terça-feira, 17 de dezembro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA




Informação Nutricional...


 SABEDORIA PROFUNDA !

O alimento mais completo é o
   pénis, tem leite, carne, dois ovos e  se consumido com prazer, pode encher a barriga durante uns 9 meses !

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O QUE NÓS

   
RECOLHEMOS!



ANA LEAL INCOMODA?


OS COLÉGIOS DO CORAÇÃO 
DE NUNO CRATO


UMA EXCELENTE REPORTAGEM DA  TVI 
CONDUZIDA POR ANA LEAL



Nuno Crato tem 19,4 milhões de euros para dar apoio directo às famílias que escolham os colégios privados para colocar os seus filhos.

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
11/11/2013



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MODERNA MENTE



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2-ARTE DA
SEDUÇÃO













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HOJE NO
"i"

UE alerta para dois inseticidas que
 podem ameaçar saúde humana

Os estudos sugeriram que estes produtos “podem afetar negativamente o desenvolvimento de neurónios e de estruturas cerebrais com funções como a aprendizagem e a memória” 

A União Europeia alertou hoje que dois inseticidas amplamente utilizados, um dos quais já implicado no declínio da população de abelhas, podem ser uma ameaça para a saúde humana. 

Os inseticidas acetamipride e imidaclopride, da classe dos neonicotinoides, “podem afetar o desenvolvimento do sistema nervoso humano”, anunciou a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar, naquela que é a primeira vez que é feita esta ligação. 

Em resultado desta descoberta, os especialistas propõem que “algumas recomendações quanto aos níveis de exposição aceitáveis sejam reduzidas enquanto são realizadas mais investigações para garantir informações mais fidedignas”. 

Aquele organismo da União Europeia indicou que a sua opinião se baseia em pesquisas recentes e em informações existentes sobre o potencial destes inseticidas para “danificar o sistema nervoso humano em desenvolvimento, em particular o cérebro”.

Os estudos sugeriram que estes produtos “podem afetar negativamente o desenvolvimento de neurónios e de estruturas cerebrais com funções como a aprendizagem e a memória”, declara a autoridade em comunicado. 

Já este ano, a União Europeia restringiu o uso de uma série de inseticidas produzidos pela suíça Syngenta e pela alemã Bayer, face a preocupações de que eram responsáveis por um declínio catastrófico na população de abelhas. 

As produtoras destes químicos insistem que os seus produtos não são responsáveis e anunciaram a intenção de processar Bruxelas. 

* É vergonhosamente estranho que a comunicação social não revele os nomes comerciais dos referidos produtos, não presta um bom serviço à cidadania!

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III-OS SETE


PECADOS CAPITAIS




3- A GULA







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HOJE NO
"A BOLA"

Vítor Serpa apresentou
 «Um dia olímpico»

Sala cheia ao final desta tarde na sede do Comité Olímpico de Portugal, em Lisboa, para a apresentação do livro «Um dia Olímpico», da autoria da socióloga e antropóloga Ana Santos.
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Uma obra com menos de 100 páginas que conta a vivência de atletas que muito se esforçam diariamente durante quatro anos em nome do objetivo maior que são aqueles intensos minutos de prova nos Jogos Olímpicos, que fazem todo a dedicação valer a pena.

A apresentação esteve a cargo de Vítor Serpa, diretor de A BOLA, surpreendido com a viagem que as páginas proporcionam: «É revigorante. Um texto que não é técnico, de evidente traço literário, de uma frescura de escrita feminina, de uma sensibilidade apurada. A autora envolve-se e sente. Transmite-nos a visão idílica que leva cada atleta a sentir-se um príncipe, ou princesa, num deslumbrante encantamento de um palácio de desporto que exige sofrimento. É uma pequena viagem , sem esforço e sem suor, uma viagem pela geografia do gosto. É a humanização dos atletas».

Ana Santos, emocionada com as palavras de Vítor Serpa, revelou que estão mais livros na forja: «Este será o primeiro de três. O segundo será para entender Portugal nos Jogos através da literatura.»
«Este livro serve para mostrar que todos nós temos dias olímpicos, com a intensidade do nosso quotidiano, com os nossos medos e ansiedades, com as nossas devoções e empenhos. Este ensaio relata a entrega desde o acordar, ao pequeno almoço, ao treino que se realiza ao frio, à chuva para exemplificar os muitos sacrifícios dos atletas perseguindo a ilusão que é o pódio», aconselhava Ana Santos, confidenciando muito se ter divertido a escrever «Um dia Olímpico».

