terça-feira, 12 de novembro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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CUIDE DAS CRIANÇAS

DAS SUAS E DAS DOS OUTROS

TODOS OS DIAS

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 O QUE NÓS


APRENDEMOS!


Ortopedista Marcelino Andrade realizou “apenas 3” consultas em 7 meses e seis cirurgias em 14 meses, mas recebeu 20 mil euros em horas extraordinárias, isto passa-se na Região Autónoma da Madeira.

O Tribunal de Contas (TC) notificou-o a devolver cerca de 400 mil euros recebidos indevidamente enquanto acumulou as funções de médico no Hospital do Funchal com as de presidente da Junta de Freguesia.
 
1 - acumulou os cargos de forma ilegal 2 - que originou pagamentos indevidos no valor de 397.675 euros, 
3 - remunerações, acumuladas indevidamente com as auferidas na junta de freguesia. 
4 - deu apenas 3 consultas em 7 meses e 6 cirurgias em 14 meses, mas recebeu 20 mil euros em horas extraordinárias e cerca 3700 euros em prevenções. 5 - é dirigente regional do PSD
6 - durante anos médico pessoal de Alberto João Jardim, 
7 - o TC, considerou que pela autorização ilegal deveria ser exigida responsabilidade ao secretário regional dos Assuntos Sociais e Parlamentares, Rui Adriano de Freitas, membro do governo madeirense responsável pela saúde entre 1988 e 2000, e aos responsáveis do Centro Hospitalar do Funchal e Serviço Regional de Saúde.
8 - entre 14/1 e 8/7 de 1988 estava de baixa, mas a 14/1 desse ano foi precisamente o dia da tomada de posse à presidência da nova junta. Mete baixa de médico para exercer cargo público!
9 - O tribunal considerou “ilegal o pagamento das remunerações entre Julho de 1998 e Outubro de 2009, num total de 397 mil euros. 
10 - recebeu ainda abono do subsídio de insularidade (1428 euros, o tal que os continentais pagam por eles serem pobres corruptos) como autarca, entre 2002 e 2007, a que não tinha direito, no total recebeu ilíquido 143.169,78 euros.
11 - as multas que poderá pagar permitam que o saldo seja sempre muito positivo para o infractor.  

FONTE: http://apodrecetuga.blogspot.com

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 5-O MAIOR PRAZER

 Aviso aos Srs. Visitadores 
Esta inserção  tem imagens sensuais talvez impróprias  para olhos sensíveis. No entanto temos todo interesse em divulgá-las pois consideramos ser  o corpo feminino  a sarça ardente e bela do erotismo e esta ousadia não faz mal a ninguém!
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Oxalá a vossa curiosidade 
seja mais forte que o pudor
 





















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HOJE NO
"PÚBLICO"

Presidente dos politécnicos diz que 
prova de avaliação dos professores
. descredibiliza as instituições formadoras

Joaquim Mourato, que preside ao Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, levanta a questão da justificação e da legitimidade da prova a que o Ministério da Educação e Ciência vai sujeitar professores do pré-escolar, básico e secundário.

Num momento que se multiplicam as propostas de manifestações contra a prova de acesso à profissão para professores sem vínculo à função pública, Joaquim Mourato, que preside ao Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), considerou nesta segunda-feira “muito estranho” que o Governo avance com uma iniciativa que “descredibiliza as instituições formadoras e a própria Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior sem que, aparentemente, exista um estudo que identifique problemas no processo formativo”.

Em declarações ao PÚBLICO, Joaquim Mourato disse ter estado nesta segunda-feira a debater internamente, no Instituto Superior Politécnico de Portalegre (ISPP), a que preside, “a necessidade de tomar uma posição institucional” sobre a prova de avaliação de conhecimentos e de capacidades que terá de ser feita por todos os professores que quiserem candidatar-se a dar aulas no próximo ano lectivo. “Iremos fazê-lo esta semana, a nível do ISPP e, na próxima, apresentarei a questão aos restantes membros do CCISP, que eventualmente quererão, também, pronunciar-se sobre o assunto”, disse.
Mourato afirmou que depois da publicação do despacho do Ministério da Educação e Ciência - que marca a primeira parte da prova, comum a todos os professores, para 18 de Dezembro – "já" tem “dificuldade em acreditar que o CISSP seja ouvido”.

