segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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TATUAGEM


Um homem andava desejoso de fazer uma tatuagem.
Certo dia decidiu-se e foi a uma casa de tatuagens. 

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Chegando lá dirigiu-se ao tatuador e disse-lhe:
- Queria fazer uma tatuagem de uma nota de quinhentos euros no pénis.
- Você está maluco! - Respondeu-lhe o tatuador!

- Você nem imagina as dores que vai sentir.
- Mas eu quero!

- Faça lá a tatuagem que eu não me importo com as dores, respondeu-lhe o homem. 
Depois de muita insistência o tatuador acabou por concordar.

Mas antes de começar perguntou-lhe:
- Mas qual é a razão que leva o senhor a querer o raio de uma nota tatuada no pénis?
- Olhe! - diz o homem - Vou dar-lhe três boas razões:

Primeira é que eu gosto de ver o dinheiro a crescer!
Segunda é que a minha mulher gosta de ver o dinheiro a entrar!
Terceira, é que tenho uma amante que adora chupar-me o dinheiro todo!...



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O QUE NÓS


  APRENDEMOS!



ESTALEIROS DE

 VIANA DO CASTELO















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SEXO NÃO É 
ACIDENTE/2
USE CAMISA
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 A QUEM DE DIREITO...


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 BODIES OF 


WATER








A nude dance outdoor workshop from Naked Club on Vimeo.




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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Mulheres ganham menos
 16,2% do que os homens

Na União Europeia, as mulheres ganham, em média, menos 16,2% do que os homens, o que significa que trabalham "gratuitamente" 59 dias por ano, divulgou hoje a Comissão Europeia, que assinala uma estagnação neste indicador.
Os dados hoje divulgados registam, por outro lado, que a diferença salarial recuou ligeiramente em Portugal, invertendo a tendência de crescimento que se verificava desde 2008.

Na comparação com o ano passado, a diferença salarial não sofreu qualquer alteração na média da UE, mas diminuiu 0,3 pontos em Portugal.

Mas a comparação a cinco anos, com os valores de 2008, mostra que, se na média a UE a diferença caiu 1,1 pontos percentuais, de 17,3 para 16,2, em Portugal, pelo contrário, o fosso cresceu 3,3 pontos.

As percentagens das diferenças entre salários nos Estados-membros variam entre os 27,3% a menos para as mulheres na Estónia e os 2,3% na Eslovénia.

A Áustria (23,7%), a Alemanha (22.2) e a República Checa (21.0) são, depois da Estónia, os países com maior diferença salarial.

No outro extremo, depois da Eslovénia, estão a Polónia (4,5%), a Itália (5,8) e Malta (6,0%).

* Assim vai a igualdade de género.

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 4.NA CIDADE



VAZIA





Realização: Maria João Ganga
Um grupo de crianças refugiadas de guerra, acompanhadas por um freira, seguem num vôo rumo a Luanda, capital de Angola. Ao chegarem ao aeroporto, N'dala, um menino de 12 anos, consegue fugir do grupo e parte para descobrir a cidade. Enquanto a freira empreende uma investigação na tentativa de encontrá-lo, acompanhamos N'dala em sua jornada pelas ruas movimentadas da capital.

É lá que ele conhece o velho pescador Antonio, que o ajuda e com quem faz amizade. Também cruza com pessoas mal-intencionadas que tentam prejudicá-lo. O grande sonho do menino é voltar para a aldeia de onde teve de fugir e na qual seus pais foram mortos. O enredo proporciona um mergulho na conturbada situação política de Angola e nos efeitos da guerra para seus habitantes.



