terça-feira, 16 de julho de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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CICLO TURISMO























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HOJE NO
 " PÚBLICO"

Aquecimento global pode fazer subir 
nível do mar em 2,3 metros por 
cada grau centígrado

Cientistas acreditam que esta é a primeira "estimativa robusta" do impacto que pode ter o aumento da temperatura do planeta nos oceanos. É preciso adaptar as zonas costeiras, alertam.

O nível do mar pode subir 2,3 metros por cada grau centígrado que aumentar a temperatura do planeta, e manter-se assim durante séculos. Esta é a conclusão de um estudo elaborado por um reputado instituto de investigação alemão, que analisa o impacto do aquecimento global no degelo dos glaciares e icebergues. 


Anders Levermann, coordenador do trabalho elaborado no Instituto para a Investigação sobre o Impacto do Clima, em Potsdam, diz que esta é a primeira análise feita com base na história da evolução do clima, combinada com simulações em computador dos três factores que podem contribuir para a subida do nível do mar a longo prazo: a expansão termal (aumento de temperatura) dos oceanos, o recuo dos glaciares de montanha e o degelo das calotes glaciares da Gronelândia e da Antárctida.
"No passado, havia alguma incerteza e não se sabia quanto poderia ser [o aumento]", afirmou Levermann à Reuters. "O que estamos a dizer agora é que, tendo em conta tudo o que sabemos, temos uma estimativa robusta de 2,3 metros de subida do nível do mar por cada grau de aquecimento", explicou.
Nos últimos cem anos, o nível do mar subiu 17 centímetros, a uma média de três milímetros por ano, segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, da ONU). Um terço deste aumento resulta do degelo na Antárctida e na Gronelândia.


Segundo o mesmo organismo, a temperatura média da superfície do planeta subiu cerca de 0,8 graus centígrados desde a Revolução Industrial (meados do século XVIII) e deverá aumentar entre 0,4 a 1 grau entre 2016 e 2035, em comparação com as temperaturas registadas no período de 1985 a 2005.
Não há consenso na comunidade científica sobre o que causa o aquecimento global. Por um lado, o IPCC admite que este é resultado da emissão de gases com efeito de estufa, provenientes da queima de combustíveis fósseis. Outros cientistas consideram que o aumento da temperatura global resulta das flutuações naturais do clima no planeta, não resultando por isso da acção humana.

Seja como for, cerca de 200 países concordaram em tomar medidas para limitar o aumento da temperatura para menos de dois graus centígrados acima da era pré-industrial. “A subida do nível do mar é algo que não podemos evitar, a menos que as temperaturas globais desçam novamente”, observou Anders Levermann, citado pela Reuters.
“Os nossos resultados indicam que é preciso uma maior adaptação das zonas costeiras. É provável que algumas regiões actualmente muito povoadas não possam ser protegidas no longo prazo”, admitiu.
Alguns estudos já tinham estimado a elevação do nível do mar para cerca de 2 metros até 2100, o que provocaria o alagamento de algumas regiões – é o caso do Bangladesh e do estado americano da Flórida, por exemplo.

“Acreditamos que a nossa estimativa é robusta por causa da combinação das leis da física com os dados que usamos”, sublinhou o coordenador do estudo. “Penso que estabelecemos um modelo de referência sobre quanto vai subir o nível do mar com os aumentos da temperatura”, rematou.

* Pensemos nos netos dos nossos netos...

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 4-O DEGELO 
DO GLACIAR

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FONTE: doismiledoze

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HOJE NO
" DIÁRIO ECONÓMICO"

Confiança piora na
 Alemanha inesperadamente

O índice ZEW caiu em Julho para os 36,3 pontos, face aos 38,5 pontos registados no mês anterior.

A confiança dos investidores alemães caiu inesperadamente em Julho, sinalizando que a maior economia da zona euro tem algumas dificuldades para manter a força.
O ANTI GRIPAL

O índice ZEW, que mede as expectativas de analistas e investidores sobre o desenvolvimento económico nos seis meses seguintes, caiu para 36,3 em Julho, face aos 38,5 em Junho.