* Portugal precisa de escritoras olímpicas.

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 1-SOBRE AS 


DROGAS


 INTRODUÇÃO



NR: Quando o tráfico e a tóxico dependência atiram tanta gente para a degradação e miséria, apresentamos-vos uma nova série sobre este melindroso tema. Cada um que tire as ilacções que achar por bem.


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HOJE NO

"AÇORIANO ORIENTAL"

1/3 dos adolescentes infetado por 
bactéria da gastrite e úlcera duodenal

Um estudo desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Viseu revela que cerca de 36 por cento dos adolescentes portugueses estão infetados por Helicobacter Pylori, a bactéria responsável pela gastrite e úlcera duodenal.
 
Em declarações à agência Lusa, Carlos Pereira, coordenador do projeto de investigação HELICOVISEU, informou que o estudo levado a cabo ao longo de um ano conclui que um terço dos adolescentes portugueses deu positivo para a infeção por Helicobacter Pylori (HP).

O estudo - desenvolvido por uma equipa de 10 investigadores da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viseu, coordenados por Carlos Pereira e Manuela Ferreira - teve por objetivo quantificar a prevalência da infeção por HP em adolescentes.

Ao todo, foram realizados testes em 447 adolescentes dos concelhos de Viseu e Sátão, com idades entre os 12 e os 18 anos.

"Como era expectável, a infeção por HP é associada à idade, ou seja, quanto mais perto o adolescente estiver dos 18 anos, mais probabilidades existem de estar infetado", revelou.

De acordo com o investigador, também os adolescentes das zonas rurais têm mais 50 por cento de probabilidades de ter este tipo de infeção.

"O mesmo se aplica aos adolescentes que consomem regularmente bebidas alcoólicas, ou seja, há mais 34 por cento de probabilidades de estarem infetados", acrescentou.

Carlos Pereira não se mostrou surpreendido com os resultados do projeto, já que diversos estudos sobre a matéria informam que mais de metade da população mundial está infetada por Helicobacter Pylori.

"A prevalência desta bactéria é superior nos países subdesenvolvidos, sendo a principal causa da gastrite e úlcera duodenal. É também uma das principais causas para o cancro de estômago", acrescentou.

O investigador revelou ainda que a Helicobacter Pylori "é uma bactéria relativamente jovem, que foi descoberta há cerca de 30 anos por Marshall &Warren", "não existindo consenso sobre a sua forma de transmissão".

Apesar de mais de metade da população mundial estar infetada por HP, "entre 80 a 90 por cento dos infetados nunca chega a ter sintomas associados à bactéria".

O projeto de investigação HELICOVISEU conta com o financiamento do Instituto Politécnico de Viseu, Escola Superior de Saúde de Viseu, CI&DETS (Centro de Investigação do IPV) e Fundação para a Ciência e a Tecnologia, e o apoio do Agrupamento de Escolas do Sátão e do IPATIMUP - Universidade do Porto.

* Álcool e maus hábitos alimentares facilitam a vida à bactéria.

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RENATA CAMACHO

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Aceitas-me assim? 

« Beija-me só uma vez, dizes, de alto abaixo, beija-me como uma espada, como a fúria do vento»

Na catedral subterrânea as palavras tornam -se difíceis, tombam gotas frias sobre as nossas costas, caminhamos em silêncio, descemos, subimos húmidas rampas, de gruta em gruta, olhando os estalagmites, os rendilhados das estalactites, o frágil barro de uma muito lenta queda de água; sinto a tua mão que me aperta, o sorriso que flutua como luz na escuridão agora total, há quem grite, vamos assistir a uma luta de gigantes ou de monstros, a um sacrifício humano ( e estou pressentindo quem será o sacrificado ) nesta caverna onde o caos se modifica, onde é iminente o desmoronamento.

Não podemos continuar, sabe-lo tu, sei-o eu. Mas quem continua? O quê? Tem acaso o momento seguinte que não seja outro diverso momento? Outra fábula, outro jogo? Que pode nascer do nada que não torne ao nada? Para quê tanto barulho?!, as pedras a rolarem, Prometeu ao nosso lado, na morna brisa do mar. Deixa arder a ilusão, sabemos ambos o que isto é. Mas é tão intenso! Sem projectos .Sorvo-te a vida possível, ofereço-te o meu corpo, queres?, a veia que tu escolheres, mas só sangrará até chegar o sinal de partida do lado de lá das montanhas que cortarem o vento. Aceitas-me assim?, já me aceitaste…

Quiseste ser o meu espelho, mas acredita, não é a imagem de mim que em ti busco. Quando, adormecida, te mirava, jovem saída dum quadro de Gauguin, o que eu queria era a tempestade de descobrir-te. E conheço agora a conhecer a tua biografia. Estranhamente, qualquer coisa abandonou o teu corpo ( o que de ti era menos tu), mas é nesse corpo trigueiro, sempre disposto a enlaçar-me, a transformar-me, que continuo a procurar tanto a vida suprema como a morte, tu numa e noutra, nesse imaginar-te, nesse tempo de mistério, que não se esgota.

