terça-feira, 4 de março de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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S. VALENTIM

ATENÇÃO ÀS

CONSEQUÊNCIAS

















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O QUE NÓS

ESPERAMOS




EUROPA
2012-2100






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É MACHETE

 

















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COMICHÕES



 CHERYL COLE


 COLEEN ROONEY


 LIV TYLER

 EMMA WATSON


MICHELLE KEEGAN


 CHRISTINA AGUILERA

 AMY WINEHOUSE


 PARIS HILTON


ALLY McBEAL



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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Operação Carnaval: 
mais mortos nas estradas

Dados da GNR indicam que nesta quadra festiva já foram registados 808 acidentes e sete mortos.

A morte de duas pessoas na segunda-feira aumentou para sete o número de mortos nesta operação de Carnaval, realizada pela GNR desde as 00h00 de sexta-feira até às 24h00 desta terça-feira. 

De acordo com os dados divulgados pela GNR, na segunda-feira registaram-se 212 acidentes dos quais resultaram dois mortos, dois feridos graves e 47 feridos ligeiros. Os distritos em que houve mais incidência foram o Porto (47), Braga (27) e Aveiro (20).

Desde que a operação começou, registaram-se 15 feridos graves e 233 leves em 808 acidentes. Em comparação com 2013, e antes do fim da operação deste ano, o número de mortes já é superior. 

* Os Tugas e a sua "piquena" guerra civil, matam-se com prazer.


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VII-OS SETE


PECADOS CAPITAIS



2- A SOBERBA





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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Seguro garante em Londres 
que taxa real é de 20 por cento
 “Portugal tem mais de 
800 mil desempregados” 

Portugal tem uma taxa real de desempregados de vinte por cento, se forem somados aqueles que perderam o emprego aos que deixaram de procurar trabalho, garantiu o secretário-geral do PS numa palestra em Londres. "O meu país está mais pobre e as desigualdades entre os portugueses aumentaram", destacou António José Seguro perante a plateia da universidade London School of Economics. 

"Portugal tem hoje mais de 800 mil desempregados, que são despedidos dos seus postos de trabalho a um ritmo alarmante de 169 por dia. Basicamente, Portugal assiste ao despedimento de sete pessoas por hora", lamentou António José Seguro na universidade London School of Economics. 


Mas além do número alto de desempregados, fala de "níveis recorde em termos do número de pessoas [desempregadas] que deixaram de procurar trabalho", que estima serem 310 mil. "Somando este número ao de desemprego, chegamos ao número assustador de um milhão e cem mil portugueses fora do sistema laboral. Isto representa vinte por cento da força laboral", afirmou.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou em fevereiro que a taxa de desemprego em Portugal foi de 15,3% no quarto trimestre do ano passado, equivalente a 826,7 mil pessoas. O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) indicou também recentemente que o número de desempregados inscritos nos centros de emprego portugueses era em janeiro de 705 327, mais 14 792 pessoas do que no mês anterior. 

O líder socialista usou estes números para sustentar a afirmação de que a austeridade falhou em Portugal, enfatizando: "O fraco ajustamento em relação a parte das contas públicas não é sustentável e o prometido regresso aos mercados sem condições parece questionável. O meu país está mais pobre e as desigualdades entre os portugueses aumentaram". 

Durante a palestra, intitulada "Existe uma Alternativa! Lições de Portugal", Seguro defendeu uma maior integração política na zona euro, a criação de um fundo de mutualização das dívidas soberanas, a separação entre os ‘ratings’ das empresas e os da dívida dos países e uma maior liberdade para o banco central europeu emprestar dinheiro aos Estados-membros. 

 Para Portugal, defendeu uma aposta na qualificação dos recursos humanos e o investimento em setores como a agricultura biológica ou na criação de um ‘cluster’ ligado ao mar, nomeadamente na construção de barcos, logística, pesca, aquacultura e extração mineral. Seguro propôs usar fundos europeus para transformar o porto de Sines numa plataforma intercontinental e introduzir políticas de internacionalização e promoção das exportações. 

