quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE NÓS

PERGUNTAMOS!




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A CRISE



















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ESTALINISMO



O MASSACRE DOS UCRANIANOS


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

TGV inexistente já custou mais
 de 20 milhões de euros

Sérgio Monteiro, secretário de Estado das Infra-Estruturas, revelou durante o programa "Contas Certas", da RTP Informação, que "só em indemnizações por anulação de concursos, o estado já gastou 20 milhões de euros com o TGV". Um valor que fica aquém do total gasto com esta infra-estrutura, que não existe, uma vez que não inclui os valores gstos com estudos.


No mesmo programa, o governante defendeu o "máximo consenso político" em torno das prioridades a assumir pelo governo em termos de investimento em infra-estruturas de elevado valor acrescentado, "para que obras de montante significativo não fiquem sujeitas aos ciclos políticos".

Quanto à execução dos investimentos, Sérgio Monteiro não se comprometeu com o início de obras, salientando a importância do debate o mais generalizado possível em torno das pistas de trabalho apontadas pelo relatório. 

Apresentado na última semana de janeiro, o documento define um total de 30 projetos prioritários até 2020, num investimento global de 5.103,8 milhões de euros, 18 relacionados com o sector marítimo, oito com o ferroviário, dois com o rodoviário e outros dois com o aeroportuário. 

Relativamente ao financiamento dos projetos prioritários, Sérgio Monteiro relembrou que "a realidade orçamental ainda é desafiante", pelo que terá de haver uma grande articulação com o desenvolvimento regional e os fundos comunitários que podem ser captados por essa via. Aliás, o próprio estudo, coordenado por José Eduardo Carvalho, presidente da AIP, identifica os fundos comunitários como principal fonte potencial de "funding", representando 61% do total, ou seja, financiando estes investimentos em 3.132 milhões de euros dos 5.101,8 milhões que seriam exigidos.

* Negócios sórdidos.

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XIII- O UNIVERSO


  3- BURACOS

CÓSMICOS



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HOJE NO
"RECORD"

Diogo Chen campeão no Open
 da República Checa

Diogo Chen conquistou esta quinta-feira a medalha de ouro no Open da República Checa de juniores e cadetes de ténis de mesa, ao vencer na final o japonês Yuto Kizukuri por 4-2.

O atleta do Sporting, que na terça-feira garantiu a presença nos Jogos Olímpicos da Juventude que se realizam em Nanjing, na China, em agosto de 2014, perdeu os dois primeiros "sets", mas teve capacidade de reação e ganhou os quatro parciais seguintes, terminando o encontro com os parciais de 5-11, 10-12, 11-9, 11-6, 11-8 e 11-5. 

"Estou muito feliz porque é uma conquista muito importante para a minha carreira. Defrontei vários jogadores de bom nível e senti por isso muitas dificuldades, o que faz com que esta vitória tenha um significado maior para mim", disse Chen, citado no sítio oficial da federação portuguesa.

Após a primeira vitória da carreira num Open do circuito mundial, o português, de 17 anos, confessou que o facto de, "no início ter ganho na negra", lhe deu "mais confiança para o resto do torneio", além da qualificação que já assegurara para os Jogos Olímpicos da Juventude.

"Quando derrotei o primeiro adversário japonês, nos quartos de final, cheguei ao banco e recebi um papel que dizia 'há ainda muito para conquistar hoje'. E realmente havia!", contou Diogo Chen.
Na sexta-feira inicia-se a competição por equipas, com a presença de seis atletas portugueses. 

* BRAVO


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Toby Eccles

Investimento em
mudança social



 Aqui estão dados que vale a pena conhecer: no Reino Unido 63% dos homens que terminaram sentenças de prisão de curto prazo voltam à prisão em menos de um ano por outro crime. Ajudar a mantê-los em liberdade envolve formação para o emprego, aulas, terapia. Isto teria resultados impressionantes — mas o governo não tem fundos. Toby Eccles partilha uma ideia criativa de como mudar isso: o Acordo de Impacto Social. Trata-se de um acordo fora do comum que ajuda a financiar iniciativas com um objetivo social através de dinheiro privado — com o governo a devolver o dinheiro aos investidores (com juros) se as iniciativas tiverem sucesso.


