segunda-feira, 15 de julho de 2013

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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STARS AND STRIPES
NEW YORK CITY BALLET

DAMIAN WOETZEL &
MARGARET TRACY




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HOJE NO

" DIÁRIO ECONÓMICO"

Merkel usa Portugal para
 fazer campanha eleitoral  

Chanceler alemã garante ter defendido 
estabilização do euro.

A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou no domingo ter "feito muito" a favor da estabilização do euro na presente legislatura e citou como exemplo as garantias de crédito acordadas com Espanha e Portugal, esperando fazer o mesmo na Grécia.

"Temos demonstrado que a linha da consolidação orçamental é compatível com os impulsos", assegurou a chefe do Governo alemão numa entrevista à televisão pública alemã ARD, a título de balanço da sua governação na atual legislatura antes das eleições gerais de 22 de setembro.
As garantias de crédito assinadas pelo ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, com "Espanha, Portugal e provavelmente com a Grécia" são exemplos que vão nessa direção, acrescentou a chanceler alemã, expressando a sua determinação em manter esse rumo na próxima legislatura, mostrando-se assim confiante na reeleição.

"Temos feito o necessário para estabilizar o euro», pois «estamos conscientes que só quando a Europa vai bem a Alemanha funciona [bem]", afirmou Merkel.
A este propósito, Merkel insistiu que sob a sua gestão se avançou no sentido de alcançar a redução do endividamento estrutural alemão, que deverá passar dos 50 mil milhões de euros acumulados para o nível zero já em 2014.

À escala europeia, referiu ainda, o Governo da Alemanha demonstrou aos seus parceiros que "não serão deixados sozinhos no meio da incerteza", e está disposto a agir «com transparência» e de acordo com os devidos "órgãos de controlo" sobre as medidas adotadas.

* Podemos não gostar de Merkel e odiá-la até pelas desumanidades que a troika nos impõe, é "simplex". Tomáramos ter em Portugal um político a defender o país como ela defende a Alemanha.

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MEIAS PALAVRAS




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HOJE NO
 " CORREIO DA MANHÃ"

Finanças emitem certidões para 
travar subida das rendas

Os serviços de Finanças começam a emitir, a partir de hoje, certidões que atestam o Rendimento Anual Bruto Corrigido (RABC) dos inquilinos com dificuldades económicas.
Com base nesta certidão, os inquilinos têm direito a um aumento mais suave da renda durante um período de  cinco anos. As novas taxas de esforço para a famílias carenciadas são: até 10% para rendimentos brutos do agregado de 500 euros/mês, 17% para rendimentos entre 501 e 1.500 euros e 25% desde os 1.501 até aos 2425 euros.
Nos últimos seis meses, deram entrada nas Finanças 27 mil pedidos de carência económica - com o distrito de Lisboa a liderar com 15 430, seguido do Porto (4275) e Setúbal (3016), segundo dados da Comissão de Monitorização da Reforma do Arrendamento Urbano.

*  O bom senso não é legislável nem passado em certidão.

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2 - HISTÓRIA DAS 
DAS DROGAS




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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Portugal já consumiu até março 
metade do permitido para 2013 
Défice é o mais elevado desde 
o início do programa 

O défice das administrações públicas no primeiro trimestre deste ano, de 10,6%, "é o mais elevado desde o início do programa", em contas nacionais, e considerando apenas o primeiro trimestre é o mais alto desde 2009. Segundo a UTAO, Portugal consumiu no primeiro trimestre quase metade do total previsto para o conjunto de 2013. 


 De acordo com uma nota informativa da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), a que a agência Lusa teve acesso, considerando apenas os valores relativos ao primeiro trimestre de cada ano, "é necessário recuar a 2009 para encontrar um défice global em percentagem do PIB mais elevado", período em que o défice foi de 10,9% do Produto Interno Bruto (PIB).

 "Em percentagem do PIB, o défice global das administrações públicas agora registado em contas nacionais é o mais elevado desde o início do Programa de Assistência Económica e Financeira" (PAEF), lê-se ainda no documento dos técnicos que apoiam a Assembleia da República. Entre janeiro e março deste ano, o défice das administrações públicas, em contas nacionais, atingiu os 4.151,8 milhões de euros, o que representa 10,6% do PIB. 