O líder socialista apelou ainda, durante um período de respostas à audiência, ao regresso à matriz fundadora da União Europeia de maior solidariedade, e acusou a Alemanha de beneficiar com a crise e a austeridade que defendeu para os países que precisaram de assistência financeira. 

"Só no ano de 2012 poupou 42 mil milhões de euros em juros por causa da crise da dívida soberana dos outros países. Outro exemplo: a Alemanha tem hoje um excedente comercial que provoca desequilíbrios na zona euro", concluiu. 

* Desempregados são mais de um milhão, quando é que alguém fala verdade?

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 12-SOBRE AS 


DROGAS  
ANALGÉSICOS


ÚLTIMO EPISÓDIO


NR: Quando o tráfico e a tóxico dependência atiram tanta gente para a degradação e miséria, apresentamos-vos uma nova série sobre este melindroso tema. Cada um que tire as ilacções que achar por bem.



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Temperaturas acima de 20º esta semana

Depois de um Carnaval molhado e de um dos invernos mais chuvosos desde 1931, o tempo vai finalmente melhorar e as temperaturas vão subir sete a oito graus esta semana, ficando a rondar os 20. O sol regressa a partir de amanhã e os próximos dias vão fazer lembrar a primavera. 
As temperaturas vão subir a pouco e pouco, sobretudo as máximas, diz a meteorologista Madalena Rodrigues, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera. "subidas que vão chegar aos sete e oito graus no interior do País", especifica. O que significa que as tarde serão de primavera, com temperaturas a rondar os 20 graus em muitas capitais de distrito.

Lisboa fica-se pelos 19 na sexta-feira e o Porto pelos 15, mas o interior do Alentejo, e mesmo Castelo Branco e Coimbra e Faro vão chegar aos 20 graus entre quinta e sexta-feira.

* Canta o sol, que tens na alma...

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JOÃO MALHEIRO

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Império sem imperador

Pretérito Agosto, o rito de sempre. Regressado a Portugal, à chegada ao aeroporto, procedente de Moçambique, fez-me ouvir aquela voz familiar, quase taciturna, ainda que ditosa. “Miúdo, já cá estou”. Era o Mário Coluna, era sempre assim o Mário Coluna. O seu costumeiro telefonema anunciava horas infindas de convívio. Dias seguidos, tantos quanto durava a sua permanência em Lisboa ou na casa, na Caparica, de uma das filhas.

Durante vinte anos, foi assim. Tudo começou em Vila do Conde, onde aceitou, a meu convite, passar uma curta temporada. Animosa foi. Num ápice, já era inveterado o meu relacionamento com Eusébio, mais um ídolo de infância a preencher, com imodesto pundonor, a minha legião de amigos próximos e cúmplices.

Coluna era uma personalidade fascinante. A seu lado, percebi a o quão venerado foi pela esfera da bola, profissionais incluídos, mesmo antigos companheiros. Eusébio, fui tantas vezes testemunha, não o encarava olhos nos olhos. Simões era incapaz de usar o “tu” no trato. Outros, muitos e muitos outros, optavam por “senhor”.

Organizei, no último 6 de agosto, a festa de aniversário de Mário Coluna. Tratou-se de uma cerimónia intimista, na Luz, na sua Luz, apenas com a família, Eusébio e Luís Filipe Vieira. Agora, dolorosamente, posso confessar a minha empáfia de que se tratava da última celebração. Gostaria de me ter enganado, dava tudo pelo equívoco, apenas confessado a pessoas muito chegadas.

O imperador morreu. O império vermelho sobrevive. Sem Coluna, mas com a coluna imperial da flama, da garra, da afirmação. Também lhe chamei, uma vez, sol do meio-dia. Na coluna do apreço, do esguardo, da reverência. E agora? Quem é que me vai, gostosamente, tratar por “miúdo”?

IN " DESTAK"
02/03/14


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109.UNIÃO


 EUROPEIA





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HOJE NO
  "RECORD"

Novo paradigma e financiamentos

O presidente da federação de remo navegou contra a corrente na abertura do Congresso Nacional Olímpico, organizado pelo Comité Olímpico de Portugal e a decorrer na Maia. Luis Ahrens Teixeira não pensa que a mudança de paradigma que é tema central do congresso – e que foi citada pelo próprio presidente do COP, José Manuel Constantino – esteja dependente de financiamentos do Estado. 

