quinta-feira, 5 de setembro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA



ALENTEJANO E O ENGENHEIRO

Um alentejano do monte vai observar um engenheiro que está trabalhando na construção de uma estrada ali nos arredores de Mértola, para os lados da Mina. O técnico está fazendo medições do terreno com um teodolito. -Botardeee! botou faladura, apoiando-se no cajado 
- Vomecê é que veio fazê essa estrada? 
- Sim. É que nós os Lisboetas temos a mais alta tecnologia para construção de estradas e estamos aqui para dar uma mãozinha prós alentejanos, pra ver se isto vai prá frente! - E prá que tá usando essa coisa aí, mais parece uma panela com buracos? 
- Estou medindo o terreno. - responde o engenheiro. 
- Ó ca porra...e vomece precisa dessa coisa pra fazê uma estradita? 
- Sim, é necessário. Porquê? O senhor não entenderia ..... Mas este aparelho é dos mais simples, vocês aqui nunca usaram? 
- Nós nunca usamos, não. Quando a gente quer fazê uma estrada, soltamos um burro e vamos atrás, seguindo o bicho. Por onde ele passar, é o caminho mais fácil pra fazê a estrada... - Muito engenhoso o método de vocês - diz o engenheiro em tom de gozo. Então e como é que fazem se não tiverem um burro? 
- Bom, quando é assim, atão a gente chama um enginhero.
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1-PORTUGAL




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1-DANÇANDO COM 


AS ESTRELAS




PEDRO TEIXEIRA



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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Historiadores querem arquivos 
da PIDE de novo em Portugal

O autor do livro "Cunhal, Brejnev e o 25 de Abril", José Milhazes, defende que Portugal deve insistir na devolução de parte do arquivo da PIDE que ex-operacionais do KGB afirmam ter sido levado para a União Soviética. 
A polémica sobre os alegados documentos da PIDE volta a surgir a propósito de novos dados publicados no livro "Cunhal, Brejnev e o 25 de Abril", do historiador e correspondente da Lusa em Moscovo.

O autor de "Cunhal, Brejnev e o 25 de Abril" escreve que os arquivos da PIDE-DGS que foram levados para Moscovo permitiram aos serviços secretos soviéticos não só aceder a informação sobre Portugal mas também identificar uma "toupeira" da CIA no KGB, nos anos 1970.

José Milhazes recorda que a questão dos arquivos foi falada, pela primeira vez, pelo general Oleg Kaluguin, do KGB, que vive atualmente nos Estados Unidos, e que escreveu um livro nos anos 1990 sobre as atividades que desenvolveu nos serviços secretos soviéticos e "onde fala da operação de transferência dos arquivos" da PIDE.

"Mais tarde, outro livro que se chama "Arquivo Mitrokhine", (Vassili Mitrokhine agente soviético que fugiu para Londres no início dos anos 1990 na posse de numerosos documentos secretos) e que foi publicado em Portugal, faz uma afirmação semelhante. Nessa altura falou-se nisso. O Ministério dos Negócios Estrangeiros (através do então ministro Jaime Gama) até tentou contactar as entidades russas para que o arquivo fosse devolvido, mas depois de terem recebido a resposta dos russos de que não tinham nada, não insistiram", recorda Milhazes, considerando relevante o esclarecimento do assunto.

"Segundo aquilo que eu consegui apurar, a diplomacia respondeu que em Moscovo não havia arquivo nenhum, mas isto trata-se de um processo diplomático e apresentando provas de russos vai ser difícil eles dizerem que isso não aconteceu. Por exemplo, é pegar nas revelações feitas pelos russos, com base nesse arquivo", afirma José Milhazes, correspondente da Lusa e residente em Moscovo desde os anos 1970.

Para o jornalista, a importância histórica dos arquivos "é enorme" porque se ficaria a conhecer a rede internacional da antiga polícia política portuguesa.

