domingo, 1 de setembro de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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VAI UMA APOSTA

 Dois alentejanos passeiam-se numa rua de Beja, quando reparam numa jovem mais que boa que caminha em direcção a eles. 
Diz um ao outro:
- Veja só, compadre! Essa magana traz vestidas as cuecas da sua mãe !  
- Nã me lixe, compadre, que isso nã é possivel, que ela nem sequer conhece a minha mãe. 

- Claro que sim... aposto 100 euros que traz vestidas as cuecas da sua mãe.
-AHHHHHHHHHHHHHHHH 
-Olhe, pregunte-lhe e logo verá... 
- Desculpe, menina... De quem são as cuecas que traz vestidas ?  
- São da p*** que o pariu !****


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. CARO VISITADOR/A
 
Hoje regressámos de férias.
Vai ser  um gosto recomeçar este trabalho que muito nos diverte e voltar a sentir a sua receptividade.
Durante o mês de Agosto retemperámos forças, sofremos com o sufoco dos incêndios e não tivemos nenhuma surpresa positiva da classe política, a mesma pasmaceira  asinina.
Para quem veio de férias connosco desejamos que tivessem sido bem passadas, para quem vai agora BOAS FÉRIAS!!!

ABJEIAÇOS

A  Redacção
 
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 19.AS PUDOREZAS




















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. CARO VISITADOR/A
 
Hoje regressámos de férias.
Vai ser  um gosto recomeçar este trabalho que muito nos diverte e voltar a sentir a sua receptividade.
Durante o mês de Agosto retemperámos forças, sofremos com o sufoco dos incêndios e não tivemos nenhuma surpresa positiva da classe política, a mesma pasmaceira  asinina.
Para quem veio de férias connosco desejamos que tivessem sido bem passadas, para quem vai agora BOAS FÉRIAS!!!

ABJEIAÇOS

A  Redacção
 
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UM NOJO
NÃO VEJA O VÍDEO


Os loucos às vezes curam-se, 
os imbecis nunca!...

OSCAR WILDE

video


LEIA PRIMEIRO


Isto é arte! - dizem eles... Mas qual o critério que leva a que todos nós tenhamos de subsidiar esta merda? Nesta nave de loucos, não haverá forma de meter na cadeia ou, no mínimo, responsabilizar financeiramente o filho da mãe que autoriza derreter orçamento público em nome da Arte? 
Estes "artistas" constituiram a Associação Cultural Casa Branca (Sede em Lagos) e são subsidiados pelo Ministério da "Cultura"! Aqui está um exemplo da utilidade dos nossos Impostos. E, como podem verificar, a "multidão" que assistiu não poupou aplausos. 

RESUMO DO "ESPECTÁCULO"
Uns piquenos e umas piquenas juntam-se numa coisa que parece um pardieiro, estendem uma base impermeável no chão, colocam-lhe folhas de papel impresso em cima cuidadosamente distribuídas, depois passeiam-se em cima daquele "palco" e alguns baixam as calças, acocoram-se e mijam ali à frente da maralha que não é muita, isto é cultura.
Depois há uns piquenos que sacam meio envergonhados do "apêndice" urinário e tentam uns repuxos mal conseguidos sinal que a próstata está à rasca, isto é cultura.
Por fim fica no meio do palco e sózinha a "rata borralheira", que de cócoras faz uma valente e prolongada mijada, levanta-se com as nalgas viradas para a câmara, saca dum papel do chão, entretanto pisado,  limpa a "coisa" puxa as calças e acaba a 1ª parte da peça, isto é cultura.

SE QUISER VOMITAR PARA CIMA
 DO MONITOR VEJA O VÍDEO


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CARO VISITADOR/A
 
Hoje regressámos de férias.
Vai ser  um gosto recomeçar este trabalho que muito nos diverte e voltar a sentir a sua receptividade.
Durante o mês de Agosto retemperámos forças, sofremos com o sufoco dos incêndios e não tivemos nenhuma surpresa positiva da classe política, a mesma pasmaceira  asinina.
Para quem veio de férias connosco desejamos que tivessem sido bem passadas, para quem vai agora BOAS FÉRIAS!!!