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HOJE NO
"RECORD"

Emídio Guerreiro: 
«Com o apoio do Estado não 
existirão corridas cá tão cedo»

O secretário de Estado do Desporto, Emídio Guerreiro, afastou esta segunda-feiora a hipótese da Fórmula 1 regressar a Portugal com o apoio do Estado, sustentando que o país não dispõe de recursos financeiros para esse fim. "Não me parece que, com o apoio do Estado, tão cedo existam corridas de Fórmula 1 em Portugal", acentuou o membro do governo, à margem de uma conferência de imprensa de apresentação da temporada automobilística do piloto António Félix da Costa, a quem foi dar um "sinal de estímulo" para a sua "carreira fulgurante". 
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O secretário de Estado respondia às questões sobre a possibilidade de um regresso da prova máxima do automobilismo mundial a Portugal na sequência da classificação máxima atribuída pela Federação Internacional do Automóvel (FIA) ao Autódromo do Estoril. Emídio Guerreiro rejeitou também a possibilidade de apoiar diretamente o piloto de testes de Fórmula 1 da equipa Red Bull, que estará este ano correrá pela BMW no mundial de DTM, insistindo que o país atravessa um "momento de reestruturação", pelo que "não existem recursos" para o fazer. 

"O Estado não tem de apoiar diretamente o piloto, não tem condições de o fazer. Mas estamos disponíveis para ajudá-lo a encontrar soluções junto do mercado, para que possa potenciar a carreira dele. Diretamente não estará presente, mas ele de certeza que não tinha a expetativa que eu trouxesse aqui um cheque para ele poder correr, porque, de facto, esse cheque não existe", argumentou.

O secretário de Estado do Desporto manifestou-se disponível para "dizer às empresas portuguesas que têm [em Félix da Costa] um excelente instrumento para promover as suas marcas em palcos que são muito interessantes do ponto de vista competitivo e do mercado". Emídio Guerreiro voltou a comentar a as perspetivas da seleção portuguesa no Mundial de futebol do Brasil do próximo ano, depois do sorteio realizado na passada sexta-feira que colocou a equipa no grupo da Alemanha, Gana e Estados Unidos. 

"Acredito que Portugal tem todas as condições para passar aos oitavos de final. Todos os grupos são difíceis, mas nós temos uma excelente seleção - e temos o melhor jogador do mundo do momento - e podemos ter a ousadia de sonhar que os oitavos de final são possíveis. A partir daí, logo se vê", sustentou.

O secretário de Estado concluiu que Portugal tem pela frente "três jogos e três etapas decisivas", mas "cumprindo da forma eficiente e competente, como até agora a seleção tem demonstrado ser, com certeza atingirá o objetivo" dos oitavos de final.

* Excepcionalmente um governante sensato, o governo não tem só gente folclórica!

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1-CAÇADORES

DE VÍRUS







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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Centro de Apoio Jurídico para quem
. denunciar corrupção em Portugal

A Transparência e Integridade, Associação Cívica , representante portuguesa da rede global anti-corrupção Transparency International, anunciou esta segunda-feira que vai criar um centro de apoio e aconselhamento jurídico para ajudar quem denuncie casos de corrupção em Portugal. 

O anúncio coincide com o Dia Internacional de Combate à Corrupção e o centro, que deverá estar operacional no primeiro semestre de 2014, está integrado num projeto internacional gerido pelo secretariado da Transparency International, em Berlim, que tem aberto estruturas semelhantes em vários países europeus.

Segundo João Paulo Batalha, membro da Transparência e Integridade, Associação Cívica (TIAC) e coordenador do projeto, o centro pretende apoiar os cidadãos na denúncia de casos de corrupção, numa altura em que a organização recebe muitos pedidos vindos de cidadãos que não sabem como formular a sua queixa às autoridades competentes ou não confiam nas instituições da Justiça e pedem o apoio de organizações cívicas como a TIAC.

O objetivo do centro, de acordo com o mesmo responsável, é dar mais capacidade ao serviço de provedoria que a TIAC tem prestado, de forma voluntária, aos cidadãos que se dirigem à associação e que vão passar, assim, a contar com um apoio mais próximo.

Além de ajudar os cidadãos a formular as suas queixas de forma mais eficaz e a dirigi-las às autoridades competentes, o centro, que funcionará de forma totalmente gratuita, pretende também sensibilizar os portugueses para a importância da denúncia, acompanhando os casos que se revelem mais sensíveis ou relevantes.

