda decorre.

Citando uma recomendação de 2012 do Grupo de Trabalho para a Revisão do Internato Médico, constituído pelo Ministério da Saúde, a ANEM recorda a proposta de redução de vagas para dois terços da atual oferta, e sublinha que esse grupo de trabalho afirmava na altura que “só deste modo, se poderá manter e reforçar o bom nível de formação pré-graduada e assegurar, aos que chegam ao sistema formativo do Ministério da Saúde, uma profissionalização que respeite os parâmetros europeus”.

“Em linha” com o grupo de trabalho “a ANEM defende que a redução do ‘numerus clausus’ para as escolas médicas nacionais e a extinção do concurso especial de acesso a titulares do grau de licenciado […] são medidas essenciais na defesa da qualidade do ensino médico. São também necessárias para garantir a sustentabilidade de uma formação médica integrada e consequente qualidade da prestação de cuidados no Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, lê-se no comunicado da associação de estudantes.

Os estudantes de Medicina defendem ainda que “esta redução deverá proceder-se a um ritmo que assegure, por um lado, o seu propósito de otimização das condições formativas das escolas, e que por outro lhes permita um processo de adaptação à redução no número de ingressos anual”.

“Entre 1995 e 2013 verificou-se um acréscimo de 475 para 1570 vagas no contingente geral para ingresso nos cursos de Medicina em Portugal, um aumento superior a 300%. A estas vagas, acrescem os estudantes ao abrigo do contingente especial para acesso a titulares de grau de licenciado, que traduzem um acréscimo de 15% do contingente geral, para um total de mais de 1800 estudantes por ano”, refere o comunicado.

A ANEM cita o projeto de despacho do Governo sobre as vagas para 2014-2015, que está em discussão pública até ao final do mês, para frisar que é o executivo que quer fazer depender a fixação de lugares no ensino superior dos “fatores de qualidade do ciclo de estudos, incluindo os recursos humanos e materiais”, assim como da sua utilização racional.

“Tal não se coaduna com a manutenção do número de vagas, visto que o aumento do número de estudantes de Medicina sem respetivo incremento nas condições pedagógicas das várias escolas médicas perspetiva a redução da qualidade do ensino médico, traduzida pelos elevados rácios tutor-estudante em todo o país”, defende a ANEM.

Em causa estão também as condições em que são feitos os internatos, com demasiados alunos a acompanhar o mesmo paciente, na opinião dos estudantes, que consideram que a situação gera “um conflito” entre as necessidades de formação dos alunos e a vulnerabilidade dos pacientes, comprometendo “seriamente a humanização dos cuidados de saúde”.

A ANEM quer ser recebida em audiência pelo ministro da Educação, Nuno Crato, e pelo secretário de Estado do Ensino Superior, José Ferreira Gomes, para lhes transmitir as suas preocupações.

* As preocupações xenófobo/elitisto/profissionais dos pretendentes a médicos, já lhes escasseia ética.


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NO FMI NÃO PAGA IMPOSTOS





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A GRANDE MAFIA 

REPORTER TVI

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BELOS MOMENTOS DA GESTÃO NACIONAL


FONTE: ZITA PAIVA


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HOJE NO
"A BOLA"

Scolari investigado em Portugal
 por fuga aos impostos

Luiz Felipe Scolari está a ser investigado em Portugal por alegadamente não ter declarado mais de 7 milhões de euros ao Fisco, segundo noticia esta terça-feira o jornal brasileiro Folha de São Paulo.
De acordo com a referida publicação, os valores referem-se a direitos de imagem pagos a Scolari entre 2003 e 2008, período em que este orientava a Seleção Nacional.

Questionado sobre o caso, Scolari, atualmente a dirigir a seleção brasileira, não se referiu concretamente ao período em que esteve em Portugal, mas garantiu: «Fiz todas as minhas declarações corretamente. Em todos os países que trabalhei, sempre declarei os meus rendimentos. Tenho absoluta convicção da correção das minhas declarações. Se há algo errado, não é comigo. Que a Justiça apure todos os fatos.»

