segunda-feira, 31 de março de 2014

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE NÓS


ENCONTRAMOS!




Noruega já tem “elevador” para ciclistas. 
Bom, era chegar a Lisboa e Porto






O Trampe Cyclo Cable é o primeiro elevador de bicicletas para áreas urbanas que torna mais fáceis as subidas enquanto se anda de bicicleta. 

A cidade norueguesa Trondheim é conhecida por ser a terceira maior cidade do país. Agora, é também conhecida pelo novo e invulgar transporte que auxilia os ciclistas a subirem uma colina de inclinação acentuada.


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 2.SEGREGAÇÃO





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LAGO DOS CISNES


UMA INTERPRETAÇÃO DIFERENTE


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HOJE NO
"RECORD"

Ogier: 
«Seria muito bom se o rali voltasse 
ao norte de Portugal»

O campeão do mundo de ralis, Sebastien Ogier, afirmou, esta sexta-feira, que seria muito bom um regresso do Rali de Portugal ao norte do País, mas ressalvou que se sente muito bem no sul, onde já venceu três vezes. 

"Tenho a certeza de que seria muito bom se o rali regressasse ao norte do País. É uma zona espetacular para fazer o rali. Há muitos amantes da modalidade, talvez até mais do que no sul. Mas o sul de Portugal também é espetacular", disse o piloto francês da Volkswagen.

"Mas eu tenho boas memórias do sul de Portugal, até porque já ganhei três vezes no sul. Na verdade não quero deixar o sul de Portugal, porque gosto desta zona, embora esteja convicto de que se fossemos para o norte também seria uma boa opção para o Rali de Portugal", acrescentou.

O Automóvel Clube de Portugal tem vindo a estudar a possibilidade de o Rali de Portugal regressar ao norte do país, depois de 10 edições consecutivas no sul. Um regresso do rali para o norte, admitem os organizadores da prova, tem vantagens, mas tornam-na mais cara.

O ACP remeteu para breve uma decisão sobre a localização da prova de 2015. Sebastien Ogier falava aos jornalistas durante uma visita à Volkswagen Autoeuropa para uma sessão de autógrafos, que decorreu junto ao carro da Volkswagen com que vai disputar o rali (o Polo-R WRC).

Acompanhado pelo navegador Julian Ingrassia, o piloto francês fez grandes elogios ao WRC Fafe Rally Sprint, no qual se sagrou vencedor no passado sábado, não obstante ter sido a primeira vez que competiu naquele troço, Fafe-Lameirinha.

"Foi um grande evento. É fantástico correr naquelas condições, com muitos espetadores e uma grande atmosfera. A estrada também era muito boa e corremos para muitos amantes da modalidade", disse. 

Sebastien Ogier disse ainda que tem um carinho muito especial pelo rali de Portugal, porque foi em Portugal que ganhou pela primeira vez. "O rali de Portugal é o meu favorito, aquele que está no meu coração, porque foi aqui que ganhei pela primeira vez. Temos estado em bom nível em Portugal e assim queremos continuar", acrescentou o piloto francês.

Sebastien Ogier é, uma vez mais, considerado como um dos grandes favoritos para a edição deste ano daquele que já foi classificado como o melhor rali do mundo. O Rali de Portugal arranca na quinta-feira, em Lisboa, e decorre até 06 de abril, num total de 336 quilómetros cronometrados divididos por 16 provas especiais de classificação, no Baixo Alentejo e Algarve. 

* Desejamos que seja uma prova espectacular.

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1.AMAZÓNIA


SECRETA






FONTE:João Pedro Menegali Salvan Bitencourt


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HOJE NO

"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Brasileiras põem fotos suas na Net 
em campanha contra violações

Milhares de brasileiras famosas e anónimas puseram fotos suas na Internet, algumas delas seminuas, numa campanha contra violações, em resposta a uma sondagem que indica que muitos brasileiros acreditam que mulheres que usam roupa curta merecem ser violadas.  
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O protesto virtual, conhecido pela hashtag  "EuNaoMerecoSerEstuprada", foi motivado pelo resultado de uma sondagem do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada na última quinta-feira, na qual 65% dos entrevistados afirmaram que mulheres que usam roupa curta merecem ser atacadas. 

