terça-feira, 22 de abril de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Um advogado conduzia distraído quando, num sinal de STOP, passa sem parar, em frente a uma viatura da GNR.
GNR: - Ora muito boa tarde. Documentos e carta de condução, fáchavor...

Advogado: - Mas por quê, Sr Guarda?
GNR: - Não parou no sinal de STOP, ali atrás.
Advogado: - Eu abrandei, e como não vinha ninguém...
GNR: - Exactamente... Documentos e carta de condução, fáchavor...
Advogado: - Você sabe qual é a diferença jurídica entre abrandar e parar?
GNR: - A diferença é que a lei diz que num sinal de STOP, deve-se
parar completamente. Documentos e carta de condução, fáchavor...
Advogado: - Ou não, Sr Guarda. Eu sou advogado e sei das suas
limitações na interpretação de texto de lei. Proponho-lhe o seguinte: Se você conseguir explicar-me a diferença legal entre abrandar e parar, eu mostro-lhe os documentos e você pode multar-me. Senão, vou-me embora sem multa.
GNR: - Afirmativo, concordo... Pode fazer o favor de sair da viatura, Sr. Advogado?

O advogado desce e então a patrulha da GNR saca dos cacetes, e aquilo é porrada que até ferve, para cima do Advogado. Socos pra tudo quanto é lado, lambadas, biqueiradas nos dentes...
O advogado grita por socorro, e implora para pararem.
E o GNR pergunta:
- Quer que eu pare ou que abrande...!?
Advogado: - PARE!... PARE!... PARE!...
GNR: - Afirmativo, Documentos e carta de condução, fáchavor...


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O QUE NÓS

CONSULTAMOS!
 
 




UMA INFORMAÇÃO "EXPRESSO"


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 O QUE FALTA




















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5-BELEZA A 

PRETO E BRANCO















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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

BCP: 
Tribunal Pequena Instância não estava
. preparado para receber processos

O vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura admitiu hoje que o Tribunal de Pequena Instância Criminal "não estava preparado" para receber processos com a dimensão e complexidade do caso contraordenacional do BCP.

António Joaquim Piçarra falava na Comissão de Assuntos Constitucionais, Liberdades e Garantias sobre a prescrição do processo contraordenacional que tinha como arguidos administradores do BCP, incluindo o seu fundador, Jardim Gonçalves.

Em resposta a perguntas dos deputados sobre os motivos que levam à prescrição de processos contraordenacionais instaurados pela entidades reguladoras (CMVM e Banco de Portugal), Joaquim Piçarra reconheceu que a "complexidade" destes casos causa enormes dificuldades a um tribunal vocacionado para apreciar questões de menor gravidade, como pequenas transgressões.

Explicou que o Tribunal de Pequena Instância Criminal "não estava preparado" para receber processos com a "dimensão" do caso BCP, que quando chegou já tinha 31 volumes.

Considerou também que a falta de funcionários e ausência de assessoria ao juiz dificultaram a tarefa, quando é sabido que os 6 ou 7 arguidos apresentaram "defesas bem estruturas" e impugnaram diversas questões de facto e de direito.

"Isto vai desembocar num grau de dificuldade dos processos", concluiu Joaquim Picarra, que esteve acompanhado, entre outros, pelo presidente do Conselho Superior da Magistratura, Henriques Gaspar.
Joaquim Piçarra revelou igualmente que o CSM tomou conhecimento do caso BCP a 11 de Março, pela comunicação social, tendo mandado realizar uma "averiguação sumária" e, com base nela, instaurado um "inquérito".

Adiantou que do inquérito realizado resultou que "não havia responsabilidade disciplinar do juiz" que lidou com o processo.

Durante a audição, Jorge Lacão (PS), Hugo Velosa (PSD), Telmo Correia (PP), João Oliveira (PCP) e Pedro Filipe Soares (BE) suscitaram questões relacionadas com o prazo das prescrições, litigância de má fé, responsabilidade civil extracontratual dos juízes e atraso e falta de celeridade dos tribunais, entre outras matérias.

No passado dia 07 de março, soube-se que o juiz António da Hora decidiu declarar extintos todos os procedimentos contraordenacionais que visavam o fundador e antigo presidente do Banco Comercial Português (BCP), Jardim Gonçalves, no processo interposto pelo Banco de Portugal, por prescrição dos factos.