Como te vejo?, o que espero de ti? Vejo-te, é claro, com todo o meu ser. 

O que espero - prefiro não profetizar o acontecer, sim, sou avesso a futurar; mas, neste instante, o medo de te decepcionar supera o de me decepcionar. Não quer naufragar num magro poço ( em mim ). Diz-me porque alguma coisa te está vedada para sempre. Porquê ?

És para mim o inesperado, o achamento, a aventura, um esforço de realização sensual. Descoberta de gestos transparentes. Do amor no espanto da conquista. Descoberta também do outro. Descoberta que vens do sonho, caminhando na luz. Princípio da ternura. Princípio-vertigem. Princípio-viajem para um país de limpidez.
És um terreno perigoso - disse-te. Crescem a par e passo o medo e a atracção.


A fragilidade da tua cabeça no meu peito, há pouco, há muito, descansando. Saberás acaso como te vejo e que é pela tua sensualidade não agressiva, pelo que em ti há de suave, de quase ambíguo, que assim te quero ? Em partilha e doação. Será que começo a amar-te violentamente? Sinto que vivo um estremecimento profundo. Como um grito que ouço cada vez mais alto e mais fundo em mim e que me enche de uma força desconhecida. Mas como dizer-te este desejo de fusão, este súbito medo de te perder, de te diluir na distância de uma recordação? Desejo de gritar, de viver ou morrer contigo, desejo de um filho, de um fruto, de um caminho, de delirar em total consciência, de arder neste excesso, de me destruir construindo-me em ti.

Vamos entre risos e abraços. Vamos entre o nunca e o amanhã, entre o inatingível e o provável. Quem és ?, quem sou) Do futuro não constará. Grãos de alegria do instante, centelhas de amor sem dono, interrogações em carne viva.
Miragem ou sonho?


 IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA"
15/12/13

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32.UNIÃO


EUROPEIA






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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Ministério Público vai analisar 
contratos a pedido da Anacom

A Anacom vai, em breve, começar a trabalhar com o Ministério Público na análise dos contratos de telecomunicações, sobretudo de 'triple play' e 'quadruple play'.

"Há da parte dos operadores uma atitude muitas vezes menos transparente na forma como têm abordado os clientes para conseguir vender produtos, sobretudo com o aparecimento do 'triple play' e 'quadruple play'", afirmou aos jornalistas a presidente da Anacom, Fátima Barros.

FÁTIMA BARROS
Em causa estão as condições dos contratos, por exemplo, a extensão do período de fidelização ou a actuação dos agentes contratados pelos operadores e que são remunerados consoante as vendas realizadas. "Não há evidência de contra-ordenação", o que dificulta a actuação, revelou. A Anacom quer actuar, sobretudo, na sensibilização e divulgação das reclamações relativamente ao tema.
O regulador já trabalha em parceria com a Direcção-Geral do Consumidor e começará, brevemente, a colaborar com o Ministério Público na análise dos contratos, uma vez que há condições nos contratos que são gerais.

A Anacom enumerou também os desafios para 2014, que passam pela análise de todos os mercados relevantes para as telecomunicações e ainda a análise ao mercado postal tendo em conta as alterações legislativas recentes.

João Confraria, administrador do regulador, revelou que foi dada à Comissão Europeia a sugestão de voltar a considerar o móvel um mercado relevante. "Achamos que era útil e que isso simplificava a actuação, mas não é certo que os nossos comentários venham a ser acolhidos" por Bruxelas.

* É o fartar de vilanagem...

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2.FELIZ NATAL





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VI- UM GUIA PARA


A FELICIDADE

Epicuro

 
e a Felicidade








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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Quatro em cada dez portugueses
 sem dinheiro

Não sobra nada depois de pagar contas mensais.