No total estará em causa 7.425.438,59 euros, alegadamente pagos a Scolari através da empresa Chaterella Investors Limited e transferido para uma conta em Miami, no banco Credit Lionnays. Uma parte dessa quantia foi creditada à empresa Flamboyant Sports, com sede na Holanda e escritório nas Bahamas.

A Procuradoria-Geral da República estará a investigar todos esses depósitos, tentando perceber quem foram os reais beneficiários dessas transferências bancárias.

* Ninguém se espanta,pesamos nós!


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Ronda dos Quatro Caminhos


Chula de Paus

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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Jovens lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros sofrem mais discriminação

Os jovens que se identificam como lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros sofrem ainda maior risco de discriminação e hostilidade do que os adultos, alertou a agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais (FRA).
 
Os resultados da pesquisa online feita pela FRA – que recebeu respostas de mais de 93 mil pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros (LGBT), com mais de 18 anos e de toda a União Europeia (UE) – demonstram como “o medo, o isolamento e a discriminação afetam ainda mais os jovens LGBT”.

Os inquiridos entre os 18 e os 25 anos revelaram-se “menos abertos” a identificarem-se como LGBT do que os mais velhos, assinala a FRA, com sede em Viena, capital austríaca.

De acordo com os resultados, 67 por cento reconheceram disfarçar a orientação sexual ou identidade de género quando estão na escola. Aliás, destaca a FRA, em todos os Estados-membros há registo de “experiências negativas nas escolas”.

Os jovens LGBT são mais suscetíveis de serem alvo de ameaças ou violência, acrescenta. “Identificámos perturbadores padrões de violência e discriminação contra as pessoas LGBT, especialmente em relação aos mais jovens e aos que se identificam como transgéneros”, precisa o diretor da FRA, Morten Kjaerum, em comunicado da própria agência.

O maior risco para os transgéneros impõe um reforço da “atenção aos problemas” que estas pessoas enfrentam, defende a FRA, sublinhando que a “diminuta denúncia de crimes de ódio e discriminação” é a regra na UE.

Mas nem tudo é mau, reconheceu Morten Kjaerum, indicando que “o resultado do Festival Eurovisão da Canção revela um grau de respeito e tolerância para com a comunidade LGBT que esperamos continue a crescer em toda a Europa”.

A FRA apresentará estes resultados da abrangente pesquisa sobre violência e discriminação contra pessoas LGBT na UE – que só serão publicados no verão – durante o fórum internacional IDAHO, que se realiza hoje e na quarta-feira em Valletta, capital de Malta, a poucos dias do Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia, que se assinala a 17 de maio.

* UM NOJO, A HOMOFOBIA!


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O MOVIMENTO

DAS PLANTAS

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

As 1001 facetas do Sr. Alibaba 

 Jack Ma é o homem por detrás do gigante mundial que se prepara para ser maior do que o Google ou o Facebook.

Em Setembro de 2009, na festa do décimo aniversário da Alibaba, Jack Ma emergia do centro de um palco perante 40.000 funcionários e clientes. Munido de uma peruca branca, baton vermelho, óculos escuros e um blusão de cabedal, o então CEO do "eBay chinês" interpretou uma versão punk rock da música inicial do Rei Leão. Jack estava no seu ambiente. Na "Alifest", rodeado da "Alipeople", como gosta de lhes chamar. Mas Jack Ma não se tornou na quinta pessoa mais rica da China por ser um artista frustrado. É antes alguém com muitas facetas.

Com uma fortuna pessoal avaliada em 8,1 mil milhões de dólares, Jack Ma começou por ser professor de inglês, não sem antes chumbar no exame de admissão à faculdade por duas vezes.
15 dólares era o seu salário mensal. Na adolescência, e durante nove anos, Ma levantava-se às cinco da manhã e pedalava até ao hotel da pequena cidade costeira onde vivia à procura de turistas para fazer visitas guiadas. Não cobrava dinheiro, apenas queria treinar o inglês. E foi precisamente esta aptidão que o levaria anos mais tarde aos EUA, como tradutor num negócio. Foi aí que, em 1995, navegou pela primeira vez na Internet. Procurou "beer" e "China". E para seu grande espanto, não encontrou qualquer marca chinesa. Percebeu aliás que existia pouquíssima informação sobre qualquer coisa relacionada com a China. Regressado a casa, Jack Ma fundou um género de páginas amarelas na Internet e falhou.