Isto significa que Jardim Gonçalves não terá de pagar o milhão de euros em coimas exigidos pelo Banco de Portugal e deixa de ficar sujeito à inibição de nove anos de exercer atividade na banca, também imposta pelo Banco. Esta decisão não é passível de recurso.

Quanto aos restantes arguidos, Christopher De Beck, António Rodrigues, Filipe Pinhal, António Castro Henriques e Luís Gomes, além do próprio BCP, o juiz declarou extinto o procedimento contraordenacional relativo a duas acusações relacionadas com as 17 sociedades 'offshore' do banco sediadas nas Ilhas Caimão.

Na sequência, no mesmo dia, soube-se que o Ministério Público e o Banco de Portugal requereram que o julgamento do caso BCP, que ainda decorre, aconteça sem interrupção nos períodos de férias judiciais, para evitar o risco de prescrição das contraordenações dos seis arguidos que ainda não foram extintas.

* Gostávamos que explicassem aos portugueses como é que um tribunal não está preparado para receber um processo?


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II- A INCRÍVEL


JORNADA HUMANA



           2-ÁSIA

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Alice viaja neste episódio para a Ásia em busca das pessoas que evoluíram dos nossos ancestrais africanos e estabeleceram um dos maiores impérios construtores que se tem noticia. Ela investiga com a ajuda da genética se, segundo teorias de cientistas chineses, eles descendem ou não de um grupo diferente de homnídeos, o homo erectus.



Uma excepcional narrativa sobre a História da Humanidade, com a habitual qualidade da BBC



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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Conselho de Finanças Públicas 
questiona resultados dos cortes de 2013 

Entidade liderada por Teodora Cardoso estima em 5,3% do PIB o défice do ano excluindo medidas temporárias. 

Enquanto o Governo resiste em avançar detalhes da execução dos cortes orçamentais do ano passado, instituições como o Conselho das Finanças Públicas vão questionando a eficácia dos mesmos.

"A despesa ajustada aumentou 1,6 pontos percentuais", nota a entidade liderada por Teodora Cardoso na análise às contas do ano passado, sublinhando que se inverteu assim "a tendência dos dois anos anteriores". "A execução da despesa sugere que as medidas de consolidação orçamental do lado da despesa não produziram todos os efeitos enunciados pelo ministério das Finanças", conclui.

O Conselho afirma, por isso, que "os desenvolvimentos orçamentais ocorridos ao longo do ano de 2013 evidenciaram o elevado contributo da receita para a redução do défice público".

A instituição estima que o défice sem medidas temporárias ficou em 8.701 milhões de euros, ou seja, 5,3% do PIB, abaixo da meta de 5,5% do PIB estabelecida com a 'troika'. Em contabilidade nacional, ou seja, na óptica da Comissão Europeia, o défice ficou nos 4,9%.

* Afinal há 0,4% a mais, são um milhõesitos.

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BITES E BYTES
7. O SISTEMA DIGITAL

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ÚLTIMO EPISÓDIO



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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Turista irlandês queixa-se à GNR 
de sexo oral enquanto dormia 

Vítima suspeita que o indivíduo, de 31 anos, terá feito também sexo oral ao seu irmão, de 25 anos. A GNR de Vilamoura, concelho de Loulé, recebeu uma insólita queixa por parte de um cidadão irlandês que se encontra a passar férias em Portugal, reporta o Jornal de Notícias. 


O turista, com 23 anos, apresentou participação criminal por, durante a noite de domingo, um compatriota, também turista, ter entrado no quarto do seu hotel e, aproveitando-se do facto de estar a dormir, ter-lhe feito sexo oral. 

O queixoso suspeita também que o indivíduo, de 31 anos, terá feito também sexo oral ao seu irmão, de 25 anos. Segundo a versão do turista, o agressor terá entrado sem autorização no quarto hotel que escolheu para férias de Páscoa, tendo praticado aquele ato sexual enquanto dormia. 

Os três irlandeses serão conhecidos entre si. 

* E que tal  experimentarmos fazer sexo oral ao parceiro(a) para ver se ele(a) acorda?


