quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Professora de catecismo

No primeiro encontro, ele pergunta se ela aceita uma bebida.
- Ah, não! O que diria à minha turma de catecismo?, recusa ela.
Mais tarde, ele oferece-lhe um cigarro.
- Não, o que diria à minha turma de catecismo?, repete ela.
A caminho de casa, ele vê um motel. Considerando que não tinha nada a
perder, pergunta-lhe se ela gostaria de entrar.


E não é que ela aceita.
- O que é que vai dizer à sua turma de catecismo?, pergunta-lhe ele.
- O mesmo que digo sempre, respondeu ela.
"Vocês não necessitam de beber nem de fumar para se divertirem."



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 O QUE NÓS



APRENDEMOS!




 ESTA MERDA TEM DE ACABAR
(JACQUES FRESCO)






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CLOSE ENCOUTERS


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APRENDER A SUPERAR 
AS LIMITAÇÕES FÍSICAS




 Ler ou dançar com dificuldades visuais ou motoras são desafios complexos, mas com preparação à altura, o que parece ser impossível pode concretizar-se.
As Nações Unidas estimam que em todo o mundo vivam cerca de 650 milhões de pessoas portadoras de deficiência. Apesar da legislação e dos progressos científicos, em alguns países continua a ser-lhes negado o acesso à educação, trabalho e cuidados médicos.

Ainda assim, em todo o mundo, há vários projetos que oferecem oportunidades aos jovens com necessidades especiais para que possam ultrapassar os preconceitos e a discriminação.

Na China existe uma escola que ensina jovens com limitações a colocarem os medos de parte e a dançar em cadeira de rodas.

A instituição foi fundada em 2009 e não para de surpreender. Os bailarinos conseguem dançar facilmente, sem atropelos. Treinam três vezes por semana e até participam em competições internacionais.

No Afeganistão, uma escola vocacional dá formação em diferentes ramos profissionais e proporciona acima de tudo a perspetiva de um futuro mais otimista.

Mais de uma centena de crianças, grande parte vítimas da guerra no Afeganistão, estudam em Cabul no Instituto Profissional para cegos.

Metade do dia é dedicado à aprendizagem de matemática, ciências e literatura, sempre através do tato. Em nome de um emprego futuro, o restante tempo livre da jornada é dedicado à formação profissional. Escolhem entre cursos de arte, de informática, ou a aprender a fazer coisas como vassouras.

Durante mais de três décadas a Escola de São José para Deficientes Auditivos tem proporcionado educação de qualidade para as pessoas com este tipo de limitações na Serra Leoa. Agora, mais de 250 alunos estão matriculados na instituição.

A escola usa o método materno-reflexivo para ensinar crianças de três anos. O método materno-reflexivo é uma abordagem única, que ensina as crianças com problemas auditivos a ser como qualquer outra criança sem limitações.

Encoraja-os a usar palavras, em vez de recorrer unicamente à linguagem gestual.
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UMA PRODUÇÃO "EURONEWS"

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Magnata chinês da reciclagem 
quer comprar o NY Times

Chen Guangbiao, empresário que se tornou um dos homens mais ricos da China através do negócio da reciclagem, está interessado em adquirir uma participação maioritária no grupo que detém o "The New York Times".

Em declarações CNN Money, Guangbiao afirmou que deseja trabalhar com o " The New York Times" há dois anos. Antes, já tinha revelado ter o apoio de dois empresários, incluindo um magnata de Hong Kong, que o ajudariam a angariar cerca de mil milhões de dólares para adquirir a maioria da empresa.

O empresário chinês revelou ainda ter uma reunião agendada nos EUA com os responsáveis da empresa que detém o jornal, mas esse compromisso não é confirmado pelo porta-voz do "The New York Times". A mesma fonte negou-se a comentar a notícia, tendo-a qualificado como boato.

O empresário, cuja fortuna está avaliada em 800 milhões de dólares, de acordo com o Hurun Rich List, ficou conhecido pelas sua acções de marketing excêntricas, como a distribuição de dinheiro e "ar fresco enlatado" para promover a consciencialização sobre a importância das acções de solidariedade e o meio ambiente .

Depois de Guangbiao ter divulgado as suas intenções, as acções da Times Company subiram 4%, para o valor mais alto dos últimos cinco anos.

