terça-feira, 8 de outubro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS/2013
CIDADE DO PORTO

Partido      %      Votos   Mandatos  Pres.
II  39,25%4541161
PS22,68%2623730
PPD/PSD.PPM.MPT21,06%2436630
PCP - PEV7,38%853910
B.E.3,6%416600
I1,08%125500
PCTP/MRPP0,3%34300
PTP0,24%27900

 PRESIDENTE ELEITO - Rui Moreira


CIDADE DE SANTARÉM

Partido                    %       Votos     MandatosPres.
PPD/PSD               40,31%1119641
PS32,27%896240
PCP - PEV10,34%287210
II3,91%108600
B.E.2,87%79700
CDS-PP2,58%71700


PRESIDENTE ELEITO - Ricardo Gonçalves 

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2.ÓRINADELAS















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HOJE NO
" O PRIMEIRO DE JANEIRO"

AHRESP lança novo alerta para o IVA da restauração 
Mais de 1700 empresas 
podem encerrar em 2014 

Mais de 1700 empresas afirmam estar a ponderar o encerramento dos seus estabelecimentos em 2014 se a taxa de IVA nos serviços de alimentação e bebidas se mantiver nos 23%, segundo dados divulgados hoje pela AHRESP. 


A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) deu hoje a conhecer, em comunicado, as principais conclusões do inquérito ao emprego que fez aos seus associados, entre 15 e 30 de setembro, no âmbito do qual recebeu um total de 3180 respostas. 

 Segundo a associação, manter o IVA na taxa máxima de 23% nos serviços de alimentação e bebidas leva 55,9% das empresas inquirida (cerca de 1777 empresas) a ponderarem o encerramento dos seus estabelecimentos no próximo ano”. Entre as empresas que ponderam manter a sua atividade, 35,8% admitem reduzir os postos de trabalho.

 Se o IVA for reposto na taxa intermédia de 13%, metade das empresas admite aumentar os seus níveis de emprego no próximo ano. 

A AHRESP refere que a decisão sobre a taxa de IVA “está nas mãos” do primeiro-ministro, afirmando que, "com certeza", Pedro Passos Coelho, "saberá ponderar e decidir a favor da competitividade e sustentabilidade da oferta turística", bem como da recuperação das empresas e dos seus postos de trabalho. 

* Se a AHRESP confia na ponderação de Passos Coelho é melhor aconselhar os associados a fechar.

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6.A arte 




da guerra






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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Russos são os que mais 
pedem asilo aos países da UE

Os russos foram os cidadãos que mais entregaram pedidos de asilo na União Europeia no segundo trimestre deste ano, segundo dados divulgados pelo Eurostat. 
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Neste período foram entregues 16.845 pedidos de asilo de cidadãos russos, mais do dobro dos entregues por sírios (8.310) e kosovares (8.140), os outros dois grupos que se destacam na lista do Eurostat.
O DEMOCRATA
No total, foram entregues 103.850 pedidos de asilo aos países da União Europeia no segundo trimestre de 2013.
No que diz respeito aos russos, a esmagadora maioria tem idades até aos 34 anos e mais de metade tem menos de 18.

Os países mais procurados pelos cidadãos russos que pediram asilo neste período foram a Alemanha (7.085), Polónia (6.900) e França (1.175). 

Das 4.930 decisões tomadas em primeira instância pelos países da UE no que diz respeito a pedidos feitos por russos, 955 foram positivas - 645 delas resultaram na atribuição do estatuto de refugiados.
No que diz respeito a Portugal, no segundo trimestre deste ano, os cinco maiores grupos de cidadãos que pediram asilo ao nosso país foram os sírios (50 pessoas), Guiné (20), Paquistão (10), Nigéria (10) e Somália (5). 

* Russia o berço da ditadura democrática!

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2/O LADO NEGRO



DO CHOCOLATE




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HOJE NO
" RECORD"

Diamantino:
 «Só um visionário maluco é 
que acredita na final da Champions»

Diamantino Miranda, ex-capitão do Benfica, está desiludido com o desempenho da equipa dirigida por Jorge Jesus, pelo que não tem qualquer esperança na presença da final da "Champions" 2013/14, que se vai realizar no Estádio da Luz.

"Seria a cereja no topo no bolo mas só mesmo um visionário maluco é que pode pensar que o Benfica vai chegar à final da Liga dos Campeões", disse à Antena 1.

Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, acalenta esse sonho, como disse na entrevista Record/CMTV. Jorge Jesus tem procurado demarcar-se desse objetivo, dizendo que a conquista do título de campeão nacional, é a principal meta para esta temporada.