Segundo a TIAC, a sistematização de denúncias e o seu acompanhamento na Justiça permitirão também identificar as áreas da corrupção com um impacto mais direto na vida dos portugueses e fazer recomendações de melhoria às autoridades políticas e judiciais.

Em comunicado, João Paulo Batalha salienta que a Provedoria TIAC será um reforço fundamental do trabalho desta associação, num país em que os cidadãos, "de uma forma geral, têm medo de denunciar crimes de corrupção".

"Não temos em Portugal uma lei eficaz de proteção dos denunciantes, que ficam por isso sujeitos a todo o tipo de pressões e abusos -- e as alterações legislativas que estão na calha não vão resolver o problema, se se limitarem a equiparar os denunciantes a testemunhas. É preciso ir mais além na proteção efetiva de quem colabora com a Justiça, como a TIAC tem recomendado insistentemente. O medo de represálias e a noção de que a queixa será inconsequente são as razões mais apontadas para que os cidadãos fiquem em silêncio perante casos de corrupção. É este estado de coisas que é urgente mudar", diz João Paulo Batalha, na mesma nota.

O atendimento jurídico será assegurado por juristas ou estudantes de Direito em regime de voluntariado, sob supervisão de um jurista ligado ao projeto, através de protocolos de cooperação com Universidades e institutos de Direito que começarão a ser celebrados no início de 2014.
O projeto, com uma duração de 30 meses, tem financiamento da Comissão Europeia.

A TIAC, o ponto de contacto nacional da Transparency International, é uma associação sem fins lucrativos que tem como finalidade geral promover a legalidade democrática e a boa governação, combatendo a corrupção e fomentando os valores da transparência, integridade e responsabilidade na opinião pública, nos cidadãos e nas instituições e empresas públicas e privadas.

* Uma informação a reter!

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CASSILDA TEIXEIRA PASCOAL

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Prostituição: 
legalização a 
caminho da abolição

Todas as páginas deste jornal não seriam suficientes o tanto que há para debater sobre a prostituição. Com este texto pretendo apenas contribuir com algumas ideias, e desafiar a uma discussão sobre prostituição sem preconceitos nem moralismos.

Conhecemos vários tipos de prostituição, de rua, de bordéis, de luxo, homossexual, transexual, infantil, etc, cada uma com especificidades próprias mas com um lugar comum: a violência múltipla imposta a quem se prostitui. 

Como forma de evitar debater o assunto aprofundadamente, nos últimos tempos  fez-se passar a ideia de que a prostituição é uma escolha. Pode ser para uma minoria, mas para a larguíssima maioria ela é apenas uma consequência de inúmeros problemas sociais. E se os problemas são sociais compete-nos a todos e todas nós combatê-los. 

A prostituição, em alguns casos, pode ser uma escolha livre, mas é amplamente consequência da pobreza e da exclusão social, é consequência da discriminação de género ou com base na orientação sexual, é consequência do tráfico de seres humanos, é consequência da exploração humana, é consequência da ocupação de territórios como zonas de guerras, é consequência da megalómana industria do sexo, é consequência da cultura machista que olha para a mulher, e para todas as outras minorias como objetos ao serviço do homem-branco-heterossexual, e é agravada, tal como outros problemas, pelo sistema capitalista e pelo neoliberalismo a que assistimos hoje.

Combater a prostituição de base (diferente de combater quem se prostitui) só me parece possível se for feito de forma radical, i.e. pela raiz,  combatendo as suas causas, ou ainda por outras palavras: construir mundos onde só se prostitua quem assim decidir livremente e onde haja a garantia de que ninguém é empurrado/a para mercados alimentados pela violência sexual, física, emocional, social ou económica, para poder sobreviver. Soa a utopia? Pois bem, são as utopias de que nos fazem caminhar.

Mas enquanto sonhamos e não desistimos de construir esse outro mundo, a prostituição está aí. Está em todo o lado, e a fervilhar de clientes de todas as classes sociais - pessoas que têm de pagar para terem sexo. E quando estes clientes - que não são criminalizados nem mesmo quando cometem qualquer tipo de agressão e/ou crime - procuram a prostituição, ela deve também ser encarada como serviços sexuais. Trabalho.

