sexta-feira, 13 de setembro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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O QUE NÓS

APRENDEMOS! 

INVISUAIS

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2.JET FRETE


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HOJE NO
"i"

Empreendedores recebem apoio 
para lançar negócios sociais

Santa Casa da Misericórdia quer funcionar como "uma garantia" junto da banca para projectos na área social

Trinta empreendedores de negócios sociais vão receber o apoio do Banco de Inovação Social, com um fundo de 350 mil euros, no lançamento dos seus projetos, uma iniciativa a que hoje se juntou a Santa Casa da Misericórdia do Porto.


Apoio a famílias em rutura, combate ao abandono escolar através da música, oferta de serviços específicos a empresas, promoção da saúde dos idosos são exemplos de alguns dos 30 negócios sociais que hoje formalizaram os contratos-programa com o Banco de Inovação Social (BIS), plataforma de apoio à criação de negócios sociais.

O BIS, desenvolvido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), integra mais de 20 parceiros, entre os quais o Ministério da Solidariedade, as câmaras de Lisboa e de Cascais, o INATEL e a AICEP, e passa a contar a partir de hoje com a Santa Casa da Misericórdia do Porto.

A Misericórdia do Porto também aderiu hoje ao Fundo BIS de Investimento Social, disponibilizando 100 mil euros para o fundo, do qual são acionistas a Santa Casa de Lisboa e o banco Montepio.
Um total de 350 mil euros está disponível para "facilitar o acesso" dos empreendedores ao microcrédito e "investir em negócios sociais inovadores", segundo a SCML.

Na cerimónia de adesão, o provedor da Santa Casa de Lisboa, Pedro Santana Lopes, defendeu que "estes projetos de empreendedorismo e inovação social merecem e precisam de muita reflexão e trabalho".

O provedor da Misericórdia do Porto, António Tavares, justificou a adesão da instituição ao projeto com "a situação que o país vive" e com "as novas respostas que têm de ser dadas aos portugueses".
"É nas circunstâncias difíceis que é possível dar passos ousados", defendeu o responsável.

A diretora do departamento de Empreendedorismo e Economia Social da SCML, Maria do Carmo Marques Pinto, explicou que o objetivo do BIS é facilitar o acesso destas empresas ao microcrédito.
A ideia não é financiar os projetos ou atribuir subsídios, mas funcionar como "uma garantia" junto da banca, referiu.

Cada projeto tem dois tutores, "uma espécie de irmãos mais velhos" que acompanham o desenvolvimento do plano, e os empreendedores vão receber até 30 de novembro uma formação intensiva, concedida pelos parceiros do BIS, para preparação do plano de negócio, nas áreas jurídica, financeira ou de comunicação.

Ana Luísa Freitas propõe ser uma "Resolvedora de Problemas", facultando às empresas ou particulares serviços pontuais a preços "muito baixos".
"É a tal que todos queremos contratar", gracejou Pedro Santana Lopes, admitindo, em tom de brincadeira, propor "uma avença" desta empresa junto da Misericórdia de Lisboa.

Prevenir o divórcio de casais em situação de rutura, através de terapia de casal ou mediação familiar, ou prestar apoio psicológico ou jurídico a pessoas divorciadas é o objetivo do "SOS Divórcio", um projeto de Ana Leandro, que resultou da constatação de "uma série de necessidades" entre os cerca de 4.000 utilizadores de um fórum na internet sobre separações.

Com a iniciativa "No Ritmo da Escola", Hélder Costley-White e Steve Bird querem combater o abandono escolar, levando a música a adolescentes em risco.
"A ideia é instalarmos uma escola de DJ e produção musical num bairro histórico da Lisboa e trabalharmos com as escolas para identificar os casos", disse à Lusa Hélder Costley-White.

* EXCELENTE!