O grupo New York Times Company detém uma agência de notícias para a China e um ‘site' em língua chinesa que foram bloqueados no país, depois da publicação de um artigo sobre a riqueza escondida dos parentes de Wen Jiabao, o primeiro-ministro chinês.

 * A China, o seu poder político e os empresários a ele ligados vão devorar-nos, é uma questão de tempo.

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XII- O UNIVERSO


2 - GRAVIDADE







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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Natal e Ano Novo com 16 mortos
 nas estradas portuguesas

GNR registou 1.951 acidentes. Áreas patrulhadas pela PSP deram conta de 53 desastres.

A GNR registou 12 mortos nas estradas portuguesas durante o período da Operação Natal e Ano Novo 2013/2014 e um total de 1.951 acidentes, dos quais resultaram ainda 39 feridos graves e 589 feridos ligeiros. 
Já a Operação Festas Seguras, da PSP, que decorreu entre 13 de dezembro de 2013 e 1 de janeiro de 2014, registou um total de 53 acidentes, dos quais resultaram quatro mortos e 920 feridos (47 graves e 873 ligeiros).

A Operação de Natal e Ano Novo da GNR dividiu-se em duas fases – a primeira entre 20 e 26 de dezembro e a segunda entre 31 de dezembro e 1 de janeiro de 2014 – e concentrou-se, essencialmente, no controlo da condução sob efeito de álcool e de droga, da velocidade e utilização de cintos de segurança.


* Um morto por dia, quase uma guerra civil.

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 Jinsop Lee

Design para os 5 sentidos




Um bom "design" parece lindo, sim... mas por que não poderia também ser maravilhosamente sentido em termos de toque, aroma ou som? O designer Jinsop Lee (um vencedor do Caça-Talentos do TED) partilha a sua teoria do "design" dos 5 sentidos, com um prático gráfico e alguns exemplos. A sua expetativa: inspirar-vos a aperceberem-se de grandes experiências multisensoriais.


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Estudo 
“Uma década de sorriso em Portugal” 
revelado no Porto 
Portugueses sorriem muito pouco 

Os portugueses sorriem muito pouco, segundo um estudo revelado hoje no Porto que aponta para uma "drástica e preocupante diminuição na frequência e intensidade do sorriso", a maior desde o início do estudo em 2003, "o que é muitíssimo preocupante em termos de saúde dos portugueses”. 

O estudo “Uma década de sorriso em Portugal” analisou desde 2003 e até ao final de 2013 qause 400 mil fotografias publicadas na imprensa e concluiu que “os portugueses sorriem muito, muito pouco e tal comportamento acentuou-se assustadoramente nos últimos dois anos”, segundo o autor, Freitas Magalhães, diretor do Laboratório de Expressão Facial da Emoção da Faculdade de Ciências da Saúde, da Universidade Fernando Pessoa. “Os resultados da análise ao sorriso dos portugueses durante o segundo semestre de 2013, revelam uma expressiva diminuição na frequência e intensidade, a maior desde o início do estudo em 2003, o que é muitíssimo preocupante em termos de saúde dos portugueses”, indicou. 


O autor do estudo apresentado hoje no Porto como “pioneiro em Portugal” ressalvou que “não se pode dizer que os portugueses perderam o sorriso, porque tal não se perde”. Porém, continuou, “há uma drástica e preocupante diminuição na frequência e intensidade do sorriso, que é um dos principais organizadores do psiquismo humano”. De acordo com os resultados deste trabalho, as mulheres continuarem a sorrir mais do que os homens, apesar do “registo descendente acentuadíssimo” em relação a 2012, independentemente da idade. Já os homens apresentaram mais o sorriso fechado a partir dos 60 anos e as crianças são as que continuam a apresentar mais e frequentemente o sorriso largo.

 Os resultados finais deste estudo apontam para “uma diminuição significativa na exibição de qualquer tipo de sorriso e o aumento da expressão neutra em mulheres e homens”. “No universo das fotografias analisadas, verificou-se, também, que a expressão facial de emoções negativas é mais frequente e intensa do que a de emoções positivas”, adianta o autor, salientando que “este padrão se acentuou expressivamente durante o segundo semestre de 2013”. Freitas Magalhães indicou ainda que “ao longo dos 10 anos de estudo ficou comprovado que um dos moderadores da frequência e intensidade da exibição do sorriso é o contexto social, o que se verificou no caso português, pois a situação económico-social potenciou a inibição da expressão, sendo que o género e a idade são os outros dois moderadores”.