Na sétima avaliação regular ao PAEF, a meta para o défice foi revista em alta, pela segunda vez desde o início do programa, para os 5,5% do PIB no conjunto de 2013. Apesar de advertir para as pressões orçamentais existentes, a UTAO explica que "não é possível, a partir do resultado do primeiro trimestre, aferir o desempenho orçamental para o conjunto do ano, sendo frequente o défice deste trimestre exceder o valor anual posteriormente alcançado".

CRISE POLÍTICA AMEAÇA CUMPRIMENTO DO DÉFICE 
O cumprimento da meta do défice para este ano, de 5,5% do PIB, está em risco devido aos "recentes desenvolvimentos no plano político", alertou a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO). 


Numa nota informativa a que a agência Lusa teve acesso, a UTAO alerta que "os recentes desenvolvimentos no plano político podem constituir um elemento de incerteza e de risco acrescido em torno das perspetivas para o desempenho orçamental", que estão já pressionadas pelos números do primeiro trimestre. 

Na argumentação, a UTAO refere que, "na sequência das recentes perturbações de natureza política", a agência de notação financeira Standard and Poor's reviu, a 05 de julho, as perspetivas da dívida soberana de Portugal de estáveis para negativas e que o jornal Financial Times, na semana passada, alertou para "os riscos orçamentais associados à instabilidade política" no país. 

 No documento, os técnicos que apoiam a Assembleia da República indicam que, em contas nacionais, o défice do primeiro trimestre (de 10,6%) "é o mais elevado desde o início do programa" e que, considerando apenas os desempenhos relativos aos primeiros trimestres, é o mais alto desde 2009. As estimativas da UTAO indicam ainda que, entre janeiro e março deste ano, foi já consumido 46% do total do défice previsto para o conjunto de 2013. 

Entre janeiro e março deste ano, o défice das administrações públicas, em contas nacionais, atingiu os 4.151,8 milhões de euros, o que representa 10,6% do Produto Interno Bruto (PIB). Na sétima avaliação regular ao Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF), a meta para o défice foi revista em alta, pela segunda vez desde o início do programa, para os 5,5% do PIB no conjunto de 2013. Apesar de advertir para as pressões orçamentais existentes, a UTAO explica que "não é possível, a partir do resultado do primeiro trimestre, aferir o desempenho orçamental para o conjunto do ano, sendo frequente o défice deste trimestre exceder o valor anual posteriormente alcançado". 

METADE DO DÉFICE JÁ FOI CONSUMIDO ATÉ MARÇO 
O défice das administrações públicas, em contas nacionais, do primeiro trimestre consumiu já quase metade do total previsto para o conjunto de 2013, segundo estimativas da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO). 


De acordo com uma nota informativa dos técnicos da UTAO, a que a agência Lusa teve acesso, o défice das administrações públicas, de 10,6% do Produto Interno Bruto (PIB) entre janeiro e março, representa já "cerca de 46% do défice total" previsto para todo o ano, segundo os limites inscritos no Orçamento Retificativo apresentado em maio. 

No entanto, excluindo a operação de recapitalização do Banif (700 milhões de euros), o valor do défice consumido nos primeiros três meses do ano teria correspondido a 38% do permitido, calcula a UTAO. Para cumprir a meta inscrita no Retificativo "será necessário que o défice orçamental dos próximos trimestres se situe, em média, em torno de 3,9% do PIB em termos trimestrais", cerca de 2,0 pontos percentuais abaixo do verificado em igual período de 2012. 

Entre janeiro e março deste ano, o défice das administrações públicas, em contas nacionais, atingiu os 4.151,8 milhões de euros, o que representa 10,6% do PIB. Na sétima avaliação regular ao Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF), a meta para o défice foi revista em alta, pela segunda vez desde o início do programa, para os 5,5% do PIB no conjunto de 2013. 

Apesar de advertir para as pressões orçamentais existentes, a UTAO explica que "não é possível, a partir do resultado do primeiro trimestre, aferir o desempenho orçamental para o conjunto do ano, sendo frequente o défice deste trimestre exceder o valor anual posteriormente alcançado". 

