quinta-feira, 3 de outubro de 2013

UMA GRAÇA PRA O FIM DO DIA

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O noivo escreveu um poema para noiva 
um pouco antes do casamento


Que feliz sou, meu amor!
Domingo estaremos casados,
O café da manhã na cama,
Um bom sumo e pães torrados

Com ovos bem mexidinhos
Antes de ir p' ró trabalho
Tudo pronto bem cedinho
P'ra inda ires ao mercado

Depois regressas a casa
Rapidinho arrumas tudo
E corres pro teu trabalho
Para começares o teu turno

Tu sabes bem que, de noite
Gosto de jantar bem cedo
De te ver toda bonita
Com sorriso ledo e quedo

Pela noite mini-séries
Cineminhas dos baratos
E nada, nada de shoppings
Nem de restaurantes caros

E vais cozinhar p'ra mim
Comidinhas bem caseiras
Pois não sou dessas pessoas
Que só comem baboseiras...

Já pensaste minha querida
Que dias gloriosos?
Não te esqueças, meu amor
Qu'em breve seremos esposos!

Como resposta, a noiva escreveu 
um poema para o noivo



Que sincero meu amor!
Que linguagem bem usada!
Esperas tanto de mim
Que me sinto intimidada

Não sei de ovos mexidos
Como tua mãe adorada,
Meu pão torrado se queima
De cozinha não sei nada!

Gosto muito de dormir
Até tarde, relaxada
Ir ao shopping fazer compras
de Visa, tarjeta dourada

Sair com minhas amigas,
Comprar roupa da melhor
Sapatos só exclusivos
E as lingeries p'ró amor

Pensa bem... ainda há tempo
A igreja não está paga
Eu devolvo o meu vestido
E tu o fato de gala

E domingo bem cedinho
Em vez de andar aos "AIS",
Ponho aviso no jornal
Com letras bem garrafais:

HOMEM JOVEM E BONITO
PROCURA ESCRAVA BEM LERDA
SUA A EX-FUTURA ESPOSA
DECIDIU MANDÁ-LO À M****!



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ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS/2013
CIDADE DE ÉVORA

Partido%       Votos     Mandatos       Pres.

PCP - PEV
49,3%117764   1
PS25,95%619920
PPD/PSD.CDS-PP14,7%351010
B.E.3,91%93400

PRESIDENTE ELEITO - Carlos Manuel  Pinto de Sá


 CIDADE DE FARO

Partido     % Votos Mandatos Pres.

PPD/PSD.CDS-PP.MPT.PPM
 33,94%830641
PS32,32%791140
PCP - PEV12,76%312210
I5,74%140400
B.E.4,82%118000
PPV1,38%33800


PRESIDENTE ELEITO - Rogério Conceição Bacalhau Coelho

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5-DANÇANDO COM


AS ESTRELAS





SOFIA RIBEIRO



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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Vacinação domiciliária contra 
a gripe está a ser ponderada

A Direção-Geral da Saúde pondera avançar com a vacinação contra a gripe no domicílio, sobretudo para os idosos que não se podem deslocar aos centros de saúde.

"Estamos a equacionar a vacinação no domicílio daqueles que não se podem deslocar aos centros de saúde no contexto das visitas domiciliárias dos enfermeiros", afirmou, esta quinta-feira, o diretor-geral da Saúde, Francisco George, durante a apresentação do relatório sobre as doenças respiratórias em Portugal.

O aumento da taxa de cobertura da vacina contra a gripe é precisamente uma das recomendações deste relatório, que aponta para um aumento da incidência das doenças respiratórias, sobretudo nos idosos.

A diretora do Programa Nacional das Doenças Respiratórias, Cristina Bárbara, considerou que o isolamento da população mais velha pode ser um fator para agravar problemas respiratórios, vincando que as causas sociais contribuem para a elevada mortalidade destas patologias.
Em relação à vacinação contra a gripe, Francisco George lembrou que este é o segundo ano em que as vacinas são gratuitas nos centros de saúde para pessoas a partir dos 65 anos e reiterou que a meta é atingir os 60% de cobertura vacinal nesta população.

A "médio prazo", a DGS pretende ir mais longe e atingir os 75% de idosos vacinados em Portugal.
Um milhão de doses de vacinas contra a gripe começaram este mês a ser disponibilizadas de forma gratuita nos centros de saúde para pessoas os idosos, além das 800 mil doses que são vendidas nas farmácias mediante receita médica.

