terça-feira, 30 de julho de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA


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 TOPLESS

Rosie Huntington



Pamela Anderson


 Kelly Brook



 Sara Jean


 
Lucy Pinder


Lauren Pope


Helen Flanagan 


Pink


Farrah Abraham


 Kimora Lee Simmons


Katharina Damm


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HOJE NO
" DIÁRIO ECONÓMICO"

Pais denunciam pressões de escolas 
para mudar opções formativas dos filhos

As associações de pais denunciaram hoje pressões de escolas sobre os encarregados de educação para que estes alterem a opção de oferta formativa dos seus filhos do ensino profissional de regresso ao ensino regular.

A denúncia foi feita hoje pela Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE), que apelou aos pais para que "não pactuem com essas escolas nem admitam esse tipo de pressões".


Os contactos telefónicos dos diretores das escolas aos pais referidos pela CNIPE surgem no seguimento da reorganização da rede escolar para o próximo ano letivo, anunciada às escolas na passada sexta-feira pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), e que define cortes nas turmas no ensino regular e nas turmas de cursos profissionais e Cursos de Educação e Formação (CEF).Rui Martins, dirigente da CNIPE, referiu ainda ter conhecimento de casos de alunos do 1º ciclo que estão a ser forçados a uma mudança de escola, e consequentemente de professor, em relação ao ano anterior.
"Estamos muito preocupados, notamos muita instabilidade nas escolas", disse.

Também a Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap), na sequência da redefinição da rede, que reduziu o número de turmas homologadas nas escolas, e, em consequência, o número de alunos que as podem frequentar, tem recebido diversas queixas.
Por exemplo, numa escola com 11 turmas de 7.º ano criadas pelas escolas, apenas seis foram homologadas pela DGEstE (Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares). Outro caso, em Alfândega da Fé, na região de Bragança, uma escola terá recebido da DGEstE a indicação para constituir uma turma com 45 alunos, em vez de os dividir em duas turmas de 20 e poucos.

"Nós sabemos que isto obriga a mais professores colocados, mas ou apostamos no essencial, que é a Educação, ou no acessório, que são os cortes orçamentais", criticou o presidente da Confap, Jorge Ascensão, acrescentando que não podemos olhar da mesma forma para todo o país, muito diferente em termos de densidade populacional.
O responsável da Confap criticou também o MEC por não respeita a autonomia das escolas que defende.

Apesar de reprovar a "confusão que o ministério criou à volta das turmas", Jorge Ascensão disse ter recebido dos diretores das escolas a garantia de que será possível ver as turmas criadas pelas escolas homologadas pelos serviços do MEC, com os professores necessários atribuídos.
"As crianças não podem ficar sem o seu direito à Educação", reiterou.
Irremediavelmente comprometido, na opinião de Jorge Ascensão, está o arranque do ano letivo, que deverá acontecer envolto numa "enorme confusão", enumerando um conjunto de problemas: as atividades de enriquecimento curricular têm menos uma hora e há dificuldades por parte das entidades promotoras em assegurá-las, há incertezas e indefinições nas organizações das turmas e dos horários e alterações aos currículos.
"Está tudo a mudar ao mesmo tempo, com objetivos economicistas em mente", declarou.
O ministro da Educação, Nuno Crato, voltou hoje a garantir que nenhum aluno ficará sem turma no próximo ano letivo, nem sem acesso à "modalidade de ensino desejada", referindo que o processo de constituição de turmas ainda está em curso.

O prazo para as escolas indicarem aos serviços do MEC o número de professores sem turmas atribuídas (horários zero) foi prolongado por 24 horas, até ao final do dia de hoje, e Nuno Crato afirmou que não está previsto qualquer prolongamento adicional desse prazo.

* Temos um ministério da Deseducação.

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IDIOPOCRISIA




Tinha então 29 anos e já era completamente desconfiável, ainda havia ingénuos que acreditavam na clareza das suas ideias, apenas a obscura ambição de trucidar tudo e todos que se lhe opusessem.





Foi sempre coerente na falsidade única fé que professa, o resto é sempre o ridículo cenário do actor bufo que se habituou a ser.



Não sabemos se ainda convence mas com 12% de eleitorado manda como muito bem quer no PSD e dá baile ao presidente Silva.
Um enganador de profissão.