A sondagem foi feita com 3.810 pessoas, entre homens e mulheres, e também mostrou que 58,5% dos entrevistados acreditam que haveria menos violações se as mulheres "soubessem se comportar".

A campanha virtual disseminou-se pelas redes sociais, com fotos de mulheres que escreveram no corpo ou em folhas de papel palavras de ordem contra a violência sexual. Alguns homens também se uniram à manifestação. 


Algumas participantes, entretanto, receberam ameaças pelas redes sociais após o protesto. A mentora da manifestação, a jornalista Nana Queiroz, afirmou à imprensa brasileira que a sua foto chegou a ser adulterada, ficando com os dizeres "mereço ser estuprada" num página na Internet.

* As violações só reduzem quando estas forem consideradas pela lei como tentativa de homicídio e pesadamente penalizadas.

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2.O DEUS QUE


NÃO ESTAVA LÁ





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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Ministro das Finanças alemão compara
. Crimeia a Hitler, mas depois recua

O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, juntou a sua voz a quem compara o que se está a passar na Crimeia com a invasão à Checoslováquia, em 1938, pelas forças nazis. Angela Merkel, no entanto, travou estas comparações, dizendo que o caso da Crimeia é único.

 Para uma assembleia de estudantes, o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, não teve dúvidas em falar do caso da Crimeia.

“Sabemos tudo pela história”, declarou, referindo-se aos argumentos que o presidente russo, Vladimir Putin, utilizou para anexar a Crimeia à Rússia.

E concretizou: “esses eram os métodos que Hitler utilizou para assumir a região dos Sudetas [região na Boémia, onde residiam alemães e que na década de 30 fazia parte da Checoslováquia]”, disse, citado pela Reuters.

Já Putin justificou a anexação da Crimeia dizendo que queria proteger os russos que residem na Península que estava nas mãos da Ucrânia. Hitler utilizou o argumento de protecção dos alemães para invadir a Checoslováquia.

Face às declarações, que tiveram impacto na Alemanha, Angela Merkel travou-as, não só distanciando-se delas, como declarando que vê o caso da anexação da Crimeia “como um caso isolado” e uma violação das leis internacionais.

Depois desta tomada de posição de Merkel, o gabinete de Schäuble desmentiu que o ministro alemão tenha comparado a Rússia ao Terceiro Reich.

O porta-voz emitiu um comunicado, citado pela Reuters,em que declarou: “o ministro Schäuble evidenciou, num encontro com estudos, que as acções da Rússia na Ucrânia violam as leis internacionais e alertou para as consequências. Claramente rejeitou qualquer comparação entre a Rússia e o Terceiro Reich”.

As declarações de Schäeuble relembraram a afirmação que Hillary Clinton, ex-secretária de Estado norte-americana, fez no início do mês de que a situação na Ucrânia fazia lembrar o que Hitler fez nos anos 30. Também Clinton desmentiu, no dia seguinte, que estivesse a fazer uma comparação.

* É estranho que algumas individualidades da cena política internacional deêm o dito por não dito, no mínimo são ridículas, no meio termo são cobardes, no topo obedecem ao dinheiro.


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INÊS TEOTÓNIO PEREIRA

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A cigarra, 
a formiga 
e a matemática

Eu, tal como a formiga, prefiro ter todo o trabalho agora, do que deixar o meu futuro nas mãos da segurança social
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Partindo do princípio realista de que são os meus filhos que me vão sustentar na velhice e não a Segurança Social, penso muitas vezes naquilo que eles vão ser quando forem grandes. O facto de ter seis filhos também tem a ver com isso, confesso. Seis filhos, ao contrário do que as pessoas pensam não é uma opção totalmente altruísta, corajosa, etc.

Estão a ver a história da formiguinha e da cigarra? Ora, a formiguinha sou eu; a cigarra são todos aqueles que já foram à neve este ano, que gastam o subsídio de férias nas férias e não em material escolar, que têm a casa sempre arrumada, que dormem a noite toda sem interrupções de choros de bebé, que quando entram num centro comercial para comprar uns sapatos saem de lá com uns sapatos novos e não com roupa nova para as crianças e que guiam carros de cinco lugares e não camionetas de mudança.

Eu, tal como a formiga, prefiro ter todo o trabalho agora, do que deixar o meu futuro nas mãos da Segurança Social. Não é que eu confie plenamente nos meus filhos, mas eles, ao contrário da Segurança Social, ainda não estão falidos.