“O dinheiro é o problema mais fácil de resolver”, disse quem comparou as bolsas para os nossos atletas de alto nível com as de atletas de outros países. “Esteve cá recentemente um campeão olímpico norueguês que ficou surpreendido com o valor das nossas bolsas (1.200 euros/mês, é o máximo), pois representam três salários mínimos em Portugal, enquanto no seu país ele ganha uma bolsa que representa metade do salário mínimo norueguês”, revelou, convicto de que o segredo do sucesso “não está nos outros mas apenas em nós e no trabalho que desenvolvemos”.

O mote para o congresso foi lançado pelo catalão Joan Camuñas. “Ou mudamos ou desaparecemos”, afirmou sobre um modelo que passa pela sustentação da prática desportiva através do patrocínio estatal. O professor de Gestão Estratégica da Universidade Autónoma de Barcelona assinalou ainda alguns sinais de mudança, sendo um deles o fim de um direito desportivo autónomo e as federações “como autoridades absolutas”. Camuñas alertou ainda para os problemas de fidelização de adeptos. “Não os podemos ver como sócios mas sim como usuários que mudam se tiverem um serviço melhor e mais barato”, referiu .

Alerta para evitar deriva
O presidente do COP, José Manuel Constantino, entende que as federações devem passar “da gestão das circunstâncias para a mudança das circunstâncias, sob pena de nos arrastarem indefinidamente à deriva”. Conclui, por isso, que não haverá saída para federações e movimento olímpico “sem mudança de paradigma”, pedindo a todos para estarem “à altura” da história.

*  Será que o presidente da federação de remo tem a solução para o desporto nacional, venha ela?


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 NOTÁVEL
















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DE AMSTERDÃO 

A BUDAPESTE




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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Ministro do Ambiente anuncia 300 milhões
. de euros reparar estragos do mau tempo

O ministro do Ambiente, Jorge Moreira da Silva, disse, esta terça-feira, em Bruxelas, que há 300 milhões euros de verbas disponíveis para as obras de recuperação dos estragos causados pelo mau tempo. 
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"Há 300 milhões [de euros] disponíveis, neste ano e no próximo ano, para realizar as três centenas de intervenções que há muitos, muitos anos estavam previstas", disse o ministro, que hoje se reuniu, em Bruxelas, com os seus homólogos da União Europeia.

O ministro adiantou, ainda, que há "uma verba adicional de 17 milhões de euros adicionais no âmbito do programa operacional Valorização do Território, para socorrer os 29 municípios mais afetados".

* Todo o dinheiro é pouco para reparar estragos, mas deve responsabilizar-se quem insensatamente contruíu em zonas de grande risco.


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Elton John


Can you feel the love tonight




Oscar 1995


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EM FEVEREIRO NA
"EXECUTIVE DIGEST"

As empresas de excelência em Portugal
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Banco Popular, TNT, Gatewit, Vítor Ganchinho - Ilumina e SmartVision são as empresas, por dimensão, que mais se destacaram na 4.ª edição do “Prémio Excelência no Trabalho”, conduzido pela Heidrick & Struggles.


O “Prémio Excelência no Trabalho 2013” - conduzido pela Heidrick & Struggles em parceria com o Diário Económico e com o INDEG/ISCTE, com o apoio da Human Resources Portugal e Executive Digest - analisa o estado de arte das práticas de Recursos Humanos em Portugal e premeia as entidades que mais investem e apostam nesta área.

«Este ano, o número de organizações mantém a trajectória de crescimento. Registou-se a participação de 222 empresas num universo total de 28 749 colaboradores. Os níveis de satisfação dos colaboradores baixaram, o que é um indício de recuperação da economia», ressalva Pedro Rocha e Silva, principal da Heidrick & Struggles, na cerimónia de entrega dos galardões,  no Hotel Tivoli Lisboa.

Para a elaboração dos rankings foi analisada a excelência nas seguintes áreas: Dinâmica Organizacional, Processos, Clima e Gestão de Recursos Humanos em organizações de diferentes dimensões e sectores de actividade. O estudo tem como base inquéritos aos colaboradores e à gestão de topo das empresas inscritas.