NR: Pedimos desculpa por esta inserção estar repartida em três vídeos, não foi possível uni-los, reproduzimos como os encontrámos.

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HOJE NO
" CORREIO DA MANHÃ"

Miley Cyrus nua por solidariedade

Verbas da linha de 't-shirts' com imagem da cantora nua serão entregues a institutos que lutam contra o cancro

Miley Cyrus posou nua para uma campanha que tem como objectivo combater o cancro da pele. A fotografia da cantora será estampada numa 't-shirt' que será posta à venda. O valor arrecadado será entregue a dois institutos que lutam contra o cancro: o NYU Cancer e NYU Langone Medical Center.
Esta campanha resulta de um projeto entre Miley Cyrus, o designer de moda Marc Jacobs e o seu sócio, Robert Duffy. Para além da imagem da cantora despida, as 't-shirts' apresentam a mensagem: "Proteja a sua pele".
As 't-shirts', que custam 35 dólares (cerca de 26 euros), já estão disponíveis em diversas lojas de Marc Jacobs, nas cidades norte-americanas de Los Angeles, Nova Iorque e Boston.

* E tão rara é a solidariedade.

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5-LISBOA,
CRÓNICA 
ANEDÓTICA
CINEMA PORTUGUÊS



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HOJE NO

"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Rui Rio e o 'caso' da ministra das Finanças 
"O Governo tem um problema 
neste momento" 

O presidente da Câmara portuense defendeu hoje que alguém “que não diz a verdade toda” no Parlamento não deve ser ministra das Finanças e considerou a governante como o "elo mais fraco" e “uma pedra no sapato” do Governo.


 “Se vivêssemos numa democracia adulta, uma pessoa que não diz a verdade toda, e pelo menos isso é certo que ela fez, não devia ocupar o cargo (…). O Governo tem um problema neste momento. É uma pena ter aquela pedra no sapato”, frisou o presidente da Câmara do Porto. Recusando avaliar se a ministra mentiu no caso dos contratos 'swap', Rui Rio vincou que a experiência que tem e a avaliação que faz às “capacidades” da governante “é muito má”, defendendo que, “se fosse primeiro-ministro”, Maria Luís Albuquerque “evidentemente não seria ministra das Finanças”. 

O também presidente da Junta Metropolitana do Porto revelou que esta entidade alertou Maria Luís Albuquerque para os contratos 'swap' na empresa do Metro do Porto e que ela, “pura e simplesmente”, não respondeu. Quanto ao Governo, Rui Rio lamentou os “erros primários nestes dois anos”, a começar pelo “disparate completo” da criação de superministérios, “em nome da demagogia”. “O erro está corrigido, mas o elo mais fraco é este erro com a ministra das Finanças”, vincou. Até o “reforço do CDS-PP” na recente remodelação governamental é, para Rio, culpa da ministra. “É o preço que o Governo pagou por manter a ministra das Finanças”, observou. Questionado sobre se o executivo tem condições para se manter durante mais dois anos, o autarca sustentou que “vai depender do mérito do Governo”, mas afirmou que o mesmo tem agora “mais hipóteses do que há dois meses”. 

 Rui Rio destacou o papel do Presidente da República na gestão da crise política, porque a forma como a geriu “criou condições mais favoráveis ao país”. O autarca social-democrata revelou que apenas “qualquer coisa transcendente e importante para o país pode alterar por completo” a programação de vida “fora da política” desenhada para depois das autárquicas, quando termina o mandato de 12 anos na Câmara do Porto. “A minha programação de vida é sair para uma atividade ligada à minha profissão de economista. Estou à procura de uma saída profissional fora da política”, adiantou. Quanto aos mercados, que “há dois anos” colocaram Portugal “no lixo”, Rio nota que agora aplaudem o país dizendo que está no bom caminho mas “a situação ainda é pior”. “Batem-nos palmas porque tivemos um Governo que teve coragem de tomar medidas duras e uma população que teve capacidade de as sofrer quase em silêncio”, observou. Para Rui Rio, “os assobios são mais para a 'troika', que impõe ao Governo mais do que devia”. 