* A pulhítica portuguesa.

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VICTOR ÂNGELO

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Escutas e fingimentos

Tem que haver mais controlo legal, transparência e cooperação entre os serviços europeus. (...) Declarações de donzela virtuosa e ofendida, não levam a parte alguma

Em 1979, Lord Carrington, Foreign Secretary no primeiro Governo de Margaret Thatcher, foi o anfitrião e o facilitador do acordo que pôs termo ao regime de Ian Smith, na Rodésia. As negociações decorreram em Lancaster House, um palácio londrino que pertence ao Ministério britânico dos Negócios Estrangeiros. Após o acordo, quis reconhecer o pessoal que o apoiara durante as discussões e que lhe havia permitido fazer um brilharete. Dirigiu-se, em particular, aos agentes dos serviços secretos, o famoso MI6, que, ao longo das negociações, haviam escutado e infiltrado as fações em litígio. Apesar do conhecimento prévio que tinha da posição de uns e de outros, Carrington fingiu-se, em cada momento, surpreendido pelas propostas que iam sendo aventadas. Por isso, ao agradecer aos seus espiões, disse-lhes que não só lhe haviam facilitado a tarefa, ao dar-lhe uma enorme vantagem negocial, como lhe tinham igualmente proporcionado a oportunidade de descobrir que era um grande ator.
Não sei se Gordon Brown, em 2009, então primeiro-ministro, se lembrou de agradecer aos seus, na altura da cimeira de Londres do G20. Também não sei se se achou um grande ator. Mas a verdade é que, na linha de Lord Carrington e do que é prática habitual, por parte de alguns governos, Brown manteve sob escuta os líderes que participaram na cimeira. As razões da espionagem não tiveram que ver com questões de segurança nacional. Tal como em Lancaster House, a preocupação era a de obter uma primazia significativa sobre os restantes membros do G20, na preparação das discussões. 
Vêm estes exemplos a propósito da polémica que as revelações de Edward Snowden criaram em certos setores da opinião política europeia. Servem para ilustrar que não são apenas os Estados Unidos que têm por hábito espiar a torto e a direito. Na Europa, os britânicos são quem mais investe em atividades encobertas. Não sendo os únicos - a França tenta fazer parecido, sem ter a mesma pedalada -, são dos que consideram todos, gregos e troianos, aliados e adversários, como alvos legítimos. Deste modo, se a Europa estiver verdadeiramente preocupada com a proteção dos direitos dos cidadãos e das informações estratégicas, deve, antes de tudo, começar por discutir entre si e arrumar a casa, na área da segurança. Tem que haver mais controlo legal, transparência e cooperação entre os serviços europeus. Simplismos, ou declarações de donzela virtuosa e ofendida, não levam a parte alguma. Isto não impede a UE de discutir a sério com os americanos, como tem estado a acontecer esta semana, um entendimento sobre a matéria, mas sem crispações nem ilusões. Está nos genes da administração americana, desde sempre, mas sobretudo depois do 11 de Setembro, escrutinar tudo e todos e agir em consequência... 
A verdade é que todas as grandes potências o fazem, embora com meios incomparavelmente menores que os utilizados agora por Washington. Seria, por isso, um erro focalizar todas as atenções no outro lado do Atlântico Norte e esquecer os riscos vindos de outras partes do globo. Nomeadamente, os ataques sistemáticos provenientes do Extremo Oriente. É hoje claro que faz parte da política da China dedicar vastos recursos a todo o tipo de ações de obtenção de informações, especialmente nas áreas militares, industriais e científicas. O que é, aliás, realista, pois estamos num mundo global e altamente competitivo. O que não pode ser considerado normal é a ingenuidade e a surpresa com que Bruxelas e outros têm estado a tratar destas coisas.

