terça-feira, 3 de setembro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA




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O QUE NÓS
APRENDEMOS!

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3-O MAIOR PRAZER




















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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Tribunal deixa em liberdade suspeito de sequestrar e violar menor de 14 anos

O Tribunal de Famalicão deixou em liberdade um homem de 29 anos detido pela Polícia Judiciária pela alegada prática dos crimes de sequestro e violação de uma menor de 14 anos.
O arguido ficou sujeito a apresentações semanais na polícia, estando também proibido de contactar com a vítima. 

Segundo a Polícia Judiciária, os factos remontam a segunda-feira, quando a jovem seguia numa estrada e foi "violentamente arrastada" para o interior de um campo de milho, onde acabaria por ser violada. 

"Finda a violação, seguida de abandono do local por parte do ora detido, a vítima procurou auxílio junto à mesma estrada onde havia sido sequestrada, vindo a ser socorrida por uma mulher que entretanto aí circulava de automóvel", acrescenta o comunicado. 

O detido é operário da construção civil e já está referenciado localmente por situações de assédio e tentativas de abuso sexual de outras jovens e mulheres. 

* O filho da p... merece a liberdade eterna. Tirem fotografias a estes sacanas e ponham-nas na net.

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 1.A arte 



da guerra



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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Governo concedeu 145 
vistos dourados num investimento superior a 90 milhões de euros

Para a atribuição do 'visto gold', há várias opções, onde se incluem a transferência de capital num montante igual ou superior a um milhão de euros, a criação de pelo menos dez postos de trabalho ou a compra de imóveis num valor mínimo de 500 mil euros.
 O Governo português concedeu até ao final de agosto 145 autorizações de residência para actividade de investimento no âmbito do programa de obtenção de 'vistos gold' (vistos dourados), num investimento global que ultrapassa os 90 milhões de euros.

De acordo com fonte oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros, até 29 de Agosto foram concedidas 145 autorizações de residência, com a China, Rússia e Angola a afirmaram-se, por ordem do maior montante investido, como os principais países investidores. Seguem-se o Brasil, Líbano, Paquistão, África do Sul, Índia, Colômbia, Tunísia, São Cristóvão e Nevis, Estados Unidos, Ucrânia, Turquia e Guiné-Bissau.


De acordo com os dados fornecidos pelo MNE, o valor total do investimento ascende a 90.227.169,13 euros.

No início de 2013 e por iniciativa de Paulo Portas, na ocasião ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, o Governo anunciou um novo regime para a concessão e renovação dos 'vistos gold' a cidadãos de países terceiros que pretendam investir em Portugal.

O novo regime, simplificado em 28 de Janeiro pelo despacho n.º 1661-A/2013 permite que cidadãos de países terceiros, que não pertençam à União Europeia ou não integrem o Acordo de Schengen, garantam uma autorização de residência em Portugal para desenvolverem uma actividade de investimento.


Para a atribuição do 'visto gold', o despacho impõe que a actividade de investimento, promovida por um indivíduo ou uma sociedade, seja desenvolvida por um período mínimo de cinco anos, prevendo-se várias opções, onde se incluem a transferência de capital num montante igual ou superior a um milhão de euros, a criação de pelo menos dez postos de trabalho ou a compra de imóveis num valor mínimo de 500 mil euros.


Para efeitos de renovação da autorização de residência, exige-se ainda ao investidor, para além do período de investimento mínimo de cinco anos contado a partir da data da concessão da autorização de residência, que comprove ter cumprido o período mínimo de permanência no território português exigido, de sete dias consecutivos ou interpolados no primeiro ano, ou catorze dias consecutivos ou interpolados no período subsequente de dois anos.

* "Vistos Gold" para investimento pechibeque, a média de investimento por visto é de pouco mais de 620 mil euros, um pouco acima de 120 mil contos.
Estamos a ser invadidos pela escória, mafia, dos investidores,  a quem Passos Coelho e Portas abrem as fronteiras para lavarem dinheiro.