“A formação não está a responder às exigências? Em que medida e em que aspectos? Como é que isso foi demonstrado? E como pode uma prova que concede habilitações para a docência ter efeitos retroactivos, pondo em causa as expectativas legítimas de formandos e professores? Para além disso, de que tipo de prova se trata e como é que pode ser feita à margem das instituições que formam os docentes e que estão acreditadas para tal?” questionou.

O envio em massa de e-mails aos presidentes dos ISP e aos reitores das universidades, pedindo que se pronunciem sobre a questão é precisamente uma das manifestações propostas nas redes sociais. Mas há outras, lançadas este fim-de-semana, de forma aparentemente espontânea, por elementos de grupos de professores.

 No Facebook circulam um apelo à concentração, nesta terça-feira, na Assembleia da República, onde se desloca o ministro da Educação; uma convocatória para uma manifestação contra a prova no próximo sábado, dia 16, e um convite para a formação de um cordão humano em torno das escolas, a 18 de Dezembro. Continuam os apelos ao boicote à prova e há quem se proponha produzir t-shirts pretas com frases alusivas ao preço de inscrição (20 euros).

Tanto os dirigentes da Associação Nacional de Professores Contratados (ANVPC) como os da Federação Nacional de Professores (Fenprof) e da Federação Nacional de Educação (FNE), que contestam a realização da prova, se têm mantido à margem das propostas mais radicais. Todos se dizem convictos de que a prova é ilegal e de que não se chegará a realizar devido à intervenção dos tribunais.

* Temos um governo "legal" que aposta no ilegal.

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II-OS SETE


PECADOS CAPITAIS




1- A INVEJA


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Salgado e Ricciardi aceitam tréguas

Trégua Ricardo Salgado e José Maria Ricciardi acordam paz até 2015, sob pressão do Banco de Portugal. Salgado inclui Ricciardi entre possíveis sucessores.

O conflito familiar na cúpula do Banco Espírito Santo (BES) foi ontem para "intervalo". Sob pressão do Banco de Portugal (BdP), Ricardo Salgado e José Maria Ricciardi acordaram uma trégua que assegura, para já, a estabilidade accionista e abre caminho a uma sucessão pacífica do líder, em 2015.


Ricardo Salgado desmente a tese de "golpe de estado" e aponta Ricciardi como possível candidato à sucessão. 


Em contrapartida, o presidente do BES Investimento declarou que, após esclarecimentos entretanto obtidos, reiterou a confiança na liderança de Ricardo Salgado, posta em causa na reunião do Conselho Superior do passado dia 7 de Novembro.

* Uma família quase siciliana...

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2-CORTINA 


DE FUMAÇA



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Cortina de Fumaça coloca em questão a política de drogas vigente no mundo, dando atenção às suas conseqüências político-sociais em países como o Brasil e em particular na cidade do Rio de Janeiro. Através de entrevistas nacionais e internacionais com médicos, pesquisadores, advogados, líderes, policiais e representantes de movimentos civis, o jornalista Rodrigo Mac Niven traz a nova visão do início do século 21 que rompe o silêncio e questiona o discurso proibicionista.

Produtora: J.R Mac Niven Produções

Direção: Rodrigo MacNiven 

FONTE:Antonio Arruda

NR: Os pensionistas deste blogue não se reveem nesta série, o que não impede de a editarmos, pelo direito de acesso ao conhecimento e opinião.

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Igreja quer fim do casamento gay

Papa quer saber quantas são as uniões homossexuais e os bispos vão responder. Mas sublinham que só aprovam casamento entre homem e mulher

O inquérito pedido pelo papa para o sínodo dos bispos aponta para a inclusão de todos, incluindo os divorciados e os homossexuais casados. Os bispos portugueses dizem que estão de acordo, mas lembram que a Igreja só aceita o casamento entre um homem e uma mulher.

"O cristianismo que professamos vê na complementaridade homem-mulher a base imprescindível do que a humanidade há de ser, como alteridade em comunhão", disse, na abertura da Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, ontem, em Fátima, D. Manuel Clemente.