Além dos idosos, grávidas a partir das 12 semanas, pessoas entre os 60 e os 64 anos e doentes crónicos (sobretudo do foro respiratório) são outros grupos a quem está recomendada a vacina.

* Seria uma boa solução. 

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IX- O UNIVERSO


  1-AS CONSTELAÇÕES


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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Maioria deixa passar projecto de lei 
do PS para reduzir IRC

Proposta dos socialistas visa baixar a taxa para 12,5% nos primeiros 12.500 euros de lucros

A maioria PSD/CDS-PP viabilizou quinta-feira, abstendo-se, o projecto de lei do PS para a redução da taxa do IRC para 12,5% para os primeiros 12.500 euros de lucros, apoiando as pequenas e médias empresas (PME), tal como o Negócios já havia antecipado. O projecto de lei foi aprovado com os votos favoráveis do PS, PCP, BE e PEV e a abstenção de PSD e CDS-PP.

Esta foi a única iniciativa do PS discutida quinta-feira no Parlamento que foi viabilizada pela maioria. PSD e CDS-PP recusaram o projecto de lei para a redução do IVA da restauração de 23 para 13%, assim como o projecto de lei para a redução do Imposto Municipal sobre Imóveis, através da actualização da fórmula de cálculo do valor patrimonial fiscal.

A maioria que apoia o Governo chumbou ainda o projecto de resolução apresentado pelos socialistas recomendando ao Governo que "não atrase mais o apoio social aos idosos sem recursos para suportar o aumento das rendas, provocados pela nova lei".

Reforma do IRC deve atender à competitividade do País
O deputado do PS Mota Andrade tinha argumentado, na sua intervenção durante o debate, que "a propalada reforma do IRC deve atender à competitividade do país, mas tal não pode confundir-se com uma mera redução de tributação".

"As alterações ao nível do IRC não poderão consistir apenas num bónus para as grandes empresas que actualmente suportam a receita de IRC sem que tal tenha efeito real de incentivo ao crescimento e ao emprego. Em nosso entendimento, a redução das taxas de IRC deve beneficiar em primeira linha as empresas de menor dimensão e que se debatem com maiores problemas", sustentou.

O PSD, através do deputado Cristóvão Crespo, começou por acusar o PS de tratar com "ligeireza" os problemas do país, responsabilizando os socialistas pela inclusão no memorando da troika de muitas das medidas que agora combate.

Sobre o IVA na restauração, o também deputado do PSD Paulo Batista Santos disse que a maioria apresentará "a sua visão" sobre a matéria no Orçamento do Estado para 2014, depois de a deputada do PS Hortense Martins ter acusado os sociais-democratas e os democratas-cristãos de terem um "preconceito" em relação ao sector.

"Vêm dizer que a culpa é da troika, como é que culpa é da troika se na Irlanda e na Grécia a troika autorizou descida do IVA da restauração? Não se escondam atrás da troika", desafiou a deputada.

Quinta-feira foram também recusados pela maioria PSD/CDS-PP os projectos de lei do PCP para repor a taxa do IVA nos serviços de alimentação e bebidas em 13%, assim como a "reposição da isenção do IVA na prestação de serviços e actividades produtoras na agricultura e por uma justa fiscalidade aplicada à agricultura familiar". 

* Percebe-se que os interesses dos principais partidos e as suas lutas, superam a importância do país.

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Saki Mafundikwa


Ingenuidade e elegância
nos antigos alfabetos
africanos



Dos simples alfabetos às linguagens simbólicas secretas, o "designer" gráfico Saki Mafundikwa celebra as muitas formas de comunicação escrita presentes em todo o continente africano. Ele destaca a história e o legado que estão incorporados nas palavras escritas e nos símbolos e encoraja os "designers" africanos a tirarem partido dessas formas gráficas para uma nova inspiração. Está tudo resumido no seu glifo ganês preferido, "Sankofa", que significa: "Volta e consegue-o" — ou: "Aprende com o passado". 


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HOJE NO
"DESTAK"

Governo garante que não tem 
quaisquer medidas de contingência" 

 A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, afirmou hoje, em conferência de imprensa, que o Governo não acordou com a 'troika' "quaisquer medidas de contingência" para 2014. "Não temos um plano de contingência, não há medidas de contingência. 