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M

 

"M" é um filme sobre Matilde, uma jovem estudante de medicina, que tem Esclerose Múltipla (EM) mas que não sabe disso. 
O filme começa com Matilde à espera na paragem do autocarro para ir para a faculdade, ou seja o começo de um dia normal. Depois da aulas, Matilde encontra-se com Sérgio, o seu namorado, para irem juntos à cinemateca. Enquanto assistem ao filme, Matilde queixa-se que não está a ver bem e pede ao namorado para saírem mais cedo. Ele não leva muito a sério as súplica da namorada e insiste para que assistam ao filme até ao fim. Terminado o filme, Sérgio leva-a a casa porém ela não o deixa entrar porque está maldisposta. Ao entrar no apartamento, que partilha com Clara, dirige-se para ao quarto e deita-se na cama a chorar. Assim que Clara chega a casa ouve a amiga a chorar, tenta acalmá-la fazendo-lhe um chá e ouvindo atentamente o que aconteceu. 

Passadas duas semanas, Matilde volta à faculdade e encontra uma colega de aulas, a Rita. Começam a conversar sobre banalidades, até que Sofia lhe revela que sofre de EM. Matilde fica espantada porque a colega tem a aparência de uma de pessoa completamente saudável; faz-lhe imediatamente algumas perguntas sobre a doença e descobre que a Rita foi diagnosticada com EM há pouco tempo. Matilde fica impressionada com tom descomplexado em que é feita a confissão.

 O primeiro Prémio EM Curtas foi criado para divulgar e sensibilizar a sociedade para a temática da esclerose múltipla, fomentando a realização de curtas-metragens, com a duração máxima de dez minutos, que possam contar histórias sobre como é viver com esta doença. 
 O EM Curtas foi criado pela Novartis, numa parceria com o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), com o apoio das três associações de doentes no país, a Associação Nacional de Esclerose Múltipla (ANEM), a Associação Todos com a Esclerose Múltipla (TEM) e a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM).
 O desafio foi lançado em Março de 2013 a todos os estudantes das áreas de cinema e audiovisuais de todo o país e também contou com o apoio de algumas escolas desta área: Escola Superior de Teatro e cinema do Politécnico de Lisboa (ESTC), a Escola Técnica de Imagem e Comunicação Aplicada (ETIC), a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, o Instituto de Criatividade, Artes e Novas Tecnologias (Restart), a Universidade da Beira Interior, a Escola Superior Artística do Porto (ESAP) e o Instituto Politécnico de Leiria. 
 O júri foi presidido por Mariana Pimentel, representante do ICA, e composto pelo realizador português Gonçalo Galvão Teles, por um membro de cada uma das associações de doentes e por um representante da Novartis que irão avaliar os trabalhos recebidos reconhecendo aqueles que promoverem um conhecimento sobre a doença e o seu impacto nas esferas pessoal e social. Foi valorizada a utilização de testemunhos reais de pessoas com esclerose múltipla e a capacidade dos realizadores para sensibilizar e impactar a opinião pública, chamando a atenção para esta doença. 
Os prémios foram atribuídos numa Gala realizada a 27 de Maio de 2013, em que, para além dos prémios monetários atribuídos aos vencedores (2.000€, 1.000€ e 500€ ao primeiro, segundo e terceiro lugares respectivamente), eles irão ver as suas obras em exibição a partir do dia 1 de Junho, no complexo de salas do Cinema City, entidade parceira do EM Curtas. 

 Ajude a sensibilizar para a esclerose múltipla, para que mais pessoas compreendam o impacto desta doença. Partilhe este vídeo! Obrigada.

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 HOJE NO
"A BOLA"

Eleito filme luso para os prémios Óscar

«As linhas de Wellington» é o filme português que representa o País nos candidatos às nomeações na categoria do Óscar de melhor filme estrangeiro.

O anúncio foi feito esta sexta-feira pela Academia Portuguesa de Cinema.
Rodado e Portugal e realizado pela chilena Valeria Sarmiento, a obra, que é produzida por Paulo Branco, conta parte da história de Portugal, no início do século XIX, nomeadamente aquando da terceira invasão francesa.