O patriarca de Lisboa diz que a Igreja Católica contribuirá para o debate em curso sobre a matéria, mas manifesta-se convicto de que, mais ano menos ano, a lei excluirá outro tipo de casamento que não o que une um homem a uma mulher.

"Tratando-se da verdade, enquanto adequação racional à realidade, cremos que ela (opinião da Igreja) fará o seu curso nas consciências e nas atitudes dos nossos concidadãos, quer nos costumes quer na própria legislação, mais ou menos cedo, mas certamente", afirmou o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.

O padre Manuel Morujão, porta-voz dos bispos, esclarece que "as novas realidades exigem novas respostas por parte da Igreja", mas sublinha que "há questões de princípio que não se compadecem com os gostos ou as opiniões de parte da sociedade".

"A Igreja não fecha a porta a ninguém, e tem presente que aqueles que vivem à margem das normas cristãs são, certamente, quem mais precisa da boa-nova de Cristo, mas os princípios não podem andar ao sabor das marés", acrescentou o padre Morujão.

O inquérito, de 38 perguntas, que o papa Francisco enviou a todos os bispos do Mundo, vai estar em cima da mesa dos bispos, que pretendem enviar as respostas para Roma até meados do próximo mês de janeiro. 

* Segrega as mulheres restringindo o acesso na hierarquia, segrega homossexuais mas encobre padres pedófilos, ainda não será com este papa que a igreja católica perde a sua vertente xenófoba.

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GUSTAVO CARDOSO

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Habermas no país 
das desigualdades estruturais

O título deste artigo tem algumas semelhanças com o título da obra de Hergé, Tintin no país dos sovietes, mas a semelhança termina aí. Jurgen Habermas não é um repórter personagem de banda desenhada, mas sim um filósofo e sociólogo, e ao contrário de Hergé, que não esteve na Rússia quando desenhou essa primeira obra do seu herói Tintin, Habermas esteve na passada semana em Lisboa e conhece bem o nosso país, a Alemanha e a Europa.

Portugal é hoje tão conhecido na Europa, como destino turístico, como o é por ser um país onde as reformas estruturais, guiadas por Bruxelas, Frankfurt e Washington (embora aqui com menor peso e vontade), devem ser aplicadas para reduzir o déficit do Estado e reequilibrar o sistema bancário.
No entanto, apesar das cimeiras, das coberturas televisivas e artigos de jornal, a Europa não se conhece bem a si mesma. Não se conhecendo a si mesma, a Europa vive o presente omitindo o seu passado longínquo – isto é a última guerra mundial e o motivo porque nos juntámos nesta União. Continua a olhar o presente a partir de um passado mais recente – o dos anos noventa quando acreditava poder ser relevante a nível global. E olha para o futuro de uma forma auto-centrada, isto é, pensa o que será amanhã em função dos seus interesses nacionais e não do interesse nacional enquanto partilha de interesses comuns.

Porque não se conhece a si mesma, a Europa também continua a acreditar, estranhamente, mas não em contradição com uma visão auto-centrada, que todos os países são parecidos e que as singularidades são desprezíveis. Daí que não se aperceba de como há países extremamente desiguais e países extremamente menos desiguais.
E que em muitos desses países, como em Portugal, o que os caracteriza, são desigualdades estruturais (que em dado momento a Europa havia decidido ajudar a corrigir) e cujas actuais propostas de reformas estruturais estão a acentuar. Isto porque a ordem é para manter as desigualdades, porque as políticas que guiam a acção estão assentes numa normatividade neoliberal na qual a desigualdade é a norma, e a norma resulta da ideia de que apenas os que tiverem sucesso no mercado merecem melhorar a sua vida.

Resumindo, estamos hoje neste local incerto porque a ideia de um modelo social europeu se perdeu algures quando muitos acharam que deveríamos, de algum modo, assumir comportamentos ou expressar valores neoliberais no nosso dia a dia e   quanto ao nosso futuro.

