segunda-feira, 21 de abril de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS


FESTEJAMOS!



MURAL DA LIBERDADE

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 ESTE FUTURO ESTÁ MUITO PERTO



















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JENINE BUTTERFLY
a melhor dança de varão

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

A primeira 'Smart TV Social' é chinesa


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* A ditadura amarela é criativa, fornece este rebuçado recreativo para as pessoas não pensarem que são ferozmente exploradas.


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  4.AMAZÓNIA


SECRETA


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ÚLTIMO EPISÓDIO


UMA PRODUÇÃO GLOBO REPÓRTER



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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Assédio persistente tende 
a aumentar em Portugal

Associação de Apoio à Vítima promove ação de informação sobre 'stalking', o assédio persistente.

Quase dois milhões de portugueses já foram vítimas de comportamentos de perseguição, ameaças, controlo e vigilância, formas de violência com tendência para aumentar e serem mais graves, alertou esta segunda-feira uma investigadora da Universidade do Minho. 


Os comportamentos de assédio persistente ('stalking'), que visam perturbar e atemorizar a vítima, podem assumir variadas formas, como telefonar frequentemente, perseguir, filmar, enviar mensagens ou presentes, ameaçar, agredir ou vigiar alguém.

 "Os estudos têm vindo a mostrar que a tendência é para se verificar uma escalada destes comportamentos, quer em termos de frequência, quer em termos de severidade", disse a investigadora Célia Ferreira, que falava à Lusa a propósito do seminário "Levar o Stalking a sério", promovido pela APAV e que decorre na terça-feira em Lisboa. 

* Esta situação aumenta porque a lei é branda, porque os tribunais preferem punições "pedagógicas" em indíviduos que não têm quaquer espécie de escrúpulos.
Talvez quando dois ou três destes predadores morrerem debaixo da ira popular as inteligências legisladoras pensem doutra maneira, para protecção do criminoso.


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I-A HISTÓRIA


DA PALAVRA

 

1-O NASCIMENTO DA ESCRITA


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Aguiar-Branco diz que 
“Portugal vai ter uma saída limpa” 
“Grande motivo de orgulho” 

O ministro da Defesa Nacional disse hoje, em Ílhavo, que Portugal vai ter uma saída "limpa" do programa de ajustamento financeiro e que isso constitui um "grande motivo de orgulho" para todos os portugueses. "No final de um programa de ajustamento muito exigente, em que foi preciso um grande sacrifício de todos nós, vamos ter a capacidade para sair de uma forma limpa, sustentável e que prudentemente garante um futuro mais otimista em relação a todos os portugueses", afirmou o governante. 


As declarações de Aguiar-Branco surgem na véspera da chegada a Lisboa dos técnicos da missão da 'troika' para a 12.ª avaliação do Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal, a última do período do resgate. Para o ministro da Defesa Nacional, este último exame significa que todos os portugueses devem fazer um esforço para nunca mais voltar a ter necessidade de recorrer a este tipo de ajustamento. Questionado pelos jornalistas quanto ao tipo de saída de Portugal do programa de ajustamento, Aguiar-Brando referiu que isso será anunciado no "momento certo e oportuno", sublinhando que "será sempre uma saída que garante a sustentabilidade das contas públicas, a continuação de uma lógica de crescimento e a descida da taxa de desemprego".

 O ministro da Defesa assinalou ainda o que considerou ser uma "grande alteração qualitativa", quando antes se dizia que “era necessário um segundo regate e que Portugal não iria ter possibilidade de fazer uma saída limpa e, hoje, já estamos a discutir que tipo de saída é que vai acontecer", disse. Aguiar-Branco falava após uma visita ao Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) onde foi assinado, ontem de manhã, um protocolo entre os Estaleiros de Viana do Castelo e a Câmara de Ílhavo para a cedência temporária de parte do espólio físico e documental da empresa para fins culturais e científicos. 

 O espólio dos Estaleiros de Viana do Castelo que ficará depositado no MMI inclui documentação e maquetas de navios da pesca do bacalhau. "Trata-se de um espólio expressivo e valioso", disse o responsável pelo MMI, Álvaro Garrido, acrescentando que o acervo "vai ser preservado, catalogado e incorporado". 