Quatro em cada dez portugueses ficam sem dinheiro, depois de pagar as contas, segundo um estudo da Intrum Justitia, o Consumer Payment Report, divulgado ontem. Cerca de 29% admite não ter dinheiro suficiente para ter uma vida digna. 
A maioria dos portugueses paga primeiro a prestação da casa, os seguros e os impostos. Para trás, ou seja, em atraso, ficam os pagamentos das faturas da energia ou dos telemóveis, revela o estudo internacional dedicado aos hábitos de pagamento.

Quando se trata de reduzir despesas, a prioridade dos portugueses vai para o lazer, vestuário e refeições fora de casa. Cerca de 30% poupam uma quantia fixa por mês. Face às dificuldades financeiras, cerca de 33% dos portugueses ouvidos pelo estudo admitem vir a emigrar.

Cerca de 90% dos portugueses consideram que o Governo não tem controlo financeiro sobre o Estado 

* O que os políticos fazem de nós, uns trapos.

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cantando ARY



Cavalo  à  solta

Viviane




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"


Concerto que assinala o regresso do
 projeto Playing For Change à cidade do Porto 
Onze músicos de rua atuam 
na Casa da Música 

Onze músicos de rua de vários pontos do mundo vão estar reunidos num palco da Casa da Música, na quinta-feira, para um concerto que assinala o regresso do projeto Playing For Change à cidade do Porto. 
 
PFC
Os Playing For Change (PFC) tiveram origem em 2004, quando o produtor Mark Johnson promoveu uma jornada musical para descobrir músicos de rua e combinar as suas vozes - alguns destes músicos compõem a banda do projeto, criada em 2009. 

"Mark Johnson viu um músico na rua a tocar e ficou a pensar no facto de todos os dias ir para o estúdio gravar com grandes nomes da música e existirem imensos talentos desperdiçados ou perdidos pelo mundo fora", explicou o representante oficial da banda em Portugal, João Dinis. 

 "Para dar espaço a estas vozes, criou uma espécie de estúdio móvel, onde gravou artistas de rua por todo o mundo. Essa reunião resultou em vídeos com milhões de visualizações, que retratam músicos do México, Estados Unidos, Europa e até África", acrescentou. 

 O projeto avançou, em 2007, com a criação de uma fundação, para a "construção de escolas de música em países desfavorecidos, subdesenvolvidos, potenciando, assim, novos talentos, e conta com a participação de grandes nomes da música desde Bono, Manu Chão, Maroon 5, Stephen Marley". Este movimento pretende espalhar, por todo o mundo, a mensagem de solidariedade através de clássicos como "Stand By Me", "Gimme Shelter", "Sitting On The Dock Of The Bay". 

O concerto, que também vai ter lugar no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, na quarta-feira, conta com a presença de onze músicos de oito nacionalidades e a participação de dois artistas nacionais: Paulo das Cavernas e Edu Mundo. "Estes concertos estão inseridos numa 'tournée' de Natal, que passa por Portugal e Espanha.

 Vão ser apresentadas algumas músicas do novo disco, alguns temas originais além dos clássicos que já apresentam", adiantou João Dinis, referindo-se ao terceiro álbum dos PFC, que será lançado no próximo ano. 

* Existem músicos de rua fabulosos, são espectáculos a não perder.

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DESLIZANDO  

PELA NEVE





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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Érica Fontes entre as mais 
pesquisadas no Google

A atriz porno, o proama "Casa dos Segredos", a receita do bolo de chocolate ou a vila da Ericeira constam entre as palavras mais pesquisadas pelos portugueses este ano, divulgou hoje a Google.
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A lista anual 'Zeitgeist' da Google conta com 12 listas temáticas - pesquisas, atletas, músicas, celebridades, grupos/músicas, programas de televisão, filmes, clubes desportivos, destinos, comida e bebida, marcas de moda e aplicações - e abrange as palavras mais pesquisadas do ano em Portugal e a nível global.

No caso português, a atriz porno portuguesa Érica Fontes foi a celebridade mais pesquisada na Internet, ficando à frente da norte-americana Kim Kardashian e do jogador de futebol Cristiano Ronaldo.
Em termos de programas de televisão, o 'reality show' da TVI Casa dos Segredos foi o mais pesquisado, seguido do Big Brother e da telenovela Dancing Days.

No caso dos destinos, a Ericeira liderou a lista, seguida de Braga e de Angola, e no segmento comida e bebida, o bolo de chocolate ficou à frente das pesquisas por bolo de iogurte e petiscos.

Na área da moda, marcas como a Zara, Bershka e La Redoute foram as três mais pesquisadas, respetivamente, e nos clubes desportivos, o Benfica ficou em primeiro lugar, seguido do Sporting e do Porto.