Para a historiadora Irene Flunser Pimentel, autora da "História da Pide", entre outras investigações sobre a polícia política e o Estado Novo, a questão do arquivo da PIDE deve voltar a ser abordada.
"É um assunto que já coloquei à Torre do Tombo, assim como colegas meus, porque eu acho que os arquivos devem regressar. Eles até podem ficar com cópias, mas os originais devem vir para cá", afirma a historiadora, que defende que os historiadores devem "pressionar outra vez" para que o arquivo seja devolvido.

"Um grupo de historiadores deve começar a pressionar, outra vez, para que seja devolvido, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros, mas também tem de haver interesse da Torre do Tombo", onde se encontra o arquivo da PIDE.

Tal como José Milhazes, Irene Pimentel cita igualmente as fontes russas que referem a existência dos documentos em Moscovo.
"Há as fontes do arquivo Mitrokhine e há elementos do KGB que disseram que viram, de que coisas se tratavam, de que há muito material relacionado com as colónias e de tudo o que tem que ver com as agências secretas e com as polícias. O que dizem é que, sobretudo, terão ido muitas coisas sobre o relacionamento da PIDE e as agências secretas. Aqui (em Lisboa) não há nada sobre a Scotland Yard, não há nada sobre o MI5 e MI6 e há muito pouca coisa sobre a CIA", diz Irene Pimentel.

Para a historiadora Raquel Varela da Universidade Nova e autora do livro "A História do PCP e a Revolução dos Cravos (1974-1975)", o Governo português tem obrigação de fazer um pedido formal de devolução desse arquivo para se juntar ao restante arquivo da PIDE e pedir, "no imediato", uma digitalização e a abertura do mesmo aos investigadores portugueses, uma vez que, afirma, a regra básica é a abertura dos arquivos passados trinta anos.

"Já estamos a falar de 45 anos e continuamos sem ter acesso a esse arquivo", disse Raquel Varela à Lusa.

"Nós estamos a falar do arquivo da polícia política da mais longa ditadura da Europa e uma parte essencial desse arquivo diz respeito aos anos 1960 e 1970, um período absolutamente rico da nossa História, que envolve uma mudança imensa em Portugal, envolve a Guerra Colonial e conflitos internacionais muito importantes", conclui Raquel Varela.

A questão do alegado envolvimento do PCP na operação da suposta retirada dos documentos de Portugal para Moscovo também é abordada no livro de José Milhazes, mas o Partido Comunista Português, quando questionado pela Lusa, considerou que notícias sobre o envio de arquivos da PIDE para a União Soviética em 1975 assentam em "velhas falsificações".

"Não merecem comentário afirmações desqualificadas assentes em velhas e recorrentes falsificações", afirma o PCP.

* A história vai deixar que o tempo tome conta da verdade.

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VIII- O UNIVERSO


1-OS PLANETAS 

EXTERIORES


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 FONTE: OJapa69SP



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HOJE NO
"RECORD"

Carlos Lopes 
diretor de atletismo do Sporting

Carlos Lopes é o novo diretor do departamento de atletismo do Sporting, anunciou o clube leonino em comunicado no seu site oficial. O primeiro atleta português a conquistar uma medalha de ouro em Jogos Olímpicos (na maratona, em Los Angeles'84) está assim de regresso a Alvalade.

"É um regresso à modalidade que se saúda e da qual é uma das maiores referências mundiais. O Conselho Diretivo deseja as maiores felicidades e sucesso a Carlos Lopes no desempenho das suas novas funções", refere o Sporting em comunicado. Carlos Lopes chegou ao Sporting em 1967 e conquistou, pelo clube, mais de 25 títulos nacionais e internacionais.

"O Sporting agradece a dedicação e o trabalho desenvolvido na direção do Departamento de Atletismo por Cristina Coelho, que agora cessa funções, e que a partir desta data se irá dedicar, em exclusivo, à sua atividade na Direção Património, Operações e Segurança", concluiu o documento. 

* Desejamos-lhe o mesmo sucesso que teve como atleta.

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Sergey Brin

Porquê o Google Glass?




