sábado, 26 de outubro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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O QUE NÓS

APRENDEMOS!



 Já editámos este vídeo há dois anos sensivelmente, mas para que não caia no esquecimento quando da hora de votarmos, e pensarmos bem antes de elegermos um biltre.

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6.ANÚNCIO DE

 CASAMENTO




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OS NORMAIS

"Tudo normal
 até que..."






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5.ANÚNCIO DE

 CASAMENTO




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 SEXO ANAL

Uma abordagem muito séria sobre a influência na anatomia humana desta práctica sexual, desapaixonadamente.




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4.ANÚNCIO DE

 CASAMENTO




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8.OS MESTRES



 DO DINHEIRO




Como uma série de 1996 está tão actual, à parte algumas afirmações "datadas" tudo o resto ensina-nos a compreender o espírito da Troika.

FONTE:
lucas84doc 



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3.ANÚNCIO DE

 CASAMENTO




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HELENA MARUJO

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Felicidade Pública
 A cultura faço-a eu!


“Porque me vestem com roupas emprestadas?”, Macbeth, William Shakespeare (I, iii, 109-110).

A filósofa norte-americana Susan Neiman, no seu livro O Mal no Pensamento Moderno: para uma História Alternativa da Filosofia, descreve o terramoto de Lisboa de 1755 como a razão que levou ao fim do optimismo na cultura ocidental.
Justifica com o fato do mal – seja natural, como o representado pelo terramoto, ou o moral, como o corporizado em Auschwitz ou Hiroshima – ameaçar a razão humana, desafiando assim a nossa esperança de que o mundo faça sentido. O terramoto foi um evento dramático da nossa história nacional que deixou, portanto, uma pesada pegada cultural, em nós e no resto do mundo.

Ao reler esta perspectiva histórica voltei a encarar a aparente dicotomia paradoxal e ondulante na retórica da nossa cultura, que parece tão marcadamente nossa: entre o acreditar e o não acreditar no futuro, entre o optimismo e o pessimismo, entre a vitimização e o desenrascanço, num “vai-se andando” de existências que não se expõem aos extremos, e que receiam afirmar-se, assim tricotando a nossa cultura de hoje.

Como regra, o português não tem a coragem decidida de dizer que está bem ou muito bem, nem que está totalmente mal, como confirmamos no estudo que fizemos com o Instituto da Felicidade: navegamos nas águas não comprometidas dos 50%, do “mais ou menos”, da desresponsabilização, de uma assumida ausência de compromissos sobre o que sentimos ou o que esperamos ser. Tentamos passar pela vida assépticos, sem nos “sujarmos”, receosos, escondidos, sem posições deliberadas. Defesa da neutralidade? Preferência medrosa por emoções estéreis? Quem sabe se resquícios e fantasmas de um fascismo que ainda nos consome a existência coletiva.

Não me comprometo. Ponto. Prefiro o silêncio à escolha resolvida e demarcada. Elejo a neutralidade na existência. Nem sim nem não. Não arrisco. O inferno são mesmo os outros. Aliás... Estas roupas são emprestadas, nem são minhas...

Mas se a cultura é de facto feita de silêncios – o que decidimos omitir, o que ignoramos, o que desleixamos, o que descartamos – é também feita de palavras, que preenchem os nossos espaços relacionais. É igualmente da qualidade e sofisticação dos nossos discursos privados e públicos que se faz cada cultura, a qual é executada nas escolhas gramaticais, nas frases quotidianas, às vezes repetidas ad nausium. Como uma névoa corrosiva, as palavras e as frases que oferecemos ou impomos, mas não pensamos, os silêncios que não medimos ou que usamos intencionalmente para manipular, criam mundos e casulos de que somos autores, sem nos darmos por donos – porque isso era assumir um risco que os “mais-ou-menos” da vida repugnam.