No ranking por dimensão, o Banco Popular ficou classificado em 1.º lugar na categoria de Grandes Empresas com mais de 1000 colaboradores, ao passo que a TNT liderou na categoria Grandes Empresas. A Gatewit, a Vítor Ganchinho - Ilumina e a SmartVision lideraram nas respectivas categorias: Médias, Pequenas e Micro Empresas.

Relativamente ao Prémio Evolução - que corresponde à avaliação da percepção dos colaboradores face ao aperfeiçoamento da empresa nos critérios em análise - Alberto Couto Alves, Calçado Samba e Science4You foram os galardoados. Pode ainda encontrar a lista de premiados por Sector no final da notícia.

Ranking Sectorial:
Grandes Empresas:
TNT Express Worldwide, na área de sector da Construção, gestão de Infra-Estruturas, Transportes e Logística
Matthias Schmelz Lda - Rainbow Carnaxide, na área de Grande Consumo e Retalho
Everis Portugal, em Consultoria
Accor, na área de Hotelaria, Imobiliária, Turismo, Lazer e Restauração
Zurich Portugal, na área de Banca, Seguros e Serviços Financeiros
Serviços de Acção Social da Universidade do Minho
EDP, na área da Indústria e Energia

Médias Empresas:
Gatewit, na área de Tecnologia, Media e Telecomunicações
CH Business Consulting, na área de Consultoria
Penha Longa Resort, na área de Hotelaria, Imobiliária, Turismo, Lazer e Restauração
Grupo Ramos Ferreira Engenharia, na área de Construção, Gestão de Infra-Estruturas, Transportes e Logística
Gelpeixe, no Sector Alimentar
José Júlio Jordão, na área de Indústria e Energia
Aon Portugal, na área de Banca, Seguros e Serviços Financeiros
AEVA - Escola Profissional de Aveiro, nos Serviços
Jaba Recordati, na área de Saúde e Farmacêuticas
Lipor, no Sector Público

Pequenas Empresas:
Vítor Ganchinho - Ilumina, na área do Grande Consumo e Retalho
ZONA VERDE, Consultoria e Estudos Avançados, em Consultoria
Bresimar Automação, em Tecnologia, Media e Telecomunicações
Resul - Equipamentos de Energia, na Indústria e Energia
GRENKE, na área da Banca, Seguros e Serviços Financeiros
MC&A - Sociedade de Advogados, na área dos Serviços
Aguirre Newman Portugal - Mediação Imobiliária, na área da Hotelaria, Imobiliária, Turismo, Lazer e Restauração
H Tecnic - Construções, na área da Construção, Gestão de Infra-Estruturas, Transportes e Logística.

* Empresas de excelência, uma alegria!

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CHINA CONSUMISTA





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ALGURES NA
  "MÁXIMA"

Tarefas domésticas e sexo criativo 
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Às vezes, não vale a pena mudar tudo. O segredo de um bom relacionamento sexual passa por usar a criatividade com inteligência e perceber que certas inovações funcionam melhor com ‘velhos’ parceiros.

Imagine que em vez de criar o iPhone, Steve Jobs tinha inventado um telefone de forma circular, que tirava cafés e exibia brilhantes em vez de teclas. Diferente? Sem dúvida? Excêntrico? Absolutamente. Inovador? O mais possível. Mas seria realmente eficaz? Agora vamos aplicar esta teoria ao sexo. Será que compensa trocar um amante clássico, mas intenso, por um malabarista dos lençóis? Margarida, de 47 anos, divorciada e mãe de dois gémeos, acha que não.
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Algumas técnicas para deixar um homem louco

. Mande-lhe sms picantes, em que vai aumentando o grau de erotismo. Mas atenção, isto é como com os miúdos: se fizer promessas, tem de as cumprir.

. Faça um rally paper com o seu companheiro. Por exemplo: deixe recadinhos pela casa, num tom provocador, que o obriguem a ir percorrendo a casa até descobrir o prémio final: você.