Isto não é uma demonstração, é mais um argumento filosófico: Porque é que Sergey Brin e a sua equipa no Google construíram uma câmara/computador montada sobre os olhos, com o nome de código "Glass"? No palco do TED 2013, Brin mostra-nos uma nova forma de vermos e de nos relacionarmos com os nossos telemóveis e computadores — não inclinados sobre um ecrã, mas indo ao encontro do mundo, de cabeça erguida.


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  HOJE NO

" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Imagens chocantes nos maços 
de tabaco não impressionam jovens

As imagens chocantes que foram impressas nos maços de cigarros para dissuadir o consumo de tabaco tiveram pouco impacto nos jovens fumadores quando colocados na parte de trás da embalagem, concluiu um estudo. 

Numa altura em que cerca de 60 países já impõem às tabaqueiras que incluam campanhas antitabágicas nos maços, os investigadores estudaram o impacto destas mensagens em pouco mais de um milhar de jovens britânicos entre os 11 e os 16 anos.

Dos jovens interrogados em 2008 e depois em 2011, entre dois terços a três quartos nunca tinham fumado, sendo que os restantes declararam ser entre fumadores ocasionais e fumadores regulares.
Convidados a descrever as fotografias, menos de 10% se lembrava das que estavam colocadas na parte de trás da embalagem, à exceção dos que tinham sintomas de um consumo mais assíduo de tabaco, apresentando dentes cariados, problemas nos pulmões ou cancro na garganta.
Quando questionados sobre os anúncios colocados na frente, perto de metade dos jovens lembravam-se da frase "fumar mata" (47% em 2011, contra 58% em 2008).

Em relação à mensagem "fumar prejudica gravemente a sua saúde e a dos dos que o rodeiam", em 2008, pouco mais de 41% dos jovens lembrou-se deste aviso, ao passo que, em 2011, essa proporção caiu para os 25%.


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   FUMAR EMAGRECE

BRUNO FARIA LOPES

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O problema político 
de baixar os salários 
mais baixos

Até há pouco tempo o Governo português mostrava ter comprado o argumento da troika de que é preciso baixar o custo do trabalho em Portugal.

Para quem defende a desvalorização interna - e todos os que querem Portugal no euro não podem fugir destas duas palavras: desvalorização interna - a descida de salários é um dos pilares da política. O Governo, aliás, nem precisaria de comprar o argumento: o desemprego recorde faz com que a pressão sobre os salários, embora lenta, seja tão inevitável como a força da gravidade. Mas eis que, perante nova investida do FMI no sentido de baixar salários, o Governo resiste ferozmente - em Junho fê-lo nos bastidores, com fugas de informação para a imprensa; agora, fá-lo publicamente. Para entendermos o porquê desta resistência temos que perceber onde o FMI quer que o Governo pressione: os salários mais baixos.

Quando, no início do ano, o Fundo pediu dados ao Governo o objectivo não era olhar para a percentagem de contratos cujo salário tinha sido reduzido. A ideia dos técnicos do Fundo era confirmar o que tinham visto numa apresentação feita na Gulbenkian, em Dezembro do ano passado, pelo economista Pedro Portugal (com base em dados do Governo): que 45% dos trabalhadores por conta de outrem no privado tiveram o salário estagnado em 2012, um número que deverá subir para 60% este ano. É certo que mudanças no salário base não captam todas as modalidades de redução salarial - nos suplementos, nos pagamentos "por fora", etc. - mas, mesmo assim, tanto para o FMI, como para alguns economistas do trabalho, 60% é uma anormalidade estatística. É, para eles, um sinal claro de rigidez salarial.

A rigidez parece ser menor nos salários dos trabalhadores mais qualificados, o que não deve ser uma surpresa: é mais comum que nestes casos a remuneração inclua suplementos, mais fáceis de cortar pelo empregador. Estes casos serão uma parte importante do número de contratos com reduções salariais globais que, segundo dados do ex-secretário de Estado do Emprego, Pedro Martins, ascendem a 15% do total por conta de outrem no privado. Onde a rigidez parece ser maior é, então, nos trabalhadores com salário efectivo igual ao base - e estas são as pessoas com menos qualificações, remunerações mais baixas e maior vulnerabilidade ao desemprego.