Quem se prostitui, quem presta serviços sexuais, está vulnerável e desprotegido/a à mercê de todas as formas de violência institucional, social e individual. É também por isso que, sem deixar de lado o trabalho de base, é urgente proteger essas pessoas, é necessário dar-lhes direitos laborais e proteção social. 

A ilegalidade só tem servido para reforçar preconceitos e estigmas, discriminar ainda mais quem já é marginalizado/a, e ao mesmo tempo continuar a desculpabilizar a clientela e os proxenetas.

É preciso olhar para as experiências de legalização noutros países, perceber o seu contexto e aprender com os poucos sucessos e os muitos erros.

É importante que qualquer tentativa de regulamentação não deixe margem para nenhuma forma de exploração. É urgente debater o assunto, e agora!

Talvez seja um bom começo despirmo-nos de moralismos e conservadorismos, e olharmos para as pessoas que se prostituem como seres humanos - sujeitos políticos e sociais dotados de vivências, pensamentos, demandas e voz – e ouvi-las. 

IN "AÇORIANO ORIENTAL"
05/12/13

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25.UNIÃO




EUROPEIA







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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

 Como Draghi vergou o banco que 
só respondia perante Deus

O Banco do Vaticano esteve no centro da última controvérsia a afectar a cidade-estado que é a sede da Igreja Católica Romana. O aumento da transparência e de controlos no banco da Igreja Católica é uma prioridade do Papa Francisco que os reguladores vinham a tentar impor ao banco desde 2008.
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A prisão de um sacerdote, de um corretor e de um antigo funcionário dos serviços secretos italianos por suspeita de tentativa de contrabandear 20 milhões de euros através da fronteira com a Suiça foi o mais recente escândalo a envolver a Igreja Católica Romana.

A edição on-line do “Financial Times” dá conta da má gestão no banco da Igreja Católica, cujo nome oficial é Instituto para as Obras Religiosas, e que a publicação diz estar em penitência dos escândalos de que foi protagonista nos últimos quatro anos. A falta de transparência e sistemas de controlo dentro do banco levou a instituição a atravessar um período de “penitência”, refere o FT.

“Não podemos ter mais escândalos. É muito vergonhoso”, afirmou um membro da administração financeira do Vaticano ao jornal. A prisão do sacerdote a 28 de Junho deste ano tornou impossível que se continuasse a adiar as reformas obrigatórias no sistema financeiro em geral e que o Banco do Vaticano não tinha de cumprir por se encontrar fora da jurisdição dos reguladores europeus.

Parte das reformas que estão a ser levadas a cabo no Instituto para as Obras Religiosas foram pressionadas pelos grandes bancos internacionais, que se viram nas malhas dos reguladores depois de terem liquidado transacções com o banco da Igreja. Bancos como Deutsche Bank, JPMorgan e Unicredit tiveram de responder perante os reguladores e acabaram por pressionar a Santa Sé a introduzir reformas.

Um banqueiro europeu explicou ao FT as dificuldades na relações com a Santa Sé. “Nós dizíamos, ‘temos de responder perante o regulador acerca deste assunto’. Eles respondiam, ‘Nós respondemos perante Deus’.”

Apesar de escapar à regulação do sistema financeiro do espaço europeu, o Banco de Itália, então liderada por Mario Draghi, começou a levantar dificuldades aos bancos que serviam de contraparte em operações com o Banco do Vaticano. A estratégia consistia em dificultar ao máximo o funcionamento do banco do micro-estado.

“É assim que se faz nestas situações, quando há um estado sobre o qual se não tem poder regulativo e se queres provocar mudanças. Torna-se  a vida [do banco] muito difícil. Diz-se aos bancos que não estão autorizados a fazerem negócio com eles”, explicou um antigo ministro italiano ao jornal britânico.

A regulação bancária no Vaticano até 2008 era “indulgente”, já que não era feita pressão sobre a instituição para controlar as contas e a identidade dos seus depositários. 25% do dinheiro movimentado pela instituição é feito em notas e moedas, o que também levanta preocupações junto das autoridades internacionais.