 Segundo o autor, “o sorriso é uma reação neuropsicofisiológica que se desenvolve em situações que envolvam o bem-estar e a felicidade e quando tal não se verifica, por motivos externos, o sorriso é inibido e recalcado”. O autor alertou ainda para as consequências na saúde desta realidade, sublinhando que a inibição do sorriso “potencia sentimentos, emoções e condutas negativas levando a um quadro psicopatológico preocupante”. 

 A análise de todos os dados recolhidos ao longo de uma década será apresentada no livro “Portugal Emocional - Uma Década de Sorriso em Portugal”. O Laboratório de Expressão Facial da Emoção iniciou hoje um novo estudo intitulado “A Neuropsicofisiologia da Felicidade - Estudo Longitudinal com Portugueses”, o qual irá prolongar-se também por uma década.

 * Sorrir como e de quê?

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HELENA GARRIDO

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O vício do crédito

Quem gostaria de ter um negócio? "Eu". Muito bem. Vamos começar por identificar o negócio e fazer uma lista do que é necessário ter. Lista feita, a pergunta que agora se impõe é: como vamos pagar?

Quem gostaria de ter um negócio? "Eu". Muito bem. Vamos começar por identificar o negócio e fazer uma lista do que é necessário ter. Lista feita, a pergunta que agora se impõe é: como vamos pagar?

Experimente fazer este pequeno exercício com amigos que nunca tivessem tido um negócio. Ou com os seus alunos, se for professor em graus que não sejam gestão ou economia.

Há dois ou três anos a resposta era invariavelmente e sem hesitação: "Peço um empréstimo ao banco". Mas de todo o dinheiro de que vai precisar? Claro.

Parecia não se perceber que o dinheiro custaria dinheiro, que iria comer a margem do negócio, para não dizer que o que se ganhava na operação nem chegaria para satisfazer os juros. Uma visão da realidade que, exagerando e simplificando, se aproximava daquela visão das crianças bem bebés que pensam que a caixa Multibanco é simplesmente a parede para tirar dinheiro.

Actualmente a resposta já não é tão candidamente focada no banco, já se pensa que será preciso ter algum dinheiro próprio para se lançar um negócio ou fala-se de um abstracto investidor. A razão desta mudança está mais relacionada com os efeitos violentos da crise da dívida, e de tanto se falar dela, do que propriamente numa alteração da oferta de crédito - quer seja por incentivo do próprio Governo como da iniciativa do próprio banco.

Os perfis de oferta de microcrédito que o Negócios revela na sua edição do Investidor Privado desta segunda-feira, dia 30 de Dezembro, é um exemplo da imutabilidade da filosofia de negócio da banca. Tal como as lamentações que se vão ouvindo de alguns ditos empresários sobre a falta de crédito. Quer do lado da procura como do lado da oferta de financiamento, a preferência por mais endividamento e menos capital próprio mantém-se. Uma alteração na inclinação das curvas de preferência que se foi reforçando a partir dos anos 80.

Os gestores financeiros sabem que não há "o valor óptimo de endividamento". A relação entre dívida e capital próprio depende, por exemplo, do negócio - se se está num sector em crescimento a empresa pode ter mais dívida - como depende da margem - quanto maior for, menos riscos corre a companhia de ficar incapaz de fazer o seu serviço da dívida na fase negativa do ciclo. Mas foram muito poucas as empresas portuguesas - como os próprios bancos - que aplicaram estes princípios básicos, na sua combinação entre dívida e capital. E parte da violenta restrição financeira que nos lançou para a crise está relacionada com o elevado endividamento das empresas portuguesas - a banca internacional não quer emprestar a quem tem dívidas, que são frequentemente seis a sete vezes a margem.

O crédito pode acelerar o crescimento de uma empresa como de um país. Mas pode, também, como o demonstra a crise que temos vivido, condenar a empresa a fazer uma violenta dieta apenas para pagar dívidas. E se os países não morrem assim, os negócios, sujeitos a dietas violentas, em geral não se aguentam.

O microcrédito pode ser uma excelente ideia. Mas, como todas as boas ideias, rapidamente se transforma em maus resultados quando usada sem respeitar os princípios mais básicos de uma boa gestão. O sonho do Nobel da Paz, Mohammad Yunus, que inventou o conceito do microcrédito e do banco para os pobres, também se transformou num pesadelo.


IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
30/12/13

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48.UNIÃO



EUROPEIA






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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Maiores bilionários ganharam 
524 mil milhões em 2013

As 300 pessoas mais ricas do mundo somaram durante o ano passado mais de 524 mil milhões de dólares às suas fortunas, que agora ultrapassam os 3,7 biliões de dólares, segundo dados da Bloomberg. 
É JUSTO HAVER BILIONÁRIOS???
O índice, atualizado diariamente, foi hoje publicado pela agência de notícias norte-americana, citada pela Efe, que elabora o ranking recorrendo às variações das ações que cada um destes bilionários detém.

Bill Gates, o fundador da Microsoft, ficou 15,8 mil milhões de dólares mais rico no ano passado, ultrapassando o mexicano Carlos Slim, tendo agora 78,5 mil milhões, muito à custa da valoração das ações da empresa, que subiram mais de 40% no último ano.

Para além das subidas no ano passado, o índice regista também que o brasileiro Eike Batista, que era o oitavo homem mais rico do mundo, acumula agora dívidas, tendo já declarado falência.

* Estas pessoas são o insulto vivo àqueles que nem donos duma lâmpada conseguem ser.


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A GRANDE MÃO







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2- A VIDA NA 


IDADE MÉDIA





Mike Loades, historiador e especialista em armas, vai nos levar através do mundo medieval, numa viagem cheia de ação e emoção. Separaremos os mitos da realidade e teremos a experiência de viver, trabalhar e lutar durante esta época extraordinária.


FONTE:ConradZiegfried

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HOJE NO
"RECORD"

IAAF preocupada com a poluição na China

O presidente da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), Lamine Diack , pediu esta quinta.feira às autoridades chinesas para melhorarem a qualidade do ar nas suas cidades, a um ano dos Mundiais de Pequim. 

"Esperemos que o Governo faça mais esforços para controlar a poluição e se centre no controlo da qualidade do ar", destacou Diack, que esteve em Xiamen, no sudeste da China, para acompanhar a maratona da cidade (incluída na categoria de Ouro da IAAF).

O presidente da IAAF, insistiu que o país asiático também precisa de melhorar a sua situação ambiental por causa da crescente popularidade das maratonas.

Os Mundiais de Atletismo de 2015 ocorrerão em Pequim, sendo que grande parte das provas serão disputadas no Estádio do Ninho de Pássaro, uma das infraestruturas emblemáticas dos Jogos Olímpicos de 2008.

Em 2008, o Governo chinês tomou uma série de medidas para controlar o ar, como a limitação de tráfico e a recolocação de fábricas poluidoras.

No entanto, após os Jogos Olímpicos, a situação piorou e em 2013 as cidades chinesas registaram o maior número de "smog fotoquímico" (nevoeiro causado pela poluição) da sua história, o que põe em risco a saúde dos atletas.

* Quem já esteve em Pequim não esquece a constante nuvem de poluição que leva muitos habitantes a andar de boca tapada. Mas a poluição mais séria é a que emana do terror político do poder instalado e  nenhum dirigente do desporto mundial tem a ousadia de vociferar contra a tirania do partido comunista chinês.

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Luanda Cozetti e Gisela João


O Fado encontra o Samba





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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS/
/DINHEIRO VIVO"

Sorteio das faturas com número de
. contribuinte: veja como vai funcionar

Em 2014, a inserção do número de contribuinte na fatura permitirá a qualquer consumidor final habilitar-se a ganhar um carro por semana. O sorteio será feito pela administração fiscal, sendo elegíveis todas as compras e não apenas as faturas dos restaurantes, oficinas e salões de beleza. Saiba como vai funcionar.

Quem pode habilitar-se ao sorteio? 
Todos os consumidores finais (ou seja contribuintes particulares), desde que peçam para que o seu Número de Identificação Fiscal (NIF) seja inserido na fatura quando esta está a ser emitida. Se o NIF indicado corresponder ao de uma empresa, não será considerada a fatura. 
PORQUE NÃO PEDIU RECIBO!

