quinta-feira, 24 de outubro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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O QUE NÓS
 

APRENDEMOS!
 

Louvo a paciência de quem teve o trabalho de coligir estes mimos! Mas valeu a pena!   A memória dos homens é curta ... sobretudo quando lhes convém!




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8-DANÇANDO COM


AS ESTRELAS



Paulo Vintém e Catarina Lima






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HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Deco chumba 
centros de inspeção automóvel

Associação provoca seis anomalias em automóveis

A Deco provocou seis anomalias em automóveis e levou-os à inspeção. Nenhum dos 30 centros, de Norte a Sul do país, detetou as seis anomalias provocadas. Para a associação do consumidor, a “falta de rigor e o facilitismo continua na ordem do dia”.
O triângulo partido, diferentes pneus na traseira e a escova do limpa para-brisas danificado foram algumas das anomalias introduzidas para testar os centros de inspeção.  As anomalias estavam assim relacionadas com a segurança, fáceis de implementar e identificar,  localizadas em diferentes partes do carro.

Recorde-se que a primeira inspeção ocorre quando o automóvel atinge os quatro anos e tem de ser feita cada dois anos até atingir os oito anos, após o que se torna anual.
Dado os resultados negativos, a Deco exige que o Instituto da Mobilidade e dos Transportes “tome medidas para aumentar o rigor dos centros de inspeção”.

* Até já falaram de carros aprovados sem nunca terem posto os pneus nos centros...deve ser calúnia.

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IX- O UNIVERSO

  4-AS CONSTELAÇÕES





  5-AS CONSTELAÇÕES



ÚLTIMO EPISÓDIO

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

 Polícia Federal brasileira põe fim a rede de tráfico
. internacional de mulheres
 Portugal era um dos países visados 

 A Polícia Federal brasileira informou que a rede de tráfico internacional de mulheres desarticulada hoje pela corporação, que levava brasileiras para Angola, atuava também em Portugal, na África do Sul e na Áustria.

 Os criminosos levavam as mulheres para fora do Brasil por uma semana, e ofereciam-nas a clientes de elevado poder económico, pagando entre 10 mil dólares (7290 euros) e 100 mil dólares (72,9 mil euros), detalhou a polícia em conferência para a imprensa. 


 A maior parte do tráfico era feita para Angola, motivo pelo qual a operação foi batizada de "Garina" (menina, na gíria angolana). Cinco pessoas envolvidas no processo foram presas, entre elas o empresário, um administrador e três aliciadores da rede.
Outros onze mandados de busca e apreensão foram realizados nas cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo, Cotia e Guarulhos, todas no estado de São Paulo, na região sudeste do Brasil. A rede também agia na região sul do país, segundo a polícia. 

Dois estrangeiros, cujas nacionalidades não foram divulgadas, e que se encontram fora do Brasil, também tiveram a sua prisão decretada pela justiça brasileira e os seus nomes foram incluídos na lista mundial de procurados da Interpol. 

As mulheres eram aliciadas em casas de diversão noturna de São Paulo e da região sul do Brasil pelos membros da rede, que ofereciam a partir de 10 mil dólares (7290 euros) para que elas se prostituíssem durante uma semana. 

Ainda segundo a assessoria da Polícia Federal brasileira, as investigações encontraram provas de que brasileiras "do meio artístico" receberam até 100 mil dólares (72,9 mil euros) para se relacionarem sexualmente com um rico empresário e ex-parlamentar de Angola. 


 "Há fortes indícios de que parte das vítimas foi privada temporariamente da sua liberdade no exterior e obrigada a manter relações sexuais sem preservativos com clientes estrangeiros", diz o comunicado da Polícia brasileira, acrescentando que as vítimas recebiam, nesses casos, um falso tratamento de medicamentos anti-SIDA. 

A investigação acredita que os criminosos movimentaram cerca de 45 milhões de dólares (14,7 milhões de euros) com o tráfico internacional destas mulheres, nos últimos seis anos. 

* Qualquer tipo de tráfico, o de seres humanos é especialmente insidioso, tem de ser ferozmente combatido em todo o mundo.