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 1-JOSÉ SARAMAGO


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JOSÉ SARAMAGO É O PRIMEIRO AUTOR DE LÍNGUA PORTUGUESA A SER GALARDOADO COM O PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA, PARA ALGUMAS "PERSONALIDADES TUGAS"(?) FOI UM GRANDE AMARGO DE BOCA E CONTINUA A SER, RECORDÊMO-LO COM O RESPEITO QUE MERECE.

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HOJE NO
 "DESTAK"

Editora brasileira lança antologia de contos lusófonos infantis 

 A editora brasileira Melhoramentos lança esta semana, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, uma antologia de contos lusófonos infantis, que reúne, num único volume, lendas e mitos contados nos oito países de língua portuguesa. 


De acordo com o superintendente da Editora Melhoramentos, Breno Lerner, a ideia surgiu quando leu o verso que diz que 250 milhões de pessoas sonham em português, numa revista antiga, que falava sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

 "Isso marcou-me muito e pensei: 'o que sabe um brasileiro sobre Timor-Leste ou a Guiné-Bissau?' Precisamos de ver como é essa gente, o que eles fazem, como falam", contou à Lusa o mentor do projeto.

* Viva a língua portuguesa

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ALFREDO LEITE

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Quantas mais mortes 
serão precisas?

Pedro Santana Lopes deixou o ar condicionado do seu certamente elegante gabinete na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e foi até à Universidade de Verão do PSD falar de incêndios. Na sazonal academia laranjinha, que está para os candidatos a político como o "jamboree" para os escuteiros, Santana exibiu as suas credenciais de ex-autarca para pedir a responsabilização dos atuais presidentes de Câmara na prevenção dos fogos florestais. Santana Lopes tem meia razão. Diz que há leis e planos "que cheguem". Pragmático como sempre, o antigo primeiro-ministro considera que "só falta dizer quem manda". E, para ele, quem deve mandar são os que estão "junto da terra". A ideia não é nova. Miguel Cadilhe, no seu "Sobre o peso do Estado em Portugal", defende igualmente a entrega de "mais meios e atribuições" ao poder local porque a sua proximidade, garante, ajuda no "conhecimento do desmazelo e dos desmazelados" da propriedade. 
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Até aqui, tudo muito certo. Mas Santana parece não viver neste país quando preconiza que sejam as autarquias, só por si, a "obrigar as pessoas às limpezas das matas". Na verdade, todos conhecemos o grau de desertificação do nosso interior e Santana Lopes é obrigado a saber também que parte considerável da propriedade florestal ao abandono pertence ao Estado. A proposta, certamente bem intencionada, de reforçar os poderes municipais para prevenir os fogos não pode iludir as responsabilidades do poder em Lisboa nas políticas integradas que tanto fazem falta às nossas florestas. Para já não falar das outras políticas que ajudam ao êxodo para o litoral. 

Talvez fosse mais eficaz, como considera Cadilhe, que a defesa das matas assentasse num princípio simples: "Quem é"pequeno e cuida, tem prémio. Quem é grande e cuida, tem regime normal. Quem não cuida, seja grande ou pequeno, tem castigo, maior no grande do que no pequeno". O Estado seria, naturalmente, tratado como um grande proprietário.

Estes contributos surgem em mais um dia dramático para os bombeiros portugueses. No Caramulo, voltou a morrer uma bombeira. Cátia Pereira Dias tinha 21 anos e não vai poder concretizar o sonho escrito na sua página no Facebook de formar uma equipa de futebol feminino para "mostrar a esses homens" que as mulheres também são capazes. Que os homens que nos governam sejam capazes de fazer o que tem de ser feito para que mortes prematuras, como as que ocorreram nos fogos florestais deste ano, não se repitam.

