sábado, 21 de setembro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


.
6-ELEIÇOEIROS



 ELISA FERRAZ - VILA DO CONDE


.
.


6.JUNIORES




 .
.

OS NORMAIS
"Gente normal
e civilizada"





.
.


5.JUNIORES




.
.
6.CAMINHANDO 
COM AS BESTAS


1. A JORNADA DO MAMUTE






.
.


4.JUNIORES



.
.
3.OS MESTRES
DO DINHEIRO


 

Como uma série de 1996 está tão actual, à parte algumas afirmações "datadas" tudo o resto ensina-nos a compreender o espírito da Troika.

FONTE: lucas84doc


.
.



3.JUNIORES



.

GUSTAVO CARDOSO

.


A Moral da Desobediência

O jornal El Pais publicou uma notícia intitulada “Cuando la oposición son los jueces” tendo por argumento que em Portugal são as decisões do Tribunal Constitucional que põem um travão continuado às reformas e aos cortes propostas pelo Governo.

Esse é um bom título jornalístico mas também é um bom ponto de partida para compreender o que há a esperar dos cidadãos em termos de protesto e desobediência na sociedade em rede – que no fim de contas é a sociedade em que vivemos.

Porque as empresas, o Estado, as organizações e associações desde há década e meia se têm vindo a dotar de computadores ligados em rede, porque mais de 90% dos cidadãos têm telemóveis e porque já mais de 50% da população portuguesa está ligada à Internet, a lógica de organização em rede tem vindo a moldar não só as nossas relações de poder, como a vida familiar, o trabalho e o empreendedorismo.

Essas são apenas algumas das razões pelas quais a nossa sociedade é uma sociedade onde a maior parte do que é importante para nós se desenrola em rede e onde apenas aquilo que é menos importante tende a manter-se inalterado nas suas lógicas hierárquicas, pouco flexíveis e pouco readaptáveis a qualquer mudança.

Mas o facto de vivermos numa sociedade em rede molda também a nossa forma de actuar perante a injustiça, o tipo de protesto e, mais importante, a nossa percepção de quando é que é justo desobedecer a todos os tipos de poder.

A desobediência à lei é um terreno tabu para as instituições do poder democrático – sejam elas os partidos, parlamentos, governos, presidentes, sindicatos ou tribunais. A razão do tabu é simples, em democracia as leis são justas porque são produto da deliberação, da negociação, dos consensos possíveis. Logo, não faz sentido desobedecer às leis, não há moral na desobediência. Mas o protesto em democracia existe e a desobediência acontece quando tem de acontecer – o que é o mesmo que dizer que quando há injustiça há protesto e que quando se retira margem de mudança há desobediência.

Como refere Douzinas no seu recente livro Philosophy and Resistance in the Crisis, é a percepção de extrema injustiça, radicada numa série de humilhações sucessivas, que exaure a tolerância moral de uma sociedade e leva à desobediência. Pois, como bem sabemos, as humilhações também podem ser sociais, ao radicar nas leis, e não apenas nos comportamentos individuais.

Sabemos que nas sociedades democráticas os conflitos entre moral e lei são normalmente resolvidos em favor da lei. Mas o dever de obedecer à lei é absoluto apenas quando acompanhado pelo livre pensamento de que a lei é moralmente correcta e democraticamente legítima.

A moralidade e a legalidade são duas faces da mesma moeda. Quando a lei coloca em causa a nossa concepção de bem é a nossa própria autonomia que é colocada em causa e a desobediência à lei torna-se moral.

As nossas sociedades precisam de ser autónomas para serem democráticas. E, por isso, não podem ser as instituições da democracia a destruir a noção de que as leis, cuja origem está sempre nos cidadãos, não podem ser postas em causa e mudadas por si próprios.

Quando a liberdade de mudar uma injustiça moral legislada é vista como impossível, então a desobediencia deixa de ser ilegal e torna-se numa resposta moral e cívica às incapacidades governativas de criar alternativas à disrupção da vida em grupo ou à deficiente regulação social.

Sabemos hoje, pela experiência na primeira pessoa nas praças e ruas, ou indirectamente pela televisão, que os protestos na sociedade em rede (a nossa sociedade) estão, como sempre estiveram, ligados à forte percepção de injustiça e que o uso de telemóveis, da Internet são características da organização informal contemporâneas, seja ela presencial ou em rede.