IN "VISÃO"
12/07/13

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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Mais de 2 milhões de portugueses 
em privação material

O número de portugueses que viviam em privação material em 2012 aumentou face ao ano anterior, ultrapassando os dois milhões, revela o Inquérito às Condições de Vida e Rendimento das Famílias do Instituto Nacional de Estatística (INE) hoje divulgado. 
Já a "privação material severa" atingiu 8,6 por centro (%) da população residente em Portugal em 2012, num ano em que um inquérito do INE apurou 25,3% da população em risco de pobreza ou exclusão social, um aumento de quase um ponto percentual face ao valor de 24,4% no ano anterior.

Os indicadores de privação material baseiam-se num conjunto de nove itens representativos das necessidades económicas e de bens duráveis das famílias, como não ter capacidade para pagar de imediato uma despesa inesperada, atrasos nos pagamentos de prestações ou despesas correntes, não poder fazer uma refeição de carne ou de peixe de dois em dois dias ou não ter eletrodomésticos ou telefones.

A privação material corresponde a situações em que não existe acesso a, pelo menos, três destes nove itens, enquanto a privação material severa corresponde a situações em que não existe acesso a pelo menos quatro indicadores. 


Em 2012, 21,8% dos residentes em Portugal viviam em privação material, mais 0,9 pontos percentuais (p.p.) face ao ano anterior (20,9%), adianta o inquérito.
A intensidade da privação material manteve-se constante comparativamente ao ano anterior (3,6).
No ano passado, 10% dos portugueses viviam com "insuficiência de espaço habitacional", indica o INE, que se baseou na taxa de sobrelotação da habitação, que compara o número de divisões disponíveis com a dimensão e composição da família.
Os dados indicam que 4,3% da população se confrontou com "condições severas de privação habitacional", como más instalações de higiene, luz natural insuficiente ou problemas de humidade do alojamento.

A carga mediana das despesas em habitação foi de 12,9% em 2012, contra 11,7% em 2011.
Segundo o inquérito, 8,3% da população vivia em agregados com sobrecarga das despesas em habitação, definida por situações em que o rácio entre as despesas anuais com a habitação e o rendimento disponível (deduzidas as transferências sociais relativas à habitação) é superior a 40%.
O risco de pobreza está associado a condições habitacionais menos adequadas, tendo o INE analisado a proporção de pessoas "satisfeitas ou muito satisfeitas" com a habitação.


O Inquérito revela que 89,8% da população se manifestou, em 2012, satisfeita ou muito satisfeita com a habitação, mais 7,8 p.p. do que em 2007 (ano em que foi abordado este tema no inquérito).
Nesse período, aumentou a população que referiu viver com condições adequadas relativamente a instalações elétricas (89,7% em 2012 e 86,0% em 2007), canalizações e instalações para a água (90,3% em 2012 face a 86,7% em 2007), e conforto térmico (53,4% e 64,3% em 2012, respetivamente para conforto no inverno e conforto durante o verão, face a 44,3% e 57,6% em 2007).
Os resultados "evidenciam sobretudo o aumento da população residente com equipamentos de aquecimento central ou de outros aparelhos de aquecimento fixos no seu alojamento, que no conjunto aumentaram de 13,0% em 2007 para 49,5% em 2012".

O INE observa que 60,6% da população em privação habitacional severa referiu referido habitar com escassez de espaço face a 18,6% para a população em geral e 24,1% para a população em risco de pobreza
Em 2012, o inquérito dirigiu-se a 7.187 famílias, tendo a operação de recolha decorrido entre maio e julho.

* Um país de rastos!

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ALIENÍGENAS DO PASSADO

2. VIAJANTES DO TEMPO



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 HOJE NO
"RECORD"

Fernando Pimenta: 
«Fantástico ter duas medalhas de ouro»

O canoísta Fernando Pimenta considerou esta segunda-feira "fantástica" a sensação de ter conquistado duas medalhas de ouro nas Universíadas e por "ajudar Portugal a subir no ranking final".

"É realmente fantástico ter duas medalhas e logo de ouro. E conseguir ajudar Portugal no 'ranking' dos países. É importante ver que contribuiu para subir no 'ranking'. Estou extremamente contente por poder ajudar e ter sido considerado o melhor canoísta em toda a competição. É muito bom este reconhecimento", disse, à agência Lusa. O vice-campeão olímpico em K2 1.000, com Emanuel Silva, subiu ao mais alto lugar do pódio em K1 1.000 e 500, sendo que na final dos 200 foi sétimo. 