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HELENA CRISTINA COELHO

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Isto (ainda não)
é uma reforma

O Governo fez as contas a quanto terá de cortar no próximo ano para cumprir a meta do défice.
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O resultado é um número pesado - 1,4 mil milhões de euros - o que, ainda assim, não é tão grande como os 1,7 mil milhões de algumas estimativas recentes ou mesmo os dois mil milhões que se chegou a temer serem precisos para cumprir a vontade de Bruxelas. Mas, se havia boas notícias no anúncio feito esta semana pela ministra das Finanças, elas esgotam-se nisto: na revelação de que a tesoura da austeridade vai cortar menos e de que o esforço dos portugueses será aliviado em 2015 - se é que podemos considerar uma boa notícia ouvir dizer que "apenas" será preciso cortar 1,4 mil milhões de euros (muito por obra e graça, recorde-se, de uma boa execução orçamental e da melhoria de uma série de indicadores que também resultam de um brutal ajustamento das famílias e dos portugueses nos últimos anos). Chamemos-lhe, por isso, uma notícia menos má.

A parte difícil vem a seguir: saber como o Executivo chegou a esse número (porque não anunciou medidas concretas) e como tenciona executá-las (o que faz levantar dúvidas sobre o seu sucesso). Lançar um número tão certinho para cima da mesa e adoptar a política do "depois logo se vê como lá chegamos" é sempre uma má medida. Como são todas as estratégias sem metas: não funcionam. Para começar, como se pode anunciar um número se a discussão das medidas com a ‘troika' só começa na próxima semana e o anúncio das decisões foi empurrado para o final do mês? O que sabe o Governo para chegar a este número que não pode ainda contar ao país? Depois, os caminhos indicados são demasiado vagos para servirem de orientação. Por onde vão passar os cortes nos ministérios? Vão implicar a eliminação de mais funções sociais do Estado, em áreas sensíveis e problemáticas como a Saúde ou a Educação? E com que critério? Ainda não se sabe. Como vão garantir os cortes nos chamados "consumos intermédios", precisamente uma área onde o Governo não conseguiu cumprir a meta de redução acordada com a ‘troika' no último ano (e vamos ver como será este ano)? E se essas gorduras do Estado são possíveis de eliminar agora, por que razão isso não se fez antes de toda a sobrecarga fiscal e asfixiante corte de rendimentos que se exigiram aos portugueses? Ainda não se percebeu. E tudo isto sem esquecer que, entre a revelação de um número e o anúncio adiado de medidas, ficam no limbo milhares de pensionistas e funcionários do Estado, os principais alvos dessa espécie de reforma do Estado que se anda a desenhar, sem saberem o que realmente os espera no próximo ano.

Pelo meio, é bom saber que tudo o que está em cima da mesa, seja lá o que for, não implica qualquer contributo adicional para a consolidação orçamental, leia-se, mais sacrifícios - palavra de ministra. Mas até se saber rigorosamente o que vai sair deste plano para a reforma-do-Estado-que-nunca-mais-acontece, é difícil ficar tranquilo. Seja qual for o caminho, os portugueses já sabem que vão ter cortes (e ainda duros) pela frente. Só precisam de saber como se preparar para eles. Mais: falta ainda saber qual o peso que a variável "eleições em 2015" tem nestas contas que permitiram chegar a um número tão exacto.

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
17/04/14


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158.UNIÃO



EUROPEIA



















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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Comemorações do 25 de Abril

Quinta-feira no Terreiro do Paço 
Espetáculo multimédia começa às 22h30 

O espetáculo multimédia que decorre na quinta-feira no Terreiro do Paço, em Lisboa, no âmbito das comemorações do 25 de Abril, vai ter início às 22h30, uma hora mais tarde do que o inicialmente agendado. A informação foi hoje divulgada pela empresa municipal encarregada da animação cultural da cidade, a EGEAC. 


O espetáculo de vídeo mapping ‘Projetar Abril’ aproveita a estrutura já montada para a projeção “Primavera é Linda”, que termina na quarta-feira. As imagens de arquivo vão misturar-se com animações 2D e 3D na fachada nascente do Terreiro do Paço, esperando-se ainda uma “chuva de cravos virtuais” no espetáculo, da autoria de Nuno Maya e Carole Purnelle, numa parceria com o Museu da Presidência da República e banda sonora original de Luís Cília. 

Às 22h45 inicia-se um concerto que conta com diversas parcerias entre artistas, como o encontro dos Dead Combo com B Fachada numa abordagem a um tema de José Almada. Os You Can’t Win Charlie Brown vão colaborar com Zeca Medeiros e Norberto Lobo em reinterpretações de temas de José Afonso, enquanto Capitão Fausto com Júlio Pereira e JP Simões vão interpretar a canção “Marcolino”, de Fausto. 