Mas há mais duas dimensões que devemos ter em atenção se queremos compreender as desobediências em gestação nas mentes dos cidadãos dos diferentes países da Europa, Américas, Ásia e África. Elas são, respectivamente, a desobediência individual simbólica, ou seja aquela praticada pelos analistas de informação, e a desobediência em rede quer nas administrações públicas quer nas administrações privadas em detrimento de outros tipos de protesto como as greves.

Os analistas de informação como Bradley Manning com a divulgação para o Wikileaks de informação sobre a Guerra do Iraque, Afeganistão e Diplomacia Norte Americanas; Edward Snowden com a denúncia e divulgação de documentos da NSA ou ainda ex-empregados do sector bancário suíço com a divulgação de contas de clientes em processo de evasão fiscal, constituem um exemplo do poder do individuo com acesso à informação e como a sua percepção de injustiça pode marcar as sociedades.

Mas as redes não são apenas as que lidam com a análise de informação e iremos, porventura, assistir ao poder dos “gestores” noutros contextos de rede (das informáticas às financeiras, das eléctricas às de tráfego e águas) e à sua capacidade para mostrar publicamente, através da desobediência, o seu desagrado e repulsa pelas injustiças percebidas à sua volta na sociedade. E se tal nos parece ainda algo descabido, será muito provavelmente porque ainda não temos exemplos públicos para dar nomes a pessoas e actos e menos porque o julguemos impossível de acontecer.

Em sociedades onde o valor social da greve é desvalorizado pelos governos e onde uma grande parte da conflitualidade está transposta para as questões do trabalho e da remuneração do mesmo (impostos, salários, reformas, benefícios na saúde, precariedade, etc.) a natural evolução do protesto é a desobediência quer nas administrações públicas, quer no domínio das empresas privadas.

Esta é a evolução “natural” porque a percepção do funcionamento em rede da sociedade e das organizações é cada vez mais intuída pelos indivíduos e também porque, à medida que a informatização avança nos processos, pode ser mais fácil controlá-los mas também é mais fácil bloqueá-los.

Regressando ao início deste artigo, a importância da existência de tribunais constitucionais e dos seus equivalentes nos diferentes países democráticos resulta de os mesmos serem, através das suas interpretações das leis fundamentais, um último anteparo antes da desobediência generalizada perante leis aprovadas em sistemas democráticos mas percebidas, pela generalidade de indivíduos, como moralmente injustas.

Na sociedade em rede, a desobediência individual inspirada na percepção da injustiça moral do funcionamento das instituições democráticas é algo que já interiorizámos como possível e assumindo uma certa normalidade no contributo para a mudança institucional. Mas a desobediência colectiva parece cada vez mais afigurar-se como um caminho possível nos contextos em que vivemos estejam as nossas democracias em crise ou crescimento económico, isto porque a injustiça nada tem a ver com a riqueza produzida mas sim com a sua distribuição, uso e objectivos.

Como Douzinas sugere, no contexto actual das sociedades democráticas importa hoje ainda mais preservar as tradições liberais depois do seu progressivo abandono pelos liberais contemporâneos.

 Docente do ISCTE-IUL em Lisboa e Investigador do Centre d'Analyse et Intervention Sociologiques (CADIS) em Paris.

IN "PÚBLICO"
13/09/13

.
.
SEXO NÃO É 
ACIDENTE/4



LEVA A CAMISINHA DE BOLSO?

.
.


2.JUNIORES







.
.

I.HISTÓRIA DA


ELECTRICIDADE 



2-FAÍSCA





FONTE:videoaulamil


.
.


1.JUNIORES



.

 QUEM LHES DISSE
 
QUE SABIAM CANTAR?


GWYNETH PALTROW

 

Até que nem começou mal num dueto com Huey Lewis - Cruisin, mas tentou depois outros temas que floparam.



CRUISIN

 



n
.
 HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Droga apreendida e ilegais 
expulsos em inspeção a barcos

Uma operação da Polícia Marítima e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras às carreiras fluviais entre Lisboa e Cacilhas, resultou na apreensão de haxixe e de anfetaminas e a ordem de saída para seis imigrantes ilegais, revelaram as autoridades. 
A segunda fase desta operação, que tinha como objetivo repor a segurança nos transportes fluviais e garantir a segurança de pessoas e bens, nomeadamente durante o período noturno, terminou na madrugada de hoje, tendo a primeira fase decorrido na sexta-feira anterior.