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Eleanor Longden

As vozes na minha cabeça


Para todos os efeitos, Eleanor Longden era como qualquer outra estudante, a iniciar a universidade cheia de otimismo sem qualquer preocupação. Isso, até as vozes na sua cabeça começarem a falar. Inicialmente de forma inócua, estes narradores internos tornaram-se cada vez mais antagónicos e ditatoriais, tornando a sua vida num pesadelo. Diagnosticada com esquizofrenia, medicada, e em última análise relegada para segundo plano por um sistema que não sabia como a ajudar, Longden conta a tocante história da sua longa viagem de volta à saúde mental, e afirma que foi aprendendo a escutar as suas vozes que ela conseguiu sobreviver.

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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Estudo estima que mortes por AVC dupliquem até 2030

O número mortes, incapacidades e doenças associadas aos acidentes vasculares cerebrais (AVC), que afetam cada vez mais pessoas mais jovens, poderão duplicar até 2030, segundo um estudo mundial publicado hoje na revista médica The Lancet. 


O estudo da AUT University da Nova Zelândia, que analisa os dados de todas as regiões do mundo entre 1990 e 2010, conclui que, apesar da prevalência se continuar a registar mais entre os idosos, os acidentes vasculares cresceram 25 por cento na faixa etária dos 20-64 anos, elevando para 31% o número de casos nesta faixa.

No estudo, que compara os dados fornecidos por 119 países, incluindo Portugal, (58 de rendimento alto e 61 de baixo e médio rendimentos), os investigadores concluem que, por ano, mais de 83 mil jovens com menos de 20 sofrem um AVC, o que representa 0,5% de todos os AVC ocorridos a nível mundial.

A nível global, o estudo estima em 16,9 milhões o número de AVC ocorridos em todo o mundo em 2010, ou seja 68 por cento mais do que em 1990.

A maioria dos 11,6 milhões de acidentes vasculares de origem isquémica e dos 5,3 milhões de origem hemorrágica registaram-se nos países em desenvolvimento e em pessoas com menos de 74 anos.
Um acidente vascular cerebral pode ser provocado por um coágulo de sangue que causa uma diminuição da circulação sanguínea cerebral (AVC isquémico) ou pela rotura de um vaso sanguíneo no interior do cérebro (AVC hemorrágico).

Hipertensão arterial, sedentarismo, obesidade ou tabagismo contam-se entre as principais causas dos acidentes vasculares cerebrais.

A investigação revela ainda que a mortalidade associada aos dois tipos de AVC baixou (-37 por cento) nos últimos 20 anos nos países desenvolvidos, e aumentou 42 por cento nos países em desenvolvimento, onde se concentram a maioria das 5,9 milhões de mortes registadas em 2010 (3 milhões de mortes por AVC hemorrágico e 2,98 mortes após AVC isquémico).

Os autores do estudo, coordenado pelo professor neozelandês Valery Feigin, estimam ainda que a manter-se a tendência atual, o número de mortes causadas por acidentes vasculares cerebrais pode duplicar até 2030, tal como o número de sobreviventes (que passaria de 33 milhões em 2010 para 70 milhões em 2030) e de incapacitados (dos 102 milhões em 2010 para 200 milhões em 2030).
Os especialistas advertem também que se nada for feito em termos de prevenção nos países em desenvolvimento, os AVC continuarão a afetar um número crescente de pessoas jovens.

"O fardo ligado aos AVC aumenta muito rápido e é preciso implementar a nível mundial estratégias de prevenção, gestão e reabilitação que sejam exequíveis e aceitáveis culturalmente", sustentou o professor Feigin, sublinhando que este é "o primeiro estudo que compara a incidência e os impactos dos acidentes vasculares cerebrais a uma escala global".

Num comentário ao estudo, o professor Graeme Hankey, da Universidade da Austrália ocidental, defendeu a existência de "estratégias globais visando reduzir o consumo de sal, calorias, álcool e tabaco".

Em Portugal, os dados mais recentes sobre as doenças cerebrocardiovasculares, divulgados em setembro, revelam que a mortalidade por estas doenças está em quebra nas últimas duas décadas, mas que estas doenças continuam a ser as que mais matam em Portugal, à semelhança de todos os países europeus.

* Importante fazer exames de controlo do colesterol.