 O social-democrata sustentou que o crescimento económico do país depende da sua capacidade de “exportar mais” e apontou como “pedra de toque” o investimento estrangeiro que é preciso promover, “com um pacote eficaz de medidas amigas do investimento”. A ministra das Finanças garantiu hoje que não demorou dois anos a resolver o problema dos ‘swap’ e que o aumento das perdas potenciais para 3000 milhões de euros teve a ver com as taxa de juro, que o executivo não controla.

*  Entre  um PSD e uma PSDinha não vale a pena intrometer, deixa-os pousar.

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ANA CRISTINA CORREIA GIL

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A fúria da avaliação

É que não se pode ir de férias descansado. A “silly season” já não é o que era. Ou então é “silly season” todo o ano. Ele é a remodelação do governo (a fingir que é desta), o nascimento do Jorge Alexandre (muita gente perdeu apostas com o nome deste príncipe), o Papa a ser corrigido pelo Vaticano (os ateus afinal não podem ir para o céu, como ele afirmou), a confusão dos contratos swap, a privatização dos CTT (mais uma), o bebé da ministra Assunção Cristas que não há maneira de nascer…
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A coroar o mês, fala-se agora em submeter os professores a um exame que selecionará os que podem lecionar, como se já não bastasse aquilo a que esta classe profissional tem vindo a ser submetida nos últimos tempos. Segundo as últimas notícias, só poderão dar aulas aqueles que tiverem catorze valores, ou acima, no novo exame que vai ser implementado. Ora isto significa que os milhares de docentes que tiveram uma média de licenciatura abaixo desta nota ficarão de fora do sistema de ensino, independentemente dos anos de serviço que tenham e das avaliações a que já tenham sido submetidos.
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Não se pode “tapar o sol com a peneira”: esta medida é um atestado de incompetência às universidades portuguesas. Quer dizer, o sistema de ensino superior, que é em grande parte oficial, confere aos licenciados um grau que lhes permite seguir a via de ensino. Este sistema, que se dizia estar a precisar de ser remodelado e reavaliado, está a ser submetido a uma extensa (e intensa) avaliação, levada a cabo pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES). Ou seja, todos os cursos superiores do país estão a ser submetidos a um processo de acreditação, cujos resultados podem resultar numa de três hipóteses: ou os cursos encerram por não terem condições para continuar; ou são aprovados com condições (que têm de ser respondidas num determinado espaço de tempo); ou são aprovados “tout court”. A avaliar pelo Guião de Autoavaliação que cada ciclo de estudos (licenciatura, mestrado e doutoramento) tem de preencher (disponível em www.a3es.pt, para quem estiver interessado em ocupar um serão de insónia) e pelas visitas que as comissões de avaliação têm feito às universidades, o processo é rigoroso, moroso e determinante para a triagem dos cursos.
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É por isso que é incompreensível surgir agora a determinação deste exame para os professores, já que ela faz tábua rasa de tudo o que já foi feito. Põem-se assim em xeque gerações de licenciados, anos de exercício profissional, milhares de avaliações de professores e de cursos já feitas, em nome de um só exame que, num par de horas, decidirá o futuro de muita gente.
Há ainda a considerar o facto de que não é lícito concluir que um professor que tenha tido uma média abaixo de catorze seja um mau professor ou esteja inapto para ensinar. Conheço muitos docentes competentes, dedicados e cumpridores que não chegaram a essa fasquia por várias ordens de razões, mas que nem por isso ficam aquém daquilo que é pedido a um profissional nesta área. Dá-se até o caso de muitos “sub-14” terem mais vocação e mais vontade de se aprimorar do que os outros.

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É a fúria da avaliação no seu esplendor. O pior disto tudo é que muitos bons professores vão ser injustamente afastados da docência, se isto for para a frente. Não me parece que seja este o caminho para assegurar a qualidade do nosso ensino.
Boas férias!


IN "AÇORIANO ORIENTAL"
29/07/13

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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

PGR recebe pedido de auxílio britânico 
no caso Maddie

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu um pedido de auxílio judiciário das autoridades britânicas, no âmbito da investigação aberta em Londres ao desaparecimento da criança inglesa Madeleine McCann, em 2007, no Algarve.
Aspecto possível de Maddie aos 9 anos

Em nota enviada nesta terça-feira à agência Lusa, a PGR refere que recebeu "um pedido de auxílio judiciário mútuo das autoridades britânicas", acrescentando que "não existe previsão de quando é que as diligências terão lugar".

