segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

.

DIETA





.
.



  O QUE NÓS



PROCURAMOS!










.
.
STEP RABBIT






.
.

PHARMAKOS

 
 MOVIMENTO V 
ANATOMIA DEL SACRO

video



Il movimento V chiude l'intero percorso di Pharmakos. Parte da una etimologia di due parole: Anatomia come "taglio praticato verso l'alto" e sacro come "separazione ed irradiamento". Le due parole, guardandosi, scatenano lo stesso effetto prodotto da due specchi affacciati.


.
.

HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Marques Mendes ameaçado
 de morte por empresário

Marques Mendes foi ameaçado de morte e injuriado por António Xavier, com quem tinha sociedade e um conflito nas fotovoltaicas da Madeira, concluiu o Tribunal da Relação de Lisboa (TRC) em dezembro. 

A decisão confirma a sentença de primeira instância que condenou António Xavier, por cinco crimes de ameaça (um deles agravado) e cinco de injúria, a pagar multa de 2450 euros e a indemnizar o ex-líder do PSD em 3000 euros por danos não patrimoniais.

A situação mais grave ocorreu a 23 de dezembro de 2010, em reunião da administração da Eneratlântica, dona do parque fotovoltaico do Caniçal, onde Xavier e Mendes eram sócios e administradores. "Eu dou-lhe um tiro nos cornos", "mais cedo do que julga apanha um tiro na cabeça", ameaçou o primeiro, segundo testemunharam Paulo Caetano e Leitão Amaro, que ali representavam empresas acionistas ligadas a outros ilustres do PSD: Joaquim Coimbra e Ângelo Correia.

* E se AntónioXavier contasse aquilo que nós sabemos que sabe, mas não sabemos o que sabe!!!



.
.


5. ORFEU 

NEGRO


video


 Filme baseado na peça "ORFEU DA CONCEIÇÃO" de Vinicius de Morais tendo como fonte a mitologia grega, é um manifesto contra a loucura do carnaval do Rio de Janeiro.

Realizador: Marcel Camus
Musica: Antonio Carlos Jobim and Luis Bonfá
Argumento: Vinicius de Morales
 
 

Intérpretes
Orfeu: Breno Mello
Euridice: Marpessa Dawn
Mira: Lourdes de Oliveira
Morte: Adhemar Ferreira da Silva
Chico: Waldetar de Souza
Hermes: Alexandre Constantino
Benedito: Jorge Dos Santos
Zeca: Aurino Cassiano
Menina: Maria Alice



.
.
HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Tem a certeza que os seus dados
 pessoais estão em segurança?

Comissão Nacional de Protecção de Dados alerta para as fragilidades da informação na net e para os perigos de devassa da vida privada. 
 .
Telemóveis invadidos por programas maliciosos que têm acesso a tudo o que lá está ou que com eles é feito; dados transmitidos pela internet que são apanhados na rede; um mero documento PDF que instala um programa no seu computador que permitirá a terceiros aceder a tudo o que lá tem guardado. Estes foram alguns dos exemplos ontem retratados numa conferência organizada pela Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) sobre os riscos e vulnerabilidades das informações sobre os cidadãos que andam espalhados pela internet. 

"Os dados pessoais dos cidadãos estão hoje sujeitos a uma exposição e a uma permanente devassa que faz temer pela protecção mínima de privacidade que a Constituição da República quer assegurar", afirmou Filipa Calvão, presidente da CNPD

"Não temos consciência disso no nosso dia-a-dia", mas, a somar a todas as comunicações
electrónicas que fazemos regularmente, entidades como a Autoridade Tributária e Aduaneira, o Instituto da Segurança Social, os bancos e operadoras de telemóveis, as empresas responsáveis pelas redes sociais e por motores de busca "têm tanta informação sobre nós, que é caso para dizer que nos conhecem, porventura, melhor do que nós próprios", sublinhou também a responsável.

"Cuidado com os smartphones"
Os acessos à internet através de redes públicas e o uso dos chamados "smartphones", android ou iPhones, por exemplo, são meios privilegiados de exposição pública de informações privadas. Como? Imagine que o seu telemóvel, que transporta para todo o lado, se transforma num espião ao serviço de mãos desconhecidas. Isso é possível e relativamente fácil, explicou, na mesma conferência, um conjunto de investigadores do Centro de Cibersegurança e Privacidade da Universidade do Porto, liderados por Luís Filipe Antunes. 