O Governo está persuadido de que são estas as medidas necessárias, de que são estas as medidas que permitirão reequilibrar o esforço entre despesa e receita", afirmou Maria Luís Albuquerque, destacando que as medidas tomadas no ano passado "desequilibraram esse esforço excessivamente para o lado da receita". 

 "Não há medidas de contingência acordadas com a 'troika'", composta pelo Fundo Monetário Internacional, pelo Banco Central Europeu e pela Comissão Europeia, reiterou a ministra.

* O governo não tem idoineidade para garantir coisa alguma, há dezenas de exemplos. Mas é bom que não haja mesmo um plano de contigência, o povo está farto! 

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OSCAR MASCARENHAS

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 Soluções inovadoras
 não parecem resultar 
nas caixas de comentários

No meu tempo de universitário, vivíamos em ditadura e obscurantismo intencional disseminado pela sociedade. Muitos de nós, estudantes, tínhamos a preocupação de sair do campus e "estar com o povo", uma entidade mais sonhada do que real até ao momento de a começarmos a conhecer, com alegrias e deceções.

Víamos a universidade como um privilégio - e era-o - e apostávamos em transformá-lo num serviço à comunidade. Dávamos aulas à noite em associações recreativas e confraternizávamos com copos e petiscos à frente com operários e modestos empregados.

Avisadamente, apesar de termos a convicção de saber mais do que "eles", estávamos ali mais para os ouvir do que para falar, por duas razões: primeiro, para os conhecer; e segundo, e mais importante, para dançar na conversa ao ritmo que eles marcassem, sem lhes tentar impor o nosso discurso político carregado de certezas e radicalismos, não fossem tomar-nos por provocadores pidescos.
Para mim, foi uma excelente aprendizagem, uma formidável recruta para a vida e o princípio de uma amizade blindada de mais de 40 anos.

No entanto, certo dia, apareceu naquela tertúlia "operário-estudantil" um colega universitário, voluntarioso e despachado, e que se achava possuidor da fórmula certa para "falar com os operários": a cada duas palavras - um palavrão! Estava a adaptar a sua linguagem aos ouvidos do povo trabalhador...

Reparámos que os nossos interlocutores não se mostravam agradados com aquele tipo de comunicação, até que um deles, o mais sábio, se voltou para o recém-chegado e o verberou:
- Olha lá, tu andas na universidade, não andas? Então porque é que dizes tantos palavrões? Porque achas que nós falamos assim, não é? Pois olha: se nós falamos assim, não é por gosto, é por não sabermos mais. E se falamos contigo e com os teus colegas, não estamos à espera de que falem como nós. O que gostaríamos era de falar como vocês. A nós, o palavrão sai-nos sem pensar. Tu dizes palavrões quando não precisavas de dizê--los. Assim não ganhamos nada com a conversa.

Remédio santo. Grande lição! E ficámos a saber, definitivamente, que os "operários" não gostam de palavrões, mesmo que digam palavrões. Os palavrões são um ruído na conversa, ficam mal em todos os estratos sociais e só são aceitáveis em poemas de raiva como o notável "Vernáculo (para um homem comum)", de António Manuel Ribeiro, dos UHF.

Era isto que eu queria dizer - se servisse para alguma coisa - às pessoas que entopem as caixas de comentários da edição online do DN com ordinarices e grosserias. Essas pessoas estão a escrever (?) abaixo do que são capazes, parecendo sofrer de um psitacismo de mau hálito dentro de uma sarjeta pútrida.

Ainda não percebi onde é que é os responsáveis do DN encontram vantagem nessa permissividade: estes leitores (?) do online não gastam um tostão com o jornal, nunca o comprarão e aproveitam a borla para o sujar. Parecem aqueles frequentadores de café que pegam no jornal ali oferecido e se põem a fazer as palavras cruzadas, esborratando tudo e largando-o para o senhor que se segue. Mas aí, ainda se vendeu um exemplar. No online, nada. E se se crê que é um bom reclamo o elevado número de contactos, pouco avisados são os anunciantes se acham que esse é um barómetro adequado para os seus negócios.