A cerimónia de entrega dos galardões será apresentada por Ellen DeGeneres e está agendada para o dia dois de março. 

* Seria excelente a nomeação.


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  2.HISTÓRIA DA


REDE GLOBO



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FONTE: TheDocsBr


Documentário mostra o lado obscuro da Rede Globo destacando algumas artimanhas que colocaram a emissora como uma das mais poderosas do planeta.
O documentário mostra as relações estreitas que a Globo levava com a ditadura militar, mostra também as práticas de manipulação jornalística na cobertura de fatos, como por exemplo, a 1º manifestação das "Diretas Já" em que o "Jornal Nacional" mostrava a aglomeração na Praça da Sé como sendo uma comemoração do aniversário de São Paulo, e não como um movimento pelo fim da ditadura.

Mostra também o envolvimento da Rede Globo na tentativa de fraude nas eleições de 1982 para impedir a vitória de Brizola no Rio de Janeiro e como a rede também manipulou a edição do debate das eleições de 1989, favorecendo ao candidato Collor e evitando o resultado que apontava Lula como vencedor. Mostra também como a Globo destruiu a que seria sua grande concorrente, a TV Jovem Pan, acabando com a sua parceira, a NEC.
Há depoimentos de várias personalidades, como Chico Burque, Leonel Brizola e Lula, entre outros.

A Rede Globo tentou impedir a veiculação do documentário no Reino Unido, mas não conseguiu, depois disso tentou comprar seus direitos autorais, mas também não teve sucesso. O governador de São Paulo, Fleury, demitiu o diretor do Museu da Imagem e do Som, que ousou apresentar o documentário em numa sessão.
Finalmente, conseguiu que o documentário fosse proibido no país. Mas a Internet veio a frustrar essa proibição. Hoje, mais de 700.000 downloads já aconteceram só no Youtube e no Google Video, sem falar nos outros meios, como Torrent, etc.


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HOJE
"PÚBLICO"

Jardim nunca pensou “inaugurar a 
ligação telefónica para as Selvagens”

“Nunca pensei inaugurar a ligação telefónica com as ilhas Selvagens”, confessou esta sexta-feira o presidente do governo regional da Madeira, Alberto João jardim, ao estabelecer o primeiro contacto oficial da rede fixa com um vigilante daquela reserva natural.


“Reparem que o indicativo é 351, de Portugal”, frisou o governante insular. “Assim as ilhas Selvagens ficam mais próximas da Madeira e de Portugal continental, com uma simples chamada local”, acrescentou o presidente executivo da PT, Zeinal Bava, reconhecendo que o investimento constitui mais um factor de afirmação da soberania nacional naquele arquipélago, num momento em que reacendeu o conflito com Espanha na disputa da Zona Económica Exclusiva. 
Jardim considerou "um absurdo" considerar as Selvagens uns "rochedos" e não ilhas.  “Que eu saiba, os rochedos não têm telefone", conclui, numa referência crítica a nota enviada por Espanha à ONU.
Zeinal Bava assinou esta sexta-feira, no Centro de Formação e Certificação Técnica da PT na Cancela, um protocolo com o Parque Natural da Madeira (PNM), no âmbito do qual procedeu à instalação de comunicações via satélite nas ilhas Selvagens e, desta forma, dotará esta entidade de melhores condições para o exercício da sua função.

“Até agora as comunicações eram feitas por satélite e rádio, mas condicionadas a tempo limitado e com custos mais elevados”, reconhece Paulo Oliveira, director do PNM. “Com o equipamento instalado pela PT, as comunicações de voz serão mais eficazes e económicas. E, sobretudo, permitirão exercer a nossa missão de protecção e fiscalização da reserva natural com mais segurança e capacidade de intervenção”, adianta.

Na celebração de um conjunto de protocolos com entidades da região, cerimónia a que assistiu o presidente do governo madeirense e outras autoridades regionais, Zeinal Bava reiterou o compromisso da Portugal Telecom com a Madeira, onde se posiciona como "uma referência tecnológica e importante agente de desenvolvimento económico".