Os investigadores, exemplificaram como: basta um link com um pacote malicioso, enviado para o telemóvel, que se instala automaticamente, e quem está do outro lado passa a poder, por exemplo, enviar SMS, realizar e monitorizar chamadas, tirar fotografias do ambiente em que está o telemóvel, ou capturar som, tudo sem que o proprietário do telemóvel se aperceba do que está a acontecer.

Os meios de devassa "são inúmeros" e "relativamente fáceis e baratos", explicou Luís Antunes. A sua equipa revelou ainda outros casos, como os de obtenção de informações quando alguém usa uma rede pública para aceder à internet ou, até nos computadores caseiros, a possibilidade de, através do simples envio de um documento em PDF com um "código malicioso" instalar um programa que permite entrar na máquina.

Como evitar? Com muito cuidado e bom senso e mantendo sempre actualizadas as novas versões dos programas, explicaram os investigadores. E, mesmo isso, será sempre pouco. Porque segurança total, pura e simplesmente, não existe, conclui Luís Antunes. 

* Estamos fecundidos.


.
.

1.CLIMA 

EXTREMO


video



 .
.
HOJE NO
"DESTAK"

Porto de Lisboa atinge recorde de atividade de cruzeiros em 2013

 O porto de Lisboa registou em 2013 um aumento de 12% em termos de escalas de cruzeiros e de 7% em passageiros face a 2012, elevando os números absolutos para recordes daquela estrutura, anunciou hoje a administração.

Em comunicado, o porto de Lisboa, onde hoje se iniciou uma greve convocada pelo Sindicato dos Estivadores, informou que, no ano passado, se registaram 353 escalas de cruzeiros, o que equivaleu a 558.040 passageiros, ou seja, "indiscutivelmente, o melhor ano de sempre da atividade de cruzeiros no porto de Lisboa". "O ano de 2014 ficará marcado pela mudança no modelo de gestão da atividade de cruzeiros no porto de Lisboa.

Assim, esta gestão passará a ser da responsabilidade de um gestor privado, através do modelo de concessão, prevendo-se um contínuo esforço da APL na promoção do seu porto, e da cidade de Lisboa como destino turístico, em articulação com o novo gestor", refere a Administração do Porto de Lisboa (APL) no mesmo comunicado.

* Quem é o gestor privado, houve concurso público?


.

MANUEL LOFF

.



Reabrir a guerra moral

Pensa o PSD, depois de bloquear a co-adopção, apontar canhões contra a liberdade de abortar e o casamento gay?

É legítimo discutir problemas de organização moral da família num momento de profundo mal-estar social, em que um quarto da população vive num nível de pobreza tal que o impede de gerir livremente as suas vidas, em que os portugueses são forçados à desesperança e ao desenraizamento como forma de construção do futuro? Claro que é.

Da aprovação da lei da coadoção depende a felicidade de muitas vidas – e nem que fosse de uma só! O que me pergunto é porque decidiu o PSD apostar numa cruzada referendária contra a coadoção de filhos de casamentos de pessoas do mesmo sexo ao mesmo tempo que foge da discussão dos efeitos sociais (que, aliás, nega) da política austeritária que produziu um milhão de desempregados.
Faz lembrar as eleições americanas de 2004, nas quais Bush filho e a Direita Cristã decidiram discutir da pior forma o casamento gay para evitar discutir a crise económica e, sobretudo, o desastre do Iraque e as mentiras de Bush para justificar a guerra. Havia que mudar o fulcro da discussão e, dessa forma, puxar a maioria dos eleitores para um resvaladiço terreno moral onde os debates sobre os direitos dos cidadãos se fazem no campo de uma pseudorreligiosidade patriarcal e homofóbica verdadeiramente indignante.