Tenho acompanhado há mais de ano e meio os notáveis esforços que os responsáveis do DN têm feito para não impedir a liberdade de participação dos leitores, para confiar no seu sentido de responsabilidade e para proporcionar um veículo de diálogo na comunidade dos leitores. Faz-me lembrar a anedota do campónio que vê a mulher pintar os lábios. Pergunta-lhe para que faz ela isso e tem como resposta: "Para ficar mais bonita?" E ele, perplexo: "Então... porque é que não ficas?"
Nenhum dos bons propósitos em relação às caixas de comentários está a ser conseguido: não há liberdade de participar quando se arrisca na volta a levar com um insulto ou um comentário soez; campeia a irresponsabilidade nas agressões verbais, nos incitamentos ao racismo, à xenofobia, à intolerância sexual, política, religiosa - e até científica!; e não há diálogo nenhum na comunidade de leitores, antes se organizaram hordas de "apagadores" encarniçados de comentários de outros.
A abertura ao anonimato é péssima e não encontro esse sistema em mais nenhum jornal de qualidade em todo o mundo. Em todo o lado, os leitores que queiram participar nos comentários inscrevem-se, fornecendo elementos que os permitam responsabilizar em caso de abuso ou agressão. É-lhes permitido o pseudónimo, mas o órgão de informação tem a identificação do leitor.

Por outro lado, em parte alguma encontrei a possibilidade de o comentário entrar instantaneamente em página, sem ter passado por qualquer crivo - e essa prática, no DN, tem sido catastrófica. Em contrapartida, sem qualquer intervenção de responsáveis do jornal, permitiu-se uma autogestão do silenciamento: se um certo número de leitores não gostar de um comentário ou de um comentador, pode eliminar a sua contribuição, sem ter de apresentar razões. Veja-se este significativo testemunho de um leitor:

"O software automático de eliminação de comentários com que os servidores do DN estão equipados tem sido aproveitado por gente organizada para apagar comentários adversos à ideologia contrária. Tanto quanto observei nos últimos meses, essa iniciativa parte sempre de pessoas afetas à direita radical. Como sabemos que estamos entregues a um mecanismo automático, por vezes não nos resta outra solução senão retribuir o "expediente", caso contrário sairemos duplamente injustiçados pela atitude antidemocrática dessa gente. Não só ficamos impossibilitados de deixar a nossa opinião, como ainda por cima temos que ficar sujeitos à hegemonia dos comentários adversos aos nossos. Eu próprio, que sou de centro-esquerda, já fui várias vezes alvo de um ataque cerrado dessa gente antidemocrática e não me restou outra solução senão responder da mesma maneira, ou seja, eliminando os comentários deles também. Faço-o contrariado e como último recurso. Jamais tomei a iniciativa de denunciar comentários, a não ser em dois ou três casos, onde estúpida e violentamente se pedia a morte de Mário Soares ou de Manuel Alegre, coisa que, vilmente, acontece com frequência em relação a estas duas figuras públicas.

"Esta prática antidemocrática põe em causa o sucesso do Fórum e por vezes deixa a dúvida se estes atos de eliminação de comentários não têm origem mesmo dentro do DN. Eu cheguei à conclusão de que não parece-me ser de facto gente exterior ao DN. Deixa-nos até a sensação que essa gente pretende boicotar o fórum para assim minar a liberdade de expressão alcançada pela nossa Democracia, em abril de 74."
Em vez do diálogo, instalou-se, pois, a guerra.
Certos jornais "promovem" leitores mais assíduos nos comentários (publicados depois de monitorizados) a uma espécie de avaliadores da qualidade de outras contribuições. Mas esses "promovidos" estão identificados e têm poderes limitados. No DN, qualquer réptil pode cuspir a sua peçonha e, com dois ademanes de cauda, vassourar os outros.
Não tenho grande convicção de que faça vencimento a proposta nada inovadora de fazer como os outros jornais: identificação prévia e correta dos participantes na caixa de comentários - alguns órgãos de informação ligam o espaço de comentário a redes como o FaceBook, que tem fama de não brincar em serviço nesta matéria, podendo até ser excessivamente rigoroso - e filtragem dos comentários na perspetiva de serem úteis e enriquecedores do diálogo.