O FMI está a pressionar, então, um conjunto de medidas destinado a atacar o que entende ser a rigidez de salários de 500 ou 600 euros de quem trabalha por conta de outrem no privado, com o argumento de melhorar a competitividade e de combater o desemprego muito concentrado neste segmento. (A pressão estende-se também ao sector público onde, de acordo com um estudo do Banco de Portugal, os prémios salariais face ao privado são maiores precisamente nas funções menos qualificadas.) Quem corta salários são os empregadores no privado, mas o FMI sabe que o Governo pode fazer muito para lhes facilitar a vida: baixar o salário mínimo, introduzir um salário mínimo abaixo de 485 euros para jovens, mexer na protecção legal conferida ao salário base, baixar os salários mais baixos no Estado, entre outras medidas.

O problema é que nenhum Governo quer ser visto a atacar assumidamente salários de 500 euros, nem este Governo que cumpre com fé uma política de desvalorização interna. Acredito que haja no Executivo quem se preocupe com a dimensão moral evidente do problema, mas o ponto é sobretudo de sobrevivência política. Afinal, o Governo sabe que o desemprego pressiona lentamente os salários baixos, mas prefere essa lentidão a uma rapidez assente em medidas politicamente inviáveis no Portugal de 2013. Espantoso é que os técnicos do FMI - que foram os primeiros a alertar, em 2012, para o risco social e político no país - não vejam os limites políticos à desvalorização salarial imposta pelo euro.

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
02/09/13

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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Fabricante chinês de telemóveis 
chega a Portugal e promete 
.revolucionar mercado dos "smartphones"

 A WIKO, filial europeia da Tinno, o quarto maior fabricante chinês de telemóveis, vai chegar ao mercado português, prometendo revolucionar e impulsionar o sector dos “smartphones”.

Presente em mais de 30 países, através de associações com empresas locais, a multinacional que tem já uma quota de mercado de 18,7% em França, vai chegar a Portugal com uma linha de equipamentos de última geração, com preços que variam entre os 89 e os 299 euros.

A WIKO irá disponibilizar no mercado português um conjunto de “smartphones” com o sistema operativo Android, ainda que, “abrindo as portas a todo o universo Google” e tecnologia Dual-SIM.

“Portugal possui uma das mais altas taxas de penetração de telemóveis e é uma referência neste sector. No entanto, no mercado dos ‘smartphones’ está abaixo da média europeia, principalmente devido ao preço elevado dos equipamentos. É exactamente aqui que reside a aposta da WIKO”, afirmou Manuel Ferreira, country Manager da WIKO para Portugal.

“Queremos garantir que os portugueses têm a partir de agora, à disposição, ‘smartphones’ de alta qualidade e tecnologia de última geração a um preço que realmente podem pagar. Acredito que rapidamente a WIKO vai conseguir assumir-se como um ‘player’ de destaque no mercado português e contribuir de forma decisiva para o crescimento do mercado de ‘smartphones’ em Portugal, derrubando uma das principais barreiras que este enfrenta actualmente: o preço”, concluiu Manuel Ferreira.

Este ano a multinacional pretende alcançar as 35 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.

A empresa vai também participar na feira IFA, que se realizará em Berlim, na Alemanha, entre 6 e 11 de Setembro.

* Brevemente seremos o Chinugal e nós os chinogueses.

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1-Os riscos dos 

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transgénicos 


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Entrevista com Jeffrey M. Smith no programa Roda Viva TV Cultura, Abril de 2010)

Entrevistadores:
Washington Novae
Jornalista e supervisor do quadro Biodiversidade do programa Repórter ECO, da TV Cultura e articulista do jornal O Estado de S. Paulo

Fernando Lopes
Editor de Agronegócios do jornal Valor Econômico

Alexandre Mansur
Editor de ciência e tecnologia da revista Época

Flavio Finardi Filho
Professor associado da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP
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Jeffrey Smith é um dos maiores críticos da produção de alimentos geneticamente modificados. Em seu trabalho, ele levanta questões sobre a produção de transgênicos, rebate os argumentos da indústria e apresenta falhas na regulamentação de produtos que utilizam transgênicos.