Esta é a primeira quebra em três meses e contraria as previsões dos economistas que
esperavam uma subida para os 40 pontos, de acordo com os 37 peritos consultados pela Bloomberg.

Os restantes indicadores têm dado sinais contraditórios, o que faz com que os economistas não estejam demasiado pessimistas. Por um lado, a produção industrial alemã bem como as encomendas industriais e as exportações caíram em Maio. Além disso, o BCE refere que as previsões económicas da zona euro - o maior parceiro comercial da Alemanha - apresentam ainda riscos. Mas, por outro lado, o desemprego e a confiança dos empresários subiram.

* Se a Alemanha engripa Portugal apanha uma pneumonia, escrevam!

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3-LISBOA,
CRÓNICA ANEDÓTICA
CINEMA PORTUGUÊS

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«Lisboa, Crónica Anedótica», é um clássico do cinema mudo português. Realizado por Leitão de Barros, o filme estreou-se a 1 de Abril de 1930, no Cinema S. Luíz. O filme retrata uma série de episódios seguidos da vida Lisboeta. 
As várias figuras profissionais do bulício da cidade do ardina, ao polícia, ao militar. Os estudos e o lazer dos alunos. As docas e a faina. Os bairros populares, os monumentos e praças do Comércio e Figueira. O trânsito em Lisboa.
As actividades domingueiras, os desportos, os turistas. Os velhos e as crianças, símbolos do fim e início de um ciclo de vida. 
Para interpretar o filme, Leitão de Barros foi buscar os nomes mais consagrados do teatro português, tais como: Adelina Abranches; Nascimento Fernandes; Chaby Pinheiro; Irene Isidro; Alves da Cunha; Costinha; Vasco Santana; Estêvão Amarante; Beatriz Costa; Erico Braga; Luísa Durão; Ester Leão; Teresa Gomes, entre muitos outros.
 
 
FONTE: PAULO ALMEIDA
 
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HOJE NO
 " CORREIO DA MANHÃ"

Pobreza severa atinge 860 mil

 Milhares de portugueses sem dinheiro para refeições de carne e peixe, alerta inquérito. Condições de vida agravaram-se para 30 mil pessoas

A pobreza severa agravou-se em Portugal, em 2012, atingindo cerca de 860 mil portugueses - 8,6 por cento da população residente, que não pode fazer uma refeição de carne ou peixe de dois em dois dias nem ter eletrodomésticos ou telefones. 
O alerta consta do relatório do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre Rendimento das Famílias e Condições de Vida, que mostra que, entre 2011 e 2012, as condições de vida agravaram-se para cerca de 30 mil pessoas, que deixaram de ter condições para pagar as prestações de crédito ou não conseguem fazer frente a uma despesa inesperada. 

De acordo com o mesmo documento, em 2012, 21,8% dos residentes em Portugal viviam em privação material, mais 0,9 pontos percentuais face ao ano anterior (20,9%). O INE indica ainda que cerca de dois milhões de portugueses vivem com menos de 416 euros mensais (valor do limiar de pobreza). 

O risco de pobreza aumentou, sobretudo, entre os desempregados e as famílias com filhos. E se se acrescentar à pobreza o risco de exclusão social, o valor do risco de pobreza é de 25,3 por cento da população portuguesa, mais 1,1 por cento do que no ano anterior. Isto significa que mais de um quarto da população enfrenta grandes dificuldades, mesmo quem tem trabalho. 

Se não fossem as transferências sociais - pagamento de pensões, reformas e subsídios - o número de portugueses que estaria em situação de pobreza chegaria aos 4,5 milhões, ainda segundo cálculos dos INE. 
Por outro lado, aumentou o fosso entre os mais ricos e os mais pobres. "A assimetria na distribuição de rendimentos tem vindo a aumentar ligeiramente desde 2010, ao contrário da tendência verificada entre 2004 e 2009", diz o Instituto. O inquérito foi elaborado entre maio e julho do ano passado e dirigiu-se a 7187 famílias. 

