segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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PSICOTERAPIA



Um casal vai a um psicólogo, após 20 anos juntos.
Quando chegaram ao consultório, o terapeuta, jovem, bonito, com “tudo no sítio”, pergunta qual é o motivo da consulta, e a mulher responde:

 - Pouca atenção, falta de intimidade, vazio, solidão, egoísmo, carinho, não me sinto amada e desejada...e por aí vai....
O psicólogo levanta-se e aproxima-se da mulher, pede que ela também se levante, abraça-a e beija-a com paixão, enquanto o marido os observa impressionado.
A mulher fica muda e senta-se meio atordoada. O terapeuta vira-se para o marido e diz:
- Isto é o que a sua mulher precisa pelo menos 3 vezes por semana! Você consegue?
O marido pensa um pouco e responde:
- Bom, eu posso trazê-la segunda e quarta, mas...às sextas, eu tenho jogo de futebol.



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O QUE NÓS



APRENDEMOS!







Uma proposta que com a devida vénia fomos buscar à revista SÁBADO


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BRINCOLHANDO





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innuendo

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Uma interpretação metaforica da transformação social da mulher através dos séculos.
Começando com o acordar, quando não existia nenhuma restrição social (nudismo), acordar que foi acompanhado pelo aumento de restrições sociais e fisiologicas.
 O estilo e a moda nos séculos recentes mais não são que uma máscara e um espartilho, uma prisão aberta cujas grades são as regras sociais que temos de cumprir.
As mulheres têm agora mais poder, liberdade e voz do que alguma vez tiveram mas ainda é pouco.
É altura de acordar, da era da feminilidade .... a mudança de poder aconteceu
O tempo curará todas as feridas...mas as cicatrizes ficarão para sempre...
Cena final (pele com marcas)


Como fotografo de moda e de publicidade, Ukay tem trabalhado numa grande variedade de projectos de marcas de moda internacionais, revistas e clientes de da Europa e da Ásia.
Nos projectos pessoais tenta sempre incluir uma mensagem social.
Vive em Singapura. 






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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Kangamba não contratou 
brasileiras para prostituição

Advogado do general angolano defende que apenas artistas brasileiros se deslocavam a Angola, onde atuavam em diversos espétaculos.

O advogado do angolano Bento dos Santos ‘Kangamba' no Brasil, Paulo Iasz de Morais, afirma que o seu cliente não financiou o tráfico de mulheres, contratando brasileiras para eventos e não para prostituição.  

 "Ele [Kangamba] contratou diversos artistas do Brasil, mulheres e homens, que fizeram eventos e shows no seu clube de futebol, o Kabuscorp", declarou à agência Lusa, por telefone, Iasz de Morais. O advogado realçou que os artistas brasileiros são "comuns" em Angola. 

Kangamba é marido de uma sobrinha do presidente angolano, José Eduardo dos Santos. No fim de outubro, a Polícia Federal brasileira divulgou que era suspeito de ser o financiador de um esquema de tráfico de mulheres que enviava as vítimas para a prostituição em Angola, Portugal, África do Sul e Áustria, em troca de pagamentos entre os 10 mil dólares (7.290 euros) e os 100 mil dólares (72,9 mil euros).
A investigação aponta para que os suspeitos tenham movimentado cerca de 45 milhões de dólares (14,7 milhões de euros) em seis anos de atividade ilegal.
Cinco brasileiros acusados de serem intermediadores foram presos. O empresário Kangamba teve a prisão preventiva decretada, e o seu nome está na lista de procurados da Interpol, assim como o outro suspeito angolano, Fernando Vasco Republicano.
O advogado de Kangamba afirmou que o cliente recebeu a notícia sobre o processo com "surpresa e indignação" e que os factos apresentados pela polícia foram "distorcidos da realidade". Iasz acrescentou que Bento dos Santos trabalhava com empresas que intermediavam a viagem de artistas e que "jamais imaginava ter qualquer tipo de problema". 
O advogado disse também que a Justiça brasileira não é competente para julgar o caso, recordando que Kangamba tem imunidade diplomática e a suposta prostituição teria ocorrido em Angola e não no Brasil.
Iasz informou ainda que já apresentou um recurso contra o pedido de prisão preventiva do empresário no tribunal federal de São Paulo e que, caso não consiga, irá recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal, ambos em Brasília.
Esta não é a primeira vez que o nome do empresário aparece nas páginas dos jornais internacionais, que o dão como envolvido em casos de polícia: em junho foi notícia em França por envolvimento numa investigação em curso sobre a posse de elevadas quantias de dinheiro não declarado, e, nesse mesmo mês, foi noticiado que comprou uma casa no mesmo condomínio privado do futebolista português Cristiano Ronaldo, em Madrid.