Fonte da Polícia Marítima (PM) disse à Lusa que foram inspecionadas 12 carreiras fluviais, tendo sido identificadas cerca de mil pessoas, das quais 59 não pertenciam ao espaço comunitário.
A seis cidadãos com situação irregular foi dada ordem de saída do país.

Na operação - que envolveu 43 elementos da PM, 12 do SEF, com dez viaturas e quatro meios marítimos - foi apreendida uma quantidade de haxixe suficiente para 480 doses, bem como cinco doses de anfetaminas.

* Trabalho muito bem feito, embora a luta contra qualquer tipo de tráfico seja feita de pequenas vitórias.

.
.


 TENTÁCULOS







.
.
 HOJE NO

"RECORD"

Rodrigues e Magalhães (K2) 
em 5.º nos Mundiais

Os canoístas Miguel Rodrigues e Fábio Magalhães perderam este sábado a oportunidade de lutar pelo pódio na prova júnior de K2 dos Mundiais de maratonas com uma viragem para a água, acabando em quinto lugar, em Copenhaga. 
Na terceira portagem, um choque com a tripulação de Espanha fez Miguel Rodrigues colocar mal a pagaia na água e a dupla virou e perdeu um minuto para o restante quarteto da frente, que ainda viria a apanhar, pagando claramente esse desgaste na parte final da prova.

Os 21,5 quilómetros foram percorridos em 1:29,37 horas, a 25 segundos dos campeões do Mundo, os dinamarqueses Casper Pretezmann e Morten Gravensen, perdendo o quarto posto por dois segundos para a Grã-Bretanha.

Os quinto e sexto lugares em K1, na sexta-feira, deixava em aberto a possibilidade de Miguel Rodrigues e Fábio Magalhães lutarem pelo pódio. Na mesma prova, o K2 de Eduardo Pereira e João Campos foi 13.º na sua primeira experiencia internacional, com o primeiro a ter um problema com a pagaia, que abriu e exigiu uma paragem, e o segundo limitado por inflamação numa coxa: chegaram a 3.07 minutos.

Diogo Pimentel e Flávio Tavares acreditavam num lugar entre os cinco primeiros em C2, mas, sem trabalho de conjunto prévio, foram apenas oitavos, a longos 8.18 minutos do ouro dos húngaros Richard Schmidt e Jozsef Dura (1:20.40 para os 17,2 quilómetros).

Esta tarde, José Ramalho (vice-campeão da Europa e do Mundo) e Alfredo Faria (bronze no Mundial sub-23 em 2012, prata nos Jogos Mundiais e quinto nos europeus absolutos deste ano) procuram dar a terceira medalha a Portugal.

Sexta-feira, Samuel Amorim sagrou-se campeão do Mundo C1 sub-23, enquanto o campeão da Europa Rui Lacerda foi bronze no que foram as 11.ª e 12.ª medalhas da canoagem portuguesa este ano em campeonatos da Europa e do Mundo, em pista e maratonas.

* Toda a canoagem portuguesa está de parabéns pelo trabalho demonstrado, melhores resultados irão surgir.

.
.
1-ARTE DA
SEDUÇÃO















.
.

HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Lei manda juízes proteger vítima

Legislação sobre proteção de testemunhas diz que jovem deve ser colocado numa sala reservada e prestar depoimento através de videoconferência

Os juízes do Tribunal do Fundão tinham várias formas de proteger ‘Manuel’ – o jovem de 21 anos abusado pelo padre Luís Miguel Mendes –, que anteontem no julgamento teve de partilhar a sala de espera com testemunhas de defesa. A lei prevê que o jovem seja colocado em local reservado, e os juízes deveriam ter o cuidado de não o forçar a estar diante de alguém que à partida fosse constranger o depoimento.