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TERESA DE SOUSA

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Os amigos do TC

As pressões de Bruxelas são inadmissíveis, as de Luanda são entre bons amigos. Há aqui qualquer coisa que não está a bater certo

1.Os angolanos, por razões provavelmente internas, dão-se ao luxo de tratar o Estado português como lixo. Que não somos um Estado de direito, que somos um bando de corruptos, que não querem uma parceria estratégica connosco para que aprendamos que o respeito é muito bonito. Estão naturalmente a ver-se ao espelho. Mas não se pode dizer que a intimidação não dê os seus frutos. Do Governo ao Presidente, estão todos dispostos a vergar ainda mais a espinha para preservar o nosso interesse no mercado e no investimento angolano. Cavaco Silva veio mesmo dizer que o Governo angolano está sustentado em eleições consideradas como livres e justas. (Jacques Chirac, num mau momento, também considerou que Putin era um grande democrata).
Já quanto à Comissão, órgão central do sistema institucional da União, a sensível alma portuguesa está preparada para rechaçar, indignada, a sua ingerência nos assuntos internos do país e nada a incomoda tanto como as pressões inadmissíveis de Bruxelas sobre o Tribunal Constitucional. As pressões de Bruxelas são inadmissíveis, as de Luanda são entre bons amigos.
Há aqui qualquer coisa que não está a bater certo.

2. Escrevi recentemente que um pouco de patriotismo não faria mal a ninguém. Referia-me à lamentável incapacidade das forças políticas que querem manter Portugal no euro e que assinaram o memorando, de se entenderem para negociar com a troika (e com as instituições que representa) soluções mais adaptadas à realidade, sobretudo tendo em vista o falhanço (que já quase ninguém nega) dos primeiros dois anos do programa. Deste patriotismo continuamos à míngua. Tem custos políticos que ninguém quer assumir. O PS prefere esperar que o Governo se desfaça por dentro ou por um segundo resgate para obter o seu momento de glória em eleições que seriam provavelmente antecipadas. Está a fazer mais ou menos o mesmo que Passos Coelho, quando o PSD forçou eleições antecipadas em 2011. É muito mais fácil alimentar tiradas patrióticas contra Bruxelas (ou Berlim).

Não é que as palavras de Jorge Sampaio não façam sentido e não sejam sentidas. Ouvir o presidente da Comissão, num discurso em Portugal, dizer que se houver falta de responsabilidade de todos os órgãos de soberania teremos o caldo entornado, é demasiado ofensivo. Sampaio foi compreensivo quando Barroso, então primeiro-ministro, lhe foi dizer a Belém que tinha a oportunidade de presidir à Comissão, vendo nisso um ganho para o país. Ver agora o mesmo Barroso tratar o seu país desta forma é algo que lhe deve ser insuportável. Mas esse não é o verdadeiro problema.

O problema é este assomo de "patriotismo" na defesa do Tribunal Constitucional, visto como o herói da pátria e do Estado de direito e o último baluarte contra as forças perversas de Bruxelas e dos seus representantes no Governo português. Num país normal, a fiscalização do TC poderia ser utilizada de maneira inteligente pelas forças políticas que assinaram o programa de ajustamento como uma forma de pressionar Bruxelas ou Berlim. Mas para isso era preciso que o Governo não tivesse enveredado pelo caminho das acusações ao TC, sem se dar sequer ao trabalho de justificar cabalmente as suas decisões com uma argumentação fundamentada (parece que desta vez já arrepiou caminho e fez o trabalho de casa). E era preciso também que o PS, em vez de prosseguir no caminho da radicalização, tivesse a mesma atitude. Como nada disto aconteceu, o TC foi transformado como o último reduto contra a troika, uma espécie de governo-sombra a que toda a gente se agarra para determinar as opções políticas do verdadeiro governo. O último episódio fala por si.

3. O relatório enviado pelo chefe da delegação da Comissão em Lisboa sobre o debate que se está a travar em Portugal não é muito diferente de outros, que já me passaram pelos olhos. É uma prática normal das delegações. Pode ser exercida com um espírito mais político ou pode cingir-se a um arrazoado de banalidades que não comprometem ninguém, conforme o perfil do funcionário que a chefia (muitas vezes escolhido por entendimentos políticos entre a Comissão e o governo nacional). Vale o que vale, ou seja, bastante pouco. Não sei se a actual delegação tem enviado também para Bruxelas relatórios sobre o enorme custo social do programa da troika. Se não fez, devia ter feito. Mas, apesar de tudo, tirando uma coisa ou outra com uma linguagem um pouco duvidosa, o que foi transmitido a Bruxelas é grosso modo o que se debate aqui. E aqui o tema central também é em torno do destino "constitucional" deste Orçamento.