Enquanto estas soluções não forem postas em prática - sê-lo-ão alguma vez? -, apelo seriamente à Direção do DN para que tome medidas preventivas em certas áreas: a experiência diz-nos que a notícia do falecimento de certas personalidades, nacionais e estrangeiras, se transforma num festim de abutres sem qualquer respeito pela memória do falecido nem pela dor dos seus entes queridos - é um fartar vilanagem. Fechar, pura e simplesmente, a caixa de comentários dessa notícia - como tenho visto fazer - é uma solução radical que retira a possibilidade a pessoas de bem manifestar a sua mágoa pela perda, ou mesmo as suas críticas feitas com elevação. Essas notícias, a meu ver, deveriam conter o e-mail do editor, que receberia os comentários e publicaria aqueles que, em seu critério (se fazemos confiança no seu critério para editar a notícia, porque não a faríamos na edição de comentários?), merecessem ser publicados.
Notícias sobre a vida de pessoas famosas têm sido um vazadouro de ofensas e grosserias que só se curariam em casa de correção ou à bengalada. Há, de facto, gente horrorosamente ordinária a empestar os comentários. Todas essas notícias, nomeadamente da secção Vidas, deveriam ter um e-mail de responsável a quem fossem enviados os comentários. O mesmo para todas as notícias que se preveja que possam despertar a boçalidade racista, xenófoba ou de intolerância sexual. Idem para as notícias sobre religião. E, em absoluto, no noticiário sobre ciência!

O leitor talvez não se tenha apercebido, mas chegam-me frequentes queixas que demonstram como o noticiário sobre ciência se transformou num campo de batalha onde superstição, beatice e espírito científico se digladiam numa luta de morte. Por espírito de tolerância, pode admitir-se que alguém exprima a sua convicção de que o mundo tem seis mil anos de existência (!). Mas é intolerável que esse comentário seja repetido DEZENAS de vezes na mesma caixa e, de caminho, vão sendo apagadas as outras contribuições.
Quem edita o noticiário sobre ciência tem a obrigação de filtrar os comentários. Em nome da ciência e do enriquecimento cultural.

Provedor do leitor

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
28/09/13

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HOJE NO
"i"

Preços de venda de casas 
"instável" durante o verão

Nos fogos novos, o ICi registou uma variação negativa de -0,3% e de -1,2% nos usados

Os preços das casas em Portugal Continental desceram 0,8% em comparação com julho, o que confirma a “instabilidade sentida no verão”, segundo a análise do Índice Confidencial Imobiliário (ICi), organizado com base em dados de empresas do setor.

Num comunicado divulgado hoje, o ICi assinalou que, depois de em maio se ter registado, pela primeira vez, um aumento mensal desde agosto de 2010, a “variação mensal do preço das casas tem-se mostrado bastante instável”.

Depois de uma quebra mensal de 0,9% em junho e de nova recuperação em julho (crescimento de 0,6%), o mês de agosto voltou a mostrar uma queda, tanto no setor dos usados, como no dos novos.
Nos fogos novos, o ICi registou uma variação negativa de -0,3% e de -1,2% nos usados.

No mercado de novos, a taxa de variação homóloga alcançou os -0,3% em agosto, apresentando um valor mais negativo para o mercado de usados: -3,6%.

Na Área Metropolitana de Lisboa, o preço das casas também caiu em agosto, apresentando uma taxa de variação mensal de -0,5%. Nas casas novas, a evolução foi, porém, positiva (0,8%), enquanto nos usados foi de -1,1%. Em termos homólogos, ambos os segmentos registaram quebras de -3,0% em agosto.

O ICi agrega a carteira de mais de 1.400 empresas de mediação imobiliária, numa oferta total acumulada de cerca de 500 mil imóveis.

* Em Portugal a instabilidade é a grande certeza.

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5-Os riscos dos 


transgénicos



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Entrevista com Jeffrey M. Smith no programa Roda Viva TV Cultura, Abril de 2010)



Entrevistadores:

Washington Novae

Jornalista e supervisor do quadro Biodiversidade do programa Repórter ECO, da TV Cultura e articulista do jornal O Estado de S. Paulo


Fernando Lopes

Editor de Agronegócios do jornal Valor Econômico


Alexandre Mansur

Editor de ciência e tecnologia da revista Época


Flavio Finardi Filho

Professor associado da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP
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Jeffrey Smith é um dos maiores críticos da produção de alimentos geneticamente modificados. Em seu trabalho, ele levanta questões sobre a produção de transgênicos, rebate os argumentos da indústria e apresenta falhas na regulamentação de produtos que utilizam transgênicos.



O Instituto Pela Tecnologia Responsável, fundando por ele, financia pesquisas independentes de segurança de alimentos. Os dados levantados fazem parte dos argumentos utilizados por ele para explicar que a produção e consumo de alimentos transgênicos oferecem riscos aos humanos e ao meio ambiente.