P.S.: Foram precisas cinco mortes para Cavaco Silva mudar de opinião e Pedro Passos Coelho ir ao terreno. Antes, o presidente justificou o seu silêncio público para com os bombeiros mortos com a "discrição e a seriedade que a situação humanitária reclama". Ontem, num comunicado dominado pela cronologia exaustiva dos falecidos e feridos no flagelo deste verão, Cavaco considerou que "todas estas dramáticas situações humanas merecem o nosso profundo respeito e pesar". Há declarações públicas que mais vale serem ditas tarde do que nunca. Mesmo quando se tem de dar o dito pelo não dito.

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
30/08/13

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HOJE NO
"i"

Prédio em Londres faz derreter carros

Edifício tem parede em vidro que projecta reflexo do sol e faz derreter objectos que estejam nas imediações do edifício

Há um edifício em Londres que está a dar que falar, não tanto pela sua arquitectura mas pela sua capacidade em derreter e incendiar objectos.


A torre designada de “Walkie Talkie”, que se situa no número 20 da rua Fenchurch, tem a fachada em vidro, reflectindo os raios solares com uma intensidade que já derreteu peças de carros, como aconteceu com um Jaguar, propriedade de Martin Lindsay.

O veículo ficou com o espelho retrovisor e o logotipo da marca derretidos, o que significou um prejuízo de mais de 1000 euros pra o dono, Martin Lindsay.
As empresas responsáveis pelo edifício de 160 andares, que ainda não está concluído, comprometeram-se a pagar os estragos causados pelo reflexo do sol nas paredes do prédio, mas, por precaução, decidiram suspender o estacionamento nas imediações.

Aparentemente, a situação deve-se à posição do sol no céu durante uma parte do dia. Apesar de serem apenas duas horas, são o suficiente para causar estragos e, pelo menos, por mais duas ou três semanas os reflexos continuarão a ser fortes a ponto de poderem causar estragos.

* Inginheros...

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 1-AVES
MIGRATÓRIAS

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 HOJE NO
"A BOLA"
 
Portugueses nos ‘planos’ de Alonso
 
Embora Ricardo Mestre esteja de saída, não é de excluir a possibilidade de um ou dois corredores portugueses atualmente sem equipa, virem a fazer parte da nova equipa espanhola resultante da aquisição da Basque Cycling Pro Team (BCPT), sociedade proprietária da equipa de ciclismo Euskaltel Euskadi, pelo bicampeão do Mundo espanhol, Fernando Alonso, que tem um princípio de acordo para comprar a respetiva licença.

Grande fã de ciclismo, Alonso congratula-se, na sua página pessoal, pelas negociações, e fez saber que a seriedade, sacrifício, evolução, transparência e tolerância zero serão pilares fundamentais do projeto.

A nova equipa, que ficará sedeada nas Astúrias, respeitará os contratos em vigor dos 14 corredores para as próximas temporadas, reforçando-se também de algumas figuras com vista a converter-se numa referência mundial. Em comunicado a empresa telefónica basca confirmou as negociações e a continuidade da estrutura da equipa e dos seus profissionais, liderados por Samuel Sanchez.

* Fórmula 1 em duas rodas .

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OS 12 PIORES TITULOS DE CANÇÕES




2-THE CRYSTALS 




Escrito por Gerry Goffin and Carole King e gravado pelas The Crystals em 1962, a canção teve alguma publicidade, mas depois surgiu um grande protesto contra a canção por ser considerada por muitas pessoas como um convite à violência doméstica. Eles escreverama canção depois de descobrirem que a cantora Little Eva era regularmente sovada pelo namorado. Quando lhe perguntaram porque tolerava tal comportamento, Eva respondeu, com completa honestidade, que as acções do namorado eram motivadas pelo amor que ele tinha por ela.


He Hit Me (and It Felt Like a Kiss)


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HOJE NO

"PÚBLICO"

Estágios não-remunerados: 
prancha para o sucesso ou
escravatura moderna?

Muitos jovens vêem-se obrigados a optarem por períodos à experiência sem qualquer vencimento no final do mês.