* A frase é válida para todos os clubes portugueses.

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ELISABETE MIRANDA

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Cavaco Silva 
e os masoquistas


Cavaco Silva chamou esta semana masoquistas aos economistas e comentadores que questionam a capacidade do País em pagar os astronómicos juros da dívida pública que temos pela frente. Mas, e o que dizer dos economistas e comentadores que tentam evitar que o debate se faça de maneira informada e transparente? 
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Nos últimos dois anos várias personalidades têm tentado lançar um apagão sobre a delicada questão da reestruturação da dívida, ora desvalorizando-a, ora diabolizando as consequências que decorreriam do próprio debate. As razões são variadas e nem sempre tão bem intencionadas quanto se faz parecer.

Uma das correntes que quer que se faça silêncio em torno desta questão fá-lo invocando o interesse público. Segundo estes comentadores, há temas da vida colectiva que só devem ser discutidos pelas elites, cabendo ao povão tomar conhecimento das magnas decisões através da folha de impostos ou da carta de despedimento. Trata-se de uma posição inaceitável que esconde uma espécie de arrogância de classe por detrás de falsas noções de patriotismo.

Outro conjunto de comentadores acha que se se sussurrar o termo "reestruturação" os mercados descrêem, os juros disparam e a bancarrota abate-se inapelavelmente sobre o País. É um receio que apela ao silêncio em nome de uma espécie de "superstição de mercado".

Um terceiro grupo acha que este é um não assunto porque Portugal está a ter a justa penalização por pecados orçamentais cometidos no passado e que só o pagamento da dívida e de juros penalizadores nos redime. A dívida é para pagar, doa a quem doer, custe o que custar e sem pieguices. Esta apologia do "ai aguenta, aguenta", encerra, ela sim, uma atitude masoquista com boas doses de puritanismo à mistura.

Por fim, surgem os optimistas, que acham o debate inútil porque o País tem hipóteses de crescer sustentadamente no futuro, mesmo num contexto de políticas restritivas, de tal modo que o serviço da dívida se tornará gerível.

Cavaco Silva estará certamente entre os mais bem-intencionados que crêem haver bons sinais que permitirão ao País ir gerindo o fardo da dívida. Mas nesse caso convém que aproveite a sua condição de economista e as suas qualidades de pedagogo para explicar que sinais ou evidências são essas. A dívida pública já ultrapassa os 150% do PIB e consumirá, dentro de pouco tempo, 4,4% do PIB em juros. São mais de sete mil milhões de euros por ano, o equivalente à transferência anual que o Estado faz para o Serviço Nacional de Saúde.

A menos que a economia ganhe um fôlego inesperado, estes juros exigirão que os cidadãos paguem o mesmo nível ou mais impostos a troco de menos serviços públicos e de menos bem-estar social. Suave ou leve, a dívida pública parece ter de ser renegociada, nos juros, nos prazos de amortização, no "stock" ou na combinação destas variáveis. A menos que, como alertou Richard Freeman, um estudioso das reformas nos países nórdicos durante a década de 1990, se pretenda ter países "resumidos a instrumentos de pagamento de dívida".


*Jornalista

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
04/10/13

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ESPIONAGEM...

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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Ministra da Justiça admite corte de 
15 milhões no orçamento do 
ministério para 2014

A ministra da Justiça admitiu esta terça-feira no parlamento a possibilidade de o seu ministério sofrer um corte de 15 milhões de euros no orçamento de 2014, uma diminuição de 1,1% face a este ano. 

 "Não estou ainda em condições de garantir que seja este o montante do corte" no orçamento do Ministério, uma vez que o documento não está concluído, ressalvou, no entanto, a ministra.

Paula Teixeira da Cruz respondia a perguntas do deputado comunista e líder da bancada parlamentar do PCP João Oliveira.

A ministra da Justiça falava no parlamento perante a comissão parlamentar de Direitos Liberdades e Garantias, na qual se fez acompanhar pelo secretário de Estado da Justiça, Fernando Santo.

* Pobre Justiça...

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 PROSTITUIÇÃO
DE LUXO/1


 Um trabalho dos profissionais de informação da SBT, canal brasileiro. Um risco muito grande para a jornalista.

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HOJE NO
  "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Teodora Cardoso:
 É preciso “alargar o topo e reduzir
 a base” da administração pública

Teodora Cardoso diz que os cortes têm ido na direcção errada, porque têm afectado os mais qualificados, que são os que o Estado tem mais necessidade.
A presidente do Conselho das Finanças Públicas defendeu esta terça-feira a necessidade de profissionalizar a administração pública e de torná-la mais pequena.