*  O general Kangamba
    gosta de eventos de cama,
    coitada da Avelina,
    sendo tão boa menina,
    que só lhe resta a sina 
    de ter as sobras, caramba!

Voltei a rimar....

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1. ORFEU 

NEGRO



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 Filme baseado na peça "ORFEU DA CONCEIÇÃO" de Vinicius de Morais tendo como fonte a mitologia grega, é um manifesto contra a loucura do carnaval do Rio de Janeiro.

Realizador: Marcel Camus
Musica: Antonio Carlos Jobim and Luis Bonfá
Argumento: Vinicius de Morales

Intérpretes
Orfeu: Breno Mello
Euridice: Marpessa Dawn
Mira: Lourdes de Oliveira
Morte: Adhemar Ferreira da Silva
Chico: Waldetar de Souza
Hermes: Alexandre Constantino
Benedito: Jorge Dos Santos
Zeca: Aurino Cassiano
Menina: Maria Alice


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos confirma 
Preço do gás natural 
vai aumentar 2,8% em Janeiro 

O preço do gás natural para consumidores até 10 000 metros cúbicos no mercado regulado vai aumentar 2,8% a partir de 01 de janeiro, revelou hoje a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). 

Em comunicado, a ERSE informou acerca da revisão trimestral da tarifa de gás natural que vai ocorrer no primeiro trimestre de 2014, um acréscimo que “corresponde a uma variação de 2,8% da tarifa transitória de venda a clientes finais para os fornecimentos abaixo de 10 000 m3”. “Da apreciação das condições de funcionamento do mercado de gás natural e das condições de aprovisionamento nos mercados 

internacionais, justifica-se a revisão das tarifas transitórias aplicáveis aos consumidores de gás natural a partir de 01 de janeiro de 2014”, justificou a ERSE no mesmo documento.

 Há duas semanas, a mesma entidade já havia anunciado que a fatura de eletricidade dos consumidores domésticos vai aumentar 2,8% em janeiro, o que representa um acréscimo mensal de 1,21 euros numa fatura média de 46,5 euros. 

 Em comunicado, a ERSE confirmou a proposta de atualização das tarifas transitórias de eletricidade para os consumidores que se encontram na tarifa regulada, que já tinha apresentado a 15 de outubro.

* Os preços dos bens de consumo a subir 
e o salário a dimnuir, 
porque à merda não mandamos o governo ir?
Até rima...

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4-CAÇADORES

DE VÍRUS


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Abandono de crianças 
em casa é "injustificável"

O presidente da Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco classificou hoje de "lamentáveis" e "injustificáveis" os casos de crianças deixadas sozinhas em casa, como o que aconteceu na madrugada de sábado no Porto. 
Um menino de três anos foi retirado de casa na madrugada de sábado pela PSP, onde se encontrava sozinho, e internado numa instituição da Segurança Social. 

"São casos lamentáveis e injustificáveis, sejam quais forem a situação das famílias", porque há instituições que podem auxiliar nestas situações, disse à agência Lusa o presidente da Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR).


Ressalvando que não conhece as circunstâncias deste caso, Armando Leandro afirmou que uma criança "nunca pode ser deixada neste estado de abandono" e, por isso, o Estado e a sociedade têm de intervir nestas situações.