Já os Linda Martini vão dividir a atuação com Capicua e com Xana e Flak dos Rádio Macau e ainda haverá tempo para Camané apresentar com os Dead Combo uma versão de “Inquietação”, de José Mário Branco. Para ilustrar o concerto vão ser exibidos curtos filmes alusivos a temas e figuras de Abril, dos realizadores e artistas plásticos portugueses Paulo Abreu, Jorge Gonçalves, Rui Simões e João Pedro Gomes. 

 O final do concerto vai ser marcado por uma “chuva de cravos”, numa criação do Grupo Luso Pirotecnia, no rio Tejo e na Praça do Terreiro do Paço, que culminará com a imagem da bandeira nacional. A criação pirotécnica deverá iniciar-se pelas 01h05.


"Música e Revolução" a partir do dia 25 

 O ciclo “Música e Revolução” regressa à Casa da Música, no Porto, a partir de 25 de abril, assinalando os 40 anos de democracia em Portugal e o centenário da I Guerra Mundial, disse hoje o diretor artístico. 

Numa conferência de imprensa sobre o ciclo que se vai prolongar até dia 01 de maio, o diretor artístico da instituição, António Jorge Pacheco, lembrou que a “música, mais do que qualquer outra arte, esteve sempre ligada à guerra”, exemplificando com as várias bandas sonoras cinematográficas que acompanharam marchas militares e com a utilização de Richard Wagner no filme “Apocalypse Now”, de Francis Ford Coppola. 

O ciclo com o subtema “Música e Conflito” inicia-se na sexta-feira, dia 25 de abril com o coro Casa da Música, a Orquestra Barroca (que se estreia neste âmbito) e a Sinfónica, que vão interpretar obras de Arnold Schönberg, Jean-Philippe Rameau, Jan Zelenka, Händel e Janácek. 


Ao longo dos dias seguintes, os palcos da Casa da Música vão receber composições de autores tão diversos como Monteverdi, Fernando Lopes-Graça, Alban Berg, para além de uma estreia mundial de Georges Aperghis, que vai dirigir o Remix Ensemble no domingo, com o título “Le soldat inconnu”, encomenda da Organização Europeia de Salas de Concerto (ECHO, no original). 

No primeiro dia de maio, o ciclo contempla a atuação de Goran Bregovic, conhecido pela criação de bandas sonoras para vários filmes de Emir Kusturica. No dia anterior, a Casa da Música recebe “Curado”, um projeto desenvolvido pelo serviço educativo com a Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA) e alunos do Balleteatro. 

O coordenador do serviço educativo e responsável pela direção musical do projeto, Jorge Prendas, disse que a primeira ideia do diretor artístico da iniciativa, Tim Yealland, não era fazer uma abordagem à guerra do Ultramar, mas tal tornou-se “incontornável desde que se começou a trabalhar com a ADFA”, gerando-se situações em que os próprios alunos do Balleteatro expuseram histórias de familiares que haviam participado no conflito. 

* VIVA O 25 DE ABRIL


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ATÉ O SOL


















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 A HISTÓRIA DO


PLANETA


POLUIÇÃO E DEGRADAÇÃO


AMBIENTAL
 

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Soares foi quem deu mais 
contributos positivos

 O primeiro presidente da República civil no pós-25 de Abril, Mário Soares, é a personalidade que mais contribuiu positivamente para o País, enquanto o atual inquilino do Palácio de Belém, Cavaco Silva, está no polo oposto.

Estes resultados constam do barómetro de abril elaborado pela Universidade Católica para o DN, JN, Antena 1 e RTP.

Mário Soares - que foi secretário--geral do PS, ministro dos Negócios Estrangeiros e primeiro-ministro antes de eleito presidente (1986) - é visto também pelos portugueses como a personalidade que mais influenciou (independentemente de se gostar dela) a história destes 40 anos em Portugal: 23%, mais do dobro das que apontam Cavaco Silva (11%). Seguem-se José Sócrates (5%) e Ramalho Eanes (3%).

No caso das figuras que mais contributos positivos deram ao País, Mário Soares recolheu 16% das preferências - mais do dobro das que obteve o general Ramalho Eanes, primeiro chefe do Estado eleito (1976) no pós 25 de Abril.


Ramalho Eanes recolheu 7% das preferências, numa questão de "resposta completamente livre", onde não havia "qualquer lista prévia" de nomes à escolha, disse a Católica.