A ideia de que nos podemos todos ter tornado neoliberais é poderosa e não é da autoria de Habermas, mas sim de Colin Crouch no seu livro Making Capitalism Fit for Society. Mas porque acha Crouch que mesmo os que votam à esquerda sem ter partido, ou que se consideram socialistas no sul da Europa, ou sociais-democratas no norte da Europa, ou são verdes ou mesmo comunistas, se podem ter tornado, sem o perceber, neoliberais? E, se tal aconteceu, de que modo tal explica o porquê da Europa estar hoje como se encontra? E o que fazer se não gostamos da imagem que surge quando nos olhamos ao espelho?

Como sugere Crouch, embora a Terceira Via, protagonizada pelos trabalhistas de Blair, possua claras limitações, também possuirá pelo menos uma virtude: a de nos alertar para a exaustão e impossibilidade de regressar aos velhos projectos.

Mas a mais importante limitação, presente nas diferentes terceiras vias experimentadas, reside em ter-se aceite, durante largos períodos governativos, o capitalismo de forma acrítica. E, ao fazê-lo, termos ignorado os problemas criados aos cidadãos pela acumulação desmesurada de poder por parte de empresas globais, na tentativa de remunerar sempre cada vez mais os seus accionistas e conselhos de administração – basicamente, dando corpo à receita para a criação de crises como aquela em que nos encontramos hoje.

Segundo Crouch tornámos-nos "todos" neoliberais quando acreditámos que algo que em teoria parecia fazer sentido, isto é, que podemos ter estados fortes com um papel limitado na garantia da operacionalidade dos mercados, podia ser aplicado na prática. E que, apenas por via da aplicação política de uma teoria, se garantiria que a esperança, que faz com que a vida valha a pena ser vivida, continuasse a guiar as sociedades europeias.

Tornámos-nos neoliberais, sem o escolher, quando assumimos que tínhamos de aceitar alguma forma de capitalismo neoliberal; mas errámos quando confundimos esta aceitação com a sua transposição para a esfera da governação e enquanto valor de governo das sociedades.

No entanto, o “neoliberalismo” presente na governação de uma parte substancial dos países europeus é muito mais um neoliberalismo de favores, em que tanto as elites económicas quanto as políticas estão em concertação para proteger interesses por si definidos, do que um puro neoliberalismo promotor de um  contexto de liberdade de escolha e de acesso aos produtos dos mercado à maioria das populações.

Os pensamentos de Habermas ou Crouch mostram-nos que as ideias e a sua ligação com a actuação política na economia, sociedade e fiscalidade não desapareceram. Estão activas e em combate com outras formas de pensar. Por outras palavras, a tecnocracia, no contexto da governação europeia, surgida como forma de fazer política, fazendo de conta que as ideias políticas estão ausentes e que há apenas teorias de gestão e de relações públicas, a serem aplicadas por pessoas que as sabem aplicar, não se tornou ainda na única forma de fazer política.

De alguma forma as propostas tecnocráticas, mesmo quando legitimados nas urnas europeias sob a forma de programas de reestruturação e austeridade, estão essencialmente imbuídas de uma lógica programática neoliberal. O neoliberalismo político não é sobre dar aos consumidores maiores escolhas em mercados competitivos, mas sim sobre como aumentar o poder dos mais poderosos no mercado e também da concentração de privilégios em poucos indivíduos. Daí que, em vez de ser a aplicação à realidade de um conjunto de ferramentas baseadas em uma pura teoria económica, seja efectivamente um movimento político.

Um capitalismo sem um Estado para o salvaguardar dos seus excessos, cria as condições para o seu próprio falhanço e crises duradouras, as quais, por sua vez, minam a própria credibilidade dos estados e dos sistemas políticos e económicos.

O capitalismo viciou-se no neoliberalismo mas, como em todos os vícios, a euforia do momento acaba sempre por comprometer a sustentabilidade do médio prazo.

Daí, que Crouch sugira que devemos lutar por uma versão de capitalismo de coordenação económica de mercado em vez de uma ortodoxia incapaz de reduzir as desigualdades e promover crescimento económico. Essa é a forma de capitalismo que melhor serve os cidadãos e, se quisermos ir mais longe, também é aquela que vai ao encontro do interesse da maioria dos actores económicos porque sustém a viabilidade do próprio capitalismo.