No entanto, eu não sei como será o futuro dos meus meninos. Não sei eu, não sabem as escolas, não sabem os economistas nem sabem os visionários. Ninguém sabe, porque ninguém sabe como Portugal ou mundo vão estar daqui a cinco anos, quanto mais daqui a 15 ou 20. Ninguém sabe se no futuro vão ser precisos canalizadores, engenheiros, artistas plásticos, gestores, cozinheiros, advogados ou auxiliares de medicina dentária. Os meus filhos não se preocupam com assunto: quase todos querem ser futebolistas, um deles quer ser treinador de futebol e a única rapariga ambiciona ser mãe. Temo, portanto, o pior. Temo que a minha reforma não esteja assegurada convenientemente visto que nenhum deles se revelou uma jovem promessa do futebol português.

No entanto, sei que ainda vou a tempo de os impedir de aderirem ao clube de futebol as Andorinhas. Como? Com a matemática. Eu estou absolutamente convicta de que quem se safa neste mundo percebe matemática e que a grande parte das pessoas que foram para áreas disciplinares que não incluem matemática foram apenas para fugir à matemática. Todos os outros, ambicionam ser cantores, actores ou futebolistas.

E qual a importância da matemática na minha análise empírica? Segundo eu, quem percebe de matemática pode ser também especialista em história, mas um advogado ou um historiador será sempre uma nulidade nas derivadas. É injusto, mas é mesmo assim.

Nenhum dos meus filhos teve ainda de escolher áreas disciplinares, por isso, estão irremediavelmente presos à matemática, com grande responsabilidade dos seus progenitores que saltam da cadeira quando a nota a matemática é boa e ficam sentados quando a nota a outra disciplina qualquer é boa. Só que cheguei agora a um impasse: eu não percebo nada de funções e os meus filhos estão a dar funções. Ou seja, a partir de agora a matemática fugiu ao meu controlo e depende deles entenderem-se com ela. Não há nada que eu possa fazer para os convencer a gostarem um do outro.

Ao contrário do que dizem não são as hormonas as principais responsáveis pelo corte do cordão umbilical, mas sim as funções. No dia em que os nossos filhos começam a perceber matemática mais do que os pais (ou apenas mais do que um deles), emanciparam-se. Esse dia chegou para dois dos meus filhos. A minha sorte é que tenho seis. Lá está: eu armazeno filhos, tal como a formiga armazenou comida para passar o Inverno. Daqui a 30 anos logo digo se resultou ou não.

IN "i"
29/03/14


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136.UNIÃO



EUROPEIA











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HOJE NO
"DESTAK"

Vários oficiais generais assinaram hoje
. petição para a reestruturação da dívida 

 A petição que defende a reestruturação da dívida pública portuguesa foi hoje subscrita por mais 26 militares reformados, dos quais 19 oficiais generais, que se juntaram aos ex-chefes de Estado-Maior Pinto Ramalho (Exército) e Melo Gomes (Marinha). 
NÃO É A PETIÇÃO
 Entre os novos subscritores estão antigos elementos de topo da Guarda Nacional Republicana, como Mourato Nunes, Samuel Marques Mota ou Mário Cabrita. 

Na maioria do Exército (sete tenentes-generais e quatro majores-generais), estes subscritores contam também com cinco vice-almirantes e dois contra-almirantes. Existem ainda mais seis coronéis e um major. 

* Não tem grande significado, por onde têm andado estes senhores oficiais nos anos transactos?


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 1.SEGREGAÇÃO






















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14.AS FORMAS DO

INVISÍVEL



CERÂMICA





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HOJE NO

"i"

Estado gastou 3,5 milhões de euros com
. consultores externos na semana passada

Gastos na contratação de consultores externos atingiram os 3,5 milhões de euros. Em produtos alimentares e refeições foram apenas 2,6 milhões

Os gastos dos organismos públicos em consultoria e assessoria na última semana foram superiores às despesas com a alimentação. De acordo com a análise do i aos contratos de aquisição de bens e serviços divulgados no portal Base entre o dia 22 e as 16 horas de sexta-feira, o custo da contratação de serviços de consultoria e assessoria ascendeu a 3,5 milhões de euros, enquanto que o da alimentação (produtos alimentares e refeições confeccionadas) se ficou pelos 2,6 milhões. 