. Vá jantar fora sem roupa interior. Não se ria. Parece que este truque funciona em qualquer cultura e local – e mesmo que o restaurante seja fraquinho. Afinal, você não está ali pelo menu.

. Mascare-se. É verdade: consta que uma peruca, uns saltos altos e um pouco de lata são capazes de trazer de volta o amante fogoso dos primeiros meses. Faça teatrinhos. Quando era pequena não gostava de brincar às telenovelas? Então aproveite e pratique com o seu par. Apareça-lhe na sala vestida de enfermeira e trate-lhe da saúde.

. Faça um strip para ele e use uma música bem comercial (mas que não seja muito má). É que assim, de cada vez que ele entrar nas Amoreiras e ouvir a RFM, vai voltar louco, por si, para casa.

. Ponha-o a fazer a lida da casa com promessas de sexo escaldante. Por exemplo: quer que ele faça o jantar? Coloque o seu melhor avental e uns sapatos bem altos. Só. E diga-lhe que está disposta a ser sua ajudante de cozinha.

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Mas nem sempre pensou assim. Depois de se separar do marido, a designer quis fazer uma revolução na sua vida social. E sexual também. “A maior parte dos meus amigos era do estilo ‘betinho’, quase todos casados, com filhos, e comportamento conservador. Achei que precisava de conhecer gente nova, mais liberal. E de redescobrir o sexo de uma forma mais criativa, talvez até mais selvagem.”

 É comum. Os especialistas são unânimes em considerar que, depois de casamentos longos, as mulheres estão sedentas de novidade. Não só em relação ao parceiro, mas também ao tipo de intimidade que vão ter com ele.

Margarida conheceu Pedro, 39 anos, através de uma amiga publicitária. Solteiro, do género bonitão mas “com conversa interessante”, ele depressa reconheceu nela alguns sinais de quem procura companhia. Após dois jantares e um serão numa esplanada, em Lisboa – onde se falou amiúde de libertação sexual –, acabaram enrolados no carro dele. Azar: era um pequeno Smart. Duplo azar: estava estacionado perto de uma embaixada. Fim da picada: ele entendeu os gemidos dela como um incentivo para passar logo à ação e, sem meias medidas, levantou-lhe a saia, arrancou-lhe a roupa interior e atirou-se à presa, murmurando obscenidades.

Mas o pior ainda estava para vir. “Quando um polícia se aproximou do carro, coisa que me deixou em pânico, ele gritou para que eu o ignorasse. Não saía de cima de mim e ainda me disse: ‘Deixa, até é bom que ele veja. Não querias sexo como nos filmes?’”

É um erro comum: confundir criatividade com espetáculo. Sexólogos e terapeutas sexuais falam de outra confusão comum: sexo criativo e meia maratona.

Teresa, 30 anos, professora, começou a sair com Tiago, 41 anos, vendedor imobiliário, depois de uma infinidade de encontros casuais no colégio onde ambos têm os filhos. Separados, extrovertidos e com “o mesmo estranho sentido de humor”, como ela própria diz, aproximaram-se no Facebook, onde as conversas tendem a tornar-se tanto mais íntimas quanto a distância de quem as alimenta.
“Falávamos de tudo. Provocávamo-nos mutuamente. Era uma amizade colorida e excitante que, confesso, tornava os meus dias mais interessantes.”

O primeiro encontro quebrou um pouco a fantasia das almas gémeas. “Quando ele começou a insinuar-se, senti-me algo dececionada porque não senti nada daquilo que era comum nas nossas conversas facebookianas.”

Beijaram-se. Nada mais. Mas ao fim de três dias a digerir o fracasso, ela voltou ao chat e as coisas reaqueceram. “À distância, ele era claramente o meu tipo ideal. Atrevido mas educado e inteligente. Sexy até mais não.”

Resolveu dar uma segunda oportunidade ao homem. E, dessa vez, jogou com as cartas todas. “Vesti a minha melhor lingerie e preparei-me para uma noite de sexo inesquecível, muito por culpa daquilo que era dito e subentendido nas nossas conversas picantes.”