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Russos escalaram às escondidas os
 650 metros do Shanghai Tower

Dois fotógrafos russos decidiram subir, às escondidas, ao topo do novo edifício mais alto da China, o Shanghai Tower. Sem qualquer tipo de proteção, escalaram 650 metros em duas horas. As imagens - de tirar o fôlego - foram registadas por eles com câmaras. 
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Vadim Makhorov e Vitaly Raskalov são dois fotógrafos russos apaixonados pela altura e pelo risco. No ano passado, subiram ao topo da pirâmide de Giza, no Egito, juntamente com outro fotógrafo russo, Marat Dupri. Depois dos turistas irem embora e de o recinto estar fechado, escalaram aquela que é uma das maravilhas do mundo antigo. O feito levou cerca de cinco horas e o vídeo foi um êxito nas redes sociais.

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O último desafio foi a subida ao topo da Shangai Tower. Aliás, conseguiram subir ainda mais alto, na medida em que atingiram o topo do guindaste utilizado nas obras de construção da parte mais cimeira. As imagens captadas são fantásticas e deixam bem patente o risco que correram, de uma forma descontraída e sem qualquer tipo de proteção.

A Shanghai Tower é um arranha-céus em construção na cidade de Xangai, que deverá ser inaugurado ainda este ano. O edifício conta com 632 metros de altura, divididos em 128 andares. É o mais alto da China e o segundo mais alto do mundo, depois da Burj Khalifa Tower, no Dubai, nos Emiratos Árabes.

* Gandas malucos!!!

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SANDRA CARDOSO

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Não é genérico,
 é particular

Não se pode legislar a pensar num caso em concreto. Pois sim, uma verdade de La Palisse ouvida esta semana no parlamento nacional que facilmente pode ser posta em causa. Pode e deve.  

Isto a propósito do projecto-lei do PS que visa acabar com situações como a do Jornal da Madeira. Ora, não, porque na verdade não existe nenhuma situação no país como a do Jornal da Madeira e, se se quiser encontrar paralelismo no Mundo, penso que só em regimes ditatoriais e tiranos. Não há nada que se assemelhe ao Jornal da Madeira (JM), que serviu os interesses de um partido e agora de uma pessoa decadente e só, à custa do dinheiro dos contribuintes. Onze mil euros/dia é bom lembrar. E não sou eu que o digo, são as várias entidades do sector e fora dele. A Associação Portuguesa de Imprensa, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, a própria Assembleia da República já o reconheceu em relatório produzido e nunca acatado por quem de direito.

E assim o JM tem continuado a receber dinheiros públicos, nossos, numa terra que definha com a crise, onde falta material para análises no Hospital, papel higiénico nas escolas e onde o desemprego cresceu galopante. Para quê? Para prometer mão pesada contra a guerrilha interna, para expor ao melhor estilo pidesco a oposição interna e os seus alegados motivos.11 mil euros/dia.

Mas não, não se pode legislar a pensar no JM. Aqui-del-rei. Não se pode acabar com a pouca vergonha. Que é desagradável legislar a pensar num caso concreto. Então discute-se a propriedade e concentração dos meios de comunicação social e lá pelo meio proíbe-se Governos de terem jornais. Mas depois não, não pode ser porque há autarquias do PCP com jornais também e outras situações onde a lei vai esbater e não se pode mexer em pequenos feudos. Então não se faz nada, porque quando se fizer tem de ser um pacote legislativo grande para a comunicação social.