Através destes protocolos a PT "coloca de forma global e estratégica a tecnológica ao serviço da Madeira, dando uma nova dimensão aos serviços core que actualmente disponibiliza na região". A PT investiu, nos últimos cinco nos, cerca de 50 milhões de euros neste arquipélago, numa "logica global de impulsionamento do desenvolvimento económico, social e tecnológico em Portugal.

* Que Olivença não se repita.

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PEDRO NUNO SANTOS

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Igualdade, a prioridade

O economista Daniel Bessa, ex-ministro do Partido Socialista, escreveu na última edição do jornal “Expresso”, a propósito do debate sobre a reforma do IRC, que “o nosso maior problema, neste momento, não é a equidade mas o de criar condições de sobrevivência no plano económico”. Pois eu julgo que um dos nossos maiores problemas é continuarmos a dar excessivo espaço mediático a economistas que não perceberam nada sobre o que nos aconteceu, e que não fazem a menor ideia de como vamos sair da armadilha, de fraco crescimento e dívida elevada, em que caímos. 

Infelizmente, em vez de a comunicação social dar espaço a uma nova geração de economistas, altamente qualificados, que tem produzido pensamento económico alternativo de grande qualidade, continua a dar voz aos mesmos que já andamos a ouvir há demasiados anos, e que olham para a economia de um país como olham para as suas economias domésticas.

A elevada desigualdade na distribuição de rendimento das sociedades contemporâneas foi mesmo uma das principais causas da actual crise económica, como tão bem explica James K. Galbraith no seu livro “Inequality and Instability”. E não só a desigualdade está na origem da crise, como penaliza fortemente o desempenho económico actual e impede uma recuperação sustentável, como também explica bem o Nobel da Economia, Joseph Stiglitz, no seu livro “O preço das desigualdades”.

 Portanto, ao contrário do que diz Daniel Bessa, a elevada desigualdade entre os portugueses é mesmo um dos nossos principais problemas. Só recuperaremos economicamente se dermos prioridade ao seu combate. Aliás, esta devia ser uma das prioridades permanentes do nosso país. É que também noutras áreas, como a saúde e a segurança, as sociedades com maiores níveis de igualdade funcionam melhor.

IN "i"
11/09/13

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Portugal é dos países com preços 
mais reduzidos na restauração

Apesar do aumento do IVA, Portugal é o país com preços mais reduzidos em restaurantes e hotéis, face aos competidores mais próximos na atracção do turismo.

Em 2012, apesar reestruturação da taxa de IVA no sector da restauração e similares, Portugal foi o país com preços mais reduzidos em restaurantes e hotéis, face aos seus competidores mais próximos na atracção do turismo. Comparando com o nível de preços em restaurantes e hotéis, em Portugal, foi inferior, em 16%, ao observado em Espanha, tendo sido assim salvaguardada a vantagem competitiva do sector do turismo.



A conclusão consta do relatório do grupo de trabalho interministerial sobre os custos de contexto, situação económica e financeira e o IVA da restauração e hotelaria hoje publicado no site do Governo e entregue aos grupos parlamentares.

"Esta informação é particularmente significativa e vem evidenciar outro facto relevante: apesar da reestruturação das taxas do IVA da restauração e similares, a mesma foi apenas repercutida parcialmente nos preços praticados pelo sector em Portugal", destaca o relatório, concluindo que o efeito da reestruturação da taxa do IVA aplicável a este sector foi integrado parcialmente na margem de rentabilidade das empresas, sujeitando-as "a uma pressão adicional, em paralelo com a contracção verificada no consumo".

Segundo o documento, a quebra do volume de negócios e a incapacidade de aumentar os preços, devido à forte atomização e ao elevado nível de concorrência na restauração e similares, "configuraram um risco acrescido à sustentabilidade de algumas empresas do sector".
Na análise, o grupo de trabalho interministerial aponta ainda diferenças de níveis de preços de 22% quando comparado com a UE28 e níveis também inferiores em 18% face à Grécia e em 26% face aos preços praticas na Itália.