Alugaram um quarto de hotel. Mandaram vir uma garrafa de espumante. E o espetáculo começou. “Literalmente. Ele parecia um gigolô, fazendo poses, insistindo em virar-me e beijar-me de todos os ângulos e formas. Eu sentia que aquilo era oco, como se não passasse de uma encenação, sem sentimentos. Quando ele me pegou e foi a correr comigo para cima do lavatório da casa de banho, dei-lhe um berro para que parasse. Era tudo demasiado rápido, artificial.”
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A reação não foi boa. Tanto assim que acabou por ser ela a pagar a conta do hotel. Nos meses que se seguiram ao episódio, fugiu sempre que se cruzaram na escola dos filhos. E, no final desse ano letivo, suspirou de alívio quando percebeu que ele tinha mudado a criança de colégio.

Talvez o segredo da criatividade, traço que separa os humanos dos restantes animais, seja a capacidade de usar a inteligência, mas também a sensibilidade e o bom senso, para perceber que certas inovações funcionam melhor com ‘velhos’ parceiros.

Há quase cinco anos fiz uma reportagem sobre um curso de sedução. Tinha cinco etapas: cultivo da autoestima, compreensão do imenso apetite sexual masculino, estratégias para – com base nesse apetite – levar um homem a fazer tudo o que a mulher quer, dissertação sobre fantasias e apresentação de algumas técnicas mais exóticas para pôr o parceiro em polvorosa (por exemplo, o pompoarismo).

A professora Rita Gonçalves, então com 32 anos, formada em relações públicas e professora de ginástica, não se cansou de sublinhar a importância da inovação sexual na rotina do matrimónio. E forneceu alguns truques interessantes (ver caixa). Lembro-me de a ouvir dizer que conhecer o outro podia ser um trunfo. Algo que também é defendido pela psicanalista, escritora e autora de 11 livros sobre amor e sexo, a brasileira Regina Navarro Lins, que garante: “Muita gente pensa que é a novidade que acaba com a rotina. Eu acredito que quando há desejo, por mais ‘velho’ que o parceiro seja, o casal encontra sempre forma de ser criativo.”
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Pode-se dizer que isto resultou com uma das alunas deste curso, na altura casada há seis anos. Quando se queixou à professora Rita de que o seu marido não ajudava nas tarefas domésticas – coisa que a irritava, que a cansava e que lhe tirava a vontade de fazer sexo –, esta deu-lhe um conselho precioso: andar sem roupa interior pela casa. “Foi a melhor coisa que eu podia ter feito pelo meu casamento. Agora, mal chego a casa, tiro as cuecas. E o meu marido tornou-se uma fada do lar.”
Creio que é isto a criatividade.

* Cuecas abaixo, já!!!


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  3-NOSSA QUE 

BIOLÊNCIA



















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HOJE NO 
"i"

Assembleia paga cerca de 50 telemóveis a
. mais e gasta 180 mil euros em segurança

A Assembleia da República (AR) tem vindo a reduzir a sua despesa nos últimos anos, mas o i descobriu que ainda há espaço para gastos não justificados. O pagamento de contas de casa a dirigentes, atribuição de subsídio de representação a elementos que não têm direito a esse benefício ou gastos elevados com segurança para enfrentar as manifestações são alguns desses casos. Outra situação prende-se com o pagamento das contas de 87 telemóveis quando só 37 elementos têm direito a usá-los. E cada um dos aparelhos gasta em média mais de 160 euros por mês. Contactado pelo i, o gabinete do secretário-geral da Assembleia da República, Albino Azevedo Soares, justificou algumas destas despesas como sendo "práticas que vêm de trás", garantindo, contudo, que serão "objecto de revisão".

No campo da adjudicação de serviços, a AR contratou a empresa de um ex-funcionário seu que se reformou por limite de idade. Na prática, o profissional em causa continua a desempenhar as funções que sempre teve a seu cargo e a ocupar o mesmo gabinete, só que agora na reforma e enquanto contratado. O secretário-geral assegura que passará a haver "um processo de recrutamento directo de pessoas e não de empresas para obviar situações como esta."