Jeffrey Smith lidera uma campanha para uma alimentação mais saudável nos Estados Unidos, um movimento que pretende remover todos os organismos geneticamente modificados da indústria de alimentos naturais.
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HOJE NO
"ABOLA"

«A falta de apoios é uma realidade»
 - João Sousa

Após domingo histórico para o desporto nacional, João Sousa considera que, tanto ele, como o corredor Rui Costa, contribuíram para a maior visibilidade de Portugal noutras modalidades que não o futebol.

«A falta de apoio para outros desportos em Portugal é uma realidade. Temos muito talento em Portugal e tanto eu como o Rui mostrámos isso nas últimas semanas», disse o primeiro tenista português a conquistar um torneio ATP, acrescentando que ele e Rui Costa, campeão do Mundo de ciclismo, fizeram «um bom trabalho pelos outros desportos que não o futebol»: «Feliz ou infelizmente, o desporto rei é o futebol.»

«No ténis, são os pequenos detalhes que fazem a diferença e, se calhar, se tiver esses apoios, posso expandir a minha equipa e fazer um trabalho ainda mais sério do que tenho feito até agora», explicou o vimaranense, de 24 anos, que, aos 14, teve de mudar-se para Barcelona para prosseguir o sonho de ser profissional: «Infelizmente, em Portugal não temos muitos jogadores a quererem ser profissionais. Pode ser que estes meus feitos possam ajudar.»

Apontando os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro como «um dos objetivos primordiais», o melhor português de sempre no ranking internacional (51.º) falou, em conferência de imprensa, sobre «a responsabilidade enorme» de jogar «em prol do país»: «Mas, eu não compito com os jogadores portugueses. Ter alcançado a melhor marca de sempre de um tenista português é um motivo de orgulho, não só para mim, mas para as pessoas que trabalharam comigo. Sinto-me muito feliz e honrado por aquilo que estou a trazer ao ténis nacional.»

* As modalidades que não o futebol são olhadas de esguelha pelo políticos no poder, acorrem pressurosos quando os atletas obtêm vitórias mas depois afastam-se e, nos dias difíceis, Fernanda Ribeiro como exemplo, viram as costas.

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BANDAS COM NOMES DE COMIDA


Pearl Jam


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É uma banda de Rock americana formada em 1990 em Seattle.

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Dezenas de empresários vítimas de burla que os lesou em dois milhões de euros

A Polícia Judiciária (PJ) anunciou nesta quinta-feira ter desmantelado um grupo que terá burlado entre cinco a seis dezenas de empresários portugueses, que terão sido lesados num montante total que pode ultrapassar os dois milhões de euros. O esquema passava por prometer financiamentos avultados aos empresários que pagariam uma comissão à cabeça, acabando por não beneficiar de qualquer empréstimo.


Na Operação Alta Finanza foi detida uma mulher de 55 anos, que já se encontra presa preventivamente. A polícia continua no encalço de outros suspeitos estrangeiros.

A fraude usada teve origem em Itália, mas há alguns anos que era desenvolvida em Portugal, sendo descrita pela PJ como burla qualificada de cariz internacional. “O esquema consistia na promessa de financiamentos de montantes invulgarmente elevados, que nunca vieram a concretizar-se, levando as vítimas ao pagamento de avultadas quantias que, supostamente, seriam necessárias à efectivação desses financiamentos”, explica a Unidade Nacional de Combate à Corrupção, em comunicado.

Os empresários eram atraídos pelas condições extremamente vantajosas dos alegados empréstimos, que em alguns casos ultrapassariam os 100 milhões de euros. Além de se pedirem taxas de juro baixas não eram solicitadas garantias. A comissão e os encargos que as vítimas pagaram variava em função do valor do alegado financiamento, tendo chegado a atingir os 200 mil euros.

A mulher detida seria a responsável pela angariação dos clientes em Portugal e dizia-se representante de pessoas bem colocadas na alta finança internacional. Para credibilizar a burla vários empresários viajaram para o estrangeiro, para conhecer os alegados financiadores. Muitos, apesar de aguardarem há anos pelo dinheiro dos empréstimos, não apresentaram qualquer queixa às autoridades portuguesas, alegando ainda acreditar que o financiamento fosse efectuado.

* Nós temos o cavalo de D. José para vender, um bom preço, D. José vai ter que ficar apeado por causa da crise.