Mergulhados na cultura, deixamos de ver para além dela. O horizonte fixa-se na distância milimétrica dos nossos olhares míopes. As rotinas ensurdecem-nos. Habituados ao som, não somos capazes de ouvi-las. Estamos tão dentro das nossas próprias formas culturais – as quais manufaturamos a cada minuto – que acabamos exilados delas.

Quer experimentar pensar no que já fez recentemente pela nossa cultura?

Relembre o que já disse hoje.

Que palavras usou para falar de si, da vida, do futuro, dos colegas, dos políticos, dos seus amores, dos media, do passado, do que está a ser este dia?... O que calou, o que preferiu suprimir?
Se calhar já hoje disse “Vai-se andando...”, ou começou frases por “Não...”, quando a seguir ia concordar com o que estava em discussão. Ou neste dia em que falamos já iniciou qualquer tipo de conversas, mesmo sobre o bom da existência, por expressões como “O problema é...”, mostrando que acredita, e leva outros a acreditar, que a vida é isso mesmo: uma sucessão imparável de problemas, sem dar tempo a fôlegos recuperadores, assim nos impedindo a todos uma vitalidade rejuvenescedora – até mesmo quando falamos do positivo.

Provavelmente já referiu hoje, com muito ênfase: “É tudo muito complicado!” e assim espelhou a vida com perplexidades desanimadoras, que minoraram as oportunidades; como quando disse a um filho que com esforço atingiu um sucesso: “Não fizeste mais do que a tua obrigação”.

É possível que já hoje tenha generalizado as experiências mais desagradáveis (“Nunca estás quieto”; “Este meu colega é sempre tão agressivo!”; “Não tens jeito nenhum para matemática”) e desacreditado as boas (“Uhm...Está-me a elogiar? Deve querer qualquer coisa...Esta palmadinha nas costas traz água no bico...”). É provável que já hoje tenha falado de alguém “pelas costas”, mas tenha fugido a ser frontal em algo que precisava dizer-lhe.

Que complexidades gramaticais e emotivas tem a nossa cultura!

Por um lado não nos comprometemos, pugnando pela flacidez das posições ou pelo silêncio bem calado; por outro guiamos a vida e a cultura em direção a micro-apocalipses, enviesando a existência, dissimulando responsabilidades, consolidando formas cinzentas de viver. Quantas vezes não mutilamos aspirações com a forma como nos expressamos, ou não nos desresponsabilizamos porque evitamos emocionar-nos na vida publica? Quantas vezes também não delimitamos o publico e o privado, separando a vida como se os afetos fossem algo impossível de coexistir com a ciência, a política, ou a economia? Porque serão certos sentimentos aceites e valorizados na esfera privada e julgados irrelevantes ou até chocantes na esfera publica, convidando-nos a sectarismo artificiais e ao consequente amorfismo social e cultural?

Uma explicação possível é a de que a consciência de nós mesmos em contexto, como parte de um todo, membros vivos de um coletivo, nos tenha sido estripada: convenceram-nos que aquilo que somos como pessoas em privado em nada se liga como o que somos como cidadãos; que o que se passa nos nossos discursos íntimos em nada alimenta uma cultura.

Aliás, como todos aprendemos, o bom profissional deixa em casa as emoções... até porque não se pode mostrar vulnerável...

Numa economia de mercado, dizem Oskar Negt e Alexander Kluge, a exclusão sistemática da experiência vivida é critica à sua manutenção e à vantagem do discurso político.

Defendo por isso que é perigoso para a cultura e para a democracia que continue assim.

Esta semana vivi na pele e no coração a integração harmoniosa destas artificiais dicotomias. Em discussões públicas dos trabalhos dos alunos finalistas do Executive Master em Psicologia Positiva Aplicada a decorrer no ISCSP da Universidade de Lisboa, fui testemunha de micro-transformações culturais e novas gramáticas, que uniram o público e o privado: uma juíza do Ministério Público a descrever um programa da sua autoria para potenciar o amor perante casos de violência doméstica; uma técnica de serviço social a apresentar empolgada os resultados fascinantes de um projeto que fez com mais três colegas para a promoção da consciência das virtudes e forças pessoais em jovens delinquentes sobre a alçada da justiça; uma professora portadora de nanismo acondroplásico a falar de maior bem-estar das pessoas com esta característica genética face ao comum dos cidadãos, uma historiadora a descrever o valor de longevidade de pessoas de idade avançada do interior sul do país que voltam a ter verdadeiro sentido de comunidade...