Ressalva ainda a PGR que "as autoridades britânicas não poderão realizar diligências em território português, podendo apenas ser permitida a sua presença para assistirem as autoridades portuguesas na execução do mencionado pedido". Significa que as autoridades britânicas não poderão realizar qualquer interrogatório ou diligência sem que sejam acompanhadas pelo Ministério Público (MP).

As autoridades londrinas confirmaram que há portugueses entre as 38 pessoas de interesse que a polícia britânica deseja interrogar na investigação que foi aberta naquele país.
A imprensa britânica já tinha avançado a hipótese de a Scotland Yard abrir a sua própria investigação ao caso, no seguimento da revisão aberta em 2011 por intervenção do primeiro-ministro, David Cameron.
Na altura, a polícia confirmou que uma delegação de responsáveis superiores da Procuradoria da Coroa e de detectives britânicos visitou Portugal em meados de Abril para discutir os próximos passos a dar com as autoridades portuguesas.

Os pais, Kate e Gerry McCann, e um outro britânico, Robert Murat, foram constituídos arguidos pelas autoridades judiciais portuguesas em Julho de 2007, mas, a 21 de Julho de 2008, o MP determinou o arquivamento das suspeitas, o que ditou o fim das investigações.
O MP português sempre admitiu a reabertura, caso surjam novos dados sobre o desaparecimento da criança de um aldeamento turístico da Praia da Luz.

* À época as autoridades britânicas, bem como os pais de Maddie, foram da mais rotunda boçalidade quando se referiram aos investigadores portugueses bem como o Gordo Brown que parecia ter o rei na pança. 
Mas o que importa é a criança, esta é uma oportunidade de a PGR ensinar aos holigans da autoridade inglesa alguma boa educação, aliás o célebre "five o'clock tea" foi introduzido em Inglaterra por uma raínha portuguesa, filha de D.João I.

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 VII-TABU

4.ÁLCOOL




ÚLTIMO EPISÓDIO

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HOJE NO
"RECORD"

DECO sugere protesto pela perda 
da Benfica TV

A DECO alertou esta terça-feira que os consumidores que subscreveram um serviço de televisão por incluir a Benfica TV sem pagar mais por isso devem agora exigir uma redução do preço devido à retirada desse canal da oferta geral. 

Em comunicado, a DECO - Associação para a Defesa do Consumidor refere que desde 1 de julho que a Benfica TV passou a canal 'premium', ou seja, passa a ser pago, uma vez que foi retirado da grelha de canais do serviço das operadoras Portugal Telecom (Meo), Optimus (Clix) e Cabovisão, "o que motivou algumas reclamações" dos leitores da Proteste.

"Os consumidores que aderiram àqueles serviços motivados pela inclusão da Benfica TV viram as operadoras alterarem unilateralmente os contratos. Para quem se sente lesado, o pacote contratado pode ter perdido valor (senão todo o valor)", aponta a DECO. Por isso, a associação considera que os clientes deste serviço devem reclamar junto da operadora, através de uma carta-tipo disponibilizada pela DECO. A associação "entende que, para respeitar o equilíbrio das duas partes no contrato, esta alteração unilateral deve ser compensada através de uma redução do preço acordado (no valor de cinco euros por mês até ao final do período de fidelização) ou da possibilidade de rescindir o contrato sem custos".

Em alternativa, "a DECO também aceita que as empresas negoceiem individualmente com os consumidores outras formas de compensação, que podem passar, por exemplo, pela oferta de canais ou serviços da preferência dos consumidores". A DECO garante que vai continuar a acompanhar "este processo e adotará todas as medidas para salvaguardar os direitos e interesses dos consumidores".

* FAÇA VALER OS SEUS DIREITOS OU EVACUAM-LHE, (esta é delicada), EM CIMA.

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Músicas do Mundo



SINES 2013



Amadou & Mariam



MALI


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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

"Pobrezinhos" 
de Cristina Espírito Santo 
geram polémica

As declarações da filha de Jorge e Kiki Espírito Santo à "Revista" do semanário "Expresso" foram replicadas dezenas de vezes nas redes sociais e geraram indignação. 
- POBRES, QUE HORROR!
"É como brincar aos pobrezinhos". A frase da filha de Jorge Espírito Santo, inserida numa reportagem da "Revista", publicação do semanário "Expresso", sobre a zona da Comporta, está a gerar polémica nas redes sociais, tendo sido partilhada e criticada inúmeras vezes. 