E mesmo com um Plano de Ajustamento que obriga a Região a um controle rigoroso de dinheiros públicos, ninguém ousa questionar o dinheiro esbanjado no falido JM. Que dava para suprir tantas necessidades de quem mais precisa. Não, temos todos muitos pruridos em chamar os bois pelos nomes, em assumir uma lei que não é para casos genéricos, nem deveria ser. Deve ser apenas e só para acabar com a inenarrável falta de escrúpulos desfiada todos os dias nas linhas do periódico, com a conivência dos que em Lisboa têm medo de  fazer uma lei para acabar com uma situação, que subsiste anos a fio à margem da justiça e num vazio legal, que, pasme-se, vai continuar a existir.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA"
06/02/14


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90.UNIÃO


EUROPEIA






















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HOJE NO

"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Governo aprova cinco critérios
 para justificar despedimentos

A proposta de lei com as alterações ao Código do Trabalho foi aprovada esta quinta-feira em Conselho de Ministros. Passam a ser cinco, e não seis, os novos critérios de escolha num despedimento por extinção de posto de trabalho. Os critérios seguem uma hierarquia e a avaliação de desempenho surge no topo da lista.
O Governo aprovou esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, a proposta de lei com as alterações ao Código do Trabalho, no âmbito dos novos critérios de despedimento por extinção de posto de trabalho. A decisão foi anunciada por Luís Marques Guedes e explicada depois pelo Ministro do Emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares.

Os cinco critérios
1. Pior avaliação do desempenho
2. Menores habilitações
3. Maior onerosidade do vínculo laboral
4. Menor experiência profissional
5. Menor antiguidade na empresa

A proposta aprovada hoje inclui cinco critério de despedimento. Ou seja, o Governo deixou cair um dos critérios - a situação económica e familiar  - devido às questões levantadas pelos parceiros sociais. Apesar disso, a proposta não tem o apoio da UGT.

A avaliação do desempenho passa a ser o principal critério de despedimento, seguindo-se as habilitações, a onerosidade do vínculo laboral, a experiência profissional e a antiguidade na empresa. Pedro Mota Soares considera que a solução aprovada hoje pelo Executivo - e que segue agora para discussão na Assembleia da República - é "equilibrada, permite ultrapassar as objecções colocadas pelo Tribunal Constitucional e respeita o espírito do acordo de concertação social alcançado em 2012".

No caso do primeiro critério - avaliação de desempenho - o ministro esclareceu que os parâmetros de avaliação têm que ser "previamente conhecidos pelo trabalhador". Caso a empresa não tenha um sistema de avaliação de desempenho, o critério mais importante passa a ser o segundo: habilitações académicas.  

Pedro Mota Soares acredita, porém, que esta medida pode ser um estímulo para as empresas (que ainda não têm) criarem sistemas de avaliação de desempenho. Questionado sobre se o Governo tem dados sobre quantas empresas avaliam os trabalhadores, o ministro respondeu que não.

Actualmente, num despedimento por extinção de posto de trabalho, os trabalhadores com menor antiguidade são os primeiros a sair. 

* O ósculo de Judas.

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ASSALTO
















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2-SOCIOLOGIA



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A sociologia é a parte das ciências humanas que estuda o comportamento humano em função do meio e os processos que interligam os indivíduos em associações, grupos e instituições. Enquanto o indivíduo na sua singularidade é estudado pela psicologia, a sociologia tem uma base teórico-metodológica voltada para o estudo dos fenômenos sociais, tentando explicá-los e analisando os seres humanos em suas relações de interdependência. Compreender as diferentes sociedades e culturas é um dos objetivos da sociologia.



Este telecurso com o patrocínio dos industriais de S. Paulo - Brasil, ensina de uma forma cativante os princípios básicos desta ciência, sem peneiras e com eficácia.



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HOJE NO
"DESTAK"

Ferreira Diniz deixou a prisão 
da Carregueira e está em casa

 O médico João Ferreira Diniz abandonou hoje à tarde o Estabelecimento Prisional da Carregueira, em Sintra, e vai cumprir em casa o resto da pena no processo Casa Pia, disse à Lusa fonte prisional.