Durante o Verão de 2012, o Banco de Itália tomou uma decisão ainda mais dura para com a instituição. O gestor da rede de Multibanco da cidade do Vaticano era gerida pelo Deutsche Bank, que não detinha uma licença válida para operar a o sistema. O regulador acabou que instar o Deutsche Bank a suspender o serviço no país.

Deutsche Bank suspende o serviço de Multibanco
A decisão provocou algum caos no Estado quando a dia 1 de Janeiro de 2013, uma época de particular movimento, foi suspenso o serviço de pagamentos por cartão. No ano anterior, vários bancos tinham suspenso a sua relação com a Santa Sé.

Com a chegada de Francisco ao Vaticano, o esforço de regulação ganhou um novo fôlego na Santa Sé. Depois de Bento XVI ter conseguido entregar a gestão da rede Multibanco a uma empresa suíça, que escapa à regulação da UE e Itália, o novo Papa reconheceu a importância de melhorar a transparência e as garantias de que o banco da Igreja opera em consonância com as regras internacionais.

O Estado do Vaticano passou a deter uma Autoridade da Informação Financeira com poder renovado e o banco a identidade dos titulares de todas as contas. A revisão vai durar até meados do próximo ano e até ao final de Dezembro próximo deverão ser fechadas algumas contas, refere o FT.

* Foi a herança que o papa Francisco recebeu de João Paulo II e Bento XVI...

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AS CONSEQUÊNCIAS


DA REVOLUÇÃO


INDUSTRIAL


1- CRIANDO MARAVILHAS




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HOJE NO
"DESTAK"

Crescimento das exportações 
pode ter atingido o limite 

 A Universidade Católica considerou hoje que os números do INE, que confirmaram um crescimento de 0,2% no terceiro trimestre, indicam também que as exportações podem ter atingido o seu limite de crescimento. 


 O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou hoje que a economia portuguesa cresceu 0,2% no terceiro trimestre face ao anterior, mas que continua a cair 1% em termos homólogos. 

Para o Núcleo de Estudos de Conjuntura da Economia Portuguesa (NECEP), da Universidade Católica, o abrandamento das exportações - que passaram de um crescimento de 7,4% no segundo trimestre para um aumento de 6,6% no trimestre seguinte - "parece confirmar que o bom comportamento das exportações nos últimos trimestres, com crescimentos tendenciais próximos dos máximos históricos, poderá ter atingido o seu limite".

* O balão da governamental euforia não rebenta mas esvazia.

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 Camané


Mais um Fado no Fado






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HOJE NO
"i"

“Falhanço de muitas políticas diminuiu a confiança das pessoas na política

O deputado evocou ainda "um problema de transparência" e que "as pessoas sentem que os governos e a política não são transparentes"

O deputado Duarte Marques defendeu, numa conferência realizada hoje na OCDE, em Paris, que "o falhanço de muitas políticas diminuiu muito a confiança das pessoas na política". 

A conferência organizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico e pela Transparência Internacional, cujo tema foi "Integridade e crise: Como recuperar a confiança dos jovens?", teve a participação do deputado de PSD que, em declarações posteriores à agência Lusa, referiu que "o falhanço de muitas políticas" levou à diminuição da confiança dos cidadãos na classe política. 


"Não será suficiente, mas os resultados obtidos [pelo atual Governo] e a concretização das metas propostas poderá ajudar a recuperar a credibilidade dos atores e da política", acrescentou.
O deputado evocou ainda "um problema de transparência" e que "as pessoas sentem que os governos e a política não são transparentes". 

"Há uma coisa que é comum: os Estados e a política não terão acompanhado, da mesma forma, a evolução do acesso à informação e a procura das pessoas por parte da informação, ou seja, há um problema de transparência", referiu. 

Para Duarte Marques, "os governos não estavam preparados para este escrutínio tão forte, tão espontâneo e não tiveram capacidade de acompanhar esse crescimento exponencial". 