‘Manuel’, que não chegou anteontem a ser ouvido, poderia nem sequer ter ido ao Tribunal do Fundão. Podia esperar pela sua vez de ser ouvido num outro tribunal e depois testemunhar através de videoconferência. A lei de proteção de testemunhas prevê que pudesse entrar por uma porta contrária e contactar apenas com as pessoas expressamente necessárias, como funcionários e juízes.

Recorde-se que, no julgamento, o vice-reitor do Seminário do Fundão, acusado de abusos a seis menores, recusou prestar declarações. Mas o tribunal deixou que entrasse pelas traseiras para evitar os media. 

* Preferiríamos que esta notícia fosse mentira, ou então estamos perante pressão da igreja sobre a justiça laica para proteger um pedófilo que, a coberto da batina, "dormia" com os alunos para os "confortar".

.
.

CAMPANHA
NORUEGUESA 




.
.
ONTEM NO

"i"

Governo reconhece fundação
 misteriosa um ano depois de ter 
decidido cancelar o seu registo

Fundação Gramaxo obteve uma das piores classificações no processo de avaliação de 2012 e ocultou informação sobre o seu património

O ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Guedes, acaba de reconhecer uma fundação que o governo decidiu cancelar há cerca de um ano.
PERDOEM A ALEIVOSIA

A Fundação Gramaxo de Oliveira foi uma das piores classificadas pelo grupo de trabalho criado pelo executivo em Abril de 2012 para avaliar o custo/benefício e viabilidade financeira de todas as fundações a operar em Portugal.

Na sequência deste processo de avaliação (coordenado pela Inspecção-Geral de Finanças), e "por falta de reconhecimento como fundações", o Conselho de Ministros decidiu, a 13 de Setembro de 2012, notificar o Instituto dos Registos e Notariado para proceder ao "cancelamento do registo, com a concomitante notificação de orientação aos dirigentes e gestores públicos para cessarem a concessão de apoios financeiros públicos", de um conjunto de fundações, entre as quais a Fundação Gramaxo de Oliveira.

A 4 de Setembro deste ano, no entanto, o ministro da Presidência decidiu reconhecer esta fundação "com os fundamentos constantes da informação DAJD/610/2013, que faz parte integrante do processo administrativo nº34/FUND/2012-SGPCM".
O i confrontou o ministro da Presidência com esta estranha decisão, mas não obteve resposta até à hora de fecho desta edição.
Esta fundação é, aliás, algo misteriosa. Uma pesquisa na internet permite descobrir apenas que tem uma morada em Matosinhos e um número de telefone. O i ligou para o número mas foi atendido pelo "voicemail da PT". Deixámos recado mas até à hora de fecho desta edição não recebemos qualquer resposta.

Noutro link descobrimos que a existência da fundação é oriunda da doação patrimonial de Irene Gramaxo de Oliveira ,"uma cidadã matosinhense, profundamente religiosa, que instituiu, por testamento, uma fundação de apoio a pessoas idosas desamparadas". Aparentemente, a fundação tem três edifícios na rua de Brito Capelo e uma capela no cemitério de Leça da Palmeira.
No questionário que enviou à IGF no âmbito do processo de avaliação, o(s) administrador(es) "esqueceram-se" de dar o valor do património inicial desta fundação privada criada em Janeiro de 1983, revelando apenas que, em 2010, o património ascendia a 83 579 euros.
A ficha de avaliação indica ainda que tem sete colaboradores, não recebeu quaisquer apoios financeiros entre 2008 e 2010 e teve zero "utentes/beneficiários/destinatários" neste período.
Em termos de classificação, esta fundação obteve a pontuação global de 7,3, a quarta pior entre todas as 190 que foram avaliadas. Pior só a Fundação Associação Académica da Universidade do Minho, a Hermínia Ester Lopes Tassara e a José Cardoso.

Olhando para os vários indicadores que serviram de base à pontuação global, verifica-se que no indicador da sustentabilidade (que valia 50%), a Fundação Gramaxo obteve 1,3 pontos. No que toca à "eficácia" a classificação não poderia ter sido pior: zero. A melhor pontuação, e ainda assim foi só um 6, foi no indicador da "Pertinência/relevância".