Que faturas são aceites?Todas. Ou seja, os sorteios que o fisco vai começar a fazer este ano vão premiar os consumidores que peçam fatura com NIF quando fazem qualquer compra, seja na papelaria, no talho, no supermercado, numa loja de roupa, num restaurante ou numa bomba de gasolina por exemplo.

E o benefício fiscal do IRS vai manter-se? 
Sim. Tal como já aconteceu em 2013, continuará a ser possível abater ao IRS 15% do IVA de todas as faturas de contas de restaurantes, oficinas de carros e de motos e de salões de beleza (incluindo tratamentos de unhas, cabelos, pele, etc...). Além disso, estas faturas vão também ser numeradas de forma a entrarem no sorteio que a administração fiscal vai colocar no terreno em 2014.

Quando começa o sorteio? 
Este sorteio está previsto numa autorização legislativa que consta do Orçamento do Estado para 2014, pelo que, para se tornar efetivo, terá ainda de ser regulamentado. Aquela está já a ser preparada, pretendendo-se que o primeiro sorteio ocorra até ao final de março, abrangendo as faturas emitidas durante a primeira semana de janeiro.

Qual a periodicidade destes sorteios? 
Em princípio será semanal. Apesar de o primeiro não coincidir com o início do ano, nenhuma fatura emitida entre o dia 1 de janeiro e março será esquecida.

Que prémios serão sorteados? 
O objetivo é sortear um carro por semana, mas não está afastada a hipótese de serem atribuídos mais prémios.

Há algum valor mínimo da fatura para o sorteio? 
Não. Qualquer fatura de qualquer valor será tida em conta no sorteio. Ou seja, quem tome apenas um café fica habilitado a ganhar um carro, desde que peça a fatura com o seu número de contribuinte.

Qual o objetivo deste sorteio? 
O objetivo, tal como tem sido referido pelo Ministério das Finanças, é apertar ainda mais o cerco à evasão fiscal. É que apesar de a emissão da fatura e posterior envio para a Autoridade Tributária serem obrigatórios desde 1 de janeiro de 2013, o fisco quer assegurar-se de que lhe chega mesmo o registo de todas as transações. Uma das formas de reforçar este controlo é dar incentivos ao consumidor final para que este nunca se esqueça de trazer a fatura consigo. Se esta tiver o NIF do consumidor, tem de ser comunicada.

* Piroseira. Era melhor o jogo do bicho!

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SÓ PRECISAVA DE INCENTIVO






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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Palavra "poder" foi a mais 
pesquisada pelos portugueses em 2013

A palavra “poder” foi novamente a mais pesquisada pelos portugueses em 2013, segundo os dados recolhidos no dicionário online da Priberam.
Em segundo lugar ficou a palavra “ser” e em terceiro “resiliência”, referiu a Priberam, em comunicado.

A empresa portuguesa que também analisou o mercado brasileiro, adiantou que a palavra mais procurada do outro lado do Atlântico foi “atemporal”, enquanto “amor” subiu cinco posições, ficando na terceira posição.

Entre as palavras mais pesquisadas, a Priberam destacada a palavra “pujança” nos EUA, “anão” na Croácia, “família” no Japão, “adoração” na Arábia Saudita, “abelhudo” em Marrocos e “sacando” na Rússia.

Quanto aos erros mais pesquisados, a empresa portuguesa refere as palavras: “concerteza”, “compania”, “extender”, “excessão”, “disfrutar”, “mecher”, “apartir” e “priberan”.

Durante o ano de 2013, “o dicionário Priberam recebeu mais de 62 milhões de visitas que, com o tempo médio de mais de quatro minutos de permanência no site, perfizeram o equivalente a mais de 491 anos”, adiantou a empresa.

Ao todo foram visualizadas 200 milhões de páginas. Estes números não incluem os acessos a partir das aplicações do dicionário para Android, iOS e Windows Phone. Carlos Amaral, CEO da Priberam, referiu que “no último trimestre, os acessos a partir de dispositivos móveis quadruplicaram, comparativamente com o mesmo período de 2012, o que demonstra a receptividade que o novo site, adaptado a qualquer tipo de dispositivo, está a ter”.

* Os portugueses são distraídos, esqueceram-se do "H". Estão podidos.