A minha explicação para o que está a suceder em Portugal é semelhante. Aprovado o casamento gay, é importante discutir a ampliação do reconhecimento de iguais direitos de formalização legal do amor a todos os cidadãos, o que significa reconhecer aos casais homossexuais exatamente o mesmo direito de que dispõem os casais heterossexuais de solicitar a um tribunal a coadoção dos filhos dos seus cônjuges. O que querem aqueles que aprovaram (o PSD) e apoiam (a hierarquia da Igreja via secretário da Conferência Episcopal Portuguesa, CEP) o referendo é animar à guerra contra a muito lenta emancipação das mulheres e de minorias sexuais que permitiu no Ocidente capitalista, desde os anos 1970, o reconhecimento do direito à interrupção voluntária da gravidez e ao casamento e à adoção por pessoas do mesmo sexo. Depois de anos de (ainda hoje superficial) suavização da discriminação dos homossexuais, quer-se reconstituir o que se julga ser uma maioria social homofóbica. Parar a mudança. Voltar atrás.

Não discutirei aqui a má-fé da proposta de referendo, ou a forma como ela divide a própria direita política portuguesa. Limito-me a sublinhar que a Igreja Católica foi a única que discutiu a legitimidade do Parlamento para aprovar a coadoção. Gostaria de duvidar de que a CEP se sinta representada por semelhante personagem como o presidente da JSD, mas é o que parece. Em novembro passado, a CEP definiu bem o que entende estar aqui em causa: “As alterações legislativas introduzidas no nosso sistema jurídico” (que os bispos acham produto de um disparate que inventaram e a que chamam “ideologia do género”) “não são irreversíveis. E os cidadãos e legisladores que partilhem uma visão mais consentânea com o ser e a dignidade da pessoa e da família são chamados a fazer o que está ao seu alcance para as revogar” (PÚBLICO, 14.11.2013). É curioso: entre os dois grandes partidos da direita portuguesa, aquele que cedeu a este descarado exercício de lóbi clerical foi o que nunca se reivindicou do catolicismo político, dirigido por homens com uma vida pessoal tão pouco consentânea com a ortodoxia do Vaticano quanto Sá Carneiro ou Passos Coelho. Pensa o PSD, depois de bloquear a coadoção, apontar canhões contra a liberdade de abortar e o casamento gay?

É tudo menos coincidência que os bispos portugueses digam que o que está em causa é a “desconstrução da matriz heterossexual da sociedade” logo que o Papa abriu uma estreitíssima janela de reconhecimento da dignidade dos homossexuais, e daqueles que são crentes em especial, ao perguntar aos crentes católicos que atitude “pastoral” a tomar perante “as pessoas que escolheram viver em casais do mesmo sexo” e, dentro destes, aquelas que “adotaram crianças”. Quando o ex-reitor da Universidade Católica Braga da Cruz diz que “estamos perante uma questão que altera a ordem civilizacional em que temos vivido ao longo de milénios”, o que ele está a fazer é, além de condicionar a resposta dos católicos, calar o próprio Papa! Pior ainda é que se roce a linguagem dos anos 1930 e se fale de “algumas vanguardas” que pretendem “impor modelos à sociedade portuguesa (…), numa perspetiva muito egoísta” (Braga da Cruz, RR, 19.1.2014), como Salazar que, em 1936, depois de impor o dogmático “não discutimos a Família!”, denunciava os que queriam “erguer em teoria, em ciência e em programa de Estado o que havia de supor-se passageiro desvairamento”.

A ONU denuncia por todo o mundo (Europa incluída) o aumento dos crimes de ódio contra os homossexuais e os transexuais; 80 países continuam a criminalizar a homossexualidade, três deles com a pena de morte; dentro da UE, a Hungria e países bálticos retomam legislação discriminatória; a comissária da ONU para os direitos humanos, Navi Pillay, recorda que "a homofobia e a transfobia não são diferentes do sexismo, da misoginia, do racismo ou da xenofobia". E a Igreja e os seus porta-vozes veem invasão de vanguardas homossexuais num país onde nem sequer se tem o direito a coadotar os filhos de quem se ama e com quem se vive. Que hipocrisia!

Historiador

IN "PÚBLICO"
23/01/14

.
.
.


73.UNIÃO
 
EUROPEIA










.
.
HOJE NO
"i"

Portugal consegue 27 milhões 
de euros nas três primeiras semanas 
de Janeiro com vistos gold

Os chineses lideram, de forma destacada, a lista dos cidadãos estrangeiros que recebem os chamados vistos gold, seguindo-se cidadãos da Rússia, Brasil, Angola e África do Sul

O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE), Rui Machete, disse hoje que Portugal concedeu nas três primeiras semanas de janeiro 49 vistos ‘gold’, que se traduzem num volume de investimento de 27 milhões de euros no país. 