Em 2013, a calçada do parque à superfície foi também levantada para fazer as marcas de estacionamento com pedras escuras ao invés de se recorrer a tinta. Uma opção internamente criticada, mas que não merece justificação por parte da parlamento. "Esta foi a solução", disse fonte oficial, sem dar mais explicações. Numa casa onde uma parte das contas está desorganizada, foram gastos mais de cinco mil euros para que, ao menos, os carros ficassem bem arrumados.

Segurança
Desde a manifestação de 15 de Setembro de 2012, a Assembleia da República (AR) tomou várias decisões de modo a garantir a segurança nas instalações. Só em obras nos espaços destinados aos serviços de segurança, na instalação de barreiras e em sistemas de gestão interna foram gastos mais de 180 mil euros. Assim que acabou aquela que foi considerada uma das maiores manifestações desde do 25 de Abril, a AR decidiu instalar o Sistema de Gestão da Sala de Segurança. O ajuste directo foi feito em Outubro de 2012 por 89 964 euros, mas a instalação aconteceu em 2013. Deveria ter custado cerca de 18 mil euros, mas com os trabalhos a mais a factura subiu para 24 794 euros. O mesmo se passou com as barreiras dissuasoras que foram colocadas nas entradas principais para impedir a entrada de veículos. Foram compradas em Outubro de 2012 (10 832 euros), e colocadas em 2013 por 9 996 euros. Nesse ano foram ainda instaladas 29 grades no Palácio de São Bento e 7 num edifício anexo, o que custou 37 mil euros. Além destes equipamentos foi requalificada da Casa da GNR e o gabinete de segurança, remodelado o acesso ao local onde está a PSP e construída uma arrecadação para a segurança. Estas obras custaram perto de 13 mil euros. A AResclareceu que não torna públicos os estudos de segurança que fez, adiantando que foram as entidades de segurança que se decidiram por estas obras. Sobre a duplicação de publicitações de ajustes directos, fonte oficial diz que se trataram de “lapsos”, e assegurou que tal não significou a repetição dos pagamentos. A AR conclui que “é anualmente auditada pelo Tribunal de Contas”.

Contratação de reformado
Há alguns anos que António Dias Flor era engenheiro da Assembleia da República (AR) quando em 2011 foi obrigado a reformar-se. Em documentos a que o i teve acesso, este ex-funcionário foi contratado logo de seguida pelo parlamento para as mesmas funções, tendo até ocupado a mesma secretária. Mas desta vez através da sua empresa: a Terminacálculo. A AR fez um ajuste directo a esta sociedade para prestação de serviços de consultoria na área da Engenharia Civil em vez de ocupar o cargo deixado livre. O custo da prestação de serviço foi superior a 24 mil euros (cerca de 30.000€ com IVA), sendo pago em mensalidades de 2 013 euros (sem IVA). O contrato foi celebrado por um ano e renovado por períodos iguais, caso não exista denúncia. Ao i, a AR disse estar agora a “desenvolver um processo de recrutamento directo de pessoas e não de empresas para obviar situações como estas, em que se optou, numa interpretação de emergência, pelo universo de um funcionário [...] conhecedor das características topográficas da AR”.

Telefones e telemóveis
A factura de telefones e telemóveis da Assembleia da República (AR) ronda os 470 mil euros. Deste valor, 171 694 euros correspondem ao custo dos 87 telemóveis e 297 996 ao custo dos telefones fixos (internet à parte). Segundo o i apurou, face a 2012 diminuiu o preço pago por telefones fixos (naquele ano a factura foi de 355 mil euros), mas os gastos com os telemóveis subiram de 150 mil euros para mais de 171 mil. Assim, cada um dos 87 telemóveis custa à AR um valor médio mensal de 164 euros – um preço muito acima dos tarifários actuais com chamadas ilimitadas das três operadoras móveis. 

DEMORA MUITO, QUER BOLEIA?