O Instituto Pela Tecnologia Responsável, fundando por ele, financia pesquisas independentes de segurança de alimentos. Os dados levantados fazem parte dos argumentos utilizados por ele para explicar que a produção e consumo de alimentos transgênicos oferecem riscos aos humanos e ao meio ambiente.

Jeffrey Smith lidera uma campanha para uma alimentação mais saudável nos Estados Unidos, um movimento que pretende remover todos os organismos geneticamente modificados da indústria de alimentos naturais.


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HOJE NO
 "DESTAK"

Moçambique encomenda à França 30
. barcos por 200 milhões de euros

Moçambique encomendou a construção de 30 barcos, num valor de 200 milhões de euros, às Construções mecânicas da Normandia (CMN), em Cherbourg (noroeste de França), anunciou hoje o empresário libanês Iskandar Safa, proprietário dos estaleiros navais. 


A encomenda prevê a construção de 24 traineiras, três barcos-patrulha de 32 metros e outros três de 42 metros, precisou Iskandar Safa durante uma conferência de imprensa e na presença de três ministros, incluindo Arnaud Montebourg, responsável pela reconversão industrial e defensor do "Fabricado em França".

 "É o triunfo do 'made in Cherbourg', e portanto do 'made in França'", proclamou o ministro.

 * Gostaríamos saber se os estaleiros de Viana do Castelo foram contactados para perceber se a lusofonia funciona ou se outros valores mais elevados, luvas, se levantam.

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OS 12 PIORES TITULOS DE CANÇÕES




4- INSTANT WITNESS








É a última canção do album Noise Gunk Murder Castle (2011), dos Instant Witness.



I Don't Know Whether to Kill Myself or Go Bowling


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HOJE NO
"i"

Autorizados 55 milhões de euros para refeições escolares em 2013-2014

O Conselho de Ministros aprovou hoje a realização de despesa com refeições escolares para o ano letivo de 2013-2014, no valor de 55 milhões de euros, segundo o comunicado emitido no final da reunião.

A despesa foi autorizada para o fornecimento de refeições em refeitórios escolares nas escolas do território continental, e “na sequência da não adjudicação do concurso anterior por irregularidade de todas as propostas”, refere o comunicado.

“Para o período compreendido entre 12 de setembro e 31 de dezembro de 2013, o valor total autorizado é de cerca de 21,5 milhões de euros e, para o período de 1 de janeiro a 31 de julho de 2014, o montante autorizado é de 33,79 milhões de euros, a adjudicar mediante novo procedimento”, esclarece o documento do Governo.

O valor de despesa aprovado é semelhante ao do ano letivo transato, 2012-2013.
No ano anterior, o valor estipulado teve por base que o preço de cada refeição seria de 1,5 euros e, "considerando que nem todos os estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário possuem os serviços necessários para garantir às crianças e jovens o fornecimento de refeições", o Ministério da Educação e Ciência teve de adquirir serviços de fornecimento de refeições.

Comparando com a despesa autorizada em 2011-2012 (51 milhões de euros), o Governo reforçou em 2012-2013 o montante para refeições em quatro milhões de euros, mantendo os gastos em 55 milhões de euros no ano letivo prestes a começar.

* Esperemos que chegue.

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A mais de 90km/h

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 HOJE NO
"A BOLA"

«Cardozo é um grande reforço» 
- Schwarz

Stefan Schwarz aplaude a reintegração de Óscar Cardozo no plantel do Benfica e não tem dúvidas de que o avançado paraguaio é uma mais-valia para Jorge Jesus.
- Jesus vai-te embora!
«Cardozo é um grande reforço. É um jogador que faz a diferença. Era muito difícil encontrar um jogador como ele, seria preciso gastar muito dinheiro», sustenta o antigo defesa das águias, em declarações à Renascença.