“2014 será [tal como em 2013] mais um ano promissor”, disse o governante, lembrando que no ano passado Portugal concedeu cerca de 470 vistos para atividade de investimento, num total que rondou os 300 milhões de euros. 

Os chineses lideram, de forma destacada, a lista dos cidadãos estrangeiros que recebem os chamados vistos 'gold', seguindo-se cidadãos da Rússia, Brasil, Angola e África do Sul.

Rui Machete falava durante a assinatura de um protocolo sobre emissão de vistos para turistas oriundos de mercados com interesse estratégico do setor do turismo em Portugal, Rússia, China, Índia, Emirados Árabes Unidos e Colômbia. 

A cerimónia contou com a presença do ministro da Economia, António Pires de Lima, que destacou a importância de serem alocados “meios e recursos para abrir o mercado nacional a um número muito considerável de novos turistas”. 

“Com este protocolo, o Estado agiliza, no estrito e rigoroso cumprimento de todas as regras legais de segurança, de controlo de fronteiras e de acesso ao Espaço Schengen, a emissão de vistos que possibilitem a vinda de dezenas de milhares de turistas para Portugal”, disse. 

Na prática, segundo o ministro, aquilo que este protocolo coloca em funcionamento é uma partilha de meios técnicos e humanos do Turismo de Portugal ao serviço desta “agenda de diplomacia económica”.
Os encargos financeiros inerentes a este reforço, de acordo com Pires de Lima, serão suportados pelo Ministério da Economia. 

“Quanto mais dinâmico for o setor, mais ganha a nossa economia, em geração de riqueza e em criação de emprego”, sublinhou na cerimónia, que contou também com a presença do secretário de Estado da Administração Interna, João Almeida. 

De acordo com os dados do ministro da Economia, na China, por exemplo, espera-se que este acordo permita um aumento significativo do fluxo turístico “num mercado que emite mais de 83 milhões de turistas internacionais e que é responsável pelo primeiro lugar no ‘ranking’ de gastos turísticos no exterior. 

“Sabemos que 4,5% dos turistas chineses viajam para a Europa e que Espanha representa já 10% desse mercado, cerca de 400 mil turistas”, acrescentou. 


Para Pires de Lima, o aumento da procura por Portugal poderá potenciar, neste caso, a existência de uma ligação aérea direta, o que “seria muito desejável, sendo este um fator decisivo para o crescimento do mercado”. 

O governante citou ainda um relatório da Comissão Europeia, onde se estima que em 2012, devido ao regime de vistos, os países membros do Espaço Schengen (onde se inclui Portugal) tenham perdido mais de 6,5 milhões de potenciais turistas provenientes de seis mercados emissores e onde se incluem precisamente a China, a Índia e a Rússia.

* Propomos que passem a chamar-se "viscos gold". O cidadão português gostaria saber que tipo de investidores são, ou será a "Lavandaria Portugal" com um funcionamento de excelência?

.


 CLARO



O optimista é aquele que diz: "Se isto continua assim, acabamos todos na rua a pedir esmola".

E o pessimista é aquele que pergunta: "A quem?".


.
.


5.AS FORMAS DO


INVISÍVEL



CABELO


video


.
.

HOJE NO
"A BOLA"

Empresa do pai de Neymar
 sediada em casa fantasma

A N&N Sports, empresa do pai de Neymar que, alegadamente, terá recebido 40 milhões de euros de comissão pela transferência do jogador do Santos para o Barcelona, encontra-se sediada no rés-do-chão de uma casa fantasma.
O site brasileiro Globoesporte deslocou-se até ao local, situado na cidade de São Vicente, arredores de Santos, e indagou junto da vizinhança se o jogador ou o seu progenitor já teriam sido avistados naquele local. A resposta foi negativa.

«Nem Neymar, nem o seu pai ou qualquer pessoa famosa», esclareceu quem por ali mora.

O pai do internacional brasileiro recusou fazer comentários.

* Negócio viscoso.