Cristina Espírito Santo Toscano Rico, membro da família proprietária do Banco Espírito Santo, comentava o facto de ter casa de férias naquela zona e de ali adotar um estilo de vida mais desprendido.
A zona da Comporta, freguesia do concelho de Álcacer do Sal, é muito procurada na época balnear e frequentada maioritariamente pela classe alta. 

* Este comportamento só é notícia por a "piquena" ser coerente com o "espírito" de família no modo como entende o resto da plebe lusa, o que não a impede de ser uma pobre de "espírito".

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QUE SUSTO!!!



Dois caçadores submarinos não ganharam para o susto. Aproximavam-se do barco quando um cardume  de sardinhas surgiu por perto, logo duas baleias abriram a goela para comerem quantas mais melhor, por um triz os homens não fizeram companhia aos  peixes.

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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Função pública desconta mais para a
. ADSE a partir de Agosto

Os descontos dos funcionários públicos para o sistema de segurança social vão aumentar a partir de quarta-feira. O aumento será feito em duas fases, como estava previsto e aprovado.
Os funcionários públicos e pensionistas do Estado vão descontar mais para os sistemas de segurança social. Uma medida já conhecida, mas que esta terça-feira, 30 de Junho, está vertida em Diário da República, depois de ter sido promulgada pelo Presidente a 24 de Julho.

Assim, de acordo com as novas regras, os descontos aumentam de 1,5% para 2,25% a partir de quarta-feira, dia em que entra em vigor o diploma. Voltando a subir em Janeiro do próximo ano para 2,5%.

O diploma que prevê o aumento dos descontos foi publicado esta terça-feira e entra amanhã, 31 de Julho, em vigor. Funcionários e pensionistas deverão por isso sofrer uma quebra líquida no salário ou na pensão já a partir de Agosto.

Só permanecem isentos os pensionistas com uma pensão inferior a um salário mínimo (485 euros).

Estas taxas serão aplicadas aos funcionários públicos e pensionistas do Estado que descontam para a ADSE, ADM (militares) e SAD (forças de segurança não militarizadas).

Paralelamente, descem os descontos feitos pelas entidades empregadoras.

O objectivo é aumentar o financiamento directo do sistema pelos seus beneficiários, reduzindo o encargo do Orçamento do Estado.

Como o Governo já tinha explicado e consta da explicação do diploma, "as alterações constantes do presente diploma visam que os subsistemas de protecção social no âmbito dos cuidados de saúde sejam autossustentáveis, isto é, assentes nas contribuições dos seus beneficiários".

Esta segunda-feira o secretário de Estado da Administração Pública informou os jornalistas que os funcionários que aderirem ao programa de rescisões por acordo que arranca em Setembro poderão continuar a ser beneficiários da ADSE, desde que estejam dispostos a pagar 2,5% do último salário.

* Quando se acaba com este tumor maligno que é a ADSE? 
Os contribuintes, todos, sustentam esta fantochada de benesses enquanto os funcionários cobrem menos de 20% dos custos. 
O contribuinte que não é funcionário do Estado sustenta, por exemplo, consultas, internamento, tratamentos, cirurgias e medicamentos em instituições privadas, que o sr. funcionário público consome! É justo!

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 TÃO QUASE REAIS














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HOJE NO

" DESTAK"

Anterior Governo sabia de 'swaps' 
pelo menos desde 2010 
- Maria Luís Albuquerque 

A ministra das Finanças garantiu hoje que Costa Pina sabia de 'swaps' problemáticos desde 2010, acusando-o de "falhas graves" de memória, já que a governante não podia passar a Vítor Gaspar a sua preocupação com 'swaps' porque não o conhecia na altura.