O contrato mais elevado foi publicado pelo Banco de Portugal (BdP), que por 32 dias de "consultoria financeira" da Oliver Wyman pagou 322,2 mil euros. Este já é o segundo ajuste directo celebrado pelo banco central e esta empresa recentemente. Em Maio do ano passado, o BdP contratou os serviços (98 dias) desta consultora por 483 mil euros.




Combate à fraude e desperdício  
Outro dos contratos de consultoria mais elevados foi publicado pela SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde. Este organismo contratou a Accenture por 180 mil euros (mais IVA) para serviços de "combate à fraude e desperdício". 

Questionada sobre o objectivo deste contrato, a porta-voz dos SPMS explicou ao i que este "surgiu da necessidade de manter em funcionamento a Unidade de Exploração de Informação (UEI), constituída no âmbito do Centro de Conferência de Facturas". E acrescentou que "a UEI tem a função de, através da exploração de informação, detectar situações de não-conformidade, que possam configurar fraude ou desperdício para o Serviço Nacional de Saúde (SNS)", salientando que "o referido contrato produziu efeitos de 1 a 31 de Janeiro de 2014, com renovações automáticas por períodos de um mês, até ao limite de seis meses." 

A assessoria de imprensa revelou ainda que "a SPMS foi mandatada pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) para a realização deste procedimento" e que "o mesmo foi apenas renovado por um mês, em Fevereiro de 2014, tendo sido terminado a 28 de Fevereiro, uma vez que a UEI está, agora, sob responsabilidade directa da ACSS".
A SPMS publicou ainda mais um contrato, celebrado no final de 2013, com o Instituto de Direito do Trabalho da Faculdade de Direito de Lisboa por 72,5 mil euros (mais IVA). O objectivo é "obter um estudo de direito comparado e comunitário" bem como "um projecto de lei que sistematize o regime jurídico dos sistemas de informação, bases de dados e dados de saúde".

Novo sistema de monitorização
  A ACSS, por seu lado, publicou dois contratos de aquisição de serviços externos de consultoria. Um com a empresa Insermargem - Prestação de Serviços de Consultoria, Lda e outro com a Oliveira, Reis & Associados (SROC). O primeiro contrato, com um custo de 23,9 mil euros, visa "a inventariação, etiquetagem e elaboração de manual de procedimentos".
O segundo, com um preço contratual de 17 mil euros, tem em vista a elaboração de um "caderno de encargos para um concurso público para a criação de um modelo de reporte e monitorização da performance económico-financeira do SNS".
O i tentou saber que novo modelo de reporte e monitorização é que a ACSS pretende definir - até porque já tem um em funcionamento - e questionou a necessidade de contratar entidades externas e não aproveitar recursos internos mas até à hora de fecho desta edição não obteve resposta.

Mais 42,6 milhões em construção  
Em termos globais, foram publicados 1675 contratos com um montante total de 93,6 milhões de euros no período em análise. Deste valor, 42,6 milhões foram aplicados em obras de construção civil.
A segunda rubrica com maior volume de despesa foi a dos medicamentos, com contratos no valor total de 10,7 milhões. Na área da saúde, destaque ainda para os 5,6 milhões gastos na compra de material e dispositivos médicos e para os 549,5 mil na aquisição de serviços médicos a empresas privadas. 

Nas restantes rubricas foram contratualizados mais 4,5 milhões em sistemas de informação, cerca de três milhões em energia, 1,2 milhões em viaturas e 960,2 mil em serviços e material de limpeza.

* Afinal o Estado é gordo!


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 PARA A GAIATADA

Na to be kid, um fim de semana recheado de atividades para as suas crianças!
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5 e 6 de Abril são dias de Workshop

Vamos ter um fim de semana diferente, dois dias, três workshops!