Em 2013, o segmento pesquisas foi liderado pelo Ask, seguido da Zero Zero e do Outlook, enquanto a lista dos atletas contou com a surfista brasileira Maya Gabeira no topo, o jogador de futebol Bruma em segundo, e o velocista sul-africano Oscar Pistorius em terceiro lugar.

Harlem Shake, Gangnam Style e I Love It foram as três músicas mais pesquisadas, enquanto os One Direction, Justin Bieber e Rhianna completam o trio da lista grupos/músicas.

DE FÉRIAS NA ERICEIRA
Nos filmes, o destaque foi para Velocidade Furiosa 6, seguido de Spring Breakers e Iron Man 3.
Na área das aplicações, a Google Maps liderou a lista, seguida do Google Translate e do We Transfer.
Embora não conste das 12 listas temáticas, na área dos 'gadgets' a Google refere que os telemóveis lideraram o grupo.

O telemóvel inteligente iPhone 5, lançado recentemente, foi o mais pesquisado, seguido do modelo 5S e do Iphone.
Em quarto lugar nesta lista está o telemóvel Samsung Galaxy e só em 5.º lugar surge a consola de videojogos PlayStation.

* Depois desta notícia fazemos o nosso acto de contrição, Cavaco Silva está certo no que respeita a Saramago.

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AS MENSAGENS
NA WEB/16


















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HOJE NO

"RECORD"

Rui Fernandes deixa Seleção Nacional 
para treinar Brasil 

O técnico nacional de canoagem Rui Fernandes vai ser selecionador do Brasil até ao Rio de Janeiro'2016, após trabalhar com Ryszard Hoppe nas equipas de Portugal desde 2005. 
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O antigo atleta olímpico (Barcelona'1992 e Atlanta'1996) e ex-treinador do CN Prado foi o técnico escolhido pela Confederação Brasileira de Canoagem (presidida por João Tomasini, também "vice" da federação internacional), para liderar a equipa de caiaques que deseja ver brilhar nos Jogos Olímpicos.

A primeira experiência de Rui Fernandes como selecionador do Brasil empobrece a equipa de Portugal e constitui o primeiro desafio para a nova direção da federação, agora liderada por Vítor Félix.

Rui Fernandes tem 42 anos e é licenciado em desporto pela Universidade de Coimbra e vai trabalhar em São Paulo, no centro de estágio da seleção canarinha. Foi ainda o responsável pelo projeto da residência universitária da FP Canoagem, em Montemor-o-Velho, vivendo na mesma desde 2007.

Juntamente com Ryszard Hoppe, Rui Fernandes foi responsável por cerca de meia centena das 76 medalhas em Europeus e Mundiais que a canoagem conquistou (em pista e maratonas) nos nove anos da direção presidida por Mário Santos, que recentemente abandonou funções por motivos "pessoais e profissionais". 

* Uma enorme perda, BOA SORTE!

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ANUNCIANDO UMA CAIXA D'AREIA





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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Ordem dos Médicos cria centro 
para avaliar recusa de remédios
. inovadores pelos IPO

A Ordem dos Médicos criou um centro para avaliar as recusas de medicamentos inovadores por parte dos Institutos Portugueses de Oncologia, alertando que estes organismos se têm negado a comprar fármacos "sem qualquer fundamentação científica". 

A Ordem compromete-se ainda a extrair "as conclusões jurídicas, judiciais e disciplinares" de cada caso, segundo uma nota enviada à agência Lusa. 


"O Conselho Nacional Executivo da Ordem dos Médicos (OM) decidiu criar o seu próprio Centro de Autorizações Excecionais de Medicamentos, que funcionará na sede nacional da OM, em Lisboa, para avaliar, em cada dia, o fundamento das recusas que os Institutos Portugueses de Oncologia (IPO) vierem a fazer da compra de alguns medicamentos inovadores solicitados pelos clínicos que acompanhem os doentes", refere o comunicado. 

Essas recusas vão ser analisadas pelos colégios de especialidade da Ordem e serão denunciados publicamente os casos em que houver "procedimentos indevidos" por parte da Autoridade do Medicamento (Infarmed) ou dos Centros Especializados de Utilização Excecional de Medicamentos, que funcionam nos três IPO do país. 

Estas denúncias, promete a Ordem, serão feitas respeitando a identidade dos doentes e médicos envolvidos nos casos. 

A Ordem diz que tem recebido "várias participações de doentes que confirmam que os IPO, sem qualquer fundamentação científica, e refugiando-se em meros pormenores regulamentares, têm recusado autorizações excecionais corretamente apresentadas e devidamente justificados pelos seus médicos assistentes". 