* Em qualquer empresa bem gerida um comportamento semelhante ao de Cardoso daria lugar a despedimento, não é a primeira vez que acontece no futebol nacional, estamos a lembrar-nos do murraço de João Vieira Pinto ao árbitro argentino no Mundial da Coreia.

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DOUTRO SÉCULO


FITNESS DA ÉPOCA














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HOJE NO
"PÚBLICO"

Ministério Público investiga juiz que usou facturas falsas para receber subsídio

O Conselho Superior de Magistratura (CSM) decidiu remeter para o Ministério Público os elementos de que dispunha sobre a alegada utilização de facturas falsas por parte de um juiz do Tribunal da Relação do Porto, Raul Esteves, na obtenção de um subsídio atribuído pela Câmara de Cascais à Associação Portuguesa de Coleccionadores de Armas (APCA), presidida pelo magistrado. Ao mesmo tempo, o CSM decidiu transformar o inquérito aberto a este caso em processo disciplinar.


A informação consta da acta da reunião do CSM de 7 de Maio, divulgada recentemente no site daquele organismo. Várias referências permitem identificar o caso, apesar de o documento omitir o nome do magistrado. Contactado pelo PÚBLICO, por intermédio de um colega, Raul Esteves, que dirige também a Aldeias de Crianças SOS Portugal, informou que não pretende fazer declarações nesta fase.
Este caso foi denunciado pelo PÚBLICO em Setembro do ano passado, tendo então o juiz confirmado que apresentara à Câmara de Cascais facturas no valor de 145 mil euros para justificar o subsídio, quando a despesa feita foi de apenas 115 mil euros. 

O apoio destinava-se à criação de um núcleo provisório do Museu Português da Arma, no centro daquela vila, que abriu em 2009 e fechou em Junho do ano passado.

O magistrado garantiu então que tudo tinha sido feito com o conhecimento da autarquia, o que esta desmentiu.

* Um ano depois...!
Um automobilista com excesso de velocidade pode ser inibido de conduzir ou até detido, um juíz conselheiro passa facturas falsas ainda exerce o cargo na Relação e dirige uma instituição de apoio a crianças desprotegidas, justiça portuguesa!

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Um dia é a sério


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HOJE NO
" DIÁRIO ECONÓMICO"

Constitucional aceita candidaturas
 de Seara e Menezes

O Tribunal Constitucional entende que a lei se aplica apenas a candidatos que concorram a um quarto mandato na mesma autarquia.

O Tribunal Constitucional (TC) deu luz verde hoje aos candidatos que já cumpriram três mandatos num município e se querem candidatar a presidentes de câmara em outras autarquias, como acontece com os candidatos do PSD a Lisboa (Fernando Seara) e ao Porto (Luís Filipe Menezes).


A lei de limitação de mandatos mereceu interpretações díspares nos tribunais, mas o TC definiu hoje, num comunicado divulgado na sua página oficial, o entendimento em vigor a partir de agora.
A decisão foi votada favoravelmente pelos Conselheiros Pedro Machete, Maria de Fátima Mata-Mouros, Catarina Sarmento e Castro, Maria José Rangel de Mesquita, João Cura Mariano e Maria Lúcia Amaral. Já a Conselheira Maria João Antunes votou contra.

Recorde-se que alguns juízes de tribunais de primeira instância consideraram que a lei aplica-se apenas a candidatos que concorram a um quarto mandato na mesma autarquia. Enquanto outros juízes, à base da mesma lei, consideraram ilegíveis candidaturas de autarcas com três mandatos cumpridos a outros municípios.

A campanha eleitoral começa oficialmente a 17 de Setembro. E as eleições autárquicas ocorrerem a 29 de Setembro.

* Significa que a redacção da lei  perpétua o caciquismo em Portugal, os deputados trabalharam bem!