 "No dia em que essa conversa entre o Professor Teixeira dos Santos, Professor Vítor Gaspar e o Doutor Costa Pina [na altura secretário de Estado do Tesouro e Finanças] teria supostamente ocorrido, a 18 de junho de 2011, eu não conhecia o Professor Vítor Gaspar. Parece-me ficar claramente demonstrado que a memória do Dr. Costa Pina no respeitante ao que foi dito nessas reuniões tem falhas graves", afirmou Maria Luís Albuquerque na comissão de inquérito que investiga a contratação de 'swaps' pelas empresas públicas. Maria Luís Albuquerque explicou que durante a reunião, a 29 de junho, com Carlos Costa Pina, este como antigo secretários de Estado do Tesouro e Finanças e ela como secretária de Estado em funções, o tema dominante foi o BPN, que tinha de ser vendido até ao final desse mesmo mês.

* Uma pepineira, o nojento governo anterior não existe, os eleitores penalizaram o partido que governava e escolheram outros. O que se esperava era da parte do actual governo menos palavreado e mais acção, mas o que apetece é vomitar sobre a obra feita. 
Acessória é a senhora ministra, será que ainda não percebeu?

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SOLDAGEM DE CARRIS

SUÉCIA





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HOJE NO
 "i"

Políticos envolvidos em swaps e PPPs não devem voltar a cargos semelhantes

Sociólogo entende que políticos e gestores públicos que tomaram decisões gravosas para o país devem ser afastados do exercício de funções semelhantes “durante um prazo ou para sempre”

António Barreto considera que os partidos que governaram o país foram responsáveis pela situação de bancarrota e diz que os políticos e gestores responsáveis por negócios ruinosos para o país devem ser impedidos de voltar a desempenhar cargos públicos.


Em entrevista à Antena 1, o sociólogo defende que devia existir “uma legislação qualquer que dissesse explicitamente que as pessoas envolvidas em situações de decisão política e pública gravosas para o país, como os casos das PPPs e dos swaps, estariam afastadas da participação em decisões semelhantes durante um prazo ou para sempre”.

António Barreto considera que as parcerias público-privadas e os contratos de risco feitos em empresas públicas são exemplos de operações ruinosas, que hipotecaram o futuro do país.
“Todos os partidos se entretiveram a aumentar os benefícios e as benesses e os contratos a pagar daqui a 10, 20, 30, 40 ou 50 anos. O escândalo nacional que são as PPPs, os swaps e as operações deste género, vieram hipotecar um país inteiro por muitos e muitos anos”, acusa o sociólogo.

Para o investigador estas operações serviram para que os responsáveis políticos obtivessem vantagens para si próprios, para os seus partidos ou para os seus governos, “arranjando trabalho para outras pessoas para depois ganharem os votos, concursos para empresas e grupos económicos para poderem entrar e repartir um bolo melhor com pagamentos a longo prazo. Toda esta operação de repente se verificou que tinha colocado Portugal debaixo de uma ameaça terrível de bancarrota”, conclui.

O ex-ministro das Finanças, Vítor Gaspar, e a actual responsável da tutela, Maria Luís Albuquerque, são ouvidos hoje no parlamento para explicar a celebração dos contratos swap nas empresas públicas.

* Uma questão de bom senso mas os actores partidários são pouco sensíveis à seriedade.

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Estou cansado !!! 

Tenho 70 anos e estou cansado. Excepto um breve período na década de 60, quando fiz o meu serviço militar, tenho trabalhado duro desde que eu tinha 12 anos. Trabalhava 50 horas por semana, e não caí doente em quase 50 anos. Tinha um salário razoável, mas não herdei o meu trabalho ou o meu rendimento. Eu trabalhei para chegar onde estou, e cheguei economizando muito, mas estou cansado, muito cansado. 
 Estou cansado de que me digam que eu tenho que "distribuir a riqueza" para as pessoas que não querem trabalhar e não têm a ética de trabalho. 

Estou cansado de ver que o governo fica com o dinheiro que eu ganho, pela força, se necessário, e o dá a vagabundos com preguiça para ganhá-lo. 

 Estou cansado de ler e ouvir que o Islamismo é uma "religião da paz", quando todos os dias eu leio dezenas de histórias de homens muçulmanos a matar suas irmãs, esposas e filhas pela "honra" da sua família; de tumultos de muçulmanos sobre alguma ligeira infração; de muçulmanos a assassinar cristãos e judeus porque não são "crentes"; de muçulmanos queimando escolas para meninas; de muçulmanos apedrejando adolescentes, vítimas de estupro, até a morte, por "adultério"; de muçulmanos a mutilar o genital das meninas, tudo em nome de Alá, porque o Alcorão e a lei Sharia diz para eles o fazerem. 