Contudo, na proposta de redução da taxa de IVA para 13%, o grupo de trabalho admite que esta medida poderia "reduzir a desvantagem competitiva face à alternativa do-it-yourself", ou seja, da tendência crescente dos portugueses levarem "marmita" de casa para o seu local de trabalho, reduzindo a despesa diária em restaurantes.

O Executivo alerta, porém, que a possível descida do IVA na restauração de 23% para 13% terá um impacto no tecido empresarial, mas pode não significar baixa de preços, uma vez que os empresários portugueses não repercutiram o aumento desta carga fiscal na factura a pagar pelo consumidor.

O aumento da taxa de IVA na restauração para 23% foi apenas repercutido "parcialmente" nos preços, ou seja, os preços aumentaram em média cerca 5%, o que compara com o aumento de 8,85% que resultaria da variação da taxa. O grupo de trabalho conclui que a restruturação da taxa do IVA teve impacto, essencialmente, na margem de rentabilidade das empresas.

* O aumento do IVA para 23%  afastou os consumidores portugueses dos restaurantes, esse é o problema.

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  2-SEQUEIRA COSTA


POR AMOR AO PIANO


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HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

A cassete celebra 50 anos

Aquela que foi a companhia predileta dos jovens apaixonados por música durante as décadas de 1970, 80 e 90 foi criada há 50 anos.

A cassete celebra esta sexta-feira os 50 anos desde a sua criação. Hoje em dia é uma tecnologia esquecida e praticamente abandonada, mas o que os mais jovens consideram atualmente ser um objeto do milénio passado, foi outrora um meio revolucionário.

Criada pela Phillips a 13 de setembro de 1963, a descendente do cartucho de oito pistas foi originalmente pensada para substituir a fita de bobina para voz mas acabou por se tornar mundialmente popular para gravação áudio e playback.
Conseguiu alcançar o disco LP como o formato de música mais vendido no início dos anos 70 e, até ao final dos anos 90, foi, a par do CD, campeão de vendas neste mesmo registo.
E, como tudo na vida, hoje a cassete é odiada por uns, amada por outros e ignorada por muitos: os mais velhos vão-se lembrar dos insultos que dirigiram à cassete e aos músicos que lançavam a sua música neste formato, alegando que veio estragar toda a magia dos discos vinis. Por outro lado, os que cresceram durante as décadas de 80 e 90 não se esquecem das horas passadas em frente ao rádio, à espera que os locutores preferidos mostrassem os novos sons para meter a cassete a gravar David Bowie ou Sex Pistols e depois Ramones ou Nirvana.
No entanto o avanço tecnológico e os novos e melhorados formatos remeteram a mítica cassete para o esquecimento nos últimos 15 anos.
Hoje em dia já ninguém se gaba de conseguir enrolar a fita em menos de 30 segundos ou de ser o melhor a escolher as músicas pela ordem perfeita para fazer aquela compilação para dar à namorada na escola.
Todas estas memórias foram possíveis com a ideia que passou a existir há 50 anos. Parabéns à cassete.

* Uma revolução tecnológica, hoje existem adolescentes que nunca viram uma máquina de escrever e pensam que o frango vem do supermercado.
Até partidos tinham K7.

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OS 12 PIORES TITULOS DE CANÇÕES



11-The Notorious Cherry Bombs




O 'super grupo' de música country The Notorious Cherry Bombs lançou este pequeno êxito em 2004, alcançando o 47º lugar na tabela Billboard Hot Country Singles Tracks. Sem surpresas o grupo desfez-se a seguir.


It's Hard to Kiss the Lips at Night that Chew Your Ass Out All Day Long


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Ao abrigo do acordo de cooperação bilateral 
assinado com Portugal 
 Governo da Venezuela entrega 
1,4 milhões de "Magalhães"

 O Governo da Venezuela vai entregar este, ano letivo, aos estudantes, 1,4 milhões de computadores “Canaimas”, nome dado ao “Magalhães”, no país, ao abrigo do acordo de cooperação bilateral assinado com Portugal, em 2008. 