Uma falta de representatividade nos partidos foi também apontada por Duarte Marques, que sublinha que as "próprias organizações partidárias não se souberam adaptar aos novos movimento sociais e à forma de escolha dos seus candidatos”. 

“Portanto, muitas vezes, quem ganha no partido não é quem ganha a confiança das pessoas (…) Os partidos deixaram de representar o melhor de cada sociedade", reiterou. 

Por outro lado, o deputado apontou ainda "uma clara falta de cultura política e democrata das populações". 


"Há uma falta de cultura política e participação cívica, que dá a ideia de que está a renascer agora, na geração atual, por necessidade (…) É pela necessidade que as pessoas se levantam do sofá e se preocupam mais um bocadinho", sublinhou. 

"Hoje em dia as gerações mais novas já não se juntam tanto aos partidos, mas, na necessidade de mudar alguma coisa, juntam-se a movimentos sociais, a grupos de intervenção, alguns também a partidos políticos". 

Neste sentido, o deputado considera que se assistiu a um "interregno de interesse político" que "é grande responsável pela falta de escrutínio dos governos e dos partidos".


* Concordamos na generalidade com o discurso do sr. deputado, apenas duas observações:
 1ª- "As pessoas SABEM que os governos e a política não são transparentes.
 2ª- Os partidos políticos do "covil" da governação são salazarentos, são exímios no disfarce e na corrupção, em vez de  um povo culto querem-no submisso!

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 PONTARIA






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HOJE NO
"A BOLA"

 Greenpeace interrompe conferência
 de imprensa do Real Madrid




A Greenpeace, associação ecológica internacional, interrompeu esta segunda-feira a conferência de imprensa de Carlo Ancelotti e de Pepe, de antevisão do jogo frente ao Copenhaga.
Um elemento da associação colocou atrás de treinador e jogador um cartaz de protesto contra a empresa russa Gazprom pela exploração do Ártico.

«Salvem o Ártico. Mostrem à Gazprom o cartão vermelho», podia ler-se no cartaz.
Passados alguns segundos, o cartaz foi retirado. 

 * Uma boa acção.



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 UM POUCO
MAIS NOVOS

 Christopher Walken


 Angelina Jolie


 Arnold Schwarzenegger


 Bruce Lee and Chuck Norris


 Charlie Chaplin and Albert Einstein


 Charlize Theron



 Diane Keaton eAl Pacino


 Frank Sinatra e Grace Kelly

 
Harry Potter  2000


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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Presidente da Alemanha não vai aos 
Jogos Olímpicos em protesto 
contra repressão na Rússia

O presidente alemão, Joachim Gauck, não vai comparecer nos Jogos Olímpicos de Inverno, que este ano se realizam em Sochi, na Rússia, em protesto contra as violações dos direitos humanos e a repressão dos opositores naquele país.
 
De acordo com o semanário 'Der Spiegel', o chefe de Estado da Alemanha pretende, com a sua ausência, expressar o seu apoio às vítimas da repressão policial e política e condenar os abusos dos direitos humanos que considera que se praticam naquele país, tendo já comunicado oficialmente a decisão ao Governo russo.

Gauck, politicamente independente e antigo dissidente da Alemanha comunista, junta-se assim aos inúmeros protestos que têm sido apresentados contra a lei aprovada pelo parlamento russo a penalizar a utilização de "propaganda" homossexual.

O presidente alemão tem já agendada uma receção aos desportistas alemães no regresso de Sochi, no dia 24 de fevereiro, e desde março do ano passado, quando chegou à presidência alemã, ainda não fez nenhuma visita à Rússia, que é um importante parceiro comercial alemão, e tem criticado repetida e publicamente o défice democrático naquele país.

* Apenas coragem e tomates no sítio!

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 CONTRAFACÇÃO



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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

PSD defende voto contra 
libertação de Mandela de Cavaco

O PSD garantiu hoje que o actual Presidente da República teve um comportamento à altura quando Portugal votou contra uma resolução das Nações Unidas sobre Nelson Mandela e a favor de uma outra.