* Em primeiro lugar Portugal não vai ter a saída limpa que o sr.ministro quer impingir, segundo, nenhum português idóneo se sente orgulhoso por ver cidadãos aos caixotes do lixo a comer os restos de comida, se o sr.ministro se sente orgulhoso desta saída limpa é lá com ele!
A sra. deputada Ana Gomes é que nos abre os olhos.


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JOSÉ MANUEL PAQUETE DE OLIVEIRA

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O PÚBLICO "colado" 
ao Governo ou 
escandalosamente contra?

Com o efervescer do clima eleitoral para as europeias e com o aproximar de uma data eminentemente de grande significado para Portugal, o 25 de Abril, aumenta o caudal de mensagens de carácter político que recebo no meu correio electrónico. O conteúdo dessas mensagens tem, muitas vezes, um sentido crítico radicalmente oposto. A título de exemplo, destaco extractos de dois emails recebidos no mesmíssimo dia:

O da "colagem": "Há muito que alguns leitores do PÚBLICO notam uma mal disfarçada colagem do jornal à política do actual Governo (...). A não publicação de notícias com realce sobre algumas manifestações, como por exemplo a última manifestação dos reformados em Lisboa, só causará estranheza a quem não se aperceber da linha actual do PÚBLICO (...)."

O do "escandalosamente contra": "Sou assinante do PÚBLICO e leitor desde sempre. Noto com preocupação uma deriva do jornal num sentido menos objectivo com que crescentemente é tratada matéria estritamente noticiosa. Escrevo-lhe, provedor, para lhe assinalar que, do meu ponto de vista, é nesse sentido escandaloso e inaceitável o texto que assinalo em epígrafe." (O referido texto era o de um comentário, PÚBLICO, 16-04-2014, sobre a entrevista do primeiro-ministro, Passos Coelho, à SIC). E o leitor acrescentava: "A bem da continuidade de um projecto informativo que se gostaria prosseguisse rigoroso e isento, ficar-lhe-ia muito grato (...) que procurasse garantir que não voltem a reproduzir-se no PÚBLICO peças "jornalísticas" (?) deste quilate."

Antes de mais, devo esclarecer que acusei aos leitores a recepção das suas mensagens, mas não as comentei em concreto (nem agora vou fazê-lo), pois aguardo, com o tempo devido, a reacção interna do jornal. Todavia, vou servir-me desta posição contrastante para abordar genericamente a difícil situação editorial de transmitir às diferentes sensibilidades e diferenciadas leituras interpretativas dos leitores o posicionamento de um jornal, como do PÚBLICO, na prossecução de uma orientação "por critérios de rigor e criatividade editorial, sem qualquer dependência de ordem ideológica, política e económica", conforme vem inscrita no Estatuto Editorial.

No plano teórico, ocorre-me uma ilação corrente que se pode tirar deste circuito entre produtores de informação e receptores da mesma. Aquela que Michel de  Certau, na sua obra L" Inventation du Quotidien (1980), já fazia: o discurso jornalístico produz e reproduz o seu espaço, o seu contexto social, fala de e para a sua classe, seus estratos ou camadas sociais, mas nunca anula, por completo, a capacidade inventiva e criativa de quem lê. A liberdade interpretativa do leitor deriva das suas competências, das suas disposições, das suas ideologias e das representações que tem da realidade.
Sendo assim, nunca um jornal, comprometido com a observância das regras de isenção e rigor face ao universo plural do público a que se destina, é uno, na isenção e rigor que consegue transmitir. Por palavras mais corriqueiras, o que se pode dizer é que por mais isento que queira ser um jornal ou um jornalista, estes jamais escaparão às diferentes leituras do seu público.