Para o presidente da CNPCJR, "a polícia atuou muito bem" ao retirar a criança de casa, após denúncias dos vizinhos a dizerem que o menino, que faz quatro anos em janeiro, teria sido deixado sozinho num apartamento na Praça da Corujeira, em Campanhã. 

"É bom que as pessoas compreendam que isto é injustificável e que os direitos das crianças têm de ser respeitados", sublinhou.

Armando Leandro frisou que, "quando há dificuldades, as famílias devem recorrer às instituições públicas e particulares, que têm a obrigação de dar resposta a situações deste género".
O menino foi entregue aos cuidados de uma instituição da Segurança Social, disse a PSP que não conseguiu contactar a mãe ou qualquer outro familiar da criança.
"Conforme previsto na lei de proteção de crianças e jovens em perigo retirámos a criança e colocámo-la numa instituição", disse uma fonte policial.
Armando Leandro explicou à Lusa que o tribunal terá de "resolver de urgência" esta situação.

Tem de estudar o caso de "forma rápida" para garantir o afastamento da criança de uma situação de perigo e "a superação das consequências desta situação".
Questionado sobre se a situação de crise pode potenciar estes casos, Armando Leandro afirmou que "em princípio" pode, "mas nada o justifica". 

"As dificuldades não podem justificar que uma criança fique sozinha em casa", sustentou.
Armando Leandro reiterou que as famílias, a sociedade, as instituições públicas e particulares têm de interiorizar que "estas situações são inadmissíveis e têm de estar preparadas" para as prevenir.
Perto de 7.000 crianças e jovens em risco foram sinalizadas em 2012 pelos serviços de saúde, um aumento de 25% face a 2011 e de quase 100% face a 2010, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.
Segundo o documento elaborado pela Comissão de Acompanhamento da "Ação de Saúde para Crianças e Jovens em Risco", o principal tipo de mau trato sinalizado foi a "negligência" (67%), em linha com o verificado em anos anteriores.

Entre 2008 e 2012 o número de sinalizações registou uma tendência de crescimento, num total de 24.169 casos, com um valor médio anual de 4.847 casos.
Esta tendência de crescimento poderá evidenciar um efetivo aumento de maus tratos a crianças e jovens, a que "não será alheio o contexto de crise global", mas também uma maior capacidade de deteção destas situações pelos serviços de saúde e o desenvolvimento de "formas mais concertadas de cooperação e intervenção".

* Uma tragédia, quem é capaz de abandonar uma criança do que é que não é capaz?

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JOSÉ PACHECO PEREIRA

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2014.
o combate pelas palavras

Neste combate pelas palavras de 2014, o Governo parte em vantagem, não porque tenha razão, mas porque tem mais meios

2014 será um ano de completo, devastador, cruel, sem tréguas, combate pelas palavras. Dizendo palavras digo também ideias e fragmentos de ideias, mensagens virais e manipulações circulantes, explicações e mistificações, estatísticas, estatísticas torturadas, soundbites e frases assassinas.

Propaganda e razão vão estar de lados opostos, manipulação e vontade de verdade (concessão aos que a palavra verdade de per si ofende) vão-se defrontar, como sempre, de forma imperfeita e desigual. Do lado do poder todos os recursos serão utilizados, “comunicação política”, agências de comunicação, assessores, briefings e ministros da propaganda, marketing e “eventos” (tenho a certeza que Portas já pensa num “evento” grandioso e patriótico para festejar a “saída” da troika, por singular coincidência a dias das eleições europeias…).
Esse combate irá travar-se numa parte decisiva na comunicação social, em primeiro lugar na televisão, depois nas “redes sociais” e nos blogues e por fim na imprensa escrita. Alguns jornalistas ficam muito irritados quando afirmo (e vou repetir) que um dos problemas dos dias de hoje na vida pública em Portugal é a facilidade com que a comunicação social absorve a linguagem do poder e a reproduz como sendo sua, assim legitimando-a porque lhe dá um sujeito neutro, tornando-a uma verdade universal. Este processo não é simples, não se trata de estar “a favor” ou “contra” o Governo, nem sequer de actuar em função de preferências ou hostilidade partidárias, porque se fosse assim seria mais fácil identificar o que se passa.