Segundo a imprensa local, que cita o ministro venezuelano da Ciência, Tecnologia e Inovação, Manuel Fernandez, os 1,4 milhões de computadores portáteis vão ser entregues aos estudantes durante o ano letivo 2013-2014, que começa na segunda-feira. 

O ministro adiantou que 650 mil computadores vão ser entregues entre setembro e dezembro, e os restantes, até ao final do ano letivo. Manuel Fernandez afirmou que, até ao momento, foram entregues gratuitamente aos estudantes 2,6 milhões de computadores “Canaimas”.

* José Socrates de péssima memória "vendeu" o Magalhães a Chavez, as encomendas seguintes são por acréscimo, não são trabalho de ninguém deste governo.

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BATERISTA PRECISA-SE



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 HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Só 9 em cada 100 portugueses
 acreditam nos partidos

Confiança dos cidadãos nacionais nos partidos atingiu recorde negativo histórico e já é inferior a metade da média comunitária (19,6%). Crise, medidas de austeridade e alternância no poder são alguns dos fatores explicativos da rutura. 

Se até aqui o assunto era maioritariamente abordado por teóricos ou estudiosos de ciência política, agora os números demonstram-no de forma inequívoca: nunca a confiança dos portugueses nos partidos esteve num nível tão baixo. Em cada 100, apenas nove cidadãos nacionais afirmam acreditar naquelas organizações políticas, de acordo com os dados mais recentes divulgados pelo Eurobarómetro.

Apesar da tendência de queda generalizada dos últimos cinco anos, 2013 marca a rutura dos eleitores com aqueles que habitualmente elegem, uma vez que, de novembro de 2012 até maio deste ano, o valor caiu para metade (de 18 para 9%).

Portugal é, de resto, o sexto pior estado-membro da União Europeia nesse capítulo, registando valores que ficam muito aquém da média comunitária, que atualmente se situa em 19,6%.
Pior do que o nosso País estão apenas a Grécia - cuja confiança atingiu também um mínimo histórico (4%) -, a Eslovénia (4%), Espanha (5%) e a Itália (7%) e em igualdade de circunstâncias só a Lituânia. No plano oposto está Malta (na UE desde 2004), cujo índice atinge 46%.

Ao fenómeno de afastamento da sociedade civil não serão certamente alheias a crise económica e financeira (e o consequente resgate financeiro ao nosso País, em 2011) e a receita de austeridade que tem vindo a ser aplicada nos últimos anos, bem como os elevados índices de desemprego. Contudo, o politólogo José Adelino Maltez encontra mais explicações para a cisão: "Existe sobretudo um problema de cultura política e o que está a acontecer é que os mesmos partidos que há 20 anos ou há 30 anos tinham a confiança da opinião pública estão a atingir uma fase de desgaste acentuado pela hipocrisia programática. Portugal tem uma direita que é social-democrata, que está no poder, e uma oposição que é social-democrata ou socialista democrata, mas que, no fundo, subscrevem o mesmo tipo de ideologia."

Classificando a rotatividade no poder como "alternância que tem pouco de alternância", Adelino Maltez sustenta ainda que "os partidos portugueses são habilíssimos a criar grupos de pressão e de interesse", algo que acontece "tanto nas grandes forças vivas como nos grandes caciques autárquicos" e que tem originado o "distanciamento entre o País nominal e o País da realidade".

Talvez por isso, o politólogo não estranhe a diferença de valores entre os países do sul da Europa - atualmente com maiores dificuldades financeiras - e o centro e norte do Velho Continente, mais prósperos, dado que nos últimos 20 anos tem sido a mesma linha social-democrata "a ocupar o poder". "Agora - refere - este é claramente uma pergunta, um desencantamento do homem comum, que está a enviar estes sinais para o interior do sistema político."