Quando se aplica esta teorização ao campo do discurso político, aumentam as dificuldades entre a aplicação por parte do jornal e a aceitação por parte do leitor da verificação do cumprimento de um rigoroso critério de isenção, "contratualizado" entre jornal e leitores como resultado de um estatuto de empresa informante que promete respeito ao pluralismo das audiências e não clara e assumida assunção política ideológica. Como se sabe, em todos os países democráticos, vai sendo cada vez mais comum os jornais declararem-se do lado em que estão perante as opções políticas ou candidatos que estão no terreno da condução governativa ou no tablado eleitoral. Não é o caso do PÚBLICO. Por estatuto "é um jornal diário de grande informação, orientado por critérios de rigor e criatividade editorial, sem qualquer dependência de ordem ideológica, política e económica". Isto não quer dizer que o jornal não cultive, na sua prática jornalística, distintos "espaços de informação, análise, comentário e opinião". Nem tão-pouco exige que renuncie a uma atitude crítica perante todos os poderes.

Obviamente, os dois exemplos de apreciação antagónica que recrutei, entre o estar "colado" ao Governo e o estar escandalosamente "contra o Governo", são opiniões singulares que não espelham, penso eu, a opinião geral dos leitores do PÚBLICO, mas que não deixam de ilustrar a dificuldade de ter uma prática de jornalismo com o respeito do pluralismo político-ideológico em democracia.
Pelas razões que invoquei, não é minha intenção por hoje entrar na análise concreta sobre as duas posições extremas manifestadas por estes dois leitores. Mas pelas considerações que fiz, isso não me inibe de chamar a atenção para a necessidade de serem respeitadas regras elementares pela aceitação da pluralidade de opinião, quer da parte dos produtores da informação, quer da parte dos receptores dessa informação. Caso contrário, a prática do respeito de um convivente pluralismo democrático torna-se impraticável.

Entristece-me a observação, porventura subjectivista, que vou fazendo da dicotomização a que está a ser reduzido o discurso político no espaço público, muito perto, aliás, do parâmetro vigente nas proximidades do 25 de Abril de 1974. Não se aceita um leque variado dos matizes desse discurso. Hoje, interpreta-se, quase exclusivamente, que esse discurso ou é pró-situacionista ou anti-situacionista. Muito por culpa dos actores políticos e dos interventores assumidos no espaço público, mesmo aqueles com estatuto académico ou de cientistas - o que nos prostra num sufoco de ar democrático penoso e irrespirável, em que o pluralismo tem dias difíceis. Talvez porque, como diz o escritor argentino Eduardo Galeano, "estamos num mundo ao avesso à vista de todos, com a esquerda na direita, o umbigo nas costas e a cabeça nos pés". Quando é o autarca socialista que manda erigir a estátua do cónego Melo e o autarca do PSD que dá lugar e corpo à estátua de Salgado Zenha, não admira o sentimento de avesso com que vemos as coisas.

IN "PÚBLICO"
20/04/14

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157.UNIÃO




EUROPEIA




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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

UNICEF denuncia uso de crianças
 no Sudão do Sul

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) denunciou hoje que as duas partes em conflito no Sudão do Sul estão a recrutar e treinar crianças para as transformar em soldados.

"A UNICEF tem relatórios credíveis que indicam que ambas as partes no conflito estão a recrutar crianças", denunciou a agência especializada da ONU em comunicado. 


Segundo os relatórios citados pela UNICEF, foram vistas crianças com armas, outras vestidas com fardas militares e outras ainda participando em treinos militares. 

"Isto é inadmissível. As crianças não devem ser instrumentos de conflito", declarou, de acordo com o comunicado, Jonathan Veitch, representante da UNICEF no Sudão do Sul.

"Por um lado, devemos falar das sequelas a longo prazo provocadas nas crianças que foram recrutadas, mas, por outro, devemos recordar que a ameaça imediata é às suas vidas. Os líderes têm a obrigação de evitar que as crianças façam parte do exército", acrescentou Veitch.

Além disso, o funcionário internacional denunciou também que várias crianças foram assassinadas nos ataques ocorridos nos últimos dias no país, embora não tenha podido precisar o número exato.
Entre as vítimas havia civis, mas também alguns menores que faziam parte dos grupos armados.
Veitch recordou que desde que o conflito começou, em dezembro de 2013, defensores dos direitos humanos documentaram um aumento dos incidentes violentos em que as vítimas foram menores de idade.