Moriz Erhard era um jovem alemão de 21 anos que morreu depois de trabalhar 72 horas consecutivas na sucursal do Bank of America em Londres. A morte do estagiário de Economia veio relançar a polémica relativamente às condições de trabalho que os jovens enfrentam quando terminam a formação superior.
Bernardo Almeida, emigrante português na Noruega, contou ao PÚBLICO que "nos bancos de investimento o estagiário faz trabalho chato e repetitivo, mas acaba por aprender imenso". Bernardo adianta ainda que caso a instituição goste do trabalho do estagiário, o mais provável é este ser convidado para integrar a empresa enquanto analista, cargo que possui uma remuneração significativa.
Frederico Aragão, assessor de imprensa, revelou ao PÚBLICO que passou por diversos estágios não remunerados até obter um contrato de trabalho: “É fundamental saber distinguir as verdadeiras intenções das empresas para assim não criarmos ilusões. Experiência é sempre algo positivo… mas isso não quer dizer que um estagiário possa ficar para sempre como apenas isso, um mero estagiário. Ninguém vive apenas do ar que respira.”

Numa altura em que a taxa de desemprego continua elevada (16,5%) e a taxa de desemprego jovem em Portugal está acima dos 40%, são inúmeros os relatos de recém-licenciados (e até mesmo de pessoas com o mestrado concluído) que não têm outra alternativa se não submeter-se a estágios não remunerados para ganharem experiência no mercado de trabalho e mais tarde tentarem integrar os quadros das empresas. Porém, o que pode ser visto como uma possível prancha para a construção de uma carreira, é muitas vezes aproveitado pelas entidades empregadoras como um modo de obterem mão-de-obra gratuita, ainda que durante um período temporário.

Em Portugal, mais de 100 mil pessoas fizeram estágios em 2012, ao abrigo dos programas de Emprego, co-financiados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). Mas a realidade será muito mais vasta, porque é possível as empresas recorrerem a estagiários, sem comunicarem a nenhuma entidade pública. Segundo a lei, os estágios extracurriculares e profissionais com duração até três meses podem ser não remunerados. Um estágio (cujo período máximo é de um ano) só tem de ser pago se tiver uma duração acima de três meses. O valor de referência é o Indexante dos Apoios Sociais (IAS), actualmente de 419,22 euros, acrescido de um subsídio de refeição/dia.
“Em áreas com grandes massas de qualificados, como é o caso do jornalismo, o número de candidatos é de tal modo elevado que é impossível aos organismos absorver toda a mão-de-obra. Essa excedência de candidatos acaba por permitir e justificar, que, de facto, muitos empregadores usem os estágios não remunerados para completar as suas necessidades reais, que muitas vezes não estão satisfeitas devido à crise económica que o país atravessa”, afirma Aurora Nunes, ex-jornalista.
De acordo com os dados fornecidos ao PÚBLICO pela Autoridade para as Condições do Trabalho, os inspectores fizeram 64 advertências e levantaram 219 procedimentos coercivos (multas e participações ao Ministério Público) em 2012 pelos chamados casos de “dissimulação de contrato de trabalho”, seja através de figuras como a falsa prestação de serviços, os falsos estágios remunerados ou outros tipos contratuais.

Também há experiências positivas
Mas nem todas as experiências são negativas. Vítor Monteiro, finalista do Mestrado Integrado em Engenharia Civil na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), estagiou na IncubIT, empresa especializada na formação de empreendedores, e afirmou ao PÚBLICO o quão gratificante foi a experiência: “Fiz um grande esforço em termos de gestão de tempo, mas acredito que ganhei muito mais do que o que tive de investir.”

Francisco Telo Rasquilha, aluno de mestrado na Católica Lisbon School of Business & Economics, iniciou recentemente um estágio não remunerado numa instituição financeira, e é da mesma opinião: “Oferecem-me condições flexíveis, com um horário agradável e um bom ambiente de trabalho.”