Discursos decididamente posicionados, afetivos, diria mesmo apaixonados, pessoal e profissionalmente mesclados, que mostram propostas ontológicas e epistemológicas complementares à cultura vigente, e por isso mesmo, arquitetam cultura.

E não são mudanças soltas nem insignificantes. No seu recente livro Emoções Politicas: Porque é que o Amor é importante para a Justiça, Martha Nussbaum faz o estudo dos discursos, da retórica e do enquadrar das Emoções Públicas para dar sentido ao que se passa na esfera coletiva e na sociedade civil. Crente de que os sentimentos mobilizam certas trajetórias – politicas, culturais, humanistas – a autora defende a relevância da promoção das emoções, e neste caso particular do Amor, como forma de reavivar as múltiplas mortes anunciadas das nossas existências conjuntas. Sem amor, diz-nos, não há políticas democráticas bem oleadas nem justiça social. Sim: unir a política e as políticas a emoções como o amor.

Receio que o amassar da cultura pelas nossas próprias mãos – tal como, queiramos ou não, fazemos todos os dias – se continuar a ser feito esterilmente, sem nos comprometermos, e sem consciência do nosso poder, se arrisque a transformar numa forma de controlo social e ideológico, poderosa, invisível e acrítica, uma espécie de autoridade moral, perigosamente e inconscientemente feita por cada um de nós a cada instante. Seremos assim autores de textos culturais anónimos: uma espécie de névoa corrosiva que serve de proteção psicológica, que parece dizer: “Detesto a nossa cultura...mas não me considero parte dela. São os outros que a fazem”.

Com uma cultura sonsa, dissimulada e não consciente, lesamos a possibilidade de novas linguagens e gramáticas de vida, e submergimos o poder da transformação. Seremos todos colonizadores, mas continuaremos a sentir-nos como população indígena, maltratados pela cultura, que acreditamos que nos é externa.

Poderemos continuar a sentir-nos vítimas, claro, mas creio antes que nos cabe ser expoentes de uma liberdade criativa no fazer culturas, aquela liberdade que detestam os decisores e burocratas das certezas. Se estes não forem tempos para sermos irreverentes, subversivos e criativos, se não for o momento para cultivar emoções escolhidas e cruzar privado e público, se não for a altura para tomarmos posições comprometidas, então quando será?

A cultura somos nós. Comecemos por isso com a dúvida – que Jorge Luis Borges diz ser outro nome para Inteligência – e reconheçamos o nosso papel na viragem para outra forma de existir em cultura. Porque a cultura consciente arranca de nós uma dimensão existencial escondida, uma voz abafada, que temos que gritar, alto, cada vez mais alto. Precisamos de mais demarcação, de mais afetos e de mais consciência para tornar a vida coletiva de novo real, visível e vivível. Devemos isso à história.
Permita-me que lhe pergunte: o que está disposto(a) a gritar em voz bem alta?

Professora universitária no ISCSP/UTL. 

IN "PÚBLICO"
21/10/13

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2.ANÚNCIO DE

 CASAMENTO





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II.HISTÓRIA DA


ELECTRICIDADE 



3-A ERA DA 



INVENÇÃO




  FONTE:videoaulamil
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1.ANÚNCIO DE

 CASAMENTO




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Natalia Cruz




La Misma Noche







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HOJE NO
" RECORD"

Helmut Marko: 
«Félix da Costa não soube 
lidar com a pressão»

Ainda a “digerir” a decisão da Red Bull em optar por Daniil Kvyat como piloto da Toro Rosso para a próxima época de Fórmula 1, António Félix da Costa foi ontem confrontado com declarações de Helmut Marko ao site alemão Auto Motor und Sport, em que o consultor da equipa austríaca e responsável pela Red Bull Junior Team explica a escolha do russo em detrimento do português.