O risco de uma crise política caso o TC fizesse uma razia nas principais medidas destinadas a cortar os gastos públicos é a nossa discussão quotidiana. As críticas às decisões anteriores dos seus juízes são o pão nosso de cada dia. Tal como a percepção de que o TC (tribunal político, com 13 juízes eleitos por um entendimento entre os dois maiores partidos) tem de levar em consideração que somos um país do euro e que a lei europeia se sobrepõe à lei nacional. O que também é normal é que os nossos parceiros europeus se preocupem com isso. O que volta a não ser normal é que o mesmo PS que defende publicamente uma solução federal para a zona euro e que assinou o Tratado Orçamental, no qual o nível de "ingerência" nas contas públicas nacionais e das suas políticas económicas são muito maiores, alinhe com os que acusam Bruxelas de se comportar de forma inadmissível. Gostaríamos de perceber qual é então a visão socialista sobre o futuro da Europa.

4. O debate sobre as ordens constitucionais já é velho. Quando a Constituição europeia foi debatida no Parlamento português (teria vida curta por causa do chumbo francês e holandês), alguns eurocépticos e outros tantos constitucionalistas fizeram cavalo-de-batalha com o facto de no novo tratado explicitar que a lei constitucional nacional se submete ao tratado constitucional europeu, o que verdadeiramente já não era uma novidade. A integração europeia assenta numa partilha voluntária de soberania que os seus Estados-membros estão dispostos a aceitar. O euro é a forma mais avançada dessa soberania partilhada. A crise veio alterar as regras dessa partilha, tornando-a mais exigente. A filosofia de Berlim para lidar com esta crise é relativamente fácil de entender: primeiro, a garantia de que as políticas orçamentais dos Estados-membros têm de estar sujeitas a regras comuns muito estritas; segundo, que os choques assimétricos não se podem transformar em crises do euro. Terceiro, se tudo isto for adquirido, provavelmente a Alemanha acabará por negociar uma qualquer forma de aliviar o peso da dívida em alguns países e de dar aos mercados as garantias suficientes para eles olharem para a zona euro de novo com confiança.

Como sempre, preferimos a via mais fácil de ser patriota. O problema é que, na zona euro, o que acontece a um tem repercussões para os outros, como temos aprendido à nossa custa nos últimos dois anos. Nesta Europa nova que estamos a tentar construir, os compromissos vão obedecer a regras muito mais duras. Com TC ou sem TC.

As virgens ofendidas sabem tudo isto. Mas dá muito menos trabalho lançar meia dúzia de invectivas contra Bruxelas do que discutir as coisas a sério. 

A nossa Constituição, apesar das várias revisões, é um documento datado, que corresponde a um país e a uma Europa que já não existem. Temos de olhar para ela com os olhos da realidade actual. 

E podemos ter de alterá-la num sentido que reflicta melhor o nosso lugar na Europa e no euro. Mas estes é outro estúpido tabu em que ninguém quer tocar. Dá muito menos trabalho ser amigo do TC.


IN "PÚBLICO"
20/10/13

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HOJE NO
" RECORD"

Supremo Tribunal analisa pedido 
de cancelamento do GP Índia

O Supremo Tribunal da Índia aceitou esta quinta-feira analisar um pedido de cancelamento do Grande Prémio da Índia em Fórmula 1, marcado para domingo, por alegadas dívidas fiscais da edição de 2012.

"Vamos analisar este pedido amanhã [sexta-feira]", revelou o juiz P. Sathasivam, depois de aceitar o pedido para o cancelamento da prova, a 16.ª do Mundial de Fórmula 1 e agendada para domingo, em Nova Deli.
VARANASI

Na terça-feira, o mesmo Supremo Tribunal da Índia tinha ordenado à organização do Grande Prémio para congelar 25 por cento das receitas de bilheteira para cobrir uma alegada interpretação errada da lei fiscal indiana. Amit Kumar, responsável pelos dois pedidos aceites pelo Supremo Tribunal, entende que o Grande Prémio de Fórmula 1 é um espetáculo de entretenimento e não desportivo, pelo que não deve beneficiar de exceções fiscais concedidas pelo estado de Uttar Pradesh, que faz fronteira com a capital Nova Deli.

O "patrão" da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, já tinha retirado a corrida indiana no calendário de 2014, alegando "razões logísticas, deixando em causa o futuro da prova, que decorre no circuito internacional de Buddh, orçado em 450 milhões de dólares (cerca de 326 milhões de euros).