"A OM tem a convicção de que a centralização da avaliação das autorizações excecionais nos centros especializados visa objetivos essencialmente economicistas, que serão profundamente prejudiciais aos doentes, introduzindo um patamar intermédio de racionamento e visando, em simultâneo, desresponsabilizar o Ministério da Saúde pelas decisões", indica a Ordem, reiterando uma posição que tinja já assumido quando estes centros foram criados, em final de outubro deste ano. 

O jornal "Público" desta terça-feira noticia que um doente com cancro da próstata em estado avançado decidiu recorrer a um tribunal para obrigar o IPO do Porto a fornecer-lhe medicamentos inovadores, que lhe foram recusados. 

Questionado sobre este caso, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, disse que estas questões são do foro clínico, devendo ser os diretores clínicos de cada unidade a responder por elas. 

"Sobre casos concretos, de certeza que os diretores clínicos das unidades estão disponíveis para dar a cara, e a dar uma explicação. Mas é a nível clínico. Não será nunca o ministro a dizer qual é o medicamento que deve ser adotado ou excluído. Essas questões são questões técnicas e de natureza técnica ou clínica", afirmou Paulo Macedo aos jornalistas, à margem de uma visita, hoje, ao Hospital D. Estefânia, em Lisboa.

* Uma acção que faz todo o sentido.

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 15 - NA CIDADE















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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Relatório preliminar de swaps acusa 
Costa Pina, gestores e banca e 
é enviado para PGR

A proposta de relatório da comissão parlamentar de inquérito aos "swaps" critica a actuação de Carlos Costa Pina enquanto secretário de Estado. Gestores e banca também não escapam às acusações do relatório elaborado pelo PSD. 

O relatório preliminar da comissão parlamentar de inquérito aos “swaps”, elaborado pela deputada social-democrata Clara Marques Mendes, conclui que gestores, banca e o anterior Executivo socialista tiveram responsabilidades na contratação de instrumentos de cobertura de risco financeiro e dos riscos associados.

Entre as 62 conclusões do relatório, Clara Marques Mendes refere que o secretário de Estado do Tesouro e Finanças do Governo de José Sócrates, Carlos Costa Pina, não seguiu as recomendações da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças em 2009, tendo prejudicado as contas das empresas públicas.
DEMITIU-SE EM DEVIDO TEMPO

“Este comportamento em nada contribuiu para uma eficaz contenção da situação de risco, permitindo a proliferação deste tipo de contratos [problemáticos]”, acusou a deputada responsável pelo relatório preliminar da comissão parlamentar de inquérito à celebração de contratos de gestão do risco financeiro por parte de empresas do sector público.

Nas conclusões da deputada, não é só o antigo secretário de Estado o visado. Todo o Governo José Sócrates é acusado. “Foi possível concluir que, pelo menos desde 2006, a tutela financeira tinha conhecimento deste tipo de contratos das empresas públicas e dos riscos associados sem que, até 2009, qualquer alteração ou chamada de atenção tenha sido produzida.

Este é o relatório da deputada responsável por retirar conclusões desta comissão de inquérito, iniciada em Maio de 2013 na sequência das possíveis perdas superiores a 3 mil milhões de euros associadas a contratos de cobertura de risco, muitos deles com estruturas problemáticas. Foram realizadas 42 audições ao longo do último semestre. Esta tarde, serão debatidas as conclusões entre todos os grupos parlamentares.

Gestores agiram de forma “imprudente”
Para a deputada relatora do documento, os gestores não cumpriram as suas funções. "Houve uma gestão imprudente dos dinheiros públicos e um desrespeito face às responsabilidades que impendem sobre os gestores públicos".
Da análise que foi feita pela deputada social-democrata, vários destes contratos de “swap” (instrumentos que fazem parte da vida das empresas que têm dívida, como forma de proteger face a variações da taxa de juro) foram feitos por motivações que não apenas a cobertura de risco. “Resolver dificuldades no acesso ao financiamento, baixar artificialmente os encargos financeiros e obter ganhos no imediato à custa de riscos elevados no futuro”, foram algumas das razões que levaram os gestores a contratar “swaps” problemáticos.