O BOÇAL
“Kvyat dá-nos o melhor pacote geral, mais garantias. Optámos pela performance do piloto, embora tenhamos sido contactados por duas empresas russas. Daniil já mostrou que consegue lidar com a pressão, algo que António não conseguiu fazer. E se ele já vacila nas categorias de formação, como seria na Fórmula 1?”, questiona Marko, argumentando que “o gráfico de evolução de Daniil foi sempre em crescendo, enquanto o de António estagnou ou até caiu”. E acrescenta: “Já houve muitos pilotos com enorme talento que falharam em chegar ao topo.”

De qualquer maneira, Helmut Marko mantém a confiança em Félix da Costa e garante que o piloto português de 22 anos “não foi excluído”. “Vai continuar na nossa família. Temos de pensar agora no seu programa para o futuro. Para já, vai continuar no simulador e como piloto de reserva da Red Bull.”

Tranquilo
António Félix da Costa já teve oportunidade de abordar com o irmão Duarte as declarações de Helmut Marko e garante não ter ficado “afetado com estes comentários”. O piloto respeita “a opinião de Marko e a decisão da Red Bull”, mas “continua a acreditar que pode chegar à Fórmula 1”.

* Se Félix da Costa fosse um piloto que não trabalhasse ou evidenciasse comportamentos menos bons, consideramos que poderia ser criticado em público. Agora ser confrontado na comunicação social com esta boçalidade é um absurdo mesmo que as falhas apontadas ao piloto sejam reais.
Desejamos que Félis da Costa mude de escuderia e dê uma bofetada de luva branca a quem percebe pouco de recursos humanos.

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 ESTACIONAMENTO




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HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Tecnologia pode criar 
dilemas jurídicos no futuro

Juristas devem acompanhar ritmo 
da evolução tecnológica

A evolução tecnológica está a preocupar especialistas na área jurídica, devido aos possíveis dilemas que as novas tecnologias podem causar num futuro próximo. Uma das questões mais discutidas está relacionada com a evolução do sector automóvel, nomeadamente a possibilidade de conduzir um veículo à distância, algo que é já estudado.

Este conceito, baseado em sistemas GPS, levanta várias questões, sobretudo relacionadas com a responsabilização legal em caso de acidente. Burkhard Schafer, professor na Universidade de Edimburgo, referiu à revista New Scientist que um veículo é sempre responsabilidade de quem o conduz, esteja o condutor sentado no próprio veículo ou a operar um sistema à distância.

No entanto, o mesmo especialista nas relações entre o domínio jurídico e as novas tecnologias refere também que será necessária uma significativa dose de bom senso ao abordar estes problemas no futuro, uma vez que é impossível a tecnologia vencer as leis da física. E cita um exemplo: um veículo totalmente automatizado a circular com uma velocidade significativa nunca conseguirá evitar um choque se um peão se colocar à sua frente.
Torna-se, assim, fundamental que a criação de novas leis avance ao ritmo dos saltos tecnológicos, de forma a regulamentar atempadamente situações que possam ocorrer com origem no factor tecnológico. Por este motivo, vários especialistas prevêem um forte crescimento da área jurídica no século XXI. 

* Juristas com mais capacidades para fazer de nós ainda mais robots.