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2.TANTO PARA PINTAR
COMO PARA

AREJAR















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HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Só 22% não têm televisão paga

No segundo trimestre deste ano, subscritores já eram mais de 3,1 milhões, segundo a ANACOM. ZON, em queda, e MEO, a subir, estão mais próximas

No final do segundo trimestre de 2013, apenas 22,3% das famílias portuguesas não tinham acesso a televisão por subscrição. O número é da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), que no seu relatório trimestral revela que, em junho, existiam 3,14 milhões de assinantes de serviços de televisão paga, um crescimento de 14 mil em relação ao trimestre anterior e de 63 mil em comparação com o mesmo período do ano transato.

A ZON continua a liderar o mercado de televisão por subscrição, com 49% dos assinantes, apesar de perder 0,7 pontos percentuais. Pelo contrário, a MEO ganha 0,5 pontos percentuais, para 40,4%. Seguem-se a Cabovisão (7,4%), a Vodafone (1,8%) e a Optimus (1,2%).

O crescimento do serviço no segundo trimestre verificou-se, essencialmente, nas tecnologias suportadas por fibra ótica, que ganharam 20 mil assinantes e já representam 13,8% do mercado. Pelo contrário, o cabo perdeu 13 mil clientes, representando agora 45,6% do mercado.

O documento da ANACOM revela também que, em junho, 75% dos subscritores de serviços dispunham de pacotes integrados. Os assinantes com ofertas triple-play (televisão, telefone e internet) representam a maior fatia, com 59,7%.

Por outro lado, continua a descer o número de lares com acesso a canais premium (pagos), como a Sport TV, estações de cinema e para adultos. Em junho, a percentagem de clientes era de 18,8%, menos 2,3 pontos percentuais do que em março. 

* As necessidades que o marketing nos cria...

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ESTRATEGA


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Teatro Nacional no Porto resistiu aos cortes orçamentais
 São João teve mais espetadores 
e mais espetáculos 

A presidente do Conselho de Administração do Teatro Nacional de São João, no Porto, afirmou hoje que o TNSJ conseguiu mais espetadores e mais espetáculos apesar dos cortes orçamentais.

 Francisca Fernandes, que falava na apresentação da programação para os últimos quatro meses do ano deste teatro do Porto, afirmou “que este momento mostra, uma vez mais, a estoica capacidade para resistir à crise, melhor dizendo, às sucessivas inúmeras crises decretadas (…) nos últimos dez anos”. 


 A presidente do conselho de administração lembrou que, tendo hoje três espaços para gerir – TNSJ, Carlos Alberto e São Bento da Vitória –, a instituição tem um orçamento menor do que quando era só a histórica sala da praça da Batalha. A indemnização compensatória é de 3.824.229 euros para um orçamento global de 5.314.459 euros. “Acho que é um desempenho quase milagroso, que se deve à programação do Nuno Carinhas, que consegue com pouco fazer muito e, sem cortar na qualidade, manter e mesmo aumentar o público, apesar de o orçamento estar a decrescer, devido a um corte de 20% no ano passado que se manterá para o próximo”, acrescentou Francisca Fernandes. 

Segundo revelou, o TNSJ conseguiu “um crescimento do número de espetáculos o ano passado, e até ao final deste, de cerca de 24%, e do número de espetadores no ano passado de 13% e um aumento da taxa média de ocupação da sala para 73%”. 

 Francisca Fernandes salientou ainda que foi possível fazer “circular 30 espetáculos do São João por 28 cidades e cinco espetáculos em digressão internacional por sete cidades”. Não deixou de notar que “a componente internacional é a mais difícil, porque não há orçamento para comprar e as parcerias implicam a vinda de estrangeiros cá, algo que está seriamente limitado neste momento”. 

Os projetos educativos começam a dar frutos visíveis “até porque a venda a grupos escolares já atinge 27% do total venda de bilhetes”, disse. “Mesmo quando achamos que já estamos no limite conseguimos reduzir mais 17% aos custos de estrutura”, concluiu a administradora.

* Quase omeletes sem ovos...

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