A banca não escapou às críticas neste documento, segundo as conclusões apresentadas pela deputada. Segundo Clara Marques Mendes, verificou-se que “alguns bancos” condicionaram a cedência de financiamento à contratação de “swaps”.
Já o actual Governo, na opinião da relatora, terá cumprido as suas funções. Clara Marques Mendes frisou, aliás, que nenhum “swap” foi contratado desde a tomada de posse do actual Executivo, em Junho de 2011. Além disso, a deputada social-democrata também elogiou a alteração de estatutos do IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública, que colocou esta entidade a gerir todo o dossiê “swap”, incluindo o seu cancelamento. O PS sempre acusou que esta alteração de estatutos do IGCP atrasou a resolução do problema dos "swaps" e agravou as perdas associadas.

Clara Marques Mendes referiu que as conclusões do documento serão enviadas à Procuradoria-Geral da República “para apuramento de eventuais responsabilidades criminais”. O Governo já tinha enviado vários documentos e relatórios para a PGR, a que se soma, agora, este relatório. 


O que são contratos swap
 
Imagine que tem um crédito à habitação indexado à Euribor a 6 meses e quer proteger-se de uma subida dos juros, para que não tenha de suportar custos adicionais caso a taxa supere os 2%. Para isso, contrata um instrumento financeiro junto de um banco que lhe paga sempre que a Euribor supera os 2%. Mas a operação tem riscos, todos os meses em que a Euribor se fixa abaixo dos 2%, é você que tem de pagar ao banco. É deste modo que funciona um "swap" de taxa de juro que, na prática, permite transformar uma taxa variável numa taxa fixa. O elevado risco explica por que este tipo de instrumento não está acessível aos investidores particulares.

As empresas recorreram a este tipo de instrumento para fazerem uma cobertura do risco de os seus custos de financiamento disparem com uma subida das taxas de juro. Mas a operação pode correr mal. Tomemos como exemplo um contrato de taxa de juro de 100 milhões de euros, que fixa a Euribor em 2%. Se a taxa estiver em 1%, a empresa tem de pagar ao banco 1% de 100 milhões de euros, ou seja, um milhão. O que significa que tem uma perda financeira, que afecta negativamente as contas. Além disso, o "swap" tem também uma cotação de mercado, que evolui ao sabor das taxas de juro. A sua valorização ou desvalorização tem também de ser registada no balanço.

Esta é a versão mais "normal" de um "swap" de taxa de juro. Existem produtos mais exóticos, que juntam opções de compra e venda, que aumentam significativamente o risco e, logo, a perda potencial.

Além do risco de taxa de juro, muitas empresas recorrem a contratos de cobertura cambial. O modo de funcionamento é semelhante, com os recebimentos e pagamentos a acontecerem em função da evolução do câmbio face ao nível contratado. 
Helena Garrido



INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR

1-PS

 “Há uma enorme leviandade em que se acusa apenas e só uma pessoa: Carlos Costa Pina”

Para os socialistas, as conclusões do relatório aos “swaps” “dificilmente seriam tão elogiosas para a senhora ministra das Finanças se tivessem sido escritas pela própria”.
O Partido Socialista acusa a deputada Clara Marques Mendes, responsável pelo relatório preliminar da comissão parlamentar de inquérito aos “swaps”, de ter acusado, com “leviandade”, o anterior secretário de Estado do Tesouro e Finanças Costa Pina. 

“Há uma enorme leviandade em que se acusa apenas e só uma pessoa: Carlos Costa Pina. As conclusões assumem um culpado sem reflectir, com verdade e rigor, os documentos e os depoimentos que chegaram à comissão parlamentar de inquérito”, opinou a deputada socialista Ana Catarina Mendes ao reagir à conferência de imprensa da relatora, esta terça-feira, 17 de Dezembro, em que antigo Governo, banca e gestores públicos foram fortemente criticados.

Para Ana Catarina Mendes, o relatório “omite” que o ex-secretário de Estado emitiu um despacho em 2011 que permitiu que, no segundo semestre desse ano, houvesse “pela primeira vez, uma visão global e de conjunto das responsabilidades financeiras dos ‘swaps’”. “Assim, a acusação de não salvaguarda do interesse público releva má fé e uma enorme leviandade”. A deputada relatora social-democrata defende, pelo contrário, que o Governo anterior tinha conhecimento de "swaps" problemáticos e só agiu no final da sua legislatura. 

Sobre o documento, a deputada do PS seguiu as ideias do Bloco e do PCP, criticando “o total branqueamento da acção da senhora ministra das Finanças” e as suas “conclusões tendenciosas”.

Da mesma forma, Ana Catarina Mendes também quis falar da consideração, por parte da relatora, de que houve uma “gestão imprudente dos dinheiros públicos por parte dos gestores”. “Omite-se que este Governo aprovou, enquanto accionista, os relatórios e contas destes gestores” e “omite-se que este Governo elogiou o trabalho de alguns dos gestores públicos que exonerou”.