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A PRIMEIRA MULHER
NÃO FOI A EVA


1ª MULHER CONDENADA À MORTE POR MEIO DE  UMA INJECÇÃO LETAL- 1998

Karla Faye Tucker a 3 de Fevereiro

1ª MULHER A ESCALAR O MONTE EVEREST COM PRÓTESES NAS PERNAS - 2013

Arunima Sinh, 26 anos, a 21 de Maio


1ª MULHER A ENGRAVIDAR DEPOIS DE SUBMETIDA A UM TRANSPLANTE DO ÚTERO - 2011

On August 9, 2011, a 21-year-old Turkish woman named Derya Sert
Read more at http://www.oddee.com/item_98736.aspx#swmL8k6LEWBMdxAy.99
On August 9, 2011, a 21-year-old Turkish woman named Derya Sert
Read more at http://www.oddee.com/item_98736.aspx#swmL8k6LEWBMdxAy.99
On August 9, 2011, a 21-year-old Turkish woman named Derya Sert
Read more at http://www.oddee.com/item_98736.aspx#swmL8k6LEWBMdxAy.99
Derya Sert, cidadã turca, 21 anos, a 9 de Agosto


1ª MULHER A INTEGRAR A LISTA DOS MAIS PROCURADOS TERRORISTAS ELABORADA PELO F.B.I.. -2005
Joanne Chesimard, 26 anos, pertencia ao grupo Black Liberation Army, foi presa e fugiu, na actualidade o prémio pela sua captura ascende a 2 milhões de dólares.


1ª MULHER NO ESPAÇO -1963
Valentina Vladimirovna Tereshkova, tripulou a nave Vostok 6, a 16 de Junho


1ª MULHER DOUTORADA NO MUNDO - 1678

Elena Lucrezia Cornaro Piscopia, a 26 de Junho recebeu o diploma de doutorada em Filosofia.


1ª MULHER QUE DEU A VOLTA AO MUNDO EM BICICLETA - 1895
Annie “Londonderry” Cohen Kopchovsky, nascida em Riga mas naturalizada norte-americana, iniciou a aventura a 25 de Junho de 1894, tinha cerca de 25 anos.


1ª MULHER SUBMETIDA A CIRURGIA PLÁSTICA PARA AUMENTAR O BUSTO - 1962
Timmie Jean Lindsey, mãe de seis filhos, operada no Davis Hospital, Houston, Texas, na primavera de 1962


1ª MULHER PRIMEIRA-MINISTRA - 1960
 Sirimavo Bandaranaike, chefe de governo no Ceilão, actual Sri-Lanka, tendo o seu partido, o Sri Lanka Freedom Party, conseguido 75 dos 150 lugares do parlamento

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HOJE NO
"i"

Presidente de instituto da justiça
 acusado pelo DIAP

O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa acusou na passada quarta-feira o presidente do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, Rui Pereira, de participação económica em negócio e falsificação de documento. A investigação do Ministério Público não tem em conta factos ocorridos durante o desempenho das actuais funções, mas um alegado favorecimento familiar quando este ocupava o cargo de director municipal de Cultura na Câmara de Lisboa.


Contactado pelo i, o responsável, nomeado este ano pela ministra Paula Teixeira da Cruz, recusou fazer qualquer comentário sobre assuntos relacionados com a investigação.

Segundo a acusação, Rui Pereira terá contratado entre 2008 e 2009 serviços jurídicos para a elaboração de um parecer sobre direitos de autor sobre espólio da Casa Fernando Pessoa - instituição tutelada pela Câmara de Lisboa. O contrato acabou por ser adjudicado a duas juristas, sendo uma delas a irmã da mulher de Rui Pereira.

O departamento liderado por Maria José Morgado acredita que na sequência da elaboração deste parecer jurídico terá sido pago 30 mil euros por um parecer que nunca terá sido entregue. O parecer, segundo o DIAP de Lisboa, nunca terá sido entregue.

O Ministério Público considera que dada a proximidade e as relações familiares entre o responsável e uma das advogadas que levou a cabo o trabalho contratado por ele, enquanto director municipal de Cultura, é um indício consitente do crime de participação económica em negócio, um crime punível com pena de prisão até cinco anos.