"Sinceramente, não esperava estes dois títulos. Esperava poder lutar pelas medalhas, não vencer. Fui ganhando confiança e motivação. Geri bem as emoções e o fuso horário de três horas. Consegui excelentes provas, um bom indicador nas duas distâncias", acrescentou. Apesar do nível competitivo das Universíadas e dos Mundiais ser bem díspar, Fernando Pimenta mantém-se firme no "grande objetivo que é fazer o K1 na Alemanha [final de agosto], apontar todas as formas para aí". "Acredito que posso trazer mais alegrias para Portugal", reforça o atleta, já sem disponibilidade mental para o K2 1.000 vice-campeão olímpico, na única medalha de Portugal em Londres'2012.

Fernando Pimenta quer participar no K1 e deseja ser preparado pelo seu treinador, Hélio Lucas, fazendo depender do seu acordo e dos horários das provas a participação no K4 1.000 vice-campeão da Europa em junho em Montemor-o-Velho. "Quero o K1 e o que a federação achar melhor. Se for necessário e os horários forem compatíveis, faço o K1 e estarei disponível para o K4, mas acompanhado pelo meu treinador, com as coisas também estabelecidas por ele. Estou sempre ao dispor da seleção para ajudar o país a subir ao mais alto possível", disse.

Se não for escalado para fazer K1, Pimenta já garantiu que abdica dos Mundiais da Alemanha, o que a acontecer, seria a segunda vez, depois de em 2009 ter sido escalado para K1, mas ter faltado ao estágio e assim ficar de fora. 

* Merecem todo o apoio, haverá?

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BANA


Resposta De Segredo Cu Mar





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HOJE NO
" JORNAL DE NOTÍCIAS"

Onze quadros bancários receberam mais de um milhão de euros em Portugal

Onze quadros de topo do setor bancário em Portugal receberam em 2011 vencimentos fixos e variáveis superiores a um milhão de euros, revela um relatório da Autoridade Bancária Europeia divulgado esta segunda-feira. 

De acordo com o estudo sobre a remuneração fixa e variável dos funcionários com maiores vencimentos no setor na União Europeia, o valor total do salário fixo destes 11 quadros, 1 da banca investimento e os restantes da banca comercial em Portugal, ascendeu a 5,2 milhões de euros, enquanto perto de 12,5 milhões de euros se reportam a remunerações variáveis.

Somando salário fixo e remunerações variáveis, estes 11 quadros de topo da banca arrecadaram em 2011 perto de 17,7 milhões de euros, menos do que os 19 milhões de euros registados em 2010 (5,8 milhões de euros de vencimentos fixos e remuneração variável de 13,2 milhões de euros).
Em 2010, 13 quadros recebiam salários globais superiores a um milhão de euros, um num banco de investimento e os restantes 12 em bancos de retalho.
O relatório da EBA sobre o total dos salários (fixos e variáveis) em 2010 e 2011 no setor bancário da UE constitui a primeira análise acerca da estrutura de remunerações das instituições financeiras no conjunto dos 27 países analisados dentro desta área económica.

No geral, os resultados mostram que o número de gestores ou funcionários que recebiam vencimentos no montante de um milhão de euros ou mais em remunerações fixas e variáveis, em 2010 e 2011, "é limitado" na maioria dos Estados-membros, embora seja "bastante significativo noutros".
Em 2011 foram relatados os vencimentos mais elevados nos salários do Reino Unido (2.436 pessoas), no caso da Alemanha (170), França (162), Espanha (125), Itália (96) e na Holanda (36).
Vários funcionários com altos vencimentos trabalhavam em categorias profissionais nos bancos onde desempenhavam diferentes funções de responsabilidade, desde a direção, gestão de riscos, auditoria interna, tecnologia da informação, comunicação e finanças direcionadas às empresas, aos recursos humanos e à legislação.

A EBA vai publicar no final deste ano um relatório mais detalhado sobre a análise das práticas das remunerações seguidas pelo setor da banca na União Europeia, o qual servirá de referência e terá uma análise mais detalhada dos vencimentos apresentados esta segunda-feira.