Mas o corte poderia ser ainda maior, caso a AR apenas atribuísse telemóveis aos cerca de 40 elementos que têm esse direito. Segundo a AR, também foram atribuídos telemóveis a “motoristas, ao chefe de segurança, ao comandante de esquadra, ao chefe da sala de segurança, aos funcionários das relações públicas [e] a coordenadores” da ARTV. A AR prevê gastar em 2014 menos 48,3% em comunicações do que em 2013, na sequência da celebração de um novo contrato. Sem apresentar outros dados, a AR diz que, em vez de uma subida, “os encargos com comunicações de telemóveis” sofreram em 2013 uma redução de 8,6% face a 2012. O i confrontou ainda a AR com o facto de serem pagas as contas do telefone de casa a alguns dirigentes, tendo o gabinete do secretário-geral confirmado esta informação. A mesma fonte garante, contudo, que se tratam apenas de três casos, justificando ser “uma prática que vem de trás” e que estará a ser objecto de revisão: “A racionalização das práticas tradicionais é difícil, mas vem sendo empreendida.” Depois do contacto do i, a AR confirmou – num segundo email – que vai deixar de pagar os três telefones de casa.

Despesas de representação
A Assembleia da República atribuiu despesas de representação a elementos como o oficial de segurança da AR e o seu adjunto. Na prática, estas despesas significam, respectivamente, um valor mensal de 1 399,82 euros (90% das despesas de reapresentação pagas a um secretário de Estado) e 1 189,84 euros. Segundo o i apurou, estes encargos não têm suporte legal, apesar de significarem anualmente uma despesa de mais de 31 mil euros. Sobre este assunto, o gabinete do secretário-geral da Assembleia da República esclareceu que “nesta legislatura não houve intervenção nesta matéria”. Ainda assim adianta que o mesmo pagamento terá por base o n.º3 do art.º 13º do Regulamento de acesso, circulação e permanência nas instalações da AR. Consultado o documento, é referido que o oficial de segurança e o seu adjunto têm direito a “um abono no valor fixado para os mesmos cargos da Presidência da República”. Oque não significa despesas de representação idênticas à de um secretário de Estado.

Carro
Só na compra de um carro, a Assembleia da República gastou no ano passado quase 44 mil euros. Segundo fora justificado na altura, a aquisição do BMW 525 – para a presidente da Assembleia da República (PAR), Assunção Esteves – tinha por base a insuficiência de meios próprios. A AR explicou na semana passada ao i que “em 2013 terminou, irremissivelmente, o contrato de aluguer das viaturas do Parlamento” e que ainda se ensaiou “a hipótese de aluguer de viaturas usadas.” Porém, explicam, que ficou sempre fora desta hipótese “a viatura da PAR, por orientação da segurança e perfil institucional.”

Estacionamento
O ajuste directo para ordenar o estacionamento no parque de superfície da Assembleia da República (AR) teve um custo de 5 350 euros, mas a decisão não foi unânime. Na prática, o valor pago serviu apenas para colocar linhas no chão de modo a sinalizar o espaço do estacionamento. Mas, em vez de tais traços serem feitos com tinta, foi decidido levantar a calçada e colocar pedras escuras. Em resposta ao i, a AR admite que “o tema do estacionamento à volta do Parlamento é recorrente no dia-a-dia dos que [ali] trabalham”, mas não justificam a opção: “Esta foi a solução”.

* O "inconseguimento" escandaloso à custa do assalto fiscal aos bolsos dos contribuintes. Custa-nos reconhecer que PCP e BE são coniventes com este estado de coisas, não há diferenças.


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POSIÇÃO CORRECTA PARA CONDUZIR





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HOJE NO
  "A BOLA"

«Conseguir terminar uma corrida
 já será um feito» - Vettel

A duas semanas do arranque do Mundial de Fórmula 1, Sebastian Vettel, tetracampeão em título, mostra-se alarmado com os problemas no seu Red Bull.
«Neste momento, conseguir terminar uma corrida já será um feito. Se metade dos pilotos desistir, então teremos hipóteses de amealhar alguns pontos», disse o piloto ao canal televisivo Servus TV.
Os testes realizados no Bahrein, durante o fim de semana, denunciaram várias limitações no bólide do germânico.
No sábado, problemas elétricos no motor Renault impediram-no de completar uma única volta ao circuito; no domingo, uma falha nos travões provocou uma saída de pista e comprometeu a sessão.
A nova temporada do Mundial de Fórmula 1 arranca a 16 de março, em Melbourne, Austrália.

* Quase trágico.

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