* Os políticos, banqueiros, grandes empresários e alguns outros andam a fazer troça destes portugueses, brincam com o fogo talvez se queimem.

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SANDRA CARDOSO

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A revolta 
das maçãs

 A questão assumiu, no meu agregado familiar, uma dimensão gigantesca. Debatemo-nos há semanas com um problema de maçãs. E não, não há aqui metáfora alguma, nem analogia com a realidade política, como noutros tempos em que Portugal aparecia na capa de uma revista internacional representado por um fruto proibido, perfeito por fora e podre por dentro. Hoje não há ilusões. Seríamos uma maçã carcomida, engelhada e arrasada pelas lagartas.

Mas voltemos ao foco. Tudo começou numa vulgar ida a uma superfície comercial, para abastecer de frutas e legumes. E na hora de comprar maçãs – o básico fruto que tem sempre lugar nos preferidos cá de casa – reparamos na origem: Nova Zelândia. Começámos por ficar com uma certa inveja do viajado fruto e passámos logo a examinar as origens das reluzentes maçãs empilhadas ao lado, na esperança de encontrar qualquer coisa como Alcobaça. Polónia, Colômbia, Brasil e outros tantos países inesperados e de Portugal nada. Estranhámos e não tendo ali um Borda D' Água (nem um Gaspar de serviço) pensámos que o melhor era ir à procura de fruta da época. Mas os pêssegos também vinham da América do Sul. As cerejas eram de Espanha e só escapou o melão.

Pensámos que teria sido uma infeliz coincidência, mas dessa vez não vieram as maçãs. Trocámos de estabelecimento, fomos a uma grande superfície. O mesmo problema e continuámos orgulhosos de costas voltadas para a maçã estrangeira. Salvou-nos a banana da Madeira, que nem sempre há. E apenas três semanas depois é que a maçã voltou cá a casa, depois de ter dado uma grande golpada, a sonsa: Tinha rótulo de Moimenta da Beira, mas vinha de Itália. Desde então encetámos uma cruzada em busca da maçã portuguesa, sem sucesso é certo. Mas o pior é que esta coisa de olhar para as origens está a tomar proporções inimagináveis, e já dei por mim a declinar alho da China. E a lembrar as palavras sábias do meu pai que me dizia que eu iria recordar-me das idas à horta para colher os legumes frescos para fazer a sopa. Na altura achava uma maçada sujar as mãos a tirar uma cenoura da terra. Pai, se me estás a ler, esse dia chegou.

Não se trata de nenhum nacionalismo provinciano, juro. Mas dei por mim a pensar nos apelos ao regresso à terra. Em palavras gastas como o empreendedorismo, que cai  quando se pensa que não há oportunidade para estas pessoas escoarem as suas pequenas produções. Que fica mais barato trazer maçãs da Nova Zelândia, que comprá-las ou incentivar a sua produção aqui. E que cada vez que  opto por comprar ao pequeno agricultor na beira da estrada, estamos ambos a pisar a linha da legalidade.

E no meio disto tudo, cá em casa, a maçã é  -tal como na bíblia  -fruto proibido. Já há reclamações do mais novo e em mim cresce o medo que esta revolta que começou com as maçãs dê origem a uma coisa maior. É que até para o peixe já olho de lado.

Vive-se uma verdadeira Primavera da fruta e legumes cá em casa.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA"
11/07/13

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

"Situação muito grave" e "asfixiante" 

O presidente da Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas, João Pedro Soares, considerou hoje “muito grave” a situação económica das empresas que operam no mercado interno, visão que é partilhada pelo líder da CGTP, Arménio Carlos.


 Num encontro em que a Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) apresentou ao secretário-geral da CGTP as suas propostas para o setor empresarial e para a reanimação da economia nacional, João Pedro Soares disse que a atual “conjuntura e contexto económico é de muita gravidade, pois Portugal tem muitas empresas do mercado interno (micro, pequenas e médias) que estão numa situação calamitosa”. 