 Estou cansado de que me digam que por "tolerância para com outras culturas" devemos deixar que Arábia Saudita e outros países árabes usem o dinheiro do petróleo para financiar mesquitas e escolas madrassas islâmicas, para pregar o ódio na Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá e, enquanto que ninguém desses países está autorizado a fundar uma sinagoga, igreja ou escola religiosa na Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe, para ensinar amor, tolerância e paz. 

Estou cansado de que me digam para eu baixar o meu padrão de vida para lutar contra o aquecimento global, o qual não me é permitido debater. Estou cansado de que me digam que os toxicodependentes têm uma doença, e eu tenho que ajudar no seu tratamento e pagar pelos danos que fazem. Eles procuraram a sua desgraça. Nenhum germe gigante os agarrou e encheu de pó branco seus narizes nojentos, ou à força injetou porcaria em suas veias asquerosas. 

 Estou cansado de ouvir ricos atletas, artistas e políticos de todas os partidos, o que chamo de papagaios, falarem sobre erros inocentes, erros estúpidos ou erros da juventude, quando todos sabemos que eles pensam que seus únicos erros foi serem apanhados. 

Estou cansado de pessoas sem senso do direito, sejam elas ricas ou pobres e de justiça que não funciona. Estou realmente cansado de pessoas que não assumem a responsabilidade por suas vidas e ações. Estou cansado de ouvi-las culpar o governo e a sociedade de discriminação pelos "seus problemas." Também estou cansado e farto de ver homens e mulheres serem repositório de pregos, pinos e tatuagens de mau gosto, tornando-se assim pessoas não-empregáveis e, por isso, reivindicando dinheiro do governo (Dos impostos pagos por quem trabalha e produz).

 Sim, estou muito cansado. Mas também estou feliz por ter 65 anos, porque não vou ter de ver o Mundo que essas pessoas estão CRIANDO. Mas estou triste e penso que futuro para netos e filhos ainda bastante novos. 

Graças a Deus estou no caminho de saída e não no caminho de entrada. Não há maneira de isto ser amplamente divulgado... A menos que cada um de nós colabore, enviando e ganhando força para contrariar esse (mau) caminho que o Mundo, por força de (péssimos) governantes, nos está proporcionando. É esta a nossa chance de fazermos a diferença. Você estará muito cansado para enviar isto ?!

* Este é o tipo de texto para o qual devemos estar atentos e recusá--lo.
- É um texto xenófobo quando  refere os erros exarcebados de religiosos muçulmanos mas omite, por exemplo, o clero pedófilo.
- É mentiroso quando junta no mesmo pote cidadãos no desemprego com um nicho de pessoas vagabundas.
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- Com 70 anos omite que é reformado, fala verdade quanto à brutalidade dos impostos, mas aldraba quando se torna o centro da virtude e da seriedade.
- Auto-elogia-se quando diz que não herdou trabalho como se fosse um acto único, quando a maioria dos portugueses não herdaram nada e se têm alguma coisa é porque tiveram hipótese de poupar à custa de sacrifício.
-  Desdenha a sorte de não ter estado doente durante 50 anos, humilha toxicodependentes mas esquece-se da violência doméstica e dos maus tratos em crianças no Ocidente.
- O autor, deve ser um pau mandado duma qualquer seita religiosa brasileira, atente-se ao texto, seitas que normalmente dominam os fiéis pelo medo.

PREVINA-SE, UMA OU DUAS VERDADES FAZEM 
DE MOLDURA A UM  QUADRO DE ÓDIO!

RECUSE ESTE TEXTO OU SEMELHANTES!
APAGUE-OS DA SUA CAIXA DE CORREIO!