ABJEIAÇOS

A  Redacção

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Em Portugal



a felicidade



escreve-se



com atitude



NUNO SERRA

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CARO VISITADOR/A
 
Hoje regressámos de férias.
Vai ser  um gosto recomeçar este trabalho que muito nos diverte e voltar a sentir a sua receptividade.
Durante o mês de Agosto retemperámos forças, sofremos com o sufoco dos incêndios e não tivemos nenhuma surpresa positiva da classe política, a mesma pasmaceira  asinina.
Para quem veio de férias connosco desejamos que tivessem sido bem passadas, para quem vai agora BOAS FÉRIAS!!!

ABJEIAÇOS

A  Redacção

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PEDRO TADEU

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Não me esqueço de António Borges

Uma coisa é noticiar a importância de uma personalidade na sociedade portuguesa, relatar a sua influência, documentar aquilo que dizem sobre ela pessoas relevantes, contextualizar e analisar o significado da sua atividade. Outra coisa é ter opinião sobre ela.

Ao noticiarmos a vida de António Borges não podemos deixar de realçar os méritos técnicos e profissionais que só uma inteligência invulgar, aplicada ao longo de muitos anos de trabalho, consegue alcançar. 

Um currículo que soma lugares como os de reitor do INSEAD de Paris, vice-governador do Banco de Portugal, diretor do FMI, vice--presidente da Goldman Sachs, administração em bancos e grandes empresas, não dá margem para dúvidas sobre os méritos da pessoa. Um obituário jornalístico rigoroso tem de realçar esse aspeto.

Também o rigor jornalístico impõe noticiar a frontalidade com que António Borges tomou posições polémicas, mesmo sabendo o preço que pagaria por isso na carreira política. Este contraste com a normalidade do comportamento dos seus pares teria, igualmente, de ser assinalado.

Se eu tivesse de fazer a infeliz notícia da morte do economista, teria de focar-me nessas evidências. Ao dar, no entanto, uma opinião sobre António Borges tenho de focar-me noutro aspeto: naquilo que acredito, talvez erradamente mas com convicção, ter sido uma influência negativa para a sociedade decorrente da passagem deste homem notável pela política e por lugares cimeiros da economia mundial.

Não me esqueço quando António Borges disse que "a diminuição de salários não é uma política, é uma urgência". 

Não me esqueço quando defendeu que os trabalhadores deveriam pagar mais taxa social única e os patrões menos. 

Não me esqueço quando advogou a destruição da RTP. 

Não me esqueço que instituições como a Goldman Sachs e o FMI foram responsáveis, no tempo em que ele lá esteve, pela distorção de equilíbrios na economia mundial que nos levaram a uma crise gigantesca empobrecedora de milhões de pessoas. 

Não me esqueço que aquelas instituições onde ele pontificou foram cúmplices (e até autoras) de autênticos crimes económicos que, tirando um ou outro bode expiatório mais desprotegido, ninguém pagou, a não ser as suas vítimas, diretas ou indiretas.

António Borges seria pessoalmente admirável mas a sua visão do mundo, para mim, era detestável. Para um homem que sempre odiou a hipocrisia, penso que o que escrevo é o verdadeiro sinal de respeito que, sem dúvida, lhe é devido.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
28/07713

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. CARO VISITADOR/A
 
Hoje regressámos de férias.
Vai ser  um gosto recomeçar este trabalho que muito nos diverte e voltar a sentir a sua receptividade.
Durante o mês de Agosto retemperámos forças, sofremos com o sufoco dos incêndios e não tivemos nenhuma surpresa positiva da classe política, a mesma pasmaceira  asinina.
Para quem veio de férias connosco desejamos que tivessem sido bem passadas, para quem vai agora BOAS FÉRIAS!!!

ABJEIAÇOS

A  Redacção
 
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MITOLOGIAS

VI-A LUTA DOS DEUSES
1-HERCULES

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CARO VISITADOR/A
 
Hoje regressámos de férias.
Vai ser  um gosto recomeçar este trabalho que muito nos diverte e voltar a sentir a sua receptividade.
Durante o mês de Agosto retemperámos forças, sofremos com o sufoco dos incêndios e não tivemos nenhuma surpresa positiva da classe política, a mesma pasmaceira  asinina.
Para quem veio de férias connosco desejamos que tivessem sido bem passadas, para quem vai agora BOAS FÉRIAS!!!

ABJEIAÇOS

A  Redacção

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5.INTENCIONAL




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 MULHERAÇA

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 NÃO LHES CABIA UM ALFINETE NO LOCAL ONDE AS COSTAS SE CONFUNDEM COM AS PERNAS!