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 COMBATE A 


INCÊNDIO



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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Regularização de dívidas rende
 700 milhões este ano

Regime excepcional de regularização de dívidas ao fisco e à Segurança Social ajudará défice de 2013.

O novo plano regularização de dívidas ao fisco e à Segurança Social ajudará à consolidação orçamental deste ano num montante entre 600 e 700 milhões de euros, sabe o Económico. Qualquer coisa como 0,4% do PIB com vista ajudar a cumprir a meta do défice de 5,5% prevista para 2013.

O regime extraordinário de regularização tributária e contributiva foi hoje aprovado em Conselho de Ministros e prevê o pagamento integral das suas dívidas de natureza fiscal e contributiva até a próximo dia 20 de Dezembro, permitindo que empresas e particulares evitem as consequências da falta de cumprimento, nomeadamente penhoras.

Os contribuintes que optarem pelo pagamento total das suas dívidas, já detectadas ou auto denunciadas voluntariamente, serão dispensados de pagar juros de mora pelo atraso no pagamento e juros compensatórios, ficando ainda dispensadas do pagamento de custas devidas no processo de contra-ordenação. Já ao nível das coimas contarão com reduções substanciais.
O regime extraordinário de regularização de dívidas ao Estado que foi hoje aprovado em Conselho de Ministros prevê condições especiais de juros e de custas processuais e redução das coimas para empresas e particulares. Em causa está o perdão de custas processuais e juros de mora e compensatórios para os contribuintes incumpridores, à semelhança - nestes últimos dois casos - do regime de 2002 criado pela então ministra das Finanças, Manuel Ferreira Leite.

O novo plano é, porém, mais favorável face ao regime excepcional de 2002 ao conceder três dispensas de pagamento: de juros de mora e compensatórios e também de custas processuais (só nos processos administrativos, não abrangendo processos em tribunais), continuando a prever uma redução de coimas. Recorde-se que Ferreira Leite criou um regime que previa a redução de custas a 1% da quantia exequenda para pagamento em conjunto das dívidas fiscais e contributivas, bem como a redução da coima a 10% do mínimo previsto na lei. A estas condições juntava-se ainda a dispensa de pagamento de juros de mora e compensatórios.

Este plano terá efeitos orçamentais já este ano através de arrecadação de receita fiscal extraordinária que ajudará a atingir a meta do défice de 5,5%.

Com este novo regime, o Executivo pretende ainda aliviar o garrote fiscal, evitando penhoras e aliviando a tesouraria das empresa, que asfixia o tecido empresarial e permitir o acesso a fundos comunitários no novo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) que irá vigorar entre 2014 e 2020, e vai disponibilizar 21 mil milhões de euros dos quais, cerca de quatro mil milhões desses apoios estão previstos para as PME no eixo da competitividade.

* Só se escreve e fala do que os portugueses devem ao Estado parecendo que existe uma amnésia dos calotes que o Estado tem para com os contribuintes e fornecedores.

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DOUTRO SÉCULO


OS TRATAMENTOS


DE BELEZA

  
ANOS 1900



Hoje em dia é dificil encontrar uma celebridade que não tenha feito algum tipo de cirúrgia plástica, desde uma abdominalplastia, implante mamário, facelifting, rinoplastia até a um lifting de sobrancelhas tudo faz parte e é utilizado para permanecer jovem.

Mas no principio do século 20, ainda que o desejo para a juventude e beleza eterna fosse uma constante, os meios existentes eram muito diferentes.


Entre 1900 e 1920  as pessoas continuavam a ser muito influenciados pela ideia Victoriana de que era simplesmente seu 'dever', como mulher, ser bonita.


Não era uma escolha, era uma forma de vida, a qual dispunha de uma inteira indústria de ferramentas, dispositivos e máquinas para ajudar a corresponder às expectativas dos outros.


E eram esses 'tratamentos de beleza' que continuaram a ser vendidos e impingidos a toda uma nova geração de consumidoras no principio do século 20.


 Hoje em dia as mulheres podem escolher entre peeleings faciais, discos de pepinos para os olhos ou a ocasional injecção de Botox, lipo aspiração, implantes, etc.


As suas predecessoras, as do início do século tiveram que suportar toda uma panóplia de loucos dispositivos e tratamentos com o único objectivo de corresponderem aos caprichos superficiais e transitórios de seus pares.

É um olhar para o passado e para a nossa sempre presente obsessão pela perfeição que desejamos parecer.

AMEN
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