David Passão, recém-licenciado em Cardiopneumologia pelo Instituto Politécnico de Lisboa, passou por uma experiência positiva no período de estágio e afirma que foi explorado: “Os meus orientadores tiveram que dispensar algum do seu tempo para me acompanhar e nesse sentido os estágios que frequentei foram extremamente frutíferos. “ Também Diogo Galvão, que chegou a realizar um estágio não remunerado na Portugal Telecom, defende que "não há salário/bolsa de estágio que pague as amizades e projectos" que desenvolveu durante esse período.

Com a falta de emprego em Portugal, muitos jovens partem para o estrangeiro à procura de oportunidades. Mas muitos dos que ficam acabam por fazer estágios não remunerados para não ficarem parados, ainda que não tenham quaisquer promessas de integração.

“Depois de passarmos anos a estudar e a sermos sustentados pelos nossos pais, o que queremos acima de tudo é a nossa independência”, destaca Benedita Telles, uma jovem enfermeira que está a tentar conseguir um lugar na sua área. “Nós, enquanto estagiários, fazemos muito mais para além das nossas competências, e acabamos, na maior parte dos casos, por ser escravos dos profissionais”.

* Estágios sem vencimento, uma exploração!!!

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BRINQUEDOS
GIGANTES

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HOJE NO
" DIÁRIO ECONÓMICO"

Consumo de combustíveis volta a cair 

Os portugueses continuam a cortar nas despesas e consomem cada vez menos combustível, segundo dados da DGEG.

A crise está a obrigar os portugueses a fazerem mais contas ao orçamento familiar e uma das consequências imediatas é a diminuição do consumo de combustíveis. De acordo com dados da Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG), o consumo de combustíveis rodoviários em Portugal caiu em Junho 8%.


De acordo com os dados disponibilizados pela Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG), nas gasolinas a quebra global foi de 8,2%. A gasolina sem chumbo 98 registou uma redução de 16,8%, enquanto na gasolina sem chumbo 95 a descida foi de 7,5%. No gasóleo, o combustível mais consumido em Portugal, a tendência também é de queda, com as vendas a registarem uma redução de 8%.

Por outro lado, o consumo de Gás de Petróleo Liquefeito (GPL) Auto continua a aumentar, tendo registado um acréscimo de 4,5%.

De acordo com a DGEG, as cotações médias internacionais para os produtos derivados do petróleo diminuiram em Junho de 2013 quando comparadas com as cotações médias do ano 2012, com uma descida de 2,2% para a gasolina 95 e de 3% para o gasóleo.
Já a cotação média do 'Brent' foi de 78,04 euros por barril em Junho, o que representa um aumento de 3,3% face ao mês homólogo de 2012.

* Mas políticos, banqueiros e grandes empresários continuam a viajar em topos de gama, a crise passa-lhes ao lado, isto é verdade.

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 AMOR É TATOO!














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HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Área ardida já ultrapassa 94 mil hectares

Valor é 25% superior ao igual período do ano passado.

Os incêndios florestais consumiram, até final de agosto, uma área de 94.155 hectares, mais 25% do que em igual período de 2012, segundo o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

 O último relatório provisório de incêndios florestais do ICNF adianta que, entre 1 de janeiro e 31 de agosto, registaram-se 14.143 ocorrências de fogo, menos 1.690 do que no mesmo período de 2012, que resultaram em 94.155 hectares de área ardida.
Segundo os dados do ICNF, em 2003, 2004, 2005 e 2010 a área ardida até 31 de agosto foi superior aos valores registados este ano.
"Comparando os valores do ano corrente com o histórico dos últimos dez anos, destaca-se que se registaram menos 15% de ocorrências relativamente à média verificada no decénio e que ardeu menos 20% do que o valor médio de área ardida no mesmo período", lê-se no relatório do ICNF.
O maior incêndio do ano, registado até à data, começou a 9 de julho no concelho de Alfândega da Fé (Bragança) e estima-se que terá consumido uma área de 14.912 hectares, dos quais cerca de 11.980 são espaços florestais, indica o mesmo documento.