A mesma fonte precisou que Ferreira Diniz saiu da Carregueira às 16:30, depois de o Tribunal de Execução de Penas de Lisboa ter autorizado a sua ida para casa, com pulseira eletrónica. Ferreira Diniz foi um dos arguidos condenados no processo Casa Pia.

* Uma notícia desgraçada.


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Ana Bacalhau


À cappella


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HOJE NO
"i"

Alexandre Soares Santos responde a
. críticas à Jerónimo Martins sobre
. comportamento com fornecedores

Alexandre Soares dos Santos disse que o grupo, tal como outras empresas, precisam de lucro

O antigo presidente da Jerónimo Martins, Alexandre Soares dos Santos, criticou hoje as acusações feitas à empresa de ser uma "trituradora" de fornecedores e indicou que o grupo irá anunciar novidades para Portugal nas próximas semanas.

"Vou aproveitar a presença nesta sala de vários jornalistas para ter uma conversa muito séria, porque ao fim de 56 anos de trabalho e 46 na Jerónimo Martins estou um pouco farto de ouvir dizer mal desta máquina trituradora que mata fornecedores, que não paga aos fornecedores", afirmou Alexandre Soares dos Santos, durante a inauguração do novo centro de distribuição do grupo em Algoz, Silves, no Algarve.

"Gostava de dizer o seguinte: esta empresa trituradora, nos últimos 10 anos, investiu 1,5 mil milhões de euros em Portugal e criou 10 mil empregos", apontou o antigo presidente do conselho de administração do grupo, que saiu do cargo no final do ano passado.

O gestor lembrou ainda que nos "últimos cinco anos da crise", o grupo "investiu 540 milhões de euros e criou 1.200 empregos", o que mostra que "não andamos aqui a matar ninguém", sublinhou. 
 Alexandre Soares dos Santos, que sublinhou estar a falar enquanto "cidadão", indicou que o grupo que detém a cadeia Pingo Doce tem "ajudado a agricultura de uma forma extraordinária", com várias empresas agrícolas a verem na Jerónimo Martins "uma fonte de aprendizagem", que levou lavradores e agricultores à Holanda para aprenderem novas formas de agricultura.

"Queixa-se a indústria muito da Jerónimo Martins. Queixa-se porquê?", questionou o antigo chairman do grupo, para depois dar a resposta: "Porque a Jerónimo Martins, como outras empresas portuguesas, como a Sonae, contribuíram para a baixa de preços ao consumidor, para a baixa da inflação, para a melhoria da qualidade dos produtos e cuidados de saúde".

Alexandre Soares dos Santos disse que o grupo, tal como outras empresas, precisam de lucro.
"Porque se não temos lucro não vou investir", em Portugal, disse Soares dos Santos.

"Vamos acabar com esta noção de que na indústria da distribuição se prestam maus serviços", porque "nós só prestamos bons serviços", apontou, salientando que a Jerónimo Martins é reconhecida na Polónia, o que não acontece em Portugal.

"Somos líderes na Polónia e ninguém fala" disso, afirmou, acrescentando que parece que os portugueses não têm orgulho nisso. 

"Gostam muito mais, com certeza, de ver uma PT desaparecer. Interessante, vai para o Brasil e boa noite. E o que aconteceu com a Cimpor?", salientou.

"As empresas nacionais como nós, a Sonae e Portucel, essas não interessam, essas ficam cá", acrescentou.
Alexandre Soares dos Santos sublinhou que o grupo pertence à família há 100 anos e assim "vai continuar".
"Não andamos aqui a fugir aos impostos", sublinhou, referindo que o investimento na Fundação Francisco Manuel dos Santos é de sete milhões por ano.