Um capitalismo de coordenação económica de mercado que, aceitando o valor e a prioridade dos mercados na economia, aceite também as suas limitações e deficiências. O que implica igualmente fazer a pergunta: quando e como se torna o Estado necessário? E, consequentemente, uma tentativa de resposta: o Estado é necessário para assegurar a possibilidade de todos viverem uma vida decente e em dignidade, mesmo se não puderem ter muito sucesso no mercado, e também a possibilidade de os cidadãos gerirem com sucesso as tarefas partilhadas e colectivas que entenderem. No fim de contas, o que Crouch sustenta é a necessidade de um reactivar dos movimentos políticos existentes perante a necessidade de serem capazes de representar a parte da sociedade com menor distribuição de rendimento e riqueza, ou seja, a maioria da população europeia.

É essa a escolha política que os governos precisam de encarar e responder: estar do lado dos interesses individuais de pessoas e de algumas organizações ou dos interesses dos indivíduos e da sua liberdade de organizar o seu futuro? É também essa a escolha dos governos Europeus a que Habermas se refere quando diz que precisamos de sair da lógica de interesse próprio de curto prazo que marca o comportamento de quase todos os governos.

No geral, o que podemos concluir sobre a Europa e o seu futuro é que a voz popular talvez tenha alguma razão, ou seja, a culpa é mesmo dos políticos. Como sugere Habermas, a culpa é dos que hoje, ocupando lugares de poder, não apelam à mudança usando o melhor de nós; e apenas buscam manter-se no poder apelando ao que de pior há em cada um de nós.

IN "PÚBLICO"
07/11/13

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 2.UNIÃO


 EUROPEIA





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HOJE NO

"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Hospitais recebem as sobras 
e passam a gerir desperdício 
Santa Maria e Pulido Valente 
com bancos alimentares 

Os hospitais Santa Maria e Pulido Valente (foto) vão ter um banco alimentar nas suas instalações, que vai receber as sobras alimentares das duas unidades de saúde, uma medida para ajudar a comunidade e também alguns funcionários. 


 A iniciativa foi revelada por Carlos Martins, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN), que é composto por estes dois hospitais, para quem a existência de tantas sobras causava alguma intranquilidade. “Temos uma produção alimentar relevante. Basta pensar que temos 6400 funcionários, na faculdade 2400 alunos, cerca de 3000 doentes que passam aqui por dia, o que totaliza perto de 10 mil pessoas que são potenciais clientes e sabemos que temos algum desperdício diário”, disse. 


A instituição tinha sido contactada pela associação Re-food, que redireciona refeições para pessoas que têm fome, a solicitar um espaço para funcionar, o que foi aceite pelo CHLN, que assinou um protocolo para instalar a organização no campus do Hospital Pulido Valente.

 “Seremos o primeiro hospital do país a ter um banco alimentar aberto à comunidade”, disse. Carlos Martins acredita que a medida também vai beneficiar os funcionários das unidades do CHLC (Santa Maria e Pulido Valente), para os quais a instituição desenvolveu recentemente uma parceria com uma marca de combustível que lhes permite descontos.


 “Este conselho de administração não pode aumentar vencimentos ou fazer progressão nas carreiras, pois está limitado por razões financeiras e legais. Mas há determinadas coisas, dentro da política de responsabilidade civil, que podemos e devemos fazer”, disse.

 Para o campus do Hospital Pulido Valente – que tinha 30 por cento de áreas desocupadas, algumas em estado de degradação progressivo – vai igualmente a sede da Federação dos Dadores de Sangue (Fepodabes). Por seu lado, a Fepodabes, que valorizou com obras o património do Hospital Pulido Valente, comprometeu-se a promover colheitas de sangue.

* Deve ser a melhor notícia do dia!

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I- UM GUIA PARA
A FELICIDADE

Socrates e a
auto confiança

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Educação Especial
 perde mais de 14 milhões

O Orçamento por Ações do Ministério da Educação e Ciência, em discussão esta terça feira no Parlamento, contempla um corte superior a 14 milhões de euros nas verbas destinadas à Educação Especial. 