“É preciso uma administração pública moderna e profissionalizada. Tivemos um período, que está em parte ultrapassado, mas não totalmente ainda, de administração pública politizada, sobretudo ao nível dos gabinetes”, disse Teodora Cardoso, à margem do 5º Congresso Nacional dos Economistas. “É necessária maior profissionalização dos responsáveis. Por outro lado, também tem de ser mais pequena”.

A economista explicou que durante muitos anos o País alimentou uma administração pública com actividades “muito burocráticas e pouco qualificadas, que alargaram a base sem alargar o topo”. “Agora o que precisamos é de alargar e melhorar o topo, e também de reduzir a base. É difícil mas tem de ser resolvido”, defendeu.

No entanto, Teodora Cardoso admite que os cortes implementados pelo Governo não têm ido nessa direcção. “Os cortes têm sido cortes horizontais, e têm afectado mais fortemente as pessoas com maior nível de qualificação que é a quem o Estado paga pior, em termos relativos, e de que tem mais necessidade”.

A presidente do Conselho de Finanças Públicas acrescentou ainda que os cortes nas pensões de sobrevivência e nos salários da Função Pública “podem ser medidas necessárias ao orçamento”.

“A reforma do Estado não é isso, é um processo mais global e demorado, que implica compromisso político importante que está muito para além da aprovação de um orçamento anual”, concluiu. 

* Concordamos com a sra. Presidente do Conselho das Finanças Públicas mas faltaram-lhe estes considerandos:

1- O alargamento da base deve-se ao atamancar de entrada de funcionários fruto do clientelismo partidário.

2- No topo continuam a entrar acessores, técnicos, etc., vindos das estruturas partidárias, bons empregos para trabalho que exercem mais para servir os partidos do que o Estado.

3- O corte horizontal que a sra. Presidente refere é absurdo mas não é inocente, com os despedimentos das pessoas mais qualificadas abre-se a porta dos ajustes directos para empresas dos amigalhaços dos políticos.

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BANDAS COM NOMES DE COMIDA


EMINEM




Marshall Bruce Mathers III (nascido em 17 de Outubro de 1972),  mais conhecido pelo seu nome de palco Eminem ou pelo seu alter ego Slim Shady, é um rapper americano, produtor de discos, escritor de canções e actor.

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HOJE NO
  "DESTAK"

Produção automóvel cai 13,4% 
em Setembro - ACAP 

A produção automóvel em Portugal em setembro totalizou 13.313 veículos, uma quebra de 13,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados divulgados hoje pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP).


 "Esta evolução desfavorável da produção global foi determinada pela quebra da produção de todos os tipos de veículos, nomeadamente, dos ligeiros de passageiros (-8,7%) e dos veículos comerciais (-26,8%), face ao mês homólogo do ano anterior", justifica a associação em comunicado. 

 Do total da produção de setembro, 13.044 veículos foram exportados, o equivalente a 98% da produção nacional, uma descida de 13,8% em relação ao mesmo mês de 2012.

* Percebe-se que a economia está a crescer como diz o irrevogável mentiroso.

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GP de Houston


Acidente de


DARIO FRANCHITTI HUGE



O piloto tem fracturas na coluna vertebral


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HOJE NO
"i"

Utentes pouparam 50 milhões de euros
 em medicamentos este ano, diz Infarmed

Segundo o Infarmed, ao longo dos últimos anos o preço médio de medicamentos tem descido drasticamente: menos 17%, desde 2011, e menos de 21%, desde 2007

A política do medicamento permitiu aos utentes pouparem 50 milhões de euros e, ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), 49 milhões, em 2013, segundo dados do Infarmed relativos ao mês de Agosto.

“Relativamente ao ano 2013, de acordo com dados relativos ao mês de agosto, as diferentes medidas permitiram gerar poupanças de cerca de 50 milhões de euros para o utente e de 49 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde”, revela a autoridade do medicamento,em comunicado.


O Infarmed dá ainda conta de que, nos últimos dois anos, a evolução do mercado de medicamentos tem registado uma “profunda alteração”, com vista a reduzir as despesas do cidadão com as terapêuticas e contribuir para a redução da despesa do SNS com medicamentos.

Segundo o Infarmed, ao longo dos últimos anos o preço médio de medicamentos tem descido drasticamente: menos 17%, desde 2011, e menos de 21%, desde 2007.

* Quem andava a ganhar demasiado com o negócio???