"O PCP aproveitou uma oportunidade em que não havia contraditório. Era uma declaração apenas e só relativamente a Nelson Mandela. Quisemos deixar clara esta posição. O que está em causa aqui é a posição do país e do Estado português perante a personalidade de Mandela", declarou o deputado social democrata António Rodrigues, nos Passos Perdidos do Parlamento.
O vice-presidente da bancada "laranja" respondia às acusações efectuadas pelo deputado comunista António Filipe, sexta-feira, por altura da aprovação de um voto de pesar na Assembleia da República pela morte do estadista sul-africano.

"Nessa altura, houve duas resoluções nas Nações Unidas que foram votadas. Uma delas que apelava à violência armada para alteração do regime político na África do Sul e outra que apelava à resolução pacífica dos conflitos nesse Estado", explicou.

O parlamentar do PSD esclareceu que "o Governo português votou contra a que falava de violência armada, que também incluía a libertação de Mandela, e votou a favor da libertação na situação em que se verificava a libertação pacífica do regime".

"(Mandela) Ele próprio reconheceu e esteve com o primeiro-ministro na altura, hoje Presidente da República, e assumiu que Portugal tinha tido um comportamento adequado relativamente ao apoio política à sua luta", disse.

O Parlamento aprovou hoje, por unanimidade, a deslocação do Presidente da República à África do Sul para representar Portugal no funeral de Estado de "Madiba", como Mandela é carinhosamente tratado.
Cavaco Silva já garantira que a posição de Portugal relativamente ao pedido de libertação de Nelson Mandela "foi sempre clara, do princípio ao fim", e que apenas foi recusada a luta armada.
A morte de Nelson Mandela, aos 95 anos, foi anunciada na quinta-feira à noite pelo Presidente da República da África do Sul, Jacob Zuma, motivando de imediato relações de pesar a nível mundial.
Mandela, que esteve preso quase trinta anos, foi o primeiro Presidente negro da África do Sul, entre 1994 e 1999.

* Aldraba em toda a linha o sr. deputado António Rodrigues e nesta notícia é um oportunista do não haver contraditório. A resolução das Nações Unidas não referia "violência armada" mas "luta armada", o que é substancialmente diferente.
- Deixe de ser aldrabão!

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 PUBLITATUAGEM













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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Milionários em Angola aumentam 68%

Há 6.400 milionários em Angola, segundo a Consultora New World Wealth.

O número de milionários em Angola subiu 68% entre 2007 e 2013, situando-se agora nos 6400, de acordo com os dados da consultora New World Wealth a que a Lusa teve acesso.
De acordo com os dados, havia 3.800 cidadãos angolanos com um valor líquido superior a um milhão de dólares em bens (728.500 euros), nos quais se exlui o valor da residência oficial.
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Neste período entre 2007 e setembro de 2013, a subida percentual de Angola (68%) só é ultrapassada pela da Etiópia, cujo número de milionários mais que duplicou em seis anos: de 1.300 para 2.700, segundo os dados desta consultora baseada em Oxford, Reino Unido, e com uma representação em Joanesburgo, na África do Sul.
Se Angola está em segundo lugar na curva de crescimento percentual relativa ao número de milionários, em termos absolutos também aparece no top ten africano, ficando em sexto lugar, atrás da África do Sul (48.700 milionários), Egito (22.800), Nigéria (15.700), Quénia (8.300) e Tunísia (6.400).
 
A BANCA PORTUGUESA AJUDA
Segundo as previsões da consultora NWW, em 2030 Angola passará para o quinto lugar da lista de milionários em África, subindo 144% para os 15.600, e ficando atrás da África do Sul, que mantém a liderança da lista, e da Nigéria, Egito e Quénia, ultrapassando, assim, a Tunísia.
Os dados a que a Lusa teve acesso complementam a informação pública divulgada na quinta-feira passada pela Bloomberg, que afirmava que o homem mais rico de África, Aliko Dangote, é nigeriano e tem ativos no valor de 22 mil milhões de dólares.
"Estamos a prever que a Nigéria, o Gana e o Quénia sejam os maiores condutores no crescimento do negócio da gestão de riquezas em África", disse Andrew Amoils, um analista do escritório de Joanesburgo da NWW, acrescentando que esses países "já têm setores bancários relativamente bem desenvolvidos, portanto o passo para a banca privada [atendimento específico a clientes abastados] é um movimento lógico".