Há um papel importante para os gostos e os ódios pessoais, mas isso faz parte do meio jornalístico desde sempre. O hábito é ajustar contas em função das simpatias ou antipatias pessoais entre jornalistas, políticos e outras personagens do espaço público, muito mais eficaz como explicação do que as simpatias partidárias. A promiscuidade entre jornalistas e “fontes”, a troca de favores e cumplicidades, as amizades e os amores, as vinganças e elogios interessados passam-se de modo subterrâneo, mas explicam muito da atitude de jornalistas face aos detentores do poder político, actual ou passado. Ora pouca gente cultiva mais a sua relação com os jornalistas do que os grupos dirigentes das “jotas” dos partidos, seja do PS ou do PSD, cuja proximidade social, cultural, de mentalidade e modo de vida, é quase total, e cuja partilha geracional de vocabulário (escasso), fragmentos de ideias, mitos e (in)experiências é igualmente comum.

Muitas vezes estas empatias têm a ver com o bem escasso da “influência” e os conflitos pela capacidade de a ter, outras vezes é inveja por ganhos e recursos. O problema é que, sendo esta uma explicação importante para muito do que se publica e se diz, ainda por cima em meios muito pequenos, que comunicam entre si, e onde está sempre alguém no lugar pretendido por outrem, ela é invisível para a comunidade dos consumidores dos media, que desconhecem muitos dos meandros que estão atrás dos bastidores. Explicava muita coisa, como se percebeu quando do “caso Relvas”, mas é na maioria dos casos impossível de usar.

Há cada vez mais jornalistas e jornalistas-comentadores mais próximos do poder, partilhando do mesmo pensamento de fundo associado ao “ajustamento”, embora possam discordar e algumas vezes serem até agressivos na crítica a aspectos de detalhe da governação. O problema é que a concordância de fundo é muito mais importante do que a discordância no detalhe e o núcleo central de legitimação do poder permanece intocável.

A mentalidade adversarial da comunicação social, já em si mesmo uma fragilidade, deu lugar a uma enorme complacência com o poder. Uma das razões desta proximidade de fundo tem a ver com o papel cada vez mais destacado da imprensa económica em tempos em que a “crise” é dominantemente explicada apenas pelas suas variantes económicas. O predomínio da economia levou a um avolumar do “economês”, uma variante degradada quer da economia, quer da política. E esse “economês” favorece os argumentos de “divisão” que têm tido muito sucesso no discurso público, fragilizando, no conflito social, umas partes contra as outras. Este discurso da divisão é uma novidade desta crise e uma das principais vantagens da linguagem do poder.

Colocar novos contra velhos, empregados contra desempregados, trabalhadores privados contra funcionários públicos, reformados da Segurança Social contra pensionistas da CGA, sindicalizados contra “trabalhadores”, grevistas contra a “população”, e muitas outras variantes das mesmas dicotomias, tem tido um papel central no discurso governamental, que encontra na “equidade” um dos mais fortes elementos de legitimação. Se se parar para pensar, fora dos quadros das “evidências” interessadas, verifica-se até que ponto uma espécie de neomalthusianismo grosseiro reduz todas estas dicotomias a inevitabilidades a projecções sobre o “futuro” muito simplistas e reducionistas e que recusam muitos outros factores que deviam entrar na avaliação dessa coisa mais que improvável que é o “futuro”. À substituição da política em democracia, com o seu complexo processo de expectativas e avaliações, traduzidas pelo voto, ameaçando, como dizem os “ajustadores”, pela “politiquice”, ou seja, as eleições, a “sustentabilidade” das soluções perfeitas de 15 ou 20 anos de “austeridade”, soma-se a completa falta de pensamento sobre o modo como as sociedades funcionam, que o “economês”, que é má economia, não compreende.