 Arménio Carlos , que também falou no final da reunião, garantiu que estas empresas estão “numa situação asfixiante” devido política do Governo, apesar de serem aquelas que criam maior número de empregos no país. “Houve muita convergência nas soluções que ambas as estruturas propõem, sendo naturalmente diferentes [patronal e sindical]”, esclareceu o presidente da CPPME. Para Arménio Carlos, uma política de recessão, de austeridade e de empobrecimento do país, que “não olha para o mercado interno”, porque continua “a recusar a melhoria do poder de compra quer dos salários, quer das pensões”, não contribui para dinamizar a procura interna do país, melhorar a produção nacional e levar a uma “melhor redistribuição da riqueza”. 

 Segundo a CPPME, “é preciso que Portugal “vire a agulha”, daí que defenda a renegociação da dívida, a dinamização do mercado interno nacional e o financiamento creditício à economia. O secretário-geral da CGTP explicou ainda à Lusa que, “ou há uma aposta na dinamização do mercado interno, com uma rutura das políticas que estão a ser seguidas pelo Governo, através da melhoria do poder de compra dos salários e das pensões, ou veremos mais problemas no futuro”. “Estas foram as questões que estivemos aqui a discutir”, referiu, adiantando que, com "novas políticas", Portugal pode “resolver os seus problemas, reduzir o défice, a dívida, e desenvolver-se”.

 Tanto a CPPME como a CGTP mostraram-se favoráveis a que se realizem eleições "o mais depressa possível", por entenderem que a crise política e económica atual só pode ser superada se for dada “a voz ao povo”, houver "um novo Governo" e se puserem em prática novas políticas.

* Parece-nos que  a CPPME é mais uma correia de transmissão do PCP, desta vez "empresarial". 
Não há dúvida que há uma antropofagia deste segmento da economia e que também empregam muita gente mas "dar a voz ao povo", com o grande respeito que o povo nos merece, é um slogan velho em pen de refugo.

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VII-TABU

2.ÁLCOOL


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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Colégios vão receber menos 
4200 euros por turma/ano

Ministério da Educação e Ciência (MEC) anunciou, em comunicado, acordo com a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) para um corte de 5% no financiamento das turmas com contrato de associação. O que vai permitir poupar 7,8 milhões de euros, refere a tutela. 
 
O NEGOCIANTE
Colégios vão manter as mesmas turmas (cerca de 1800) no próximo ano, mas de 1 de janeiro a 31 de dezembro vão receber 81 023,6 euros por turma/ano. Menos 4264,4 euros do este ano.

O corte para os 85 288 euros anuais por turma acabou por ser aplicado em 2012, depois de a anterior ministra, Isabel Alçada, ter proposto uma redução para 80 080 euros o que levou a uma forte contestação por parte dos colégios e dos pais destes alunos. Antes disso, as escolas recebiam financiamento de acordo com uma fórmula de cálculo antiga e não era um valor uniforme, mas que rondava os 114 mil euros.

A redução acabou por ser aplicada de forma progressiva e o próprio número de turmas foi reduzido. Os contratos de associação, em vigor em cerca de 90 escolas, significam que a tutela paga aos colégios para aceitar alunos em zonas do País onde a oferta pública de escolas não é suficiente para receber todos.

* Quem diz que reduzir é poupar? As famílias portuguesas compram alimentos mais baratos mas não estão a poupar, consomem produtos de menor qualidade.

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BANA



Bo Odjo Preto





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HOJE NO
"RECORD"

Carlos Sá vence Badwater Ultramarathon

O português Carlos Sá, de 39 anos, conquistou esta terça-feira a mítica prova Badwater Ultramarathon, disputada nos Estados Unidos, ao superar toda a concorrência numa prova com distância de 217 quilómetros, disputada no conhecido "Vale da Morte", na Califórnia, com um tempo de 24 horas, 38 minutos e 16 segundos.