.
.


Maria Joao e Lena d'Água


Não é fácil o amor


video



.
.
HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Hospital de Ponta Delgada leva cultura a utentes, familiares e profissionais

Reativada há dois anos, a comissão de cultura do hospital de Ponta Delgada tenta humanizar a unidade de saúde através de eventos protagonizados por utentes, familiares e profissionais.
 
“Pretendemos tornar o hospital mais agradável. Um sítio que seja mais acolhedor e onde as pessoas, além de se tratarem, possam também ter contacto com a cultura”, disse à Lusa Anuschka Langner, presidente da Comissão da Cultura do Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, nos Açores.


Embora existisse um grupo de médicos interessados em promover a cultura no antigo hospital, onde foram organizados vários eventos culturais, a comissão "renasceu em outubro de 2012", segundo a médica.
Inicialmente constituída por sete membros - quatro médicos, uma farmacêutica, um padre e uma enfermeira -, recentemente "alargou o seu corpo a mais um elemento", funcionário do hospital.

O projeto tem suscitado "muito interesse" junto dos visitantes, mas também doentes e funcionários e já permitiu a realização de protocolos com o Museu Carlos Machado e o Conservatório Regional, ambos em Ponta Delgada, disse Anuschka Langner.

“No dia a dia, quando uma pessoa vai ao hospital ou trabalhar, aqui vê arte. Ouve um concerto e se calhar fica mais animado porque viu coisas interessantes”, sublinhou, salientando que a ideia é dar "mais colorido" ao hospital.

Ana Catarina Rodrigues, membro da comissão, sublinhou que "a afluência dos artistas tem sido grande" com a realização de "exposições ininterupatamente desde junho de 2013" de artesanato, pintura em tela, tecido e porcelana, bijuteria, concertos de natal e até um concurso de presépios.

"São também os próprios utentes, familiares e profissionais de saúde que têm a oportunidade de mostrar a sua arte participando em exposições", salientou, explicando que foi possível dinamizar uma sala que estava desocupada e que o objetivo é "estimular o interesse e a interação entre qualquer tipo de arte, seja arte visual, palco e música”.

Ana Catarina Rodrigues recordou, por exemplo, que foi um doente que fez, em junho do ano passado, o hino oficial do hospital, depois de o ter oferecido à sua médica assistente.
Fruto de um protocolo, celebrado em 2013, o hospital tem também a oportunidade de expor parte do espólio do Museu Carlos Machado, exposições que serão rotativas, numa sala na entrada principal, com o objetivo de "humanizar o espaço de espera das visitas e tornar mais agradável e proveitoso o tempo de espera".

Mas os utentes e profissionais de saúde poderão também assistir a pequenos concertos de música, na entrada, na capela ou no auditório, por via de uma parceria feita com o Conservatório Regional.
"Queremos alargar o trabalho com o Museu Carlos Machado. Queremos expor em mais sítios do hospital, temos muitos corredores", avançou a presidente da comissão.

Anuschka Langner sublinhou ainda que a Comissão da Cultura pretende também criar "uma plataforma para a arte" e organizar eventos, até no exterior, que integrem funcionários do hospital que pertençam a grupos de música ou de teatro.

* Uma comissão de cultura num hospital é assombroso, excelente.


.
.


BILHAR


video



.
.
HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Trabalhadores da Mota-Engil em Cabo Verde reclamam salários em atraso

Mais de 40 trabalhadores de Santo Antão, Cabo Verde, da empresa portuguesa Mota-Engil estão a reclamar seis meses de salários em atraso.

Esse facto foi reconhecido à Lusa pela subempreiteira Luís Frazão, que responsabiliza o Ministério do Desenvolvimento Rural cabo-verdiano.


A notícia é avançada hoje na edição "online" do jornal cabo-verdiano "A Semana", que adianta que os factos remontam a Maio de 2013, quando a empresa de construção portuguesa deixou de pagar aos funcionários que construíam o sistema de bombagem e a construção dos depósitos de água destinados à agricultura de regadio na zona de Fajã de Maurícias, em Santo Antão.

Segundo o presidente da Associação da Boca de Ambas Ribeira (ADIBA), João Virgílio Fortes, o problema agrava-se com a falta de previsão da empreiteira para pagar os ordenados dos trabalhadores.