Fica assim em suspenso a hipótese do alemão Sebastian Vettel (Red Bull) poder sagrar-se tetracampeão na antepenúltima etapa do Mundial.

Com 26 anos e títulos conquistados das três épocas anteriores, Vettel está à beira de se tornar o piloto mais jovem a vencer o Mundial por quatro vezes, igualando o registo do francês Alain Prost, campeão em 1985, 1986, 1989 e 1993. 

* Um absurdo, num país onde há todos os dias cadáveres nas ruas ruas à espera de ser recolhido por uma carreta, o contraste do entretenimento de luxo.
Faça turismo em Varanasi e disfrute duma paisagem cadavérica/fedorenta, repare na suavidade da imagem.

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2.O TERRAMOTO


LISBOA 1755





UM EXCELENTE TRABALHO DA RTP1


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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Presidente da Câmara de Viseu 
não facilita a vida à Oposição

O novo presidente da câmara de Viseu, Almeida Henriques, eleito pelo PSD, voltou a afirmar esta quinta-feira que não vai alterar o dia das reuniões do executivo camarário para segunda-feira, tal como pretendiam o PS e o CDS.
FALTA O DA 3ª REPÚBLICA
Isto porque dois dos vereadores, José Junqueiro (PS) e Hélder Amaral (CDS) são deputados na Assembleia da República, o que os obriga a deslocarem-se de propósito entre Lisboa e Viseu para depois regressarem à capital.

A polémica estalou depois de, em entrevista ao JN, o autarca ter afirmado que "quem está na vida pública tem de estar disponível sete dias por semana", argumentou.

Hoje, durante a primeira reunião do executivo, a maioria PSD apresentou uma proposta, aprovada com três votos contra, para que as reuniões se mantivessem à quinta-feira às 9:30 horas "para compatibilizar a atividade de deputados e vereadores, criando todas as condições para que possam participar", justificou Almeida Henriques que, ainda equacionou realizar as reuniões às quintas-feiras à tarde.
Almeida Henriques entende que não se pode condicionar o trabalho de nove vereadores por causa de dois, adiantou.

O presidente do município justificou a decisão com mais um argumento: "As reuniões também não se realizam à segunda-feira porque não queria estar a privar os deputados do contacto com os eleitores do distrito", concluiu.

O socialista José Junqueiro faltou à primeira reunião do executivo, situação desvalorizada por Almeida Henriques. "Deve ter estado ocupado com a atividade parlamentar", declarou.
Almeida Henriques que afirmou ter "respeito pela oposição" anunciou ainda que vai disponibilizar um gabinete aos vereadores da oposição, que podem ainda solicitar apoio à secretária da presidência.

* O caciquismo local contra o "paralamentarismo" nacional, eles entendem-se.

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Leiden Gomis




Hojas de cristal






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HOJE NO

" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Merkel afirma que 
“espionagem entre amigos é inaceitável”

A chanceler alemã revelou o teor da conversa telefónica com Obama. Terá avisado o seu homólogo que as práticas de espionagem levadas a cabo pelos norte-americanos são “inaceitáveis” e que é necessário “restabelecer a confiança entre aliados”. Serviços ingleses também terão vigiado as comunicações de países europeus, segundo o jornalista a quem Snowden entregou documentação classificada.
À chegada a Bruxelas para a cimeira de dois dias da União Europeia, que ficará marcada pelo caso das escutas norte-americanas, a chanceler alemã, Angela Merkel, não podia não pronunciar-se sobre as notícias da passada quarta-feira que implicam os serviços secretos americanos na monitorização do telemóvel pessoal da líder alemã. “Não se trata apenas de mim, mas de todos os cidadãos alemães. Precisamos confiar nos nossos aliados e parceiros, e essa confiança tem de ser restabelecida novamente”, avisou.
UMA FOTO DA "PRISM"

“Espionagem entre amigos não pode acontecer”, lembrava Merkel ao mesmo tempo que revelava ter dito a Brack Obama, presidente norte-americano, que tais práticas “são inaceitáveis”. Esta reacção surge no seguimento de informações avançadas pelo Governo alemão, que afirma que a Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA) vigiou as chamadas telefónicas da líder democrata-cristã.