Quatro anos mais tarde, e depois de uma passagem pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, Jack criava então a Alibaba. Convenceu 17 amigos, angariou 60.000 dólares e fundou, a partir do seu apartamento, o que era à época uma plataforma de comércio entre empresas chinesas e clientes internacionais. Essa reunião está filmada para a posteridade e nela Jack Ma tentava serenar os piores receios: "Não se preocupem, o sonho da Internet não vai morrer", dizia. Isto ilustra uma das características essenciais no seu sucesso - visão - a outra, dizem, é um verdadeiro espírito de guerreiro.

Jack é aliás um apaixonado por novelas de artes e marciais e de Kung Fu, e costuma mesmo baptizar os seus empregados com alcunhas retiradas dessas histórias. Diz que são a forma mais fácil de explicar o Confucionismo, o Budismo e o Taoísmo, porque reflectem a fraternidade, moralidade, coragem, emoção e consciência. A si chama-se "Feng Qingyang" , um personagem guerreiro que treinou o seu aprendiz para ser um herói, mas que ficou também conhecido pela sua imprevisibilidade e agressividade. Isso mesmo ficou patente na forma como aniquilou o gigante eBay na China, ao recusar-se a cobrar taxas aos seus clientes. Em 2004, o eBay estimava que a China seria o seu maior mercado até 2015. Em 2006 abandonou o país. Um antigo colaborador, dizia ao ‘New York Times': "Ele estava disposto a levar a Alibaba ao chão para derrotar o eBay - a única coisa pior do que um concorrente inteligente é um concorrente louco, que está disposto a gastar todo o seu dinheiro sem qualquer perspectiva de lucro". Ou, nas palavras de Ma: "Sempre desejei ter nascido num período de guerra. Podia ter sido um general. Penso sobre o que poderia ter alcançado na guerra".

Jack Ma - também conhecido por "Crazy Jack" ou "The Godfather" dos empreendedores chineses - tem hoje 49 anos e entregou, em 2013, a presidência executiva da Alibaba a Jonathan Lu, colaborador de longa data. Diz que é preciso dar lugar aos mais novos e justifica-o desta forma: "O sucesso de um CEO deve ser medido pelo número de pessoas que ele treinou e que hoje podem superá-lo. Se alguém me alerta sobre um funcionário que está a tentar passar-me por cima digo que sou um professor, e que é assim que deve ser". Já a sua empresa, da qual hoje é chairman, geriu-a de acordo com a seguinte hierarquia: clientes, empregados, accionistas, e com isso ganhou a sua lealdade.

Na China, Jack Ma é uma verdadeira celebridade, maior que Steven Jobs, Bill Gates ou Mark Zuckerberg, e sem nunca ter escrito uma linha de código na vida. Jack e a Alibaba são a história de sucesso improvável num país de empresas dominadas pelo Estado e de privados que devem o seu sucesso aos laços com o Partido Comunista. 


Filho de actores de teatro, Jack Ma ficará conhecido como o primeiro CEO global da China. Hoje dedica-se a causas sociais e ambientalistas, às quais já dedicou grande parte da sua fortuna, sem nunca deixar de ser a cara, a voz e o líder incontestável da Alibaba. Um gigante que domina o espaço da Amazon, eBay e PayPal no maior país do mundo, e cujas receitas anuais superam o das três empresas combinadas. A Alibaba prepara-se para protagonizar o maior IPO de sempre nos EUA e para ser maior do que o Google ou o Facebook. 

Uma empresa que Jack Ma foi distribuindo ao longo do tempo por colaboradores e organizações sem fins lucrativos, porque: "Quando a nossa fortuna excede um certo nível, então o dinheiro deixa de ser nosso. É dinheiro da sociedade. É o dinheiro que a sociedade nos deu e temos a responsabilidade de o partilhar da melhor forma", diz Jack, dono de 7,4% da empresa que fundou.

* Os donos do dinheiro...


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