O antigo ‘chairman' disse que gostaria de ver o trabalho feito pela empresa "reconhecido".
"Os senhores vão ver dentro de algumas semanas o que temos para anunciar para Portugal", disse.

* O sr. Alexandre Soares dos Santos e família constituem um grupo investidor, já se sabia, o que não se sabe é se o Pingo Doce  já deixou de triturar fornecedores e o sr. Santos não esclareceu, porque nunca houve acusação de matar alguém.


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 HISTÓRIA DO MUNDO EM 2 MINUTOS


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HOJE NO
"A BOLA"

Orientação:
 Fernanda Ribeiro embaixadora 
do Portugal O´ Meeting 2014

A Serra da Estrela vai ser palco, de 1 a 4 de março, do Portugal O´ Meeting 2014, o maior evento do calendário regular de Orientação Pedestre realizado no nosso País.

A atleta Fernanda Ribeiro será a embaixadora da prova, que terá nos líderes do ´ranking´ mundial, Thierry Gueorgiou e Simone Niggli, as suas maiores estrelas.

O Portugal O` Meeting 2014 conta já com 1633 participantes, de 21 países, que terão pela frente quatro etapas de floresta, um sprint noturno e ainda uma etapa de Orientação de Precisão. 

* Uma prova de inteligência.


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DOUTRO SÉCULO


 A MODA DOS ANOS
30














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HOJE NO

"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
DA MADEIRA"

Condenado a cinco anos de prisão por violência doméstica sobre cônjuge e filhos

O tribunal de Sintra condenou um homem a cinco anos de prisão efetiva por ter praticado três crimes de violência doméstica sobre a cônjuge e dois dos três filhos, informou hoje a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa. 

O Juízo de Média Instância Criminal de Sintra, em acórdão de 30 de janeiro, decidiu, ainda, que o homem pague uma indemnização civil aos filhos. 
Foi ainda decretada a prisão preventiva ao arguido enquanto aguarda o trânsito em julgado.

A acusação tinha sido deduzida pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Sintra. 

* Cinco anos é pouco.

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 GINASTAS NA RUA


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Estado aumentou ajustes directos em 10%

Entre organismos do Estado central, autarquias e empresas públicas, ajustes directos significaram despesa superior a 1,9 mil milhões de euros.

A compra de bens e serviços por ajuste directo, feita por organismos do Estado, autarquias e empresas públicas, aumentou 10% no ano passado para mais de 1,9 mil milhões de euros. Já a despesa associada a concursos públicos reduziu-se em 4%, para 1,5 mil milhões de euros.

A preferência pelos ajustes directos - mais 177 milhões de euros em relação a 2012, destinados a aquisições de menor valor - é criticada pelas construtoras, que acusam o Governo de penalizar a sua actividade ao esmagar as suas margens de negócio e multiplicar procedimentos, segundo a edição de hoje do Diário de Notícias.

De acordo com o código dos contratos públicos, aprovado em 2008, as aquisições por ajuste directo têm como limites os 75 mil euros para bens e serviços e os 150 mil no caso de obras públicas. Anteriormente, o limite era de 5 mil euros, valor a partir do qual teria de realizar-se um concurso público.

* O cinzento dos negócios directos.


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TANTO PARA


 MACHO

COMO PARA 


 MACHO




















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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Bélgica aprova eutanásia para menores

Belgas são os primeiros do mundo a permitir a eutanásia independentemente da idade

O Parlamento belga aprovou esta quinta-feira o alargamento da lei de eutanásia às crianças e jovens menores de 18 anos.

A nova lei, aprovada com 86 votos favoráveis e 44 contra, permite que todos os menores que sofram de doença terminal e estejam em sofrimento, sem possibilidade de cura, possamm pedir aos médicos para "morrer com dignidade".
A lei diz ainda que o menor deve estar plenamente informado das consequências da sua decisão, perceber o que é a eutanásia, e ter o apoio dos pais e dos médicos que o assistem.
A Bélgica torna-se assim o primeiro país do mundo a permitir a eutanásia independentemente da idade. A Holanda, por exemplo, permite a eutanásia de menores mas só a partir dos 12 anos.