A redução das análises correntes a este “economês”, sem política democrática, nem sociedade, revela-se num fenómeno recente que é a proliferação de livros de jornalistas com as receitas para salvar o país, quase todos sucessos editoriais. Eles mostram a interiorização profunda, em muitos casos prosélita, noutros mais moderada, da linguagem, explicações, legitimações, amigos e adversários, proto-história e factos seleccionados, do discurso do poder sobre a crise. A isso acrescentam propostas em muitos casos inviáveis em democracia e num Estado de direito, e cuja eficácia, mesmo nos seus termos, está por demonstrar.

Esses livros favorecem a ideia de que o “vale-tudo” que está por detrás da continuada sucessão de legislação inconstitucional do Governo poderia ser a solução ideal “para Portugal”, que infelizmente é “proibida” ou pela “resistência corporativa” dos interesses ou por entidades como o Tribunal Constitucional, ou mesmo pela “ignorância” e impreparação da opinião pública. Escreve-se como se não houvesse interesses legítimos que o Estado de direito acautela, ou práticas brutais de transferência de rendimentos e recursos, que tem sempre quem ganha e quem perde, cujos efeitos na conflitualidade social tornam por si próprio insustentável a sua manutenção. São de um modo geral muito complacentes com os de “cima” e muito críticos dos de “baixo”, e dão pouca importância aos efeitos de exclusão e diferenciação social que as suas políticas propõem, mas, acima de tudo, ignoram sistematicamente que elas falham no essencial, ou seja, que são ineficazes para os objectivos pretendidos.

A solução é, em vez de mudar as políticas, acrescentar-lhes mais tempo e é por isso que o coro da “austeridade” para décadas é cada vez maior e será ruidoso depois da troika mandar aterrando cá, para mandar a partir de Bruxelas. Aliás, será um interessante exercício ver o que nos diziam em 2011, sobre os resultados que já se deveriam ver em 2012, e o milagre de uma economia pujante “libertada do Estado”, já em 2013, e que agora é de novo prometida em 2014. Se diminuíssemos a dívida e défice em função das “intenções proclamadas” para o ano seguinte, já estávamos a cumprir o Pacto Orçamental.

Alguns jornalistas sabem que é assim, que a linguagem do poder se estabeleceu de forma acrítica na comunicação social, e aqui e ali tentam funcionar a contracorrente. Mas as redacções estão muito degradadas, com meios muito escassos, o trabalho precário, barato ou quase gratuito, pouco qualificado, prolifera e o emprego está sempre em risco, pelo que a prudência exige muita contenção. Por outro lado, o papel crescente da “comunicação” profissionalizada, a que Governo e empresa, recorrem cada vez mais, exerce uma pressão considerável no produto final da comunicação social, em particular na informação económica. A isto se junta o proselitismo na Rede, nos blogues e no Facebook, nos comentários anónimos, às claras ou em operações “negras” de assessores militantes e amigos dos partidos do Governo, à procura de um lugar ao sol, ao exemplo do que um destes operacionais revelou recentemente numa entrevista à Visão.

Por isso, neste combate pelas palavras de 2014, o Governo parte em vantagem, não porque tenha razão, mas porque tem mais meios e, pior ainda, conta com a força que num país pequeno, fragilizado, com uma classe média empobrecida, com uma opinião pública débil, tem o discurso que vem do lado do poder. Já acontecia com Sócrates, acontece com Passos Coelho.

Historiador

IN "PÚBLICO"
28/12/13

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45.UNIÃO


EUROPEIA








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HOJE NO
"RECORD"

Isinbayeva chocada com 
atentados em Volgogrado

A atleta russa Yelena Isinbayeva, uma das melhores saltadoras com vara de todos os tempos, manifestou-se "devastada e chocada" com os dois atentados à bomba em Volgogrado, a sua terra natal. 

"É muito difícil falar sobre o assunto. Estou devastada e chocada. Nenhum familiar ou amigo foi afetado, mas sinto-me muito triste", afirmou a bicampeã olímpica à agência de notícias ITAR-TASS. Isinbayeva, também tricampeã e recordista mundial do salto com vara, nasceu em Volgogrado em 1982 e continua a treinar na cidade natal, sob as ordens do técnico Yevgeny Trofimov.