O conflito eclodiu no Sudão do Sul em dezembro de 2013, quando o Presidente, Salva Kiir, acusou o ex-vice-presidente Riak Machar de perpetrar um golpe de Estado.

Machar recorreu às armas e o exército dividiu-se em dois e, em seguida, o conflito assumiu contornos étnicos, dado que Kir e Machar pertencem a tribos distintas.

A violência custou a vida a milhares de pessoas e obrigou mais de um milhão de outras a abandonar as respetivas casas e a vaguearem deslocados pelo seu país ou a refugiarem-se nos países vizinhos.
O conflito colocou o jovem país, que se tornou independente do Sudão em 2011, à beira da guerra civil.

* Um crime hediondo.

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"INGROMIRARAM-NOS"







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17.AS FORMAS DO


INVISÍVEL



MOSCA


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HOJE NO
"RECORD"

José Mourinho: 
«São palavras bonitas mas 
discordo de Simeone»

O Atlético Madrid vai tentar tudo para vencer, na terça-feira, a primeira mão das meias-finais da Liga dos Campeões, mas o Chelsea também, garantiu José Mourinho.

"O Atlético vai tentar tudo para ganhar. Mas nós também", disse o técnico português, em conferência de imprensa no Estádio Vicente Calderón, na qual os jornalistas recordaram o facto de esta ser a sua oitava meia-final e a terceira com o Chelsea: "Faço o meu melhor, sempre fiz o meu melhor. Às vezes ganhas outras vezes não. Às vezes ganhas e não mereces; outras mereces ganhar e perdes...".

A presença de dezenas de jornalistas levou o Atlético Madrid a transferir a conferência de imprensa da sua sala normal para o palco VIP, algo notado pelo próprio Mourinho. "É uma meia-final. Isso nota-se, podem ver pela sala. Muita gente, muito interesse e penso que todos os jogadores, todos os treinadores, gostariam de a jogar", afirmou.

Mourinho rejeitou a comparação feita por Simeone, treinador do Atlético Madrid, que disse a jornalistas espanhóis considerar-se pior treinador do que o português. "Não concordo. Penso que é difícil comparar treinadores. Não é justo comparar treinadores. Não é justo comparar um treinador com 15 anos de carreira com um com menos do que isso. Não é justo. É algo que não faço e não gosto de fazer. São palavras bonitas, mas discordo", afirmou.

Recusando-se a responder a qualquer pergunta sobre a Premier League, Mourinho rejeitou ainda, repetidamente, fazer comentários sobre as qualidades ou forças do Atlético Madrid. "Não quero comentar as qualidades do Atlético. Fiz isso hoje com os meus jogadores e é com eles que tenho que partilhar as minhas opiniões", afirmou. No entanto, destacou: "Naturalmente que nenhuma equipa chega a uma meia-final da Liga dos Campeões se não for uma boa equipa. Para estar aqui, deve ser uma boa equipa, mas não vou comentar sobre a minha visão ou opinião". 

Mourinho foi ainda questionado sobre a grande receção, no aeroporto de Madrid, a Fernando Torres, afirmando - sem confirmar se o espanhol jogará no onze - que a Liga dos Campeões "é uma grande motivação para qualquer jogador". "Não digo que o Fernando vai estar no onze. Mas ele nunca se esconde. Diariamente falamos de futebol espanhol. Ele é um apoiante do Atlético, um grande apoiante. Não tenho dúvidas de que os minutos em que estará no campo, tentará tudo pelo Chelsea, como fantástico profissional que é", disse.

Recusando a responder em espanhol, Mourinho foi questionado sobre se viu a final da Taça do Rei, conquistada pelo Real Madrid, tendo o treinador português dito que não acompanhou o encontro, tendo estado a ver o Manchester City-Sunderland e, depois, o Benfica-FC Porto. "Mas repito: em Espanha o meu clube é o Real Madrid e quando vence competições em que não estou envolvido fico contente por eles", disse.