Virgílio Fortes indicou que a Mota-Engil subcontratou à empresa Luís Frazão a execução da obra, salientando que desde Maio de 2013 que as mais de quatro dezenas de trabalhadores não recebem qualquer salário.

"Limitam-se a dizer que também estão à espera que o Governo lhes transfira o dinheiro. Fomos até à Delegação do Ministério do Desenvolvimento Rural (MDR) e disseram-nos que nada têm a ver com o caso", acrescentou Virgílio Fortes.

Vitalino Santos Fortes, um dos trabalhadores da obra, indicou estar "revoltado" com a situação, ameaçando que, se a situação perdurar, o sistema de bombagem será destruído pelos próprios funcionários que o construíram.

Contactado pelo jornal "A Semana", José Azevedo, representante da Luís Frazão, confirmou o atraso de seis meses no pagamento dos salários, mas indicou que a origem do problema está no MDR, que depende do Tesouro cabo-verdiano.

"Se eles não pagam, não temos como pagar também. Foram feitos alguns trabalhos que não estavam contemplados no projecto. Mas estamos a fazer o possível para adiantar algum dinheiro a esses trabalhadores", afirmou estre responsável à Lusa.

Por sua vez, o responsável do MDR na Ribeira Grande, Osvaldo Maurício, disse que o Ministério não tem qualquer contrato com os operários.
"A empresa (Mota-Engil) tem contrato com o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD). Não temos nenhuma solução para estes trabalhadores", afirmou Osvaldo Maurício.
Nenhuma das partes adiantou o montante em causa.

A construtora portuguesa está presente no arquipélago através da Mota-Engil Engenharia Cabo Verde (MEEC), criada a 15 de Junho de 2007, nos sectores das obras públicas e construção civil.

* Mas o que é que interessa ao governo de Cabo Verde ou à Mota-Engil  que existam 40 trabalhadores a passar dificuldades, até podiam ser 400...


.
.
 CABEÇAS













.
.
HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Endometriose:
 Uma doença que afeta as mulheres

Dez por cento das mulheres em idade reprodutiva sofrem de uma doença que tem por principal sintoma a dor menstrual. Aparece sob a forma de tumores.

Estima-se que a endometriose atinja 180 milhões de mulheres em todo o Mundo. A doença existe quando as células que compõem o endométrio - que sofre um processo de descamação na altura da menstruação - se encontram fora da parte interna do útero, implantando-se noutros locais.

 De acordo com as estatísticas, o tempo médio para o diagnóstico da doença varia entre 8 a 11 anos e o número médio de médicos visitados é aproximadamente sete, numa cruzada em que as doentes vão perdendo a fé e a doença vai progredindo.

"Os primeiros médicos que consultei chegaram a dizer-me que eram coisas da minha cabeça. Quando 14 anos depois tive um diagnóstico, fiquei feliz. Finalmente via uma luz ao fundo do túnel", recorda Susana Fonseca, presidente da associação MulherEndo, constituída formalmente em dezembro de 2013.

"Prestamos apoio psicológico e ajudamos no encaminhamento médico, porque nem todos os ginecologistas sabem lidar com a doença", acrescenta quem, após uma cirurgia a que foi submetida, viu a vida melhorar significativamente. "Os intestinos e o uréter ficaram danificados pela progressão da doença, mas tenho dores muito ligeiras comparadas com as que tinha", garante.

* A maioria dos médicos sabe que é preciso saber ouvir.

.
.

RUIDOS SÓNICOS

video



.

HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

 Para evitar "comportamentos bestas e bárbaros"
 Faculdade de Ciências da UP já 
proíbe praxe académica desde 2010 

 O diretor da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto disse que já proíbe, desde 2010, a praxe académica no interior da escola para evitar “comportamentos bestas e bárbaros” e as consequências que daí poderiam advir. 

 António Fernando Silva defende que as associações de estudantes deveriam opor-se abertamente a este tipo de manifestações, assumindo uma atitude pedagógica junto dos jovens que chegam à universidade. 