Em terceiro surge outro adversário de Eanes, Sá Carneiro (PSD), com 6%, Cavaco (PSD, 5%) e Álvaro Cunhal (PCP, 4%). Com 2% surgem Jorge Sampaio, António Guterres (ambos do PS) e Cristiano Ronaldo.

Com muitos dos inquiridos a não querer ou saber responder às questões colocadas sobre as personalidades que mais contribuíram ou mais influência tiveram nestas quatro décadas, a sondagem mostra que Mário Soares é citado por mais de 10% dos eleitores de todos os partidos - exceto os do CDS-PP.

No caso do atual Presidente, as suas contribuições positivas para o País são mais observadas pelos eleitores de direita, PSD e CDS.

Relativamente às figuras que mais contribuíram negativamente para o País nos últimos 40 anos, Cavaco Silva é referido por 15% dos inquiridos.

Seguem-se o ex-primeiro-ministro socialista José Sócrates, com 14%, Mário Soares e Pedro Passos Coelho - ambos com 10% - e, por fim, o antigo chefe do Governo e presidente cessante da Comissão Europeia, Durão Barroso, com 2%.

De notar que, em termos estatísticos, tanto José Sócrates como Pedro Passos Coelho e Durão Barroso surgem apenas pelo seu contributo negativo. No polo oposto, entre todos os referidos pela positiva só dois são apontados também pela negativa: Cavaco Silva e Mário Soares.

Ainda em relação às personalidades de quem os portugueses têm imagem negativa, as preferências dos inquiridos - exceto no caso de José Sócrates - refletem as respetivas opções partidárias e ideológicas. Assim, enquanto os resultados de Cavaco Silva e Passos Coelho "devem-se essencialmente aos eleitores de esquerda [CDU, BE e PS]", sucede o inverso com Mário Soares (PSD e CDS-PP).

No caso específico de José Sócrates, os seus resultados negativos "são referidos por mais de 10% dos eleitores de todos os partidos, com exceção dos da CDU", constatou a Universidade Católica.

Ficha técnica
Esta sondagem foi realizada pelo CESOP - Universidade Católica Portuguesa para o Diário de Notícias, a Antena 1, a RTP e o Jornal de Notícias nos dias 12, 13 e 14 de abril de 2014. O universo alvo é composto pelos indivíduos com 18 ou mais anos recenseados eleitoralmente e residentes em Portugal Continental. Foram selecionadas aleatoriamente dezanove freguesias do país, tendo em conta a distribuição da população recenseada eleitoralmente por regiões NUT II e por freguesias com mais e menos de 3200 recenseados. A seleção aleatória das freguesias foi sistematicamente repetida até que os resultados eleitorais das eleições legislativas de 2009 e 2011 nesse conjunto de freguesias (ponderado o número de inquéritos a realizar em cada uma) estivessem a menos de 1% dos resultados nacionais dos cinco maiores partidos. Os domicílios em cada freguesia foram selecionados por caminho aleatório e foi inquirido em cada domicílio o mais recente aniversariante recenseado eleitoralmente na freguesia. Foram obtidos 1117 inquéritos válidos, sendo que 59% dos inquiridos eram do sexo feminino, 31% da região Norte, 21% do Centro, 36% de Lisboa, 6% do Alentejo e 6% do Algarve. Todos os resultados obtidos foram depois ponderados de acordo com a distribuição de eleitores residentes no Continente por sexo, escalões etários, região e habitat na base dos dados do recenseamento eleitoral e do Censos 2011. A taxa de resposta foi de 67%. A margem de erro máximo associado a uma amostra aleatória de 1117 inquiridos é de 2,9%, com um nível de confiança de 95%.

* Alguém teve de fazer alguma coisa de bem e muitos,  muito mal.
Como é que Socrates "perde" com Cavaco Silva, extraordinário!


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José Afonso

Canção de Embalar


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Coliseu  1983



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HOJE NO

"RECORD"

Johan Bruyneel suspenso durante 10 anos

O belga Johan Bruyneel, diretor das equipas de ciclismo de Lance Armstrong, anunciou esta terça-feira que foi suspenso por 10 anos pela Associação de Arbitragem Americana (AAA) na sequência do inquérito da Agência Antidopagem dos Estados Unidos (USADA). 