O documento, disponível para consulta na página da Assembleia da República, especifica que o Orçamento para a Educação Especial em 2014 será de 198 232 208 euros, menos 6,6% do que os 212 289 152 do ano passado. 

Parte significativa desta redução deverá ficar a dever-se ao impacto, entre os professores, dos cortes salariais na Administração Pública. 

* Isto quer dizer que as nossas crianças especiais serão mais deficientes!

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Janita Salomé


Ao passar junto da vide


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HOJE NO
"RECORD"

Mourinho:
 «Treinar Ronaldo foi
 o melhor que me aconteceu»

Terminaram de costas voltadas no Real Madrid, mas José Mourinho não esqueceu os anos em que comandou Cristiano Ronaldo. O agora treinador do Chelsea enalteceu, em entrevista à "France Football", que CR7 foi o mais profissional com quem alguma vez trabalhou.

"Treiná-lo foi o melhor que podia ter acontecido na minha carreira. É o jogador mais profissional que alguma vez conheci", destacou Mourinho, que com Ronaldo conquistou uma Liga espanhola ao serviço dos merengues, assim como uma Taça do Rei e uma Supertaça.

"Podem existir diferenças entre treinador e jogador, mas isso acaba aí. Não tenho nenhum problema", assegurou.

* Pode especular-se sobre a língua viperina de Mourinho, sempre frontal.

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CONTESTAÇÃO DE 
ARTISTAS BRASILEIROS


CONTRA CONSTRUÇÃO 
DE HIDRO-ELÉCTRICA

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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Maus tratos a crianças cada vez mais
. perversos e difíceis de identificar

Os maus tratos às crianças são cada vez mais requintados e perversos e com marcas difíceis de identificar, mesmo para os próprios técnicos, revelou um elemento de um núcleo de apoio a crianças e jovens em risco.

Rute Santos, membro do núcleo hospitalar de apoio a crianças e jovens e risco no Hospital Dona Estefânia, falava durante o Congresso de Serviço Social do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC), sobre o tema dos maus tratos.
A especialista revelou que o ato de mau tratar é cada vez mais escondido e um desafio para os técnicos que recebem e encaminham estes casos.

"O ato de maltratar tem-se vindo a aperfeiçoar. É mais requintado e perverso, com marcas mais difíceis de identificar e difíceis de lidar para os próprios técnicos", afirmou.

Apesar do aumento da gravidade dos casos, o seu número baixou entre 2008 e 2012: de 169 para 122.
Sobre o tema deste congresso - "O serviço social em contexto de crise" - Rute Santos alertou para o facto de as crianças perceberem a crise, que "é também de valores e da organização da família".
"As crianças têm noção que a vida delas mudou e têm dificuldade em aceitar isso", disse.

* Pais preversos são pais?

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ENCANTADORAS














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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Pires de Lima: 
"Começam a existir sinais extremamente
 positivos de investimento em Portugal"

O Ministro da Economia disse no Parlamento que o Governo português tem sido contactado por empresas estrangeiras "com vontade" de investir em Portugal. Pires de Lima recordou ainda que só no último mês e meio houve cinco empresas que reforçaram investimentos no país. Uma delas é a Portucel, que vai investir 120 milhões de euros.
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Pires de Lima está confiante na captação de investimento para Portugal já em 2014. "Começam a existir sinais extremamente positivos", disse o Ministro da Economia no Parlamento, referindo que o Estado português tem sido contactado por empresas que ainda não estão presentes no país e que têm demonstrado uma "vontade" de investir em Portugal no próximo ano. 

No último mês e meio houve também um reforço de vários investimentos, sublinhou Pires de Lima. Entre eles a Autoeuropa (37 milhões de euros), a Caima (35 milhões de euros), a Celbi (26 milhões de euros), a Goma-Camps (30 milhões de euros) e ainda a Portucel "que acaba de assinar um contracto com a AICEP, num valor de investimento de 120 milhões de euros", referiu. 

* Investidores internacionais desinvestiram mil milhões em Portugal no 2º trimestre, notícia do "i" em 04/11/13, quem é que o sr. ministro quer enganar com estas migalhas?

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 CRETINOS E
 COMPANHIA

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