* Estamos de acordo com esta decisão, ver crianças a sofrer até ao fim é uma injustiça da vida.


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 VAI UM BANHINHO?


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HOJE NO
"PÚBLICO"

É cada vez maior o número de
. portugueses sujeitos a trabalho
.escravo no seu próprio país

Trabalho clandestino deixou de se circunscrever ao Alentejo e já é prática nas explorações agrícolas do centro do país e até nas quintas do Douro, diz a CNA.

Na última intervenção realizada no dia 30 de Janeiro em vários locais de Grândola e Alcácer do Sal, a Unidade Local do Litoral e Baixo Alentejo da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) de Beja, este organismo foi confrontado com situações de trabalho não declarado em locais onde anteriormente já tinha sido detectada a mesma ilegalidade.

Ao PÚBLICO, a ACT diz que “está aumentar o número” de trabalhadores portugueses a executar tarefas nas explorações agrícolas alentejanas em regime de clandestinidade. Em 2013 e 2014, adianta a Autoridade, e sobretudo nas vindimas, na apanha da azeitona e no abate de árvores, são portugueses a maioria dos trabalhadores a executar as tarefas em situação ilegal em herdades já anteriormente visitadas.
Com esta iniciativa, e apesar de já não beneficiar do efeito surpresa, os inspectores do ACT detectaram ainda várias irregularidades, conseguindo identificar nesta situação quatro empregadores com um total de 19 trabalhadores, dos quais cinco de nacionalidade romena. Destes, apenas dois tinham número de beneficiário da segurança social.

Dos 14 trabalhadores portugueses, dois estão declarados como trabalhadores por conta de outrem, quatro são falsos recibos verdes e oito são trabalhadores não declarados.

Realizada uma consulta à base de dados da Segurança Social constatou-se que existem trabalhadores que se encontram na condição de clandestinos há mais de seis anos. As entidades empregadoras que actuam à margem da lei, vão ser sujeitos a “procedimentos coercivos", adianta a ACT no balanço desta operação que ontem divulgou.

A ACT não esconde a sua preocupação pelo “aumento das situações que andam na fronteira do trabalho escravo” que inclui falta de pagamento de salários, retenção de documentos e frequentemente maus tratos. “Esta realidade é muito grave e com reflexos directos em termos fiscais e contributivos para a Segurança Social” frisa a ACT.

Dada a frequência com que são detectados casos onde a ocorrência de trabalho não declarado se repete, mesmo depois das autoridades já terem intervindo, “e existindo indícios de que serão prática corrente na região”, a ACT de Beja vai “prosseguir no controlo das empresas” que insistem a aceitar trabalhadores ilegais.

O problema alastra-se ao resto do país, segundo a Confederação Nacional de Agricultura (CNA), que diz que se verifica um aumento de trabalho clandestino “na região das beiras e até nas quintas do Douro” que envolve não só imigrantes mas “sobretudo portugueses” que são sujeitos a ritmos de trabalho intensos por um salário diário que oscila entre os 20 e os 30 euros e que têm de pagar “a sua própria alimentação”.

João Dinis, dirigente da CNA, pede às autoridades que ponham cobro à acção dos “negreiros do seculo XXI”, ou seja, indivíduos que engajam trabalhadores em “situação desesperada” para os sujeitarem a situações de exploração laboral à margem da lei. A ACT reconhece que com a situação de crise que o país está a viver “este tipo de situações está a aumentar”.

* O que anda o sr ministro do Emprego a fazer, gincanas de lambreta??? Esta situação exige resposta rápida e firme!
Estes esclavagistas são o patrão tipo português, vão às lojas dos centros comerciais e avaliar salários e condições de trabalho da maior parte dos balconistas.

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