O português foi o mais forte numa prova que, além da elevada distância, contava com temperaturas acima dos 50º C, sendo mesmo considerada a mais dura competição de todas as ultramaratonas mundiais.

Nos 217 quilómetros de prova, o atleta natural de Barcelos teve de efetuar uma ascensão desde o nível do mar até aos 2.548 metros de altitude.

* BRAVURA

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OOOPS!!!

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HOJE NO

" JORNAL DE NOTÍCIAS"

 Comissão parlamentar tensa entre deputados da maioria e líder sindical  

Os deputados do PSD e do CDS que integram a comissão parlamentar da Administração Pública aproveitaram esta terça-feira a presença da dirigente sindical Ana Avoila numa audição para criticar a sua participação no último protesto nas galerias do Parlamento. 

Jorge Paulo Oliveira, deputado do PSD, lançou o mote, quando chegou a sua vez de intervir nos trabalhos acercas das leis relativas à duração do período normal de trabalho e à requalificação dos trabalhadores da função pública, destinados às audições dos sindicatos.
"Quero repudiar a participação ativa da Frente Comum nessa ofensa ao Parlamento", disse, num tom exaltado, enquanto mostrava uma foto do protesto onde era visível a presença de Ana Avoila, coordenadora da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, entre os cidadãos que participaram no protesto da semana passada nas galerias do Parlamento.

"Aproveito para denunciar e revelar a nossa perplexidade por a Frente Comum se fazer representar nesta sala por uma pessoa que ofendeu a democracia, o Parlamento e os portugueses. Não posso aceitar este tipo de comportamento", declarou Jorge Paulo Oliveira.
Ana Avoila respondeu: "Nós não reconhecemos qualquer legitimidade a este Governo, mas estamos aqui porque fomos convidados para uma audição com deputados (e não com governantes). Por isso, acho um desplante esse comentário, que mostra má educação".
O episódio acabou por marcar a comissão, com Artur Rêgo, deputado do CDS, a concordar com a posição assumida pelo seu congénere do PSD, e com os partidos de esquerda a criticarem a intervenção de Jorge Paulo Oliveira.

Devido ao incidente, Mariana Aiveca, deputada do Bloco de Esquerda, apresentou mesmo um protesto formal ao presidente da comissão, o deputado socialista Eduardo Cabrita.
"Mostrar uma foto é uma forma pidesca de condicionar uma delegação que veio à casa da democracia", exclamou.
Já Jorge Machado, do PCP, considerou o tom e o conteúdo das intervenções dos deputados do PSD e do CDS "ofensivo".
E foi mais longe: "É uma falta de respeito para quem foi convidado para esta casa".
Por seu turno, a deputada do PS Isabel Santos, apesar de criticar o protesto da semana passada, considerou que é preciso "considerar os motivos que estiveram por trás daquela manifestação".
A deputada sublinhou que "nada proíbe" Ana Avoila de entrar na Assembleia da República, nem a entidade sindical de se fazer representar pela dirigente.
SERÁ VERDADE?

"Não gostaria de voltar a ver aquilo que vi hoje aqui. Não gostaria que nós, deputados, tomássemos aqui o lugar de outras entidades, fazendo coisas que não nos compete fazer", rematou Isabel Santos.
No dia 11 de julho, mais de uma centena de pessoas exigiram a demissão do Governo nas galerias do Parlamento, durante um debate que incluía as alterações na Função Pública, entre outras propostas.
Depois de atirarem balões, cartões amarelos e vermelhos sobre as bancadas parlamentares, os manifestantes gritaram "demissão já" durante cerca de dez minutos, após o que foram retirados do hemiciclo pela polícia.
Os manifestantes estiveram nas bancadas desde o início dos trabalhos, pelas 15:00, e começaram a manifestar-se após o fim da intervenção do secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, e quando o secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, iniciava a sua intervenção.
Após a evacuação, a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, criticou o protesto e admitiu mesmo rever as regras de acesso da população às galerias.