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4.INTENCIONAL




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4-G R A F I T T I S
















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3.INTENCIONAL




GOLAÇO

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 GOLAÇO

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2.INTENCIONAL




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 SE...

 “Se és capaz de dar o dito por não dito com a maior desfaçatez; 
 Se podes mentir sem qualquer sobressalto; 
 Se te é possível vender o que quer que seja e quem quer que seja sem hesitar e a qualquer preço; 
Se para ti “irrevogável” é sinónimo de “adaptável ao - que finges ser o - superior interesse nacional”; Se “vergonha” é conceito que excluíste do teu dicionário; 
Se aderires a um dos partidos com vocação de poder e aprenderes depressa e bem o que de oportunismo, ambição e amoralidade lá te ensinam; 
 Então serás vice-primeiro ministro!” 

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1.INTENCIONAL




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 A BEM DA NAÇÃO

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 NEGLIGÊNCIA


amanhã vai trabalhar...




Ignorar procedimentos de segurança pode matar


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 1.METROPOLITANO













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MEXA-SE ... MEXA-SE

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PURA ARTE
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A Raríssimas – Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras foi fundada em Abril de 2002, com o objectivo de apoiar doentes, famílias e todos os que convivem de perto com as Doenças Raras.

Pretendemos ser uma associação com elevado reconhecimento nacional e internacional no que às Doenças Raras diz respeito e para isso empenhamo-nos em participar em diversos projectos, quer de âmbito nacional, quer internacional.

Uma das razões da nossa existência é a divulgação das Doenças Raras. Para isso:

 Incentivamos a reflexão e o debate sobre as necessidades dos portadores de doenças raras e suas famílias;

 Sensibilizamos a comunidade para a realidade das doenças raras;

 Alertamos a Comunicação Social para a importância da divulgação da informação sobre as doenças raras, bem como a importância das organizações que as representam;

 Demonstramos à sociedade a importância do movimento associativo no apoio e acompanhamento dos portadores de doenças raras e das suas famílias.

O apoio aos doentes e às respectivas famílias é outra dos nossos pilares de actuação. Por isso mesmo, continuamos a prestar o melhor apoio possível aos nossos associados e aos cidadãos em geral, na temática da (in)formação, tendo em conta os seguintes objectivos:

 Promover a igualdade de direitos dos portadores de doenças raras e suas famílias;

 Melhorar a divulgação de meios e recursos, que permitem aos portadores de doenças raras a escolha, digna, do seu modo de vida com interacção no seu meio social e cultural;

 Melhorar a coordenação entre técnicos, instituições nacionais das áreas de medicina, ensino, reabilitação e o sector associativo.

A todos os nossos doentes raros e respectivas famílias, um grande bem hajam!

Como apoiar

O maior projecto da Raríssimas é, neste momento, a conclusão da Casa dos Marcos, uma obra de grande envergadura que necessita do apoio de todos para que esteja brevemente ao serviço da comunidade.

Caso queira contribuir para esta obra solidária, por favor faça o seu donativo para o NIB:
Conta BPI nº 0010 0000 3796 8970 0018 0

IBAN : PT50 0010 0000 3796 8970 0018 0
SWIFT/BIC
BBPIPTPL

Para além do projecto megalómano da Casa dos Marcos, a Raríssimas, encontra-se a desenvolver neste momento mais dois projectos de suma importância.

O Centro Multidisciplinar, em Lisboa, é um projecto de apoio aos doentes raros e que necessita, para já, de obras que permitam o funcionamento em pleno desta unidade. O Centro Multidisciplinar procura não só apoios a nível de construção, como também de materiais que possibilitam uma completa integração do utente. Caso queira participar deste projecto, poderá fazer o seu donativo para:

0010 0000 4235 5060 0017 6 - Banco BPI

Para mais informações ligue 21 362 31 91

Linha Rara é o nome de um serviço de utilidade pública que visa promover o esclarecimento e encaminhamento de todos os utentes com dúvidas e problemas relacionados com as doenças Raras. Para que este serviço funcione na perfeição é necessário, além dos profissionais que colaboram voluntariamente, toda uma estrutura de telecomunicaçõ,es que possibilite o funcionamento em pleno deste serviço. Para fazer o seu donativo para este projecto :

0010 0000 4235 5110 0013 8 - Banco BPI

PORQUE ESPERA??? 

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