* Absurdo é que haja gente a passar fome num país onde se pagam estes salários e ainda maiores, somos todos coniventes na permissividade.

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 MUITA FOMINHA


 ISTO É UMA CELEBRAÇÃO DE CASAMENTO NO PAQUISTÃO, PARECE QUE NÃO COMEM HÁ TRÊS DIAS

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 HOJE NO
" JORNAL DE NEGÓCIOS"

Antigo tesoureiro do PP espanhol garante ter dado “dinheiro vivo” a Rajoy

Luis Bárcenas, que está a ser ouvido em tribunal no âmbito do processo sobre contabilidade paralela do PP, revelou ser o autor dos documentos divulgados pela imprensa. Bárcenas garantiu ainda ter dado dinheiro em “cash” a Mariano Rajoy e a Maria Dolores de Cospedal entre 2008 e 2010.
O antigo tesoureiro do Partido Popular (PP) espanhol, Luis Bárcenas, garantiu esta segunda-feira ter dado dinheiro a Mariano Rajoy, presidente do Governo de Espanha, e à secretária-geral do partido, María Dolores de Cospedal entre 2008 e 2010.

“Entreguei dinheiro vivo a Rajoy e Cospedal em 2008, 2009 e 2010”, afirmou Bárcenas, citado pelo “El Mundo”.

Luis Bárcenas, que está a ser ouvido esta segunda-feira em tribunal no âmbito da alegada contabilidade paralela do PP, reconheceu ser o autor dos documentos que têm vindo a ser divulgados pelo “El País” e pelo “El Mundo”.  O antigo tesoureiro entregou ainda ao juiz outros documentos sobre as contas do partido que revelam pagamentos não declarados a várias figuras do partido.

Sobre os pagamentos a Rajoy e Cospedal, Bárcenas revelou ainda que em 2010 o montante ascendeu a 25 mil euros e que o pagamento de Cospedal foi feito com notas de 500 euros.

Este domingo, o “El Mundo” publicou vários SMS que indicam que o actual presidente do Governo espanhol manteve contacto directo, de pelo menos dois anos, com o antigo tesoureiro do partido, e onde Rajoy pedia silêncio a Bárcenas sobre a alegada contabilidade paralela do PP.

No seguimento da notícia, o secretário-geral do PSOE, Alfredo Rubalcaba exigiu a demissão imediata de Mariano Rajoy, anunciando uma ruptura de relações com o PP.

Em resposta, o presidente do Governo de Espanha garantiu esta segunda-feira, durante uma conferência de imprensa com o primeiro-ministro da Polónia, afirmou que não se vai demitir nem submeter a chantagens. “Cumprirei o mandato que me foi dado pelos espanhóis, disse Rajoy, cita o “El Mundo”. “O Estado de Direito não se submete a chantagem”, afirmou, indicando que a justiça vai continuar a fazer o seu trabalho “sem nenhuma pressão”, “indicação” ou “ingerência”.

Sobre os alegados pagamentos que Bárcenas agora confirmou, Rajoy voltou a negar ter cometido qualquer ilegalidade, afirmando apenas que irá “entrar em detalhes nem polemizar com ninguém”. O presidente do Governo espanhol afirmou ainda que “não se pode esperar que um presidente desminta ou comente, a cada dia, todas as insinuações, rumores e informações interessadas que se produzem”.

O escândalo da contabilidade paralela do PP começou em Janeiro, quando o “El País” divulgou vários documentos de Bárcenas, com datas compreendidas entre 1990 e 2008, que indicavam a existência de uma contabilidade irregular no seio do partido. Luis Bárcenas foi tesoureiro do PP durante quase duas décadas e registava em vários cadernos alegados pagamentos a altas figuras do partido.

* Somos iberos...lá como cá.

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TREINADORES

















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HOJE NO 
  "DESTAK"


Ongoing desistiu de processos 
judiciais contra Impresa 

 O grupo Impresa, dono da SIC e do semanário Expresso, anunciou hoje que a Ongoing desistiu "de todos os pedidos formulados" na Justiça contra a empresa e respetivos administradores.


 Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Impresa "informa que o grupo Ongoing desistiu de todos os pedidos formulados no âmbito do conjunto das ações intentadas contra a Impresa e respetivos administradores, a Balseger, a Impreger, a Sojornal e a um dos diretores adjuntos do jornal Expresso". 

O grupo de Francisco Pinto Balsemão adianta que "algumas desas ações tinham sido já julgadas improcedentes em primeira instância".

* Uma empresa de super espiões que esborracharam os...

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DE TROCAR OS OLHOS



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 HOJE NO
"i"


Portugal em 7º lugar no top 10 
do clube da bancarrota

São cada vez menos os que nos mercados acreditam que o país vai ultrapassar o caos em que tem vindo a afundar-se e honrar os seus compromissos financeiros com os credores externos

A certeza de que depois da tempestade vem a bonança já não se aplica a Portugal, onde parece haver sempre lugar a uma desgraça maior. Estavam os mercados a acalmar e a começar a digerir as demissões de Vítor Gaspar e de Paulo Portas quando o Presidente da República surpreendeu tudo e todos com o chumbo inesperado do novo governo proposto por Passos Coelho e atirou o país para o sétimo lugar no clube da bancarrota.


Há três anos, Portugal esteve fora do top 10 dos países com maior risco de falir apenas alguns dias, entre o final de Maio e o início de Junho deste ano. No início a situação era tão grave que chegou a ocupar o primeiro lugar, numa época em que a Grécia era já considerada um caso perdido e esteve suspensa do ranking até ver perdoada parte da sua dívida.
Agora poucos acreditam que Portugal conseguirá honrar os seus compromissos financeiros, ou seja, pagar o que deve. Em meia dúzia de dias o esforço pedido aos portugueses em nome da imagem de um país coeso e alinhado foi por água abaixo.

A subida para a sétima posição deve-se ao disparo no custo dos credit default swaps (CDS) - derivados financeiros que funcionam como seguros contra o risco de incumprimento -, que fecharam a semana nos 545 pontos- -base, uma subida de 55 em relação ao fecho da véspera.

A semana encerrou com yields de 7,52% nas obrigações do Tesouro a dez anos no mercado secundário, um valor superior ao registado a 3 de Julho, o dia da catarse do efeito das demissões ministeriais que deram origem à actual crise política. Nos prazos a três, quatro, cinco, seis, sete, oito, dez e 30 anos, os yields ficaram acima dos 7%, atingindo picos superiores a 8%.

O prémio de risco da dívida portuguesa em relação à dívida alemã subiu para 5,96 pontos percentuais, o diferencial mais alto desde o início da crise governamental. No decurso de uma semana, todos estes indicadores subiram: 37 pontos-base (0,37 pontos percentuais) para yields a dez anos; 64,18 pontos-base para o custo dos CDS; 3,38 pontos percentuais para a probabilidade de incumprimento; mais de meio ponto percentual para o prémio de risco.

O agravamento destes indicadores não se repercute directamente nos juros que vencem sobre a dívida soberana existente junto de credores privados ou da troika, que totalizava em 31 de Maio qualquer coisa como 203,5 mil milhões de euros. No entanto, são indicativos das dificuldades que se criam a emissões obrigacionistas pelo Estado (o tão aclamado regresso aos mercados) e do encarecimento dos seguros contra o risco de incumprimento dessa dívida.


A tal barreira psicológica dos 7% está de volta, o que significa que a confiança dos mercados internacionais em Portugal está muito abalada. Não foi à toa que o analista Marc Chandler, vice--presidente da Brown Brothers Harriman, em Nova Iorque, disse que "a crise política em Portugal roubou o lugar de pára- -raios ocupado pela Grécia na zona euro".

* Esta situação não foi porque os portugueses viveram acima das suas possibilidades, foi porque os governos de PSD, PS e CDS esbanjaram para o bolso dos amigos, não esquecer que o PCP não faz parte de nenhum governo desde 1976.