Segundo o painel, que também puniu com oito anos os médicos espanhóis Pedro Celaya e José Martí, "as provas demonstram de forma concludente que Bruyneel estava no vértice de uma conspiração para a prática generalizada de doping nas equipas US Postal e Discovery Channel durante muitos anos e apanhando muitos corredores".

A formulação da acusação remonta a 2012, pelo que o belga fica suspenso até 11 de junho de 2022, enquanto os médicos completam a sua pena dois anos antes. "Não nego que há certos elementos da minha carreira que gostava que não tivessem acontecido", disse Bruyneel no seu blogue, continuando a colocar em causa "a jurisdição da AAA e/ou da USADA" para julgá-lo.

Em junho de 2012, a USADA acusou Bruyneel, Lance Armstrong, os médicos espanhóis Luis García del Moral, Pedro Celaya e José Martí e o italiano Michele Ferrari de múltiplas infrações de doping, incluindo posse e tráfico de substâncias dopantes.

Armstrong foi suspenso de forma permanente e viu anulada a maioria dos resultados da sua carreira, incluindo as sete vitórias na Volta a França (1999-2005), enquanto Bruyneel recorreu aos tribunais para contestar a jurisdição da USADA, alegando que, pela sua nacionalidade, só a Federação Belga pode fazê-lo.

"Estou a ponderar o meu próximo passo. Posso continuar a contestar a decisão da AAA no Tribunal Arbitral do Desporto, embora isso implique confiar de novo na arbitragem. Brevemente vou decidir se continuo a lutar e a tentar expor a hipocrisia daquilo pelo que a USADA me fez passar a mim e a outros", acrescentou Bruyneel na plataforma virtual. 

* Lance já declarou várias vezes que se dopou e muito, Bruyneel acha que está a ser crucificado?


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RESCALDO

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INCÊNDIO NO CHILE FILMADO POR UM DRONE


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Rui Moreira diz que não faz sentido
 manter Casa Manoel de Oliveira

O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, justificou esta terça-feira a venda em hasta pública da Casa Manoel de Oliveira, na Foz, com o facto de não fazer sentido "manter uma casa que nunca foi utilizada".

"Por razões que são conhecidas, nunca houve interesse do cineasta em viver lá, nunca foi dado uso à casa", disse Rui Moreira aos jornalistas, acrescentando que, sendo conhecido o projeto de construção de um edificado para Manoel de Oliveira em Serralves, "o objeto desta casa (na Foz) deixa de se justificar".

A Câmara do Porto realiza no dia 7 de maio uma hasta pública para alienar a Casa Manoel de Oliveira, na Foz, que foi projetada pelo arquiteto Souto Moura para o realizador português, sendo o valor base de licitação das duas frações que compõem o edificado de cerca de 1,5 milhões de euros.
"A casa é património para alguém que a possa valorizar", acrescentou Rui Moreira.

Questionado sobre o que falhou neste projeto, o autarca respondeu não poder julgar "uma série de desencontros entre o município e o mestre Manoel de Oliveira".

Rui Moreira salientou que Manoel de Oliveira "continua ativo, vai a ter a sua casa nos jardins de Serralves e não haverá problemas".
O projeto da casa na Foz foi lançado em 1998, "ainda no tempo do (autarca) Fernando Gomes", lembrou Moreira.

A obra ficou pronta apenas em 2003, ano em que a Câmara era já liderada pelo social-democrata Rui Rio, que derrotou o socialista Fernando Gomes nas eleições autárquicas de 2001, e nunca foi formalizado um acordo com o realizador para o uso da casa.

Em novembro de 2013, a Fundação de Serralves assinou um protocolo com a família de Manoel de Oliveira para instalar no museu um núcleo com o espólio do cineasta, num projeto do arquiteto Siza Vieira que aproveitará a antiga garagem do conde de Vizela.

O edifício vai albergar uma exposição permanente, um anfiteatro de 50 lugares e salas para arquivo e consulta do espólio do realizador portuense que completou no ano passado o seu 105.º aniversário.

* Entretanto alguém ganhou alvíssaras à custa do nome do cineasta.

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 14.ENRIQUEÇA A



SUA BIBLIOTECA














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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

 Reunião dos deputados com a troika:
. "Austeridade é para continuar" 

Os vários grupos parlamentares saíram da ultima reunião com os representantes da troika com a mesma conclusão: "os cortes estão para ficar" e "há um longo caminho para percorrer". 
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Os representantes do FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu reuniram esta tarde com os vários grupos parlamentares, naquele que foi o último encontro no âmbito do programa de assistência financeira, que entrou agora na 12ª e última avaliação. 