Pelo menos 15 pessoas morreram e outras 23 ficaram feridas na sequência de um novo atentado à bomba em Volgogrado.

O artefacto explodiu, esta manhã, no interior de um trólei do sistema de transporte público de Volgogrado. Segundo a televisão russa, o trólei - um meio comum de transporte nas cidades russas - ficou completamente destruído. 

O porta-voz do Comité de Instrução russo, Vladimir Markin, confirmou ter-se tratado de um atentado terrorista, anunciando a abertura de um inquérito. O Comité Nacional Antiterrorista da Rússia adiantou que os primeiros dados indicam que o atentado não foi perpetrado por um terrorista suicida, mas antes que a bomba foi colocada no interior do trólei, que se dirigia para o centro da cidade.

Este atentado é o segundo em menos de 24 horas em Volgogrado: no domingo, uma bombista suicida fez-se explodir na estação de comboios, causando 17 mortos e 45 feridos, de acordo com os mais recentes dados oficiais. 

* O terrorismo é uma desumanidade, mata inocentes, dilacera famílias.

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PREPARE 2014












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1.AS FORMAS DO

INVISÍVEL



AÇO



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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

As inovações tecnológicas 
que vão mudar 2014

Em 2014 haverá impressoras 3D para uso doméstico, drones, smartwatches e até televisões para moldar ao corpo.Tecnologia de ponta que vai estar acessível a qualquer pessoa. 
 
RUMO A S. BENTO
No que diz respeito à inovação tecnológica, 2013 foi um ano de poucas mudanças: a Apple manteve os dispositivos já conhecidos, a maior parte apenas atualizados em diferentes cores e com telas mais nítidas. As empresas dos media sociais disputaram os melhores filtros de fotos, e Silicon Valley ofereceu pequenas interações sobre os produtos existentes. No entanto, 2014 promete ter muito mais para oferecer.

Uma das novidades tecnológicas do novo ano passa pelos relógios, que já têm vindo a mostrar evoluções notáveis. Estes aparelhos irão assumir novas formas e funções, elevando-se a um novo nível: os "smartwatches". Daqui em diante será possível ligar os novos "relógios inteligentes" aos já conhecidos "smartphones", criando uma nova categoria de computação. Com esta associação será possível atender chamadas, ouvir músicas e realizar muitas outras tarefas através do relógio. Estes aparelhos serão capazes de contar os batimentos cardíacos e até registar o exercício físico diário.
Sony e Samsung já lançaram as seus produtos neste segmento. Os analistas preveem que a Apple lance este ano o seu "smartwatches".

Os telemóveis de 2014 irão parecer muito semelhantes aos de agora, sofrendo apenas alterações no tamanho e no peso, ou seja, tornando-se mais finos e mais leves. Os softwares também serão mais "inteligentes": em vez de ter de estar a olhar para o telemóvel o tempo todo, o "gadget" informa-lo-à quando precisa de olhar.

A aplicação Foursquare fará ainda mais sucesso, informando-o quando estiver perto de locais que pode querer visitar, e o Twitter e o Facebook irão aconselhá-lo sobre quem se deve congratular, por exemplo, muitos dos seus amigos estiverem a enviar os parabéns a uma pessoa.

A STMicroelectronics, uma companhia de criação de sensores para aparelhos móveis, revelou que vai começar a construir sensores de humor para os telemóveis.
Até agora, os ecrãs têm assumido tamanhos e formatos estandardizados, mas isso também estará prestes a mudar. 2014 trará consigo ecrãs flexíveis, que se podem moldar a partes do corpo, a objetos ou assentar na parede como uma tela superfina.
No novo ano espera-se que os drones, até agora utilizados mais por grupos restritos da sociedade, passem a ser utilizados por mais cidadãos. Jonathan Downey, chefe executivo da Airware, fabricante de drones, disse que vamos começar a ver muitas pessoas a utilizar estas máquinas voadoras para agricultura e bricolage, principalmente para chegar a lugares que são perigosos para trabalhadores humanos.