Traga as suas crianças e venha relaxar e divertir-se!
Abril
5-6

Agenda:


Escolha, inscreva-se e venha divertir-se!
5 de Abril
10h-11h
Relaxar para Crescer - Workshop Relaxação Infantil

A agitação do dia-a-dia (a escola, as atividades extracurriculares, os trabalhos de casa) faz com que as crianças tenham poucos momentos para relaxar, momentos de acalmia onde possam tomar consciência de si, do seu corpo, das suas sensações e emoções.
Para crianças dos 4 aos 8 anos (podem participar sozinhas ou acompanhadas pelos pais)
Necessária inscrição prévia
6 de Abril
10:30h - 11:30h
Workshop Terapia do Riso - Entrada livre

Vamos fazer jogos, contar histórias e rir muito!
Para crianças dos 4 aos 10 anos (as vagas são limitadas)
Necessária inscrição prévia
6 de Abril
16:30h
17:30h
Workshop Babyoga

16:30h - dos 2 aos 8/9 meses
17:30h - dos 1 aos 3 anos
Venha partilhar momentos de Amor e Diversão com os seus filhos.
As vagas são limitadas
Necessária inscrição prévia
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Maria Bethânia
Não Mexe Comigo





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HOJE NO
"A BOLA"

João Sousa sobe ao 38.º lugar 
do ranking ATP

João Sousa reforçou esta segunda-feira a condição de melhor tenista português de sempre, ao subir a um histórico 38.º lugar do ranking ATP.
O tenista subiu quatro lugares em relação à semana passada, depois de ter atingido a terceira ronda do Masters 1000 de Miami (só perdeu com o checo Tomas Berdych, quinto do mundo).
Apesar de ter perdido a final de Miami frente a Djokovic, Rafael Nadal continua na liderança do ranking, à frente do sérvio.

No ranking feminino, a melhor portuguesa continua a ser Michelle Brito, que subiu ao 124.º lugar. Serena Williams reforçou a liderança com a vitória em Miami.

* Em poucos meses subiu da posição 50 até à 38, notável.


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 VER PR'A PERCEBER

 Como é procurar o avião desaparecido da Malásia no oceano Índico



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

CR7 faz 'mega-promoção' da Madeira

Tudo o que Cristiano Ronaldo faz o ou diz, normalmente, tem uma repercussão singificativa em todo o mundo por onde tem fãs. Desta feita, umas simples palavras sobre as suas raízes, sobre a Madeira, com uma foto apelativa de um miradouro de um dos cartazes do Turismo da Madeira, é suficiente para gerar milhares de likes, no facebook.

A mensagem já gerou milhares de visualizações e até às 15h45 contabilizava-se acima das 1.200 partilhas, mais de 65 mil 'gostos' e bem para cima de 2.300 comentários.

Não sendo a primeira vez que CR7 colabora indirectamente para promover a Madeira, o facto de ser seguido no facebook por mais de 76,7 milhões de pessoas, garante um alcance impressionante das suas palavras. E no final remete para a página oficial do Turismo de Portugal dedicado à Madeira.
É esta a mensagem, escrita em inglês, para o mundo ler:

"I’ve lived to play football since I was a kid. Living on a small island in the Atlantic, I would dream of bigger things. Dreams that became reality but that didn’t let me forget where I’m from. Discovering #Madeira is to discover more about me and about my roots."

* O Cristiano Ronaldo já demonstrou que é uma pessoa muito bem formada e não esquece o berço.

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 FOTOMONTAGEM





























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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

ANACOM exige mais transparência 
aos operadores de telecomunicações

Regulador justifica as novas exigências com o reforço da defesa dos consumidores.
A ANACOM - Autoridade Nacional de Comunicações vai avançar com maiores exigências de transparência da informação que é disponibilizada pelos operadores nos contratos e nas condições das ofertas. Em comunicado o regulador do sector das telecomunicações, justifica esta exigência com o reforço da defesa dos interesses dos consumidores.
 
De acordo com a ANACOM, a melhoria da qualidade da informação é fundamental para que os consumidores "possam fazer as escolhas mais adequadas de produtos e serviços". A entidade presidida por Fátima Barros pretende desenvolver uma ficha de informação simplificação, tal como já acontece com o sector bancário. Esta ficha deverá "ser obrigatoriamente entregue ao consumidor antes da celebração do contrato e sempre que se registem alterações ao mesmo".

Para garantir o reforço da defesa dos interesses dos consumidores, a ANACOM considera que deve existir "a harmonização da informação a disponibilizar nos contratos, nas condições da oferta e na ficha de informação simplificada, a utilização de uma terminologia comum e uma linguagem mais simples para facilitar a sua compreensão".