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DOUTRO SÉCULO


  GRANDES INVENÇÕES

 FAX DE FOLHA CONTÍNUA

 PISTOLA DISFARÇADA COM
 MÁQUINA FOTOGRÁFICA

 RÁDIO PORTÁTIL COM 
ALTIFALANTE EXTERIOR

 ÓCULOS PRISMÁTICOS PARA
LEITURA NA CAMA


 SONAR PARA CEGOS


 AMORTECEDOR DE 
COLISÃO COM PEÕES


 PIANO PARA ACAMADOS

 LARINGOFONE


 COLETE DE SEGURANÇA 
ELECTRIFICADO


 CICLO-SKATE

PONTE PEDONAL DE EMERGÊNCIA



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HOJE NO
"DESTAK"

Filme 
"A última vez que vi Macau" candidato de
. Portugal a prémio de cinema do México 

 O filme "A última vez que vi Macau", de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, é o candidato português a uma nomeação para os prémios Ariel, da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do México, foi hoje anunciado. 


 A Academia Portuguesa de Cinema anunciou hoje que selecionou o filme português para uma nomeação para o prémio de melhor filme ibero-americano. A 56/a edição dos Prémios Ariel acontecerá a 27 de maio, mas as nomeações nas diferentes categorias serão conhecidas a 01 de abril, na Cidade do México. 

 * Como? Não é um filme, é um absurdo!


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FINTANDO A MORTE




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HOJE NO
"i"

Separados de fresco. 
As festas de divórcio vieram para ficar

A ideia surgiu no estrangeiro, mas em Portugal já há muitos adeptos destas festas com direito a presentes, convidados e muita bebida à mistura

"Save the date", lê-se no envelope. Um convite para mais um casamento, pensa, enfastiada, a destinatária. Mas não. Uma amiga da faculdade, recém-divorciada, decidiu festejar à grande o fim do casamento e não se poupou a despesas para que o mundo inteiro soubesse que se tinha finalmente livrado do marido. Não faltou sequer o bolo - a foto acabaria partilhada em tudo o que é rede social -, decorado muito a propósito: o noivo caído na última camada de maçapão branco, como se tivesse levado uma sova, e ela, a noiva, vitoriosa e feliz no topo.

Estes inícios de história são cada vez mais frequentes nos EUA e no Brasil, onde as festa de divórcio estão em alta e onde não faltam empresas dedicadas a organizar o grande dia. Por cá não serão tantas, mas o nicho de mercado começa a ser explorado e os portugueses estão decididos a aderir à ideia.
A Mundial Eventos é uma das empresas que em Portugal organizam festas de divórcio e os seus números mostram que não estamos assim tão longe de competir com brasileiros e americanos. Por cada 15 despedidas de solteiro, esta empresa organiza uma festa de divórcio.

Pedro Raposo, responsável da empresa sedeada em Cascais, garante que desde que o projecto surgiu, há seis anos, o negócio "tem vindo a crescer gradualmente". Para o futuro não tem grandes dúvidas: a tendência é haver mais festas de divórcio em 2014, se a "lógica crescente ao nível cultural" se mantiver.
Mas quem é que pede ajuda para celebrar o divórcio? "Os homens com idades entre os 28 e os 42 anos" são os que mais recorrem aos seus serviços e na maioria dos casais os clientes "fazem as festas em separado". De acordo com a sua experiência, Pedro Raposo acredita tratar-se de clientes que terminam as relações "sem ressentimentos ou rancor", e daí a sua predisposição para festejar.

No que respeita à festa propriamente dita, não há limites para a imaginação: a vontade do cliente é soberana. O tema, a ementa e o bolo são variados e apresentados em packs, mas o cliente pode pedir um serviço personalizado. O custo do serviço começa nos 9,49 euros por pessoa e varia consoante aquilo que o cliente desejar. Seja em restaurantes, seja em embarcações, em parques temáticos ou na casa do cliente, a diversão é garantida.

António Nunes e a ex-mulher fazem parte do universo de pessoas que resolveram festejar o fim do casamento, muito antes de a moda ter pegado nos EUA. Ao fim de 20 anos de casamento, o divórcio chegou nos anos 90.
A relação, conta ao i, acabou por "mútuo consentimento". Sem mágoas. António recorda-se perfeitamente do dia em que se divorciou: "Estava um dia bonito e a conversa com o conservador até foi agradável. Eu e a minha ex-mulher saímos do notário, olhámos um para o outro e seguimos para um restaurante. Fomos beber uns copos", conta. António afirma que o almoço serviu para selar o momento e "consolidar a amizade" que ainda hoje conservam.

uma espécie de luto 
 Luís Miguel Neto, psicólogo, considera que estas festas podem ser encaradas como uma nova forma de fazer o "luto da relação". E, como o próprio refere, "não é por se tratar de uma festa que é menos legítima".