Miguel Tiago, do PCP, foi o primeiro a falar aos jornalistas no final da reunião, afirmando que "no essencial, a troika veio dizer que as políticas são para continuar" e que a "tendência de austeridade, cortes e supressões salariais" se irá manter no futuro. "Limpa ou não, não há saída", concluiu o deputado.

Pedro Marques, do PS, seguiu um tom bastante semelhante. "Ficou claro que vamos ter mais cortes, pelo menos, aqueles que transformam em permanente o que o Governo sempre disse que era extraordinário", afirmou. Desta reunião com a troika, salientou Pedro Marques, nada resultou sobre quais as medidas previstas para 2015 e que deverão ser conhecidas em breve, no âmbito do Documento de Estratégia Orçamental (DEO). "Mas os cortes permanentes, ficou claro que vão acontecer" e "perspectiva-se a ideia de continuidade", com mais austeridade, concluiu o deputado. 

E foi também austeridade que o Bloco de Esquerda encontrou nas palavras da troika. "Há uma predisposição para realizar uma pressão muito forte neste sprint final do programa de ajustamento" no sentido de "todos os cortes serem não só garantidos, como aprofundados", explicou Luís Fazenda. A atitude, acrescentou, foi a de "vamos selar tudo o que fizemos e garantir a continuidade". 

Miguel Frasquilho: "Convém não embandeirar em arco Miguel Frasquilho, do PSD, escolheu palavras diferentes para comentar o encontro, salientando sempre o facto de ser o último, mas o tom foi também o de que, apesar de a troika estar de saída, "convém não embandeirar em arco, pois temos um longo e difícil caminho pela frente".

Frasquilho não quis falar em cortes, mas afirmou que o seu partido já antes tinha transmitido à troika que "o ajustamento salarial no grosso da economia está feito, é natural que na esfera pública possam ainda surgir algumas medidas, mas que não agravarão a factura". 


Ontem, recorde-se, foi conhecido o relatório do FMI à 11ª avaliação, o qual revela preocupações da troika com a forma como o País vai gerir as suas finanças. Para acelerar a criação de emprego, diz o relatório, haverá que ir mais longe nas reformas do mercado laboral e tornar mais fáceis as reduções salariais e os despedimentos individuais, sendo que uma subida do salário mínimo não é vista com bons olhos. 

Consenso, pede o PSD  
Por outro lado, alerta o FMI, será necessário assegurar um consenso político que garanta que no futuro próximo não haverá novos aumentos de despesa nem descidas de impostos. E foi ao consenso que Miguel Frasquilho aproveitou também para apelar. 

Lembrando que o PS está também "comprometido" com o Tratado Orçamental, o deputado do PSD colocou mais uma vez a tónica nesse na necessidade de Governo e oposição se porem de acordo. "Transmitimos à troika a nossa total disponibilidade para o consenso e para a trajectória que vai ser percorrida nos próximos anos", afirmou, sublinhando que "a maioria está bastante coesa e realista quanto ao que é preciso ser feito" e que esperam que o PS se lhes "reúna". 


Pouco antes, Pedro Marques afirmara que "procurar consensos com base em políticas que não resolvem os problemas é muito difícil e as perspectivas não são muito animadoras". 

Cecília Meireles, que comentou o encontro em nome do CDS-PP, limitou-se a sublinhar o facto de esta ter sido a última reunião com a troika e de isso significar que "Portugal vai ultrapassar esta página da sua história que não é feliz". 

Troika não gostou do "Manifesto dos 70" 
Luis Fazenda, do Bloco de Esquerda, revelou ainda que os membros da troika tiveram "uma reacção muito dura" ao chamado "Manifesto dos 70", assinado por figuras como Manuela Ferreira Leite, Bagão Félix ou João Cravinho e que defendia uma reestruturação da divida publica. "Foi entendido como inoportuno, errado, mal dirigido", e a troika mostrou "uma oposição muito feroz ao manifesto e à reestruturação da dívida", salientou o deputado. 

* Estamos todos tramados por causa da gestão danosa dos vários governos que tivemos.
A troika não quer a reestruturação  da dívida porque iria perder dinheiro e Portugal é um imenso filão de juros.


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 GINASTICA NO VARÃO

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