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BEIJOQUEIROS
















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HOJE NO
"A BOLA"

Portugal vence Angola (7-2) 
no Mundial de sub-20

A seleção portuguesa de sub-20 venceu Angola por 7-2, em partida da segunda jornada do grupo B do Mundial da categoria de hóquei em patins, que decorre na Colômbia.
Com a vitória, Portugal assumiu a liderança isolada do grupo, com seis pontos. Angola e África do Sul têm três e Israel ainda não pontuou.
Os dois primeiros dos quatro grupos apuram-se para os quartos de final. 

* No hóquei ganha-se com valentia, na política perde-se com cobardia. Não ponham o Machete a jogar hóquei, dêem-lhe uns patins mas para se ir embora!

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MUITA COTAS






VELHOS NÃO!




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HOJE NO
"PÚBLICO"

Execução de medidas de austeridade pode gerar novo “choque de expectativas”, diz Passos

Primeiro-ministro apela aos economistas e comentadores que ajudem a reposicionar as expectativas dos portugueses, pois OE pode criar um novo choque.

Pedro Passos Coelho apelou, nesta terça-feira, aos economistas e intervenientes na opinião pública a envolverem-se no debate de forma a “não criar um choque de expectativas, que comprometeria os méritos e os sucessos” do programa de ajustamento financeiro.


"Sabemos a influência que as expectativas desempenharam na composição recessiva que enfrentámos em 2012", começou por dizer o primeiro-ministro, que discursava na sessão de abertura do congresso da Ordem dos Economistas, em Lisboa.
Perante o contexto de crise e de austeridade, o nível de poupança dos portugueses aumentou, ao mesmo tempo que caiu o consumo privado. Apesar de defender que este aumento de poupança "não é negativo", Passos Coelho afirmou que as novas medidas previstas no Orçamento do Estado para 2014 podem, contudo, gerar um novo "choque".

"Numa altura em que estamos nas vésperas de apresentar o OE para 2014, que traduz os compromissos que assumimos com os nossos credores internacionais [...], é evidente que a execução das medidas previstas podem gerar novo choque de expectativas", disse.

Passos Coelho deu como exemplo o ajustamento dos salários no sector público ou a convergência das pensões, que foram "apresentadas no espaço público de uma forma que contraria as expectativas da generalidade dos agentes", em vez de recentrar o debate no cumprimento dos objectivos do programa.
"Espero que este congresso seja uma forma de colocar de lado as falsas ideias – e ajudar a um reposicionamento das expectativas dos portugueses", apelou.

Para Passos Coelho, "nunca a fasquia esteve tão alta". "Confio que o país dará o exemplo à Europa e ao mundo, de que se falará durante muito e muito tempo", disse.

Mutualização da dívida reduz autonomia nacional
Perante um auditório cheio no CCB, o primeiro-ministro admitiu que “alguma modalidade de mutualização da dívida a nível europeu possa tomar forma no futuro”. Mas alertou que um cenário destes traz consequências e custos que passam por uma “automática centralização do poder político e decisório nas instituições europeias, em detrimento dos órgãos representativos nacionais”. “Não gozaremos certamente de mais autonomia para efectuar as nossas próprias escolhas nacionais”, defendeu.


Passos Coelho afirmou que “este é o momento da verdade”. E requer um Estado “forte” e ágil. Num recado indirecto ao Tribunal Constitucional, que chumbou medidas como o sistema de requalificação dos funcionários públicos e normas de alteração ao Código do Trabalho, o primeiro-ministro sublinhou que “um Estado no fio da navalha e da ruptura de financiamento, amarrado pela rigidez nas suas possibilidades e na sua organização, tem muito maiores dificuldades em cumprir eficazmente as funções que os cidadãos justamente reivindicam”. Estão em jogo os “valores da previsibilidade e da coesão” do “sistema político-constitucional”, disse.

Criticando as propostas “demagógicas e simplificações enganadoras”, Pedro Passos Coelho sublinhou que é um imperativo não confundir “desejos com a realidade”.

O futuro pós-troika também mereceu um lugar no discurso do primeiro-ministro, que antecipa novos cortes na despesa. "Precisamos de ir mais longe na redução permanente da despesa pública", disse.

* Que mais podemos desejar do que o primeiro-ministro sugerir aos economistas e comentadores  que  aldrabem o povo português, o povo que lhe paga o salário.

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GIGANTES



 4,500 cavalos vapor da perfuradora ‘Heidi’ a surgir das entranhas da terra no Gotthard Base Tunnel, o tunel ferroviário mais comprido do mundo.


 Lexus LFA 8- Caixa de transmissão


A frente da máquina perfuradora com o maior diâmetro do mundo a trabalhar em Seattle USA, por baixo da State Route 99 desde o verão deste ano.