Tal como tantos outros rituais que marcam o casamento, as festas de divórcio podem ser encaradas como uma "ritualização nas relações". Segundo este especialista - que diz ser a favor deste tipo de festas -, o "aspecto de celebração é muito importante nas diferentes fases das relações". Os divórcios não são excepção.

"As separações, mesmo quando não são litigiosas, marcam uma nova forma de repensar a vida. E a sensação de perda pode ser diminuída por estas festas, que introduzem mais racionalidade na relação, criando uma perspectiva sobre a realidade", explia ao i o psicólogo.

Além disso, Luís Miguel Neto acredita que este tipo de eventos pode "ser decisivo para marcar a identidade e o carácter das pessoas", sobretudo nos casos em que as relações são conturbadas. "Se as coisas acabam, não têm de ser vividas com peso", acrescenta.

Apesar de, aos poucos, estes festejos começarem a entrar no quotidiano de muitas pessoas, as festas de divórcio continuam a ser olhadas com desconfiança. Provocação ou acto de mau gosto, as caracterizações não faltam a quem quer criticar a decisão de celebrar o fim do casamento. 

Questionado sobre a resistência que a maioria dos portugueses ainda tem a este tipo de eventos, o psicólogo diz ser "natural haver pessoas que resistam ao triângulo das festas de divórcio". Porquê? Porque "a cultura portuguesa é muito colectivista". "A cultura nacional vive em diferentes fusos temporais e é natural que haja vozes que por vezes lembrem mais a Idade Média e outras que se insiram mais dentro da modernidade, dos valores de autonomia, da liberdade e do crescimento pessoal", termina.

* Super marketing, ninguém escapa.

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TANTO PARA

OUVIR

COMO PARA


CURTIR




















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HOJE NO
"A BOLA"

Quaresma recupera camisola número 7

O FC Porto atualizou os dados relativos ao plantel profissional e o que salta à vista é o facto de o número 7, que no início da época pertencia ao argentino Iturbe, ser novamente de Ricardo Quaresma.

O ‘Mustang’ recuperou o dorsal com o qual conquistou muitos títulos ao serviço dos dragões.
Havia a dúvida em saber se Quaresma poderia utilizar o número 7 agora no mercado de inverno depois de Iturbe o ter feito no jogo com o Marítimo, relativo à segunda jornada, isto antes de rumar por empréstimo ao Verona, de Itália.

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional deu luz verde e Quaresma passará a envergar o seu número predileto assim que seja chamado por Paulo Fonseca.


* É um reforço, fará falta ao FCP?

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QUEDA LIVRE EM SUSPENSÃO



Recorde Mundial

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HOJE NO

"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Prestação da casa aumenta em 
Janeiro para todos os créditos

A prestação da casa vai aumentar em janeiro tanto para as famílias com contratos de crédito indexados à taxa Euribor a seis meses como a três meses, segundo os cálculos da Deco/Dinheiro&Direitos feitos para a Lusa.

No caso de uma família com um empréstimo à habitação no valor de 150 mil euros a 30 anos indexado à Euribor a seis meses e um 'spread' (margem de lucro do banco) de 1%, esta vai passar a pagar 508,45 euros a partir de janeiro, mais 3,56 euros do que na última revisão deste crédito, em julho.

Já para os créditos com valor, prazo e 'spread' iguais, mas indexados à Euribor a três meses, a prestação a pagar em janeiro salta para os 501,57 euros, neste caso mais 3,59 euros do que na última revisão, em outubro.

O aumento das prestações do crédito à habitação acompanha a subida ligeira que as taxas Euribor registaram em dezembro. A média da taxa Euribor a seis meses fixou-se nos 0,343% no último mês do ano, enquanto a média da taxa a três meses passou para 0,273%.

A prestação da casa é calculada na altura da contratação do crédito e, posteriormente, revista de acordo com o prazo do indexante. A maior parte dos créditos à habitação em Portugal estão indexados à Euribor a seis meses e, portanto, são revistos a cada meio ano.

* Estão a assaltar-nos!

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