O relatório da consultora britânica não apanhou de surpresa os principais bancos que investem na gestão de fortunas, como o Barclays, o HSBC Holdings ou o UBS, o maior do mundo, que já tinha afirmado no mês passado que a Nigéria e Angola são as prioridades do banco na aposta na captação de novos clientes milionários.

* Num país onde 55% dos angolanos vivem abaixo da linha de pobreza, com apenas 1,20 dólares disponíveis por dia, elevada taxa de desemprego cerca de 35%, fica bem que existam tantos milionários corruptos. Para a manutenção desta escravatura a banca ajuda, incluindo a portuguesa!

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Alguém



entende?







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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Renovação das declarações de 
rendimento anual bruto corrigido 
Inquilinos criticam
 "armadilhas do Governo" 

Os inquilinos criticaram as “armadilhas do Governo” quanto à renovação das declarações de rendimento anual bruto corrigido (RABC), que serve para limitar os valores de rendas, enumerando diferentes procedimentos por parte dos funcionários das Finanças. 

Em comunicado, a Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL) reafirmou haver artigos na nova lei do arrendamento que são “autênticas armadilhas” para os inquilinos com contratos anteriores a 1990 e visam “prejudicar a sua permanência nas casas que livremente arrendaram”. 


A AIL exemplificou com o artigo 35.º da Lei do Arrendamento, que define a obrigatoriedade de prova anual do RABC e informou estar a haver “comportamento incorreto, negativo e notoriamente prejudicial para os inquilinos de alguns serviços da AT - Autoridade Tributária”. 

A associação indicou que “uns, porque dizem ter ordens superiores para não o fazerem, se recusam a emitir qualquer documento, inquietando ainda mais os inquilinos”. “Outros alegam que os pedidos dos inquilinos não fazem sentido, porque as certidões que lhes foram passadas após junho/julho de 2013 têm a validade de um ano e só nessa altura devem pedir outra certidão”, acrescentou a associação de inquilinos. 

A associação avançou que há também casos de serviços que têm emitido certidões iguais às anteriores mas com data atual ou que apresentaram ao inquilino um modelo autónomo de requerimento que é preenchido e no qual põem o carimbo. “Outros ainda, sobranceiros e ostentando uma confrangedora ignorância da lei, dizem ofensivamente aos inquilinos que a AIL está numa posição incorreta porque a lei não prevê tal procedimento”, lê-se no comunicado. 

Citando o artigo, a AIL defendeu a necessidade de um “comportamento uniforme por parte dos serviços da AT para dar seguimento ao artigo 35.º, n.º 5 do NRAU (lei nº 31/2012), para o que bastaria emitirem declarações com referência a este artigo, esclarecendo que ainda não era possível certificarem o RABC de 2013”. 

O número 5 do artigo 35º da lei do arrendamento urbano prevê que “no mês correspondente àquele em que foi feita a invocação da circunstância regulada no presente artigo e pela mesma forma, o arrendatário faz prova anual do rendimento (RABC) perante o senhorio, sob pena de não poder prevalecer-se da mesma”. 

A AIL responsabiliza desde já o Governo por qualquer consequência que se venha a verificar caso o inquilino não tenha o documento exigível por lei e caso o senhorio invoque esta omissão para poder aumentar a renda. A carência económica coloca limites máximos na atualização das rendas: 10% para rendimentos das famílias até 500 euros mensais, 17% para agregados com rendimentos até 1.500 euros e 25% nos restantes casos. Em meados de novembro, os serviços das Finanças tinham emitido mais de 41 mil certidões de carência, segundo a Secretaria de Estado dos Assuntos Ficais.

* PEDIDO: - Senhores funcionários da Finanças, estão do mesmo lado da barricada dos inquilinos, o Estado também vos assalta, sejam mais atentos aos pedidos que vos fazem, Portugal precisa!!!