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 3-G R A F I T T I S

















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HOJE NO

"A BOLA"

Anúncio do Europeu feminino considerado machista

O anúncio da cadeia televisiva alemã ZDF ao Europeu feminino de futebol está a gerar forte contestação por parte do público, visto que o spot publicitário é considerado machista.

O anúncio mostra uma mulher a dar toques numa bola suja na zona das máquinas, depois remata o esférico para dentro da máquina de lavar roupa e ativa o programa.

Esta mistura de futebol e tarefas domésticas não caiu muito bem junto do público alemão.

* Gostávamos de saber a opinião da Sra. Merkel. 





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 CORDIALIDADE INÚTIL





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HOJE NO

"PÚBLICO"

Elevado número de alunos em 
debilidade económica grave, alerta Conselho Educação

O Conselho Nacional de Educação (CNE) alertou para uma "elevada percentagem de estudantes numa situação de debilidade económica grave", recomendando a atribuição de recursos à acção social para que não falhe o apoio aos mais carenciados.

Numa recomendação hoje publicada em Diário da República, o CNE defende a necessidade de garantir o bom funcionamento dos serviços de acção social e de acabar com as diferenças nas respostas sociais registadas nas diferentes instituições do ensino superior.
 "Irregularidades técnicas, problemas de comunicação entre serviços e estudantes, indefinição nos processos de candidatura, atrasos na análise dos requerimentos e nos pagamentos das bolsas de estudo e abrangência insuficiente são entropias introduzidas sucessivamente no sistema que têm inibido a acção social de cumprir integralmente o seu papel", alerta o CNE numa recomendações sobre "A condição estudantil no Ensino Superior".

As alterações no acesso às bolsas, que agora é condicionado à situação contributiva das famílias, vieram "colocar uma elevada percentagem de estudantes numa situação de debilidade económica grave", sublinha aquele órgão consultivo.

O CNE alerta ainda para a existência de respostas de acção social "bastante díspares" consoante as instituições, sendo necessário acabar com essas diferenças.
No total, o CNE apresenta às instituições e Governo dez pontos que considera essenciais para evitar o abandono escolar, captar novos estudantes, promover o reingresso e o sucesso dos percursos formativos dos alunos.

A formação dos estudantes deve ter em conta “a necessidade de desenvolver competências de empregabilidade, facilitadoras da integração dos jovens no mundo do trabalho", defende na sua quarta recomendação divulgada este ano.

Além disso, os candidatos ao ensino superior devem conhecer o grau de empregabilidade dos cursos, devendo, por isso, ser criada uma "base de dados fidedigna" que divulgue publicamente essas informações.

Incentivar a mobilidade transnacional de estudantes e garantir apoios financeiros à realização dos seus estudos e estágios no espaço europeu é outra das recomendações do CNE, que lembra que Portugal ainda está "muito distante das metas" para 2020, ano para o 20% dos estudantes já deveriam ter frequentado um ou mais semestres numa instituição fora do país.
Para garantir que essas metas ainda possam ser atingidas, o CNE sugere que o acesso aos programas existentes seja alargado, através de uma melhor divulgação dos programas e na melhoria do reconhecimento de créditos: “É imprescindível que cada estudante saiba, à partida, quais as equivalências que lhe serão dadas nas unidades curriculares que irá frequentar no seu período de mobilidade”, refere o documento.
Além disso, o CNE defende uma melhoria das bolsas de mobilidade para que os alunos carenciados não sejam impedidos de participar nestes programas.
A situação dos trabalhadores estudantes também deve ser melhorada através da adaptação do regime de frequência e avaliação dos cursos aos alunos e alargamento da oferta de cursos em regime pós-laboral ou de ensino à distância.
O CNE recomenda ainda que "se clarifiquem rapidamente as competências da A3ES e das ordens e câmaras profissionais na regulação da relação entre formação e acesso à profissão".
No documento, o CNE defende o reforço financeiro no ensino superior e lamenta que em 2010, "apesar de acordado e contratualizado o reforço de 100 milhões de euros no âmbito dos Contratos de Confiança, tal não se concretizou, tendo-se verificado uma redução de 28% nos orçamentos de funcionamento das instituições".

* "Educar passando fome" o lema do ministério de Crato.

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