A acusação do DIAP de Lisboa por falsificação de documento está relacionada com a convicção que os investigadores têm de que o parecer sobre os direitos de autor da Casa Fernando Pessoa nunca fora entregue, existindo um documento que simulará a sua existência e entrega nos serviços.

Segundo o i apurou, a acusação do DIAP de Lisboa foi notificada aos três arguidos na passada quarta-feira, dia 23. Decorrem neste momento os prazos para os arguidos contestarem a acusação e as medidas de coação que terão sido pedidas pelo DIAP de Lisboa ao Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa.

Primeiras suspeitas
  Em 2011, o Público noticiou que a autarquia de Lisboa havia pago dezenas de milhar de euros por um estudo jurídico de cuja existência os serviços do município duvidavam, ainda que nunca tivessem esclarecido se havia sido feito. Segundo o mesmo jornal, em Dezembro de 2008, o contrato - subscrito por Rui Pereira e pela sociedade Amaral & Lourenço - representada pela advogada Inês Amaral -, previa um estudo sobre o Museu do Design e da Moda (Mude) e três outros trabalhos, referentes à Casa Fernando Pessoa e às fundações que se dedicam à promoção de grandes autores.

* Dinheiro sem trabalhar num país à beira mar.

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 NA CRISTA

 DA ONDA




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HOJE NO
" A BOLA"

Ouro para Portugal nos Europeus

Gonçalo Roque e Leonor Oliveira conquistaram a medalha de ouro na especialidade de equilíbrio nos Europeus de ginástica acrobática que decorrem em Odivelas.
Com uma pontuação de 30,235, o par misto português superou os concorrentes da Rússia (30,215) e da Grã-Bretanha (29,475), segundo e terceiro classificados, respetivamente.

Também este sábado, o grupo feminino português sénior, composto pelas atletas Daniela Leal, Leonor Piqueiro e Bárbara Sequeira, voltaram a conquistar uma medalha de bronze, desta vez na especialidade de dinâmico. Igualmente de bronze foi a medalha conquistada pelo par masculino júnior Rafael Branco e Pedro Melo na final de dinâmico.

* Os atletas portugueses são cada vez melhores.

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 A ARTE CARNUDA
















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HOJE NO
" PÚBLICO"

Livre circulação de doentes na União
. Europeia entra hoje em vigor

Ir tratar-se ao estrangeiro e ser reembolsado pelo Estado sem necessidade de autorização prévia passa a ser a regra

Em teoria, a partir de hoje, um português que precise de fazer uma cirurgia às cataratas ou às varizes e já tenha ultrapassado o tempo máximo de espera (nove meses) pode ser operado em Espanha ou noutro país da União Europeia (UE) e ser reembolsado pelo Estado. Portugal teve dois anos e meio para fazer a transposição desta directiva que permite a liberdade de escolha no acesso a cuidados de saúde no espaço da UE. Mas nada se sabe ainda sobre o trabalho que as autoridades de saúde 
 nacionais estão a desenvolver ou se o prazo para a transposição da directiva, que termina hoje, vai ser cumprido.


Não há informação sobre questões básicas, como a eventual definição da carteira de serviços a assegurar, sobre as instituições encarregadas de disponibilizar informações aos cidadãos, sobre os prazos de reembolso. O PÚBLICO tentou obter esclarecimentos junto do Ministério da Saúde que respondeu: "Não há comentários ou declarações sobre o assunto".

Aprovada em Março de 2011, a Directiva 2011/24/UE garante a mobilidade dos doentes relativamente a cuidados de saúde programados, desde cirurgias a consultas, tratamentos e exames. Na prática, implica que o Estado português passe a reembolsar os cuidados prestados noutros países, no caso de não conseguir dar-lhes resposta em tempo útil nas unidades de saúde nacionais. Até agora, o país apenas tem suportado tratamentos no estrangeiro no casos de "impossibilidade, material e humana" de os cuidados serem prestados em unidades nacionais.