* Cavalheiros.



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José Afonso

A Morte saiu à rua

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 Coliseu  1983


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

OMS quer eliminar defecação 
na rua até 2030

A Organização Mundial de Saúde propôs como um dos objetivos de desenvolvimento sustentável do milénio em 2030 que não se defeque ao ar livre, um problema fundamental em países como Índia e China. 
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Esta é uma das propostas da OMS, avançada pela diretora geral de Saúde e Meio Ambiente, Maria Neira, durante uma jornada internacional sobre os instrumentos para melhorar a água para consumo.
A responsável defendeu a necessidade de eliminar a defecação ao ar livre, um problema que prevalece em países com mais dificuldades socioeconómicas, caso da Índia. 

Mas, mesmo países como a China, que registam um grande desenvolvimento económico, persiste "como um desafio para a saúde pública" o problema da defecação, sem qualquer tipo de medida sanitária e higiénica. 

Entre outros objetivos mais genéricos, a OMS estabelece o acesso universal a água potável segura, ao saneamento e à higiene, a redução para metade da população cujos lares não têm acesso a água potável ou não é utilizada de forma segura, e eliminar progressivamente a "importante desigualdade" que se verifica quanto ao acesso. 

Antes de serem alcançados estes Objetivos do Milénio em 2030, há que cumprir as metas estabelecidas para 2015 e, segundo Maria Neira, as definidas quanto ao saneamento não serão atingidas. 

A representante da OMS avançou dados preliminares de um relatório realizado com a UNICEF, agência das Nações Unidas para a infância, que será dado a conhecer a 8 de maio, detalhando o grau de cumprimento atual dos objetivos. 

Uma vez que os objetivos traçados para o saneamento não se vão cumprir, serão necessários mais investimentos nesse sentido, defendeu. 

Por outro lado, quanto à água potável, a taxa de sucesso do objetivo é de 88%, com cerca de 116 países a alcançá-lo. 


Em geral, o acesso a água potável melhorou e há três blocos de países: os do norte, que têm um acesso entre 91 a 100%; um outro grupo que tem entre 76 a 90%, e um terceiro, composto por estados do sudeste asiático e da África subsariana, em que menos de metade da população tem acesso. 

Outra peculiaridade é que as mulheres e as crianças, os que mais se ocupam de recolher água, são os mais atingidos pela mortalidade derivada pela falta de acesso a este bem. 

Os países parecem reconhecer a importância da água potável: segundo um outro relatório da OMS, mais de 75% dos países considera o acesso a água potável como um direito fundamental. 

No entanto, apenas 40% dos países aposta no investimento e em medidas para promover esse acesso.

* Alguém há-de vir dizer que é um problema cultural e que vão ficar pessoas traumatizadas por não poderem darem a sua cagadinha ao, léu, já agora os donos dos cães, toca a multá-los.


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CRIATIVIDADE
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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

FMI arrasa com as medidas para 
a recuperação de empresas 

 A 11ª avaliação do FMI ao programa de ajustamento é muito crítica em relação aos mecanismos de recuperação de empresas, nomeadamente o Revitalizar. O Fundo Monetário usa expressões como “preguiçoso”, “sobrecarregado” e “fraco” para catalogar diferentes aspectos do programa e anuncia que o Governo está a trabalhar em alterações. 

“O panorama do processo de reestruturação de dívidas das empresas é de forma generalizado fraco, com fontes de informação fragmentadas e dados insuficientes que permitam análise, sustentabilidade e efectividade dos empréstimos”, escreve o FMI na mais recente análise ao Programa Revitalizar. 


O FMI anuncia ainda que o Governo concordou em desenvolver um plano estratégico para resolver o problema de excesso de endividamento das empresas, com especial enfoque nas pequenas e médias empresas (PME). Este plano, segundo o organismo liderado por Christine Lagarde, tem de balancear os interesses das empresas em dificuldade e a capacidade do sistema bancário em absorver perdas. Este problema será discutido durante as reuniões de preparação da 12ª avaliação. 