Siemens HVDC, o transformador de energia eléctrica usado para a  transportar da  Australia para a Tasmania

Escavadora ultra gigante abrindo em terreno dificil a entrada para uma nova galeria de mina.

Uma enorme locomotiva com um rotor removedor de neve, instalada no Museum of Transportation in St. Louis



KRAZ, enorme camião com o MIG-15 acoplado, um engenho turbojet usado para limpar e secar as pistas durante o inverno no aeroporto de Domodedovo, Moscovo, Russi.


TEREX RH400, uma enorme escavadora sobre lagartas para trabalhar na neve.
 
O Bosão de Higgs, o acelerador de partículas que desejamos nos explique a teoria do Big Bang.

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Desemprego de longa duração
 supera os 60% do total

O Banco de Portugal alertou hoje que as condições do mercado de trabalho "continuaram a deteriorar-se" na primeira metade de 2013.

"O crescimento expressivo do desemprego de longa duração é um dos elementos mais preocupantes da evolução recente do mercado de trabalho português", lê-se no Boletim Económico de Outono hoje divulgado pela instituição liderada por Carlos Costa que indica que o desemprego de longa duração corresponde a 60,3% do desemprego total.

No documento, o banco central dá conta de "uma queda significativa do emprego e [de] um aumento da taxa de desemprego" nos primeiros seis meses do ano, uma evolução que é acompanhada por uma "descida significativa da população ativa e uma redução da população residente", uma situação que é mais visível entre a população mais jovens, com mais qualificações e maior mobilidade.

A taxa de desemprego no primeiro semestre do ano ficou nos 17,1% da população ativa, uma percentagem que dispara para os 24,6% na faixa entre os 15 e os 34 anos.

O banco central alerta ainda para o aumento do número de inativos desencorajados (pessoas que não procuram ativamente emprego, mas que estão disponíveis para trabalhar), considerando que este é um indicador adicional do agravamento das condições do mercado de trabalho.

Entre janeiro e junho de 2013, "estes inativos na margem, cujo grau de proximidade ao mercado de trabalho é equivalente ao dos desempregados, representaram 4,9% da população ativa", uma proporção que no mesmo período de 2012 era de 4,6%.

* E o "irrevogável penta" anda a dizer que o país está melhor  depois da remodelação, só se foi por ter integrado o Rui Manchanete.

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 AMARICANOS




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HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Junta médica ameaça 
doente de cancro com trabalho

Enfermeira, de 37 anos, tem neoplasia maligna da glândula suprarrenal de grau 2

'Maria' é um dos três portugueses que sofre de neoplasia maligna da glândula suprarrenal de grau 2. Para lhe retirarem o tumor, tiraram-lhe a glândula e o rim. Como o cancro era de alta malignidade, faz quimioterapia oral há um ano. ‘Maria', residente na zona Norte do País, é enfermeira, de 37 anos. 


Tem perda de visão lateral, que pode ser irreversível, parestesias (formigueiro) dos braços e pernas, que a fazem perder as forças e deixar de andar, desmaios frequentes, vertigens, fadiga muscular, diarreia, perdas de memória e por vezes não consegue reconhecer os familiares. A junta médica atribuiu-lhe uma incapacidade de 60% e ameaça não renovar o atestado. 

A enfermeira está "chocada".
"Não quero a reforma, mas sei que se for trabalhar agora posso desmaiar em cima dos pacientes ou esquecer-me de lhes dar medicação, por exemplo, e isso é colocar a saúde deles em risco. E ainda posso levar com um processo disciplinar. A sintomatologia não me permite trabalhar nem qualquer qualidade de vida", explica. "O meu médico recomenda que, enquanto não acabar a quimioterapia, não exerça a profissão. E quando acabar a ‘quimio', posso não ficar a 100%, ou seja, continuar com estes sintomas e a probabilidade da cegueira", continua ‘Maria'.
Da última vez que foi à junta médica, levou atestados do centro de saúde, hospital, psiquiatra e oftalmologia, mas disseram-lhe que não eram necessários. "Atribuíram-me 60% de incapacidade e disseram que era o máximo que atribuem a um doente oncológico e que, se continuasse a insistir, me baixavam a percentagem. É uma doença rara e nem se preocuparam em pesquisar sobre isso". O Correio da Manhã contactou o responsável pela junta médica a 30 de setembro e ainda não obteve resposta. 

* Temos sempre referenciado o SNS como um bom serviço, experiência própria, esta situação não é da responsabilidade do SNS mas da desumanidade brutal de alguns elementos que o integram, a hierarquia tem de estar atenta, pois, a ser verdade, este não é primeiro caso de atitudes absurdas em juntas médicas.

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 POPCORN











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