Processo de confirmação atrasado 
 A Lei Quadro das Fundações, aprovada pelo actual governo em Julho de 2012, determinou que "no prazo máximo de seis meses" após a sua entrada em vigor, todas as fundações privadas com estatuto de utilidade pública e as fundações públicas "ficam obrigadas a adequar a sua denominação, os seus estatutos e a respectiva orgânica" ao disposto na nova legislação. O executivo dava também "seis meses" para que as fundações privadas e as públicas de direito privado com estatuto de utilidade pública "ficam obrigadas a requerer a respectiva confirmação, sob pena da respectiva caducidade".

Mais de um ano depois ainda não se sabe quantas fundações cumpriram o estabelecido na lei quadro.
O gabinete do ministro da Presidência também não revelou quando é que estará concluído e será divulgado o resultado do processo de avaliação das 174 fundações ligadas às Instituições Particulares de Solidariedade Social. Estas fundações receberam, entre 2008 e 2010, mais de 200 milhões de euros e ficaram isentas do pagamento de 156 milhões de euros em Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) em 2010.

* Uma vigarice com a permissividade do governo português.

.
.
  
11- NOIVAS



SOFISTICADAS


















.
.

HOJE NO
"A BOLA"

Maria João Koehler revalida título 
de campeã nacional

Maria João Koehler revalidou, este sábado, o título de campeã nacional absoluta, ao derrotar Bárbara Luz na final do campeonato.
.
Koehler, que se sagrou pentacampeã nacional, venceu a partida que decorreu no court de terra batida do Clube de Ténis do Estoril.

Para esta tarde está também agendado a final masculina, com Rui Machado a defrontar João Domingues.

* Parabéns campeã, desejamos-lhe sempre bons resultados. 

.
.
 ARTISTA



.
.
 HOJE NO

"PÚBLICO"

“Mentira” de Machete leva BE 
a exigir a sua demissão

O Bloco de Esquerda (BE) pediu este sábado a demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, por este ter alegadamente mentido ao Parlamento em 2008, numa resposta escrita à comissão de inquérito ao caso BPN.

 O BE quer Rui Machete fora do Governo. Foi o coordenador do Bloco, João Semedo, quem o exigiu este sábado depois de apresentar uma carta do actual ministro dos Negócios Estrangeiros, com data de 2008, a propósito da Sociedade Lusa de Negócio (SLN), ex-dona do BPN. Nesse documento — enviado à Assembleia da República no âmbito do inquérito ao BPN —, Machete garantia nunca ter sido accionista da SLN.

"Não sou nem nunca fui gestor/administrador do BPN ou membro do seu Conselho Fiscal ou sequer accionista ou depositante da mesma instituição bancária." Foi a 5 de Novembro de 2008, numa missiva remetida ao então líder parlamentar do BE, Luís Fazenda, e com conhecimento das restantes bancadas parlamentares.

Para Semedo, a conclusão é óbvia. “A mentira é sempre condenável. Quem mente não pode governar. E, por isso, nós dizemos que Rui Machete deve demitir-se ou ser demitido, em nome da democracia, da transparência, da decência, do combate à podridão que Rui Machete, na sua tomada de posse, se queixava de estar a ser vítima", acusou.

E garantiu que se o Parlamento não avançar com uma queixa à Procuradoria-Geral da República (PGR), o BE tomará o assunto em mãos: "A Procuradoria-Geral da República é quem lida com estes casos. O Parlamento deve apresentar queixa à PGR. Se o Parlamento não o fizer, nós não deixaremos que o Parlamento deixe de fazê-lo". Existe uma penalização legal para quem mente numa comissão de inquérito parlamentar.

O dirigente bloquista acusou ainda Machete de influenciar negativamente as investigações parlamentares com a sua mentira. "Esta mentira protegeu Rui Machete das perguntas da comissão de inquérito porque, ao esconder o facto de ser accionista, impediu que os deputados o questionassem nesse seu estatuto."

Contactado pelo semanário Expresso, Rui Machete escusou-se a comentar por entender que o assunto estava encerrado e que havia fornecido todas as informações necessárias ao Parlamento quando a Assembleia o havia solicitado.

*  Não é a primeira vez que temos um ministro aldrabão!

.
.


  2.PRESPECTIVAS















.
.
SEXO NÃO É 
ACIDENTE/3



 USE CAMISA

.
.



QUERIDA



SOGRA




.

ESCOLHAS DE SÁBADO

.
COMPRE JORNAIS
.






.