A abordagem do FMI a esta questão não é nova mas as criticas subiram de tom. Durante o relatório da 8ª e 9ª avaliação, o Fundo escrevia que “as empresas não entram no sistema de reestruturação financeira tão rápido como era exigível para que as hipóteses de recuperação sejam viáveis” e reclamava melhoramentos a este sistema. Desta vez, analisa um a um dos mecanismos existentes. E nenhuma avaliação é positiva. 

 Começa pelo Plano Especial de Revitalização sobre o qual diz que é percepcionado por todos os utilizadores como “muito útil”, mas que “tem sido por vezes utilizado pelas empresas insolventes para atrasar os passos tradicionais que levam à insolvência”. “A sua efectividade também está a sofrer de uma preguiçosa coordenação entre credores, falta de novo financiamento, uma fraca rede de administradores de insolvência, e um sistema judicial sobrecarregado”, afirma o FMI. 

Em relação ao SIREVE (Sistema de Recuperação de Empresas por Via Extrajudicial)o Fundo é taxativo. “Não é uma alternativa nas negociações extrajudiciais”, definem. E o FMI encontra um culpado neste processo, o IAPMEI que tem pouca capacidade para ajudar as empresas a utilizar este instrumento.

 Falta de coordenação e recuperação efectiva 
O FMI defende que a falta de coordenação entre credores e de novo crédito está a atrapalhar as reestruturações que seguem a via não judicial. E o Fundo faz posteriormente nova crítica à forma como tanto credores e empresas em risco de insolvência interpretaram o espírito deste programa. 

“Tanto credores como os devedores esperam pela recuperação, e parecem concordar em planos de reestruturação que sustentam as entidades devedoras com pequenas ou nenhuma redução de dívida, inexistente reestruturação operacional ou novos instrumentos de financiamento”, defende o FMI. 

O peso das PME na economia portuguesa, que valem em percentagem 99% das empresas existentes em Portugal, 80% dos postos de trabalho e 70% do valor acrescentado bruto do sector empresarial, sustenta na óptica desta organização a necessidade imperial de introdução de alterações. O FMI diz que as condições de crédito dados a estas empresas se deterioraram, e os atrasos nos pagamentos de empréstimos aumentaram um ano, tendo duplicado desde 2011. 

O Fundo diz ainda que a maior parte das empresas portuguesas tem crédito espartilhado por várias instituições bancárias, e que era necessária uma instituição reputada que facilitasse a coordenação destes credores. 

 * NO PROFIT, CLOSE IT!

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GYNO DETERGENTE


 Quando o ginecologista lhe revela que está grávida, uma jovem mulher passa-se:
- Doutor, é uma catástrofe!...

 De acordo com as datas, o pai não é o meu marido, mas o meu amante... E ele é preto!...
Imagina o escândalo se eu der ao mundo um bebé preto?
Prefiro abortar.

 - Há talvez uma outra solução, minha senhora: vai tomar todas as manhãs um banho de assento em água morna, adicionando 3 colheres de sopa de OMO.
E pensa que terei um bebé branco?
-Tenho a certeza.

Efectivamente, 8 meses mais tarde, a dama dá à luz um soberbo bebé de pelezinha cor de leite

 Passa um ano e a mulher encontra-se de novo no ginecologista:
- Doutor, fui passar alguns dias com o meu amante preto e esqueci-me de tomar a pílula.
Estou outra vez grávida…

 Muito bem, minha senhora, vai repetir  o tratamento que tão bem resultou: banho de assento em água morna adicionada com 3 colheres de OMO.

 E ela dá à luz uma rapariguinha de pele perfeitamente branca.

 «Dezoito meses passam e a mulher, incorrigível sem dúvida, encontra-se de novo grávida do seu amante preto.
«É inútil ir falar com o ginecologista – diz ela – agora eu já conheço a receita»

 E pontualmente, cada manhã, toma um banho de assento  em água morna adicionada com 3 colheres de OMO

 Oito meses mais tarde… escândalo!
Ela dá à luz um adorável bebé preto!!.....