O distanciamento entre os cidadãos portugueses e europeus dos partidos e das instituições que os representam é apenas um dos indicadores [ver páginas 5 e 6] que estão coligidos no Portal de Opinião Pública, cuja coordenação é de Pedro Magalhães, e que vão a debate já hoje no encontro "Presente no Futuro", organizado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, e que decorrerá no Liceu Pedro Nunes, em Lisboa.

* Em cada 100 portugueses nove poderão provavelmente militar em partidos, ou ser amigo ou familiar ou "satélite" daqueles.
A corrupção está entranhada na política, só quem "beneficia" dela pode "acreditar" nos políticos.
Para o ano só mesmo os políticos acreditarão nos partidos!

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Arte Sado

























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HOJE NO
"RECORD"

Rui Costa alcança 5.º lugar no 
Grande Prémio do Quebec

Rui Costa (Movistar) terminou esta sexta-feira no 5.º posto o Grande Prémio do Quebec, prova pontuável para o World Tour, com o holandês Robert Gesink (Belkin) a ser o mais forte no sprint final.

Com os quilómetros finais a serem muito movimentados, o ciclista português respondeu sempre a todos os ataques, mas no final já não teve forças para chegar ao triunfo.

O francês Arthur Vichot (FDJ) terminou na 2.ª posição e o belga Greg van Avermaet (BMC) a ser 3.º

 * Sempre a trabalhar e a conseguir bons resultados

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ESPECTÁCULO

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No intervalo dum jogo dos 'Atlanta Hawks' 


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  HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

PJ deteve suspeito de dois crimes de
 escravidão em Vila Nova de Foz Côa

A Polícia Judiciária da Guarda anunciou, esta sexta-feira, a detenção, em Vila Nova de Foz Côa, de um agricultor, de 43 anos, pela presumível autoria da prática de dois crimes de escravidão.
O Departamento de Investigação Criminal da PJ da Guarda refere, em comunicado, que a detenção do suspeito ocorreu em "flagrante delito". 


"A investigação, iniciada em finais de 2012, permitiu a localização e libertação de dois indivíduos, pai e filho, de 45 e 22 anos, respetivamente, que, privados da liberdade e em condições que indiciavam fortes indícios de escravatura, eram utilizados na execução de vários trabalhos agrícolas", refere a nota da PJ. 

O detido vai ser presente às autoridades judiciárias para interrogatório e aplicação de medidas de coação tidas por adequadas, indica a mesma fonte.

* Europa, sec XXI, escravatura?!?!

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 PRISÃO
NORUEGUESA


Para aliviar os fardos psicológicos dos detidos, os planificadores em Halden gastaram cerca de 1 milhão de dolares americanos em pinturas, fotografias e instalação eléctrica.





Os guardas de prisão noruegueses teem dois anos de treino numa academia de oficiais e usufruem de um elevado estatuto comparado com os seus colegas nos USA e na Grã-Bretanha. A definição oficial do seu trabalho diz que eles devem motivar os detidos a tornarem-se mais esclarecidos e reabilitados.






Os arquitectos de Halden preservaram as arvores, ao longo de 75 acres para disfarçar o muro de segurança com 6 metros que cerca o local, com o objectivo de minimizar o sentimento institucional e, nas palavras de um dos arquitectos, para 'que os detidos possam ver todas as estações'. Bancos e tabuleiros de jardim em pedra pontilham esta pista de jogging


Os detidos noruegueses perdem o direito à liberdade, mas não aos serviços do estado como o da saúde. Dentistas, médicos, enfermeiras e até bibliotecários trabalham no municipio local, evitando que se desenvolva um baixo padrão  prisional.


Os guardas organizam actividades das 8 da manhã às 8 da noite. É uma oportunidade para que os detidos comecem um novo hobby, mas também faz parte da estratégia de segurança das prisões: prisioneiros ocupados são menos prováveis de antogonizarem guardas ou outros prisioneiros.