Neste âmbito, recentemente o regulador do sector das comunicações adoptou "um sentido provável de decisão que visa restringir as situações em que os operadores podem anunciar as ofertas como sendo de tráfego ilimitado ou com chamadas telefónicas e SMS ilimitados", pode ler-se no mesmo comunicado. Antes de apresentar um projecto de decisão, a ANACOM vai ouvir o mercado através de uma consulta pública que termina a 30 de Abril.

* O problema dos contratos com as operadoras são as letras pequeninas, que provocam  relações leoninas com o cliente,  o problema do cliente é que tem pouca capacidade para rebater os argumentos das operadoras, não tem grandes escritórios de advogados para o defender.
Vamos aguardar  as decisões da ANACOM


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BEIJOS NO VESTIÁRIO

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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Estratégia para sem-abrigo 
tem vivido sem apoio do Estado

"O que está a acontecer no terreno é muito boa vontade de municípios e organizações, sem qualquer tipo de apoio por parte do Estado", disse Henrique Pinto, responsável da ENIPSA.

A Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas Sem-Abrigo (ENIPSA) tem vivido do trabalho de associações, IPSS, misericórdias e municípios, dizem as organizações, segundo as quais nunca se viu o papel do Estado ou o seu financiamento. 


A ENIPSA foi apresentada em 2009, durante o mandato de Vieira da Silva como ministro do Trabalho e Solidariedade Social, e vigora até 2015. Em resposta à agência Lusa, o Instituto da Segurança Social (ISS) revelou que durante o ano passado foram acompanhadas 4.420 pessoas sem-abrigo, 76% homens e maioritariamente (31%) no distrito do Porto. 

O ISS assegura que está a coordenar a estratégia, na qual se encontram representadas várias entidades públicas e privadas. Contactado pela Lusa, o diretor executivo da CAIS explicou que o trabalho que tem vindo a ser feito desde 2009 é maioritariamente da responsabilidade dos municípios. "O que está a acontecer no terreno é muito boa vontade de municípios e organizações, sem qualquer tipo de apoio por parte do Estado", disse Henrique Pinto. 

O responsável apontou que a estratégia deveria funcionar como um plano nacional, nomeadamente através da disponibilização de verbas. Segundo o ISS, a implementação do plano é feita a nível local, "com base em planos específicos e adequadas às necessidades identificadas através dos Núcleos de Planeamento e Intervenção Sem Abrigo (NPISA)".


 "Até ao momento encontram-se em funcionamento 14 NPISA, nomeadamente em Almada, Amadora, Braga, cascais, Coimbra, Faro, Figueira da Foz, Lisboa, Oeiras, Porto, seixal, Setúbal e Vila Nova de Gaia", refere o ISS. No entanto, Henrique Pinto é perentório em afirmar que a estratégia "no que toca a Estado, Governo, tem estado em 'stand-by'", garantindo que a ENIPSA "está a funcionar, naquilo que é possível, pelos municípios que a agarraram e pelas organizações". 

Lembra, a propósito, que quando a estratégia foi apresentada foi definida uma verba de 75 milhões de euros. 

* O Estado a que isto chegou.


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A L F A B E T O


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Instituto Nacional de Estatística 
divulga dados relativos a 2013
Défice orçamental fixou-se 
nos 4,9% do PIB

O défice orçamental fixou-se nos 4,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE), na primeira notificação do ano enviada a Bruxelas ao abrigo do Procedimento dos Défices Excessivos. Quanto à dívida pública ficou nos 129%, mantendo assim a trajetória em alta e chegando aos 213 630,7 milhões de euros, mais 8771 ME que em 2012.

Em contas nacionais, a ótica que conta para Bruxelas, o défice orçamental ascendeu aos 8.121,7 milhões de euros, o equivalente a 4,9% do PIB, abaixo do valor inscrito no Orçamento do Estado para 2014, que apontava para um défice de 5,9% em 2013. O défice ficou também abaixo da meta com que Portugal se comprometeu com a 'troika' – composta pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), Comissão Europeia e Banco Central Europeu (BCE) - de 5,5% para o conjunto de 2013.

 O défice orçamental passou dos 6,4% em 2012 para os 4,9% do PIB em 2013, uma melhoria determinada "em grande medida" pelo aumento da receita de impostos e contribuições sociais, destacando-se "o contributo da receita extraordinária associada ao Regime Excecional de Regularização de Dívidas Fiscais e à Segurança Social, que atingiu 1280 milhões de euros".