 Não compreendo, diz ela ao médico, pois todos os dias tomei o banho de assento que o senhor doutor me tinha receitado das outras vezes…
Minha senhora, deveria ter vindo falar comigo!



OMO lava 2 (duas) vezes mais branco, e não três!


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HOJE NO
"DESTAK"

Governo prometer fechar 50% das
. repartições de finanças até 31 de maio

 O Governo comprometeu-se a encerrar metade das repartições de finanças do país até ao final de maio, devendo a lista das unidades a fechar ter sido concluída até ao final do primeiro trimestre. 


 De acordo com o memorando de políticas económicas e financeiras que acompanha o relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a 11.ª avaliação ao Programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF), o Executivo escreve que pretende "estabelecer até ao final de 2014 um departamento dedicado aos serviços do contribuinte", para "unificar a maioria dos serviços" e "melhorar a relação [dos contribuintes] com a administração" fiscal. 

"Como parte desta reorganização, 50% das repartições locais de finanças vão ser encerradas até ao final de maio de 2014", lê-se no mesmo documento. 

* Mais desemprego e reformas forçadas.


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MAGIA
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HOJE NO
"i"

Alterações da lei promovem identificação do trabalhador com o escravo

As recentes alterações da legislação laboral resultaram na “desconsideração da pessoa do trabalhador”, promovendo, subliminarmente, a sua identificação com o escravo, refere um relatório sobre a crise, que na terça-feira será divulgado na Universidade do Minho, em Braga.

Trata-se do relatório “A Anatomia da Crise: Identificar os Problemas para Construir as Alternativas”, da responsabilidade do Observatório Crises e Alternativas, coordenado por Manuel Carvalho da Silva, ex-líder da CGTP.

De acordo com o relatório, as alterações da legislação laboral promovem, “subliminarmente, a identificação do trabalhador com os descartáveis (fungíveis), os de magros recursos, os de reduzido património social, os de baixa escolaridade, os que não sabem falar, os que não têm voz, os de caráter corroído pelas sucessivas amarguras da vida, afinal os descendentes do antigo servo, herdeiro, por sua vez, do escravo, o precário”.

O relatório destaca a prática legislativa que "fixa determinadas condições de trabalho para, logo depois, permitir o seu afastamento ou a sua substituição por piores condições, desde que nisso acorde o trabalhador ou desde que às correspondentes propostas do empregador se não oponha expressamente”.

Uma prática que o relatório rotula de “colorida de hipocrisia”, já que, como sublinha, “a liberdade de escolha do trabalhador é excessivamente estreita para esperar, na esmagadora maioria dos casos, uma resposta de oposição à proposta do empregador”.

O relatório alude ainda às “devastadoras” consequências sociais do programa de ajustamento no emprego, no desemprego, na desproteção social, no aumento das desigualdades e na emigração.
“As lesões económicas e sociais causadas pela recessão prolongada têm consequências duradouras para o futuro, deterioram as condições de recuperação e podem bloquear a economia portuguesa numa trajetória de declínio numa União Europeia e numa Zona Euro que entretanto se transformaram em sistemas duais e hierárquicos em divergência cumulativa”, lê-se no documento.

O relatório destaca ainda a “capacidade destruidora” da austeridade, que pode “facilmente apreciada” nos números da economia.

Números que referem que, em 2012, a riqueza criada em Portugal atingiu os 155,3 mil milhões de euros, menos 9,4 mil milhões de euros do que em 2007, o ano do valor mais elevado alguma vez atingido.

“Estamos perante o quadro incontornável do empobrecimento deliberado, da veiculação do pressuposto ideológico de que é preciso sujeitar a economia a uma regressão na base da qual se possam redefinir relações tanto económicas como sociais. Isto é, a austeridade hostiliza, ou pelo menos desconhece, a ideia básica de que uma economia, se precisar de ajustamentos, os pode e deve fazer num quadro de salvaguarda do que se adquiriu”, refere ainda o relatório.

* Que não se fique influenciado com o nome do coordenador do relatório, a exploração é patente 24horas/dia.

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 Ó QUE FAMÍLIAS













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