Em 2013, assistimos ao desenvolvimento de impressoras 3D, que conseguem fazer objetos, partindo de um ficheiro digital, com aplicações tão díspares como criar uma arma ou salvar um bebé de dois meses. Em 2014, essas impressoras passarão a existir nos nossos lares. Para que utilizaríamos esses aparelhos? Para fazer as próprias capas de iPhone, em vez de as comprar em lojas, ou até fazer utensílios de cozinha.

* Estamos impressionados, no carnaval iremos comprar um drone para levar bombas de mau cheiro a Passos Coelho e companhia, na páscoa compramos a impressora 3D para fabricar clisteres de açorda para os padres pedófilos e  no Sto António fabricaremos tronos do santo para os vender a turistas, compraremos sensores de humor para funcionarem quando o fisco nos assaltar e um smartwatch para nos indicar dia e hora convenientes para abandonar o país.
VIVA A TECNOLOGIA!

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Thomas Anders


It's Just Another New Years's Eve



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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

O que vai acontecer na área dos impostos?


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* A senhora jornalista não podia ser mais esclarecedora!
Estamos feitos!



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MICRO GINCANA

com Ken Block


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HOJE NO
"DESTAK"

PSP desmantela o "mais ativo" grupo de
. tráfico de droga a partir do Lumiar

 A polícia acredita ter desmantelado o "mais ativo" dos grupos dedicados ao tráfico de estupefacientes a partir da freguesia do Lumiar, em Lisboa, após deter 22 suspeitos e apreender droga, armas e dinheiro. 


O Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) sublinhou hoje que a investigação de oito meses culminou com uma operação realizada no domingo no bairro da Cruz Vermelha - Lumiar, na zona da Alta de Lisboa - e na qual deteve em flagrante delito 19 homens e três mulheres, com idades entre os 17 e os 63 anos, considerados "o grupo mais ativo no tráfico de estupefacientes" a operar na freguesia do Lumiar. 

 "Os detidos dedicavam-se à venda direta de heroína, cocaína e haxixe aos inúmeros consumidores que os contactavam para adquirirem estupefaciente para consumo. 

Esta situação infligia nalguns residentes do bairro um sentimento de insegurança, desconforto e receio, o que deu origem a inúmeras reclamações junto das forças de segurança", frisa a informação divulgada pela PSP. 

* Nós temos Polícias boas, pessimamente financiadas e apoiadas.

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 MADEIRA





















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HOJE NO
"i"

Estado gasta 1,6 milhões a 
reparar carros em quatro meses

As despesas dos vários organismos na aquisição de serviços de reparação e revisão de viaturas e compra de peças para os veículos das respectivas frotas estão em destaque no “Mercado da República” desta semana. A análise do i aos contratos publicados no portal Base permitiu concluir que os serviços públicos gastaram 1,6 milhões em menos de quatro meses. Os encargos assumidos pelo Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio e da Câmara Municipal de Lisboa na última semana também estão em lugar de destaque

Os organismos do Estado gastaram 1,6 milhões de euros na reparação, revisão e substituição de peças de viaturas em pouco menos de quatro meses. De acordo com a análise do i aos contratos publicados no portal Base ( http://www.base.gov.pt/base2/) entre Setembro, data em que começou a funcionar o "Mercado da República", e o dia 26 de Dezembro, já foram publicados 878 contratos com estes fins. 

A MOTA NÃO GASTA
Os encargos assumidos nestes quase quatro meses, extrapolados para o resto do ano, apontam para uma despesa de cerca de 4,8 milhões em 2013, um valor acima dos 4,5 milhões de euros, que o Ministério das Finanças estima terem sido gastos nas manutenções das viaturas que integram o Parque de Veículos do Estado (PVE) em 2012.
Dados fornecidos recentemente ao i indicam que no final de Junho deste ano estavam registados 26 789 veículos no Sistema de Gestão do Parque de Veículos do Estado (SGPVE), menos 903 veículos (-3,26%) do que os registados no final de 2011.
O facto de a larga maioria do PVE ter mais de 10 anos pode explicar o facto de muitos organismos terem de recorrer tão frequentemente aos serviços das oficinas.