Mas a agenda desta quinta-feira não fica por aqui. Depois da conversa telefónica de ontem entre Obama e Merkel, o embaixador norte-americano em Berlim, John Emerson, foi convocado para uma conversa, esta quinta-feira, com o ministro alemão dos negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle. Françõis Hollande, presidente francês, e Merkel têm agendada para hoje uma cimeira bilateral, à margem do encontro europeu, para discutir uma resposta conjunta aos factos que vão sendo conhecidos.

O jornalista, Gleen Greenwald, que trabalhava no “Guardian” quando o consultor independente da agência de informação americana, Edward Sonwden, lhe entregou documentação classificada que põe a descoberto uma série de práticas e procedimento irregulares dos serviços secretos norte-americanos, revelou ao jornal italiano “L’Espresso que “a NSA tem várias operações de espionagem, também a governos europeus, incluindo o italiano”.

Greenwald avança que os documentos que lhe foram entregues por Snowden sustentam que “o programa Tempora  [conduzido pelos serviços secretos britânicos] também espiou o tráfego de telefone, internet e correio electrónico transportado nos cabos de fibra-óptica que passam  sob o mar da Sicília”. O jornal italiano confirma que a espionagem britânica pretendia proteger os interesses económicos ingleses bem como conhecer “as intenções políticas de governos estrangeiros”.

Por fim, Greenwald garante que a inteligência italiana tinha conhecimento destas práticas, levadas a cabo por norte-americanos e, percebe-se agora, ingleses. O “La Repubbica” cita uma fonte dos serviços transalpinos que não acredita “na possibilidade” destes terem tido conhecimento prévio das práticas enunciadas. Recorde-se que no mês de Agosto, a revista alemã “Der Spiegel” noticiou, no decorrer do caso Snowden, que a “troca massiva” de informação entre os serviços secretos norte-americanos e alemães era uma realidade e que os últimos teriam providenciado dados sobre cidadãos alemães aos espiões americanos.

A dimensão e as eventuais práticas de espionagem cruzada entre diversos serviços de informação dificultam uma percepção objectiva dos dados até agora revelados. Sabe-se que para além, por exemplo, do Irão, a espionagem americana manteve sob vigia as comunicações de cidadãos e, ou responsáveis governamentais e, ou empresas de vários países aliados como o México, o Brasil, França, Alemanha e também Itália.

Todavia o “Telegraph” escreve, também esta quinta-feira, sobre a possibilidade de o próprio David Cameron, primeiro-ministro inglês, ter estado sob vigia dos americanos, informação entretanto desmentida pela Casa Branca, que não fez o mesmo em relação à questão do telemóvel de Merkel. No telefonema entre a chanceler alemã e Obama, este terá afirmado que os Estados Unidos “não estão a monitorizar nem irão monitorizar” as comunicações da líder alemã.

* Os americanos nunca foram amigos de ninguém, até fornecem armas às suas  criancinhas para se matarem umas às outra a bem da livre iniciativa e empreendedorismo.

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 SUGESTIVO




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HOJE NO
"DESTAK"

Reforma do IRC "está longe de ter o
. consenso que seria desejável" - PS 

O Partido Socialista afirmou hoje no Parlamento que a reforma do IRC "está longe de ter o consenso que seria desejável", considerando que o Governo "começou mal". 


"Esta reforma está longe de ter o consenso que seria desejável. Deveria ser uma reforma consensual a médio e longo prazo mas o Governo está a começar mal", afirmou a deputada socialista Hortense Martins no plenário parlamentar onde o Governo está a discutir a reforma do IRC (Imposto sobre o Rendimento de Pessoa Coletiva). 

 A deputada interrogou a ministra das Finanças sobre quanto custa e quem vai pagar esta reforma tributária, acrescentando que as estimativas do PS são diferentes das do Governo.

* Quem vai pagar são os pequenos empresários, que vão ver o PEC, pagamento especial por conta, de 
1 000 para 1 500€, assaltar o desfavorecido é fácil, agora cobrar ao ricalhaço...


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DOUTRO SÉCULO


INVENÇÕES MARADAS
 
 
1ª METADE DO SEC XX














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HOJE NO
"i"

PSP fecha carreiras de tiro. Há polícias
. com níveis de metais no sangue elevados

Instrutores de tiro estão a pedir análises ao sangue porque foi diagnosticada intoxicação a seis agentes da PSP

A direcção-nacional da PSP mandou fechar as duas carreiras de tiro móveis da polícia para "manutenção", numa altura em que vários instrutores foram afastados dos locais de trabalho por apresentarem valores elevados no sangue de metais pesados - resultantes de exposição excessiva a gases de pólvora. A ordem de encerramento foi dada a conhecer por email aos comandos de Aveiro e do Porto no final da semana passada.