* A Assembleia da República está transformada numa feira de vaidades, o texto acima só noticía pessoas a venderem o seu produto em detrimento dos interesses do país, não há razão para que não se possa "regatear" nas galerias.

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FAMOSAS E 


 ARREDONDOSAS



 Tara Lynn


 Justine Legault



 Christina Mendez


 Barbara Brickner


 Silvia Rho



 Anansa Sims


 Natalie Laughlin



 Ashley Graham


 Kate Dillon


 Fluvia Lucerda


Chloë Agnew

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HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Banco de Portugal prevê menos recessão neste ano e quase estagnação em 2014 devido aos cortes no Estado

Novas previsões antecipam um melhor comportamento das exportações mas também uma maior contracção da procura interna, sobretudo em 2014, em virtude das medidas de consolidação que deverão gerar uma queda “muito pronunciada” no consumo público, resultado de uma “forte diminuição” do número de funcionários públicos.
OS POLÍTICOS E BANQUEIROS À ESQUERDA E OS OUTROS À DIREITA
Pela primeira vez em longos meses, as novas previsões do Banco de Portugal para a evolução da actividade económica são menos negativas do que as anteriores e até menos sombrias do que as da troika e da OCDE. Mas isso é só verdade para 2013, com a instituição presidida por Carlos Costa a antecipar agora no seu Boletim de Verão que o PIB recue 2%, menos do que os -2,3% que eram previstos no Boletim de Primavera e pela troika, e menos do que a queda de 2,7% que a OCDE calculava ainda em Maio.

Por detrás deste novo número está uma evolução mais favorável das exportações, que deverão crescer 4,7% (mais do dobro do até agora esperado), o que compensa a ligeira revisão em baixa da procura interna, explicada por uma evolução mais negativa do investimento, que deverá cair 8,9%, em vez dos -7,1% inscritos no Boletim de Primavera.

Em contrapartida, a projecção para 2014 foi revista em baixa em 0,8 pontos percentuais, com o Banco de Portugal a esperar que, após três anos de recessão, se siga uma quase estagnação da economia portuguesa. A nova previsão aponta para um crescimento do PIB de 0,3%, em vez dos 1,1% que eram esperados ainda na Primavera, o que compara com uma previsão de 0,6% da troika e 0,2% da OCDE.

Porquê este corte? Ele traduz, “no essencial, o impacto da incorporação de medidas de consolidação orçamental entretanto conhecidas com maior detalhe”, explica o BdP, referindo-se ao Orçamento de Estado rectificativo e aos compromissos que decorrem dos relatórios da 7ª avaliação do Programa de Assistência Económica e Financeira. “Estas medidas dão origem a uma queda muito pronunciada no volume do consumo público em 2014, uma vez que o conjunto de medidas de corte da despesa implica uma forte diminuição do número de funcionários das administrações públicas”.

Adicionalmente, escreve o BdP, “está previsto um decréscimo da despesa dos ministérios sectoriais que deverá afectar em larga medida as aquisições de bens e serviços”. Destaque ainda para o “impacto negativo não despiciendo” sobre o deflator do consumo público em 2014 que deverá resultar da redução de salários nas administrações públicas.

O Banco de Portugal chama ainda a atenção para maior probabilidade de voltar a rever em baixa a taxa de crescimento do PIB para 2014 devido à “possibilidade das medidas orçamentais anunciadas induzirem uma maior contracção do consumo privado do que a projectada, como da eventualidade de uma evolução menos favorável das exportações”.