DG Alimentação é a que mais repara  
Mais de metade do total dos contratos publicados no período em análise são da responsabilidade da Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV). O i contabilizou 575 procedimentos com um custo global de 126,5 mil euros.
Segundo a listagem fornecida recentemente pelo Ministério das Finanças, a Direcção-Geral da Alimentação e Veterinária é o 14.o organismo do Estado com mais veículos (223) numa lista liderada pela Guarda Nacional Republicana (1 975) e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (981).
O segundo organismo que mais recorreu aos serviços de reparação de automóveis foi a Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais. Esta entidade tutelada pelo Ministério da Justiça, que é o sexto do Estado com mais viaturas (589), publicou 81 contratos com um custo global de 36,5 mil euros. 

acidente custou 1040 euros  
A Secretaria-Geral do Ministério das Finanças foi o terceiro organismo com mais contratos (37) publicados com um valor total de 18,3 mil euros. No SGPVE, só tem 15 viaturas registadas mas a leitura dos contratos publicados permite concluir que algumas das reparações são de viaturas de outros serviços, como a Direcção- -Geral do Tesouro, a Inspecção-Geral de Finanças ou o gabinete do secretário de Estado da Administração Pública.
A revisão do BMW do demissionário Hélder Rosalino custou 722,17 euros e foi o segundo mais caro na lista deste organismo central, atrás dos custos de reparação de uma viatura após o "sinistro ocorrido em 24 de Setembro deste ano". Entre os restantes contratos destaque para as despesas efectuadas pela A.R.M - Águas e Resíduos da Madeira. Apesar de ter publicado apenas dois contratos, a compra de "peças e materiais para utilizar nas operações de manutenção preventiva" das viaturas da sua frota e os "pneus (novos e rechapados a frio), reparação de pneus e alinhamento de direcção das viaturas pesadas" representaram um encargo de 68,1 mil euros.
A Estradas de Portugal publicou três contratos com um custo global de 62,8 mil euros, a PSP dois por 59,9 mil e o Estado Maior do Exército seis por 47,6 mil euros. Na lista das reparações da instituição militar é de salientar os 11,5 mil euros gastos numa "viatura acidentada TP27 Toyota" e os 8 mil nas polémicas viaturas Pandur.
Em Outubro do ano passado, o "Público" noticiou que o Estado português já tinha pago 233 milhões de euros pela aquisição e manutenção destas viaturas. A análise do i aos contratos dos organismos da Defesa abrangeu apenas os procedimentos cujo objecto está bem definido. De fora ficaram dezenas de contratos que referem a compra de "sobressalentes diversos". A contabilização não incluiu também os 980 mil euros que o Ministério da Defesa pagou à Rolls Royce Brasil pela "reparação do Motor GEM MK1017" da Marinha. Entre os restante organismos destaque ainda para os 4,4 mil euros que a Casa Pia pagou pela reparação de diversas viaturas e aquisição de peças.

Coimbra foi a que mais gastou  
Analisando apenas os contratos publicados pelos municípios chega-se à conclusão de que a câmara de Coimbra foi a que mais gastou na reparação de viaturas. Os três contratos publicados representaram um gasto de 81,5 mil euros. A autarquia de Barcelos surge em segundo lugar nesta lista, com um único contrato de reparação de duas viaturas por 60,1 mil euros. Em terceiro na lista aparece o município de Lagos com 59,3 mil euros em 20 contratos e em quarto a câmara de Oeiras com 37,5 mil em dois.
Amarante e Lagoa fecham o top five dos municípios com mais despesas nesta área, com respectivamente, 32,3 mil euros em cinco contratos e 26,9 mil euros em 17. 

* A verba é grande, resta saber se todas as reparações valeram a pena.

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