A sentença máxima na Noruega, mesmo para os homicídas, é de 24 anos. Como a maioriado detidos irão voltar à sociedade, as prisões imitam o mundo de fora tanto quanto o possível para os preparar para a vida em liberdade.








A fim de ajudar os detidos a desenvolverem rotinas e a reduzir a monotonia do confinamento, os desenhadores espalharam  os alojamentos, as zonas de trabalho  e os centros de actividade ao longo da cadeia






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HOJE NO

" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Ban Ki-moon acusa Assad 
de ter “cometido vários crimes 
contra a humanidade”

O secretário-geral das Nações Unidas (ONU) assume que o relatório dos inspectores deverá confirmar o recurso a armas químicas e acusa o presidente sírio, Bashar al-Assad de ter “cometido vários crimes contra a humanidade”. Kerry fala em avanços na cimeira bilateral com a Rússia.
John Kerry, secretário de Estado norte-americano, mantém conversações com o seu homólogo russo, Sergei Lavrov, com a finalidade de recriar um acordo - “Genebra 2” - que terá como objectivo o enquadramento da Síria na Convenção de Genebra, que proíbe a proliferação e o recurso a armas químicas.

Se, por um lado, Kerry considera as conversações de “construtivas”, por outro, os Estados Unidos continuam sem afastar em definitivo uma eventual acção militar contra a Síria. Em entrevista a uma televisão síria, Assad mantém que qualquer acordo para o desmantelamento do arsenal químico de Damasco terá de passar pela garantia de que os Estados Unidos não intervêm militarmente na Síria. Washington considera que tal hipótese está em suspenso e dependerá do sucesso das negociações em curso.

Nesta altura, em que as posições internacionais se aproximam numa convergência improvável há uma semana atrás, a acusação de Ban Ki-moon não deixa de ser inesperada. O secretário-geral da ONU acusa o regime de Assad da prática continuada de crimes contra a humanidade e revela que o relatório dos inspectores das Nações Unidas “deverá confirmar a utilização de armas químicas”, nos ataques de 21 de Agosto, sem adiantar, porém, sobre quem poderá recair a responsabilidade dos referidos ataques.

A posição de Ban Ki-moon é tanto mais surpreendente depois de esta sexta-feira Vladimir Putin, presidente russo, se ter encontrado com o novo presidente do Irão, Hassan Rouhani, e sublinhar a “importância dos passos dados para a resolução do conflito sírio”. Rouhani, por seu lado, felicitou a Rússia pela “iniciativa sobre a Síria e os passos dados pelo governo sírio que dão esperança de que podemos evitar uma nova guerra na região”.

A demonstração que o conflito sírio não é um simples jogo de soma zero está nas restantes notícias que marcam o dia. O “Wall Street Journal” cita oficiais norte-americanos que garantem “saber hoje menos sobre a localização das armas químicas do que há seis meses”. De acordo com esta notícia, o regime de Damasco tem procedido à deslocação das suas armas químicas para vários pontos diferentes, por forma a dificultar a localização das mesmas.

De acordo com a “BBC”, a Al-Qaeda, pela voz do seu líder, al-Zawahiri, insta os seus elementos ou admiradores, denominados “lobos-solitários”, a atacar os Estados Unidos. Zawahiri acredita que mesmo pequenos e localizados ataques em solo americano poderão desestabilizar Washington e a sua moral. Aqueles que se opõem a Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, e à sua intenção de intervir militarmente na Síria, acusavam-no de com essa medida vir a beneficiar terroristas como a Al-Qaeda. Esta organização, que motivou a Guerra no Afeganistão, está directamente envolvida na guerra civil contra Assad.

Enquanto as posições internacionais se desmultiplicam em direcções nem sempre compreensíveis numa primeira análise, os combates na Síria prosseguem. O “Guardian” avança que novas investigações levadas a cabo pelas Nações Unidas concluíram que as forças de Assad têm bombardeado hospitais nas áreas controladas pelos rebeldes para evitar que os doentes e feridos recebam tratamentos.

* Assad um assassino.

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