* Não duvidamos de previsões do BdP mas, são previsões. 
Somos um país com a "mania" obsessiva da produção, demagogia absoluta, porque não está identificado o que devemos produzir, a não ser baboseiras.
Portugal é o país do extremo da Europa, está longe dos centros de decisão e tudo o que produzir para exportar tem de contar com custo excessivo de transporte, há pequenos nichos de mercado que estão bem em termos concorrenciais porque produzem bens de muita qualidade.
Mais baboseiras se dizem sobre o investimento, quem ousa investir em Portugal com uma justiça de pechebeque e parlamentares pouco interessados em mudá-la porque esta lhes dá geito, quem traz dinheiro para este país se os encargos sociais correspondem a mais de 80% daquilo que produzimos.
A maioria dos empresários portugueses são senhores feudais, mesmo que minorcas, querem pagar mal e os sindicalistas lutam ferozmente por "direitos adquiridos" para eles, porque a globalização já destruíu o conceito, e, os sindicatos ainda não repararam.
Nós, os portugueses, pensamos que somos especiais mas só somos o "big brother" da pelintrice, as excepções são tão poucas que delas não vale a pena falar.

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 TOU A CAMINHO...

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HOJE NO 
  "DESTAK"

Investigação vai "ajudar" decisores da Europa do Sul na cidadania íntima 

O projeto que Ana Cristina Santos vai desenvolver, com financiamento do Conselho Europeu de Investigação, visa "dotar os decisores políticos" de conhecimento atualizado na área da cidadania íntima, disse hoje à agência Lusa a investigadora de Coimbra. 


A socióloga Ana Cristina Santos, do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, foi contemplada com uma bolsa de 1,462 milhões de euros, com a qual vai realizar o projeto "INTIMATE - Cidadania, Cuidado e Escolha: 

A Micropolítica da Intimidade na Europa do Sul". Trata-se de um trabalho de investigação a desenvolver durante cinco anos, com início em 2014, por uma equipa multidisciplinar e internacional, que promoverá "estudos comparativos sobre conjugalidade lésbica, poliamor, procriação medicamente assistida, 'barrigas de aluguer', redes de cuidado entre pessoas transgénero e coabitação entre amigos", em Portugal, Espanha e Itália.

* Em prol da dignidade do ser humano.

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 SE FAZ FAVOR!






























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HOJE NO
"i"

Adiada votação do relatório de acompanhamento da aplicação do 
Acordo Ortográfico

O grupo de trabalho de acompanhamento do Acordo Ortográfico tem como objetivo recolher opiniões sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

O grupo de trabalho da Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura para acompanhamento do Acordo Ortográfico adiou hoje a votação do relatório, sobre a aplicação das novas normas da língua portuguesa.


A deputada Rosa Arezes, membro do grupo, disse à agência Lusa que "a votação foi adiada para terça-feira ou quarta-feira da próxima semana, para que sejam feitos pequenos ajustes nas conclusões".

"Achou-se por bem tecer alguns comentários, algumas considerações finais e alguns pormenores técnicos, em resultado das audições realizadas pelo grupo de trabalho e dos contributos apresentados no 'site' da Assembleia da República e em comunicações escritas", referiu a deputada social-democrata.

O grupo de trabalho de acompanhamento do Acordo Ortográfico tem como objetivo recolher opiniões sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, aplicado desde 01 de janeiro de 2012 nos documentos do Estado e, desde o ano letivo de 2011/2012, no sistema educativo.

Constituído no âmbito da Comissão de Educação Ciência e Cultura, em janeiro de 2013, o grupo de trabalho pretendia “promover o debate em torno da Língua”.

As dúvidas sobre a aplicação do Acordo, sobre a adequação das novas grafias, a efetiva valorização da Língua e defesa do interesse nacional, encontravam-se nas bases de constituição do grupo, tendo em conta o chamado "regime transitório" do acordo, a decorrer até 2015.
O Acordo foi assinado em 1990, pelos países lusófonos, e entrou em vigor em Portugal em 2009, mas tem um período de adaptação de seis anos, durante o qual são aceites as duas grafias.

Quanto à petição "Pela desvinculação de Portugal ao 'Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa' de 1990", da iniciativa de Ivo Miguel Barroso Pêgo e Madalena Filipa Cerqueira Afonso Homem Cardoso, foi aprovado o parecer do deputado relator Michael Seufert, na reunião de hoje da comissão parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, seguindo agora a petição para debate em plenário na Assembleia da República.

* Continuam a chamar-lhe o "aborto ortográfico".

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