“Dificilmente, [as conclusões do relatório preliminar] seriam tão elogiosas para a senhora ministra das Finanças se tivessem sido escritas pela própria”, concluiu a deputada.


2- PCP

  Acusa relatora dos “swaps” de
 fazer “branqueamento” das 
responsabilidades do actual Governo

O deputado comunista Paulo Sá considera que o relatório preliminar da comissão parlamentar de inquérito aos “swaps”, da responsabilidade da deputada social-democrata Clara Marques Mendes, faz um “branqueamento” do papel do actual Executivo neste processo.

“Aconteceu aquilo que temíamos. Há um branqueamento daquelas que são as responsabilidades do actual Governo”, declarou o deputado aos jornalistas, no Parlamento, no seguimento da conferência de imprensa da relatora, esta terça-feira, 17 de Dezembro, em que antigo Governo, banca e gestores públicos foram fortemente criticados.

Para Paulo Sá, o documento apresentado é “extremamente tendencioso”. “Não há qualquer referência nas conclusões ao facto de, durante os primeiros 14 meses desde a tomada de posse, as perdas potenciais [associadas aos contratos ‘swap’] se terem duplicado”, acrescentou o deputado.

Nesse sentido, o representante do PCP adiantou mesmo que, na sua opinião, há uma “falsificação do apuramento dos factos”.

Sobre outra das conclusões da proposta de relatório, em que alguns bancos são criticados por terem cedido financiamento apenas se as empresas contratassem “swaps”, Paulo Sá defende que esta questão “deveria ser aprofundada” já que está apresentada de uma forma “muito ligeira”. O deputado falou na “pressão exercida sobre as empresas no sentido de contratar ‘swaps’ problemáticos”.

Dado que os deputados só tiveram acesso ao relatório preliminar esta terça-feira de manhã, a discussão entre os vários grupos parlamentares foi adiada para quarta-feira. Até dia 27 de Dezembro, deverão ser entregues todas as propostas de alteração ao documento que vai servir de relatório à comissão parlamentar de inquérito à celebração de contratos de cobertura de risco financeiro por empresas do sector público. O PCP queria prolongar este prazo, mas PSD, CDS e PS não aceitaram, o que mereceu a crítica de Paulo Sá.

3- BE

 Questiona ausência de conclusões sobre “contradições” de Maria Luís Albuquerque
 no relatório dos “swaps”

Tal como PCP, Bloco fala num “branqueamento” do actual Governo nas conclusões do relatório preliminar da comissão parlamentar de inquérito. “Este não é um relatório imparcial”, opina Mariana Mortágua.
O Bloco de Esquerda coloca em causa a seriedade da proposta de relatório da comissão parlamentar de inquérito aos “swaps” , sublinhando a inexistência de várias conclusões relativamente à actuação do Executivo liderado por Pedro Passos Coelho e da ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque.

“Não há uma palavra sobre as várias contradições da ministra das Finanças”, acusou a deputada bloquista Mariana Mortágua, em declarações aos jornalistas, no seguimento da conferência de imprensa da relatora, esta terça-feira, 17 de Dezembro, em que antigo Governo, banca e gestores públicos foram fortemente criticados. A deputada referia-se à ausência de conclusões sobre o papel de Maria Luís Albuquerque enquanto gestora da Refer que contratou “swaps”, enquanto funcionária do IGCP e enquanto secretária de Estado do Tesouro.

“Não há uma palavra sobre o custo do cancelamento dos contratos. Não há uma palavra sobre a alternativa a esse cancelamento”, continuou Mariana Mortágua, considerando, tal como o PCP, que o relatório faz um “branqueamento das atitudes do actual Governo”.

Na opinião da deputada do Bloco, “este não é um relatório imparcial” e serve apenas “para justificar a acção do Governo”. O relatório, segundo Mariana Mortágua, “omite parte dos factos e a totalidade dos factos que implicam o actual Governo”.

Segundo o BE, é positivo que estejam referidas, nas conclusões, algumas notas sobre o papel do anterior Executivo. “O anterior Governo tem responsabilidades nesta matéria. O BE sempre afirmou que os ‘swaps’ não é problema de gestão do PSD mas também do PS”, concluiu, dizendo que há “responsabilidades partilhadas”.

* Alguém tinha dúvidas que PSD e CDS saíam limpinhos desta história, são os donos da lavandaria!

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