 * Perde-se floresta, ceifam-se vidas e os criminosos coçam a micose.

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 MAS QUE SALTO


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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

FEANTSA acusa UE de discriminação 
Sem-abrigo são excluídos do acesso à cidadania 

A Federação Europeia de Organizações Nacionais para os Sem-abrigo (FEANTSA, na sigla em inglês) acusou hoje a União Europeia de excluir os sem-abrigo do acesso à cidadania e de não permitir que participem nas iniciativas europeias para os cidadãos. 

Num comunicado emitido hoje, a Federação começa por lembrar que 2013 é o Ano Europeu dos Cidadãos, uma data que marca também os 20 anos da inclusão da cidadania europeia nos tratados da União Europeia. “O objetivo da União Europeia seria o de aumentar e facilitar o envolvimento dos cidadãos na sociedade. No entanto, um número significativo de cidadãos europeus, entre os quais pessoas sem-abrigo, são excluídos de terem acesso aos benefícios da sua cidadania, incluindo a nova plataforma Iniciativa de Cidadania Europeia”, diz a organização. 


De acordo com a FEANTSA, a ausência de uma casa ou de uma morada fixa pode ser uma barreira no acesso a “vários conceitos básicos” de cidadania e participação na sociedade. “Como [as pessoas sem-abrigo] não têm uma morada permanente e não podem, portanto, ser registados nos cadernos eleitorais dos seus países, o direito a votar e, portanto, participar na vida cívica, é negado a muitos sem-abrigo”, denuncia a organização. 

 Como exemplo, a FEANTSA aponta que a plataforma Iniciativa de Cidadania Europeia, da Comissão Europeia, “não é acessível a pessoas sem-abrigo”, quando, tal como anunciado, “deveria ser uma ferramenta democrática” que permitisse que qualquer cidadão europeu contactasse diretamente a Comissão Europeia e apresentasse uma iniciativa. “O site da Iniciativa de Cidadania Europeia defende que “todos os cidadãos europeus […] com idade suficiente para votar nas eleições ao Parlamento Europeu pode apresentar uma iniciativa”, mas infelizmente isso não é verdade. 

As pessoas sem-abrigo, apesar de serem cidadãos de Estados membros, estão excluídos de apresentarem uma iniciativa em 14 dos 27 países”, acusa a federação. De acordo com a FEANTSA, há 14 países onde para apresentar uma iniciativa, os signatários têm de fazer prova de morada permanente e em todos os Estados membros é exigido documento de identidade. Para além disso, para assinar uma petição é obrigatório ter morada postal ou email. “Apenas uma pequena parte das pessoas sem-abrigo pode usar a morada do abrigo como morada permanente. Aqueles que dormem na rua, é óbvio que não têm uma morada permanente. Ao dormir na rua ou mesmo ao viver num abrigo ou outra estrutura não permanente, não conseguem manter os seus pertences, incluindo os documentos pessoais, que são muitas vezes roubados”, explica a federação. 

 Para esta organização europeia, torna-se “óbvio” que não é permitido às pessoas sem-abrigo participar na Iniciativa de Cidadania Europeia. “Não têm os mesmos direitos dos outros cidadãos, que se podem fazer ouvir através desta plataforma”, critica. A FEANTSA espera, por isso, que esta seja uma situação que fique resolvida antes do fim do Ano Europeu dos Cidadãos, lembrando que a plataforma poderia seria uma ferramenta de apoio e de erradicação do fenómeno dos sem-abrigo, pressionando as instituições europeias na elaboração de uma estratégia. 

A FEANTSA vai ser uma das organizações ouvidas no Parlamento Europeu, a 18 de setembro, no âmbito da criminalização do fenómeno dos sem-abrigo.

* DEMOCRÁTICA E CIVILIZADAMENTE XENÓFOBOS!

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 QUANDO O 
PIANO TOCA












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