Entretanto, foram detectados valores elevados de substâncias como chumbo, mercúrio, crómio, bário e antimónio em seis agentes da polícia que trabalham na área do tiro. E pelo menos dois, segundo apurou o i, estarão mesmo de baixa médica e receberam ordem de afastamento da fonte de contaminação.

 O primeiro caso foi detectado no início do ano: um subcomissário, formador de tiro no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna (ISCPSI), desmaiou no trabalho e foi transportado para o Hospital de São José, em Lisboa, com a tensão arterial descompensada. A 26 de Fevereiro, segundo uma informação de serviço a que o i teve acesso, o polícia recebeu a notícia de que tinha no organismo "valores muito acima da média" de metais pesados, "provenientes de gases de pólvora". Foi afastado do local de trabalho por ordem da direcção nacional da PSP no início de Março.

Em Junho deste ano, um outro agente da polícia foi afastado pelas mesmas razões. J. soube do caso do colega e ficou "preocupado" porque tinha assegurado a manutenção e a limpeza de uma carreira de tiro durante 10 anos. Por isso, lê-se numa outra nota de serviço a que o i teve acesso, o polícia tomou a iniciativa fazer exames. "Foi detectado que tinha uma percentagem muito elevada de chumbo no cabelo, no sangue e na urina, além de mercúrio, crómio, bário e antimónio, provenientes dos gases da pólvora", lê-se no documento. A 14 de Junho, os médicos recomendaram o "afastamento imediato da fonte de contaminação" - ou seja, da carreira de tiro onde desempenhava funções.

Agora, outros polícias, sabe o i, estão a pedir exames específicos para a detecção de metais pesados no organismo. E têm chegado queixas de agentes "alarmados" às associações sindicais, nomeadamente ao Sindicato Unificado da Polícia (SUP), que critica o facto de a direcção-nacional da PSP não encaminhar todos os instrutores para exames médicos preventivos e não pagar as análises ao sangue - que não são comparticipadas e custam 149 euros. Peixoto Rodrigues, presidente da associação, queixa-se ainda da ausência da aplicação da lei de higiene e segurança no trabalho na PSP e exemplifica com o facto de serem os próprios polícias a fazer a limpeza dos sistemas de exaustão e filtragem das carreiras de tiro. "Quando esse trabalho deveria ser assegurado por uma empresa especializada, e recorrendo a materiais específicos", defende. Há cerca de 10 anos, foi detectado um problema semelhante nas duas carreiras de tiro da Polícia Judiciária. Mas, conta fonte policial, o problema foi rapidamente solucionado: "Os sistemas de extracção foram remodelados e a PJ passou a comprar munições não tóxicas".


Um especialista em toxicologia do Instituto de Medicina Legal explica que é "normal" que instrutores de tiro possam ter metais pesados no cabelo. "Mas a presença desses materiais no sangue e na urina indica que houve uma exposição demasiado prolongada", acrescenta. Os sintomas da intoxicação, que é gradual, podem ser diversos - desde desmaios a alterações na tensão arterial, passando por distúrbios gástricos -, mas só em casos muito graves pode haver morte. O afastamento da fonte de contaminação é a primeira fase do tratamento, sendo que alguns metais "demoram muito tempo" a ser eliminados do organismo". O i contactou a direcção-nacional da PSP, mas não recebeu resposta até ao fecho da edição.

* Precisamos dos nossos polícias de perfeita saúde, já ganham mal não precisam de ser envenenados.

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CARAMBOLA




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HOJE NO
" A BOLA"

Alemanha candidata-se à 
organização do Europeu de 2024

O presidente da Federação alemã de futebol, Wolfgang Niersbach, anunciou esta quinta-feira que a Alemanha é candidata à organização do Europeu de 2024.
«Dezoito anos depois do fantástico Mundial de 2006, é tempo de se escrever uma nova história na Alemanha. Acolhemos um Europeu pela última vez em 1988. Acreditamos que temos boas hipóteses para 2024, visto que a Federação alemã beneficia de excelentes relações junto da FIFA e da UEFA», afirmou Niersbach na abertura de uma reunião da Federação em Nuremberga.
Recorde-se que o Euro 2016 se realizará em França e o de 2020 em várias cidades europeias. 