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 HOJE NO
"A BOLA"

Portugal com 12 atletas 
nos Mundiais de Moscovo

A Federação Portuguesa de Atletismo divulgou esta terça-feira a lista de selecionados para os Mundiais de atletismo, que decorrerão em Moscovo, de 10 a 18 de agosto.
Serão 12 os atletas que vão competir na Rússia, numa seleção desfalcada de nomes como Jéssica Augusto, Patrícia Mamona ou Nélson Évora.
Lista de atletas selecionados:

Ana Cabecinha – CO Pechão (AA Algarve) – 20 km Marcha
Ana Dulce Félix – Maratona CP (AA Lisboa) – 10 000 metros
Edi Maia – Sporting CP (AA Lisboa) – Salto com Vara
Hermano Ferreira - Conforlimpa (AA Lisboa) - Maratona
Inês Henriques - CN Rio Maior (AA Santarém) – 20 km Marcha
Irina Rodrigues – Sporting CP (AA Lisboa) – Lançamento do Disco
João Vieira – Sporting CP (AA Lisboa) – 20 km Marcha
Marco Fortes – SL Benfica (AA Lisboa) – Lançamento do Peso
Marcos Chuva – SL Benfica (AA Lisboa) – Salto em Comprimento
Pedro Isidro – SL Benfica (AA Lisboa) – 50 km Marcha
Sérgio Vieira – SL Benfica (AA Lisboa) – 20 km Marcha
Vera Santos – Sporting CP (AA Lisboa) – 20 km Marcha 

* Sabemos que são trabalhadores, dêem-nos alegrias, tragam resultados.

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MÁ IDEIA





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HOJE NO
 "PÚBLICO"

Toxicodependentes e viciados em jogo
.vão integrar rede de referenciação

Toxicodependentes e pessoas viciadas em jogo vão passar a integrar uma rede de referenciação de comportamentos aditivos, já aprovada pelo Governo, em que centros de saúde, hospitais e unidades especializadas trabalharão em conjunto para uma intervenção mais precoce.


A Rede de Referenciação/Articulação no âmbito dos Comportamentos Aditivos e das Dependências “está feita”, carecendo apenas de “algumas afinações”, revelou o director do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD).
João Goulão explicou que esta rede é “uma reformulação” do documento aprovado em 2010, ainda na vigência do antigo Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), para referenciação das pessoas com problemas ligados ao álcool, que envolvia os cuidados de saúde primários, unidades de toxicodependências, alcoologia, saúde mental e serviços hospitalares. “Agora, com a passagem das unidades do IDT para a dependência das Administrações Regionais de Saúde (ARS) houve uma reformulação desse documento”, feita pelo SICAD e as ARS.

O documento, já aprovado pelo secretário de Estado adjunto e da Saúde, Fernando Leal da Costa, “estabelece os níveis de intervenção dos cuidados de saúde primários, das unidades especializadas e ultra especializadas e quais deverão ser os circuitos dos doentes em cada região”, explicou. “O que se pretende é que a curto prazo haja também a referenciação de pessoas com outro tipo de problemas como o jogo patológico”, avançou. O documento servirá como “um manual de referenciação perante uma determinada situação e diagnóstico e estabelece a quem compete a responsabilidade de abordar as situações”, explicou João Goulão.


Por outro lado, adiantou, pretende-se que os médicos de família tenham um papel ainda mais relevante, apesar de já serem “os principais identificadores” das situações. “O que pretendemos é que sejam dotados de mais conhecimentos nesta área, através de formação específica, e que sejam capazes de constituir verdadeiramente a primeira linha não só encaminhamento mas também na abordagem da terapêutica destas situações de adição”, sustentou.

Para José Rocha Almeida, da Associação Portuguesa de Adictologia, esta rede irá “melhorar o nível de intervenção” juntos destes doentes. “Durante muitos anos este problema esteve praticamente confinado aos serviços de tratamento do IDT” e os “médicos de família não entravam muito nestes tratamentos, porque havia serviços próprios”, disse o psiquiatra. Neste momento, sublinhou José Rocha Almeida, “com a integração os serviços nas ARS, é altura dos cuidados primários e as áreas hospitalares trabalharem em rede para melhor detectar, intervir e referenciar estes utentes”.


Para o psiquiatra, a rede vai permitir que o médico de família possa “detectar estas situações, intervir imediatamente e ao mesmo tempo sentir que pode contar com o apoio de estruturas especializadas e dos hospitais, caso seja necessário internamento”. Uma intervenção mais precoce possibilitará “um grande avanço no sentido de prevenir comportamentos de risco mais avançados que possam surgir à medida que os consumos se vão intensificando. Já a intervenção do médico de família poderá permitir um corte neste tipo de dependência e evitar comportamentos de risco que se podem agravar no futuro, acrescentou.

* Vale mais tarde do que nunca.

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