O INE esclarece que, na passagem da contabilidade pública (ótica de caixa) para a contabilidade nacional (ótica de compromissos), um dos principais ajustamentos em 2013 é feito na rubrica "encargos assumidos e não pagos", que inclui sobretudo os pagamentos do Governo Regional da Madeira relativos a encargos dos anos anteriores.

Outro aspeto apontado pelo INE é a recapitalização do Banif (700 milhões de euros, o equivalente a 0,4% do PIB), que é incluído nas contas nacionais. Em janeiro, a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, afirmou no parlamento que, excluindo todos os efeitos extraordinários, o défice orçamental em 2013 seria de 5,2%, o que representa uma diferença de 0,6 pontos percentuais face a 2012. "Expurgados todos os efeitos extraordinários em 2012 e 2013, tivemos um défice em 2012 de 5,8% e em 2013 de 5,2%.

Expurgados todos os efeitos extraordinários, temos, portanto, uma diferença de 0,6 pontos", afirmou a governante. A meta do défice prevista para 2014 é de 4% do PIB.

DÍVIDA PÚBLICA NOS 129% 
A dívida pública ficou nos 129% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013, mantendo-se a trajetória em alta, de acordo com os números divulgados pelo INE. A dívida pública ascendeu aos 213 630,7 milhões de euros em 2013, mais 8771 milhões de euros do que em 2012, o primeiro ano em que o valor da dívida pública portuguesa ultrapassou os 200 milhões de euros.

 Em termos de rácio, a dívida pública terá aumentado 4,9 pontos percentuais do PIB em 2013 face ao registado no ano anterior (ambos os valores são provisórios), depois de um aumento de 15,9 pontos percentuais em 2012 por comparação a 2011.

O Governo estimava que a dívida pública ficasse nos 127,8% do PIB em 2013 e antecipa que caia para os 126,7% em 2014. Já o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Comissão Europeia (CE) calculavam que a dívida pública de Portugal atingisse os 129,4% do PIB em 2013, prevendo que recue para os 126,6% este ano.

 Próximo dos 130%, o rácio dívida/PIB de Portugal está acima do definido no Tratado Orçamental em mais do dobro: as regras europeias estabelecem que a dívida pública dos Estados-membros não pode superar os 60% do PIB.

TAXA DE POUPANÇA DAS FAMÍLIAS SOBE PARA OS 12,6% 
A taxa de poupança das famílias aumentou para os 12,6% em 2013, de acordo com os números do INE. Segundo as Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional, hoje divulgadas pelo INE, a taxa de poupança das famílias aumentou 0,6 pontos percentuais, passando dos 12% em 2012 para os 12,6% do rendimento disponível em 2013.

 Também a capacidade de financiamento das famílias aumentou para os 6,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013 (em 2012, foi de 6,4%), sendo que a redução da despesa do consumo final (-1,4%) foi "mais expressiva" do que a diminuição do rendimento disponível (-0,7%).

A queda do rendimento disponível das famílias (-0,7%) foi determinada pelo "expressivo aumento dos impostos sobre o rendimento e sobre o património" (+33%), que "mais do que compensou os aumentos das remunerações recebidas", que subiram 0,7% face ao ano anterior, o equivalente a 65,4% do rendimento disponível em 2013.

 CAPACIDADE DE ECONOMIA FIXA-SE NOS 2% 
A capacidade de financiamento da economia portuguesa face ao exterior fixou-se nos 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013, o primeiro ano em que Portugal gerou capacidade de financiamento (e não necessidade), segundo o INE.

De acordo com as Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional, depois de, em 2012, a economia portuguesa ter registado uma necessidade de financiamento de 0,1% - Portugal passou a ter uma capacidade de financiamento equivalente a 2% do PIB, em 2013, o primeiro ano em que a economia registou esta capacidade.

Desde 1996 e até 2012, a economia portuguesa registou sempre necessidades de financiamento, o que significa que o saldo das relações financeiras com o exterior foi consecutivamente negativo. Esta evolução em 2013 deveu-se, sobretudo, à melhoria do saldo externo de bens e serviços, com as exportações a crescerem 5,4% em 2013, "o que mais do que compensou o aumento de 0,9% das importações".