* E ganha!

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TANTO PARA MOSTRAR
COMO PARA

PEDALAR









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HOJE NO
" PÚBLICO"

"Eu não tenho amigos" diz Passos Coelho

Passos Coelho repudiou a acusação de Jerónimo de Sousa, que disse que o Governo só tem mãos largas para os amigos ao criticar as políticas do Governo que só “servem os grandes”, dando como exemplo as ajudas à banca, em especial ao Banif.

A LOJA DOS TACHOS
“Ó sr. deputado, eu não tenho amigos”, replicou, em resposta, o primeiro-ministro. “Não admira!”, exclamou de imediato o líder da bancada comunista, num aparte bem audível no plenário. “Eu não tenho amigos no Banif”, especificou Pedro Passos Coelho logo a seguir.

Jerónimo de Sousa havia afirmado que “a retoma anunciada do Governo não passa de propaganda” e que “os sacrifícios serviram uns poucos mas não resolveram os problemas do país”.

Depois, perguntou ao primeiro-ministro se estava “em condições de garantir que os portugueses não vão ser chamados a pagar outro BPN no caso do Banif”. Acusou o Governo de prosseguir “uma política só para servir os grandes”.

Nos minutos que tinha para responder ao PCP, o chefe do Governo acabou por não dizer se o Banif já liquidou ou não as tranches das ajudas estatais que recebeu. Teve de esperar até ao final do debate para, com um papel na mão, dizer que o Banif “já devolveu 150 milhões de euros com o primeiro reforço de capital que foi realizado”.

“Não faz qualquer sentido dizer que o Governo só tem mãos largas para os amigos. Ó sr. deputado, eu não tenho amigos”, respondeu Passos Coelho, motivando comentários e risos nas bancadas da oposição. A seguir avisou que se os bancos “precisarem de ajuda e o Estado tiver a irresponsabilidade de virar a cara”, essas instituições “podem pôr em causa os activos dos depositantes”.

Realçando “não poder garantir o que vai acontecer no futuro ao sistema financeiro”, o primeiro-ministro disse que o executivo “está a fazer tudo o que está ao seu alcance para manter a estabilidade do sistema financeiro, sem o qual não há economia”.

O BE, que abriu o debate quinzenal, centrou a sua intervenção na reforma do IRC, acusando o Governo de oferecer um verdadeiro “perdão e prémio fiscal” a um “pequeno grupo de privilegiados” ao permitir que as empresas alvo de fusão ou alienação total ou parcial que reinvistam os seus lucros não sejam tributadas em sede de IRC nesses montantes.

João Semedo salientou que a proposta do Governo prevê que esta seja uma “isenção definitiva” no valor de milhares de milhões de euros, que envolve empresas como o BES (300 milhões de euros), Sonae (mil milhões), Semapa (100 milhões), SGC (300 milhões) ou Cofina (100 milhões). “Como é possível que o mesmo governo que propõe tanta austeridade promova este prémio fiscal?”

Pedro Passos Coelho não negou, optando usando a táctica do contra-ataque: se o BE não concorda, então apresente uma alternativa durante o debate sobre a matéria, que acontece já esta quinta-feira, dia 24, desafiou o primeiro-ministro. Que também justificou a estratégia do Governo com a intenção de “atrair investimento, indispensável para o crescimento”.

"A proposta não é a pensar nas empresas que hoje existem, nas fusões e investimentos que já foram feitos. É a pensar no futuro, em investimentos que queremos atrair no futuro e que são indispensáveis para a estratégia de crescimento" de que o país necessita. Passos deitou o isco: "Estamos inteiramente abertos para discutir essa estratégia com os partidos, em especial com o PS, e que não é uma discussão para os próximos dois anos, mas para os próximos 10 ou 20, num entendimento o mais alargado possível."

* Amigos poderá não ter, é natural, agora amigalhaços...
Atente-se bem a esta frase do 1º ministro:
“Não faz qualquer sentido dizer que o Governo só tem mãos largas para os amigos. Ó sr. deputado, eu não tenho amigos”, respondeu Passos Coelho, motivando comentários e risos nas bancadas da oposição. A seguir avisou que se os bancos “precisarem de ajuda e o Estado tiver a irresponsabilidade de virar a cara”, essas instituições “podem pôr em causa os activos dos depositantes”.

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