Esta semana, a Comissão Europeia chamou a atenção para a entrada em vigor da directiva. Em nota, lembrou que vem clarificar "os direitos dos doentes que assentam na livre circulação" e que foram "explicitados em diversos acórdãos do Tribunal de Justiça Europeu". "No caso dos cuidados hospitalares", refere, "uma das maiores conquistas é o facto de os pacientes poderem escolher o prestador de cuidados de saúde". A Comissão Europeia sublinha ainda a vantagem da menor burocracia que o novo modelo implica uma vez que, a partir de agora, os pedidos de autorização prévia para tratamentos no estrangeiro "devem ser a excepção e não a regra".

Em Portugal, vários especialistas antecipam que esta legislação apenas vai beneficiar pessoas com maiores rendimentos porque os doentes terão que pagar do seu bolso os tratamentos e esperar para serem reembolsados. Além disso, o Estado cobrirá apenas o custo do tratamento em Portugal, não as deslocações nem o alojamento, e em determinados casos os doentes necessitarão ainda de autorização prévia, por exemplo quando o tratamento implicar um internamento hospitalar de pelo menos uma noite ou se estiverem em causa cuidados de saúde altamente especializados e particularmente onerosos. A directiva vai "favorecer sobretudo as classes mais endinheiradas" e também as pessoas que vivem nas zonas fronteiriças, antecipa, a propósito, Adalberto Campos Fernandes, professor da Escola Nacional de Saúde Pública.

A nova legislação também permitirá que doentes estrangeiros possam ser operados em Portugal, abrindo, desta forma, uma nova janela de oportunidades para o país. Mas Adalberto Campos Fernandes prevê que o risco de incremento da despesa seja maior do que o da receita, pelo menos numa fase inicial . "O país precisa primeiro de construir uma reputação significativa no sector para conseguir ser exportador", justifica.

Num estudo preliminar realizado em 2011, a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) estimava que o impacto iria ser reduzido de início e que, feitas as contas, até haveria um saldo positivo para Portugal, mas também admitia que as estimativas poderão estar "muito afastadas da realidade".

* Os ricos nunca  pagam a crise, só beneficiam.

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 PIZZA AO 
DOMICÍLIO




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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Fugas de informação de Snowden,
 as mais graves de EUA

O antigo número dois da CIA Michael Morrell defendeu, esta sexta-feira, que as revelações de Edward Snowden ajudaram os adversários dos Estados Unido e representaram a mais grave fuga de informação classificada na história do país. 
Numa entrevista, na sexta-feira, ao programa "60 minutos", do canal CBS, Michael Morrell, que foi vice-diretor e diretor interino da agência de serviços secretos norte-americanos, disse que as revelações do antigo técnico da CIA prejudicaram os esforços de rastreamento de eventuais ameaças terroristas.


"Penso que é a mais grave fuga - a mais séria a comprometer informação classificada na história da comunidade de inteligência dos Estados Unidos", afirmou Morrell, que recentemente, e ao fim de 33 anos, deixou a CIA.

O ex-número dois da agência de serviços secretos norte-americanos argumentou, por outro lado, que o que Snowden fez foi colocar os americanos em maior risco, acusando-o de ter traído o país: "Os terroristas aprenderam (...) e vão ser mais cuidadosos, pelo que não iremos obter as informações que teríamos obtido de outra forma".

A entrevista será transmitida na íntegra no domingo.
Michael Morrell foi vice-diretor da CIA entre 2010 e 2013, tendo sido nomeado diretor interino por duas vezes, incluindo em novembro do ano passado, depois de o general na reserva David Petraeus se ter demitido na sequência do caso que manteve com a sua biógrafa.

* Ao terrorismo de milícia os EUA respondem com o terrorismo de super potência que é bem pior.


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12- NOIVAS
 

 SOFISTICADAS














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 DOIDOS E PERFEITOS




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ESCOLHAS DE SÁBADO

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 COMPRE JORNAIS








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