 O PIB atingiu os 165.666 milhões de euros em 2013, um crescimento nominal de 0,3% face a 2012, ano em que o valor do PIB foi de 165.107 milhões de euros. No entanto, em termos reais, a economia portuguesa contraiu-se 1,4% em volume no conjunto de 2013.

Considerando apenas as administrações públicas, a necessidade de financiamento diminuiu, passando dos 6,5% em 2012 para os 5% do PIB em 2013, explicando o INE que estes valores divergem dos divulgados no Procedimento dos Défices Excessivos devido a diferenças no tratamento de juros. A diminuição do défice em 2013 reflete o aumento de 27,8% dos impostos sobre o rendimento e o património, que "mais do que compensou os aumentos das remunerações e das prestações sociais pagas (7,7% e 5,3%, respetivamente)".

A evolução das remunerações traduz a reposição do pagamento dos subsídios de férias e de Natal dos funcionários públicos em 2013. No caso das sociedades não financeiras, a necessidade de financiamento fixou-se nos 2,1% do PIB em 2013, depois de ter sido de 3,9% em 2012, uma redução que se deveu sobretudo ao saldo menos negativo dos rendimentos de propriedade e à redução do investimento. O investimento das sociedades não financeiras diminuiu 7,3% em 2013, depois de ter registado uma queda de 10,6% em 2012.

PRODUÇÃO INDUSTRIAL VOLTA A ABRANDAR 
 O índice de produção industrial voltou a abrandar em fevereiro, registando uma variação homóloga de 3,8% para 95,4, ou seja 0,5 pontos percentuais (p.p.) abaixo da taxa de variação de janeiro. Segundo os dados do INE, o agrupamento de bens de consumo foi o único com contributo negativo (-0,7 p.p.) em fevereiro, correspondente a uma queda de 2,1% (0,3% em janeiro).

Contudo, foi o agrupamento de energia – ao passar de um crescimento homólogo de 14,6%, em janeiro, para 1,6% em fevereiro (contributo de 0,3 p.p.) - o que mais influenciou a evolução do índice agregado. Em sentido contrário, o agrupamento de bens de investimento registou uma aceleração de 9,8 p.p. face à taxa de variação do mês anterior (3,8% em janeiro e 13,6% em fevereiro), em resultado do efeito de base verificado na divisão fabricação de veículos automóveis, reboques, semirreboques e componentes para veículos automóveis.

Segundo o INE, excluindo este efeito, a taxa de variação do índice agregado teria sido de -2,1% (0,2% em janeiro). Já o agrupamento de bens intermédios apresentou um contributo de 2,4 p.p. para a variação do índice agregado, em resultado de uma taxa de variação de 6,6% (3,8% no mês anterior). Por secções, o INE aponta o contributo de 4,0 p.p. das indústrias transformadoras, em resultado de uma subida homóloga de 4,7% (3,3% no mês anterior).

Quanto à secção de eletricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio, teve um contributo de 0,6 p.p., originado por uma subida 4,2% (15,5% em janeiro). Relativamente ao índice da secção das indústrias extrativas, passou de uma variação homóloga de -10,3% em janeiro para -19,2%, em fevereiro.

Em termos de variação mensal, o índice de produção industrial recuou 0,6% em fevereiro (0,6% em janeiro), tendo o agrupamento de bens de investimento apresentado o único contributo positivo para a variação do índice total (0,9 p.p.), originado por uma variação mensal de 6,2% (-6,1% no mês anterior). Já o agrupamento de energia apresentou o contributo negativo mais influente (-0,8 p.p.), em resultado de uma taxa de variação de -4,6% (11,0% em janeiro).

Ao nível das secções, a de eletricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio registou uma taxa de variação mensal de -4,6%, depois dos 16,4% de janeiro. Em sentido oposto, o índice da secção das indústrias transformadoras passou de uma variação mensal de -1,7%, no mês anterior, para 0,8% em fevereiro, enquanto a secção das indústrias extrativas apresentou uma variação mensal de -12,9%, 2,7 p.p. abaixo do valor de janeiro.

* Com estes números se fôssemos governo demitiamo-nos, mas a abnegação da maior parte dos nossos ministros pelo exercício discricionário do poder não tem limites, são uns heróis.



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