“O movimento estudantil não favorece isto, mas também não se opõe abertamente. Eles também têm alguma responsabilidade nestes casos. As associações de estudantes sabem de muitos destes atos bárbaros que se cometem e não querem envolver-se diretamente. Dizem que está fora do movimento associativo, é verdade que está, mas podiam ter uma ação muito mais pedagógica no sentido de evitar certos comportamentos”, considerou. 

 O diretor da FCUP disse ainda que proíbe a entrada de comissões de praxe nas instalações da sua faculdade desde que descobriu que “essas comissões nem eram constituídas por estudantes da Faculdade de Ciências e, em alguns casos, nem universitários eram”. “É uma situação muito complicada porque estão envolvidas muitas pessoas fora da universidade, pessoas que já acabaram o curso, pessoas que não estão matriculadas em parte nenhuma ou pessoas que são de outras escolas de ensino superior. Como não há qualquer tipo de identificação, é impossível controlar. Ninguém consegue identificá-los. Eles podem ser estudantes ou não, qualquer pessoa pode comprar um traje num sítio qualquer, constituir um grupo e andar por aí, assim, a fazer essas barbaridades todas”, alertou. 

Por isso, António Fernando Silva considera que se trata de “um problema cultural, educacional, e que é preciso alertar os pais e os jovens, mas antes de eles chegarem à universidade”. 

A questão que se coloca, sublinha o professor universitário, é saber quais são os limites. “O limite para mim é proibir esse tipo de manifestações dentro da faculdade. Fora da faculdade, deixo ficar a definição dos limites para cada um, como é normal numa vida democrática e de cidadãos livres. Se querem cantar, dançar, brincar acho muito bem, também o fiz no meu tempo, se querem ter comportamentos de bestas e de bárbaros não concordo, mas já não tenho poder para intervir”. 

António Fernando Silva contou também que em 2010 decidiu proibir a praxe académica no interior da escola por considerar que “o que se estava a passar era indigno e podia comportar até risco de legais, responsabilidade civil e penal”. Na ocasião, “houve um acidente com uma aluna nossa. Uns estudantes meteram-na numa casa de banho pública e cortaram-lhe o cabelo. Ela veio cá queixar-se, mas eu não tinha nenhum instrumento para atuar e encaminhamo-la para a polícia, porque era mesmo um caso de polícia”, acrescentou. “Tudo isso e a experiencia de situações que eu tinha visto e das quais discordava levaram-se a emitir um despacho no sentido não só de não autorizar como alertar todos os estudantes no momento em que entravam na faculdade”, referiu.

 Esse despacho é distribuído por todos os estudantes que se matriculam pela primeira vez na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e alerta para as consequências penais da praxe e sobre as regras que devem ser praticadas.

* E agora digam que este director é careta.

.
.


ARRANJARAM-NA



BONITA 













.
.

HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Estudantes estão contra o fim das praxes

Os responsáveis pelas associações de estudantes das universidades públicas e privadas são contra o fim das praxes, considerando que a sua proibição não é a melhor forma de evitar excessos. 
A mesma opinião tem o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) e o reitor da Universidade de Lisboa, a maior do País. Todos vão ser ouvidos entre esta e a próxima semana pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) sobre as formas de evitar praxes violentas. As universidades privadas também vão ser chamados para uma reunião.

Tal como o DN avançou ontem, o MEC quer discutir esta questão, depois do caso do professor da Universidade do Minho, que denunciou ter sido humilhado por estudantes por ter tentado travar uma praxe, e por continuar a haver suspeitas de que o caso dos seis estudantes da Universidade Lusófona, que morreram no Meco arrastados por uma onda, pode estar relacionado com estes rituais.

"As coisas não se resolvem proibindo, mas tentando transformar as praxes em algo benéfico e positivo", defende Marcelo Fonseca, presidente da Associação Académica de Lisboa (AAL), que representa, entre outros, os alunos das universidades de Lisboa, Nova e Lusófona.

As famílias dos seis jovens que morreram no Meco arrastados por uma onda esperam que estes encontros com o ministro da Educação ajudem a esclarecer o que se passou na noite de 15 de dezembro, isto é, se os jovens estavam ou não na praia para cumprir algum ritual de praxe.

* Quanto mais violentas forem as praxes, mesmo na sua  forma verbal, maior é o grau de frustração dos praxadores, pode inferir-se que nem tudo corre bem nas suas famílias.



.